terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Bactérias, do intestino ao cérebro



Cientistas da Universidade McMaster, no Canadá, 

 


afirmam ter encontrado provas conclusivas de que as bactérias que residem no intestino influenciam a química cerebral e o comportamento humano.

Os resultados são importantes porque vários tipos de doença gastrointestinais, incluindo a síndrome do intestino irritável, são frequentemente associados com a ansiedade ou com a depressão.

Além disso, tem havido especulações de que alguns transtornos psiquiátricos, como o autismo de início tardio, pode ser associado com um teor anormal de bactérias no intestino.

Importância das bactérias do intestino

O intestino de cada um de nós é o lar de cerca de 1.000 trilhões de bactérias, com as quais vivemos em harmonia.

Essas bactérias desempenham uma série de funções vitais para a nossa saúde: elas protegem  contra infecções, capturam energia da nossa alimentação e fornecem alimento para as células do intestino.

Qualquer interrupção nessa simbiose pode resultar em condições potencialmente fatais, como a colite induzida por antibióticos pela infecção com a "superbactéria" Clostridium difficile.

Antibióticos

Os pesquisadores demonstraram que danos causados ao conteúdo bacteriano normal do intestino, por meio da aplicação de antibióticos, produzem alterações no comportamento.

Essa mudança foi acompanhada por um aumento do fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF: brain derived neurotrophic factor), que tem sido associado com a depressão e com a ansiedade.

Quando os antibióticos orais foram interrompidos, as bactérias no intestino voltaram ao normal.

"Isto foi acompanhado pela restauração do comportamento normal e pela normalização da química do cérebro", disse o Dr. Stephen Collins, coordenador da pesquisa.

Comportamento ativo e passivo

Para confirmar que as bactérias podem influenciar o comportamento, os pesquisadores criaram camundongos em isolamento - livres de quaisquer germes - e inseriram neles bactérias retiradas de animais com padrões anormais de comportamento.

Eles descobriram que, quando os animais livres de germes com uma herança genética associada com um comportamento passivo foram colonizados com bactérias de animais com um comportamento mais exploratório, eles se tornaram mais ativos e ousados.

Da mesma forma, os animais normalmente ativos tornaram-se mais passivos depois de terem recebido as bactérias dos camundongos cuja genética de fundo está associada com o comportamento passivo.

Influência das bactérias

Collins afirmou que essa pesquisa indica que, embora muitos fatores determinem o comportamento, a natureza e a estabilidade das bactérias no intestino parecem influenciar o comportamento, e qualquer perturbação, seja por antibióticos ou por infecção, pode produzir mudanças no comportamento.

Pesquisas anteriores haviam se concentrado sobre o papel que as bactérias desempenham no desenvolvimento do cérebro no início da vida. Neste trabalho, a atenção se voltou para o estudo de animais adultos.
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Segundo, a Dra. Hulda Clark tem que haver um novo entendimento na definição de saúde e doença. 

Como bióloga seu estudo se baseia em pesquisas comprovando que a origem de todas as doenças tem como base a exposição do nosso corpo a parasitas (entre os quais inclui parasitas, vermes, bactérias, vírus e fungos) que acabam por colonizá-lo, bem como a contaminação com produtos tóxicos através da exposição ao meio ambiental.

Em seu livro  “A Cura para Todas as Doenças” ela coloca o caminho que percorreu, passando por aparelhos com frequências, por aparelho computadorizado com várias opções de frequências, até chegar ao aparelho com bateria de 9V, que segundo suas pesquisas é o que melhor realiza os objetivos que ele propõe.


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