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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Medicina em excesso?

John McKnight

Face à grande explosão dos custos na área médica, líderes trabalhistas questionam se devem continuar a trocar ganho real por benefícios médicos. O frustrado executivo da General Motors anunciou ter sua companhia pago uma quantia mais elevada pelo seguro de saúde do que pelo aço para produzir automóveis. O presidente da maior organização de seguro-saúde confessou que o principal problema de saúde nos Estados Unidos é como limitar os custos da medicina.

A princípio, o governo federal estabeleceu diretrizes encorajando a auto-regulamentação do setor médico. Essas medidas não deram resultado. Os custos aumentaram, apesar dos esforços administrativos e profissionais para limitar os gastos do sistema. Temos, porém, cada vez mais provas de que os serviços médicos têm pouco a ver com a saúde da população.

O economista Victor Fuchs reconhece o impacto dos novos conhecimentos médicos sobre a saúde é mínimo e conclui que “atualmente, a melhoria da saúde do povo americano depende, principalmente, daquilo que ele faz ou deixa de fazer por si mesmo.” E Anne Somers escreveu que “a maioria dos problemas de saúde importantes do país — acidentes de carros, todas as formas de dependência de drogas, inclusive o alcoolismo, doenças sexualmente transmissíveis, obesidade, muitos tipos de câncer, a maioria das doenças cardíacas e dos casos de mortalidade infantil — não pode ser atribuída a falhas no atendimento (médico), mas, sim, às condições de vida, ignorância ou irresponsabilidade dos doentes. Nenhuma quantidade de verbas adicionais, nem mesmo a reorganização do sistema, terão muito efeito sobre esse problema”.

Cinco caminhos

Face a esse dilema, a medicina americana criou novas possibilidades, novos caminhos.

O primeiro é a erradicação do resíduo. Existem algumas doenças que afligem uma pequena parcela da população. Um grande esforço é orquestrado para derrotar a poliomelite, o Lúpus eritematoso e a síndrome de Tourettes.

O segundo caminho é a possibilidade “biônica” — intervenções cirúrgicas para reconstruir o corpo humano. Invenções médicas mecânicas incluem hoje coronárias, implantes de mama e substituição das articulações, o transplante de órgãos e operações envolvendo mudança de sexo.

A terceira possibilidade é a manipulação genética. As pesquisas sobre clones e DNA sugerem possibilidades inimagináveis de criação de novos seres humanos. O exame do líquido amniótico permite a eliminação dos indivíduos psicológica ou sexualmente “indesejáveis”. Prometem o aperfeiçoamento da raça humana para permitir um futuro mais “humano”.

O quarto caminho é a possibilidade de redefinir a condição humana. Calvície, velhice, gravidez, menopausa e crianças hiperativas estão sendo definidas como males possíveis de serem corrigidos por intervenção médica. Há pouco tempo, foi descoberto um tratamento para a “síndrome da dona de casa cansada”. As possibilidades a serem exploradas são ilimitadas se a medicina consegue levar as pessoas a pensar que suas vidas são problemas médicos.

Por fim, cada uma dessas novas fronteiras médicas cria novos dilemas. À medida que avançamos nesses novos caminhos, surgem inúmeras questões sobre ética, custos, justiças e iatrogenia (doença provocada por erro médico). Cada questão requer novos recursos profissionais para corrigir os efeitos colaterais.

A promessa é uma ilusão

Em suma, a resposta da medicina para a crise dos custos é conduzir-nos em direção a novas fronteiras. A promessa que nos aguarda é:

erradicar as doenças;

reconstruir o corpo humano;

recriar a humanidade;

oferecer terapias para viver;

criar novos métodos para corrigir novos dilemas.

A oferta é, sem dúvida, interessante. O que a medicina está nos oferecendo não é apenas a eliminação da doença, mas o aperfeiçoamento da vida. Uma oferta difícil de recusar!

Entretanto, até mesmo os melhores e mais brilhantes profissionais da medicina sabem que a promessa não passa de uma ilusão. Os jornais médicos estão repletos de angustiantes artigos reconhecendo que, em sua ilimitada pretensão, a medicina tornou-se um falso deus que afasta o povo do caminho não-médico, que conduziria a uma sociedade sadia.

Resta, então, saber por que a sociedade continua fazendo um investimento tão catastrófico dos recursos nacionais.

Uma resposta diz que o povo é mal informado ou muito supersticioso e inclinado a seguir falsos deuses. Existe, também, outra explicação — a medicina moderna cresce porque suas principais funções são econômicas e políticas e não terapêuticas.

Tudo indica que nossa saúde, hoje, requer mudanças importantes no relacionamento individual, social, econômico e ambiental. Não requer investimento na medicina. Tais mudanças exigem alterações revolucionárias nas estruturas institucionais, nos sistema de valores, nas relações de poder e no estilo de vida. Obviamente, aqueles que lucram com as condições atuais não apoiariam esse “desenvolvimento da saúde”.

Como um dos principais sistemas educacionais da sociedade, a medicina ensina duas lições fundamentais:

quem sabe resolver os problemas é o especialista tecnicamente habilitado. A mensagem da propaganda médica é que precisamos acreditar no profissional. Ele compreende os problemas. Ele conhece as respostas;

consequentemente, o bem-estar dos indivíduos depende de sua capacidade de serem clientes. Você vai progredir e se desenvolver à medida que receber cuidados médicos. Você é consequência do atendimento — não daquilo que você faz.

A lição ensina como resposta “certa” que as pessoas encontrem seu potencial humano na qualidade de clientes, consumindo produtos profissionais. A possibilidade da população mudar uma sociedade doente por meio de sua própria ação é uma resposta “errada”, dada por cidadãos que não conseguem aprender a lição do sistema.

Em segundo lugar, a medicina oferece placebos para os indivíduos que ainda pensam em engajar-se em ações populares para mudar a ordem política que determina a saúde. Para os alienados, irados ou frustrados pelo impacto nocivo causado pela ordem atual, a medicina oferece uma quantidade monumental de medicamentos psicotrópicos que ajudam multidões a suportar a dor.

Em terceiro lugar, à medida que a sociedade investe nas cinco novas fronteiras da medicina, aprende que depende da máxima conquista profissional-tecnológica. Nossa saúde fica na expectativa dos peritos que trabalham com seus microscópios. Em vez de criarmos uma nova ordem sadia, acreditamos que precisamos usar nossos limitados recursos para pesquisa e desenvolvimento.

E, por fim, temos a habilidade da medicina moderna de ofuscar o perigo de uma sociedade tecnológica. Sua promessa de destruir a morte pelas mãos dos tecnocratas confirma uma visão mundial que valoriza o desenvolvimento tecnológico acima de tudo. Em uma sociedade deteriorada, devido ao crescimento ilimitado de sistemas tecnológicos, a medicina nos cega para a causa da nossa morte.
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Fonte: Resumo de artigo publicado na revista “Resurgence”

CUIDE BEM DE VOCÊ

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Detecção precoce do Alzheimer aumenta qualidade de vida e reduz custos


Em países desenvolvidos, entre 20% e 50% dos casos de demência são reconhecidos e documentados na atenção primária, enquanto nos países de renda baixa e média, essa proporção gira em torno de 10%

Cerca de 36 milhões de pessoas no mundo sofrem com o Mal de Alzheimer, e estima-se que 75% deles não foram diagnosticados. A falta de informação dificulta o tratamento e os cuidados necessários. Em países desenvolvidos, entre 20% e 50% dos casos de demência são reconhecidos e documentados na atenção primária, enquanto nos países de renda baixa e média, essa proporção gira em torno de 10%.
Como em qualquer doença, a detecção precoce do Alzheimer ajuda no tratamento e na melhora da qualidade de vida. Algumas intervenções médicas são eficazes nos estágios iniciais da doença, podendo retardar seu desenvolvimento, o que resulta na economia com gastos de emergência.
Segundo pesquisadores da Universidade Kings College London, a dificuldade de diagnosticar a doença logo nos estágios iniciais faz com que muitos acreditem que a demência é parte normal do envelhecimento e que nada pode ser feito para ajudar o idoso nessa situação.
Segundo Martin Prince, do Kings College London, medicamentos e intervenções psicológicas para as pessoas com demência em estágio inicial podem melhorar a cognição, a independência e a qualidade de vida. O apoio e o aconselhamento para os profissionais de saúde podem melhorar o humor e reduzir a tensão dos cuidadores, além de retardar a internação de pessoas com demência.
O Relatório Mundial de Alzheimer 2011, publicado pela Alzheimer’s Disease International (ADI), recomenda aos governos investir no treinamento de profissionais de saúde para detecção precoce da doença, bem como na criação de redes de centros especializados para detecção e tratamento do Alzheimer. Os pesquisadores acreditam que, dessa forma, é possível diminuir os custos a médio e longo prazos.

Autor: Redação
Fonte: Diário da Saúde
CUIDE BEM DE VOCÊ
 

domingo, 28 de agosto de 2011

A CULTURA DO MEDO: ONDAS de transformação



Veiculação do terror faz parte da cultura do medo, um mecanismo de controle social que propaga os falsos profetas e catastrofistas.

Terremotos, furacões, erupções vulcânicas, vendavais, tsunamis. Com toda a aparente placidez e beleza, a natureza parece que não se acanha em revelar também sua face destrutiva e dominadora, a qual sempre atemorizou o homem que, por seu lado, se esforça a todo custo a se adaptar aos seus processos de mudança.
A visão racional e separatista, apesar de estar sendo superada com todos os avanços do pensamento científico - sobretudo após as descobertas da Física Quântica, em seus estudos das partículas subatômicas - ainda hoje tem um peso nas mentes individuais e coletiva. Desde princípios do século XX, os físicos comprovaram que a mente do observador influencia diretamente seus experimentos, ou seja, não existe separação entre o ser e o que ele vivencia.

O terapeuta italiano Stèphano Sabetti obteve tal compreensão, há alguns anos, só que de modo peculiar, ao atravessar um tsunami interno. Em uma viagem que fez ao Nepal, passou três dias de intenso sofrimento após ter tomado um simples copo de chá com limão para matar a sede. Os germes do copo desarrumaram seu organismo com febre alta, suor, delírios e forte disenteria.

Na ocasião, estava sozinho em um quarto quente de hotel e sentiu estar à beira da morte. Mas conta que a experiência não foi em vão. A partir dessa época, teve confirmação sobre o vínculo estreito entre os estados de desequilíbrio - doenças - e a fuga de uma poderosa dinâmica que ocorre tanto no âmbito individual, quanto coletivo e natural: o processo de transformação.

Sabètti obteve uma iluminação, pois passou a desenvolver um trabalho, no âmbito energético, para ajudar a si mesmo e aos demais a romper essas tentativas de escape das mudanças, uma vez que todas as áreas atravessam o processo, da espiritual à social, da política à econômica, enfim, a mudança faz parte da existência. No ser humano, os desvios desse fluxo se evidenciam, em geral, por claros sinais físicos, como perda de energia, cansaço, desânimo, sem razão aparente.

MEDO - Movimento e vida, na realidade, são sinônimos, afirma a professora de yoga e integrante do programa Transforma, do Instituto Visão Futuro, no Ceará, Sandra Pinto de Castro. Por essa razão, a estagnação, a imobilidade - como confirmam outros estudiosos atuais e antigos - costumam ser arautos da morte.

A observação atenta da vida em movimento, ensina Sabètti na obra ‘‘Ondas de Transformação’’ (Editora Summus), traz uma compreensão ampla de que tudo ao redor está envolvido em um vasto e constante processo de transformação. Sua orientação básica é a mesma de Sandra: manter a atenção e a consciência aos movimentos pessoais, observando se permanece a favor ou contra o processo de transformação. Os problemas que vão surgindo são evidências da paralisia frente às mudanças.

Há milênios, os orientais já atentavam para a máxima do livre fluxo de energia da vida. Essa máxima está no arcabouço filosófico da Medicina Chinesa, por exemplo, e nas práticas meditativas dos próprios iogues, corroborado por Sabètti, que aponta o medo como gerador de imobilidade e, em verdade, o responsável pelas sérias crises que se observa em todas as áreas e em todo o mundo.

A intensificação do medo e desconfiança tem conduzido ao movimento de contração que a humanidade vive, salienta Sandra Castro. O ser e a natureza formam um todo integrado. A visão separatista e o medo, diz, levam as pessoas a se fecharem, se isolarem, subirem os muros de seus lares e se agarrarem, de forma equivocada, na segurança externa. Dentro de cada um se estabelece, então, uma luta entre ‘‘eu ou o outro’’, na tentativa de obter segurança, ganhar sempre e manter tudo imutável.

A falta de percepção ampla da realidade, que é transformação constante e integração com a totalidade, cria um pensar que constrói, com a ajuda de vários e difusos mecanismos de controle - dentre eles, os meios de informação -, um verdadeiro império do medo, como atesta o cientista político e professor da Universidade de Maryland (EUA) Benjamim Barber.

O estudioso expõe o arcabouço de uma doutrina estratégica, incorporada ao programa de ‘‘guerra preventiva’’, desenvolvido pelos americanos nos últimos dois séculos, em ‘‘O Império do Medo’’ (Editora Record). No livro, ele esmiúça o engendramento do 11 de setembro de 2.001. O atentado acabou sendo um marco para o desmonte do falso poderio e segurança americanos e a seleção, pelos EUA, do que se denomina ‘‘Estados párias’’ - nações usadas agora como bodes expiatórios, substitutas dos terroristas individuais, por estes serem difíceis de localizar e destruir.

PROFECIAS - O terror não parou nos atentados e guerras. O mundo continua em polvorosa com a série de acontecimentos que são veiculados pela mídia, de forma sensacionalista. Os órgãos mais estrondosos vendem a desgraça como espetáculo e sob alegação que o público gosta. Outro estudioso americano, Barry Glassner, questiona de forma contundente a razão pela qual se teme hoje cada vez mais o que deveria se temer menos, ou seja, as drogas, os crimes, as minorias, as crianças assassinas, micróbios mutantes, acidentes de avião, entre outras ocorrências que reforçam na atualidade o que ele chamou de ‘‘Cultura do Medo’’ (publicação da Editora Francis).

Glassner é provocador, quando mostra que as pessoas acabam virando reféns de medos extravagantes, ao ponto de se assustarem com a própria sombra e com a do vizinho. Para ele, a sociedade americana é um modelo tão perverso quanto idolatrado do medo contagiante, ao cúmulo de levar a se engolir rumores como se fossem fatos. É a distorção do poder que utiliza o medo como forma de controle, manipula dados e os difunde.

O Brasil não fica fora desse contexto, uma vez que a população luta para se manter na inconsciência e imaturidade; enleva videntes desequilibrados e oferece dinheiro e fama a falsos profetas, como o que recentemente se popularizou com a propagação de uma onda gigante que invadirá breve todas as cidades litorâneas, exceto a região em que ele vive e o centro do poder político do País.
Fonte - 03 de Janeiro de 2011


Cuide bem de você...
Avaliação por Radiestesia na dimensão mental do distúrbio, que afeta o emocional e comportamental, interferindo na saúde física do ser humano.
Protocolos para o tratamento são passados na avaliação radiestesica, em relatórios individualizados e com acompanhamento em todo o processo terapêutico.
ATENDIMENTOS online BRASIL e Europa

domingo, 7 de agosto de 2011

Zumbido nos ouvidos?


Pode ser a glândula Pineal...

Nota da amiga Stela: Muitas pessoas reclamam deste incômodo sintoma... inclusive, eu!
Realmente, ficar ouvindo o zumbido dia e noite pode ser estressante...
A medicina tradicional tem opiniões diversas sobre as possiveis causas...
Pode ser estresse, problema auditivo e até mesmo culpa de oclusão irregular dos dentes, que pode causar problema de "mordida" e mandibula.
A medicina chinesa, atribue o zumbido aos rins... é preciso tomar mais água!
Enfim... bebendo litros de água, com placa para os dentes, tomando calmante natural, homeopatias, reiki, meditando etc... e o zumbido continua??
Então leia este texto e compreenda melhor....
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A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos.
Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno.

Como ela faz isso?
Captando as radiações do Sol e da Lua.
A pineal obedece aos chamados Zeitbergers.

Por exemplo, o Sol é um Zeitberger externo que rege as noções de tempo e que influencia a pineal, regendo o ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário.

Existe também o Zeitberger interno, que são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa.

Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo.
A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa.

Para Descartes é o ponto em que a alma se liga ao corpo, até na questão física há uma lógica que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato.

Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios porque sintoniza o campo magnético. Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, é um terceiro olho, literalmente.

Os cientistas Vollrath e Semm, que têm artigos publicados na revista científica Nature de 1988, comprovam que a pineal converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos.

O espiritual age pelo campo eletromagnético, se há uma interferência espiritual por exemplo, se dá justamente pelo campo eletromagnético.

As interferência acontecem na natureza pelas leis da própria natureza.

Segundo Sérgio Felipe de Oliveira, a pineal captaria informações do mundo espiritual por ondas eletromagnéticas, como "um telefone celular", e as transformaria em estímulos neuroquímicos.

A parapsicologia diz que estes campos eletromagnéticos podem afetar a mente humana.

O dr. Michael Persinger, da Laurentian University, no Canadá, fez experiências com um capacete que emite ondas eletromagnéticas nos lobos temporais.

As pessoas submetidas a essas experiências teriam tido "visões" e sentiram presenças espirituais. O dr. Persinger atribui esses fenômenos à influência dessas ondas eletromagnéticas.

Pesquisas recentes indicam que a pineal está ligada a dois centros nervosos, um de cada ouvido.

Estes dois centros nervosos, e mais o centro situado na própria glândula, formam um triângulo, com a pineal no centro da cabeça com o ápice ou vértice superior, e dois centros nervosos dos ouvidos formando a base.

Assim, os pesquisadores elaboraram o princípio de que tudo o que afete os tímpanos afetará a pineal, qualquer princípio que afete a pineal afetará os tímpanos.

A glândula está localizada em uma área cheia de líquido. O som faz o líquido vibrar, provocando uma reação na glândula. Essa belezinha, converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos.

A Física Quântica diz que tudo é vibração e nós vibramos em diferentes freqüências, também somos influenciados em diferentes freqüências, por meio natural ou não (falaremos disso mais tarde).

Estamos sendo bombardeados com energias vindo da galáxia, incluindo o bombardeio do Sol, tudo isso afeta a Terra e, logicamente, nos afeta.

Sempre vibração e som, recentemente os cientista conseguiram até reproduzir o som do Sol nas suas explosões solares.

Quanto mais se intensifica o som, mais a pineal "trabalha", quanto mais ela trabalha, mais se intensifica o som, formando um circulo que nos leva rapidamente ao estado de projeção consciente.

Sendo assim, meus amigos, os barulhos, zumbidos, apitos, sininhos... que você pode estar ouvindo diariamente, ou esporadicamente, são produzidos pelo trabalho/desenvolvimento da glândula pineal e todo um fator externo está contribuindo para isso.

Nós estamos literalmente escutando essa belezinha trabalhar.

Essa glândula é nossa conexão com outras dimensões, nossa glândula foi danificada ao looongo do tempo, por falta de uso, química (veneno) nos nossos alimentos, poluição e acredito que a nossa contribuição tenha realmente sido a maior de todas, porque caímos nas ilusões materialistas e hoje somos extremamente apegados a tudo que os nossos 5 sentidos podem tocar, sentir, ver e ouvir...

Pra terminar, vou deixar um exercício de meditação de desenvolvimento energético da pineal. Um exercício diferente, mas bem gostoso de realizar.

Certos exercícios psíquicos provocam um zumbido que começa a se manifestar nos ouvidos e persiste por algum tempo. Esse zumbido indica que alguma energia ou ação está sendo transmitida aos tímpanos, a partir da pineal. (Pesquisa feita pela Universidade de Basle na Suíça).

EXERCÍCIO

Deverá ser feito no escuro, onde a produção do hormônio da pineal aumenta.

- Por uma ou duas semanas, deve-se relaxar por alguns minutos, coloque o dedo indicador de cada mão o mais para dentro do ouvido que seja possível sem pressão incômoda;

- Enquanto os dedos estiverem nesta posição nos ouvidos, tomem uma inalação profunda pelo nariz e retenha o quanto possível;

- Mantenha a boca fechada, quando não puder mais prender a respiração, exale lentamente pelo nariz;

- Conserve os dedos nos ouvidos durante todo o tempo que esteja inalando, retendo e exalando;

- Respire normalmente por mais ou menos 30 segundos e repita o procedimento por 10 vezes.

Ao terminar, você sentirá um calor nos dutos auditivos.

A respiração pelo nariz, com os dedos colocados nos ouvidos, estabelece um circuito bem definido de vibrações positivas e negativas, que afetem os centros nervosos do crânio, o centro nervoso da tireóide, e os centro nervosos de cada um dos dois dedos.

O resultado deste exercício, se praticado conforme a instrução, será a desobstrução do nariz para a respiração e dos ouvidos para a audição, a eliminação de qualquer congestão craniana, o desenvolvimento da sensibilidade dos nervos do nariz a ponto de perceberem novos odores ou facilitar os já conhecidos.

Ao mesmo tempo, a pineal irá despertar gradativamente, com crescente vitalidade para as funções psi.
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Cuide Bem De Você


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Colesterol não é o Inimigo que Você foi induzido a crer

Cirurgião Cardíaco admite enorme erro!


Nós, os médicos, com todos os nossos treinamentos, conhecimento e autoridade, muitas vezes adquirimos um ego bastante grande, que tende a tornar difícil admitir quando estamos errados. Então, aqui está: admito estar errado. Como um cirurgião com experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, hoje é meu dia para reparar o erro de médicos com este fato científico.
Eu treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados como "formadores de opinião". Bombardeado com a literatura científica, sempre participando de seminários de educação, formuladores de opinião insistiam que doença cardíaca resulta do fato simples dos elevados níveis de colesterol no sangue.

A terapia aceita era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringindo a ingestão de gordura. Esta última, é claro, que insistiu que baixar o colesterol evita doenças cardíacas. Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia possivelmente resultar em erros médicos.

Ela não está funcionando! Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis. A descoberta, há alguns anos que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença cardíaca é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratadas.

As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo podem ter criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências apequenam qualquer praga histórica em termos de mortalidade, o sofrimento humano e terríveis consequências econômicas.

Apesar do fato de que 25% da população toma caros medicamentos a base de estatina e, apesar do fato de termos reduzido o teor de gordura de nossa dieta, mais americanos vão morrer este ano de doença cardíaca do que nunca.

Estatísticas do American Heart Association, mostram que 75 milhões dos americanos atualmente sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão afetando as pessoas cada vez mais jovens, em maior número a cada ano.

Simplesmente dito, sem a presença de inflamação no corpo, não há nenhuma maneira que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames. Sem a inflamação, o colesterol se movimenta livremente por todo o corpo como a natureza determina. É a inflamação que faz o colesterol ficar preso.
A inflamação não é complicada – é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor estrangeiro, tais como toxinas, bactérias ou vírus. O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se cronicamente expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo humano, para os quais não foi projetado para processar, uma condição chamada inflamação crônica ocorre. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.

Que pessoa ponderada voluntariamente exporia repetidamente a alimentos ou outras substâncias conhecidas por causarem danos ao corpo? Bem, talvez os fumantes, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente.

O resto de nós simplesmente seguia a dieta recomendada correntemente, baixa em gordura e rica em gorduras poliinsaturadas e carboidratos, não sabendo que estavam causando prejuízo repetido para os nossos vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.

Deixe-me repetir isso: a lesão e inflamação crônica em nossos vasos sangüíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordura recomendada por anos pela medicina convencional.
Quais são os maiores culpados da inflamação crônica? Simplesmente, são a sobrecarga de simples carboidratos altamente processados ​​(açúcar, farinha e todos os produtos fabricados a partir deles) e o excesso de consumo de óleos ômega-6, vegetais como soja, milho e girassol, que são encontrados em muitos alimentos processados.

Imagine esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelha e quase sangrando. Faça isto várias vezes ao dia, todos os dias por cinco anos. Se você pudesse tolerar esta dolorosa escovação, você teria um sangramento, inchaço e infecção da área, que se tornaria pior a cada lesão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflamatório que pode estar acontecendo em seu corpo agora.

Independentemente de onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma. Eu olhei dentro de milhares e milhares de artérias. Na artéria doente parece que alguém pegou uma escova e esfregou repetidamente contra a parede da veia. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação.

Enquanto saboreamos um tentador pão doce, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um invasor estrangeiro chegasse declarando guerra. Alimentos carregados de açúcares e carboidratos simples, ou processados ​​com óleos omega-6 para durar mais nas prateleiras foram a base da dieta americana durante seis décadas. Estes alimentos foram lentamente envenenando a todos.

Como é que um simples bolinho doce cria uma cascata de inflamação fazendo-o adoecer?
Imagine derramar melado no seu teclado, aí você tem uma visão do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples como o açúcar, o açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue em cada célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho.
Quando suas células cheias rejeitarem a glicose extra, o açúcar no sangue sobe produzindo mais insulina e a glicose se converte em gordura armazenada.

O que tudo isso tem a ver com a inflamação? O açúcar no sangue é controlado em uma faixa muito estreita. Moléculas de açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao cravar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.

Mesmo que você não seja capaz de ver, tenha certeza que está acontecendo. Eu vi em mais de 5.000 pacientes que operei nos meus 25 anos que compartilhavam um denominador comum – inflamação em suas artérias.

Voltemos ao pão doce. Esse gostoso alimento com aparência inocente não só contém açúcares, é também preparado em um dos muitos óleos omega-6 como o de soja. Batatas fritas e peixe frito são embebidos em óleo de soja, alimentos processados ​​são fabricados com óleos omega-6 para alongar a vida útil. Enquanto ômega-6 é essencial – e faz parte da membrana de cada célula controlando o que entra e sai da célula – deve estar em equilíbrio correto com o ômega-3.
Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular passa a produzir substâncias químicas chamadas citocinas, que causam inflamação.
Atualmente a dieta costumeira do americano tem produzido um extremo desequilíbrio dessas duas gorduras (ômega-3 e ômega-6). A relação de faixas de desequilíbrio varia de 15:1 para tão alto quanto 30:1 em favor do ômega-6. Isso é uma tremenda quantidade de citocinas que causam inflamação. Nos alimentos atuais uma proporção de 3:1 seria ideal e saudável.

Para piorar a situação, o excesso de peso que você carrega por comer esses alimentos, cria sobrecarga de gordura nas células que derramam grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias que se somam aos ferimentos causados por ter açúcar elevado no sangue. O processo que começou com um bolo doce se transforma em um ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, pressão arterial alta, diabetes e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável.
Não há como escapar do fato de que quanto mais alimentos processados e preparados consumirmos, quanto mais caminharemos para a inflamação pouco a pouco a cada dia. O corpo humano não consegue processar, nem foi concebido para consumir os alimentos embalados com açúcares e embebido em óleos omega-6.

Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação, é voltar aos alimentos mais perto de seu estado natural. Para construir músculos, comer mais proteínas. Escolha carboidratos muito complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduzir ou eliminar gorduras omega-6 causadores de inflamações como óleo de milho e de soja e os alimentos processados ​​que são feitas a partir deles. Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6, de soja contém 6.940 mg. Em vez disso, use azeite ou manteiga de animal alimentado com capim.

As gorduras animais contêm menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poliinsaturados rotulados como supostamente saudáveis. Esqueça a "ciência" que tem sido martelada em sua cabeça durante décadas. A ciência que a gordura saturada por si só causa doença cardíaca é inexistente. A ciência que a gordura saturada aumenta o colesterol no sangue também é muito fraca. Como sabemos agora que o colesterol não é a causa de doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda hoje.
A teoria do colesterol levou à nenhuma gordura, recomendações de baixo teor de gordura que criaram os alimentos que agora estão causando uma epidemia de inflamação.

A medicina tradicional cometeu um erro terrível quando aconselhou as pessoas a evitar a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras omega-6. Temos agora uma epidemia de inflamação arterial levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos.

O que você pode fazer é escolher alimentos integrais que sua avó serviu e não aqueles que sua mãe encontrou nos corredores de supermercado cheios de alimentos industrializados. Eliminando alimentos inflamatórios e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo causados pelo consumo da dieta típica americana.

Fonte:Dr. Dwight Lundell MD
Mort Mather
Dr. Dwight C. Lundell é um renomado cirurgião cardiovascular com mais de 30 anos de experiência na sala de cirurgia. Durante seu tempo na prática privada, Dr. Lundell já realizou mais de 5.000 operações de ponte de safena. As suas credenciais como um médico incluem o Chefe Residente durante a sua residência de cirurgia cardíaca em University Yale; também foi Chefe de Pessoal e Chefe de Cirurgia em vários hospitais, 'Doutor Top de Linha' são avaliações feitos pelos seus pares na Revista Phoenix Magazine; tem muitos certificados profissionais e milhares de pacientes felizes e agradecidos. A aproximação firme e eficiente do Dr. Lundell à ciência e à medicina, e a sua preocupação com os seus pacientes, ajudou a guiar a sua transformação de carreira de cirurgião o autor do livro "A Grande Mentira do Colesterol" ("The Cholesterol Lie") – uma obra que revela a verdadeira causa da doença de coração, e como preveni-la.
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CUIDE BEM DE VOCÊ
www.cuidebemdevoce.com

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