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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Depressão, isso está muito perto do despertar...


"É interessante que a palavra "depressão" é falada foneticamente como "descanso profundo" (em inglês "deep rest" - depression). Podemos ver a depressão não como uma doença mental, mas em um nível mais profundo, como um estado (e muito mal entendido) de repouso profundo, quando estamos completamente exaustos pelo peso da nossa própria identidade. É uma perda inconsciente de interesse em nossa história. Isso está muito perto do despertar - mas, infelizmente, raramente entendido como tal."
Jeff Foster
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Depressão e Espiritualidade

Em seus caminhos em busca do autoconhecimento, as pessoas por vezes passam por situações naturais, embora não muito favoráveis para os processos em si. Muitas acabam sentindo-se solitárias e por vezes tristes, o que leva a terceiros questionarem a respeito do que acontece com elas. Nascem então insinuações a respeito de isolamento, desvio intelectual, alienação ou até mesmo depressão.

Mas quem está de fora não pode compreender o que se passa no coração e na mente daquele que começou seu processo espiritual. E embora o isolamento seja algo quase que inevitável em um primeiro momento, ele não está baseado num possível início de depressão.

A depressão é o estado vibratório mais baixo e denso que um ser humano pode alcançar, justamente por limitar os ânimos mental, emocional e corporal ao mesmo tempo. Além de ser um estado que perdura por tempo indeterminado; um evento inconstante nas ondulações vibracionais comuns de cada indivíduo. Seria, numa analogia simples, como se a onda atingisse seu pico mais baixo e demorasse a se normalizar.

Porém, perceba que a depressão não pode existir em uma mente consciente, isso é naturalmente impossível. Sua natureza é justamente a influência agressiva das emoções em uma pessoa inconsciente, em uma pessoa que não tem qualquer tipo de entendimento a respeito da mecânica da vida, das emoções e do poder individual.

Sendo então a depressão um aspecto inconsciente do ser, a pessoa que se vê refém dessa enfermidade, embora possa ter algum nível de espiritualidade, na verdade ainda está longe de compreender de maneira factual aquilo que ela é. Logo, o entendimento espiritual dito presente nada mais seria que uma especulação mental. E nestes casos pode sim haver a depressão em uma pessoa espiritualizada.

Mas note que a palavra não descreve a verdade a respeito do estado daquela pessoa. Estar espiritualizado não implica em estar consciente, mas em saber de maneira intelectual o que é que se esconde dentro de si e o que é o mundo ao redor. Estar consciente é ir além do saber mental, ir além do próprio conhecimento, ir além de si mesmo.

Então, se neste instante há um desânimo o abatendo, pode não ser depressão. O corpo por vezes acaba sendo renegado, estando em segundo plano durante um processo de conscientização. Quando há algo a ser resolvido em seu interior, você talvez tenda a deixar algumas coisas de lado; coisas sem relação com condicionamentos. Mas é importante compreender que essa é uma fase finita.

Todavia, quando tal abandono ultrapassa o razoável, trazendo desconforto ou debilitando a saúde, é necessário parar e voltar sua atenção a isso. Evoluir implica em expansão e harmonia, logo, o corpo faz parte disso e não se pode renegá-lo de forma alguma.

Desta forma, estar em desânimo físico, padecendo de sintomas como insônia, indisposição ou falta de apetite, mas estando consciente, em paz e buscando mais e mais o autoconhecimento, não significa estar entrando em depressão. Este é um estado em que há um hiato elucidativo, durante o qual tudo perde a valia. Apenas “relembrando” ou “descobrindo” algo de relevância em seu processo individual é que fará tal hiato se desfazer.

Mas reintero a importância de se estar atento à saúde e ao bem estar do corpo. Mesmo que não seja tão fácil realizar coisas que agora parecem tão desnecessárias, a fim de manter-se são e principalmente centrado, deve-se suprir aquilo que o corpo exige. Portanto, não renegue seu corpo, não renegue seu filho. Dê alimento a ele, dê descanso a ele e, principalmente, mantenha o amor presente.


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Cuide bem de você...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Energia Emocional


Quando pensamos em energia emocional logo nos vem à idéia alguma coisa imaterial, não mensurável ou quantificável. Algo que os nossos olhos físicos não vêem, mas que o nosso coração sente.

Mas afinal, porque ela é sentida às vezes como algo gratificante e impulsionador e outras como algo arrasador?

Bom, para falarmos em energia emocional temos que nos remeter primeiramente ao conceito de EMOÇÃO. A emoção pode ser entendida como um estado de ânimo, uma reação intensa e breve de nosso organismo frente às situações, que provoca desordens neurovegetativas e reações psicofisiológicas.

Este estado afetivo pode ter uma conotação agradável (positiva) ou penosa (negativa).

Existem três tipos de emoções básicas que experienciamos desde o nosso nascimento: o medo, a raiva e o prazer. Daí se originam as demais.

Por não termos o controle consciente da energia emocional, ela acaba nos levando a uma desorganização passageira, culminando com um desequilíbrio, uma perturbação de nossa organização intelectual e cognitiva.

Quando, porém, esta emoção se prolonga começamos a tentar nos organizar. Utilizamos nossos recursos mais profundos, nossa cognição, nossa capacidade de reflexão e aí atribuímos um SIGNIFICADO à mesma. Neste momento, o que era EMOÇÃO passa a ser um SENTIMENTO. Ou seja, um estado afetivo mais tranqüilo, duradouro e estável que será experimentado mais em termos de vivência interna. Aqui nossa reação corporal será mais tênue e discreta.

Sendo assim, ao nos referimos à energia emocional temos que ter em mente, que as nossas emoções sempre serão acompanhadas por um componente subjetivo, um sentimento que é fruto de nossa compreensão e avaliação das nossas sensações. Ou seja, de nossa percepção da realidade, a qual sempre será regida por nosso sistema interno de crenças.

Pessoas que tendem a ver a vida de forma negativa, desrespeitando os seus limites, esquecendo-se de seus desejos e necessidades, que se distanciam de sua verdadeira essência para cumprir o papel que a sociedade lhe atribui e que são inflexíveis em seus pontos de vista, tendem a experenciar seus estados afetivos de forma negativa.

Daí advém aquilo que muitos denominam de "queda de energia", os estados de desânimo, o cansaço físico e mental e as desordens fisiológicas e psíquicas advindas dos mesmos. Isto porque ao passar pela cognição, os significados atribuídos à emoção tenderão a gerar outros sentimentos negativos como o medo, a raiva, a sensação de impotência ou incapacidade, a frustração, o que impede que nos reorganizemos.

Dentro da visão das terapias vibracionais (Homeopatia, Terapia Floral, Acupuntura, Reiki, etc.) costumamos dizer que vivenciamos, neste momento, uma situação semelhante à de um encanamento entupido. Ao impedirmos a vazão de nossos sentimentos, depositamos em nosso campo bioenergético vários resíduos de energia emocional estagnada, que vão entupindo nossos canais energéticos (meridianos de Acupuntura) impedindo o livre fluxo de nossa energia vital e culminando com desordens físicas e psíquicas.

Freud, o pai da Psicanálise, em seus estudos sobre a Histeria, também descrevia os sintomas da doença como manifestação da energia emocional que não era descarregada, mas sim associada a traumas psíquicos que repousavam em nosso inconsciente.

Mas, como manter este reservatório de energia, como canalizá-la para os aspectos positivos recarregando nossas baterias?
Sempre digo, que todos os estados afetivos tendem a apresentar as duas polaridades: o positivo e o negativo.

Se por um lado, por exemplo, a raiva excessiva tende a consumir nossas energias físicas e psíquicas gerando bloqueios em nosso corpo emocional e perda de nossa vitalidade, por outro a manifestação desta na sua forma positiva poderia culminar com uma descarga benéfica de energia emocional acumulada, evitando o nosso adoecer.

O que ocorre hoje em dia, infelizmente, é que com o advento da globalização, as pessoas vêm perdendo a noção de individualidade, de limites psíquicos e energéticos. Correm, correm e não chegam a lugar nenhum. Reclamam da vida, do destino, acumulam sentimentos de tristeza, raiva, inconformismo, preocupam-se, mas não fazem nada em prol de si próprios. Empurram a vida com a barriga, não entram em contato com seus sentimentos e necessidades mais profundas. Ou seja, colocam toda a culpa no externo: no governo, em Deus, nas outras pessoas. Gastam suas reservas de energia inutilmente, esquecem-se de suas potencialidades, não param para refletir, procuram TER e não SER.

Ou seja, desgastam-se física, psíquica, emocional e energeticamente, esquecendo-se do principal: das suas necessidades, de seus desejos, do seu EU.

Desafios, obstáculos fazem parte de nossa caminhada, porém, o nosso destino depende de nossas escolhas atuais, de nossa flexibilização, da mudança contínua de nossos sistemas arraigados de crenças e isto, só pode ocorrer quando nos dermos o verdadeiro valor e importância, em meio a tudo que ocorre no mundo. Quando reservarmos um tempo conosco mesmos e refletir quem somos, o que queremos e o que estamos fazendo neste sentido. Agindo assim, você com certeza não gastará todo seu potencial energético e criativo a serviço do nada.

Por outro lado, posso também adiantar que não existem fórmulas mágicas que nos ensinem como enfrentar a vida, não nos desgastar, mas sim caminhos a serem descobertos e trilhados por nós, através da transformação de nossos sentimentos em uma energia de positividade, cura e prosperidade. E este caminho só pode ser alcançado através de um comprometimento profundo e leal com a nossa Essência (o que somos verdadeiramente sem as nossas máscaras sociais) e que pode ser descoberto através da introspecção.

Sempre digo que só a nós cabe preencher o nosso vazio interno, o nosso reservatório de energia, pois ele está intrinsecamente ligado a quanto nos amamos e nos respeitamos. O Reiki e a Terapia Floral podem ser instrumentos de grande valia neste processo de equilíbrio e harmonia interior. Porém, vale ressaltar que o trabalho final dependerá principalmente de nossa capacidade de interiorização e flexibilização frente àquelas crenças que nos impedem de crescer.

A vida nos reserva momentos de felicidade, de sensações e sentimentos de alegria e positivismo, de equilíbrio emocional e espiritual, porém viver somente esta faceta da vida, equivale a viver na utopia. Isto porque são as oscilações da nossa energia emocional que nos impulsionam para atingirmos nossas metas e objetivos.

Aqui, costumo comparar a vida a um eletrocardiograma. Quando as ondas estão oscilando para cima e para baixo, estamos vivos, aprendendo e crescendo. Quando elas se estagnam num sinal de linearidade, morremos para o mundo.

Fonte


Cuide bem de você... www.cuidebemdevoce.com

sábado, 19 de março de 2011

O poder da vibração.... "Amargo pesadelo" cena que marcou o filme

Cena que marcou o filme

O filme Amargo Pesadelo estava sendo rodado no interior dos Estados Unidos. O diretor fez a locação de um posto de gasolina nos confins do mundo, onde aconteceria uma cena entre vários atores contracenando com o proprietário do posto onde ele também morava com sua mulher e com o filho autista que nunca havia saído do terreno da casa.

A equipe parou no posto de gasolina para abastecer e aconteceu a cena mais marcante que o diretor teve a felicidade de encaixar no filme.

Num dos cortes para refazer a cena do abastecimento, um dos atores que sendo músico sempre andava acompanhado do seu instrumento de cordas aproveitando o intervalo da gravação e já tendo percebido a presença de um garoto que dedilhava um banjo na varanda da casa aproximou-se e começou a repetir a sequência musical do garoto.

Como houve uma 'resposta musical’ por parte do garoto, o diretor captou a importância da cena e mandou filmar. O restante vocês verão no vídeo.

Atentem para alguns detalhes:

 - O garoto é realmente um autista;
 - ele não estava nos planos do filme;
 - A alegria do pai curtindo o dueto, começa a dançar;
 - A felicidade da mãe captada numa janela da casa;
- A reação autêntica de um autista quando o ator músico quer cumprimentá-lo.
                 
Vale a pena a beleza do momento e, mais que tudo, a alegria do garoto.

A sua expressão. No início está distante, mas, à medida que toca o seu banjo, ele cresce com a música e vai se deixando levar por ela, até transformar a sua expressão num sorriso contagiante, transmitindo a todos a sua alegria.

A alegria de um autista, que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro. O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície.

Depois, ele volta para dentro de si, deixando a sua parcela de beleza eternizada "por acaso" no filme "Amargo Pesadelo" (Ano: 1972).
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Estava eu revendo as cenas desse filme, aliás, já bastante rodado pela Internet e me fez recordar no quanto a música é poderosa, no quanto a VIBRAÇÃO é poderosa! Ainda que por poucos momentos, como foi o caso aqui desse menino autista.
O pesquisador japonês Masaro Emoto, há poucos anos atrás com seu trabalho evidenciou efetivamente de que as energias vibracionais humanas, pensamentos, palavras, idéias e músicas, afetam a estrutura molecular da água, vale lembrar que somos 70% água!
Tive também a feliz lembrança de uma criança com um certo grau de autismo, onde eu  atendia anos atrás em um lar beneficente que amparava crianças vitimizadas pelos pais... Não foi por vibração de música e sim das amorosas vibrações de flores...  Foi-lhe dado as primeiras gotas e no dia seguinte a coordenadora telefona para mim dizendo que a menina (3 anos de idade), surpreendeu a todos, saindo de seu berçinho e andando por todo o berçário em cada uma das outras crianças.
Palavras do pesquisador e médico Dr. Richard Gerber: No mundo da medicina vibracional, a doença é causada não só por germes, substâncias químicas e traumas físicos; mas também por disfunções crônicas dos padrões de energia emocional e pelos maus hábitos de relacionamento da pessoa consigo mesma e com os outros. O caminho vibracional não usa bisturis e medicamentos de laboratório para tratar as doenças, mas sim diferentes formas de energia para produzir transformações curativas na mente, no corpo e no espírito do doente.
Portanto, cuide bem de você, somente nós podemos fazê-lo!
Lena Rodriguez
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