domingo, 1 de abril de 2012

A QUEM INTERESSA A INTOXICAÇÃO DOS CIDADÃOS

Todo químico sabe que a toxicidade do flúor é superior à do chumbo e pouca coisa inferior à do arsênico. Mesmo assim, desde 1945 a toxicidade do flúor foi "absolvida" para que o fluoreto de sódio - subproduto da indústria do alumínio, então florescente com a guerra e a experiência que os alemães acabavam de fazer com o flúor - fosse elevado à categoria de "salvador dos dentes", passando a ser distribuído à população através da rede de águas.

Assim, essa medida logo se tornou um dogma inquestionável para muitos, incluindo o Brasil, embora a "idéia" ainda seja rejeitada por mais de 90% dos países da Europa Ocidental, cujos padrões culturais não permitem tal insensatez.

Do ponto de vista toxicológico, entretanto, essa história é de uma gravidade tão grande, que qualquer leigo ou cientista tem que se perguntar: A quem interessa a intoxicação dos cidadãos?
O trabalho de investigação do Dr. Philip Sutton, autor de The Greatest Fraud: Fluoridation (A maior fraude: a fluoração), levaram-no a descobrir um memorando de 29 de abril de 1944, do Manhattan Project, onde se produzia a bomba atômica, que dizia:

Evidências clínicas sugerem que o hexafluoreto de urânio atua sobre o sistema nervoso central... E tudo indica que a causa seja o F (flúor) e não o U (urânio).


Esse memorando, que trazia o carimbo de "secreto" e era endereçado ao Coronel Stafford Warren, então chefe do Departamento Médico do Manhattan Project, requisitava um estudo imediato sobre os efeitos do flúor e do urânio alegando que:

Sendo essencial trabalharmos com esses componentes, é necessário conhecermos seus efeitos.... para prevenir perturbações nos operários que possam vir a causar danos a outrem por cumprir sua tarefa de maneira imprópria.

De acordo com o Dr. Robert Isaacson, da Binghamton University (New York), tanto o fluoreto de alumínio quanto o fluoreto de sódio são extremamente tóxicos nas quantidades a que estamos sendo diariamente expostos através dos cremes dentais e da água fluorada, cuja contaminação obviamente se expande aos alimentos.

Pesquisas subseqüentes continuaram mostrando que mesmo em pequenas quantidades o flúor não apenas aumenta os níveis de alumínio no cérebro como interfere sobre o hipocampo - região relacionada com a coordenação do funcionamento das outras partes do cérebro, memória, tomada de iniciativa etc., sobre a qual o Tokyo Metropolitan Institute for Neuroscience acaba de concluir mais uma pesquisa.

Acontece que qualquer dano no hipocampo diminui a vontade, a capacidade de decisão, de contestação etc., isto é, torna qualquer pessoa dócil e submissa, embora também possa levá-la à loucura. O verdadeiro propósito da água fluorada não é beneficiar os dentes das crianças, mas reduzir a resistência de todos à dominação,  controle e perda da liberdade.

Devido à facilidade com que o flúor transpõe as barreiras do cérebro, o flúor ataca o sistema nervoso central, provoca instabilidade do humor, perda da memória e do olfato, desestrutura o neocortex e o hipocampo, além de inúmeras outras conseqüências relacionadas ao seu potencial de intoxicação.

Neocórtex, "novo córtex" ou o "córtex mais recente" é a denominação que recebem todas as áreas mais evoluidas do córtex. Recebe este nome, pois no processo evolutivo é a região do cérebro mais recentemente evoluída. Possui diversas camadas celulares e diversas áreas envolvidas com as atividades motoras, intimamente envolvidas com o controle dos movimentos voluntários, e funções sensoriais.

Por isso, o flúor, que antes de aparecer como lixo industrial da produção do alumínio era um produto bastante caro, é um dos principais ingredientes dos venenos de ratos e baratas, dos medicamentos anestésicos, hipnóticos e psiquiátricos, assim como dos gases hoje utilizados como arma militar.

Texto de Mônica Lacombe Camargo.

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