quarta-feira, 9 de junho de 2010

220- A Causa Real e a Cura das Doenças

Mount Vernon casa do Dr. Bach

A Visão do Dr. Edward Bach, em 1930.
Este texto foi escrito pelo médico inglês Dr. Edward Bach em CURA-TE A TI MESMO 
no ano de 1930*

A razão principal do fracasso da medicina moderna está no fato de ela se ocupar dos efeitos e não das causas. Por muitos séculos, a real natureza da doença foi encoberta pela capa do materialismo e, assim, tem sido dadas à própria doença todas as oportunidades de ela propagar sua destruição, uma vez que não foi combatida em suas origens. Essa situação é semelhante à do inimigo que construiu uma sólida fortaleza nas colinas, comandando de lá constantes operações de guerrilha no país vizinho, enquanto as pessoas, ignorando a praça forte, contentam-se em reparar as casas danificadas e em enterrar seus mortos, conseqüências das ofensivas dos saqueadores. Essa é, em termos gerais, a situação da medicina nos dias de hoje: consertar às pressas os danos resultantes do ataque e enterrar os mortos, sem que se dê a mínima atenção para o verdadeiro reduto inimigo.

A doença nunca será curada nem erradicada pelos métodos materialistas dos tempos atuais, pelo simples fato de que, em suas origens , ela não é material. O que conhecemos como doença é o derradeiro efeito produzido no corpo, o produto final de forças profundas desde há muito em atividade, e, mesmo quando o tratamento material sozinho parece bem sucedido, ele não passa de um paliativo, a menos que a causa real tenha sido suprimida.

A tendência atual da ciência médica, por interpretar erroneamente a verdadeira doença e por fixar toda a atenção, com sua visão materialista, no corpo físico, tem aumentado sobremodo o poder da doença; em primeiro lugar, por desviar a atenção das pessoas da verdadeira origem da enfermidade e, portanto, da estratégia eficaz para combatê-la; em segundo , por localizá-la, no corpo, obscurecendo, assim, a verdadeira esperança de recuperação e criando um enorme complexo de doença e medo, complexo que nunca deveria ter existido.

Em essência, a doença é o resultado do conflito entre a Alma e a Mente, e ela jamais será erradicada exceto por meio de esforços mentais e espirituais. 

Nenhum esforço que se destine apenas ao corpo pode fazer mais do que reparar superficialmente um dano, e nisso não há nenhuma cura, visto que a causa ainda continua em atividade e pode, a qualquer momento, manifestar novamente sua presença, assumindo outro aspecto. De fato, em muitos casos a recuperação aparente acaba sendo prejudicial, já que oculta do paciente a verdadeira causa do seu problema, e, na satisfação que se experimenta com essa aparente recuperação da saúde, o fato real, continuando ignorado, pode fortalecer-se.

Uma das exceções para os métodos materialistas na ciência moderna é a do grande Hahnemann, o fundador da homeopatia, que com sua compreensão do amor beneficente do Criador e da Divindade que mora dentro do homem, e por estudar a atitude mental de seus pacientes diante da vida, do meio ambiente e suas doenças, foi buscar nas ervas do campo e nos domínios da natureza o remédio que não apenas haveria de curar seus corpos mas, ao mesmo tempo, elevaria a sua perspectiva mental.

Quinhentos anos antes de Cristo, alguns médicos da antiga Índia, trabalhando sob a influência do Senhor Buda, levaram a arte de curar a um estágio tão perfeito que conseguiram abolir a cirurgia, ainda que, na sua época, ela fosse tão eficiente, ou até mais, que a dos dias atuais. Homens como Hipócrates, com seus ideais grandiosos sobre a cura; Paracelso, com a convicção de uma divindade dentro do homem, e, Hahnemann, que compreendeu que a doença tinha sua origem num plano acima do físico - todos eles sabiam muito sobre a verdadeira natureza do sofrimento e sobre o remédio para ele.

A doença, posto que pareça tão cruel, é benéfica e existe para nosso próprio bem; se interpretada de maneira correta, guiar-nos-á em direção aos nossos defeitos principais. Se tratada com propriedade, será a causa da supressão desses defeitos e fará de nós pessoas melhores e mais evoluídas do que éramos antes. O sofrimento é um corretivo para se salientar uma lição que de outro modo não haveríamos de aprender, e ele jamais poderá ser dispensado até que a lição seja totalmente assimilada.

Vemos que não há nada de acidental no que diz respeito à doença, nem quanto ao seu tipo nem quanto à parte do corpo que foi afetada; como todos os outros resultados da energia, ela obedece à lei de causa e efeito. Certos males podem ser causados por meios físicos diretos, tais como os associados à ingestão de substâncias tóxicas, acidentes, ferimentos e excessos cometidos, mas, em geral, a doença se deve a algum erro básico em nosso temperamento. 

As doenças reais e básicas do homem são certos defeitos como o orgulho, a crueldade, o ódio, o egoísmo, a ignorância, a instabilidade, a ambição; e se cada um deles for considerado individualmente, notar-se-á que todos são contrários à Unidade. Tais defeitos é que constituem a verdadeira doença, e a continuidade desses defeitos, persistirmos neles, depois de termos alcançado um estágio de desenvolvimento em que já os sabemos nocivos, é o que ocasiona no corpo os efeitos prejudiciais que conhecemos como enfermidades. 

Para se alcançar uma cura completa, não somente devem ser empregados recursos físicos, escolhendo sempre os métodos melhores e mais familiares à arte da cura, mas também devemos lançar mão de toda a nossa habilidade para eliminar qualquer falha em nossa natureza; porque a cura total vem essencialmente de dentro de nós, da própria Alma que, por meio da bondade do Criador, irradia harmonia do começo ao fim da personalidade, quando se permite que assim seja.

...não há objetivo em nos ocuparmos dos fracassos da medicina moderna; demolir é inútil quando não se constrói um edifício melhor e, como na medicina já se estabeleceram as bases de uma edificação mais nova, empenhemo-nos em acrescentar um ou dois tijolos a esse templo. Tampouco pode ser de valor uma crítica negativa da profissão; é o sistema que está fundamentalmente equivocado, não os homens; pois é um sistema pelo qual o médico, pôr razões unicamente econômicas, não tem tempo para ministrar um tratamento tranqüilo e sossegado nem oportunidade para pensar e meditar adequadamente, o que deveria ser a herança dos que devotam sua vida a assistir doentes. Como disse Paracelso, o médico sábio atende a cinco, e não a quinze pacientes num dia - ideal impraticável em nossa época para um médico comum. 

A aurora de uma arte de curar mais nova e melhor paira sobre nós. Há cem anos, a homeopatia de Hahnemann foi o primeiro raio da luz matinal, depois de um longo período de trevas, e pode desempenhar um grande papel na medicina do futuro. Ademais, a atenção que se está dispensando no presente momento à melhoria da qualidade de vida e ao estabelecimento de uma dieta mais pura é um progresso rumo à prevenção da doença; a esses movimentos que pretendem levar ao conhecimento das pessoas tanto a relação que existe entre os fracassos espirituais e a enfermidade, bem como a cura que se pode obter através do aprimoramento da mente, estão apontando o caminho por onde devemos seguir rumo à luz de um novo dia, em cujo brilho a escuridão da enfermidade desaparecerá. 

*Extraído do livro Os Remédios Florais do Dr. Bach - Ed. Pensamento.

domingo, 6 de junho de 2010

A banana



Não se trata de uma brincadeira de mau gosto, mas antes, dos resultados apurados nos últimos três anos sobre um estudo intensivo sobre a vulgar banana, levada a cabo por três prestigiadas Universidades: Twickenham, Cambridge e Berkeley.

Por que este inóspito estudo?
Simplesmente porque se adivinhavam já as conseqüências que os chamados biocarburantes iriam fatalmente ter na alimentação a nível mundial.
Existiria algum alimento que fosse considerado quase que perfeito e completo na sua composição e, ao alcance da maioria da população?
A resposta está abaixo. O palavreado médico, sempre complicado, foi substituído por palavras simples ao alcance de qualquer pessoa.
Se desejam uma solução rápida para baixos níveis de energia, não há melhor alimento do que a banana.

Contendo 3 açúcares naturais (sacarose, frutose e glicose) combinados com fibra, a banana dá uma rápida e substancial elevação da energia de cada um.
Pesquisas provam que apenas 2 bananas fornecem energia suficiente para 90 minutos de exercícios extenuantes.
Não é por acaso que a banana, como energético, é a fruta número um dos atletas de alta competição.

A banana também ajuda a curar ou prevenir um grande número de doenças e condições físicas, que a tornam obrigatória na dieta diária de cada um.

Anemia:
Contendo muito ferro, as bananas estimulam a produção de hemoglobina no sangue e ajudam assim nos casos de anemia.

Tensão arterial:
Contém um elevadíssimo teor de potássio e, um reduzido teor em sódio, tornando-a perfeita para combater a tensão alta. Tanto que a FDA (agência responsável pelo controle de alimentos e remédios dos EUA) autorizaram as indústrias de banana a oficialmente informar da redução do risco de tensão alta e enfarte.

Capacidade mental:
200 estudantes de uma escola em Twickenham (Middlesex) tiveram ajuda da banana no café da manhã, lanche e almoço, para elevar sua capacidade mental.
Pesquisas mostraram que frutas com elevado teor de potássio ajudaram os alunos a aprender e, a manterem-se mais despertos.

Intestinos:
Contrariamente ao que se diz, a banana tem um elevado teor de fibras, que ajudam a normalizar as funções intestinais, superando o problema, sem recorrer a laxantes.

Estados Depressivos:
De acordo com recente pesquisa realizada pela MIND, entre pessoas que sofrem ou sofreram de depressão, muitas sentiram-se melhor após uma dieta rica em bananas. Isto porque a banana contém "trypotophan”, um tipo de proteína que o organismo converte em seratonina, reconhecida por relaxar, melhorar o humor e, de modo geral, aumentar a sensação de bem estar.

Excesso de álcool:
Uma das formas mais rápidas de curar uma ressaca é fazer uma mistura de banana com leite e mel.
A banana acalma o estômago e, com a ajuda do mel, eleva o baixo nível de açúcar, enquanto o leite suaviza e hidrata o sistema.

Azia:
As Bananas têm efeito antiácido natural.
Se sofrerem de azia, experimentem comer uma banana no fim da refeição para se sentirem aliviados.

Enjôo matinal:
Comer uma banana entre as refeições ajuda a manter o nível de açúcar no sangue elevado e evita as náuseas.

Picadas de mosquito:
Antes de usarem remédios, experimentem esfregar a parte interna da casca da banana na região afetada. Muitas pessoas têm resultados excelentes com redução do edema e da irritação.

Sistema Nervoso:
As Bananas contêm elevado teor de vitamina B, que ajuda a acalmar o sistema nervoso.

Excesso de peso e Stress do trabalho:
Estudos do Instituto de Psicologia de Salzbourg, na Áustria, mostram que a pressão no trabalho leva à excessiva ingestão de comidas, como chocolate e biscoitos. Examinando 5 mil pacientes em hospitais, pesquisadores concluíram que os mais obesos eram os que tinham trabalhos com maior pressão. O relatório concluiu que, para evitar a ansiedade por comida, precisamos controlar os níveis de açúcar no sangue.

TPM:
Esqueçam as pílulas e comam bananas.
Elas contêm vitamina B6, que regula os níveis de glicose no sangue, que afetam o humor.

Úlcera:
Usada na dieta diária contra desordens intestinais, é a única fruta crua que pode ser comida sem problemas em casos de úlcera crônica gástrica ou duodenal, já que neutraliza a acidez e reduz a irritação, protegendo as paredes do estômago.

Controle de temperatura:
Muitas culturas vêem a banana como fruta 'refrescante', que pode reduzir tanto a temperatura física como a emocional de mulheres grávidas. Nos países nórdicos, as grávidas comem bananas para os bebês nascerem com temperatura baixa.

Desordens Afetivas Ocasionais:
A banana auxilia os que sofrem de DAO, porque contém um incrementador natural do humor, o "trypotophan".

Tabaco:
As bananas podem ajudar as pessoas que estão a deixar de fumar, porque os seus elevados níveis de vitaminas C, A1, B6 e B12, além de Potássio e Magnésio, ajudam o corpo a recuperar dos efeitos da retirada da nicotina.

Stress:
O Potássio é um mineral vital, que ajuda a normalizar os batimentos cardíacos, levando oxigênio ao cérebro e regulando o equilíbrio de água no nosso corpo.
Quando stressados, a taxa metabólica eleva-se, reduzindo os níveis de Potássio, que podem ser reequilibrados com a ajuda da banana.

Enfarte:
De acordo com pesquisa publicado no Jornal de Medicina de New England, comer bananas regularmente pode reduzir o risco de morte por enfarto em até 40%%!

Verrugas:
Os dermatologistas afirmam que se quiser eliminar verrugas, basta colocar a parte interna da casca de banana sobre elas e prendê-la com gaze ou fita adesiva.

Regulação dos níveis de carboidratos:
Comendo alimentos ricos em carboidratos, como bananas, a cada 2 horas, mantém-se estável o nível de açúcar.

Hipokaliémia
A baixa do potássio para valores inferiores a 2.6 pode provocar paragem cardíaca com morte súbita. Esta situação, vulgar nas mulheres que se preocupam com “a linha”, já que comem pouco, alimentam-se deficientemente e, bebem muita água durante o dia, e nas anoréxicas, pode ser remediada e evitada com a ingestão de uma banana por dia.

Como vêem, a banana é um remédio natural contra muitos problemas.

Comparada por exemplo à maçã, tem:

- 4 vezes mais proteínas,
- 2 vezes mais carboidratos,
- 3 vezes mais fósforo,
- 5 vezes mais vitamina A e ferro e
- 2 vezes mais outras vitaminas e sais minerais.
Também é rica em potássio e, como um todo, é um dos alimentos mais completos que existem.
NÃO ENGORDA E SACIA A FOME!

Então a frase…
“Uma banana ao dia dispensa o médico“, tem todo o sentido…

Fontes de informação:
- Universidade de Berkeley
- JAMA (Journal of the American Medical Association)
- New England Journal of Medecine

sábado, 5 de junho de 2010

217- Sua doença é o seu aliado, não seu inimigo


Este é um artigo publicado no "La Vanguardia em 27/11/2002", é uma entrevista antiga, mas de grande interesse. A Entrevistada é Ghislaine M. Victor Lactot Amela (que aparece na foto), uma ex-médica e autora de "A Máfia Médica", que desafia o atual sistema de saúde.

Tenho 61 anos e nasci em Montreal (Canadá). Fui médica e hoje sou Ghislaine Lactot, médica da alma. Divorciei-me duas vezes, tenho quatro filhos (de 37 e 28 anos) e quatro netos. Política? Soberania individual! Acredite em si mesmo: você é divino e se esqueceu.
A medicina moderna promove a doença, não a saúde: a denúncia sobre isso está em meu livro "A Máfia Médica".

Estou gripado, o que você me receita?
- Nada.
Nem um pouco de Frenadol?
- Por quê? Para encobrir os sintomas? Não. Cuide de seus sintomas, ouça-se! E sua alma vai lhe dar a receita.
Mas eu fico na cama ou não?

- Pergunte a si mesmo, e faça o que você sente que lhe convém mais. Acredite em si mesmo!

Mas os vírus não se importam com o que eu acredito! 

Oh, agora vejo: você escolhe o papel de vítima. Sua atitude é: "Eu peguei a gripe. Eu sou uma vítima de um vírus. Preciso de remédio"!
- Claro que sim, como todos...

Bem, aí está... Minha atitude seria: "Eu me dei uma gripe de presente. Eu sou o responsável! Devo me cuidar um pouco". E eu gostaria de ir para a cama, repousaria, relaxaria, meditaria um pouco sobre como eu tenho me maltratado ultimamente...
- V. se deu uma gripe de presente, você diz?

Sim! Sua doença vem de você, e não de fora. A doença é um presente que você faz para se encontrar consigo mesmo.
- Mas ninguém quer uma doença...

A doença reflete uma desarmonia interna em sua alma. Sua doença é o seu aliado, sinaliza que olhe para sua alma e veja o que acontece com você. Agradeça, pois lhe dá a oportunidade de fazer as pazes com você mesmo!
- Talvez o mais prático fosse um comprimido...

Fazer a guerra contra a doença? Isso é o que sugere a medicina de hoje, e as guerras matam, sempre trazem a morte.
- Não me diga agora que a medicina mata...

Um terço das pessoas hospitalizadas o são pelo efeito dos medicamentos! Nos Estados Unidos, 700.000 pessoas morrem anualmente por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos e dos tratamentos hospitalares.
- Morreriam do mesmo jeito sem medicação, ora.

Não. Não se mudarmos o foco: a medicina moderna se esqueceu da saúde, é uma medicina da doença e da morte! Não é uma medicina da saúde e da vida.
Medicina da doença? Esclareça!...

Na China antiga, um acupunturista era demitido se o seu paciente ficasse doente. Ou seja, o médico cuidava de sua saúde! Entende? Toda nossa medicina é, portanto, um fracasso total.
- Prefere remédios alternativos, por quê?

Eles respeitam mais o corpo que a medicina industrial, é claro: a homeopatia (será a medicina do século XXI!) Acupuntura, fitoterapia, reflexoterapia, massoterapia... a prática da yoga... a meditação... são mais baratos... e bem menos perigosos.
- Mas eles não salvam ninguém do câncer.

Diga isso à medicina convencional! Ela o salvaria de um câncer?
- Pode fazer isso, sim.

O que fará com certeza é lhe envenenar com coquetéis químicos, lhe queimar com radiação, lhe mutilar com extirpações...
E, ainda por cima, a cada dia há mais câncer! Por quê? Porque as pessoas vivem esquecendo sua alma (que é divina): a paz de sua alma será a sua saúde, porque seu corpo é o reflexo material da sua alma. Se você se reencontrar com sua alma, se estiver em paz com ela... não haverá câncer!
- Belas palavras, mas se seu filho tivesse câncer, o que você faria?

Alimentaria sua fé em si mesmo: isso fortalece o sistema imunológico, o que afasta o câncer. O medo é o pior inimigo! O medo compromete a sua autodefesa. Nada de medo, nada de se render ao câncer! Tranqüilidade, convicção, delicadeza, terapias suaves...
- Desculpe-me, mas faz mais sentido ir a um oncologista, um médico especialista.

A medicina convencional só deve ser o último recurso, o extremo mesmo... E se sua alma estiver em paz, você nunca irá precisar dela.
- Bem, tenhamos então a alma em paz... mas, se por acaso encontrarem a vacina.

Não! Elas são produzidas com células de ovário de hamster cancerizadas para multiplicá-las e cultivá-las em um soro de bezerro estabilizado com alumínio (Este da hepatite B, com seu vírus): Você injetaria seus filhos com isso?
- Já tenho feito isso várias vezes...

E eu com os meus: Eu era médica, mas ainda não sabia o que sei agora ... No entanto, hoje meus filhos já não vacinam a seus filhos!
- Acho que vou continuar com as vacinas...

Por quê? A medicina atual mata moscas com um martelo: nem sempre morre a mosca, mas sempre se quebra a mesa de cristal. Há tantos efeitos colaterais...
- Por que abominou a medicina?

Tornei-me uma médica para ajudar. Eu me concentrei em Flebologia, as veias varicosas. Cheguei a ter várias clínicas. Mas fui percebendo o poder mafioso na indústria médica, que prejudica nossa saúde, que vive à custa de que estejamos doentes! Denunciei isso... e fui expulsa da faculdade de Medicina.
- Ou seja, você já não pode prescrever remédios...

Melhor! Os medicamentos são fabricados pensando na lógica industrial do máximo benefício econômico, e não pensando em nossa saúde. Pelo contrário: se estamos doentes, a máfia médica continua fazendo dinheiro!
- E a quem interessa a "máfia médica"?

À Organização Mundial de Saúde (OMS), às multinacionais farmacêuticas que a financiam, aos governos obedientes, aos hospitais e médicos (muitos por ignorância)... O que está por trás disso? O dinheiro!
- Você não escolhe nenhum inimigo pequeno...

Eu sei, porém, se eu tivesse me calado, teria ficado doente e hoje estaria morta.
- Qual foi sua última doença?

Dois dias atrás, heheee... uma diarréia!
- E para refletir o que em sua alma?

Oh, eu não sei, eu não analisei... simplesmente limitei-me a não comer... E já me sinto bem!
- Mas, e se ficar muito mal, hein?
Sei, sei... Se a doença for visitá-lo, acolha-a, abrace-a! Faça as pazes com ela! Não saia correndo como louco para encontrar um médico, um salvador... Seu salvador vive dentro de você. Seu salvador é você. Você é Deus! 

Por Silvana Partucci Fonte

Simplesmente fantástica essa entrevista, grata Ghislaine e Silvana!! Os negritossão meus. Lena
 
*********
Lena Rodriguez
"Não existem doenças e sim doentes" (Dr. Bach)

 

Inhame

O INHAME LIMPA O SANGUE
É um dos alimentos medicinais mais eficientes que se conhece: faz muitas impurezas do sangue saírem através da pele, dos rins, dos intestinos. No começo do século já se usava elixir de inhame para tratar sífilis. Acredita-se que foi uma das primeiras plantas cultivadas no planeta.

FORTALECE O SISTEMA IMUNOLÓGICO
Os médicos orientais recomendam comer inhame para fortificar os gânglios linfáticos, que são os postos avançados de defesa do sistema imunológico. Curioso que a forma do inhame seja tão semelhante à dos gânglios. Ele é riquíssimo em zinco, que aumenta nossas defesas.

EVITA MALÁRIA, DENGUE, FEBRE AMARELA
A presença do inhame no sangue permite uma reação imediata à invasão do mosquito, neutralizando o agente causador da doença antes que ele se espalhe pelo corpo. Aldeias inteiras morreram de malária depois que as roças de inhame foram substituídas por outros plantios.

É MAIS PODEROSO QUE A BATATA
E tem a vantagem de ser nativo, enquanto a semente da batata é importada. Inhame dá com fartura em qualquer lugar úmido. Em vez de apodrecer na cesta, como a batata, ele brota e produz mais inhames. Nas mulheres aumenta a fertilidade porque contém fitoestrógenos, hormônios vegetais, importantes na menopausa e após.

MEDICINAL É O PEQUENO, CABELUDO
Marronzinho por fora, com a pele variando de roxo a branco. Existem ainda o inhame-do-norte e o cará, maiores e mais lisos, que são muito bons para comer mas não têm o mesmo poder curativo do inhaminho (também chamado de inhame chinês ou cará chinês).

A FOLHA PARECE COM A TAIOBA

É da mesma família; ao contrário do que se pensa, a folha do inhame também serve para comer, cozida ou refogada. Às vezes pinica muito, como a taioba, que às vezes não pinica.

SE PINICAR É PORQUE TEM MUITO ÁCIDO OXÁLICO

que se apresenta em forma de cristaizinhos finos como agulhas e, nesse caso, não deve ser comido cru. Como há muita variação nos cultivares de inhame, o conteúdo de ácido oxálico (que pode dar pedra nos rins e dificultar a absorção de cálcio e ferro) também varia. O inhame branco japonês parece ser o mais apurado de todos, com teor baixíssimo do ácido.

EMPLASTRO DE INHAME PUXA TUDO:

furúnculos, quistos sebáceos, unhas encravadas, verrugas, espinhas insistentes, farpas ou cacos de vidro que entram nas mãos ou nos pés. Desinflama cicatrizes, elimina o sangue pisado de contusões, abcessos e tumores. Pode ser usado imediatamente após fraturas ou queimaduras para evitar inchaço e dor, e também em processos inflamatórios de hemorróidas, apendicites, artrites, reumatismos, sinusites, pleurisias, nevralgias, neurites, eczemas. Em caso de tumor no seio ou em outros lugares junto à pele é ótimo usar o emplastro de inhame durante uma semana antes de operar, pois ele vai aumentar esse tumor atraindo toda substância semelhante que houver no interior do corpo e evitar outros tumores. Serve ainda para baixar febres.

A DENOMINAÇÃO CORRETA PARA ESTE INHAME É TARO
Em latim nosso herói se chama Colocasia esculenta (sinônimo Colocasia antiqua), da família Araceae, enquanto o inhame-do-norte e o cará são da família Dioscoreaceae. Como na maior parte dos lugares a denominação inhame se refere à turma da Dioscorea, e o nome predominante da Colocasia pelo mundo afora é taro, no I Simpósio Nacional sobre as Culturas do Inhame e do Cará foram propostas e aprovadas as denominações de Inhame para Dioscorea e Taro para Colocasia, uniformizando os termos brasileiros com a denominação internacional, de acordo com os relatos dos pesquisadores Santos, E.S., Cereda, M.P., Pedralli G. e Puiatti, M. (Denominações populares das espécies de Dioscorea e Colocasia no Brasil. Tecnol. & Ciên. Agropec., João Pessoa, v.1, n.1, p.37-41, set. 2007).

OS MUITOS NOMES DA COLOCASIA
inhame em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Portugal
inhame branco, taro, taioba em Portugal (a folha da taioba é semelhante à do taro)
taiá no sul do Brasil
cará e cará chinês em outras regiões brasileiras
taro, cocoyam e dasheen em inglês
dasheen no Caribe
tar, kokosyams em dinamarquês
cocoyam em Gana, Nigéria e Camarões de língua inglesa
qolqas em árabe
taro em russo, alemão, holandês, francês e na Polinésia
aronille em francês
arvi, kachalu, ghuiya em hindu
chamagadda em Angla Pardesh, Índia
colocasia, malanga, yame de canárias, alcocaz e otoe em espanhol
colocasia, taro di egito em italiano
kolokassi em cipriota
kalo no Havaí
yu em mandarim
sato-imo em japonês
toran na Coréia do Sul
khoai mon ou khoai so no Vietnam
dalo nas ilhas Fiji
nduma em kikuyu
amadumbe em zulu
macabo entre os que falam francês em Camarões
yautía em Porto Rico
keladi em malaio
gabi em tagalogue, nas Filipinas
E tem mais: inhame, digo, taro, não é tubérculo nem rizoma. Pasme: é cormo. Com M.
COMA E AME!

CRU
Salada de inhame
Rale e tempere com sal marinho e limão ou com molho de soja. É muito forte. Um leproso que se escondeu no mato e só tinha inhame cru para comer ficou inteiramente curado depois de alguns meses.
Vitamina com inhame
Ponha no liquidificador um inhame, uma cenoura, alguns ramos de salsa (ou outra folhinha verde, como coentro ou hortelã) e o suco de duas laranjas, com mais água se desejar. Tudo cru. Dá para dois copos.
O inhame às vezes pinica
tanto nas mãos quanto na boca. Isso indica que aquele inhame específico é rico demais em cristais de ácido oxálico e, nesse caso, é bom cozinhá-lo para neutralizar o ácido. Como há muita variação nos cultivares de inhame, o conteúdo de ácido oxálico (que pode dar pedra nos rins e dificultar a absorção de cálcio e ferro) também varia. O inhame branco japonês parece ser o mais apurado de todos, com teor baixíssimo do ácido. 

DE CUSCUZEIRA
Cozido no vapor
Ponha alguns inhames com casca e tudo na parte superior da cuscuzeira, ou numa peneira sobre uma panela com água fervendo, e tampe. Depois de meia hora espete com o garfo para ver se estão macios. Nessa altura a casca solta com muita facilidade, basta puxar que sai inteirinha. É aí que o inhame tem o sabor mais simples e gostoso.
Purê de inhame
Depois de cozinhar os inhames no vapor ou na água, solte a casca e amasse com um garfo; junte um pouquinho de manteiga e de sal marinho, ou molho de soja, e misture bem. Só precisa ir ao fogo de novo se for para esquentar.
Pastinhas de inhame
São ótimas para passar no pão e substituem muito bem as pastas de queijo nas festas. A base é um purê de inhames cozidos e amassados, ao qual se acrescentam azeite ou manteiga, folhas verdes picadinhas (salsinha, manjericão, coentro, cebolinha) ou orégano; uma beterraba cozida e batida no liquidificador com inhame e um tantinho de água vai produzir uma pasta rosada; inhame batido com azeite, alho, água e sal faz uma delícia de molho tipo maionese. Use a criatividade e ofereça aos amigos uma coisa nova de cada vez!

DE FRIGIDEIRA
Inhame sauté
Depois de cozidos e descascados, corte os inhames em rodelas ou pedaços; esquente manteiga ou azeite numa frigideira; ponha os inhames, e sobre eles bastante folhas verdes picadinhas (salsa ou cebolinha ou manjericão ou coentro ou orégano ou...); umas pitadinhas de sal marinho; mexa rapidamente, baixe o fogo e deixe grudar um pouquinho no fundo para ficar crocante.
Inhame frito
É muito mais gostoso do que batata. Faça exatamente como faz com ela: corte em rodelas finas ou palitos, frite em óleo bem quente e deixe escorrer sobre um papel que absorva a gordura.
Pizza de frigideira
Rale inhames crus, misture com farinha de arroz ou de milho, tempere a gosto; achate a massa numa frigideira antiaderente e deixe assar dez minutos de um lado, dez do outro. Com alguma prática dá para fazer isso numa chapa bem quente, levemente untada. O ponto da massa não deve ser nem seco nem aguado.

DE PANELA
Inhoque de inhame
Faça exatamente como faz inhoque de batata: cozinhe os inhames, descasque, amasse com farinha de trigo e uma pitada de sal marinho até a massa ficar com a consistência do lóbulo da orelha. Enrole em cordões, corte, ponha para cozinhar de pouco em pouco numa panela com água fervendo. Quando os inhoques subirem é que estarão cozidos. Se puder, substitua parte da farinha de trigo comum por outra que seja integral. E o molho? Ao gosto do freguês...
Engrossando o caldo
Cozinhe um ou dois inhames junto com o feijão, que eles desmancham e o caldo fica bem grosso.

DE FORNO
Bolinhos de inhame
Cozinhe, descasque e amasse ligeiramente os inhames com um pouco de cebola ralada, cebolinha verde picadinha ou alho-porró em fatias fininhas, umas pitadas de cominho e outras de sal; junte farinha de trigo para dar liga, pincele com gema de ovo e asse no forno até a superfície secar. Ou frite.
Forminhas de inhame
Descasque e rale os inhames crus na parte mais fina do ralador, para obter uma papa líquida. Junte fubá de milho ou farinha de arroz integral (que se faz tostando o arroz e batendo aos pouquinhos no liquidificador) até conseguir uma consistência boa, mas ainda úmida. Tempere a seu gosto: com sementes de cominho ou de erva-doce, umas pitadinhas de sal, talvez um queijo ralado ou uma azeitona. Unte forminhas, encha com a massa e ponha em forno bem quente durante cinqüenta minutos.
Pizza de sardinha
Cozinhe, descasque e amasse os inhames; unte um tabuleiro, achate com as mãos bocados do inhame amassado e vá cobrindo com eles o fundo e os lados do tabuleiro. Asse quinze minutos em forno alto. Numa panela, refogue bastante cebola e ponha por cima sardinhas frescas pequenas, abertas, sem espinha, temperadas com alho socado, sal e limão. Deixe cozinhar com tampa por quinze minutos. Tire a massa do forno, despeje o recheio, enfeite com rodelas de tomate ou de pimentão, pique bastante cheiro-verde e espalhe por cima. Leve novamente ao forno por mais dez minutos. Como variação desta receita, você pode não assar a massa antes de colocar o recheio; pode também reservar parte da massa para tampar a pizza, que aí vira um pastelão.
Bolo salgado de inhame
Deixe de molho duas xícaras de triguilho durante duas ou três horas e esprema; junte a duas xícaras de inhame cozido e duas de farinha de arroz. À parte, refogue alguns legumes com um pouco de tempero, mas não deixe cozinhar. Tire do fogo e misture à massa. Ponha numa fôrma untada, espalhe queijo ralado por cima e leve ao forno alto por quinze minutos; aí ponha a chama em ponto médio e deixe mais quinze minutos. Cheirou, está pronto. Acrescente ovos cozidos se quiser um prato mais forte.
Torta de inhame em camadas
Cozinhe, descasque e amasse os inhames; cozinhe e amasse a terça parte de abóbora; refogue uma verdura picadinha tipo espinafre, acelga, agrião, chicória, folhas de nabo ou de cenoura, etc. Unte um pirex com manteiga, ponha uma camada de inhame e sobre ela uma de abóbora; outra de inhame e sobre ela a verdura refogada; mais uma de inhame. Pincele ou não com ovo, enfeite com rodelas de cebola, leve ao forno para secar durante 20 minutos.

SOPAS
Sopa de inhame com misso
O misso, que é desintoxicante, é um alimento tradicional japonês muito usado como tempero, feito de soja fermentada com cereais e sal. Vem em forma de pasta. É muito rico em enzimas, proteínas e vitamina B12, devido ao seu processo de fermentação. Limpa o pulmão dos fumantes, restaura a flora intestinal, e acima de tudo dá um gosto todo especial à sopa. Portanto cozinhe os inhames descascados com o mesmo tanto de água, uma ou duas folhinhas de louro e alguns dentes de alho inteiros; depois bata no liquidificador para obter um creme fino. Acrescente o misso, na base de uma colher de chá cheia por pessoa, ou dissolva com um pouco d’água numa tigelinha e deixe que cada um se sirva como quiser. (Algumas pessoas vão preferir sal.) Cebolinha verde picada, por cima, combina muito.
Creme de inhame com agrião
Faça como na receita anterior; depois de bater no liquidificador devolva ao fogo, ponha sal se for o caso, espere ferver e junte um bom punhado de agrião cru, lavado e cortado. Deixe cozinhar um minuto, apague o fogo e sirva. Com misso, se não tiver posto sal.

INHAME DOCE
Torta de inhame com abacaxi
Cozinhe os inhames, descasque, amasse e forre com essa massa uma assadeira untada; espalhe por cima uma compota de abacaxi feita com sementinhas de erva-doce e cravo-da-índia, quase sem água, pois o abacaxi solta caldo. Leve ao forno quente durante meia hora. Substitua por outra compota, se desejar.
Bolo doce de inhame
Misture duas xícaras de inhame cozido com duas de aveia em flocos e duas de farinha de arroz integral (toste o arroz, bata no liquidificador em pequenas porções); meio litro de suco de laranja (ou outro líquido doce, como chá de estévia, ou leite de coco adoçado com melado); uma colher de sopa de manteiga, se quiser; umas pitadas de noz-moscada e canela em pó; frutas secas e castanhas picadas, ou banana madura em rodelas. A consistência da massa deve ser pastosa, nem aguada nem dura. Unte uma fôrma e leve ao forno quente durante meia hora, mais ou menos, mantendo a chama alta durante quinze minutos e baixando então para um ponto médio. Você sabe que o bolo está no ponto quando cheira. A partir daí ele vai secando, e quanto mais tempo ficar no calor, mais firme será sua consistência. Se quiser um bolo mais fofo, junte uma colherinha de café de bicarbonato de sódio dissolvida em suco de laranja no final do preparo da massa. Esse bolo dá um ótimo panetone quando leva frutas cristalizadas e é assado em fôrma alta.
Biscoitos de inhame
A massa é a mesma do bolo. Unte um tabuleiro e despeje com a colher pequenas porções. Asse em forno alto até chegar ao ponto desejado. Como todo biscoito que leva aveia, este também só endurece depois que esfria.
Mousse de inhame com ameixa
Ponha no liquidificador uma parte de inhames cozidos com uma parte de ameixas-pretas, sem caroço, cozidas com canela; aproveite a calda para bater a massa. Repita a receita usando maçãs ou bananas em compota em vez de ameixas. Para fazer a compota, não é necessário adoçar, pois essas frutas já têm bastante açúcar natural. Basta que estejam bem maduras. Leva-se ao fogo baixo, em panela tampada, com uma pitadinha de sal e só um dedinho de água. Quanto mais cozinharem, mais doces ficam.

EMPLASTRO
Descasque e rale na parte mais fina do ralador uma quantidade de inhame suficiente para cobrir a área afetada. Rale também gengibre com casca, dez por cento do volume do inhame. Misture tudo com qualquer farinha, só para dar liga. A pasta deve ficar bem molhada.
Aplique sobre a região, cubra com gaze ou outro paninho fino, nunca com plástico ou material sintético. Em algumas horas o emplastro seca; retire com água morna e coloque um novo.
Às vezes o inhame pinica, devido a um conteúdo muito alto de cristais de ácido oxálico em determinada safra de determinado local. Nesse caso passe azeite ou óleo na pele antes de colocar o emplastro.


A saúde é simples, as doenças é que são complicadas.

Por séculos e séculos populações tropicais sobreviveram comendo apenas o que dava no local onde tinham suas aldeias. Nas regiões úmidas, ladeando as grotas, sempre houve fartura de inhame - na Ásia, na África, na América do Sul. Fácil de colher, fácil de preparar e ainda por cima gostoso, o inhame se tornou um dos principais alimentos básicos desses povos.

O que não se sabia é que, durante séculos e séculos, o pequeno e cabeludo inhame estava protegendo as gentes da malária, da dengue, da febre amarela. E eis que chegou a mandioca, aipim, também deliciosa e fácil. Que além do mais dava boa farinha, própria para guardar ou fazer pão, goma para a tapioca de cada dia e ainda bebidas alcoólicas como cauim, alué e tiquira, que ajudavam a esquecer e sonhar. O inhame ficou pra lá. As gentes começaram a morrer de malária. Isso foi muito bem observado na África, onde as roças de inhame foram substituídas por seringais.

Comer inhame continua funcionando para evitar e tratar as doenças transmitidas por mosquitos, como a dengue. Há algo no inhame, talvez o altíssimo teor de zinco, que neutraliza no sangue o agente infeccioso transmitido pelo mosquito. Diz o povo que é seu visgo que tem poderes. Não se sabe ao certo. A pesquisa científica ainda não se interessou.

Até pouco tempo atrás circulava nas farmácias um tônico centenário à base de inhame e salsaparrilha, o Elixir de Inhame Goulart, usado até como coadjuvante no tratamento de sífilis. A Anvisa não renovou a licença por falta de comprovação da eficácia. Nada corre mais perigo hoje em dia do que uma coisa barata com propriedades medicinais.

Mas o inhame ainda está nas feiras e mercados para quem quiser se beneficiar dele. Cru, cozido, amassado, em sopa, em creme, em caldo, batido com água de coco ou como massa de pizza: veja as receitas em www.correcotia.com/inhame . Bom, barato, gostoso. Para quem acredita mais na saúde do que na doença.
 

Cuide bem de você...
www.cuidebemdevoce.com

quinta-feira, 3 de junho de 2010

216- Curando com o sabor do gengibre



Ainda estamos no outono, mas já é possível sentir o friozinho chegando, por isso, este é o momento ideal para falarmos mais sobre uma raiz muito preciosa, capaz de trazer muitos benefícios ao organismo: o gengibre.

Cultivada e muito utilizada no Oriente há milhares de anos, o gengibre (zingiber officinalis) é um ingrediente básico e quase obrigatório nas culinárias japonesa, tailandesa e chinesa e indiana. Mas suas propriedades vão muito além do sabor forte e picante, que normalmente agrada o paladar e confere um toque todo especial aos pratos que são preparados com ele. Na medicina ayurvédica, por exemplo, é chamado de “remédio universal”, pela grande variedade de benefícios que proporciona à saúde.

O gengibre produz calor no organismo e age de forma eficaz em casos de gripes, tosse, rouquidão, congestão nasal, dores de garganta e outras infecções, atenuando seus sintomas e fortalecendo o sistema imunológico, por isso, sua utilização é muito indicada para tratar e prevenir os males a que estamos sujeitos durante as épocas mais frias do ano.

Esta capacidade de esquentar o corpo também provoca uma aceleração no metabolismo, ativa a circulação, estimula a mente e mantém a vitalidade. Uma boa dica é fazer um escalda pés ou preparar um banho com algumas gotas do óleo essencial de gengibre naqueles momentos em que nos sentimos sem ânimo, apresentando sintomas típicos de depressão, ou esgotados após um dia estressante de trabalho, por exemplo.

É antiinflamatório, antibactericida e alivia dores musculares, de cabeça e cólicas menstruais. Nos casos de contraturas musculares, lombalgia, cervicalgia, reumatismo e artrose, pode-se massagear as regiões afetadas com o óleo essencial diluído em óleo vegetal, fazendo movimentos fortes e fricção, que produzirão efeitos de aquecimento e analgesia.

Pesquisas também comprovaram sua atuação no sistema digestivo e é ótimo para combater náuseas e enjôos, inclusive por pessoas que sofrem com estes sintomas durante deslocamentos de barco ou de carro. Apesar de sua ingestão ser contra indicada durante a gravidez, as mulheres podem utilizar algumas gotas do óleo essencial em um difusor de aromas para aliviar os enjôos característicos dos primeiros meses de gestação. Pacientes que estão sendo submetidos a tratamento com quimioterapia também experimentam um grande alívio das náuseas causadas pelos medicamentos.

Você pode incluí-lo no preparo de diversos alimentos, como sucos, sopas, saladas e refogados.
Para um uso mais medicinal, o ideal é preparar um chá com as raízes e consumi-lo entre as refeições. Você pode também misturar com outras ervas, como hortelã, eucalipto e capim limão, se o objetivo for tratar de problemas causados por gripes e resfriados. O consumo diário do chá é muito eficaz na prevenção de crises de enxaqueca. Para combater enjôos, basta mastigar um pouco dele cru, com exceção das gestantes, que devem utilizar apenas o óleo essencial, num difusor de ambientes. Também é encontrado, em lojas de produtos naturais, em forma de comprimido e tintura.
Por Flavia Penedo > Massoterapeuta há  10 anos, com especialização em Terapia Floral, Aromaterapia e Terapia com cristais.
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Cuide Bem de Você

segunda-feira, 31 de maio de 2010

215- Aloe Vera: Uma Princesa do Reino Vegetal

Aloe Vera: Uma Princesa do Reino Vegetal


A Aloe Vera, ou Babosa, é realmente uma das principais dádivas do Reino Vegetal. Uma planta que traz tantas contribuições para a saúde humana que com mérito honra o título de Super Alimento. Se todos soubessem os enormes e incontáveis benefícios nutricionais e medicinais daquilo que ela guarda dentro de suas folhas, provavelmente haveria um pequeno jardim de Aloes em cada residência. E definitivamente as farmácias venderiam menos medicamentos.

Pessoalmente, a menos que alguma circunstância me impeça, faço uso diário desta maravilha. A cada dia, antes de preparar meu shake de Super Alimentos, vou até meu quintal, colho uma folha fresca de Aloe, agradeço à planta por me conceder suas qualidade nutritivas e medicinais e, com a ajuda de uma faca, extraio o gel de seu interior. Misturo este gel com suco de frutas ou de vegetais e poucos minutos depois estou desfrutando daquilo que talvez seja a mais impressionante erva medicinal jamais criada pela Natureza. (Mais adiante está um guia com fotos que ensinam a colher o gel de uma folha de Aloe). Quando afirmo que Aloe Vera seja talvez a mais impressionante erva medicinal inventada pela Natureza, não é sem antes ter realizado muita pesquisa. 
Não existe nada neste planeta que ofereça a incrível variedade de benefícios para a saúde concedidos pela Aloe. Em uma única planta, ela oferece princípios medicinais potentes e naturais que:

 Interrompem o
· crescimento de tumores cancerígenos.
 Reduzem os índices de
· colesterol ruim elevado.
 Fluidificam o sangue que esteja muito
· denso, grosso, ou grudento, facilitando em muito a circulação.
· Aumentam a oxigenação sanguínea.
 Diminuem inflamações e aliviam as
· dores da artrite.
 Protegem o corpo do stress oxidativo.
·
· Previnem pedras nos rins e protegem o corpo dos oxalatos presentes no café e em alguns chás.
 Alcalinizam o sangue, ajudando a equilibrar
· hábitos alimentares excessivamente acidificantes.
 Cura úlceras,
· síndrome do intestino irritável, doença de Crohn e outras desordens digestivas.
 Reduz a pressão sanguínea elevada tratando da causa, e
· não apenas dos sintomas.
 Acelera a cura de queimaduras físicas e
· radioativas.
 Substitui dezenas de produtos de primeiros socorros,
· tornando obsoleto o uso de bandagens e sprays bactericidas.
 Ajuda a
· interromper o câncer do cólon, tratando dos intestinos e lubrificando o trato digestivo como um bálsamo.
 Dá um fim à constipação.
·
· Estabiliza os níveis de açúcar no sangue
 Previne e trata as
· infecções causadas pela bactéria da Cândida
 Protege o fígado das
· doenças
 Funciona como um isotônico natural, para o equilíbrio de
· eletrólitos, tornando as bebidas isotônicas artificiais também obsoletas.
 Aumenta o desempenho cardiovascular e a resistência
· física.
 Hidrata a pele e acelera sua regeneração.
·

De fato, não há nada que se compare com o potencial medicinal da Aloe Vera. Ainda assim, a maioria das pessoas apenas conhece as aplicações tópicas da Aloe. Pensam que ela serve apenas para queimaduras. Na verdade, Aloe é útil para uso externo E interno também. Neste artigo, discutiremos ambos os usos.

Por Mike Adams – Adaptado e traduzido por Flávio Passos
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Lena Rodriguez






sexta-feira, 28 de maio de 2010

212- FRUTAS A LUZ DA MEDICINA

APRENDA MAIS UMA!

Fruta é o mais perfeito alimento, gasta uma quantidade mínima de energia para ser digerida e dá ao seu corpo o máximo retorno.

O único alimento que faz o seu cérebro trabalhar é a glicose.

A fruta é principalmente frutose (que pode ser transformada com facilidade em glicose), é na maioria das vezes 90-95 % de água. Isso significa que ela está a limpar e a alimentar ao mesmo tempo.

O único problema com as frutas é que a maioria das pessoas não sabe como comê-las de forma a permitir que o corpo use efetivamente os seus nutrientes.

Devem comer-se as frutas sempre com o ESTÔMAGO VAZIO. Porquê? A razão é que as frutas não são, em princípio, digeridas no estômago: são digeridas no intestino delgado.

As frutas passam rapidamente pelo estômago, dali indo para o intestino, onde libertam os seus açúcares. Mas se houver carne, batatas ou amidos no estômago, as frutas ficam presas e começam a fermentar.

Já comeu alguma fruta à sobremesa, após uma lauta refeição, e passou o resto da noite arrotando aquele desconfortável sabor restante? É porque não a comeu da maneira adequada. Deve comer-se fruta sempre com o estômago vazio. 

A melhor espécie de fruta é a fresca ou o sumo feito na altura de beber. Não deve beber sumo de lata ou de recipientes de vidro. Porque não? Porque a maioria das vezes o sumo foi aquecido no processo pelo qual o recipiente é vedado e a sua estrutura tornou-se ácida.

Quer fazer a mais valiosa compra que possa? 

Compre uma centrifuga. Pode ingerir o sumo extraído na centrífuga como se fosse a fruta, com o estômago vazio. E o sumo é digerido tão depressa que pode comer uma refeição quinze ou vinte minutos mais tarde.

O Dr. William Castillo, chefe da clínica de cardiologia Framington, de Massachusetts, declarou que fruta é o melhor alimento que podemos comer para nos protegermos contra doenças do coração. 

As frutas contêm bioflavinóides, que evitam que o sangue se torne espesso e obstrua as artérias. 

Também fortalecem os vasos capilares, e os vasos capilares fracos quase sempre provocam hemorragias internas e ataques cardíacos.

Os chineses e os japoneses bebem chá quente (de preferência chá verde) durante as refeições. Nunca água gelada ou bebidas geladas. Devíamos adotar este hábito! 

Líquidos gelados durante e após as refeições solidificam os componentes oleosos dos alimentos, retardando a digestão. Reagem com os ácidos digestivos e serão absorvidos pelo intestino mais depressa do que os alimentos sólidos, demarcando o intestino e endurecendo as gorduras, que permanecerão por mais tempo no intestino.

Daí o valor de um chá morno depois de uma refeição. Facilita a digestão e amolece as gorduras para ser expelidas mais rapidamente, o que também ajuda a emagrecer.

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Lena Rodriguez

terça-feira, 25 de maio de 2010

211- Narinas, os dois diferentes lados da respiração...


O nariz tem um lado direito e um esquerdo; usamos ambos para inspirar e expirar.

Na verdade eles são diferentes entre si: o direito representa o Sol, o esquerdo, a Lua.

O lado direito pertence ao "quente", o Sol, por isso esquenta rapidamente, o esquerdo pertence ao "frio", a Lua, esfria mais rápido.

Durante uma dor de cabeça, tente fechar a narina direita e usar a esquerda para respirar, dentro de minutos a dor de cabeça terminará.

Se você se sente cansado, faço o contrário: feche a narina esquerda e respire pela direita.

Num instante sentirá sua mente aliviada.

A maior parte das mulheres respira com o lado esquerdo do nariz, se resfriam rapidamente.

A maioria dos homens respiram pela narina direita e isso os influencia inversamente.

Repare no momento em que acordamos, qual dos lados respira melhor, ou mais? Direito ou esquerdo?

Se for o esquerdo você se sentirá cansado.

Então, feche a narina esquerda e use a direita para respirar, você se sentirá aliviado rapidamente.

Isso pode e deve ser ensinado às crianças, mas é mais efetivo quando praticado por adultos.

Um amigo que costumeiramente tinha fortes dores de cabeça e sempre ia ao médico, fez a experiência.

Houve um tempo em que sofria de dores de cabeça literalmente todas as noites, ficando incapacitado para estudar, analgésicos não funcionavam.

Ele decidiu tentar esta terapia de respiração: fechava a narina direita e respirava pela esquerda.

Em menos de uma semana sua dor de cabeça foi-se.

Continuou o exercício por um mês. Esta bem agora.

Uma terapia alternativa natural, sem medicamentos.

Então, por que não tentar?


Amigos, achei interessante esse artigo e nunca tinha ouvido falar sobre isto... Não desconheço a questão polaridade na Medicina Chinesa e acho que pode ter muito a ver e também  sabemos da importância da respiração... Vamos praticar, especialmente as pessoas que são acometidas por dores de cabeça ou cansaço como cita no artigo... Ai, ai, ai... não sei o que é dor de cabeça há muuuuitos anos e quanto a cansaço, embora eu esteja há uma ano e meio carregando um cão idoso com mais de 30 kilos várias vezes por dia, estou forte como uma rocha, rsrss... Então conto com vocês! Deixe seus comentários aqui, ok?
Abraços,
Lena Rodriguez

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Orgônio


Orgônio é o termo desenvolvido pelo Doutor Wilhelm Reich para descrever e utilizar a energia e substâncias da vida em si, favorecendo o equilíbrio energético e a força vital do ser humano. Orgônio é literalmente "Força Vital", também conhecida como "Prana", "Chi", "Energia Universal".

Como Funciona um Gerador de Orgônio?

Os aparelhos transmutam Orgônio, substituindo com vantagem as caixas e acumuladores de orgônio projetados pelo Dr. Reich. A função básica do gerador é reciclar Orgônio negativo, escuro, "morto" ou doente, transformando-o em Orgônio positivo, iluminado, saudável e revitalizante. A configuração dos cristais dentro da pirâmide torna isto possível. Esta qualidade de regeneração energética pode ser usada para revitalizar e equilibrar energia de uma pessoa, de um cômodo, escritório ou casa inteira, limpando os canais de energia. Outra vantagem é que o gerador não fica saturado de energia negativa, não há necessidade de “descarregá-lo” em água corrente ou através de algum outro procedimento.

O gerador de Orgônio melhora a qualidade da emissão eletro magnética do computador, não influi na performance da máquina no sentido mecânico/eletrônico. Deixamos isso claro para pessoa ficar ciente do que o gerador trata. Ele também neutraliza os efeitos nocivos (cansaço, sono fora da hora, desgaste energético) das emissões eletromagnéticas de baixa freqüência de torres de telefonia celular próximas à residência da pessoa, também de antenas, eletrodomésticos, televisores, etc.

Por que usar um gerador de Orgônio?

Ao longo dos anos, para nos defendermos dos traumas emocionais, acabamos desenvolvendo couraças que impedem o fluxo energético. O gerador de Orgônio desbloqueia pontos energéticos em áreas congestionadas para que a energia flua de maneira saudável.

Use sua intuição ou radiestesia, para definir melhor o local onde você sente que há necessidade de melhorar a qualidade de energia.

Como e onde usar seu gerador de Orgônio?

• No quarto de dormir, coloque o gerador de Orgônio na cabeceira, com uma das faces voltada para você.
• Ocorrerá uma nítida melhora na qualidade do sono, dos sonhos e capacidades psíquicas. O gerador de Orgônio protege etéricamente.
• No seu dia a dia pensamentos e entidades negativas não conseguem se manter presentes onde há um gerador transmutando energias negativas à positivas, favorecendo a criatividade e eficiência, reduzindo o stress e proporcionando clareza de raciocínio.
• O gerador de Orgônio melhora a qualidade da emissão eletro magnética do seu computador, não influi na performance da máquina no sentido mecânico/eletrônico. Deixamos isso claro para pessoa ficar ciente do que o gerador trata.
• O gerador de Orgônio também neutraliza os efeitos nocivos (cansaço, sono fora da hora, desgaste energético) das emissões eletromagnéticas de baixa freqüência de torres de telefonia celular próximas à residência da pessoa, também de antenas, eletrodomésticos, televisores, monitores de computador, etc.
• O uso deste aparelho, em ambiente ou para manifestação, é uma pesquisa fascinante de auto conhecimento e realização.

Geradores de Orgonio protegendo sua saúde

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Lena Rodriguez

domingo, 23 de maio de 2010

209- Caçadores de Virus – do HIV às epidemias de gripes


O que está por trás das epidemias anunciadas ao público, abaixo a tradução do prefácio escrito pelo Professor de Harven, que considero um documento contundente a nos alertar sobre os rumos da medicina atual, em especial sobre as manipulações no campo da saúde pública. Tirem as suas conclusões....... Dr Eduardo Almeida


Prefácio do livro “Virus Mania” de Torsten Engelbrecht e Claus Köhnlein escrito pelo Prof Etienne de Harven. Trafford Publishing, 2007

O livro “Virus Mania” de Torsten Engelbrecht e Claus Köhnlein nos traz uma trágica mensagem que contribuirá, felizmente, para a reinserção dos valores éticos na condução das pesquisas com vírus, nas políticas públicas de saúde, na comunicação da mídia, e na atividade da indústria farmacêutica. Obviamente, regras éticas elementares têm sido perigosamente negligenciadas em muitos desses campos, em alarmantes números de anos.

Quando a jornalista americana Celia Farber corajosamente publicou na Harper Magazine, em Março de 2006, o artigo “Fora de Controle – AIDS e a Corrupção da Ciência Médica”, alguns leitores provavelmente ficaram tentados a assumir que essa “corrupção” era um caso isolado. Isso está muito longe da verdade como podemos ver documentado nesse livro escrito por Engelbrecht e Köhnlein. É apenas a ponta do iceberg. Corrupção nas pesquisas é um fenômeno disseminado, e está cada vez mais frequente nos problemas de saúde supostamente contagiosos, indo da AIDS a Hepatite C, passando pela encefalopatia espongiforme (vaca louca), SARS, Gripe Aviária, e as práticas correntes de vacinação como a HPV.

Na pesquisa da totalidade desses seis campos distintos de interesse da saúde pública, a pesquisa científica sobre viroses (ou príons no caso da vaca louca), derrapou para trilhas erradas, seguindo basicamente o mesmo erro sistemático no caminho adotado. Esse caminho se compõe sempre de vários passos considerados chaves - a) invenção do risco de uma epidemia desastrosa; b) incriminação de um possível agente patógeno, enquanto se ignora causas alternativas sobretudo as tóxicas; c) manipulação epidemiológica com números não verificáveis para maximizar a percepção falsa de uma catástrofe iminente; d) promessa de salvação com vacinas. Tudo isso, obviamente, garante grandes retornos financeiros. Mas, como é possível se obter tudo isso? Simplesmente por desenvolver uma estratégia que está centrada no mais poderoso processo ativador da decisão humana – o MEDO.

Nós não testemunhamos epidemias virais; nós estamos testemunhando epidemia de MEDO. E, ambas, a mídia e a indústria farmacêutica, são responsáveis pela amplificação dos medos. Medos que acontecem incidentalmente, mas que são apropriados para incrementar fantasticamente os ganhos empresariais. As hipóteses científicas oficiais abrangendo essas áreas das pesquisas dos vírus, praticamente nunca foram cientificamente verificadas através de controles apropriados. Ao invés disso, essas áreas se estabeleceram pelo “consenso”. Esse “consenso” foi rapidamente montado como um dogma, eficientemente perpetuado em quase religião pela mídia. Esse clima faz com que todos os fundos de pesquisa sejam destinados exclusivamente para os projetos que sustentam o dogma, e exclui completamente as pesquisas de hipóteses alternativas. Um instrumento importante para manter as vozes dissidentes fora do debate é a censura nos vários níveis, que vai da mídia popular às publicações científicas.

Nós não temos aprendido com as experiências passadas. Ainda são muitas as questões não respondidas sobre as causas da epidemia de Gripe Espanhola de 1918, e o papel do virus na pólio do pós Segunda Guerra (neurotoxidade por DDT?). As epidemias modernas devem abrir nossas mentes para análises mais críticas. Pasteur e Koch construíram um conhecimento do processo infeccioso aplicável às várias doenças bacterianas. Mas, isso foi antes das descobertas das primeiras viroses. Transportar os princípios das infecções bacterianas para as virais foi muito tentador, mas não deveria ser feito sem se dar a atenção em paralelo aos inumeráveis fatores de risco do nosso ambiente tóxico; para a toxidade de muitas drogas, e para as deficiências nutricionais.

A pesquisa do câncer tinha problemas similares. A hipótese de que o câncer poderia ser causado por vírus foi formulada em 1903, mais que um século atrás. Até hoje, a participação viral no câncer não foi convincentemente demonstrada. Muitos dos estudos laboratoriais realizados pelos “caçadores de vírus” foram realizados em ratos geneticamente susceptíveis. Isso implica numa condição genética totalmente artificial. Seriam esses ratos modelos adequados para se estudar o câncer humano? (nós estamos longe de ser parecidos com esses ratos!) Pronto, esses ratos tornaram possível o isolamento e a purificação do “vírus de RNA tumoral”, posteriormente denominado “retrovírus” e foi bem caracterizado pela microscopia eletrônica. Mas seriam essas partículas virais simplesmente associadas aos tumores dos murinos, ou seriam essas partículas as verdadeiras culpadas pela transformação maligna? Seriam elas partículas exógenas infectantes, ou vírus incompletos escondidos nos cromossomas? Essas questões estão ainda em debate. O que é certo, no entanto, é que partículas virais similares às encontradas em ratos com câncer e leucemia, nunca foram encontradas e, muito menos isoladas, em cânceres humanos.

Entretanto, nos anos finais da década de 60, a oncologia viral obteve um status dogmático, quase religioso. Se as partículas virais não podem ser identificadas pela microscopia eletrônica nos cânceres humanos, o problema era da microscopia eletrônica e não do dogma da oncologia viral! Marcava-se, assim, a fase que iria evoluir para a completa dominância da biologia molecular na pesquisa viral. Os “marcadores moleculares” para retroviroses foram logo inventados (transcriptase reversa, por exemplo). Esses marcadores substituíram convenientemente a ausência de partículas virais, e, assim, salvaram o dogma central da oncologia viral. Isso permitiu que a hipótese viral sobrevivesse por mais 10 anos, até o final dos anos 70, com o suporte de fundos generosos das agências financiadoras e das companhias farmacêuticas. Entretanto, nos anos 80, a falência dessa linha de pesquisa foi se tornando embaraçosamente evidente, e o fechamento de alguns laboratórios de oncologia viral se tornou inevitável, exceto que . . . .

Exceto o que? Se os pesquisadores de vírus em câncer fossem mobilizados para outro problema importante de saúde pública. Em 1981, 5 casos de grave imunodeficiência foram descritos por um médico de Los Angeles. Todos os casos eram de homens homossexuais, usuários intensivos de drogas recreativas (nitritos/Poppers, cocaína, etc), de antibióticos, mal nutridos e com história de várias doenças sexualmente transmissíveis. Seria lógico levantar a hipótese de que esses casos graves de imunodeficiência tiveram origem em processos tóxicos múltiplos. Isso incriminava claramente o estilo de vida desses pacientes.

Infelizmente, tal discriminação era politicamente totalmente inaceitável. Assim, outra hipótese tinha que ser encontrada – esses pacientes sofriam de uma doença contagiosa causada por um novo . . . . retrovirus! Dados científicos para dar suporte a essa hipótese foi, e continua, surpreendentemente, até hoje, totalmente equivocados. Isso não tem importância, o que prevalece são os interesses imediatos dos excitados pesquisadores de vírus em câncer, que brotam imediatamente. Isso foi a salvação dos laboratórios de vírus, onde a AIDS agora se tornou, quase de um dia para outro, o principal foco de pesquisa. Isso gerou um montante financeiro enorme para as pesquisas na linha viral, tendo como grandes financiadores a Big Pharma, o CDC e NIH (National Institute of Health), e ninguém deveria se preocupar com o estilo de vida dos pacientes, que na verdade se tornaram vítimas inocentes desse terrível vírus, mais tarde chamado de HIV.

Vinte e cinco anos após, a hipótese HIV/AIDS falhou totalmente em obter três objetivos maiores, apesar das monstruosas somas de dinheiro investidas em fundos exclusivos de pesquisa na linha da tese viral. Não se descobriu a cura da AIDS; não se verificou as predições epidemiológicas feitas no inicio da “epidemia”; não se conseguiu preparar uma vacina eficaz. Ao invés disso, drogas altamente tóxicas (e não curativas) têm sido usadas de maneira irresponsável, com efeitos letais freqüentes. Nem uma simples partícula do HIV foi ainda observada à microscopia eletrônica no sangue de pacientes supostamente portadores de alta carga viral. Porém, todos os importantes jornais e revistas do mundo já mostraram atrativas e coloridas imagens computadorizadas do HIV oriundas de cultura de células, mas nunca de um único paciente com AIDS. Apesar dessa evidente omissão, o dogma HIV/AIDS continua solidamente entrincheirado. Dezenas de milhares de pesquisadores, e centenas das maiores companhias farmacêuticas continuam tendo enormes lucros com a hipótese HIV/AIDS. E, nenhum único paciente foi curado até hoje .......

Sim, HIV/AIDS é emblemático da corrupção na pesquisa viral que foi contundente e tragicamente documentada nesse livro.

Programas de pesquisas sobre Hepatite C, Vaca Louca, SARS, Gripe Aviária e as políticas correntes de vacinação, são todos desenvolvidos segundo uma mesma lógica – maximizar os ganhos financeiros. Sempre que nós tentamos entender como algumas políticas altamente questionáveis são recomendadas por altas autoridades de saúde pública (OMS, CDC, RKI, etc), descobrimos frequentemente embaraçosos conflitos de interesse, ou a falta de controle elementar dos experimentos, e sempre a rejeição estrita de qualquer debate aberto com os cientistas que apresentam visões dissidentes do processo patológico. Manipulações de estatísticas, falsificações de estudos clínicos, escamoteamento dos efeitos tóxicos das drogas, tem sido repetidamente documentados. Mas, tudo isso tem sido prontamente encoberto, e ninguém foi capaz , até agora, de prejudicar a lógica cínica do negócio da pesquisa viral dos dias de hoje. O encobrimento da neurotoxidade do mercúrio (contido no timerosol) das vacinas, como a provável causa do autismo entre as crianças vacinadas, aparentemente chegou às altas esferas do governo dos EUA ... (ver artigo “Imunidade Mortal”, escrito pelo deputado Robert F. Kennedy Jr. No capítulo 8).
Virus Mania é uma doença social da nossa sociedade desenvolvida. Para curá-la será necessário vencer o medo. O medo como mais mortal que o vírus contagioso, transmitido com grande eficiência pela mídia.

Errare humanum est sed diabolicum preservare . . . . (errar é humano, mas permanecer no erro é diabólico)

Etienne de Harven, MD
Professor Emérito de Patologia da Universidade de Toronto, Canadá
Membro do Sloan Kettering Institute para a pesquisa do câncer (1956-1981)
Membro do grupo de aconselhamento em AIDS indicado pelo presidente da África do Sul Thabo Mbeki
Presidente do Rethinking AIDS (www.rethinkingaids.com) 

Fonte Infinito Aldo Luiz 

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Lena Rodriguez
www.cuidebemdevoce.com

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