quinta-feira, 2 de outubro de 2008

66- A Propósito Do Câncer - Dr. José Maria Campos (Clemente)


Em uma tarde de sol, um médico neurologista passeava pelo cais com o filho adolescente.

De súbito apareceu um homem fora de si, que atirava a esmo com uma arma de fogo; uma bala perdida atingiu seu filho e o matou instantaneamente. Essa experiência, inesperada e brutal, causou profundo abalo no médico, que se viu impotente para evitá-la. E, um mês após, surgiu nele câncer no testículo, que foi então operado e tratado da forma convencional.

A partir dessa experiência, ele começou a suspeitar da existência de alguma relação entre o choque psíquico vivido e o câncer que o acometeu. Dois anos depois, ao trabalhar em uma enfermaria feminina de oncologia, esse médico percebeu pelas historias clínicas que muitas das pacientes tinham sofrido traumas semelhantes.

Nas tomografias cerebrais ele observou imagens curiosas, até então tido como interferências do aparelho. Eram círculos concêntricos, parecidos com os que se formam quando atiramos uma pedra sobre a superfície calma de um lago. Surgiam em áreas diferentes do cérebro. Após anos de pesquisas, e após ter estudado milhares de casos, o médico conseguiu relacionar o tipo de trauma vivido com a área cerebral em que se viam as imagens e com o órgão em que o câncer se instalava.
Assim estabeleceu, pela primeira vez e de forma bem clara, três níveis de manifestação do câncer: o psíquico, o cerebral e o orgânico.

Essa foi uma descoberta marcante para a ciência médica, que ainda hoje procura na célula ou DNA a causa do câncer. A ciência espiritual, por outro lado, sempre reconheceu a origem cármica das enfermidades. E, segundo nos informa, o câncer é a exteriorização de cargas psíquicas negativas geradas pelo ser humano em vidas anteriores. Essas cargas correspondem a atos destrutivos cometidos:  matança de animais, crueldade nas relações com os semelhantes e extermínio de outras formas de vida. Parte dessas cargas pode ser dissolvida no decorrer das encarnações subseqüentes ou também nos intervalos entre elas. Mas a parte não resolvida cria a predisposição ao câncer.

Essa doença é, pois,
uma oportunidade de purificação. Baseados nessas informações, podemos afirmar que os choques psíquicos apenas desencadeiam a liberação do aglomerado cármico que é a raiz ultima do câncer. Para compreender melhor, podemos usar uma analogia: quando as comportas de uma represa se abrem de uma vez, produzem a vazão violenta e potencialmente destrutiva da suas águas.

Do mesmo modo,
traumas intensos são capazes abrir as comportas do plano psíquico e liberar sua carga desorganizadora. Esse impacto atinge o cérebro sutil, a seguir o cérebro físico e por fim o órgão. Sim, porque segundo a ciência espiritual, além do cérebro físico existe um sutil, feito de matéria mais fluida. É ele que, ao receber o impacto, cria os círculos concêntricos vistos nas tomografias.

O neurologista a que nos referimos relacionou diferentes cargas psíquicas com áreas cerebrais especificas e com órgãos. Viu, por exemplo, que homens, depois de terem passado por conflitos relativos à perda de filhos, apresentavam em suas tomografias imagens de círculos concêntricos na região occipital do cérebro e eram acometidos de câncer de testículos. E que o mesmo tipo de conflito criava nas mulheres imagens também na região occipital, sendo que nelas o câncer se manifestava nos ovários. Entretanto, é essencial ter uma atitude correta diante de tudo o que nos acontece.

Não há doenças nem situações aleatórias, ninguém impondo-nos castigos. Não existem vitimas. Nos mesmos geramos o que predispõe a manifestação das enfermidades. Devemos reconhecer as grandes oportunidades de transformação que nos oferecem. Para a verdadeira cura, é necessário, em principio, acolher a doença sem ressentimentos. Quando reconhecemos a dinâmica sutil qual há por trás do aparecimento de um câncer, podemos orientar-nos para o equilíbrio cármico.

Os choques psíquicos que levam à precipitação dessa enfermidade têm intima relação com nossas ações passadas e podem  dar-nos referencias sobre o que nos cabe trabalhar.
Devemos realizar ações contrarias às que a provocaram. Uma atitude receptiva à transformação proposta pela doença passa a atrair circunstancias e instrumentos para auxiliarem nesse equilíbrio e no conseqüente processo de cura. Fatos insólitos podem então ocorrer.

Caso interessante e o de um engenheiro especialista em armas e também colecionador delas. Em certo momento foi acometido por leucemia, fatal na época. Em vez de reagir de maneira negativa diante do curto prazo de vida que lhe foi estimado. De apenas três meses, teve uma atitude inesperada. Refletiu consigo: “já que vou morrer, quero doar minha vida para salvar vidas”. Na década de 70, havia muitos atentados terroristas com bombas-relógio em locais públicos. Ele então se ofereceu para desarmá-las. E só após ter desarmado dezenas de bombas é que se deu conta de que seu tempo de vida previsto havia muito já tinha sido ultrapassado! Ele tinha intuído a solução. Ficou curado e ainda viveu algumas décadas. E, vale dizer, desfez de sua coleção de armas. Sangue é um símbolo da vida, é nosso fluido vital.

A leucemia, que é uma das formas de manifestação do câncer de sangue, costuma surgir  nos que destruíram vidas em encarnações passadas. Mas esse passado pode ser neutralizado por ações contrais as que o geraram. No caso do engenheiro, a doação incondicional da própria vida para salvar a dos demais pôde promover a cura de forma simples e inesperada.

E ainda que as ações positivas possam não ser suficientes para interromper a evolução de uma doença física, nossa postura diante dela deve mudar essencialmente, pois isso é de decisivo para o verdadeiro processo de cura, interior.

Uma enfermidade, qualquer que seja, traz sempre consigo uma transformação a ser feita. Mesmo um simples resfriado tem isso por detrás.

Dr. José Maria Campos (Clemente)
Médico clínico, pesquisador, escritor, membro do Conselho de Figueira.

Fonte: Jornal Sinais nº 7 Janeiro a Abril de 2005 (Figueira)





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www.cuidebemdevoce.com


65- TERAPIA FLORAL ON-LINE > E-THERAPY

TERAPIA FLORAL ON-LINE > E-THERAPY


Está havendo um número cada vez maior de consultas terapêuticas on-line > e-therapy.

Comecei com este tipo de terapia há alguns anos atrás com amigos e parentes, problemas respiratórios aqui, dor em algum lugar, ou era o cachorro de um com convulsão, ou problemas de rins na gatinha da amiga... Enfim, lá vinha sempre as respostas de melhoras ou que o sintoma havia desaparecido... Diante disto, foi-me sugerido que eu fizesse em uma escala maior, podendo abranger um maior número de pessoas que necessitava.

MÉTODO DE DIAGNÓSTICO

Em meu trabalho de Terapia Floral On-Line - E-Therapy, utilizo como método de diagnóstico a Radiestesia Clínica, técnica de medição do campo energético de um ser vivo, de um objeto inanimado ou mesmo de um ambiente. Pode-se medir a qualidade e a quantidade da energia. O instrumento que utilizo é um pêndulo. Através dessa medição tenho condições de saber com precisão a origem do mal estar físico e emocional da pessoa.

Em minhas consultas à distância, além do pêndulo para diagnosticar, utilizo um testemunho da pessoa a ser consultada, ou seja; seu nome completo e data de nascimento. A conexão se faz com o inconsciente do operador, no caso, o Terapeuta e o inconsciente do paciente, através de seu testemunho, independente da distância.

Na consulta além da Fórmula Floral, consulto Elixir de Cristal e também os Sais Minerais... além de algumas fórmulas de Fitoterapia (erva), dentro de cada caso específico.

ESCLAREÇA SUAS DUVIDAS E-MAIL: liberdadedeser@gmail.com
Marilena Rodriguez
Terapeuta Holística

domingo, 28 de setembro de 2008

LIMPEZA DO FÍGADO E DA VESÍCULA




Este método foi retirado do livro "A cura para todas as enfermidades", da Dra. Hulda Clark.


Esta limpeza é séria, funciona e deve ser seguida à risca para que o resultado seja alcançado com sucesso. Ela limpa o fígado e a vesícula e pode evitar a retirada cirúrgica da vesícula biliar.

Eis alguns sintomas de quem tem problemas na vesícula ou no fígado:

-Dificuldade para digerir comidas oleosas.
-Sono e/ou peso após as refeições com comidas que contêm gordura (carne, pequi, fritura, cozidos com óleo, abacate, etc.).
-Mau humor e irritabilidade frequentes.
-Manutenção de uma alta taxa de glóbulos brancos (os leucócitos, entre eles os eritrócitos, linfócitos e neutrófilos).
-Febre interna frequente.
-Sistema imunológico deficiente contra infecções.
-Baixa capacidade de proteção do corpo.
-Retorno de sintomas de doenças.

A limpeza é recomendada para casos clínicos hepáticos envolvendo o fígado ou a vesícula, fígado "gordo", síndrome do intestino irritado, inflamação dos intestinos, colite, intolerância a alimentos, dificuldades digestivas e outros relacionados ao sistema digestivo inferior.

É comum muitas pessoas, incluindo crianças, terem pequenas pedras nos finos dutos do fígado e também armazenadas na vesícula. Algumas desenvolvem alergias ou reações na pele e outras não apresentam quaisquer sintomas. Quando a vesícula é examinada com Raio-X ou outros aparelhos nada é visto, pois na maioria das vezes essas pedras não estão na vesícula e também porque os equipamentos não conseguem detectar corpos muito pequenos ou que não sejam compostos de cálcio.

Existem mais de meia dúzia de variedades de pedras biliares, e a maioria tem cristais de colesterol como núcleo. No núcleo de cada pedra há um aglomerado de bactérias, de acordo com cientistas.

Com as pedras se acumulando nos dutos, a pressão anterior no fígado se eleva e faz com que ele entregue menos bile e com que possa haver vazamento de bilirrubina para a corrente sanguínea. Com menos bile sendo entregue aos intestinos, menos colesterol deixa o corpo e os níveis de colesterol passam a se elevar bastante.

Além disso, essas pedras são porosas e as bactérias, vírus e parasitas que passam normalmente pelo fígado podem se aderir às paredes das pedras, formando focos de infecção interna que fornecem ininterruptamente microorganismos nocivos ao corpo. Nenhuma infecção estomacal como úlceras ou inchaço intestinal pode ser totalmente curada sem remover essas pedras do fígado.

Para melhores resultados e para evitar um mal-estar após o processo, recomenda-se fazer antes a limpeza de parasitas seguida da limpeza dos rins e tratamento de cáries. SAIBA COMO FAZER A LIMPEZA DE PARASITAS ENVIANDO A  PERGUNTA PARA O e-mail: liberdadedeser@gmail.com

Independentemente da limpeza dos rins* é importante beber bastante água e suco para que todas as toxinas possam ser expelidas (Dra. Clark recomenda as demais limpezas para um processo integral, mas elas não são pré-requisitos desta).

SEGURANÇA DA LIMPEZA

Esta limpeza é muito segura. A Dra. Hulda Clark se baseou em mais de 500 casos, incluindo pessoas de mais de 70, 80 anos. Nenhuma teve que ir ao hospital ou relatou dores. Mas pode-se sentir um mal-estar por um ou dois dias após a limpeza, embora em cada um destes casos a limpeza de parasitas foi negligenciada. Após a limpeza de pedras da vesícula e do fígado são esperados os seguintes resultados:

-Desaparecimento de crises hepáticas.
-Desaparecimento de alergias, dores nos ombros, nas partes superiores dos braços e nas costas, a cada limpeza.
-Aumento da energia para o dia-a-dia.
-Melhora da digestão.
-Melhora da saúde como um todo, já que a boa digestão é a base da boa saúde.

PREPARAÇÃO PARA A LIMPEZA

Sal-amargo (ou sulfato de magnésio, sal de epsom ou MgSO4 + 7H2O) - 4 colheres de sopa (60 g)

Água mineral (ou água pura) - 3 copos (750 ml)

Azeite de oliva (extravirgem, primeira pressão a frio) - ½ copo (125 ml)

Limão fresco (qualquer tipo de limão, de preferência orgânico, ou grapefruit) - de 2 a 4 grandes (o suficiente para encher 2/3 de copo com suco, uns 180 ml)

Canudo para ajudar a tomar o óleo.

Observação: É melhor lavar os limões antes duas vezes com água quente e secá-los a cada vez.

Escolha um dia como sábado para a limpeza para descansar no dia seguinte. Não tome qualquer remédio, vitaminas ou pílulas sem os quais você possa ficar, pois eles podem atrapalhar o processo de limpeza. Se estiver fazendo a limpeza de parasitas, pare 1 dia antes. É importante salientar que não se aconselha fazer a limpeza enquanto o estado de enfermidade estiver muito agudo.

PARTE 1 – CAFÉ DA MANHÃ

Sugestões: chás (menos de mate, preto, chocolate e café), evite ingerir pães (nem bolo nem biscoito, porque contêm óleo), sucos de vegetais, de verduras ou legumes e mel. Isso fará com que a bile se acumule e aumente a pressão anterior (atrás), o que favorece a limpeza porque mais pressão significa empurrar mais pedras para fora. Também mais bile descerá à vesícula e nela se acumulará.

PARTE 2 – ALMOÇO

Faça uma comida leve, livre de qualquer gordura – não coma leite, coalhada, ovos, carnes (por causa do colesterol), azeite, manteiga, queijos, margarinas, abacate, patês, requeijão, castanhas, nozes, amêndoas, etc. – e evite proteínas e produtos que contenham cafeína (café, chá, etc.). Sugestão: a mesma acima.

PARTE 3 – PAUSA DE INGESTÃO

Às 14 horas pare de comer ou beber. Se você quebrar esta regra poderá se sentir muito mal mais tarde. Prepare nessa hora o sal-amargo:

Misture bem quatro colheres de sopa de sal-amargo (todo o recomendado) e os três copos de água (750 ml) em uma jarra. Distribua todo o conteúdo em 4 copos e coloque na geladeira.

Nota: Você pode acrescentar vitamina C em pó à água ou substituir a água por suco puro de limão, de maçã ou de grapefruit para melhorar o gosto.

PARTE 4 – PRIMEIRO COPO

Às 18 horas, beba o copo 1 da mistura de sal-amargo que está na geladeira. Você pode bochechar com alguns goles de água após beber o sal-amargo para lavar a boca. Se já não estiverem, deixe os limões (ou grapefruit) e o azeite fora da geladeira para ficarem à temperatura ambiente.

IMPORTANTE: Você pode ir ao banheiro a qualquer hora que tiver vontade, menos durante o repouso (após beber o óleo com limão).

PARTE 5 – SEGUNDO COPO

Às 20 horas, beba o copo 2 da mistura de sal-amargo que está na geladeira. Você pode bochechar com alguns goles de água após beber o sal-amargo para lavar a boca. Mesmo não tendo comido desde as 14 horas, você não sentirá fome. Já é hora de se preparar para dormir. Coloque tudo o que você precisa por perto porque o tempo com que os próximos passos são executados é fundamental para o sucesso da limpeza.

PARTE 6 – PREPARANDO O COPO DE ÓLEO E LIMÃO

Às 21h45 ou um pouco antes, separe meio copo de azeite de oliva (125 ml) e esprema os limões (ou grapefruit) até encher ¾ de outro copo, removendo a polpa com um garfo ou passando por uma peneira ou coador. Deve restar pelo menos ½ copo. Misture o suco espremido com o azeite. Coloque em uma jarra ou recipiente fechado (ou no liquidificador ou mixer de mão), tampe e chacoalhe bastante para misturar bem. Note que só o suco de grapefruit permite que a mistura fique homogênea. Portanto, talvez seja preciso mexer bem antes de beber a mistura. Agora vá ao banheiro uma ou mais vezes, mesmo que atrase a hora de tomar o óleo (às 22h), mas não passe mais de quinze minutos das 22 horas.

PARTE 7 – BEBENDO O ÓLEO

Às 22 horas, tome toda a mistura de óleo e limão.

ATENÇÃO: Você deve beber o óleo estando em pé, não deitado.

Dicas para beber o óleo:
Se tiver dificuldade para beber o azeite com limão (e terá que beber até a última gota), use alguns artifícios: bata no liquidificador ou mixer de mão para misturar bem; use um canudo para evitar que o líquido passe pelas papilas gustativas; tome mais devagar (não passe de 5 minutos para tomar tudo; pessoas mais idosas ou doentes podem estender até 15 minutos); alterne alguns goles com um pouco de mel.

IMPORTANTE: Não vá ao banheiro durante o repouso (até 1 hora e meia após beber o óleo com limão).

Deite-se imediatamente após beber o óleo. O quanto antes você deitar mais pedras sairão. Ao terminar de beber, dirija-se para a cama e deite na posição de costas e com a cabeça alta no travesseiro. Se não fizer isso poderá não expelir as pedras. Portanto, esqueça a cozinha e atenha-se ao dormir. Tente pensar sobre o que está acontecendo no fígado. Você poderá sentir as pedras caminhando pelos dutos biliares, mas sem dor porque as válvulas da vesícula e dos dutos biliares estarão abertas, graças ao sal-amargo.
Tente ficar completamente parado na mesma posição (de costas) pelo menos por 1 hora (melhor se forem 2 horas imóvel). Esvaziar a mente e dormir é o melhor a fazer agora.

PARTE 8 – O DIA SEGUINTE E O TERCEIRO COPO

Ao despertar, tome o copo 3 de sal-amargo, mas não antes das 6 horas da manhã. Se você tiver alguma indigestão ou náusea ao acordar, aguarde até que passe, antes de beber. Depois de beber, pode voltar para a cama.

PARTE 9 – QUARTO E ÚLTIMO COPO

Duas horas depois de tomar o terceiro, beba o copo 4 do sal-amargo. Se quiser, volte para a cama.

PARTE 10 – COMER

Duas horas depois da última dose de sal-amargo, pode comer novamente. Comece com suco de frutas ou um copo de clorofila. Depois de 2 horas, pode comer comida normal, mas prefira alimentos leves, de fácil digestão e com pouco ou nenhum tempero (principalmente condimentos). Você deverá se sentir restabelecido ao fim da tarde.

Nota: Alimentos bem leves são aconselháveis durante este dia. Afinal, quase todo o percurso dos intestinos (uns 5 a 7 metros) terá se esvaziado durante a limpeza.

COMO SABER SE A LIMPEZA DEU RESULTADO?

Espere por uma leve diarréia logo pela manha (talvez não imediatamente após acordar). Ela é necessária para que as pedras que desceram da vesícula possam ser expelidas para fora do corpo.

Pode-se usar uma lanterna para ver as pedras no vaso. Procure pela esverdeada, pois ela é prova de pedra biliar genuína - e não resíduos de comida. Só a bile do fígado é verde como uma ervilha. O verde pode estar bem claro ou mais escuro (pedras formadas há mais tempo).

Se quiser ver melhor as pedras, coloque algum tipo de peneira de furos maiores (grossa) no vaso (acima da água). A diarréia fará com que as fezes passem diluídas pelos furos e as pedras ficarão na peneira.

MAS É IMPORTANTE NÃO HAVER CONTATO COM AS FEZES PARA NÃO OCORRER NENHUMA CONTAMINAÇÃO! USE A PENEIRA SOMENTE SE TIVER CURIOSIDADE.

O melhor é visualizar e descartar o quanto antes, pois as pedras geralmente estão contaminadas por bactérias, microorganismos nocivos e até vermes. Não adianta usar luvas ou "proteção" porque alguns são menores que os poros da luva e entram novamente no organismo pela pele.

Geralmente, para que a pessoa se livre completamente de alergias, bursite e dores na parte superior das costas, cerca de 2 mil pedras terão que ser expelidas. Mas esse número de pedras é o resultado da soma de algumas limpezas seguidas. A primeira limpeza talvez livre a pessoa de alguns sintomas por poucos dias, mas assim que as pedras da parte anterior do fígado começarem a descer para frente os sintomas retornam.

Pode-se repetir a limpeza com intervalos de 2 semanas, pelo menos (sugerimos 20 dias a 1 mês). Nunca faça a limpeza quando estiver doente.

São esperadas de 50 a 200 pedras ou cristais por evacuação.

Este procedimento contradiz vários pontos de vista médico. Acredita-se que as pedras biliares são formadas na vesícula biliar, não no fígado. Pensa-se que são algumas e não milhares. Os médicos não as ligam às dores além daquelas que atingem a vesícula. E é fácil compreender isso: quando a dor aguda aparece, várias pedras já estão na vesícula e são grandes e suficientemente calcificadas para serem vistas nos raios-X e, claro, já causaram inflamações lá. Quando a vesícula é retirada, as dores se vão, mas outros sintomas, como bursite e outras dores e problemas digestivos, continuam.
Texto adaptado do site 
Fonte



Limpeza do fígado e da vesícula - minha experiência
Na quinta-feira passada (30/4) eu fiz a limpeza de fígado pela primeira vez. No fim de semana passado eu fiz a dieta da maçã e passei esta semana comendo alimentos leves, arroz integral, salada, suco de folha, rejuvelac.

Comecei tomando o sal-amargo com água e suco de um limão. Espremi o limão na hora, antes de tomar cada copo de sal-amargo.

Tomei o limão com azeite batido no liquidificador. Fiz o suco de limão e depois bati. Bebi com canudo. A mistura é um pouco enjoativa, mas dá para tomar sem problema. Deitei-me em seguida, na posição recomendada. Não me senti mal. Tentei relaxar e dormir. Acordei de madrugada, por volta das 3 horas, e mudei de posição.

Na manhã da sexta-feira, depois de tomar o quarto copo, comecei a ir ao banheiro. Em todas as vezes saíram muitas pedras. Como elas bóiam, dá para ver sem dificuldade. Com uma lanterna a gente vê melhor. Saíram muitas pedras verde-escuras bem pequenas e muitas grandes, de 0,5cm a quase 3cm.

Fiquei impressionada! Eu achava que ia ser dolorido, mas não senti nada, nenhum desconforto.

Às 10 horas tomei suco verde de rejuvelac, água de coco, broto de girassol e couve, batido no liquidificador.

No almoço comi salada crua. À tarde tomei iogurte caseiro com um pouco de mel e à noite tomei suco.

No sábado pela manhã saíram mais, desta vez verde-claras e muito maiores, medindo de 2 a 4 cm. As pedras verde escuras são mais antigas, formadas há mais tempo, e as verde-claras mais recentes. Ao todo foram mais de 200 pedras.

Continuo com uma alimentação leve, livre de carne. Tomo bastante rejuvelac e como iogurte caseiro pela manhã. É importante manter uma alimentação leve por pelo menos uma semana antes e depois da limpeza para não sobrecarregar o fígado e não ter dores.

Meu marido também fez a limpeza, seguindo os mesmos passos que eu, mas colocou para fora poucas pedras, umas 20.

Já estamos planejando a segunda limpeza.

A princípio o procedimento pode parecer inacreditável, mas é verdade. É uma maneira simples de evitar cirurgia para retirada de pedras no fígado e na vesícula. Basta seguir todos os passos com atenção que o resultado virá.

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Limpeza do fígado e da vesícula - minha experiência 2 

Neste fim de semana, fiz a segunda limpeza, como manda Hulda Clark - quinze dias depois da primeira.

Desta vez saíram muitas pedras verde-escuras, mas pequenas, umas 150, do tamanho de grãos de trigo, linhaça e gergelim. Depois elas pararam de sair.

Acredito que a segunda limpeza foi suficiente. Acho que vou repetir a limpeza somente daqui a um ano.

Estou me sentindo mais leve, com a mente mais tranquila e a digestão melhor. 

Para aqueles que têm receio eu digo: a limpeza é séria, indolor e vale a pena.

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GFU - Gerador de Frequência Única, promovendo a limpeza do organismo e a oxigenação das células pela diminuição das toxinas e metais pesados, faz uma parte importante no tratamento. Libera as células para receberam os nutrientes e de imediato colabora com vários problemas de ordem emocional causado pela acidez sanguínea. O acúmulo de substâncias tóxicas debilita o sistema imunológico e contribuem para o desenvolvimento dos parasitas em diversas partes do corpo onde essas substâncias se encontram. Segundo vários estudos, parasitas e bactérias passam a habitar um determinado órgão por encontrar nele contaminantes que lhes serve de alimento: http://cuidebemdevoce.com/gfu-gerador-de-frequência-única.php
 
Cuide bem de você...

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

63- Desmineralização e Climatério


















O Ser humano é essencialmente uma dualidade anímico-espiritual que tem um ciclo evolutivo na matéria. Para cada nova encarnação é preparado um corpo físico apto a exercer as suas funções e assumir o seu destino/aprendizados na terra. Encarnado, passa por fases bem definidas de desenvolvimento. Concluído o seu tempo, deixa o corpo físico e retorna ao plano espiritual de onde pertence.

Em certo momento volta a encarnar, e assim continua de acordo com o ciclo evolutivo de cada essência espiritual. Enquanto encarnado, o corpo físico está sob a regência das leis da natureza: nasce, cresce e morre. A essência, pelo contrário, é imortal e tem um infinito caminho a percorrer. A essência anímico-espiritual e o corpo físico que esta utiliza têm portanto, manifestações e destinos diferentes. Enquanto acoplados, sua relação vai se transformado a cada ciclo ou fase.

A primeira fase é a formação. Ao encarnar no plano material, a essência encontra-se ainda em grande parte fora (pouco acoplada) do corpo físico. Somente aos poucos vai permeando-o e modelando-se de acordo aos seus fins. Quando permeia toda a matéria (o corpo), dá-se início um novo ciclo de intensa interação com a vida real: experimenta, aprende, serve e evolui.

Num determinado momento o corpo físico sofre um declínio biológico natural. A essência então começa a se libertar dele. Devido ao fato da essência não estar mais tão acoplada à matéria, ela não fica tão à mercê das circunstâncias materiais e pode receber mais influências dos níveis superiores e sutis (metafísicos). Já no caminho de volta, recolhe e distribui algumas das frutas cultivadas durante sua existência. Depois cruza o portal da morte e deixa o corpo.

Um dos fatores determinantes que acopla a essência ao corpo é a maturação sexual. A atividade biológica dos hormônios sexuais atrai internamente a essência para um grande jogo de forças que caracteriza o estágio reprodutivo. Atração que vai exercer maior ou menor influência, dependendo do grau de evolução do Ser. Quando a atividade glandular enfraquece e o corpo entra no seu período normal de repouso biológico, existe um grande alívio para a essência, que então pode viver sem tantas algemas materiais.

O climatério é um período de transição na vida humana, dentro do qual a menopausa faz parte: é o tempo de detenção da atividade reprodutiva glandular da mulher. O Climatério refere-se ao período que vai da pré-menopausa cerca de 6 anos antes da menopausa, que ocorre aproximadamente aos 49 anos, até a pós-menopausa, cerca de 6 anos após a menopausa: dos 43 aos 55 anos.

Do ponto de vista da essência, é uma fase de libertação e de entrada em ciclos mais evolutivos. Do ponto de vista biológico, trata-se de uma adaptação do organismo a sua nova condição, com significativos ajustes fisiológicos e hormonais acontecendo ao longo destes 12 anos. Do ponto de vista psicológico, o que deveria ser natural torna-se geralmente uma crise, porque a existência humana é quase sempre baseada em valores materiais, porém ilusórios.

O materialismo deixa as pessoas sem perspectivas “reais” para o futuro e provoca, consciente ou inconscientemente, uma negação do novo ciclo para poder perpetuar a fase anterior. Este estado de frustração acrescenta medos, conflitos, traumas, perdas e desilusões no afetivo-emocional, o que debilita a estrutura dos ossos pela acentuação da osteoporose, ou seja, deixa os ossos desmineralizados, portanto porosos e frágeis.
Normalmente é aceitável que mulheres após os 30 anos perdem 0,75 a 1% da massa óssea/ano, taxa que 5 anos após a menopausa pode aumentar para 2 a 3% de perda óssea/ano. É sabido que vários fatores podem acelerar este processo: o estado endócrino, a história gestacional, a constituição física, as características genéticas (raça, hereditariedade), atividade física, dieta, tabagismo, alcoolismo, uso de certos medicamentos, entre outros.

No entanto, apesar da influência destes fatores, a principal causa dessa doença é uma deficiência na força de coesão/assimilação que sustenta os sais minerais e o cálcio nos ossos e tecidos em geral.  Acredita-se que essa deficiência é em grande parte devido à falta de hormônios.

Na verdade, a causa final da desmineralização não é essa, mas os estados psicológicos de negação. Portanto, é a vida psíquica, a que deve ser tratada. A consciência que deve ser transformada para respeitar e assumir a regência de vida orgânica e espiritual.
É igualmente necessário ter em mente que a quantidade de hormônios necessários para a nova fase de vida é menor que a ditada pela terapia de reposição hormonal (TRH). Esta terapia provoca a reativação de fogos biológicos, prendendo a essência de novo no corpo físico e impedindo a sua libertação. Lembrando que não desaconselhamos as indicações clínicas para uma reposição hormonal, apenas fornecemos informações para que cada pessoa tome suas decisões mais conscientemente.

O Medo – freqüência que polariza o Amor - é outro fenômeno que impregna a psique da maioria das pessoas. Ele se infiltra nos nervos, músculos, sangue, membros, principalmente nos ossos e órgãos abdominais. Incorporado no decorrer dos séculos na constituição física do homem, o medo invadiu a coesão material. Porém, quando extrapola essa função biológica, o medo permeia o campo da consciência e ali se expressa. Logo a seguir, o corpo e os ossos tornam-se fracos e desmineralizados perdendo parte da força de encarnação. Dali que, as pessoas cuja condição mental está impregnada pelo medo também têm ossos frágeis e vulneráveis.

Por: Dr. José Maria Campos - Clemente (Figueira/MG)

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