sábado, 4 de abril de 2009

97- O HIV É A CAUSA DA AIDS?

(Tradução da entrevista dada pela Dra. Eleni Papadopoulos-Eleopoulos à Christine Johnson e editada pelo periódico Continuum n. 1, vol. 5, 1997, de Londres)

Eleni Papadopoulos-Eleopoulos é biomédica e líder de um grupo de pesquisadores sobre HIV/AIDS em Perth, Austrália Ocidental. Por mais de uma década ela e seus colegas vêm publicando muitos artigos científicos, questionando a validade da hipótese etiológica viral (HIV) da AIDS. Esta entrevista passa em revista seu trabalho e, especialmente, as visões de seu grupo sobre o vírus da AIDS propriamente dito. A entrevistadora é Christine Johnson.


CJ: Eleni, muito obrigada por concordar com esta entrevista.
EPE: É um prazer.

CJ: O HIV é a causa da AIDS?
EPE: Não há prova de que o HIV cause a AIDS.

CJ: Por que não?
EPE: Por muitas razões, mas, principalmente, porque não há prova de que o HIV exista.

CJ: Isso mais parece uma afirmação atrevida e incrível para se fazer.
EPE: Eu suponho que sim, no entanto é aonde minha pesquisa me leva.

CJ: Montagnier e Gallo não o isolaram? No início dos anos 80?
EPE: Não. Nos artigos publicados na Science, pelos dois grupos de pesquisa, não há prova de isolamento de um retrovírus proveniente de pacientes de AIDS. (1,2)[1]

CJ: Eles afirmam que realmente isolaram um vírus.
EPE: Nossa interpretação dos dados difere. (3-5)

CJ: Talvez você deva explicar o que a leva a essa visão radical.
EPE: Penso que o caminho mais breve é argüir: "O que é um vírus?" A resposta é bastante simples. Um vírus é uma partícula microscópica que se reproduz dentro de uma célula...

CJ: As bactérias não o fazem também?
EPE: Elas podem, mas há uma diferença muito importante. As bactérias não são obrigadas a se replicar dentro de uma célula. Os vírus, sim. Veja, o que as bactérias tomam de uma célula, ou de qualquer outra fonte inanimada de alimento e energia, é totalmente convertido na próxima geração de bactérias dentro da própria célula bacterial. Também é desta forma que nossas células se reproduzem. Mas os vírus não podem fazer o mesmo. Uma partícula viral não é mais que poucas proteínas ligadas em torno de uma peça de DNA ou RNA, mas sem a maquinaria necessária à replicação.

CJ: Então, posto que uma célula seja uma fábrica, um vírus é um esquema que deve ocupá-la e modificar sua produção (hijack)?
EPE: Não posso achar melhor analogia.

CJ: Como um vírus se replica?
EPE: Tem que atingir o interior de uma célula. Para fazê-lo, o envelope protetor da partícula viral funde-se à membrana celular, e, então, a partícula passa para o interior. Uma vez lá dentro, fazendo uso da maquinaria metabólica da célula, a partícula de vírus é desagregada. Então, com uso da mesma maquinaria, peças separadas de novos vírus são sintetizadas. Finalmente, todos os componentes virais são postos juntos, e passam para fora as novas partículas virais.

CJ: Para fora de quê?
EPE: O vírus tanto pode destruir a célula como, no caso dos retrovírus, ter uma saída mais ordenada, brotando para fora da membrana celular. Mas isto não é o que acontece com o HIV. Diferentemente de todos os outros retrovírus, o HIV é definido como destruidor de células.

CJ: Bem, e o que dizer sobre as partículas de HIV? Você sugere que não sejam um vírus?
EPE: Para provar a existência de um vírus, você necessita de três coisas. Primeira, cultive células e encontre uma partícula que você julgue poder ser um vírus. Obviamente, no mínimo, essa partícula deve ter a aparência de um vírus. Segunda, crie um método para obtenção exclusiva dessa partícula, de modo que lhe possibilite quebrá-la em seus constituintes e analisá-la, com precisão, identificando o que a forma. Então você precisa provar que a partícula é capaz de gerar cópias fiéis de si mesma. Em outras palavras, que ela pode se replicar.

CJ: Você não pode simplesmente olhar pelo microscópio e dizer que há um vírus nas culturas?
EPE: Não, não pode. Este é todo o problema ao se colocar a questão de um vírus. Nem todas as partículas que parecem vírus o são de fato. Você tem que provar que toda e qualquer partícula assim denominada pode fazer cópias de si mesma. Sem replicação, não há vírus. Eu lamento, mas este é um ponto extremamente importante. A ninguém, especialmente aos virologistas, se pode permitir esquecer disto.

CJ: Isso parece fazer sentido. Avalio que seria difícil adoecer contaminando-se com uma partícula que não pode fazer cópias de si mesma.
EPE: Exatamente.

CJ: Então onde a pesquisa da AIDS falhou?
EPE: Não é bem essa a questão, onde falhou. É mais a questão do que foi deixado fora. Por alguma razão desconhecida, o velho método de isolamento retroviral usado por décadas (6,7), para estudar retrovírus animais, não foi seguido.

CJ: Explique melhor os retrovírus antes de prosseguir.
EPE: Assim farei. Como você provavelmente sabe, o HIV é declarado ser um retrovírus. Os retrovírus são partículas incrivelmente diminutas, quase esféricas que ...

CJ: Quão pequenos eles são?
EPE: Cem nanômetros (nM) de diâmetro.

CJ: E isso é quanto?
EPE: 1/10.000 de milímetro. Milhões caberiam confortavelmente na cabeça de um alfinete.

CJ: Como se pode ver, atualmente, algo tão pequeno?
EPE: Você precisa de um microscópio eletrônico. É como sabemos o tamanho e a forma das partículas retrovirais. Que eles são quase redondos e têm um envelope externo coberto por espículas e um núcleo interno, que consiste de algumas proteínas e RNA.

CJ: Então, se existe, o HIV é um vírus com RNA?
EPE: Sim. Outro ponto importante é que os retrovírus não usam diretamente seu esquema de RNA, para gerar mais vírus. De acordo com os retrovirologistas, o que os separa de quase todos os outros vírus é que os retrovírus, primeiramente, fazem uma cópia em DNA de seu RNA. Este DNA então se move para dentro do núcleo celular, onde se torna parte do DNA celular. Este pedaço de DNA é chamado provírus e lá se aloja, hiberna, até que algo ative a célula.

CJ: O que acontece, então?
EPE: O DNA proviral é recopiado de volta em RNA e este é o RNA, não aquele primeiro, que dá as instruções necessárias para a construção de novas partículas.

CJ: Por que são chamados retrovírus?
EPE: Porque, por um longo tempo, os biólogos acreditaram que a direção da corrente de informações em todas as células dos seres vivos fluía do DNA para o RNA, e daqui para as proteínas cuja síntese é instruída por este RNA. Se dissermos
que essa direção é para frente, então o que os retrovírus fazem primeiro é copiar suas informações para trás (de retro, em latim, "para trás").

CJ: Entendido.
EPE: Há mais uma coisa. Uma das proteínas do interior da partícula retroviral é uma enzima que catalisa este processo. Não é surpresa que se chame transcriptase reversa ("que transcreve ao contrário").

CJ: Então é isso?
EPE: Bem, eis por que são chamados retrovírus.

CJ: Você mencionou as décadas de uso do velho método de isolamento de retrovírus. De quantas décadas estamos falando?
EPE: Desde os anos quarenta até os setenta. Veja, os retrovírus estavam entre os primeiros vírus descobertos. Dr. Peyton Rous, do Centro Rockfeller de Nova York, primeiramente os encontrou, quando fazia experimentos com tumores musculares malignos de galinhas (8). Não que ele pudesse realmente vê-los, isto ocorreu em 1911. Vê-los não fora possível até a invenção do microscópio eletrônico e da centrífuga de alta velocidade, quando as coisas começaram a ser discernidas.

CJ: O que realmente foi discernido?
EPE: Estes dados que levaram ao método de identificação e purificação das partículas virais.

CJ: Isto é o mesmo que isolá-las?
EPE: Sim. Para purificar partículas de qualquer espécie, um cientista deve desenvolver um método de separar estas partículas que ele deseja estudar de todos os outros materiais.

CJ: Como os microscópios eletrônicos e as centrífugas de alta velocidade tornaram possível a purificação de retrovírus?
EPE: O microscópio eletrônico capacitou partículas tão diminutas a serem vistas. A outra parte foi desempenhada pela centrífuga de alta velocidade e foi extremamente importante. Descobriu-se que as partículas retrovirais têm propriedades físicas que as tornam separáveis de outros materiais em culturas de células. Esta propriedade é a flutuação (buoyance) delas, e esta foi utilizada para purificar as partículas por um processo chamado centrifugação por declive de densidade (density gradient centrifugation).

CJ: Soa complicado.
EPE: A tecnologia é complicada, mas o conceito é extremamente simples. Você prepara um tubo de ensaio contendo uma solução de sucrose, o açúcar comum de mesa. Mas isso é feito de tal forma que a solução é mais leve ao nível da superfície e torna-se cada vez mais pesada, ou mais densa, na medida em que se aproxima do fundo. Enquanto isso, você cultiva quaisquer células que julgue conter os seus retrovírus e, se você estiver correto, as partículas retrovirais serão liberadas das células e passarão para os fluidos da cultura. Quando você achar que tudo estiver pronto, você retira uma amostra de fluidos da cultura e, cuidadosamente, põe uma gota dela sobre a superfície da solução de açúcar. Então você gira o tubo de ensaio a velocidades extremamente altas. Isto gera forças tremendas, e as partículas presentes nessa gota de fluído são forçadas através dessa solução de açúcar até que encontrem o ponto no qual sua flutuação as impeça de caírem mais. Em outras palavras, elas são levadas pelo declive de densidade até que encontrem o ponto no qual sua própria densidade seja a mesma da região da solução de açúcar. Quando atingem este ponto param todas juntas, ou, com se fala na linguagem dos virologistas, é lá onde elas se condensam (band). Esta condensação pode ser então seletivamente extraída e fotografada com um microscópio eletrônico.

CJ: E as partículas retrovirais condensam-se em algum ponto característico?
EPE: Sim. Em soluções de sucrose elas se condensam num ponto no qual a densidade é 1,16 gm/ml.

CJ: Então o exame pelo microscópio eletrônico nos diz qual o peixe que pegamos?
EPE: Não apenas isso. Esta é única forma de saber se você pegou algum, ou absolutamente nada.

CJ: Verdade. Gallo e Montaigner não fizeram isso?
EPE: Este é um dos muitos problemas. Montaigner e Gallo realmente usaram a aglomeração por declive de densidade, mas, por alguma razão desconhecida, não publicaram nenhuma eletromicrografia do material a 1,16 gm/ml que eles, e posteriormente todos os outros, vieram a chamar puro HIV. Isto é bastante perturbador, pois o Instituto Pasteur, em 1973, foi anfitrião de um encontro frequentado por cientistas, dos quais alguns estão entre os experts-líderes da pesquisa sobre HIV hoje. Neste encontro, o método de isolamento retroviral foi exaustivamente discutido, e a fotografia por microscópio eletrônico da aglomeração a 1,16 gm/ml por declive de densidade foi considerada absolutamente essencial.

CJ: Mas Montaigner e Gallo de fato publicaram fotografias de partículas virais.
EPE: Não. Montaigner e Gallo publicaram eletromicrografias de algumas partículas que eles declararam ser um retrovírus, o HIV. Mas apenas as fotografias não provam que partículas sejam vírus, e a existência do HIV não foi provada, fazendo uso do método apresentado no encontro de 1973.

CJ: E qual era esse método?
EPE: Todos os passos que eu acabei de descrever-lhe. O único método científico que existe. Cultura de células, encontre a partícula, isole a partícula, quebre-a em fragmentos, encontre o que está dentro e então prove que essas partículas são capazes de se replicar, ao serem adicionadas a uma cultura de células não infectadas.

CJ: Então, antes que a AIDS surgisse, havia um método bem respaldado pela experiência, para provar a existência de retrovírus, mas nem Montaigner, nem Gallo o seguiram?
EPE: Eles utilizaram algumas técnicas, mas eles não empreenderam todos os passos, incluindo a prova de quais partículas estavam, se é que alguma estava, na faixa de 1,16 gm/ml do declive de densidade, que é a densidade que define as partículas retrovirais.

CJ: Mas, e o que são as fotografias publicadas por eles?
EPE: As eletromicrografias publicadas por Gallo e Montaigner, assim como qualquer outra publicada até março de 1997, são de culturas de células não purificadas. Não se trata das do declive. Antes de março deste ano, ninguém jamais havia publicado uma fotografia do declive de densidade.

CJ: que é o que nós precisamos para provar o isolamento de partículas retrovirais?
EPE: Sim.

CJ: A faixa de 1,16gm/ml pode conter outros materiais além de partículas retrovirais?
EPE: Sim. Esta é mais uma razão para a fotografia. Para ver tudo o que está se passando. Isto era conhecido há muito tempo antes da AIDS, que as partículas que se parecem com retrovírus não são o único material que pode se infiltrar naquela faixa de declive de densidade. Pequenos fragmentos celulares, alguns reconhecíveis como estruturas internas de células, ou apenas restos de células, podem se aglomerar a 1,16 gm/ml. E alguns desses materiais podem conter ácidos nucléicos e assumir a aparência de partículas retrovirais.

CJ: Que são ácidos nucléicos?
EPE: DNA e RNA.

CJ: No entanto é certo que, se as partículas retrovirais são liberadas das células sem destruí-las, deve ser possível a proteção contra a contaminação celular?
EPE: Bem, é e não é. É certo que os retrovirologistas do mundo animal estão bem conscientes desse problema e seriamente informados sobre o cuidadoso manuseio das culturas, abastecendo-as de nutrientes para manter as células vivas. Assim, elas não se desintegram. Mas no caso do HIV, há problemas adicionais. Todos sabemos que o HIV é citopático, o que significa que mata células. Assim, dificilmente alguém poderia declarar que as supostas partículas virais seriam o único material que estaria flutuando em fluidos de cultura a 1,16gm/ml. Outro fato perturbador é que, em muitos experimentos com o HIV, as células são deliberadamente rompidas pelo cientista que conduz o experimento, como parte dele. Sabendo de tudo isto, é um completo mistério por que todos os pesquisadores de HIV puderam ter omitido o passo crucial de tirar a fotografia (eletromicrografia) no declive de densidade. (5).

CJ: Poderia ser porque a fotografia por microscópio eletrônico é altamente especializada e cara?
EPE: Pode ter sido assim nos primeiros dias, mas não depois. Nos últimos vinte anos, a microscopia eletrônica tem sido usada diariamente, na maior parte dos hospitais, para diagnosticar todos os tipos de doenças. Além do mais, há uma abundância de eletromicrografias de culturas de HIV. Apenas até este ano, por alguma razão desconhecida, não havia nenhuma do declive de densidade.

CJ: Tudo bem. Falemos agora das fotografias de declive de densidade publicadas este ano. O que nós realmente vemos nelas?
EPE: Dois grupos, um franco-alemão (9) e um do Instituto Nacional do Câncer dos EUA (10) publicaram fotografias do declive de densidade. No estudo franco-alemão, as fotos são da faixa de 1,16gm/ml. É impossível dizer de qual faixa de densidade as fotos do estudo americano foram tomadas, mas vamos assumir que são da correta 1,16gm/ml para partículas retrovirais. A primeira coisa a dizer é que os autores destes estudos concordam que a vasta maioria do material revelado pelas fotos do declive de densidade é celular. Eles descrevem todo este material como "não viral", ou como vírus "simulado", ou "microvesículas".

CJ: O que são microvesículas?
EPE: Fragmentos encapsulados de células.

CJ: Nas fotos, há alguma partícula viral?
EPE: Há algumas poucas partículas que os pesquisadores declaram retrovirais. De fato, eles declaram que essas partículas são o HIV, mas não dão a evidência do por quê.

CJ: Há muitas dessas partículas de HIV?
EPE: Não. A faixa deveria conter bilhões, e quando você tira uma eletromicrografia elas deveriam preencher todo o quadro.

CJ: Então o material aglomerado contém apenas poucas partículas de HIV, e ,do ponto de vista das partículas de HIV, ele é meio impuro?
EPE: Sim.

CJ: E os experts comentam isso?
EPE: Dizem que o material celular "se purifica juntamente" com as partículas de HIV.

CJ: Diga-me, as poucas partículas que eles dizem ser HIV parecem-se com retrovírus?
EPE: Elas têm apenas a mais vaga semelhança com partículas retrovirais. É certo que elas se parecem mais com partículas retrovirais do que outras partículas e materiais, mas, mesmo se elas parecessem idênticas a partículas retrovirais, você
não pode dizer que são retrovírus. Mesmo Gallo admite a existência de partículas que se aglomeram a 1,16gm/ml e que têm a aparência e as propriedades bioquímicas de retrovírus, mas que não são retrovírus, porque são incapazes de se replicar (11).

CJ: Tudo bem, mas isso à parte, qual é a diferença entre essas partículas e uma real partícula retroviral?
EPE: Gallo e todos os outros retrovirologistas, assim como Hans Gelderblom que realizou a maioria dos estudos de eletromicrografia do HIV, concordam que as partículas retrovirais são quase esféricas na forma, têm um diâmetro de 100-120 nanômetros e são cobertas de espículas (12,13). As partículas que os dois grupos declaram ser HIV não são esféricas, nenhum diâmetro é menor que 120 nM, de fato, muitas delas têm diâmetros maiores, podendo exceder em até duas vezes o permitido para um retrovírus. E nenhuma delas aparece tendo espículas.

CJ: Pode-se com tanta certeza considerar o tamanho de forma tão crítica? Muitas coisas em biologia têm uma variação de tamanhos. E os seres humanos? Há muitos que são o dobro de outros. Mas, ainda assim, todos permanecem humanos.
EPE: O que é verdadeiro para seres humanos não é verdadeiro para os retrovírus. Para começo de conversa, retrovírus não têm que crescer. Eles já nascem adultos. Então a comparação correta é entre humanos adultos. Também não há muitos humanos com doze pés de altura. De fato, o mais alto homem já registrado tinha oito pés e onze polegadas. Mas há mais do que tamanho em jogo aqui.

CJ: O que mais?
EPE: Se assumirmos que ambos os grupos, o franco-alemão e o americano, extraíram as partículas na densidade retroviral correta, então as partículas encontradas por ambos os grupos devem ter a mesma densidade, 1,16gm/ml. Se você medir o maior e o menor diâmetros das partículas nas eletromicrografias em que eles declaram haver HIV e tirar a média dos diâmetros e, por consideração ao argumento, assumir que todas elas são esféricas, então as partículas do estudo franco-alemão são 1,14 vezes maiores que uma partícula retroviral genuína, e as do americano, 1,96 vezes maiores. Agora, para traduzir isto em volumes, nós temos que elevar ao cubo a razão dos diâmetros. Então, se tomarmos 120 nM como o limite máximo para o diâmetro de uma partícula retroviral e fizermos as somas, as partículas do estudo franco-alemão têm 50% mais volume do que uma partícula retroviral, e as do americano têm 75% mais. E estas, as americanas, são cinco vezes mais volumosas do que as franco-alemãs.

CJ: Que nos diz o quê?
EPE: Isto nos diz que as partículas do estudo franco-alemão e do americano devem conter 50% ou 750% mais massa que partículas retrovirais genuínas.

CJ: Por que é assim?
EPE: Porque densidade é a razão da massa pelo volume. Se o volume aumenta em alguma medida, para manter a mesma densidade, a massa tem que aumentar na mesma proporção.

CJ: Sim, mas aonde quer chegar?
EPE: O ponto é que qualquer partícula retroviral genuína contém uma quantidade fixa de RNA e proteína. Nem mais, nem menos. Se este é o caso, então essas partículas são feitas de muito mais material do que um retrovírus genuíno. O que significa que, se essas partículas de diferentes tamanhos são verdadeiramente HIV, então o HIV não pode ser um retrovírus. A outra única explicação é que as eletromicrografias não são da faixa de 1,16gm/ml. Se este for o caso, então não temos outra escolha a não ser redefinir os retrovírus e, mais importante, desconsiderar a faixa 1,16gm/ml como HIV. Mas se assim fizermos, toda a pesquisa realizada sobre o HIV, com emprego desta faixa, deve ser desconsiderada, porque isto é o que todos usam como HIV puro. Isto significaria que, por exemplo, esta faixa não poderia ser empregada para obtenção de proteínas e RNA como agentes de diagnóstico, para provar a infecção pelo HIV.

CJ: Você mencionou que as partículas não apresentavam espículas. Quão séria é esta deficiência?
EPE: Todos os experts em AIDS concordam que as espículas são absolutamente essenciais para engancharem o vírus à célula, como o primeiro passo para infectá-las. Então, se não se engancham não há infecção. Todos os experts declaram que as espículas contêm uma proteína chamada gp120, que é o gancho das espículas que se agarra à superfície da célula que está por ser infectada (14). Se as partículas de HIV não têm espículas, como ele pode se replicar?

CJ: Quer dizer que ele não pode agarrar-se à célula, para penetrar nela?
EPE: Precisamente. E, se não se replica, o HIV não é uma partícula infecciosa.

CJ: Isso me soa como um sério problema. Como os experts respondem?
EPE: Eles evitam isso. E o problema das espículas não é nada novo. O grupo alemão chamou a atenção para isso já em fins dos anos oitenta, e, novamente, em 1992 (15,16). Assim que uma partícula de HIV é liberada da célula, todas as espículas desaparecem. Este fato singular tem muitas ramificações. Por exemplo, três quartos de todos os hemofílicos são positivos para os anticorpos do HIV. E a declaração é que os hemofílicos adquiriram isso como resultado de tornarem-se infectados com o HIV de infusões de fator VIII contaminado, que é necessário para o tratamento de sua deficiência de coagulação. O problema é que o fator VIII é feito de plasma. Isto é o sangue com todas as células removidas, o que significa que, se há partículas de HIV presentes no fator VIII, elas têm que estar flutuando livremente em solução. Mas, se o HIV fora da célula não tem espículas, estas partículas não têm como atingir células, para infectá-las.

CJ: Então como você explica os anticorpos contra o HIV, e a AIDS, em hemofílicos?
EPE: Meus colegas e eu vimos publicando uma série de artigos, discutindo explicações alternativas, incluindo uma análise detalhada da hemofilia num artigo encomendado para um lançamento especial de Genética (17), dedicado à controvérsia HIV/AIDS.

CJ: Devo confessar que acho muito difícil de aceitar que os hemofílicos não se tenham infectado por concentrados coagulantes contaminados. E aposto que os hemofílicos também.
EPE: Infelizmente isso é verdade, mas talvez eu possa persuadi-la com uma explicação rápida e simples. Diga-me uma coisa: se algum soropositivo para HIV corta-se e sangra, por quanto tempo o sangue permanece infeccioso? Fora do corpo?

CJ: De acordo com que li a respeito, por apenas algumas horas no máximo.
EPE: E por que é assim?

CJ: Porque o HIV resseca e morre. Certamente é isto que o CDC[2] afirma (18).
EPE: OK. Deixe-me perguntar-lhe mais isto. Como é feito o fator VIII?

CJ: De sangue doado.
EPE: Certo. Você já viu um frasco de fator VIII?

CJ: Não.
EPE: Tudo bem, vou lhe contar. Ele se torna seco, escamoso, um pó amarelado e, no tempo em que é usado, já está, no mínimo, alguns meses envelhecido. Consegue ver o problema?

CJ: Consigo. Se ele é ressecado e tão envelhecido, todo HIV nele contido já estaria, há muito, morto.
EPE: Exatamente. Então, como o fator VIII causa a infecção pelo HIV e a AIDS em hemofílicos?

CJ: Eu não sei, mas acho que estou começando a ver por que o seu grupo não é propriamente considerado a "sobremesa predileta". Talvez não tivéssemos melhor resultado se desviássemos para uma discussão sobre hemofilia. Por que você pensa que, até agora, a maior parte dos experts em AIDS estiveram bastante felizes em encarar o material da faixa de 1,16 gm/ml como HIV puro?
EPE: Acho prematuro assumir que essas fotografias tenham mudado a mentalidade de quem quer que seja sobre o fato de a faixa de 1,16 gm/ml do declive de densidade ser qualquer coisa, menos HIV puro.

CJ: Bem, como seu grupo responde a essas fotografias?
EPE: Sobre a evidência fornecida por essas fotografias não há razão para declarar que esse material seja puro, ou que contenha partículas semelhantes a retrovírus, ou apenas um retrovírus, ou, ainda mais importante, um específico, o HIV. E isto exige a posição que vimos assumindo desde o começo. E uma posição que há muito tempo pusemos em escritos de que não há evidência que prove o isolamento de um retrovírus de pacientes de AIDS, nem daqueles em risco de desenvolvê-la.

CJ: OK. Deixemos de lado essas fotografias de março e vamos conversar sobre o que podemos deduzir do que era conhecido anteriormente. Quão sólida era a evidência, antes de março, de que o HIV existe?
EPE: Atendo-se às partículas, toda a evidência vem da eletromicrografia de todas as culturas celulares. Não de declives de densidade. Desta evidência, pode-se dizer que as culturas de células contêm uma grande variedade de partículas, algumas das quais são declaradas parecerem-se com partículas retrovirais. Isto é tudo. Nenhum dado da partícula foi levado mais adiante. Não houve purificação, não houve análise, e não houve prova de replicação. Nestas culturas, vários grupos de pesquisa, incluindo o de Hans Gelderblom e seus associados do Instituto Koch de Berlim, que são especialistas nesta área, anunciaram não apenas um grupo de partículas, mas uma atordoante variedade delas (13,19,20). Isto levanta várias questões. Se alguma destas partículas é realmente o que os experts chamam de HIV, o que são todas as outras? Se as partículas de HIV originam-se de tecidos de pacientes de AIDS, de onde vêm todas as outras? Quais destas partículas aglomeram-se a 1,16gm/ml? Se as partículas de HIV causam AIDS, por que uma ou muitas das outras também não causam? Por que todas não podem causar? Ou por que a AIDS, e não as culturas, causa o aparecimento das partículas? E quando se fala de HIV os experts não estão de acordo com o que é a partícula de HIV. Há três subfamílias de retrovírus, e o HIV tem sido classificado por diferentes grupos de pesquisa sob duas destas subfamílias, assim como três diferentes espécies.

CJ: Onde isto nos deixa?
EPE: Não sabemos ainda o que vem a ser qualquer uma destas partículas. Não temos uma partícula definida e provada, como sendo um retrovírus, de onde retirar proteínas e RNA para usar em testes, para verificar a infecção em pessoas, nem para conduzir experimentos para tentar entender o que está acontecendo, se há, de fato, um vírus causador de AIDS.

CJ: Tudo certo. Suponhamos que temos, de fato, um quadro de declive de densidade, e que ele contenha nada além de milhares de partículas, todas do mesmo tamanho e forma, e com espículas, para serem chamadas como partícula retroviral. Vamos em frente, para ver o que deve ser feito depois.
EPE: Os próximos passos são quebrar as partículas, identificar as proteínas e RNA contidas nelas, provar que uma das proteínas é uma enzima que transforma RNA em DNA, e, finalmente, tomar mais do declive de densidade e provar que, quando partículas PURAS são adicionadas a culturas de células não infectadas, sejam liberadas partículas exatamente iguais e produzidas com os mesmos elementos constitutivos.

CJ: E isso foi feito?
EPE: Não, mas talvez eu possa explicar as coisas mais claramente, contando sobre o que foi feito. Alguns experimentos feitos por Gallo desde 1984.

CJ: 1984 já não é um pouco antigo?
EPE: Não, pois foi lá quando a melhor pesquisa sobre isolamento do HIV foi feita. Estes experimentos são de importância vital, porque tudo que foi objeto de crédito e ensino sobre o HIV baseou-se sobre o que aconteceu lá atrás.

CJ: Tudo mesmo?
EPE: Sim, cada coisa em detalhe. Se a partícula de HIV foi isolada e, portanto, qualquer declaração de que ela exista. As proteínas usadas nos testes de detecção do HIV. O RNA usado especialmente para diagnosticar crianças infectadas pelo HIV, e agora usado para medir a chamada carga viral. E mais. Mas a questão é: elas são boas o bastante?

CJ: Boas o bastante?
EPE: Boas o bastante, para declarar a existência de um retrovírus chamado HIV, e que ele cause a AIDS.

CJ: OK. Conte-nos sobre os experimentos de Gallo. Por que ele se interessou pela AIDS?
EPE: Por volta de 1984, Gallo já tinha passado mais de uma década pesquisando retrovírus e câncer. Ele foi um dos muitos virologistas alcançados pela década de guerra contra o câncer promovida pelo presidente Nixon. No meio dos anos setenta, Gallo declarou ter descoberto o primeiro retrovírus humano em pacientes com leucemia. Declarou que seus dados comprovavam a existência de um retrovírus que ele chamou de HL23V (11,21). Então, exatamente como faria mais tarde para o HIV, Gallo usou reações com anticorpos para "provar" quais proteínas eram virais nas culturas. E, não muito adiante, outros declararam ter encontrado os mesmos anticorpos em muita gente que não tinha leucemia. Contudo, alguns anos depois disto, demonstrou-se que estes mesmos anticorpos ocorriam naturalmente e que eram dirigidos contra muitas substâncias e que não tinham nada a ver com retrovírus (22,23). Então se divulgou que o HL23V era um grande erro. Não havia um retrovírus HL23V. Os dados de Gallo produziram um grande constrangimento, e o HL23V foi extinto. O que é interessante para nós é que a evidência usada para declarar a prova de existência do HL23V é do mesmo tipo para provar a existência do HIV. Na verdade, a evidência do HL23V era até melhor do que a do HIV.

CJ: Melhor em que sentido?
EPE: Bem, ao contrário do HIV, Gallo encontrou transcriptase reversa em tecido fresco. Sem ter que fazer culturas. E publicou uma eletromicrografia do material em declive de densidade a 1,16 gm/ml.

CJ: Mas, ainda assim, isso se revelou um alarme falso.
EPE: Nem mesmo Gallo fala mais sobre o HL23V. Mas, em 1980 disse ter descoberto um outro retrovírus. Tratava-se ainda de mais dados do mesmo tipo dos dos pacientes de leucemia, e, desta vez, chamou-o de HTLV-1, declarando ser ele causador de um tipo muito raro de leucemia que ele, então, chamou de leucemia adulta das células T4, ATL. De fato, há alguns paralelos e paradoxos muito interessantes entre o HIV e o HTLV-1.

CJ: Quais são eles?
EPE: Afirma-se que infectam as mesmas células e que o contágio é da mesma forma. Diferentemente do HIV, o HTLV-1 não foi além de onde foi descoberto. A maior prevalência dele foi noticiada na África e no sul do Japão, e eis onde ele parou. Isto foi há mais tempo do que já conhecemos a AIDS, e não esqueçamos que, apesar de ele ter sido declarado causador de leucemia, menos de 1% dos soropositivos testados para ele vem a desenvolver a doença. Mesmo depois de quarenta anos. Estou me afastando, no entanto. O que eu estava por dizer é que muitos dos primeiros pacientes de AIDS tinham um câncer chamado sarcoma de Kaposi, assim como baixos índices das mesmas células T4 que estão presentes em quantidades excessivas em pacientes com ATL. Isto era conhecido, pois a tecnologia para contar as diferentes cepas de linfócitos surgiu ao mesmo tempo em que a AIDS.

CJ: Foi lançada a hipótese de que o HIV matasse as células T4?
EPE: Bem, era muito cedo para o HIV, mas lançou-se a hipótese de que algo as estava matando. Mais tarde, Gallo veio a um novo estágio de concepção, segundo a qual o HTLV-1 poderia ser o culpado, mas esta teoria era um problema, pois o alegado HTLV-1 causa a leucemia que exacerba com tantas células T4. Também, apesar da alta prevalência de anticorpos para HTLV-1 no sul do Japão, não havia casos de AIDS. Contudo, porque os homossexuais com AIDS tinham uma alta incidência do câncer sarcoma de Kaposi, e porque algo parecia estar afetando os seus linfócitos T4, Gallo persistiu, tentando encontrar um retrovírus para explicar tudo isto.

CJ: O que aconteceu depois?
EPE: Gallo e seus colegas empreenderam uma série de experimentos que culminaram em quatro artigos publicados consecutivamente na Science de maio de 1984. Isto foi um ano após o francês ter publicado o seu artigo também no mesmo periódico. O grupo de Gallo começou a fazer culturas de linfócitos de pacientes de AIDS, mas, aparentemente, nenhuma delas produzia transcriptase reversa suficiente para convencer Gallo de que algum retrovírus estivesse presente. Nesta época, Gallo tinha um pesquisador tcheco chamado Mikulas Popovic trabalhando para ele, e, assim, ambos concordaram em misturar fluidos de cultura de dez pacientes de AIDS e juntar isto à cultura de células de leucemia. Estas haviam sido obtidas anos antes de um paciente com ATL. Feito isto, bastante transcriptase reversa foi produzida, para convencer Gallo e Popovic de que, então, eles realmente tinham um retrovírus.

CJ: Você quer dizer que um retrovírus não se desenvolvia em culturas individuais de pacientes de AIDS, mas o fez, quando as amostras foram misturadas e cultivadas?
EPE: Sim.

CJ: Isso não é um pouco confuso? Como um germe pode fazer isso? Certamente se está presente em uma das amostras, posto que as culturas sejam tratadas da mesma maneira, ele deve se desenvolver, não há dúvida.
EPE: Você acharia que sim.

CJ: E, se você mistura todas as amostras, como saberia quem tinha o vírus em primeiro lugar? Ele poderia ter vindo de apenas um dos pacientes. Gallo já foi questionado sobre isto?
EPE: Ele foi, e, num documentário para a televisão de 1993, disse que não se importava com o fato de o vírus vir de um único, ou se de um conjunto de pacientes.

CJ: Você não disse que as células de leucemia usadas em culturas eram originariamente obtidas de um paciente com a leucemia adulta da célula T4?
EPE: Sim.

CJ: Então, certamente as culturas deviam conter muitas células T4?
EPE: Isso é verdade.

CJ: Se essas culturas eram feitas com células T4, e se o HIV as destrói, como o desenvolvimento de um vírus destruidor de células pôde ser aguardado?
EPE: Este é mais um dos problemas com a teoria viral da AIDS. Mesmo que o HIV seja declarado destruidor de células T4 e causador da AIDS nos seres humanos, e é a isto que o "AID" de AIDS se refere, a cepa de célula leucêmica, assim como o seu clone H9 que Popovic eventualmente produziu, ambas são imortais, mesmo quando infectadas com o HIV. Isto significa que, ao invés de serem destruídas pelo HIV, as células permitem o que é dito ser o HIV a se desenvolver indefinidamente. O clone H9 é largamente usado tanto em pesquisa, quanto em produção comercial do que é dito serem as proteínas do HIV para uso em kits de testes de anticorpos.

CJ: OK. O que fez Gallo para provar que tinha isolado um retrovírus de um paciente de AIDS?
EPE: Se você ler o primeiro artigo, o que foi chamado de isolamento consistia em eletromicrografias de algumas poucas partículas em culturas, não do declive, em acusar a presença de transcriptase reversa, e em observar que alguns anticorpos presentes num paciente de hemofilia, assim como em coelhos, reagiam com algumas das proteínas nas células das culturas.

CJ: Isso foi noticiado como isolamento de um vírus?
EPE: Sim.

CJ: Isso é realmente isolamento?
EPE: Não. Isolamento significa separação de tudo o mais. Não a detecção de alguns fenômenos. A única forma de provar a existência de um agente infeccioso é isolá-lo. Eis sobre o que este debate trata.

CJ: Sim, mas, isolado ou não, como você responde às declarações de Gallo de que suas culturas fizeram um retrovírus se desenvolver?
EPE: Deixe-me repetir: não há questão sobre isolamento. Gallo não isolou um retrovírus. Não há quadros de eletromicroscopia de material condensado em que alguém pudesse esperar ver nada além de partículas retrovirais. Como poderia haver? Não há, de forma alguma, eletromicrografia de material condensado. Apenas quadros de células com incontáveis partículas flutuando ao redor, mas não extração e análise e prova de que essas partículas pudessem se replicar em outras idênticas. Mas o que nós devemos perguntar é se Gallo teve a prova para afirmar que realmente havia detectado um retrovírus. Do nosso ponto de vista, ele não teve. É vitalmente importante, neste ponto, afirmar que a constatação de partículas e de transcriptase reversa não são prova de que um retrovírus esteja presente.

CJ: Você disse que partículas retrovirais contêm transcriptase reversa.
EPE: Elas realmente têm. De fato a transcriptase reversa foi descoberta em retrovírus, mas há uma armadilha, e ela se compõe de duas coisas. Como a presença de transcriptase reversa é provada, e o fato de que a transcriptase reversa não é exclusiva aos retrovírus.

CJ: TR?
EPE: Transcriptase Reversa. A existência dela é provada indiretamente. Colocando algum RNA em cultura, e observando se o DNA contendo a seqüência correspondente aparece.

CJ: Você quer dizer que a presença de transcriptase reversa é suposta a partir da habilidade de a cultura fazer esse truque particular?
EPE: Sim. Isto é medido pela demonstração do processo de transcrição reversa. Como muitos testes de enzima, o teste de transcriptase reversa mede o que ela faz, não a enzima real em si. Assim, no caso da TR, ele mede a produção de DNA copiado de uma peça sintética de RNA introduzido em culturas. O problema é que a TR não é a única coisa capaz de fazer esse truque, como você diz. Outras enzimas, enzimas celulares normais podem também fazer esse truque. De fato, elas fazem isso muito bem com o mesmo RNA sintético que todos os pesquisadores de HIV introduzem em suas culturas, para copiá-lo em DNA (24), e para declarar que suas culturas contêm TR de HIV, e, assim, o HIV. E o que é mais, quando você lê a literatura de AIDS, torna-se aparente que alguns pesquisadores, que publicam declarações de terem isolado o HIV, não fizeram mais que detectar transcriptase reversa.

CJ: Isso é bastante desconcertante.
EPE: Há muito mais sobre a TR. Por exemplo, de acordo com Harold Varmus, prêmio Nobel e chefe do National Institutes of Health[3], as próprias TR também estão presentes em células normais. E as bactérias têm TR. E sabe-se que alguns dos compostos químicos que são obrigatoriamente adicionados a essas culturas causam a transcrição reversa em linfócitos normais. E células leucêmicas podem fazer o mesmo truque também, sem terem sido especialmente estimuladas, quando não são postas em cultura os tais componentes químicos, ou células de pacientes com AIDS.

CJ: Então há muitas razões possíveis para a transcriptase reversa?
EPE: Sim, e há ainda mais uma. Lembra-se que Gallo e Popovic usaram células H9 para demonstrar a existência do que eles declararam ser um novo retrovírus. Mas, como eu disse antes, se você traçar a linhagem da cepa de célula H9, ela vem da cepa de célula HUT78, uma cepa celular que começou a viver num paciente que Gallo disse ter uma forma de malignidade causada pelo HTLV-1. Se a malignidade é causada pelo HTLV-1, então o HTLV-1 e sua transcriptase reversa estarão nas mesmas células que Gallo usou, para provar a presença do HIV.

CJ: Mas, certamente, ninguém investigaria um novo retrovírus, fazendo uso de células que já contivessem outros retrovírus.
EPE: Você não pensaria assim, sobretudo desde que, um ano antes, Gallo publicara um artigo na Nature, listando as seqüências genéticas do HTLV-1 na cepa celular, a partir da qual as células H9 originaram-se em última instância (25).

CJ: Então a evidência da transcriptase reversa não parece boa?
EPE: O problema da TR é o mesmo com toda a evidência. É o mesmo com as partículas que Gallo fotografou. Elas poderiam ser as partículas de um retrovírus, a transcrição reversa poderia ser causada por uma transcriptase reversa de um retrovírus, mas "poderia" não é prova científica. Você não constrói teorias científicas com o que "poderia" estar acontecendo.

CJ: Mas mesmo assim Eleni, como você pode desprezar as partículas? Elas são tão convincentes. Como você pode escapar ao fato de que, independente do quanto Gallo e todos os outros tenham se desviado do método tradicional para isolamento de retrovírus, há partículas naquelas culturas, e muita gente importante as encara como partículas de um retrovírus?
EPE: Aprecio seu ponto de vista, mas acho que elas têm que ser vistas com uma considerável amplidão de perspectiva. Partículas semelhantes a retrovírus são praticamente ubíquas. Nos anos setenta, tais partículas eram observadas freqüentemente em tecidos de leucemia humana, em culturas de tecidos embrionários, e na maioria das placentas animais e humanas. Isto é significativo, dado que a cepa de células H9 é feita de células leucêmicas, e porque Montaigner obteve suas eletromicrografias de culturas feitas com linfócitos retirados do sangue do cordão umbilical. Ainda há também um grande grupo de partículas retrovirais, classificadas como partículas do tipo C, que são encontradas em peixes, cobras, vermes, faisões, codornas, perus, ratos de árvore, cotias, tênias, insetos, assim como em mamíferos. E dentre muitas das aparências oficiais, o HIV tem sido descrito como uma partícula do tipo C, tanto por Montaigner, quanto por Gallo (26). Também há um estudo de eletromicroscopia, anunciado em 1988, por O'Hara e seus colegas de Harvard (27), no qual eles examinaram nódulos linfáticos intumescidos de pacientes, tanto com, quanto sem AIDS, e encontraram partículas de HIV em 90% de ambos os grupos. Eles tiveram que ceder ao afirmarem que as partículas somente não provam infecção com HIV.

CJ: Tudo bem. Vamos deixar as partículas. E sobre os anticorpos que reagiram com as células em culturas? Certamente que devem significar algo que, normalmente, não está presente? Isto não encaixaria com um agente infeccioso viral?
EPE: Poderia encaixar, mas é aquela palavra outra vez. É simplesmente impossível provar que proteínas pertençam a retrovírus, ou que anticorpos sejam causados por retrovírus, ou declarar prova de isolamento, só porque algumas coisas reagem juntas num tubo de ensaio.

CJ: Você pode explicar isso um pouco mais, por favor?
EPE: Novamente não vamos tomar os dados mais longe do que a boa ciência o permita. Os experimentos anunciados no primeiro artigo de Gallo informam-nos que alguns anticorpos presentes num paciente com hemofilia, assim como em coelhos, reagiam com algumas proteínas em células H9 cultivadas com linfócitos de pacientes com AIDS (1).

CJ: Esses são os dados?
EPE: Estes são os dados que temos para trabalhar. O que é importante é como os interpretamos. Então, para o que ele chamou de isolamento do HIV, Gallo tinha os anticorpos como evidência crucial. Como sabemos disto? Por duas razões. Primeiro, o que já temos dito: Gallo sabia que havia partículas que pareciam exatamente com retrovírus, que se condensavam a 1,16gm/ml, e que continham transcriptase reversa, mas que não se replicavam. Então, seja lá o que forem, não há questão sobre como surgem, não podem ser vírus. Segundo, sabemos porque num de seus artigos Gallo realmente comenta sobre a necessidade de ter agentes específicos para identificar uma partícula como um vírus e, por isto, ele quer dizer anticorpos específicos, ou proteínas. A hipótese de Gallo é que há um vírus causando a AIDS, então ele é estranho, quando infecta um paciente, e este desenvolve os anticorpos para o vírus.

CJ: Então isso funciona, tanto para frente, quanto para trás? O vírus produz anticorpos, e anticorpos podem ser utilizados para detectar um vírus?
EPE: Não. Esse é o problema. Anticorpos não funcionam no sentido inverso. Saberemos o por quê em um minuto. O importante aqui é não esquecer a qual questão tentamos responder. Tentamos definir quais proteínas são os únicos constitutivos de uma partícula retroviral. Para mim, só há uma forma de fazê-lo. E é fácil. Definimos proteínas virais, da mesma forma que definimos nossos braços e pernas. Ou nossos rins.

CJ: Significando o que?
EPE: Meus Membros e partes do corpo são meus por que eles fazem parte de mim. Seja por fora ou por dentro. Se um doa meus rins esta doente e precisa ser retirado, a primeira coisa que o cirurgião deve fazer antes que eu seja colocada na mesa de operações é ter certeza que sou eu. Não é diferente para os vírus. Proteínas virais são proteínas que saem de partículas provadas de serem um vírus. E simples assim. Se um quer definir proteínas de uma partícula retroviral primeiro deve-se PROVAR TER uma partícula retroviral.

CJ: Anticorpos são muito imprecisos?
EPE: Anticorpos são imprecisos, mas esta não é o problema aqui. Anticorpos são irrelevantes. Você prova que proteínas são de uma partícula viral, isolando essa partícula e então dissecando a mesma. Você não prova que proteínas são constituintes de uma partícula viral realizando reações químicas em algo que é essencialmente uma sopa de culturas. Não tem nada a ver com isso. Mas se algumas proteínas e anticorpos reagirem? Há muitas razões para essas reações acontecerem.

CJ: Assim como?
EPE: Existem muitos anticorpos e anticorpos de algo podem e reagem com outras coisas.(28,29) Imunologistas chamam isso de reações cruzadas. Este é um fato da natureza e causa problemas por que um anticorpo reagindo com uma proteína de uma cultura pode perfeitamente ser um anticorpo feito por algo completamente não relacionado. Possivelmente algo que nem faz parte da cultura. Falando a linguagem clara, anticorpos adotam outros parceiros. Meu colega Val Turner adotou o termo "promiscuo" para explicar esse comportamento. A única maneira de provar que a reação que você vê é causada pelo anticorpo reagindo com uma proteína é ver como as reações se comparam com aquilo que você acha que significam. O que temos que fazer e correlacionar as reações contra o próprio HIV. Anticorpos são específicos para HIV apenas quando eles estão presentes e o HIV está presente.

CJ: Não se o HIV está ausente?
EPE: Cem por cento especifico significa ausência de reação de anticorpos quando o HIV está ausente. Agora, como eu e meus colegas vemos isso, usar anticorpos para provar a existência de um retrovirus é a alma do problema. Essa é uma parte importante do nosso argumento e eu espero passar essa mensagem importante claramente.

CJ: Estou toda a ouvidos!!
EPE: Pense no que aconteceu até agora. Temos um método antigo, confiável, lógico e de senso comum para provar a existência de um retrovirus. É baseado nada mais que na definição de um retrovirus como uma partícula tendo um tamanho particular, formato, aparência e constituintes e a habilidade de replicar-se. Mas por alguma razão esse método foi abandonado durante a era HIV. Não me pergunte por que, mas foi. No lugar disso nós temos uma enorme coleção de dados incluindo partículas nõ fotografadas na densidade gradiente e alguma evidência de transcrição reversa tanto na cultura quanto de material que sedimenta a 1.16gm/ml. Nada disso é prova que um retrovirus exista na cultura. O próprio Gallo diz isso.

CJ: Estou acompanhando, continue!
EPE: Então com isso vem a idéia de anticorpos. Se realmente existe um vírus estranho deveria induzir anticorpos em pessoas que se infectam. Talvez esses anticorpos sejam realmente específicos significando que eles são feitos somente em resposta do HIV e reaja com proteínas virais e nada mais. OK. Vamos assumir que essa improvável especificidade é um fato e vamos assumir algo ainda menos provável.

CJ: Sim?
EPE: Vamos dizer que o que é considerado verdade para os tão chamados anticorpos para o HIV seja verdade para todos os anticorpos. Cada anticorpo formado somente reage com aquilo que estimula sua produção e nada mais. Anticorpo para o germe da Tuberculose apenas reage com o germe da Tuberculose. Anticorpo para o vírus da Hepatite somente reage com o vírus da Hepatite etc. OK. Nós temos algumas culturas de tecidos derivados de pacientes com AIDS que reagem com anticorpos do soro de pacientes com AIDS. Qual o próximo passo? Nós sabemos que pacientes com AIDS estão infectados com vários agentes diferentes. Então se esses agentes, ou partes deles, estão presentes em pacientes de AIDS, seria muito provável eles estarem também em suas culturas celulares. Não seria por isso que laboratoristas acreditam-se estarem em risco por manusear esses espécimes. E todos sabemos que apesar de serem rotulados de imunodeficientes, todos concordam que esses pacientes de AIDS possuem milhares de anticorpos para todo tipo de coisa. Incluindo anticorpos para células T humana, as células que fazem a cultura. Se você adicionar alguns anticorpos dos mesmos pacientes à essa cultura, mesmo se cada anticorpo reage apenas com seu parceiro, você não esperaria ver muitas reações entre muitas coisas diferentes?

CJ: Entendo seu ponto de vista. Como tudo que você vê são reações, não dá pra dizer o que esta reagindo com o que.
EPE: Exatamente. Anticorpos reagem e as coisas acendem, mas quem esta com o dedo no interruptor? E para esse argumento nos concordamos que cada anticorpo está diretamente contra um agente e apenas reage com aquele único agente. Mas e se voltarmos à vida real onde anticorpos reagem cruzado também?

CJ: Eu acredito que seja uma grande bagunça. É difícil dizer de onde alguma proteína ou anticorpo vem.
EPE: Isso está absolutamente correto. E ninguém deve confundir origem com composição. Com certeza você não pode provar a origem de uma proteína por uma reação com anticorpos. Por que deve uma reação lhe dizer que uma proteína vem de uma partícula mais do que ela vem de marte? Mas você não pode provar identidade também, isso por que anticorpos não funcionam de trás pra frente.

CJ: Há algum tipo de germe em pacientes de AIDS que podem de verdade reagir como você disse?
EPE: Um bom exemplo é o vírus da Hepatite B. Muitos, e no caso dos Hemofílicos, virtualmente todos os pacientes de AIDS estão infectados com o vírus da Hepatite B. e o HBV não infecta somente células do fígado. Também infecta linfócitos T. E estranho como deve ser o vírus da Hepatite B tem a enzima Transcripatse Reversa. E pessoas fabricam anticorpos para esse vírus...

CJ: OK, estou entendendo.
EPE: Mas ainda tem mais da experiência de Gallo. Para começar, o soro que Gallo usou nesse experimento veio de um paciente com as iniciais "E.T.". Mas na verdade não tinha AIDS. E.T. tinha uma condição chamada de pré-AIDS. Isso é o aumento dos gânglios linfáticos em muitas partes do corpo. Mas pré-AIDS é causado por muitos agentes que estão por exemplo em homens gays, usuários de drogas intra-venosas e hemofílicos mesmo se não há nada presente do que e chamado de HIV.

CJ: Então E.T. poderia não ter anticorpos para HIV?
EPE: Exatamente e um outro quebra-cabeça são os coelhos.

CJ: Sim eu ia perguntar sobre isso.
EPE: Gallo contesta que ele tinha soro de coelhos que continham anticorpos específicos para HIV. Apenas imagine por um momento a cena no laboratório de Gallo. Eles cultivaram células H9 com linfócitos de pacientes de AIDS e quando eles vieram a determinar quais proteínas na cultura deles originaram de um presumido vírus eles alcançam o alto da prateleira, e sem pensar, eles pegam uma garrafa onde diz na etiqueta "anticorpos específicos para HIV". Como eles fizeram para conseguir aqueles anticorpos? Esse foi o primeiro estudo que eles escreveram mas eles já tinham um recipiente com anticorpos de coelhos específicos para um vírus que eles estavam tentando isolar pela primeira vez.

CJ: Bem, e como ele fizeram isso?
EPE: eles dizem que preparam os anticorpos infectando repetidamente coelhos com HIV. Mas se eles estão preparando anticorpos para HIV eles teriam que injetar nesses coelhos HIV puro (30) o que novamente significa que eles deveriam já ter isolado o que eles estavam tentando fazer pela primeira vez. Não faz sentido.

CJ: Bem, se eles não injetaram HIV puro nos coelhos, então o que eles injetaram?
EPE: Na melhor das hipóteses, se eles usaram um espécime graduado que eles e todo mundo dizem ser HIV puro, a evidencia seria de que teria sido injetado algo semelhante ao que nós vemos nas fotos dos estudos Franco-alemão e do Instituto Nacional de Câncer. Agora qualquer livro de imunologia dirá a você que proteínas são as mais potentes produtoras de anticorpos disponíveis. Ainda mais se elas forem introduzidas na corrente sanguínea. Então injetando a cultura deles em coelhos mesmo usando um espécime graduado, Gallo e Popovic teriam exposto os coelhos a uma variedade de proteínas celulares. Os coelhos teriam produzido anticorpos para todas essas proteínas e quando eles adicionaram esses anticorpos de volta com o material que eles injetaram, com certeza haveriam reações. Isso é exatamente o que você espera que aconteça, mas isso não faz do material que você injetou um vírus. E muito menos em um retrovirus único.

CJ: OK, eu entendo o que você está dizendo. Seu argumento é que antes dele ter o vírus, não tinha como o Gallo saber que haviam anticorpos no paciente E.T. ou em pacientes de AIDS ou em coelhos que iriam especificamente reconhecer proteínas do HIV.
EPE: Sim. Antes dele ter o vírus não havia como saber que anticorpos para o HIV existissem de maneira alguma. Em qualquer lugar. Antes de você começar a falar de anticorpos específicos para proteínas do HIV, primeiro você tem que provar que tais proteínas são constituintes de uma partícula com forma viral que é capaz de replicar-se. E a única maneira de fazer isso é isolando a partícula e fazer tudo que eu descrevi acima. Você precisa do vírus ANTES de procurar por proteínas e anticorpos.

CJ: Bem então que droga são esse anticorpos em pacientes de AIDS que todos chamam de anticorpos pro HIV?
EPE: O que eu e meus colegas estamos argumentando todos esses anos é que não há nenhuma evidência de que são anticorpos para HIV. A única maneira de saber se são anticorpos para HIV e fazer o experimento comparando os anticorpos com o isolamento do vírus. É isso que significa ter um padrão ouro. Usar o isolamento do vírus como uma maneira totalmente independente para determinar se eles são realmente anticorpos específicos do HIV. Você pode pensar no HIV como um sentenciador. Se anticorpos específicos para um retrovirus chamado HIV existem, eles irão se revelar reagindo apenas quando o retrovirus chamado HIV está presente. Nada poderia ser mais simples. Agora, mesmo sem você perceber tem um outro problema. Deve haver anticorpos específicos para HIV, mas e se também há anticorpos não específicos também?

CJ: Eu consigo ver as pessoas ficando confusas, você poderia, por favor, explicar?
EPE: Com certeza. O problema usando anticorpos é que pode haver dois tipos de anticorpos. Um tipo é especifico, significando que ele apenas reage com o HIV e nada mais. O outro tipo é não especifico, significando que eles são anticorpos causados por outros agentes ou estímulos e com certeza eles reagem com esses agentes, mas eles também reagem com o HIV. Se você adicionar o soro de uma pessoa a algumas proteínas do HIV em cultura ou em um kit de teste e ver uma reação como você pode dizer que tipo de anticorpos esta reagindo? De fato há três possibilidades. Todos os anticorpos devem ser específicos, ou nenhum deles deve ser. Ou deve haver uma mistura. Tudo que você vê é uma reação. Algo muda de cor. Somente isso. Então como você pode dizer? Simples. Você testa para anticorpos em todos os tipos de pacientes, alguns com AIDS, outros doentes mas sem AIDS e em algumas pessoas saudáveis também. Mas no mesmo experimento também você usa o HIV como o sentenciador. Para julgar que tipo de anticorpos eles são. E se anticorpos aparecerem onde não há HIV então não existem anticorpos específicos.

CJ: E sobre o experimento para solucionar os anticorpos?
EPE: O experimento, que deveria ter sido feito muito antes dos testes de HIV terem sido introduzidos na medicina clinica, nunca foi feito. E de fato não poderia nunca ter sido feito, por que ate hoje ninguém isolou o HIV. Mas a muita evidência de pessoas que os experts aceitam não estão infectadas com o HIV, mas possuem anticorpos que reagem com o que eles dizem serem proteínas do HIV. Então eles são anticorpos não específicos para HIV e se alguns são não específicos, como saber quantos são? Por que não todos eles? Mesmo se for apenas alguns, como você pode separá-los? A resposta é você não consegue e isso significa que nenhuma pessoa pode ser diagnosticada por um exame de anticorpos. Isso significa que cientistas devem questionar a existência do HIV pelas mesmas razões que o Sloan Kettering e o Instituto Nacional de Câncer questionaram a existência do HL23V.

CJ: Então seu argumento essencialmente se resume a anticorpos do "HIV" não aparecerem por causa de serem contra o HIV mesmo todos chamando eles de anticorpos do "HIV"?
EPE: Está correto.

CJ: E sobre a prova de que HIV causa AIDS? O Gallo provou isso em 1984?
EPE: Para ser honesta em 1984 nos artigos da Science Gallo não disse de uma ligação direta. Ele disse que o HIV era a provável causa da AIDS. Mas mesmo essa conclusão é questionável. Mesmo se o Gallo tinha uma inquestionável prova de eu ele isolou um retrovirus ele somente conseguiu isolar de 26 dos 72 pacientes de AIDS. Isso é apenas 36%. E apenas 88% de 49 pacientes tinham anticorpos. E isso era na maioria usando apenas o teste ELISA considerado o menos especifico. Ninguém diagnostica infecção por HIV usando apenas um teste ELISA. E se o vírus estava presente em apenas 36% dos pacientes, por que 88% tinham anticorpos? Haviam mais pacientes com anticorpos sem o vírus que pacientes com o vírus? E não havia nenhuma prova de que HIV estava matando as células T4 ou que tendo células T4 em baixo número poderia causar todas as doenças diagnosticadas como AIDS.

CJ: A evidencia de 1984 era pouca?
EPE: Não havia nenhuma evidência. Mas dois anos mais tarde, quando o Gallo estava defendendo a acusação de que ele havia usado o vírus francês para descobrir sua própria versão do vírus, ele foi muito mais limitado em relação ao seu artigo de 1984. Ele disse que eles haviam provido evidência clara de que o HIV é a causa da AIDS. E sua opinião não foi diferente em 1993. Deixe-me ler as próprias palavras de Gallo de um documentário de TV, "The Plague".
" A forte evidência que convenceu a comunidade cientifica que esse tipo de vírus é a causa da AIDS veio de nós. A maneira apropriada de cultivação do vírus veio desse laboratório principalmente por Mika Popovic. O desenvolvimento de um teste sensível e viável com sangue. Eu não acho que temos que debater, a história fala por ela mesma.

CJ: Os problemas que você vê nos artigos do Gallo ta,bem se aplicam aos testes usados para diagnosticar pacientes infectados com HIV quando a cultura não é feita?
EPE: Você quer dizer os testes de anticorpos?

CJ: Sim.
EPE: É o mesmo exame. Você não consegue ver o que está acontecendo aqui? Os pesquisadores do HIV usaram alguns anticorpos do sangue de pacientes para convencer a eles mesmo que algumas proteínas na cultura deles são constituintes único de uma partícula que eles dizem ser um retrovirus e chamam de HIV. Essa é a primeira coisa. Mas tendo feito isso, eles se viraram e disseram, "OK, se essas proteínas são do HIV, então os anticorpos devem ser os anticorpos DO HIV". Então eles usaram a mesma e única reação química para provar o que cada reagente é quando de fato não há uma maneira de uma reação de anticorpo poder lhe dizer até o que um reagente é mesmo se você sabe o outro para começar. É por isso que você precisa de um padrão ouro estabelecido. Em relação aos testes que são feitos, a diferença nas culturas é que o sangue do paciente é misturado com proteínas extraídas de células H9 ou outras culturas celulares e colocados ou juntos em um tubo de ensaio ou separadamente em discretos pontos ao longo de uma fina tira de papel. O primeiro é o ELISA e o segundo o Western Blot. Se essas proteínas reagirem com o sangue, e no Western Blot o número e tipos de proteínas reagindo requeridas para produzir um teste positivo varia em todo o mundo e isso é um outro grande problema, então o paciente e reportado como HIV positivo.

CJ: Então os exames de anticorpos HIV são os mesmos procedimentos usados em 1984 para provar a existência do HIV em culturas de pacientes com AIDS?
EPE: E também pelos franceses em 1983. E por Gallo e seus colegas para provar a existência do HL23V na década de 70. Nosso grupo acha intrigante que qualquer cientista use anticorpos como prova de isolamento de vírus. Seria um anticorpo se juntando com uma proteína um vírus? O que você esperaria ver no microscópio eletrônico? Uma partícula com um núcleo e espículas?

CJ: Então é correto dizer que os testes de anticorpos para HIV são inúteis?
EPE: Não, eles não são inúteis. Não há duvidas que estando nos grupos de risco e tendo esses anticorpos não seja uma coisa muito boa.

CJ: Como pode ser isso?
EPE: Por que empiricamente tais pessoas tem maiores chances de desenvolver doenças que nos classificamos como AIDS (31). De fato, há evidencia publicada no The Lancet que um teste positivo também aumentam a mortalidade de doenças que não são classificadas como AIDS. Mas o que os testes não fazem, ou pelo menos não há provas que eles façam é provar infecção por HIV. Ou menos que infecção por HIV é a razão pela qual pessoas desenvolvem AIDS. Você não deve gostar que a única evidencia de que o HIV causa AIDS são esses testes. Se os testes não são provados serem para infecção por HIV, então não há nenhuma prova de que o HIV cause AIDS.(3-5, 26, 32-34)

CJ: E sobre pessoas com um teste positivo aparentemente saudáveis e que não estão em nenhum grupo de risco? Eles devem se preocupar?
EPE: Não há informações para responder essa questão e eu acredito que será impossível conseguir essa informação. Teria de haver um experimento comparando grupos de pessoas saudáveis com e sem esses anticorpos. Em outras palavras, seguir pessoas com um teste positivo por um período de anos e ver quem desenvolve AIDS e quem não desenvolve. O problema é que seria muito difícil para muitas possoas que sabem que são HIV positivo assim como seus médicos, não acreditar que cedo ou tarde eles ficarão muito doentes e morrerão de AIDS. E tais pensamentos podem grandemente afetar os resultados do experimento. Dos dois lados.

Continua...


Artigo enviado por > M.R.A.: estadsp@hotmail.com

sexta-feira, 3 de abril de 2009

96- CHÁ ALIVIA DORES MUSCULARES E DÁ ENERGIA A ATLETAS

Bebida mistura erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais

Beatriz Castro Natal (RN)

Eles resistem aos piores esforços. Provas que duram de dez horas a seis dias. São os atletas de alta performance. Saudáveis? Sim, mas com um alto desgaste para o corpo. O esforço extremo libera no corpo os radicais livres, que aceleram o envelhecimento.
“Eu já tenho 48 anos de idade. Fazendo corrida de aventura, um esporte muito desgastante, não posso me dar ao luxo de envelhecer mais ainda”, diz o dentista Vescio Barreto.

Normalmente eles usam antiinflamatórios e suplementos para evitar dores e lesões. Seria possível substituir esses medicamentos por algo mais natural? Foi justamente um grupo de atletas que exige o máximo do metabolismo que pôde testar os efeitos de um chá de especiarias em Natal, no Rio Grande do Norte.

Durante 60 dias, um grupo de dez atletas tomou o chá. Outros dez não tomaram e serviram de controle para a eficácia da pesquisa. Mas muitos deles ficaram desconfiados.

“Eu não acreditava nisso. Tive que ver para crer”, conta o administrador Karim Barreto.

A pesquisa foi desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mas o chazinho não é muito diferente daqueles caseiros: erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais. Essas especiarias foram escolhidas por combaterem o envelhecimento. São ótimos antioxidantes.

“A canela é uma das especiarias mais utilizadas no mundo inteiro. Ela tem alto poder conservante. Inclusive, na época das múmias do Egito, era usada como conservante”, lembra a cientista em alimentos Ana Vládia Moreira.

Mas os pesquisadores pensaram também no gosto quando fizeram a escolha. Queriam algo que pudesse virar uma rotina.

“Quando propomos algo importante para a saúde, para não ser algo que simplesmente tomamos sem prazer, temos que pensar também no lado sensorial. E essa mistura é bastante agradável ao paladar das pessoas”, assegura Ana Vládia Moreira.

E também é um chá simples, fácil de fazer.

“O ponto ideal [da água] é quando começa a levantar bolhinhas. Você apaga e está no ponto de colocar na xícara. Com a água pronta, colocamos o sache”, ensina Ana Vládia Moreira.

A dose diária é de uma colher de chá em uma xícara de água. Ou seja, não adianta tomar um bule de chá. O necessário mesmo é uma xícara.

A pesquisa mostrou que a maioria dos atletas teve uma redução do MDA, substância que causa lesões musculares e dores. O chá ajudou a diminuir a sensação de desgaste físico depois dos exercícios.

"Eu senti que durante os treinos longos e as corridas não tinha tanta necessidade de fazer uso de antiinflamatórios", conta a zootecnista Inês Greca.

"As dores musculares que sempre vêm depois diminuíram bastante depois desse tratamento", afirma Karim Barreto.

E se foi bom para quem se desgasta tanto, Ana Vládia Moreira diz que a mistura pode ter bons efeitos no dia-a-dia de qualquer pessoa.

“Por ter papel antioxidante e antiinflamatório, ele acaba sendo universal. Onde processos inflamatórios estão presentes, como uma simples dor de cabeça ou mesmo uma cólica, ele pode vir a ter efeitos atenuantes, principalmente preventivos se a pessoa tiver o hábito de beber”, explica a cientista de alimentos.

A nutricionista Jussele Lourenço acredita que o resultado da pesquisa pode combater um grande problema entre atletas amadores: a automedicação. Eles poderiam trocar os remédios pelo chá, que pode ser consumido como qualquer outro alimento. “Um alimento que reduza o estresse oxidativo. Muitas vezes eles vão diminuir essa inflamação com automedicação”, diz.

Para quem passa a vida por matas, estradas e rios, o resultado foi animador.

“Não há um alimento por si só capaz de reverter uma doença. Há um conjunto de fatores. Cabeça boa, corpo em movimento e uma pitadinha de sabor não fazem mal a ninguém”, finaliza Ana Vládia Moreira.

O Portal de Notícias da Globo - 27/02/09 - 22h30 - Atualizado em 02/03/09 - 13h35

domingo, 29 de março de 2009

95- Swett Chestnut, Partus Lux, Nossa Senhora do Parto

Foto da florzinha Nossa Senhora do Parto.

Essência 30: Swett Chestnut, Partus Lux, Nossa Senhora do Parto

As nossas Terapeutas Florais, utilização este poderoso floral, para CURA de depressão pós-parto, para crianças ou adultos que tiveram rejeição em suas gestações, dificuldades de gerar filhos no homem e na mulher. Também no homem, geração de um parto de uma nova consciência. Para depressões de último grau, quando a pessoa perde a vontade de realizar seus sonhos, para escuridão total da alma. Esta essência quando usada pelo "casal grávidos" a criança é gerada e nasce muito amada e desejada pelos pais. Em lares de relações conflituosas, convidamos a utilização da essência por BORRIFAÇÃO, visando a Harmonia no triângulo: Pai, Mãe e Filhos.


Gestual da flor Nossa Senhora do Parto - (Floral)

1. Lembra Nossa Senhora do Parto.

2. A florzinha depois de seca, de frente lembra o orgão reprodutor masculino e de costas o orgão reprodutor feminino.

3. A envergadura das costas de Nossa Senhora, é um convite para humildade.
4. A calda lembra um foguete da Nasa.

5. As linhas bem definidadas na flor, lembram as das mãos humanas (Que só desaparecem depois da morte).

6. A cabeça lembra um luva de box (Luta).

7. A cor vermelho e com tonalidades sutis alaranjado claro, lembra o sangue, força vital.

8. As películas muito singelas na calda da florzinha, lembram pessoas unidas, em um movimento social para o bem-comum, andando em duplas.

9. Na parte interna da florzinha, tem tipo um cordão umbilical que a liga ao galho da planta, e ela fica que nem um feto ligado a mãe pelo cordão umbilical em seu útero.

10. Na posição horizontal (é como ela se desenvolve, flori na planta). Quando colocamos a florzinha em posição vertical, para o alto, celebramos a contemplação dos aspectos Divinos, que lembram NOSSA SENHORA DO PARTO (Imagem Igreja Católica).

11. Os trasos fortes e definidos na costas da florzinha, lembram a coluna vertebral humana. (Ponto de equílibrio da Raça Humana para se locomover).
12. Se segurarmos a flozinha de cabeça para baixo, os aspectos agora de seu gestual é de uma tocha olímpica (Competição).

13. A clareza na percepção de um ser religioso, místico, usando uma manta religiosa (capa) são notados.

14. Desnudando a florzinha, observamos imediatamente um Cisnei, uma Cobra Naja, e até uma ponta de uma antiga caneta usada por Reis e Rainhas.

15. Se a abrirmos a florzinha ao meio e em seguida olharmos a florzinha de costa, perceberemos uma fantástica imgem de um Padre, levantando um Hóstia (Corpo de Cristo).

16. Uma agulha de costura, é visualizada por dentro da florzinha.

17. Uma canoa indígena também é percebida.

18. E fechando a nossa observação gestual desta fantástica florzinha, a linha interna que lembra uma agulha, lembra também um espermatozoíde (Pelíncula interna)

Enviado por: Marcelo do Brasil - Pedagogo e Pesquisador dos FLORAIS DO DR.EDWARD (100% BRASILEIRO). www.dredward.net

94- Os Remédios Florais do Dr. Bach e seu Papel no Processo da Transformação

Cartaz do Artista Plástico Al McAllister www.soubem.com
Os Remédios Florais do Dr. Bach
e seu Papel no Processo da Transformação


Falar sobre os Florais de Bach é usar a linguagem do Amor, tocando a Essência de cada Ser que busca o caminho de encontro consigo mesmo.

Edward Bach é um dos Mestres da Transformação, do Amor e da Luz. Pois, somente a força do Amor que vem da essência pode tocar outra essência.

A força do Amor é força de Criação e de Transformação, vai organizar o nosso espaço sagrado e dar o nascimento ao verdadeiro Ser dentro de nós. Ela é bipolar, une a Vida da matéria (feminino) e a Consciência Divina (masculino).

As flores são o Amor que a natureza nos doa através de suas essências. Elas podem tocar o homem pelo Amor, fazendo-o florescer em seu Coração. Elas tem o receptáculo que vem da Mãe-Terra e recebem o princípio criativo da Luz, unindo as forças do feminino e do masculino, tendo como seu produto de doação o Amor que vem através de suas essências.

O Mestre Bach encontrou uma linguagem simples, universal e pura para ensinar o processo de curar.

Ele foi o Mestre da Natureza e fez um acordo com ela, para que o homem conseguisse fazer o seu trabalho de Transformação e de preparação para a nova Era de Aquário, que trabalha o Amor Incondicional.

Ele iniciou seu trabalho em 1928, momento em que a Humanidade despertou para uma nova Consciência, a época da Era Atômica, quando nós percebemos a existência do planeta Plutão, que mobiliza a Transformação através do Fogo. Ele vai tocando em nossos pontos obscuros e fazendo com que eles se transformem em Luz, assim como o processo dos Florais de Bach, que transforma as nossas “Disposições Mentais Erradas” em “Qualidades”, como diz o Mestre Bach.

Agora, devemos retornar o trabalho de nosso mestre, com todo o aprendizado que a Humanidade teve nestes útltimos sessenta anos. Resgatar a reverência pela natureza e por cada Ser que habita a Terra, principalmente pelo Ser Interno do homem, para que ele não seja destruído junto com ela.

O homem já realizou a conquista de Terras, Mares e Espaços desconhecidos. Agora, é hora de conquistar o elemento Fogo num Processo Coletivo, através da aquisição da sua Consciência. O Fogo é o elemento da Transformação essencial no processo de Cura e do Autoconhecimento para tocarmos a nossa Essência Divina.

Cada um precisa desenvolver seu modo peculiar e uma linguagem de comunicação com seu Ser Interno, podendo ser através da Meditação, Religiosidade, Música, Artes, Ciência ou de qualquer meio que flua o Amor dentro de si. Cada um de nós que está aqui tem um papel a cumprir, precisamos descobri-lo e assumi-lo, seja ele quem for.

Lembremos o que Dr. Bach já disse:

“A vida não espera de nós sacrifícios inatingíveis, ela apenas pede que façamos nossa jornada com alegria em nosso Coração e sejamos uma benção para todos aqueles que nos rodeiam. Assim, se fizermos um mundo melhor com a nossa visita, estaremos cumprindo com a nossa Missão.”

Lembremos também que não existe o acaso, mas que todas as pessoas que passam por nosso caminho estão nos ajudando a crescer, seja isso agradável ou doloroso. Só precisamos ter a Consciência de perceber o nosso papel e o de cada um em nossa existência, com a Transformação de tudo o que não gostamos em nós ou ao nosso redor.

A maior Sabedoria da Vida é aprender a viver o PRESENTE, transformando o passado através do entendimento e abrindo o horizonte para o futuro através de um viver do nosso Eu Consciente iluminado por sua Consciência Divina em todos os passos de seu caminho.

Fonte: livro Participando da Vida com os Florais do Dr. Bach – Carmen Monari

sexta-feira, 27 de março de 2009

93- FLORAL ÂNCORA > sua importância em uma Terapia Floral levada a sério na limpeza de nossas memórias...


FLORAL ÂNCORA > sua importância em uma Terapia Floral levada a sério na limpeza de nossas memórias...


Segundo o parecer do meu amigo pedagogo e pesquisador do Floral Dr. Edward, Douglas Marcelo de Morais:

Sobre Floral Âncora, é o floral que o paciente mais necessita é o centro de 90% de seus problemas.

Descobri-lo é muito importante. E ministra-lo também o é.

Serão anos de tratamento, muito tempo mesmo de uso. Até chegar ao nível da segunda oitava da essência Âncora. Neste nível de atuação da essência floral na ALMA que compõe nossa Mente Consciente e nossa Mente Subconsciente, só é possível com muitos anos de uso da mesma essência floral, acontece algo extraordinário, sem precedentes, com este paciente que persiste e usa floral por muito tempo mesmo.

Entende-se ser o FLORAL ÂNCORA o mais importante em todo o tratamento, se longo ou curto será ministrado para o usuário dos florais.

FLORAL ÂNCORA segundo Douglas Marcelo de Morais, meu amigo pedagogo e pesquisador dos Florais do Dr. Edward, foge aos parâmetros normais da dosagem de ‘gotas estoque’, que segundo ele dentro da intuição do terapeuta pode variar de 2 a 21 gotas, o que concordo, apenas utilizo meios radiestésicos como diagnóstico para verificação.


OBSERVAÇÃO: Eu Lena, acredito e pela minha própria vivência, que em uma Terapia Floral, dando atenção ao Floral Âncora, juntamente com a prática de HO'OPONOPONO, em muito fica potencializado o processo de LIMPEZA DE MEMÓRIAS CRISTALIZADAS, deixando de incorrer "em anos de tratamento" como observa o meu amigo Marcelo.
***

Este é um e-mail que enviei ao Marcelo e que ele postou na rede Ning de TERAPEUTAS FLORAIS administrada por ele e que eu participo, assim como outros terapeutas:

Olá Marcelo! Com muito prazer gostaria de opinar e até passar minhas próprias vivências sobre o FLORAL ÂNCORA.

Eu não fiz nenhum curso sobre a metodologia do Dr. Bach, sou apenas autodidata... Fiz, muitos outros cursos com sintonizados de outros sistemas florais, com o Dr. Breno dos “Florais de Minas”, Sabina Petit dos “Florais do Pacífico”, com Cynthia Kemp dos “Florais do Deserto do Arizona” e ainda com o Dr. Jorge Raff dos “Florais de Raff”, com quem eu fiz docência.... E utilizei uma série de outros deles, tais como os da Califórnia, Saint Germain, Devas (aquele francês, não me recordo se é este o nome) e também os Australianos.

Voltando ao assunto em pauta... Eu nunca nem tinha ouvido falar sobre floral Nutridor ou Âncora, mas eu intuí há muito tempo baseado em parcos conhecimentos sobre homeopatia, sobre um “floral de fundo”, este foi o nome que dei por falta de outro melhor... poucos anos depois ao estudar uma ferramenta muito preciosa de meu ponto de vista, sabedoria que vem dos sufis, em relação aos Nove Tipos de Personalidades básicos da humanidade e a fixação do ego de cada uma delas, vi uma correlação precisa em relação ao floral que dei o nome de “fundo”. Porém, não levei avanti a questão, embora por várias vezes tenha saído em minhas fórmulas pessoas o meu floral de fundo...
Embora eu tenha ficado liberta de toda a somatização que se apresentava em mim já há alguns anos, conseqüências de meus padrões emocionais, jamais deixei de tomar florais e sempre visando a integração de todos os componentes de minha Identidade Própria (termo este usado em um processo de cura havaiano > Ho’oponopono), com foco em memórias subconsciente, fatores de crenças/condicionamentos/bloqueios, resumidamente, memórias que se repetem e que compartilho com tudo e todos... Portanto, faço trabalhos comigo de aprofundamento no sentindo de cancelamento das mesmas.

Venho praticando um outro processo, conjuntamente a toda essa limpeza que mencionei acima e me sentindo com sensações estranhas, o que pode ser muito leve, porém sou extremamente sensível a qualquer mudança... Percebo que havia sentimentos bloqueados me levando a uma catarse... Como utilizo o método de diagnóstico radiestésico, busquei o que estava por trás dos sintomas e qual não foi minha surpresa que me deparo exatamente com meu “Floral de Fundo” ou Nutridor/Ãncora... Abrindo um parênteses... Alem, de nunca ter ouvido falar, tampouco sabia sobre a quantidade de gotas (de 2 a 21) como você menciona, mas também já era algo que eu fazia intuitivamente, portanto adorei quando li seu texto...

Bem, procurei saber a quantidade de gotas que eu teria que colocar em meu vidrinho e saíram 9 gotas... Logo após a primeira tomada me senti liberta de toda tensão e ansiedade que vinha sendo gerada pelo processo, onde eu estava e estou mexendo em crenças cristalizadas, continuei muito bem até o dia seguinte até começar a parecer um leve desconforto novamente e eu ao consultar, sai para eu toma-lo de hora em hora por dois dias... Nada além da “mexida na ferida” e certamente as memórias resistentes se manifestando em outra catarse, ou “crise de cura”...

Após os dois dias passei a dosagem normal de 4 gotas quatro vezes ao dia, sentindo-me leve e serena para continuar aquilo que considero a nossa maior luta/batalha, ou seja do eu em direção ao Eu, sem expectativas de resultados em termos de tempo pois, aprendi que nada sabemos e tudo o que devemos nos ater é utilizar essas preciosidades que temos a dádiva e benção de conhecer... Querer, ousar e pedir pela limpeza dessas memórias, para que possamos ficar libertos de nossas próprias prisões e deixar que a Divindade dentro de cada um de nós continue nos guiando!

Sinta-se abraçado com uma guirlanda de flores...rss
Lena

***
Abaixo, o Marcelo por gostar muito de música erudita, faz uma analogia muito boa em relação as freqüências da Segunda Oitava (nota musical) e o Floral Âncora.

SEGUNDA OITAVA FLORAL

A terminologia OITAVA vem da música erudita. O nome OITAVA, tem a ver com a seqüência musical onde são usadas perfeitamente as OITO notas músicas. Oito notas? UAI, não são só 7 notas? São 8 por que se repete no final o dó, ai a seqüência fica assim: DÓ RÉ MI FÁ SOL LÁ SI DÓ . Neste sentido temos uma OITAVA. Levando para o campo de estudos sobre florais, há anos, experimento em mim mesmo, uma mesma essência, para sentir no profundo de minha ALMA o PODER de sua energia, devido ao muito tempo de uso, ocorre um desdobramento energético do floral, algo sem precedentes na ALMA do usuário. Por isto, recorri a música para tentar, exemplificar um pouco, está fantástica experiência de crescimento interno com o auxílio do FLORAL. Que infelizmente não é comum entre as pessoas, devido a falta de persistência contínua no uso dos FLORAIS por um longo período de tempo em sua vidas. Quando a energia vibracional floral é enviada para a ALMA, por um longo período de tempo, com uma certa continuidade, o nível, a escala de ação é ampliada, daí a denominação SEGUNDA OITAVA FLORAL, o nome já indica o dobro do PODER de uma OITAVA musical que já muito perfeito, harmônico e forte.
Prometo com o tempo voltar ao assunto.

Pedagogo e Pesquisador dos FLORAIS DO DR.EDWARD (100% BRASILEIRO).
www.dredward.net
***

Minha percepções nas consultas que faço em relação ao Floral Âncora:

Adorei a explicação e analogia que o Marcelo fez em relação as oitavas na freqüência do Floral Âncora e também sinto em mim essa poderosa energia! Está aí um assunto fantástico e que eu particularmente me interesso muito, estou tomando a minha Essência Floral Âncora e estou decidida a chegar na SEGUNDA OITAVA... Algo que reparei ao tirar o Floral Âncora para pessoas que estão iniciando em Terapia Floral, ou que somente se submetem a ela de vez em quando é que o pêndulo determina as duas gotas do estoque (padrão normal), provavelmente por não estarem ainda ‘prontas’ para receberem uma carga energética mais forte talvez, afinal eu tomo florais ininterruptamente há 17 anos...

CONTATO:
Lena Rodriguez - Terapeuta
TERAPIA VIBRACIONAL
E-mail: liberdadedeser@gmail.com

92- AS PROPRIEDADES DA SEMENTE DO GIRASSOL !!


AS PROPRIEDADES DA SEMENTE DO GIRASSOL !!

Semente de Girassol


Os campos onde ela é plantada são reconhecidos à distância devido ao amarelo vivo de sua flor.

Mas não é só pela beleza que o girassol se tornou importante.

Sua semente é rica em nutrientes e oferece bem-estar e saúde.

Origem -

Arqueólogos afirmam que seu cultivo teve início no ano de 3.000 a.C., onde hoje se localizam os Estados do Arizona e do Novo México (EUA).

No dia-a-dia, os indígenas da região aproveitavam praticamente todas as partes dessa flor.

Das sementes, eles obtinham uma farinha rica em fibras e proteína e um óleo para tratar os cabelos, o caule fornecia fibras têxteis, as folhas eram utilizadas como alimento para os animais e de suas flores eles extraíam um tipo de corante.

Acredita-se que o girassol chegou na Europa no século XIV, levado pelos espanhóis para servir como planta ornamentária.

Mas foi na Rússia, no século XVIII, que se popularizou devido à adaptabilidade e resistência ao clima temperado das estepes do leste europeu.

A partir de 1830, o país começou a produzir o óleo de girassol em larga escala e hoje é o maior produtor mundial, à frente da Argentina e dos EUA.

Suas plantações ocupam cerca de 20 milhões de hectares ao redor do mundo e suas flores ficam mais bonitas sob temperaturas entre 18 e 30°C.

Propriedades nutricionais -

O óleo de girassol refinado vem ganhando a preferência dos consumidores graças aos baixos índices de gordura saturada, grande vilã das doenças cardíacas.

Sem ser refinado, ele é utilizado na fabricação de sabonetes e velas.

A semente contém gordura poliinsaturada (gordura de boa qualidade) vitaminas do complexo B, E, minerais, como fósforo, potássio, ferro, zinco e magnésio.

Em 100 gramas são encontrados 30 gramas de fibras, 20 de proteínas e 120 mg de cálcio.

Porém, além de muito nutritiva, a semente também é calórica: uma porção de 10 gramas contém 60 Kcal.

Propriedades medicinais -

Na medicina natural, suas flores e folhas são usadas para acelerar o processo de cicatrização de feridas e machucados, além de combater doenças da garganta e pulmonares.

As sementes, ricas em ômega-6 previnem problemas cardíacos e são recomendadas para o tratamento de esclerose múltipla.

Já o óleo do girassol é a base de uma terapia que promete aliviar dores de cabeça, bronquite, tromboses, artroses, eczemas, úlcera de estômago, problemas intestinais, cardíacos e renais.

Segundo o fitoterapeuta Luiz Carlos Costa Sequeira, que mantém um site a respeito de terapias alternativas (ahau.org), a terapia do óleo de girassol foi elaborada por um médico bacteriologista ucraniano, Dr. Karach, e divulgada em 1991.

A técnica consiste em realizar bochechos, de 15 a 20 minutos, com o óleo vegetal obtido por meio de compressão a frio.

"Ao colocarmos o óleo na boca ele é grosso, mas conforme vamos bochechando-o, ela vai se tornando cada vez mais fluído e branco.

É nesse momento então, que devemos cuspi-lo",
informa Sequeira, que recomenda o uso de no mínimo uma colher de chá e no máximo, uma colher de sopa, de preferência antes do café da manhã.

Curiosidades -

Pertencente à família das Compostas (Asteráceas), o girassol possui 920 gêneros e mais de 19.000 espécies.
Nos EUA, a flor é símbolo oficial do Kansas onde ela cobre grande parte das planícies do estado.
Entre os incas, representava o terreno do sol e seu formato servia de modelo para as jóias de ouro confeccionadas por esse povo.
Hoje, mais de 90% de sua produção mundial destinam-se à produção de óleo, somente 10% é utilizado como alimento.


Fonte: Revista dos Vegetarianos
E eu peguei de uma das redes que participo, Anjos de Luz, postado pela Alice: http://anjodeluz.ning.com/group/curanatural/forum/topic/show?id=867289%3ATopic%3A214478&xgs=1

sábado, 14 de março de 2009

91- ALUMÍNIO: ÚTIL E MORTAL

Dr. Sérgio Teixeira

Difícil abandoná-lo completamente!

Se seu cabelo está caindo, desconfie do alumínio...

Este metal, quando em excesso no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo e vai sufocar a raiz dos cabelos.

Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não eliminar a causa, vai perder muito cabelo.

Muitas vezes, a queda de cabelos vem acompanhada de dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com as pernas cruzadas, por exemplo).

Além dos seus cabelos, todo o seu organismo está sendo prejudicado: o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo a osteoporose.

Esse cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais... E também vai para dentro das suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebrais (trombose) e genitais (frigidez e impotência).

Para o Dr. Mauro Tarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligoelementos na fisiologia e na patologia, está bem claro o papel do alumínio nas doenças da infância. Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina, são muitos: anemia microcítica hipocrômica refratária ao tratamento com ferro, alterações ósseas e renais, anorexia e até psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação.

Atualmente se utiliza a biorressonância para avaliar o nível do alumínio e outros metais. O método é muito menos dispendioso, podendo ser utilizado no consultório ou na casa do paciente.

E de onde vem o alumínio para o organismo? Das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo.

Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas devido à proibição do governo italiano. É que as panelas de alumínio contaminam a comida intensamente. Para você ter uma idéia: pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido.

Isso só ao preparar a comida. Se a comida ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar.

Viu por que vale a pena trocar de panelas? Mas não é só.

Sabe as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje tão difundidas no Brasil? Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou que elas não são fabricadas de acordo com os padrões internacionais. Em conseqüência, seu refrigerante predileto pode conter quase 600 vezes mais alumínio do que se estivesse na garrafa.

E, além do alumínio, foram demonstrados pelo mesmo estudo mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde nessas latinhas, como o manganês, que causa o mal de Parkinson, o cádmio, que causa psicoses, o chumbo, que é tão encontrado no organismo de muitos assassinos, e outros. Que tal?

Prefira as garrafas, tá?

Descoberto em 1809, o alumínio é um metal muito leve (só é mais pesado do que o magnésio) e já foi muito caro. Naquela época, Napoleão III, imperador da França, pagou 150 mil libras esterlinas por um jogo de talheres de alumínio.

Esse metal tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas.

Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem. Nestes, pode causar paralisia dos membros posteriores, o que leva ao sacrifício precoce dos animais.

Em suma, o alumínio é muito útil... porém mortal.


90- TERAPIA FLORAL - E-THERAPY VIBRACIONAL

Cartaz do artista plástico Al McAllister www.soubem.com
Dr. Edward Bach - (1886-1936)
"A vida não nos exige sacrifícios inimagináveis; pede-nos para que façamos a jornada com alegria no coração e que sejamos uma benção a quantos nos rodeiam, de forma que se deixarmos o mundo um pouquinho melhor do que era antes da nossa visita, teremos feito o nosso trabalho"
TERAPIA FLORAL - E-THERAPY VIBRACIONAL
TERAPIA FLORAL


Terapia Floral a distância, tão eficaz quanto uma consulta presencial. Comecei com este tipo de terapia por e-mail, através de um testemunho e Radiestesia Clínica, há alguns anos atrás com amigos e parentes, problemas respiratórios aqui, dor em algum lugar, ou era o cachorro de um com convulsão, ou problemas de rins na gatinha da amiga... Enfim, lá vinha sempre as respostas de melhoras ou que o sintoma havia desaparecido... Diante disto, foi-me sugerido que eu fizesse em uma escala maior, podendo abranger um maior número de pessoas que necessitava.

Procuramos ajuda quando temos sintomas que demonstram que algo anda em desordem em nossas vidas em seus vários aspectos: físico, emocional, mental, espiritual. Vamos em busca de ajuda para diminuir nosso sofrimento. Através de Métodos Vibracionais, podemos equilibrar nossa energia, descobrindo a origem de nossos bloqueios, causadores de desequilíbrios de toda ordem, pois somos um complexo energético e não somente um conjunto de órgãos.

***

Podemos nos beneficiar da terapia floral em todos os momentos e circunstâncias, durante toda a nossa vida.

Não havendo restrições quanto ao tempo de uso dos florais.

As Essências Florais são indicadas para os mais variados distúrbios mentais, emocionais e comportamentais.

Existem essências florais para levar a pessoa ao equilíbrio em diversas situações, exemplificando algumas situações:

* carência afetiva
* ciúmes, mágoas
* baixa auto-estima
* sentimento de inferioridade
* narcisismo
*dificuldades de relacionamento
* autoritarismo,
* dificuldade de aprendizagem
* pessimismo,
* ruminação mental
* indecisões,
* pesadelos,
* medos diversos
* descontrole emocional
* impulsividade
* letargia
* impaciência, etc, etc, etc...

Como diz o Dr Bach, não existem doenças, existem doentes... (padrões mentais/emocionais=memórias no subconsciente).

A ação dos Florais agem equilibrando os pensamentos e as emoções e, em conseqüência disso, seus efeitos se tornam visíveis em um nível comportamental.

Trata-se de um efeito que se mostra gradativamente. Em razão da sua atuação nos corpos mais sutis (mental e emocional). Prevenindo, excelentemente distúrbios que poderiam se somatizar, resultando nas mais variadas patologias.

Age em nosso potencial essencial, acionam poder de auto-cura que está em nós, assim manifestando nossas virtudes.

Não é necessário acreditar nos florais para que seus efeitos se manifeste, tudo o que precisamos é ingeri-los, quando utilizamos em crianças, animais e em vários estados mentais onde a pessoa se encontra fora de si, os resultados são sempre espantosos!

O QUE É DIGNOSTICADO e ATUAÇÃO?

-ESSÊNCIA FLORAL > nível vibracional: hiper sutil - foco de atuação: Alma (corpo espiritual) e Psique (corpo mental e emocional) - ressonâncias: todos os corpos do indivíduo - composição: essências florais puras;

ESSÊNCIAS MUSICAIS DE BACH > Após a ingestão da essência musical, a alma ‘contempla e absorve’ internamente esta ‘obra de audição’ em toda a sua fluidez arquetípica. Uma grande celebração musical envolve cada átomo físico e sutil que compõe o nosso ser, impregnando os com os elementos vibracionais da mais elevada esfera espiritual. AÇÃO ESPERADA: Mosaicos vibracionais acústicos podem ser armazenados na água com um arranjo apropriado de materiais e métodos. A música pode potencialmente ‘pintar’ ou ‘esculpir’ uma ‘paisagem sonora’ na água, criando uma essência musical. E esta ‘paisagem sonora’ pode ser retransmitida ao ser humano ou a qualquer outro ser vivo, mediante o uso interno da essência musical, de modo semelhante ao que ocorre com a terapia floral ou com a homeopatia em alta diluição.

-ELIXIR DE CRISTAL > nível vibracional: sutil + físico;

-SAIS MINERAIS > nível: sutil + corpo físico;

-FITOFLORAIS > nível vibracional: hiper sutil + etérico comportamental + etérico orgânico-sistêmico; foco de atuação: Corpo etérico e sistemas orgânicos - ressonâncias: Corpo físico, mas alguns deles produzem repercussões especiais no corpo etérico-comportamental - ressonâncias especiais: ênfase no corpo etérico-comportamental para alguns dos produtos (Serenium, Victris-H, Victris-M, etc) - composição: essências florais + tinturas fitoterápicas organoativas (ação preponderante sobre os órgãos vitais ou sistemas de órgãos);

-FITOESSÊNCIAS > nível vibracional: hiper sutil + etérico comportamental - foco de atuação: Psique (corpo mental e emocional) - ressonâncias: todos os corpos do indivíduo, porém com ênfase comportamental - composição: essências florais + tinturas fitoterápicas psicognitivas (ação preponderante sobre o SNC).

MÉTODO DE DIAGNÓSTICO

Em meu trabalho de Terapia Floral On-Line - E-Therapy, utilizo como método de diagnóstico a Radiestesia Clínica, técnica de medição do campo energético de um ser vivo, de um objeto inanimado ou mesmo de um ambiente. Pode-se medir a qualidade e a quantidade da energia. O instrumento que utilizo é um pêndulo. Através dessa medição tenho condições de saber com precisão a origem do mal estar físico e emocional da pessoa.

Em minhas consultas à distância, além do pêndulo para diagnosticar, utilizo um testemunho da pessoa a ser consultada, ou seja; seu nome completo e data de nascimento. A conexão se faz com o inconsciente do operador, no caso, o Terapeuta e o inconsciente do paciente, através de seu testemunho, independente da distância.

-Radiestesia Clínica > (Pêndulo)

-Nome completo e Data de Nascimento (Testemunho)

-Queixa do consultante

***

AVALIAÇÃO POR RADIESTESIA CLÍNICA

Meu método é fundamento em vibrações de ondas no campo vibracional do ser, pois, o ser humano, como tudo a nossa volta são compostos por átomos, e o ser é um complexo energético.

O trabalho à distância se torna preciso e eficaz, pois o campo energético é representado por energia composta de átomos, vibra e emite ondas de vibração. Com um instrumento radiestésico, no caso, pêndulo, posso captar estas ondas mesmo à distância, pois estas ondas não possuem barreiras geográficas para serem emitidas ou captadas.

Utilizo um testemunho representativo da energia da pessoa, seu nome completo e data de nascimento, através deste testemunho podemos ter a energia da pessoa em sintonia com nosso neurotransmissores que impulsionam os movimentos condicionados do pêndulo para indicação de foco de energia. Utilizo esse tipo de diagnóstico para a saúde do ser humano e animal, visando seu retorno ao equilíbrio.

Radiestesia é uma ciência que se utiliza de instrumentos para detecção de vibrações de freqüência de ondas de ressonância.

Cientificamente comprovado que todos os corpos emitem vibrações, energias na forma de ondas, que nos rodeiam o tempo todo e estimulam de forma contínua o nosso sistema nervoso. Quando entramos em sintonia com as ondas externas, nosso cérebro as capta e manda a informação para nosso inconsciente e esse emite ondas internas através da sensibilidade neuromuscular, provocando reações em forma de movimentos nos instrumentos radiestésicos utilizados, no caso o pêndulo que funciona como amplificador, e a partir de determinados movimentos nos fornece respostas claras e objetivas a questões de qualquer natureza.

Radiestesia se trata de uma ciência, técnica muito antiga, não é um processo mágico e sim uma habilidade que qualquer pessoa pode adquirir, para mim e para um grande grupo de profissionais é simplesmente uma técnica científica com fundamentos na já desmitificada energia quântica.

PROCESSO TERAPÊUTICO

Somos um complexo energético onde tudo se interliga



Dois dos sistemas medicinais mais antigos de que se tem registro consideravam o ser humano de maneira decididamente holística que incluía Corpo Físico, Mente, Emoções e Espírito. Um destes sistemas é a tradição Ayurvédica, que remonta ao século V AC., na Índia. O outro, é o sistema da MTC-Medicina Tradicional Chinesa, que data do século III AC. Ambos mapeavam os caminhos de energia do corpo humano e acessava esses caminhos pata efetuar a cura.

A MTC, descreve quatorze canais energéticos principais, através dos quais a energia (Ki), circula para todas as partes do Corpo/Mente. O Ki parte da não-forma para a forma e circula através da tensão dinâmica criada pela polaridade Yin e Yang.

Uma das maneiras através dos quais os três primeiros Corpos de Energia se comunicam entre si e com o Espírito é via Chacras. Chacras são centros de energia, descritas pelos clarividentes como rodas giratórias de luz ao longo da linha mediana do corpo, mas imediatamente fora do corpo físico. A identificação dos Chacras tem origem na tradição Ayurvédica, onde o trabalho com esta energia não é somente um caminho para o desenvolvimento espiritual, mas também um meio de manter a saúde. Acredita-se que a força vital (Ki) entra via Chacra Coronário, no alto da cabeça e se dispersa em amplo espectro de cores a medida que vai ativando os outros seis Chacras e seus órgão físicos correspondentes.

Pensamentos e sentimentos resultam de ações anteriores ao que sentimos no físico. Entramos em desequilíbrio, manifestação de alguma doença, que pode ser emocional, mental, física ou espiritual. O ser humano em desequilíbrio possui um campo vibracional com bloqueios e estes bloqueios por si só não se desbloqueiam, pois os processos, que levam a este estado, estão além de nossos pensamentos, além de nossos sentimentos, além de nosso poder físico de resolver fatos mal resolvidos.

Com processos metafísicos, além do físico o terapeuta consegue checar os aspectos que bloqueiam o campo energético do ser. Tais aspectos, muitas vezes, são imperceptíveis pelo ser humano, pois o envolvimento mental e emocional nas situações que o cercam os tornam vítimas de seus próprios processos de desequilíbrio não permitindo que dissolvam por si só focos bloqueados de energia nos pensamentos e sentimentos de onde partem todas as nossas enfermidades.

O terapeuta em Radiestesia Clínica, através de instrumento radiestésico (pêndulo), tem como foco energético das situações circundantes que estão por trás da manifestação em algum dos corpos.

Por Lena Rodriguez

AS SETE EMOÇÕES NEGATIVAS DA MEDICINA CHINESA

As sete emoções básicas relacionadas às funções orgânicas são a raiva, alegria, preocupação, pensamento obsessivo, tristeza, medo e choque (pavor). Apesar da conexão mente/corpo ter sido reconhecida relativamente há pouco tempo na medicina ocidental, a interação das emoções com o corpo físico é um aspecto essencial na Medicina Tradicional Chinesa.

Cada órgão corresponde a uma emoção e o desequilíbrio dessa emoção pode afetar a função do órgão. Por exemplo, a raiva prolongada pode levar a um desequilíbrio no fígado. Ao mesmo tempo, desequilíbrios no fígado podem produzir sintomas de raiva que geralmente levam a um ciclo auto-perpetuador.

Ao discutirmos o aspecto emocional do processo da doença, é importante lembrar que é normal sentirmos a gama completa das emoções. Uma fonte de desequilíbrio surge somente quando uma emoção em particular é vivenciada por um período prolongado de tempo ou com uma intensidade específica.

Certamente é importante que uma pessoa com problemas emocionais sérios recorra à ajuda profissional de um psicoterapeuta. Mas, mesmo nesses casos, a terapia é mais eficaz quando o desequilíbrio do órgão correspondente é ajustado. A acupuntura é especialmente eficaz no tratamento de desordens emocionais. Mesmo quando ela não é completamente eficaz no tratamento de distúrbios físicos, quase sempre ela proporciona um estado de paz emocional.

Raiva
Está associada ao fígado. Por sua natureza, a raiva causa o aumento do qi, o que provoca rosto e olhos avermelhados, dores de cabeça e vertigens. Isso coincide com o padrão de aumento do chamado fogo do fígado. A raiva também pode fazer o qi do fígado “atacar o baço”, produzindo falta de apetite, indigestão e diarréia, geralmente isso ocorre com pessoas que discutem na mesa de refeições ou comem enquanto dirigem.

Numa visão mais a longo prazo, a raiva ou frustração reprimida normalmente causa a estagnação do qi e isso pode resultar em depressão ou desordens menstruais. É interessante notar que as pessoas que ingerem ervas para liberar o qi estagnado do fígado normalmente experimentam surtos de raiva quando a estagnação é liberada. A raiva passa quando o equilíbrio é restaurado. Da mesma forma, geralmente a raiva e a irritabilidade são os fatores determinantes no diagnóstico da estagnação do qi do fígado.

Muitas pessoas ficam aliviadas ao saber que sua raiva tem um fundo fisiológico. É essencial evitar ingerir café durante o tratamento de desordens do fígado relacionadas à raiva, pois o café aquece o fígado e intensifica muita a condição desfavorável.

Alegria
A emoção da alegria está ligada ao coração. Uma desordem relacionada à alegria pode parecer estranha, já que a maioria das pessoas deseja o máximo de alegria em suas vidas. As desordens dessa emoção não são causadas pela felicidade. O desequilíbrio surge quando entusiasmo ou estímulos excessivos ocorrem ou boas notícias súbitas chegam como um choque para o sistema.

Ao avaliar os níveis de estresse, os psicólogos verificam todas as fontes de estresse: positivas e negativas. É claro que a morte de um cônjuge ou a perda de um emprego é uma fonte significante de estresse. Porém, um casamento ou promoção no emprego, ainda que seja uma ocasião feliz, também é uma fonte de estresse.

Uma pessoa que está constantemente saindo, freqüentando festas e vivendo uma vida de excessos, pode acabar desenvolvendo desequilíbrios do coração como palpitações, ansiedade e insônia. Uma pessoa com desequilíbrios no coração também pode demonstrar sintomas emocionais, já que o coração é o lar do espírito (shen). Uma pessoa com sérios distúrbios no shen do coração pode ser vista conversando alegremente consigo mesma e tendo surtos de gargalhadas.

Tal comportamento resulta da incapacidade do órgão do coração em proporcionar um local de descanso estável para o espírito. Esse tipo de desequilíbrio é tratado com acupuntura ao longo do meridiano do coração. Os tratamentos herbários consistem em fórmulas que nutrem o sangue do coração ou yin. Se o fogo do coração perturba o espírito, ervas que limpam o calor do coração são usadas.

Preocupação
A preocupação, uma emoção muito comum em nossa sociedade repleta de estresses, pode esgotar a energia do baço. Isso pode causar distúrbios digestivos e acabar levando à fadiga crônica: um baço enfraquecido não pode transformar o alimento em qi de maneira eficaz e também os pulmões são incapazes de extrair o qi do ar eficientemente.

Uma pessoa que se preocupa muito “transporta o peso do mundo sobre seus ombros”, e uma palavra que descreve muito bem como uma pessoa se sente quando o qi de seu baço está fraco é depressão. O tratamento inclui moxa e ervas que fortificam o baço, o que proporciona à pessoa energia para lidar com os problemas da vida em vez de vivenciá-los.

Pensamento obsessivo
Pensar excessivamente ou obsessivamente sobre um assunto também pode esgotar o baço, o que causa a sua estagnação. Uma pessoa com essa condição pode exibir sintomas como falta de apetite, esquecimento de se alimentar e inchaço após comer.

Com o tempo, a pessoa pode desenvolver uma complexão pálida devido à deficiência de qi do baço. Eventualmente, isso pode afetar o coração, fazendo a pessoa sonhar com os mesmos assuntos à noite. Geralmente os estudantes são afetados por esse desequilíbrio. O tratamento padrão é usar ervas que tonifiquem o sangue do coração e o qi do baço.

Tristeza
A tristeza ou pesar afeta os pulmões, produzindo fatiga, falta de ar, choro ou depressão. O tratamento dessa condição envolve acupuntura para os pontos ao longo dos meridianos do pulmão e rim. Normalmente, fórmulas herbárias são usadas para tonificar o qi ou yin dos pulmões.

Medo
A emoção do medo está relacionada com os rins. Essa ligação pode ser prontamente percebida quando o medo extremo faz uma pessoa urinar incontrolavelmente. Nas crianças isso também se manifesta quando elas urinam na cama, o que os psicólogos associaram com insegurança e ansiedade.

A ansiedade prolongada devido às preocupações com o futuro pode esgotar o yin, yang e qi dos rins, o que pode eventualmente levar à fraqueza crônica. O tratamento envolve tonificar os rins com tônicos yin ou yang, dependendo dos sintomas particulares.

Choque (pavor)
O choque é especialmente debilitante para os rins e o coração. A reação “lutar ou fugir” causa uma liberação excessiva de adrenalina das glândulas adrenais ou supra-renais, que se localizam sobre os rins. Isso faz o coração responder com palpitações, ansiedade e insônia.

O estresse crônico oriundo do choque pode ser muito debilitante para o sistema inteiro, causando uma ampla gama de problemas. O choque severo pode ter um efeito duradouro sobre o shen do coração, como fica evidente em vítimas da síndrome do estresse pós-traumático. O tratamento envolve psicoterapia, ervas que acalmam o espírito e nutrem o coração e rins, e tratamentos regulares de acupuntura.


- Fonte: How Stuff Works - http://zephyrus.blog.br/2008/02/as-sete-emocoes-negativas-da-medicina-chinesa/

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“Um funcionamento inadequado da psique pode causar tremendos prejuízos ao corpo, da mesma forma que, inversamente, um sofrimento corporal pode afetar a psique; pois a psique e o corpo não estão separados, mas são animados por uma mesma vida. Assim sendo, é rara à doença corporal que não revele complicações psíquicas, mesmo quando não seja psiquicamente causada.” (Jung)


CONTATO PARA O PROCEDIMENTO DE CONSULTA:
Lena Rodriguez - Terapeuta Vibracional
E-mail: liberdadedeser@gmail.com

89- ESCOLHA O MELHOR E DESCARTE O RESTO



Vernon Coleman é o autor médico da Grã-Bretanha, mundialmente conhecido pela defesa dos animais e pela sua franqueza na denúncia dos males da medicina atual. Durante muitos anos, publicou um jornal, o European Medical Journal , que depois incorporou ao seu informativo, Vernon Coleman´s Newsletter, divulgando estratégias físicas, mentais e espirituais para uma vida mais feliz, saudável e harmoniosa.


Não há dúvida de que um enfoque “holístico” nos cuidados médicos é excelente para os pacientes. Muita gente pensa que essa palavra é outro termo para “alternativo” ou “complementar”.

Não é. Quando seguida adequadamente, significa que cada doença pode ser tratada através de uma abordagem “escolha” e “misture”, ou seja, escolhendo os aspectos da medicina convencional e da medicina alternativa com maior chance de serem eficazes e causarem menos efeitos colaterais - tratando e observando atentamente a todos os aspectos individuais do paciente. Em suma, a palavra “holística” foi criada para designar uma atitude. Uma atitude que tanto pode ser seguida pelo médico de formação ortodoxa como por um médico alternativo.

No caso de muitas doenças, não adianta tratar o que está errado com o corpo se não tratar também o que está errado com a mente. Acho incrível que um médico moderno cuide do corpo de um paciente que sofre de hipertensão, distúrbios intestinais ou asma e ignore sua mente, quando já está mais do que provado que, no caso de muitas doenças, os sintomas físicos são produzidos por algum tipo de distúrbio mental. Da mesma forma, é estranho e até mesmo não científico, que um osteopata trate a coluna de um paciente ignorando sua mente.

Infelizmente, a maioria dos médicos aprende pouco sobre medicina alternativa ou complementar. E muitos terapeutas alternativos nunca tiveram um ensino eficiente sobre anatomia e fisiologia humanas.

O resultado é que os cuidados de saúde continuam divididos em duas áreas: ortodoxa e não ortodoxa. Poucos profissionais de qualquer uma dessas áreas aprenderam o suficiente sobre todos os aspectos da medicina para serem capazes de oferecer conselhos realmente holísticos — oferecendo aos doentes o melhor de todos os mundos.

As vantagens de uma abordagem verdadeiramente holística são imensas, não só porque a medicina holística oferece a oportunidade de aproveitar o melhor e evitar o pior, como também porque tipos diferentes de tratamento podem — quando usados em conjunto — ter um efeito ainda maior. O enfoque genuinamente holístico pode empregar um medicamento moderno, uma técnica de relaxamento e um tipo de massagem para tratar um único conjunto de sintomas. Seria lindo imaginar que todos pudessem encontrar um clínico holístico para os orientar. Mas não se anime.

As chances são iguais a encontrar petróleo ao cavar sua horta.

PRATICANTES DA MEDICINA ALTERNATIVA NÃO SÃO SEMPRE A MELHOR ESCOLHA

Talvez você pense que seria melhor recorrer a um terapeuta alternativo. Tenho receio que ficaria desapontado. Muitos desses profissionais são, em sua área, tão arrogantes e intelectualmente isolados quanto os médicos que foram ensinados a receitar comprimidos.

Muito acupunturista, homeopata, fitoterapeuta e outros afirmam que oferecem a seus pacientes uma medicina holística quando, na verdade, não oferecem nada disso. Por mais bem treinado que seja, o terapeuta alternativo que se dedica a uma única especialidade não é holístico.

Quantos acupunturistas, fitoterapeutas e naturopatas vão admitir que, às vezes, o tratamento mais adequado é aquele oferecido por médicos convencionais e hospitais?

Não creio que muitos pacientes venham a receber tratamento realmente holístico de seus profissionais — sejam eles convencionais ou alternativos. A maioria dos programas de formação são concebidos para formar especialistas. Escolas de medicina formam ministradores de medicamentos e cirurgiões e as escolas de acupuntura formam acupunturistas. E não há muitos profissionais da saúde com tempo e disposição para estudar outras especialidades.


Vernon Coleman - "Seu corpo sabe", quem quiser pode baixar gratuitamente direto pelo do link: http://www.taps.org.br/pdf/seucorposabe.pdf

VEJA O TÓPICO >>> A MEDICINA FAZ MAL À SAÚDE: http://terapiafloralon-line.blogspot.com/2009/03/88-medicina-faz-mal-saude.html

sexta-feira, 13 de março de 2009

88- MEDICINA FAZ MAL À SAÚDE

MEDICINA FAZ MAL À SAÚDE

Por Sérgio Gwercman

"Os médicos estão entre as três maiores causas de morte atualmente"


Um selo colado na testa advertindo sobre os perigos que podem causar à saúde. Se dependesse do inglês Vernon Coleman, esse seria o uniforme ideal dos médicos. Dono de um diploma em medicina e um doutorado em ciências, Coleman abandonou a carreira após dez anos de trabalho para ganhar a vida escrevendo livros com títulos sugestivos do tipo Como Impedir o seu Médico de o Matar.

Autor de 95 livros, o inglês é um auto-intitulado defensor dos direitos dos pacientes. Em seus textos, publicados nos principais jornais do Reino Unido, costuma atacar a indústria farmacêutica – para ele, a grande financiadora da decadência – e, principalmente, os médicos que recusam tratamentos que excluam a utilização de remédios e cirurgias. Dono de opiniões polêmicas, Coleman ainda afirma que 90% das doenças poderiam ser curadas sem a ajuda de qualquer droga e que quanto mais a tecnologia se desenvolve, pior fica a qualidade dos diagnósticos.


Como um médico deve se comportar para oferecer o melhor tratamento possível a seu paciente?

Os médicos deveriam ver seus pacientes como membros da família. Infelizmente, isso não acontece. Eles olham os pacientes e pensam o quão rápido podem se livrar deles, ou como fazer mais dinheiro com aquele caso. Prescrevem remédios desnecessários e fazem cirurgias dispensáveis. Ao lado do câncer e dos problemas de coração, os médicos estão entre os três maiores causadores de mortes atualmente. Os pacientes deveriam aprender a ser céticos com essa profissão. E os governos, obrigá-los a usar um selo na testa dizendo "Atenção: este médico pode fazer mal para sua saúde".

Qual a instrução que pacientes recebem sobre os riscos dos tratamentos?

A maior parte das pessoas desconhece a existência de efeitos colaterais. E grande parte dos médicos não conhece os problemas que os remédios podem causar. Desde os anos 70 eu venho defendendo a introdução de um sistema internacional de monitoramento de medicamentos, para que os médicos sejam informados quando seus companheiros de outros países detectarem problemas. Espantosamente, esse sistema não existe. Se você imagina que, quando uma droga é retirada do mercado em um país, outros tomam ações parecidas, está errado. Um remédio que foi proibido nos Estados Unidos e na França demorou mais de cinco anos para sair de circulação no Reino Unido. Somente quando os pacientes souberem do lado ruim dos remédios é que poderão tomar decisões racionais sobre utilizá-los ou não em seus tratamentos.

Você considera que os médicos são bem informados a respeito dos remédios que receitam a seus pacientes?

A maior parte das informações que eles recebem vem da companhia que vende o produto, que obviamente está interessada em promover virtudes e esconder defeitos. Como resultado dessa ignorância, quatro de cada dez pacientes que recebem uma receita sofrem efeitos colaterais sensíveis, severos ou até letais. Creio que uma das principais razões para a epidemia internacional de doenças induzidas por remédios é a ganância das grandes empresas farmacêuticas. Elas fazem fortunas fabricando e vendendo remédios, com margens de lucro que deixam a indústria bélica internacional parecendo caridade de igreja.

E o que os pacientes deveriam fazer? Enfrentar doenças sem tomar remédios?
É perfeitamente possível vencer problemas de saúde sem utilizar remédios. Cerca de 90% das doenças melhoram sem tratamento, apenas por meio do processo natural de autocura do corpo. Problemas no coração podem ser tratados (não apenas prevenidos) com uma combinação de dieta, exercícios e controle do estresse. São técnicas que precisam do acompanhamento de um médico. Mas não de remédios.

Receber remédios não é o que os pacientes querem quando vão ao médico?

É verdade que muitos pacientes esperam receber medicamentos. Isso acontece porque eles têm falsas idéias sobre a eficiência e a segurança das drogas. É muito mais fácil terminar uma consulta entregando uma receita, mas isso não quer dizer que é a coisa certa a ser feita. Os médicos deveriam educar os pacientes e prescrever medicamentos apenas quando eles são essenciais, úteis e capazes de fazer mais bem do que mal.

Que problemas os remédios causam?

Sonolência, enjôos, dores de cabeça, problemas de pele, indigestão, confusão, alucinações, tremores, desmaios, depressão, chiados no ouvido e disfunções sexuais como frigidez e impotência.

Em um artigo, você cita três greves de médicos (em Israel, em 1973, e na Colômbia e em Los Angeles, em 1976) e diz que elas causaram redução na taxa de mortalidade. Como a ausência de médicos pode diminuir o risco à vida?

Hospitais não são bons lugares para os pacientes. É preciso estar muito saudável para sobreviver a um deles. Se os médicos não matarem o doente com remédios e cirurgias desnecessárias, uma infecção o fará. Sempre que os médicos entram em greve as taxas de mortalidade caem. Isso diz tudo.

Muitas pessoas optam por terapias alternativas. Esse é um bom caminho?

Em diversas partes do mundo, cada vez mais gente procura práticas alternativas em vez de médicos ortodoxos. De certa maneira, isso quer dizer que a medicina alternativa está se tornando a nova ortodoxia. O problema é que, por causa da recusa das autoridades em cooperar com essas técnicas, muitas vezes é possível trabalhar como terapeuta complementar sem ter o treinamento adequado. Medicina alternativa não é necessariamente melhor ou pior que a medicina ortodoxa. O melhor remédio é aquele que funciona para o paciente.

Em um de seus livros, você afirma que a tecnologia piorou a qualidade dos diagnósticos. A lógica não diz que deveria ter acontecido o contrário?


Testes são freqüentemente incorretos, mas os médicos aprenderam a acreditar nas máquinas. Quando eu era um jovem doutor, na década de 70, os médicos mais velhos apostavam na própria intuição. Conheci alguns que não sabiam nada sobre exames laboratoriais ou aparelhos de raio X e mesmo assim faziam diagnósticos perfeitos. Hoje, os médicos se baseiam em máquinas e testes sofisticados e cometem muito mais erros que antigamente.

Você faz ferrenha oposição aos testes médicos realizados com animais em laboratórios. De que outra maneira novas drogas poderiam ser desenvolvidas?

Faz muito mais sentido testar novas drogas em pedaços de tecidos humanos que num rato. Os resultados são mais confiáveis. Mas a indústria não gosta desses testes porque muitos medicamentos potencialmente perigosos para o homem seriam jogados fora e nunca poderiam ser comercializados. Qual o sentido de testar em animais? Existe uma lista de produtos que causam câncer nos bichos, mas são vendidos normalmente para o uso humano. Só as empresas farmacêuticas ganham com um sistema como esse.

O que você faz para cuidar da saúde?

Eu raramente tomo remédios. Para me manter saudável, evito comer carne, não fumo, tento não ficar acima do peso e faço exercícios físicos leves. Para proteger minha pressão, desligo a televisão quando médicos aparecem na tela apresentando uma nova e maravilhosa droga contra depressão, câncer ou artrite que tem cura garantida, é absolutamente segura e não tem efeitos colaterais
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Copyright © Abril S.A. Superinteressante - fevereiro 2004

domingo, 22 de fevereiro de 2009

87- Processo Terapêutico

"O caráter de uma alma é um canto e o seu substrato terreno é a água!
Com a afinação da alma, por intermédio e ação das músicas mais perfeitas e harmoniosas, muda completamente a música que cada um de nós entoamos pelo mundo." (Essências Musicais de Bach - Johann Sebastian Bach)
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Terapia Floral a Distância, On-line > e-therapy-*


“Um funcionamento inadequado da psique pode causar tremendos prejuízos ao corpo, da mesma forma que, inversamente, um sofrimento corporal pode afetar a psique; pois a psique e o corpo não estão separados, mas são animados por uma mesma vida. Assim sendo, é rara à doença corporal que não revele complicações psíquicas, mesmo quando não seja psiquicamente causada.”
(Jung).


Terapia Floral a distância, tão eficaz quanto uma consulta presencial. Comecei com este tipo de terapia por e-mail, através de um testemunho e Radiestesia Clínica, há alguns anos atrás com amigos e parentes, problemas respiratórios aqui, dor em algum lugar, ou era o cachorro de um com convulsão, ou problemas de rins na gatinha da amiga... Enfim, lá vinha sempre as respostas de melhoras ou que o sintoma havia desaparecido... Diante disto, foi-me sugerido que eu fizesse em uma escala maior, podendo abranger um maior número de pessoas que necessitava.

TERAPIA FLORAL

Podemos nos beneficiar da terapia floral em todos os momentos e circunstâncias, durante toda a nossa vida. Não havendo restrições quanto ao tempo de uso dos florais.

As Essências Florais são indicadas para os mais variados distúrbios mentais, emocionais e comportamentais.

Existem essências florais para levar a pessoa ao equilíbrio em diversas situações, exemplificando algumas situações:

* carência afetiva
* ciúmes, mágoas
* baixa auto-estima
* sentimento de inferioridade
* narcisismo
*dificuldades de relacionamento
* autoritarismo,
* dificuldade de aprendizagem
* pessimismo,
* ruminação mental
* indecisões,
* pesadelos,
* medos diversos
* descontrole emocional
* impulsividade
* letargia
* impaciência, etc, etc, etc...


A ação dos Florais agem equilibrando os pensamentos e as emoções e, em conseqüência disso, seus efeitos se tornam visíveis em um nível comportamental.

Trata-se de um efeito que se mostra gradativamente. Em razão da sua atuação nos corpos mais sutis (mental e emocional). Prevenindo, excelentemente distúrbios que poderiam se somatizar, resultando nas mais variadas patologias.

Age em nosso potencial essencial, acionam poder de auto-cura que está em nós, assim manifestando nossas virtudes.

Não é necessário acreditar nos florais para que seus efeitos se manifeste, tudo o que precisamos é ingeri-los, quando utilizamos em crianças, animais e em vários estados mentais onde a pessoa se encontra fora de si, os resultados são sempre espantosos!
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MÉTODO DE DIAGNÓSTICO

-Radiestesia Clínica > (Pêndulo)

-Nome completo e Data de Nascimento (Testemunho)

- Queixa do consultante


Em meu trabalho de Terapia Floral On-Line - E-Therapy, utilizo como método de diagnóstico a Radiestesia Clínica, técnica de medição do campo energético de um ser vivo, de um objeto inanimado ou mesmo de um ambiente. Pode-se medir a qualidade e a quantidade da energia. O instrumento que utilizo é um pêndulo. Através dessa medição tenho condições de saber com precisão a origem do mal estar físico e emocional da pessoa.

Em minhas consultas à distância, além do pêndulo para diagnosticar, utilizo um testemunho da pessoa a ser consultada, ou seja; seu nome completo e data de nascimento. A conexão se faz com o inconsciente do operador, no caso, o Terapeuta e o inconsciente do paciente, através de seu testemunho, independente da distância.

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O QUE É DIGNOSTICADO em um Consulta e ATUAÇÃO?

-ESSÊNCIA FLORAL > nível vibracional: hiper sutil - foco de atuação: Alma (corpo espiritual) e Psique (corpo mental e emocional) - ressonâncias: todos os corpos do indivíduo - composição: essências florais puras;

ESSÊNCIAS MUSICAIS DE BACH >
nível vibracional: sutil ... Mosaicos vibracionais acústicos podem ser armazenados na água com um arranjo apropriado de materiais e métodos. A música pode potencialmente “pintar” ou “esculpir” uma “paisagem” sonora na água, criando uma essência musical. E esta “paisagem sonora” pode ser transmitida ao ser humano ou a qualquer outro ser vivo, mediante o uso interno da essência musical, de modo semelhante ao que ocorre com a terapia floral ou com a homeopatia em alta diluição. Podemos considerar esta nova “terapia musical” como uma magnífica ampliação da homeopatia de diluições infinitas de Hahnemann, onde a sucussão mecânica (equivalente à soronidade monótona da batida de um tambor ── música primitiva) é substituída por incríveis e riquíssimas sucussões acústicas provenientes de músicas clássicas. A essência musical não é um medicamento ou um insumo farmacêutico. Trata-se de uma bebida especial, cuidadosamente elaborada dentro de princípios metodológicos, filosóficos e espirituais baseados nas propriedades da água e da música clássica.

-ELIXIR DE CRISTAL > nível vibracional: sutil + físico;

-SAIS MINERAIS > nível: sutil + corpo físico;

-FITOFLORAIS > nível vibracional: hiper sutil + etérico comportamental + etérico orgânico-sistêmico; foco de atuação: Corpo etérico e sistemas orgânicos - ressonâncias: Corpo físico, mas alguns deles produzem repercussões especiais no corpo etérico-comportamental - ressonâncias especiais: ênfase no corpo etérico-comportamental para alguns dos produtos (Serenium, Victris-H, Victris-M, etc) - composição: essências florais + tinturas fitoterápicas organoativas (ação preponderante sobre os órgãos vitais ou sistemas de órgãos);

-FITOESSÊNCIAS >
nível vibracional: hiper sutil + etérico comportamental - foco de atuação: Psique (corpo mental e emocional) - ressonâncias: todos os corpos do indivíduo, porém com ênfase comportamental - composição: essências florais + tinturas fitoterápicas psicognitivas (ação preponderante sobre o SNC).

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PROCESSO TERAPÊUTICO

Somos um complexo energético onde tudo se interliga


Dois dos sistemas medicinais mais antigos de que se tem registro consideravam o ser humano de maneira decididamente holística que incluía Corpo Físico, Mente, Emoções e Espírito. Um destes sistemas é a tradição Ayurvédica, que remonta ao século V AC., na Índia. O outro, é o sistema da MTC-Medicina Tradicional Chinesa, que data do século III AC. Ambos mapeavam os caminhos de energia do corpo humano e acessava esses caminhos pata efetuar a cura.

A MTC, descreve quatorze canais energéticos principais, através dos quais a energia (Ki), circula para todas as partes do Corpo/Mente. O Ki parte da não-forma para a forma e circula através da tensão dinâmica criada pela polaridade Yin e Yang.

Uma das maneiras através dos quais os três primeiros Corpos de Energia se comunicam entre si e com o Espírito é via Chacras. Chacras são centros de energia, descritas pelos clarividentes como rodas giratórias de luz ao longo da linha mediana do corpo, mas imediatamente fora do corpo físico. A identificação dos Chacras tem origem na tradição Ayurvédica, onde o trabalho com esta energia não é somente um caminho para o desenvolvimento espiritual, mas também um meio de manter a saúde. Acredita-se que a força vital (Ki) entra via Chacra Coronário, no alto da cabeça e se dispersa em amplo espectro de cores a medida que vai ativando os outros seis Chacras e seus órgão físicos correspondentes.

Pensamentos e sentimentos resultam de ações anteriores ao que sentimos no físico. Entramos em desequilíbrio, manifestação de alguma doença, que pode ser emocional, mental, física ou espiritual. O ser humano em desequilíbrio possui um campo vibracional com bloqueios e estes bloqueios por si só não se desbloqueiam, pois os processos, que levam a este estado, estão além de nossos pensamentos, além de nossos sentimentos, além de nosso poder físico de resolver fatos mal resolvidos.

Com processos metafísicos, além do físico o terapeuta consegue checar os aspectos que bloqueiam o campo energético do ser. Tais aspectos, muitas vezes, são imperceptíveis pelo ser humano, pois o envolvimento mental e emocional nas situações que o cercam os tornam vítimas de seus próprios processos de desequilíbrio não permitindo que dissolvam por si só focos bloqueados de energia nos pensamentos e sentimentos de onde partem todas as nossas enfermidades.

O terapeuta em Radiestesia Clínica, através de instrumento radiestésico (pêndulo), tem como foco energético das situações circundantes que estão por trás da manifestação em algum dos corpos.

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PRATIQUE !!!
HO’OPONOPONO > Processo de Cura Havaiano:

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CONTATO PARA O PROCEDIMENTO DE CONSULTA:
Marilena Rodriguez - Terapeuta Holística
E-mail: http://www.blogger.com/liberdadedeser@gmail.com

TERAPIAS INTEGRATIVAS - E-THERAPY

http://e-therapy.no.comunidades.net/
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86- Os vendedores de doenças

Pessoal,

O artigo focaliza o mercado dos EUA. Entretanto os países da América Latina há muitos anos já são vítimas dessa escandalosa programação da indústria farmacêutica.
A INDÚSTRIA BILIONÁRIA DA FABRICAÇÃO DE DOENTES [Artigo]

Amigos (as),

Essa é para refletirmos melhor e pensar que a verdadeira saúde está ao alcance de todos. Não vão atrás das sugestões da mídia e de pessoas interessadas em faturar em cima do medo de doenças e de qualquer outro medo.

* * * * * * *

Os vendedores de doenças

As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros espalhando o medo e transformando qualquer problema banal de saúde numa "síndrome" que exige tratamento

Ray Moynihan, Alan Cassels

Há cerca de trinta anos, o dirigente de uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo fez declarações muito claras. Na época, perto da aposentadoria, o dinâmico diretor da Merck, Henry Gadsden, revelou à revista Fortune seu desespero por ver o mercado potencial de sua empresa confinado somente às doenças. Explicando preferiria ver a Merck transformada numa espécie de Wringley's – fabricante e distribuidor de gomas de mascar –, Gadsden declarou que sonhava, havia muito tempo, produzir medicamentos destinados às... pessoas saudáveis. Porque, assim, a Merck teria a possibilidade de "vender para todo mundo". Três décadas depois, o sonho entusiasta de Gadsden tornou-se realidade.

As estratégias de marketing das maiores empresas farmacêuticas almejam agora, e de maneira agressiva, as pessoas saudáveis. Os altos e baixos da vida diária tornaram-se problemas mentais. Queixas totalmente comuns são transformadas em síndromes de pânico. Pessoas normais são, cada vez mais pessoas, transformadas em doentes. Em meio a campanhas de promoção, a indústria farmacêutica, que movimenta cerca de 500 bilhões dólares por ano, explora os nossos mais profundos medos da morte, da decadência física e da doença – mudando assim literalmente o que significa ser humano. Recompensados com toda razão quando salvam vidas humanas e reduzem os sofrimentos, os gigantes farmacêuticos não se contentam mais em vender para aqueles que precisam. Pela pura e simples razão que, como bem sabe Wall Street, dá muito lucro dizer às pessoas saudáveis que estão doentes.

A fabricação das "síndromes"

A maioria de habitantes dos países desenvolvidos desfruta de vidas mais longas, mais saudáveis e mais dinâmicas que as de seus ancestrais. Mas o rolo compressor das campanhas publicitárias, e das campanhas de sensibilização diretamente conduzidas, transforma as pessoas saudáveis preocupadas com a saúde em doentes preocupados. Problemas menores são descritos como muitas síndomes graves, de tal modo que a timidez torna-se um "problema de ansiedade social", e a tensão pré-menstrual, uma doença mental denominada "problema disfórico pré-menstrual". O simples fato de ser um sujeito "predisposto" a desenvolver uma patologia torna-se uma doença em si.

O epicentro desse tipo de vendas situa-se nos Estados Unidos, abrigo de inúmeras multinacionais famacêuticas. Com menos de 5% da população mundial, esse país já representa cerca de 50% do mercado de medicamentos. As despesas com a saúde continuam a subir mais do que em qualquer outro lugar do mundo. Cresceram quase 100% em seis anos – e isso não só porque os preços dos medicamentos registram altas drásticas, mas também porque os médicos começaram a prescrever cada vez mais.

De seu escritório situado no centro de Manhattan, Vince Parry representa o que há de melhor no marketing mundial. Especialista em publicidade, ele se dedica agora à mais sofisticada forma de venda de medicamentos: dedica-se, junto com as empresas farmacêuticas, a criar novas doenças. Em um artigo impressionante intitulado "A arte de catalogar um estado de saúde", Parry revelou recentemente os artifícios utilizados por essas empresas para "favorecer a criação" dos problemas médicos [1]. Às vezes, trata-se de um estado de saúde pouco conhecido que ganha uma atenção renovada; às vezes, redefine-se uma doença conhecida há muito tempo, dando-lhe um novo nome; e outras vezes cria-se, do nada, uma nova "disfunção". Entre as preferidas de Parry encontram-se a disfunção erétil, o problema da falta de atenção entre os adultos e a síndrome disfórica pré-menstrual – uma síndrome tão controvertida, que os pesquisadores avaliam que nem existe.

Médicos orientados por marqueteiros

Com uma rara franqueza, Perry explica a maneira como as empresas farmacêuticas não só catalogam e definem seus produtos com sucesso, tais como o Prozac ou o Viagra, mas definem e catalogam também as condições que criam o mercado para esses medicamentos.

Sob a liderança de marqueteiros da indústria farmacêutica, médicos especialistas e gurus como Perry sentam-se em volta de uma mesa para "criar novas idéias sobre doenças e estados de saúde". O objetivo, diz ele, é fazer com que os clientes das empresas disponham, no mundo inteiro, "de uma nova maneira de pensar nessas coisas". O objetivo é, sempre, estabelecer uma ligação entre o estado de saúde e o medicamento, de maneira a otimizar as vendas.

Para muitos, a idéia segundo a qual as multinacionais do setor ajudam a criar novas doenças parecerá estranha, mas ela é moeda corrente no meio da indústria. Destinado a seus diretores, um relatório recente de Business Insight mostrou que a capacidade de "criar mercados de novas doenças" traduz-se em vendas que chegam a bilhões de dólares. Uma das estratégias de melhor resultado, segundo esse relatório, consiste em mudar a maneira como as pessoas vêem suas disfunções sem gravidade. Elas devem ser "convencidas" de que "problemas até hoje aceitos no máximo como uma indisposição" são "dignos de uma intervenção médica". Comemorando o sucesso do desenvolvimento de mercados lucrativos ligados a novos problemas da saúde, o relatório revelou grande otimismo em relação ao futuro financeiro da indústria farmacêutica: "Os próximos anos evidenciarão, de maneira privilegiada, a criação de doenças patrocinadas pela empresa".

Dado o grande leque de disfunções possíveis, certamente é difícil traçar uma linha claramente definida entre as pessoas saudáveis e as doentes. As fronteiras que separam o "normal" do "anormal" são freqüentemente muito elásticas; elas podem variar drasticamente de um país para outro e evoluir ao longo do tempo. Mas o que se vê nitidamente é que, quanto mais se amplia o campo da definição de uma patologia, mais essa última atinge doentes em potencial, e mais vasto é o mercado para os fabricantes de pílulas e de cápsulas.

Em certas circunstâncias, os especialistas que dão as receitas são retribuídos pela indústria farmacêutica, cujo enriquecimento está ligado à forma como as prescrições de tratamentos forem feitas. Segundo esses especialistas, 90% dos norte-americanos idosos sofrem de um problema denominado "hipertensão arterial"; praticamente quase metade das norte-americanas são afetadas por uma disfunção sexual batizada FSD (disfunção sexual feminina); e mais de 40 milhões de norte-americanos deveriam ser acompanhados devido à sua taxa de colesterol alta. Com a ajuda dos meios de comunicação em busca de grandes manchetes, a última disfunção é constantemente anunciada como presente em grande parte da população: grave, mas sobretudo tratável, graças aos medicamentos. As vias alternativas para compreender e tratar dos problemas de saúde, ou para reduzir o número estimado de doentes, são sempre relegadas ao último plano, para satisfazer uma promoção frenética de medicamentos.

Quanto mais alienados, mais consumistas

A remuneração dos especialistas pela indústria não significa necessariamente tráfico de influências. Mas, aos olhos de um grande número de observadores, médicos e indústria farmacêutica mantêm laços extremamente estreitos.

As definições das doenças são ampliadas, mas as causas dessas pretensas disfunções são, ao contrário, descritas da forma mais sumária possível. No universo desse tipo de marketing, um problema maior de saúde, tal como as doenças cardiovasculares, pode ser considerado pelo foco estreito da taxa de colesterol ou da tensão arterial de uma pessoa. A prevenção das fraturas da bacia em idosos confunde-se com a obsessão pela densidade óssea das mulheres de meia-idade com boa saúde. A tristeza pessoal resulta de um desequilíbrio químico da serotonina no cérebro.

O fato de se concentrar em uma parte faz perder de vista as questões mais importantes, às vezes em prejuízo dos indivíduos e da comunidade. Por exemplo: se o objetivo é a melhora da saúde, alguns dos milhões investidos em caros medicamentos para baixar o colesterol em pessoas saudáveis, podem ser utilizados, de modo mais eficaz, em campanhas contra o tabagismo, ou para promover a atividade física e melhorar o equilíbrio alimentar.

A venda de doenças é feita de acordo com várias técnicas de marketing, mas a mais difundida é a do medo. Para vender às mulheres o hormônio de reposição no período da menopausa, brande-se o medo da crise cardíaca. Para vender aos pais a idéia segundo a qual a menor depressão requer um tratamento pesado, alardeia-se o suicídio de jovens. Para vender os medicamentos para baixar o colesterol, fala-se da morte prematura. E, no entanto, ironicamente, os próprios medicamentos que são objeto de publicidade exacerbada às vezes causam os problemas que deveriam evitar.

O tratamento de reposição hormonal (THS) aumenta o risco de crise cardíaca entre as mulheres; os antidepressivos aparentemente aumentam o risco de pensamento suicida entre os jovens. Pelo menos, um dos famosos medicamentos para baixar o colesterol foi retirado do mercado porque havia causado a morte de "pacientes". Em um dos casos mais graves, o medicamento considerado bom para tratar problemas intestinais banais causou tamanha constipação que os pacientes morreram. No entanto, neste e em outros casos, as autoridades nacionais de regulação parecem mais interessadas em proteger os lucros das empresas farmacêuticas do que a saúde pública.

A "medicalização" interesseira da vida

A flexibilização da regulação da publicidade no final dos anos 1990, nos Estados Unidos, traduziu-se em um avanço sem precedentes do marketing farmacêutico dirigido a "toda e qualquer pessoa do mundo". O público foi submetido, a partir de então, a uma média de dez ou mais mensagens publicitárias por dia. O lobby farmacêutico gostaria de impor o mesmo tipo de desregulamentação em outros lugares.

Há mais de trinta anos, um livre pensador de nome Ivan Illich deu o sinal de alerta, afirmando que a expansão do establishment médico estava prestes a "medicalizar" a própria vida, minando a capacidade das pessoas enfrentarem a realidade do sofrimento e da morte, e transformando um enorme número de cidadãos comuns em doentes. Ele criticava o sistema médico, "que pretende ter autoridade sobre as pessoas que ainda não estão doentes, sobre as pessoas de quem não se pode racionalmente esperar a cura, sobre as pessoas para quem os remédios receitados pelos médicos se revelam no mínimo tão eficazes quanto os oferecidos pelos tios e tias [2] ".

Mais recentemente, Lynn Payer, uma redatora médica, descreveu um processo que denominou "a venda de doenças": ou seja, o modo como os médicos e as empresas farmacêuticas ampliam sem necessidade as definições das doenças, de modo a receber mais pacientes e comercializar mais medicamentos [3]. Esses textos tornaram-se cada vez mais pertinentes, à medida que aumenta o rugido do marketing e que se consolidas as garras das multinacionais sobre o sistema de saúde.


(Tradução: Wanda Caldeira Brant)
wbrant@globo.com

Bibliografia complementar:

* A revista médica PLoS Medecine traz, em seu número de abril de 2006, um importante dossiê sobre "A produção de doenças" –
http://medicine.plosjournals.org/

* Na França, as revistas Pratiques (dirigida ao grande público) e Prescrire (destinada aos médicos) avaliam os medicamentos e trazem um olhar crítico sobre a definição das doenças.

*Jörg Blech, Les inventeurs de maladies. Manœuvres et manipulations de l'industrie pharmaceutique, Arles, Actes Sud, 2005.

* Philippe Pignarre, Comment la dépression est devenue une épidémie, Paris, Hachette-Littérature, col. Pluriel, 2003.

* * * * * * *

Este Artigo vem ao encontro com o que já nos foi declarado por PAUL ZANE PILZER em sua pesquisa de 6 milhões de dólares, onde denuncia a INDÚSTRIA DA DOENÇA nos EUA, em sua palestra na Extravaganza Brasil 2005.

Fonte: Le Monde Diplomatique (edição maio 2006)
http://diplo.uol.com.br/2006-05,a1302




"Não espere que seja mais fácil, deseje que você seja melhor.
Não espere menos problemas, deseje mais habilidades.
Não espere menos desafios, deseje mais sabedoria."

Jim Rohn

sábado, 14 de fevereiro de 2009

85- Essências-Musicais de Bach - (Johann Sebastian Bach)

Masaru Emoto:
“... Sabemos que a vida humana está conectada diretamente com a qualidade da nossa água, tanto dentro quanto ao redor de nós. Nossos pensamentos afetam tudo em nós e ao nosso redor... Temos evidências factuais de que a energia humana vibracional, os pensamentos, as palavras, as idéias e a música afetam a estrutura molecular da água, a mesma água que compõe 70% do corpo humano e cobre a mesma porcentagem do nosso planeta...”

Novalis, o poeta e místico do romantismo, que tinha uma aptidão muito desenvolvida para captar todos os inter-relacionamentos, uma afirmação sucinta e lapidar:
“Toda doença é um problema musical.”

Donald Hatch Andrews, autor de Fundamental Chemistry, em aula inaugural da John Hopkins University, faz esta surpreendente declaração:
“Se precisássemos resumir em uma curta frase o sentido do que venho afirmando agora, poderíamos dizer que o universo é constituído não de matéria, mas de música, e esta descoberta dá-nos uma nova orientação para a filosofia da ciência, o que nos força a uma completa mudança de atitude sobre a relação da ciência com a religião (...) O termo música deve ser aqui interpretado como a experiência diária dos átomos. Conseqüentemente, é válido o argumento de que os átomos são feitos de música, de que nós também somos feitos de música e de que todo o universo é, essencialmente, música.”

Em seu livro, “Manual de Harmonia”, Hans Kayser descreve um “banho de acordes” curativo que deveria ser adotado como uma poderosa vertente psicoterapeutica:
“É fato conhecido que, além da fome e do amor, nada mais age profundamente sobre a vida anímica quanto a música. E a idéia de influir sobre a psique humana através do som ── tornando este conceito em seu sentido mais amplo ── está no mínimo extraordinariamente próxima. Um grande campo cheio de possibilidades nem mesmo imaginadas encontra-se sem dúvida aberto para uma psicoterapia racional... Uma hora diária de “banho de acordes” certamente iria curar vários vários colapsos psíquicos mais rapidamente que outros meios, e um mergulho diário na euforia calmante de uma melodia querida poderia fazer maravilhas por uma sistema nervoso arruinado.”

Mosaicos vibracionais acústicos podem ser armazenados na água com um arranjo apropriado de materiais e métodos. A música pode potencialmente “pintar” ou “esculpir” uma “paisagem” sonora na água, criando uma essência musical. E esta “paisagem sonora” pode ser transmitida ao ser humano ou a qualquer outro ser vivo, mediante o uso interno da essência musical, de modo semelhante ao que ocorre com a terapia floral ou com a homeopatia em alta diluição. Podemos considerar esta nova “terapia musical” como uma magnífica ampliação da homeopatia de diluições infinitas de Hahnemann, onde a sucussão mecânica (equivalente à soronidade monótona da batida de um tambor ── música primitiva) é substituída por incríveis e riquíssimas sucussões acústicas provenientes de músicas clássicas.

Após a ingestão da essência musical, a alma “contempla e absorve” internamente esta “obra de audição” em toda a sua fluidez arquetípica. Uma grande celebração musical envolve cada átomo físico e sutil que compõe o nosso ser, impregnando-os com os elementos vibracionais da mais elevada esfera espiritual...

... O caráter de uma alma é um canto e o seu substrato terreno é a água! Com a afinação da alma, por intermédio e ação das músicas mais perfeitas e harmoniosas, muda completamente a música que cada um de nós entoamos pelo mundo.


As asas da alma humana precisam ressoar com a batuta do Maestro Universal.
Fonte: Parte do texto do Livro > As Essências Musicais de Bach




CONTATO > E-mail: liberdadedeser@gmail.com
Lena Rodriguez
Terapeuta Holística Multidisciplinar


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