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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Enfermeira conta em livro tratamentos de sucesso com uso da auto-hemoterapia



A enfermeira gaúcha Ida Zaslavsky lança hoje (03.02.2012) o livro “Auto-Hemoterapia: um bom passo maior que a perna”, que reúne informações sobre sua experiência na área da saúde (promoção, prevenção e cuidados em geral) desde 1982. A obra é mais uma comprovação de que “a Auto-Hemoterapia é um recurso terapêutico simples com elevado grau de eficácia”, segundo a autora. Lembra que a técnica consiste na retirada de sangue da veia (antebraço) e reaplicação imediata no músculo da própria pessoa, o que quadruplica as células de defesa (macrófagos) e a resposta imunológica em todo o organismo. O fato ocorre porque “Estas células promovem a limpeza e combatem vírus, bactérias, células neoplásica (câncer), drogas e fibrina (sangue coagulado nos vasos)”.

O livro traz relatos e depoimentos significativos a respeito dos benefícios da Auto-hemoterapia em pessoas acometidas pelos mais diversos tipos de doenças, das mais simples até as crônicas, degenerativas e auto-imunes. A autora contextualiza a AHT no Brasil, narrando alguns casos exemplares na luta pela sua inserção no sistema de saúde brasileiro. Inclui também - no final do livro - três apêndices relativos a questões específicas da auto-hemoterapia, no âmbito jurídico e no que concerne à prática da terapia em si. Pensando em melhor informar ao leitor, acresce ainda um pequeno glossário.

Em mais de vinte anos Ida Zaslavsky já cuidou de pessoas cujos médicos indicaram auto-hemoterapia para inúmeras doenças, conforme relata, entre elas Obstrução da Circulação Sanguínea, Acne, Aids, Mioma, Anemia, Arritmia, Câncer de Mama, Sudorese, Herpes Labial, Síndrome de Pânico, Bronquite, Psoríase, Esclerose Múltipla, Rinite, Cisto Sebáceo, Alergias, Câncer de Bexiga, Pés Diabéticos, Sinusite Severa, Infecção Óssea, Esclerose Lateral Amiotrófica – ELA , Câncer do Intestino, Câncer do Pulmão. Além de tratamento, a auto-hemoterapia é usada também para prevenir enfermidades.

Natural de Porto Alegre/RS e residente em Florianópolis desde 1992, Ida Zaslavsky publicou artigo no site do Supremo Tribunal Federal por ocasião da audiência pública sobre Sistema Único de Saúde – SUS, onde mostra que “a auto-hemoterapia é capaz de promover a saúde, prevenir, controlar e tratar diversas doenças, sem efeitos colaterais e praticamente sem custos para o paciente". O artigo pode ser acessado pelo link http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/processoAudienciaPublicaSaude/anexo/AutoHemoterapia.pdf  .

Para adquirir o livro, ao preço de R$ 30,00 + R$ 4,00 do porte por exemplar, o pedido pode ser realizado através do e-mail livroautohemoterapia@yahoo.com.br, especificando a quantidade desejada e os dados para a entrega: nome do comprador e endereço com CEP. Será informada por e-mail uma conta bancária para depósito ou transferência e o pedido será enviado tão logo seja confirmada a transação.

De: Walter Medeiros

Cuide do corpo físico, cuide da mente, cuide bem de você! 
Cuide bem de você...
www.cuidebemdevoce.com

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Interessante texto sobre Auto-Hemoterapia


Recebi um e-mail interessante sobre o depoimento do Dr. André Luis Soares da Fonseca a respeito da Auto-Hemoterapia. Como sou adepto de tal tratamento e o faço a mais de 5 anos, achei interessante publicar o texto escrito por esse professor. Após o texto, é possível assistir a um vídeo, feito inteiramente por mim, sobre o procedimento de aplicação da auto-hemoterapia.

AUTO-HEMOTERAPIA: Texto do Dr. André Luis Soares da Fonseca, professor de Imunologia e Genética Médica na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Senhores(as)

Sou professor de Imunologia e Genética Médica na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e cada vez mais me espanta o pouco grau de inteligência (do latim “inteligere” :ligar, fazer conexão) de alguns médicos deste país.

É inacreditável como quando não se sabe nada, vai-se pelo que a maioria pensa ou pelo que é mais conveniente. A autohemoterapia é uma panacéia sim, mas é uma terapia coadjuvante, que melhora o sistema imunológico, não porque aumenta a sua capacidade, mas porque MODULA a sua função, ou seja, quando a imunidade está aumentada (hipersensibilidades, autoimunidades) ele DIMINUI a resposta; quando está baixa, ele AUMENTA a resposta em níveis compatíveis com o estado de saúde.

Ainda sem claro mecanismo de ação (pelos resultados análogos, obtidos com infecções bacterianas), crêe-se que quando as hemácias se localizam fora do tecido (como é a autohemoterapia), os macrófagos teciduais (histiócitos) são estimulados através de receptores específicos por glicoproteínas presentes na superfície das hemácias e realizam a sua fagocitose (hemocaterese), o que aumenta o nível de produção de derivados do metabolismo do oxigênio (O2-, H2O2, OH-) e metabólitos do Nitrogênio (Óxido Nítrico), que têm funções imunológicas.

Além do mais, os macrófagos assim ativados produzem níveis baixos, mas suficientes para uma ativação parácrina (no local) de interleucinas tais como IL-12 e IL-1. Depois disso, migram pelo organismo (mais importantemente para os linfonodos) e ativam mais adequadamente o sistema imunológico.

Vale lembrar que a autohemoterapia mimetiza um hematoma e daí a não realização da autoimunidade, como alguns questionam.

A questão da contaminação com vírus (meu Deus, é melhor ler isso do que ser cego!) deve-se, como todo procedimento negligente, à contaminação. E o princípio da AUTOhemoterapia é utilizar o sangue do próprio paciente nele mesmo, COM SERINGAS E AGULHAS ESTÉREIS.

Quando à questão dos abcessos (Deus, dai-me forças), abceda QUALQUER aplicação parenteral em que não se faça procedimento asséptico, até espremer espinhas…

A autohemoterapia, nos países AVANÇADOS em que a medicina a permite, tem de ser utilizada como terapia coadjuvante e, sempre recomendável, com acompanhamento médico.

Em medicina veterinária é protocolo constante em alguns tomos de Medicina Veterinária Interna e utilizada com terapia de escolha na papilomatose bovina, com excelentes resultados.

Bom, pelo menos esta polêmica toda servirá para suprir a falta de material científico necessário e adequado para validar, segundo as leis, este procedimento que não tem nada de charlatão. Alías, charlatanismo, segundo o direito penal, é tratar alguém sabendo que o tratamento não funciona. Portanto, até médicos podem ser charlatões.
Fonte
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CUIDE BEM DE VOCÊ
Alguns médicos já sabem dos fatores emocionais que envolvem as questões que se apresentam no corpo físico, sendo muito importante cuidar a causa também.

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