terça-feira, 12 de agosto de 2008

49- GIRASSOL - (Helianthus annuus)

CARTAZ GIRASSOL HO’OPONOPONO
Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.

Este cartaz artístico Ho'oponopono pode ser utilizado como uma ferramenta de limpeza. Está imantado nele a ressonância destas frases, todo o poder de transformação que elas expressam. Não é preciso nem olhar a imagem para se sentir a vibração emitida pelo cartaz.
Pedidos: atendimento@hooponopono.com.br


GIRASSOL
(Helianthus annuus)


Helianthus é a Essência Floral obtida das flores do Girassol, esta conhecidíssima planta da família das Compostas. Trata-se de uma herbácea originária do Peru, que pode atingir até três ou quatro metros de altura. A perfeita verticalização do caule
aponta e sugere a busca da retidão e do alinhamento da terra com o céu, do corpo com a alma, da matéria com o espírito, enfim do nosso aspecto dual.

... O amarelo solar do Girassol sugere um avançar infinito, representando a qualidade maior do espírito humano à procura de sua evolução cósmica, pelo caminho da suprema honra e privilégio de ter uma mente.

Assim, o Girassol é essencialmente um remédio floral para a cabeça e o coração do homem. O fato de essa flor procurar o Sol quando está sobre a linha do horizonte e acompanhá-lo à medida que se move na abóbada celeste demonstra a força do individualismo da planta como um todo. Graças a esse peculiar fenômeno e ao próprio aspecto floral, recebeu a planta a denominação de Girassol. O nome Helianthus vem do greco helius e anthos e quer dizer “Flor do Sol”.

Por outro lado. O capítulo floral é uma verdadeira sociedade, contendo mais de mil flores, que convivem entre si em perfeito entrosamento, apontando assim para a força do coletivismo da planta. A divisão de trabalho é tão perfeita que as flores das laterais do disco são muito ornamentais, mas estéreis, perdendo um tanto assim de sua função individual em proveito da coletividade, enquanto as do miolo central são menos vistosas, porém altamente férteis. Assim, individualismo e coletivismo coexistem em harmonia nesse maravilhoso vegetal. Tal experiência de luz pode nos ajudar a superar nossos conflitos internos relativos a essas polaridades. A extraordinária fertilidade do Girassol não deixa nada a admirar, quando se leva em conta que há poucas plantas em cujas inflorescências os insetos podem pousar com igual facilidade, mover-se com maior comodidade e onde encontram néctar em extraordinária abundância. De alta significação é o que ocorre nos fins do pleno desabrochar da flor, quando desaparecem os estames das flores fecundadas. Como as abelhas desprezam as flores onde faltam as anteras, evita-se decididamente que elas visitem as flores defloradas, desprovidas do precioso e doce néctar, pelo que ficariam magoadas, podendo mesmo acontecer que assim iludidas desistissem mesmo de visitar as flores melíferas e aptas à polinização. Nota-se a excessiva concentração da planta nos detalhes que lhe são vitais e até um certo temor pela solidão e pelo possível abandono por parte de suas queridas abelhas amigas; tal aptidão encontra ressonâncias no arquétipo humano do tipo Helianthus. Quando a planta chega no auge do seu crescimento e tendo passado o desabrochar da flor, então começa a decadência e o grande capítulo floral tomba sem forças, recolhido em seu próprio âmago, buscando assimilar a lição de um ego agigantado...


Parte do texto do livro: As Essências Florais de Minas – Síntese Para uma Medicina de Alma – Breno Marques da Silva e Ednamara Vasconcelos e Marques – Editora Luz Azul.


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