sexta-feira, 8 de abril de 2011

Código Internacional - Doenças da Alma

Cartaz do Artista Plástico Al McAllister

Doenças da Alma - Reconhecimento da mediunidade - Glandula pineal  e suas funções


Quem assistiu às palestras do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira já conhece a matéria.

Código Internacional de Doenças (OMS) inclui influência dos Espíritos.

Medicina reconhece obsessão espiritual


Dr. Sérgio Felipe de Oliveira com a palavra:

Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida... Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também...

Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade.

Vejam que interessante a palestra sobre a glândula pineal do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:
A obsessão espiritual como doença_da_alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade:
mente, corpo e espírito.

Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral:

biológico, psicológico e espiritual.
Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado_de_transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.

O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.

Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.
Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos - nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual..

Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.

O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.

Na Faculdade de Medicina DA USP, Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.

Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.

Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.

Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).

Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.
Texto de Osvaldo Shimoda

Colaboração de CEECAL - Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz.

Sérgio Felipe de Oliveira é um psiquiatra brasileiro, doutor em Neurociências, mestre em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo) e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física, de Biologia e de Espiritismo.

Desenvolve estudos sobre a glândula pineal, estabelecendo relações com atividades psíquicas e recepção de sinais do mundo espiritual por meio de ondas eletromagnéticas. Realiza um trabalho junto à Associação Médico-Espírita de São Paulo AMESP e possui a clínica Pineal Mind, onde faz seus atendimentos e aplica suas pesquisas.

Segundo o mesmo, a pineal forma os cristais de apatite que, em indivíduos adultos, facilita a captura do campo magnético que chega e repele outros cristais. Esses cristais são apontados através de exames de tomografia em pacientes com facilidade no fenómeno da incorporação. Já em outros pacientes, em que os exames não apontam tais cristais, foi observado que o desdobramento fora facilmente apontado.

Segundo a revista Espiritismo & Ciência,[1] "o mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal é tida como a sede da alma. Para os praticantes da ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o “terceiro olho”, que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês René Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que “existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente”.

Sérgio Felipe de Oliveira tem feito palestras sobre o tema em várias universidades do Brasil e do exterior, inclusive na Universidade de Londres. Numa apresentação na Universidade de Caxias do Sul, o pesquisador afirmou ter recebido vários estímulos para estudar a glândula pineal quando ainda estava concentrado em pesquisas na área de física e matemática. Um desses estímulos foi uma visão em que lhe apareceu o professor Zerbini, renomado médico cardiologista e pioneiro dos transplantes de coração no Brasil. Zerbini, a quem Sérgio teria substituído em seus dois últimos compromissos acadêmicos, sugeriu a Sérgio insistentemente (durante a visão) que estudasse a glândula pineal, conforme o relato do pesquisador.



Veja os vídeos do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira aqui:


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Lena Rodriguez
WWW.CUIDEBEMDEVOCE.COM





sábado, 2 de abril de 2011

A prata que salva milhões


Como revestimento antibacteriano na face interna dos potes, talhas e moringas de cerâmica, a prata coloidal salvou milhões de vida no Brasil e no mundo. Essa técnica, denominada processo Salus de esterilização da água, foi introduzida por  Robert Hottinger, professor de bioquímica da antiga Escola Politécnica, que atualmente faz parte da USP, nas décadas de 1910 e 1920,  muito antes que o mundo soubesse o que é nanotecnologia.

A USP vem aprimorando ainda mais esse processo, incorporando a prata a membranas de plástico (polímero). É curioso o fato que o revestimento criado por Hottinger acabou em desuso nas últimas décadas, provavelmente porque  muita gente se recusava a comprar os potes e moringas de barro revestidos a tinta de prata coloidal, por achá-los  feios devido à sua cor interna preta. Hoje, as nanopartículas de prata estão retornando, incorporados em películas e recipientes de plásticos, exatamente por causa de sua propriedade antibacteriana. Nessa forma, a suposta toxicidade decorrente da exposição a pequenos teores de prata, tem sido por vezes questionada, principalmente por órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O professor Toma lembra, entretanto, que os talheres e utensílios de prata sempre foram empregados no uso doméstico, sem maiores consequências. Os plásticos ou polímeros antibacterianos, embora contenham menos de 1% de prata, podem fazer a assepsia total de tudo que for colocado sobre sua superfície. É algo muito econômico. Além de estar impregnada no polímero, a prata impede a formação do biofilme, onde as bactérias se alojam.

A indústria poderá produzir com vantagem saquinhos de plástico reutilizáveis, para viagem, frascos e embalagens para leite, saquinhos de soro e outras bolsas plásticas, que garantem a esterilização total desses utensílios e maior durabilidade.
A matéria acima foi extraída de um excelente e elucidativo artigo publicado em http://blogs.estadao.com.br/ethevaldo-siqueira/tag/nanotecnologia/ que mostra o mundo da nanotecnologia. Acesse, leia e maravilhe-se.
 
GERADOR DE PRATA COLOIDAL
 
Solução mãe considerada: 10 minutos de eletrodos mergulhados e em operação, em 250 ml de água mineral comum.

saiba mais CONSULTE aqui 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

UM MUNDO DE DOENTES




Para que a ciência evolua, é necessário não criar bases rígidas, para que ela não se cristalize, não estagne. Pior é quando o cientista, ou o profissional que utiliza os conhecimentos da ciência, julga-se um sábio. Existem várias fábulas famosas para satirizar esta situação. Encontramos também muitas frases e citações que mostram a pobreza da ciência médica em seu limitado casulo. Eis algumas delas: 

"A medicina é uma velha comédia que, de tempos em tempos, volta ao cenário com vestes apropriadas à época." Semmola 

"Livre-me Deus da medicina que das doenças livro-me eu." Alfredo Helby 

"Não há uma doutrina da medicina; há, sim, inúmeros conhecimentos não relacionados." Dr. Pierre Winter 

"Creio em tudo, menos na medicina." Citação do dr. Liautand, médico da corte francesa, quando questionado por um sacerdote se acreditava em Deus, momentos antes da sua morte. 

"As porcentagens de mortalidade nos Estados Unidos, em 1944, foram as mais baixas até então registradas, quando da escassez de pessoal médico por ocasião da guerra."
El Imparcial, Chile, 12/03/1946.

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Vivemos num mundo cercado pela doença. Seja ela física, psíquica, mental, congênita ou hereditária, seu fantasma ronda solto. Em cada época da história da humanidade, a ameaça de uma ou mais doenças sempre esteve presente: no passado, a peste, a lepra e as infecções; hoje, o câncer, o enfarte e outras. Mas é necessário lembrar, no entanto, que hoje é muito mais frequente a morte por acidentes de trânsito, guerras e guerrilhas, por efeito dos agrotóxicos e uso de medicamentos do que por todas as doenças que a humanidade possa ter tido. As causas da morte são geradas pelo homem, e não pela vida em si.

O homem moderno tem um novo componente no seu crítico quadro de anomalias e desequilíbrios, que são as doenças psíquicas e mentais. Há muito se sabe que os estados emocionais e as tensões podem gerar doenças físicas ou orgânicas (doenças psicossomáticas), mas até bem pouco tempo quase nada se sabia a respeito da origem dessas tensões e males psíquicos agora tão comuns. Apesar das muitas teorias a respeito, devemos concluir que o homem criou uma sociedade repressora e opressora, que tiraniza o próprio criador. O homem de hoje praticamente perdeu sua liberdade individual e segue valores e padrões de comportamento que não são legitimamente seus. Sem saber, persegue ideais e objetivos como o poder, a fama, o sucesso e a fortuna, que não lhe trazem nenhum sentido pessoal. São formas alienantes de existir. Quando o indivíduo consegue atingir esses ideais, cai em depressão, pois percebe que a felicidade não está ali. Frequentemente, nessa situação, busca ansiosamente mais e mais: mais poder, mais fama, mais dinheiro, continuando, assim, a alimentar um processo ilusório que traz apenas desgaste e o distanciamento de si mesmo.

Quando não consegue atingir seus objetivos, fica pelo caminho, acreditando que não é feliz por não ter "chegado lá".

São poucas as pessoas neste mundo que vivem intensamente o momento; geralmente vivemos voltados para o futuro ou para o passado. Pensamos que é no futuro que estaremos bem ou felizes. Lutamos para atingir certas metas que geralmente não nos trazem prazer ou aquilo que esperávamos.

Isso faz com que frequentemente a pessoa, após anos e anos de luta, ao se ver frustrada, entristecida e sem energia, se volte para o passado, acreditando que "naqueles tempos, sim, era feliz e não sabia".

Nossa cultura está estruturada de modo a dominar o indivíduo e a submetê-lo às suas exigências. Infelizmente, quem assim se submete, total e incondicionalmente, só conhece a tristeza, o desgaste, o envelhecimento doentio e a neurose. Substituiu-se se o "ser" pelo "ter" e valorizou-se preferencialmente o poder ao prazer de existir, pura e simplesmente. 
Sabemos que a maior parte dos suicídios ocorrem no auge do sucesso, do poder, da riqueza ou em sociedades ultra-organizadas. Isto acontece porque o indivíduo vivência a angústia de não ver mais a saída do labirinto existencial enganoso em que entrou.

Não vê mais sentido em prosseguir naquele caminho e desconhece outros. A neurose e a psicose são talvez as piores doenças, pois nada deve ser pior do que viver em ansiedade intensa, deprimido, inseguro, angustiado e triste. Pior talvez que uma dor aguda, pois o indivíduo perde os seus próprios valores e persegue a si próprio, sendo atormentado a cada instante pelo seu ego, num processo infernal. Isto ocorre devido à repressão das forças espontâneas de prazer que emanam do inconsciente. Parece que o início do processo se dá na vida intra-uterina e na tenra infância, quando os moldes neuróticos dos pais e da sociedade começam a exercer sua influência sobre a criança, de modo a ajustá-la às prerrogativas e exigências do status quo. A criança aprende desde cedo a reprimir seus impulsos naturais e a submeter-se a vontades que não são propriamente as suas.

Com isto, acaba por formar uma personalidade e estruturar seu caráter de acordo com o que lhe ensinam ou forçam. Este processo cria os primeiros bloqueios energéticos, que refletem, nas características individuais, a repressão sofrida pela pessoa.

Quanto mais repressão, tanto maior a ansiedade, a angústia, o ódio, a revolta, a melancolia e o distanciamento de si mesmo. É fato corrente que o ser humano nasce para amar. Nasce com pleno e total potencial de amor, mas, se não pode dar ou receber amor de modo conveniente, acaba por bloquear-se.

Passa a desenvolver a antítese do amor, que é o ódio. O mesmo ódio que fez do homem um ser fratricida, genocida, agressivo e destrutivo. Nossa cultura possui valores alienantes, pois ensina o indivíduo a voltar-se para o mundo exterior, objetivo e "real". 

Quando o indivíduo não age de acordo com aquilo que se considera "comportamento normal", voltando-se mais para o seu interior e buscando compreender seus próprios valores, passa a ser visto como uma pessoa estranha, louca ou desequilibrada.

Assim sendo, a sociedade cerceia o legítimo direito que o cidadão tem de conhecer o seu próprio mundo interno, onde residem a serenidade, a calma, o prazer, o discernimento e a espiritualidade. O homem moderno, ao contrário, está alienado dos lídimos valores fundamentais para a sua evolução. Passa pela vida sofrendo, fazendo do trabalho um meio escravizante de se manter; é influenciado pelos mais diversos estímulos, que o impulsionam ao consumismo, à superficialidade, à exterioridade, ao imediatismo e à praticidade. Vive perseguindo a felicidade e o bem-estar, mas por caminhos indevidos.

Goethe retratou bem a situação humana em Fa us to . Fausto vendeu a alma a Mefistófeles, que em troca lhe prometeu coisas que nunca poderiam ser cumpridas.

Esta condição neurótica acaba influenciando o indivíduo em todos os sentidos. A sexualidade humana parece ser a área mais aflitiva. O prazer é perseguido ansiosamente, no entanto, o cidadão é treinado desde a infância para reprimi-lo.

Confunde-se também liberdade sexual com libertinagem, amor com paixão, esta última, destrutiva e escravizante. Poucos são aqueles que possuem uma sexualidade satisfatória, obtendo dela um prazer calmo, relaxante e profundo. As relações humanas estão controladas. Vários são os elementos que influenciam na questão do sexo. Wilhelm Reich foi perseguido e preso por ter apontado as causas sociais da neurose e seus reflexos na sexualidade. Ele mostrou que grande parte da energia que poderia ser convertida em prazer sexual é desviada para alimentar uma determinada organização ou para criar e manter um tipo de personalidade forjada pelas exigências do meio social. Assim surgem os desvios da sexualidade, o medo inconsciente do prazer, as proibições, o falso moralismo, a depravação, a pornografia etc.

Escravo de si mesmo, o homem moderno desenvolveu a capacidade de negar-se e adaptar-se. Vítima de grande ansiedade, suas tensões transparecem em seus atos e decisões, provocando, em última instância, as revoltas sociais, o controle do homem pelo homem, a luta de classes, os desníveis sociais, a fome, a pobreza, a violência e a guerra.

Todos esses fenômenos têm causas muito complexas e, para que se possa compreendê-las, deve-se estudar bem o inconsciente do homem, onde as forças se acham reprimidas por um ego despótico, criado, desenvolvido e estimulado pela própria sociedade.

Existe uma relação dialética entre o homem e o seu meio. O equilíbrio entre ambos é indispensável para que haja saúde emocional e uma vida serena, isto é, o homem deve manter uma certa conduta em grupo ao mesmo tempo que cultiva também o seu mundo interno.

Sendo assim, o ser humano vive atualmente uma imensa contradição. Para alcançar a almejada felicidade, deve rejeitar os valores básicos da sociedade. Se viver conforme os padrões socialmente aceitos, fica verdadeiramente alienado, até e principalmente de si mesmo. Portanto, está dividido, em constante conflito com o mundo externo.

Existe assim uma interação e uma interdependência entre o indivíduo e a sociedade. Contraditoriamente, aquele que aceita todos os valores da sociedade é, de fato, um alienado (dos seus próprios valores e dos valores relacionados a princípios universais superiores, altruísticos e humanísticos), pois a sociedade é moldada a partir de bases neuróticas. Por outro lado, quando o indivíduo questiona as regras e os valores da sociedade em que vive, é considerado um alienado, um desequilibrado. Quer dizer, para ser feliz é necessário que o indivíduo (etimologicamente: não dividido) se torne um "divíduo", ou seja, dividido, separado.

Não é à toa que os grandes movimentos sociais que questionaram mais profundamente os valores burgueses da sociedade industrial tenham sido chamados de loucos pelas classes dominantes bem comportadas. Ironicamente, a sociedade desenvolveu técnicas que procuram reajustar a pessoa que não segue os padrões de comportamento aceitos. Por meio da psiquiatria medicamentosa ou por métodos psicoterapêuticos baseados em sistemas interpretativos e explicativos procura-se ajustar a teoria ao caso, e não o contrário. Estas técnicas vêem o caso através de um conjunto de informações e dados previamente estabelecidos pelos próprios valores sócio-culturais. As interpretações baseiam-se em teorias geralmente inflexíveis, procurando ajustar o indivíduo doente ao próprio meio gerador da doença, seja ela física, psíquica ou mental.

Como resultado de todo esse processo, temos a vasta gama dos chamados sintomas emocionais, como a ansiedade, a angústia e a depressão, já considerados normais pelo cidadão do nosso século. Quem não possui esses sintomas deve ser um estranho, principalmente se vive numa sociedade que existe e se mantém graças ao cerceamento do prazer individual, que tece a trama do mecanismo de controle social e da escravização do homem...
Uma vez que é o próprio homem que cria as regras da sociedade, quanto mais neurótico ele for, mais o será também o seu meio social. Uma sociedade repressora, divisionista e fragmentária é a própria expressão da condição dos indivíduos que a compõem.

Felizmente, podemos sempre escolher outra vez...
Cuide Bem de Você!

Lena Rodriguez
www.cuidebemdevoce.com



 

quarta-feira, 30 de março de 2011

VOTE NA PETIÇÃO PARA IMPEDIR A PROIBIÇÃO DAS MEDICINAS NATURAIS



Este ano a União europeia vai votar pela proibição do uso de remédios naturais como óleos essenciais, plantas medicinais, homeopatia e acupuntura.

Se for aprovado, toda a Europa vai estar proibida de usar eles para tratamento de qualquer doença.

Será proibida também a venda livre de ervas, chás e óleos essenciais e produtos associados.

Somente laboratorios grandes poderão vender e usar tais técnicas. E a população ficará à mercê destes.

Comunismo, caça às bruxas, desastre global contra a liberdade da humanidade!

Os grandes laboratórios faturam e a população tem de seguir permitindo que só eles fiquem ricos.

Usando seus antibioticos, analgésicos sem sequer ao menos poder ter uma erva como manjericão plantada no quintal.

O video é em frânces, mas chocante.

Isso tem de ser repassado a todos no mundo! Não deixe de repassar.

Nós podemos votar online impedindo este absurdo no endereço da petição abaixo, não deixe de votar, proibir isso aqui na américa latina será um próximo passo.


LINK DO VIDEO:
http://www.defensemedecinenaturelle.eu/

VOTE NA PETIÇÃO PARA IMPEDIR A PROIBIÇÃO DAS MEDICINAS NATURAIS:  http://www.defensemedecinenaturelle.eu/signerlapetition.php
voce não precisa entender francês para votar.

Repasse ao máximo de pessoas, todos deste planeta tem de votar contra!
Imagine o futuro que nossos filhos terão, isso não pode acontecer.

“O medicamento que cura completamente não é rentável”

[O Prêmio Nobel de Medicina de 1993, Richard J. Roberts, revela em entrevista ao La Vanguardia que muitas das doenças hoje crônicas são curáveis, mas para os laboratórios farmacêuticos não é rentável curá-las completamente; os poderes políticos sabem, mas esses laboratórios compram seu silêncio, financiando suas campanhas eleitorais.]

Pergunta > Qual é o modelo de investigação que lhe parece mais eficaz, o americano ou europeu?
Richard J. Roberts < É óbvio que o americano; onde o capital privado tem parte ativa é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espetacular da indústria de informática, onde o dinheiro privado é que financia a pesquisa básica e aplicada, mas para a indústria da saúde... Eu tenho minhas reservas.

Pergunta > Eu o ouço.
Richard <
A pesquisa em saúde humana não pode depender somente de sua rentabilidade econômica. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.

Pergunta > Explique.
Richard <
A indústria farmacêutica quer servir ao mercado de capitais...

Pergunta > Como qualquer outra indústria.
Richard <
Não é apenas qualquer outra indústria: estamos falando sobre a nossa saúde, nossas vidas e as de nossos filhos e milhões de seres humanos.

Pergunta > Mas se são rentáveis, investigariam melhor.
Richard <
Se só pensar nos benefícios, você para de se preocupar em servir às pessoas.

Pergunta > Por exemplo...
Richard <
Eu verifiquei, como em alguns casos, que pesquisadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes, que eliminariam completamente uma doença...

Pergunta > E por que deixam de pesquisar?
Richard <
Porque as companhias farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curá-lo quanto em obter de dinheiro, de modo que a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam completamente, e sim tornam crônica a doença; fazem experimentar uma melhoria, que desaparece quando deixa de tomar a droga.

Pergunta > É uma acusação grave.
Richard < É comum que os farmacêuticos estejam interessados em linhas de pesquisa, não para curar, mas apenas tornar crônicas doenças com drogas mais rentáveis que as que curam de uma vez e para sempre. E não tem mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica e verificar o que digo.

Pergunta > Existem os dividendos que matam.
Richard < Por isso lhe dizia que a saúde não pode ser um mercado, não pode ser entendida meramente como um meio de ganhar dinheiro. E por isso eu acho que o modelo europeu de capital público e privado misto torna menos fácil estimular esses abusos.

Pergunta > Um exemplo desses abusos?
Richard < Deixaram de pesquisar antibiótico porque são muito eficazes e curavam completamente. Como não foram desenvolvidos novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, na minha infância havia sido derrotada, está ressurgindo, matando neste ano passado um milhão de pessoas.

Pergunta > Você não está falando do Terceiro Mundo?
Richard < Este é outro capítulo triste: apenas investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou falando sobre o nosso Primeiro Mundo: o remédio que cura completamente não é rentável e, portanto, não irão investigá-lo.

Pergunta > Os políticos não estão envolvidos?
Richard < Não fique muito esperançoso: no nosso sistema, os políticos são meros empregados dos grandes capitais, que investem o necessário para eleger os seus filhos, e, se não são, compram aqueles eleitos.

Pergunta > Há de tudo...
Richard < Ao capital só interessa se multiplicar. Quase todos os políticos - e eu sei o que digo - dependem descaradamente dessas multinacionais farmacêuticas, que financiam suas campanhas. O resto são palavras...
 
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Como meu amigo Aldo cita Shakespeare em seu Blog:  

"Que época terrível é esta onde uns idiotas conduzem uns cegos" 

Haja memórias na Matrix para limpar ... Assinado a petição e limpando...

SINTO MUITO. ME PERDOE. TE AMO. SOU GRATA.

terça-feira, 29 de março de 2011

MANDAR PENSAMENTOS DE AMOR E GRATIDÃO À ÁGUA DAS USINAS NUCLEARES DE FUKUSHIMA

 
31/março - quinta ao meio dia horário local em todos os países : CERIMÔNIA : MANDAR PENSAMENTOS DE AMOR E GRATIDÃO À ÁGUA DAS USINAS NUCLEARES DE FUKUSHIMA - convocação de Dr Masaru Emoto

Vejam abaixo, mensagem do Dr Emoto para todos os Filhos da Mãe Terra.

27 março de 2011
Para pessoas de todo o Mundo
Por favor, envie suas orações de amor e gratidão para a água nas usinas nucleares em Fukushima, no Japão!

Pelo terremoto de magnitude 9 e surreal tsunami, mais de 10.000 pessoas ainda estão desaparecidas até agora .... 16 dias desde o desastre . O pior é que a água nos reatores nucleares de Fukushima começou a vazar, e é a contaminação do mar, ar e da molécula de água das áreas próximas.

A sabedoria humana não foi capaz de fazer muito para resolver o problema, mas estamos apenas tentando esfriar a ira de materiais radioativos nos reatores de descarga de água .
Será que realmente não existe nada para fazer?

Eu acho que existe. 

Durante mais de vinte anos de pesquisa e tecnologia de medição HADO fotografando águas cristalinas, tenho testemunhado que a água pode tornar-se positiva quando recebe a vibração pura da Oração humana, não importa o quão longe ela está.

A fórmula de Albert Einstein, E = MC2 significa realmente que a Energia = número de pessoas sintonizadas vale o dobro da consciência destas pessoas.

Agora é a hora de entender o verdadeiro significado. Vamos todos nos unir nesta cerimônia de oração, como cidadãos do Planeta Terra. Eu gostaria de pedir a todas as pessoas, não apenas no Japão, mas em todo o mundo para nos ajudar a encontrar uma saída para a crise deste planeta !

O processo de oração é a seguinte.

Nome da cerimônia:

" Vamos mandar nossos pensamentos de amor e gratidão a toda a água nas usinas nucleares em Fukushima"

Dia e hora:
31 de marco de 2011 (quinta-feira)
12:00 horas em cada fuso horário, em cada país

Por favor, diga a seguinte frase: Por favor, diga isso em voz alta ou em sua mente. Repita três vezes colocando as mãos juntas em posição de Oração. Por favor, ofereça sua Oração Sincera. 

" Água da central nuclear de Fukushima, lamentamos fazê-la sofrer. Por favor, perdoe-nos.
Nós te Agradecemos, e nós te amamos . "

Muito obrigado de coração.
Com amor e gratidão,
Eu Sou, Masaru Emoto
Mensageiro da Água
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“Divino Criador, pai, mãe, filho em Um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofenderam,
à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos,
palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente,
nós pedimos seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, liberar, cortar todas as lembranças, bloqueios,
energias e vibrações negativas
e transmute estas energias indesejáveis em pura luz...
E assim está feito.”
 
SINTO MUITO. ME PERDOE. TE AMO. SOU GRATA.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Uma breve história de Royal Raymond Rife



Imagine, por um momento, que você gastou  mais de duas décadas em uma pesquisa árdua e laboriosa …, que você descobriu um aparato eletrônico incrivelmente simples para curar literalmente  todas as doenças do planeta causadas por viroses e bactérias.
De fato, é uma descoberta que poria um fim à dor e ao sofrimento de incontáveis milhões de pessoas e mudaria a vida na terra para sempre.

Certamente, o mundo médico viria correndo a você para abraçá-lo com  todas as honras e recompensas financeiras imagináveis.

Infelizmente, o que se constata com os maiores gênios da medicina em  toda os registros da história, é que tiveram um destino literalmente oposto à lógica esperada. Na verdade, a história da medicina está repleta de estórias de gênios traídos pelo
pensamento retrógrado e o ciúme, mas mais pateticamente, pela ganância e pelo dinheiro.

No século XIX, Semmelweiss enfrentou grande resistência para convencer os cirurgiões de que era uma boa idéia esterilizar instrumentos e adotar procedimentos cirúrgicos estéreis. Pasteur foi ridicularizado por anos por sua teoria de que germes poderiam causar doenças.

Muitos outros médicos visionários foram parar no inferno por simplesmente desafiar a ortodoxia médica vigente, incluindo legendas como Roentgen e seus raios-x; Morton por promover a idéia “absurda” da anestesia; Harvey por sua teoria da circulação do sangue; e muitos outros em décadas recentes, incluindo: W.F.Koch, Revici, Burzynski, Naessens, Priori, Livingston-Wheeler e Hoxsey.
A medicina ortodoxa altamente financeira se indigna e busca neutralizar e/ou destruir aqueles que desafiam seus padrões e crenças vigentes. Frequentemente, o visionário que a desafia paga um preço alto por sua “heresia”.

Então, você acabou de descobrir uma nova terapia que pode erradicar qualquer doença microbial mas, até agora, você e sua fantástica cura não é muito popular. 

O quê fazer então? Bem, … certamente as fundações de pesquisa e instituições de ensino dariam  as boas vindas à sua maravilhosa descoberta. Eles não estarão loucos para saber que você tem uma cura para as mesmas doenças pelas quais eles estão ganhando centenas de milhões de dólares por ano para investigar? Talvez não … se isto significa o fim dos seus ganhos fáceis. Estas pessoas têm prestações a pagar e famílias para sustentar. Pensando melhor, … esqueça as fundações de pesquisa. Talvez você devesse levar a sua descoberta à indústria farmacêutica. Certamente, ela teria grande interesse nos protetores da humanidade, certo? Mas lembre-se, você desenvolveu uma cura universal que torna as drogas obsoletas, e talvez a indústria farmacêutica esteja um pouco menos do que entusiasmada a ouvir sobre o seu trabalho. De fato, os grandes chefões podem mesmo dar um jeito de assegurar que a sua tecnologia que põe fim às doenças da humanidade nunca veja a luz do dia, impedindo que ela seja
licenciada pelas agências reguladoras.

Agora, pressupondo que a sua surpreendente cura seja um instrumento eletrônico, o único custo será o uso da eletricidade. E ela é absolutamente segura para pacientes, que podem se recuperar sem perder os seus cabelos, vender a casa da família e perder a
poupança de toda a sua vida. Assim, com a sua tecnologia, não há mais razão para as pessoas com câncer pagarem US$ 200.000,00 por
paciente – para ficarem com aparência de doentes semi-mortos por causa das quimioterapias, tratamentos de radiação e mutilações cirúrgicas. 

Pois é, … não parece que você encontrará muitos amigos e apoio entre os oncologistas, radiologistas e cirurgiões, etc…, o quê você acha?

Você pode tentar os hospitais e as grandes clínicas. Mas o que será que eles acharão de uma terapia que poderá ser administrada em  qualquer consultório médico; que reverte a doença antes do paciente ter de ser hospitalizado? Graças a você, os funcionários
destas instituições estarão basicamente desempregados.

Bem, … então, … que tal as empresas de seguros? Certamente, eles gostariam de poupar as despesas de hospitalização – pelo menos as empresas que não tenham  investido em  hospitais, onde os funcionários estejam lá sentados esperando que alguém que tenha quebrado a perna ou tenha se envolvido em um acidente de carro … e aqueles que não perderam seus clientes segurados como resultado da sua invenção … e as empresas que estejam  tentando se livrar de seus estoques farmacêuticos. Bem, … esqueça as seguradoras também.

Parece que apenas tenha um pequeno problema com os estabelecimentos médicos, não?

Provavelmente os únicos amigos que você terá serão os pacientes e aqueles doutores progressivos que a mudança como uma oportunidade, mais do que uma ameaça aos seus estabelecidos monopólios geradores de dinheiro. Essas pessoas amarão você. Mas elas não têm autoridade!

O quê se segue, agora, é a estória de uma exatamente sensacional terapia e o quê aconteceu com ela. 

Num dos mais negros episódios registrados na história, está notável terapia eletrônica foi sabotada e sepultada por um grupo de homens desumanos. Ele tem ressurgido nos subterrâneos do mundo da medicina alternativa somente após a metade da década de 80. 

Esta é a estória de Royal Raymond Rife e suas fabulosas descobertas e instrumentos eletrônicos.

Se você nunca ouviu falar de Rife antes, prepare-se para ficar furioso e incrédulo com o quê este homem alcançou para todos nós, apenas para ter isso praticamente banido da face do planeta. 

Mas, reserve sua opinião e decisão final até você ter lido isto.

Obviamente, alguns podem considerar isto apenas como uma impressionante peça de ficção. 

Entretanto, para aqueles que estão motivados a fazer alguma investigação por conta própria, mencionaremos vários doutores altamente respeitados e autoridades médicas que trabalharam com Rife, como também alguns dos mais notáveis aspectos de sua criação.

Todavia, em uma análise final, a única maneira real para determinar se esta tão revolucionária terapia existe é experimentar, você mesmo. A literatura médica está cheia de testes e pesquisas clínicas manipuladas, em que nem os sujeitos da experiência e nem as pessoas que as conduzem conhecem os aspectos críticos do experimento, cujos resultados são, em sua maioria, previamente determinados pelos interesses corporativos envolvidos.

Se a FDA e outros procedimentos reguladores e de licenciamento forem observados, é privilégio seu experimentar esta terapia inofensiva. Então vamos agora nos voltar para a história do mais impressionante pioneiro da medicina do nosso século.

Royal Raymond Rife foi um brilhante cientista que nasceu em 1888 e morreu em 1971. Após estudar no Johns Hopkins, Rife desenvolveu uma tecnologia que é ainda comumente usada hoje nos campos da ótica, eletrônica, radio-química, bioquímica, balística e aviação. É justo afirmar que Rife praticamente desenvolveu sozinho a medicina bioelétrica.

Ele recebeu os 14 maiores prêmios e honras e recebeu um doutorado honorário pela Universidade de Heidelberg por seu trabalho.

Durante os 66 anos que Rife levou desenhando e construindo instrumentos médicos, ele trabalhou para Zeiss Optics, o governo americano e vários benfeitores. O mais notável foi o milionário Henry Timkin, da Timkin Rolamentos.

Porque Rife foi autodidata em tantos campos diferentes, ele intuitivamente procurou por suas respostas em áreas além da rígida estrutura científica de seu tempo. Ele se tornou  proficiente em  tantas disciplinas diferentes que, literalmente, teve à sua
disposição intelectual, as habilidades e conhecimentos de uma equipe inteira de cientistas e técnicos de muitos campos científicos diferentes. Assim, sempre que uma nova tecnologia era necessária para desempenhar uma tarefa, Rife simplesmente inventava e então a construía sozinho.

As invenções de Rife incluem  um  microscópio heteródino ultravioleta, um  micro dissecador e um micro manipulador. Quando você compreende inteiramente as conquistas de Rife, você bem pode decidir que ele teve a mente científica mais talentosa e versátil da história da humanidade.

Em 1920, Rife tinha terminado de construir o primeiro microscópio de vírus do mundo. Em 1933, ele aperfeiçoou aquela tecnologia e construiu o incrivelmente complexo Microscópio Universal, que tinha perto de 6.000 partes diferentes e era capaz de ampliar objetos 60.000 vezes o seu tamanho normal. 

Com este incrível microscópio, Rife se tornou o primeiro ser humano a ver de fato um
vírus vivo e até bem  recentemente, o Microscópio Universal era o único capaz de ver viroses vivas.

Os modernos microscópios eletrônicos matam instantaneamente tudo o que estiver sob ele, vendo apenas os restos mumificados e os
detritos. O quê o microscópio de Rife pode ver é a atividade viva de viroses viventes enquanto eles se mudam de forma para se acomodar as mudanças no ambiente, duplicam  rapidamente em resposta aos carcinógenos e transformam células normais em células tumorosas.

Mas como Rife foi capaz de conseguir isto em uma época em que a eletrônica e a medicina estavam apenas ainda se desenvolvendo?

Aqui estão alguns detalhes técnicos para apaziguar os céticos. Rife identificou  meticulosamente a assinatura (tom) espectroscópica individual de cada micróbio usando um espectroscópio com uma fenda estreita anexado. Ele então girou lentamente prismas de blocos de quartzo para focar a luz de comprimento de onda único sobre os microorganismos que estava examinando. Este comprimento de onda foi selecionado porque ressonava com a frequência da assinatura (tom) do espectroscópio do micróbio baseado no fato agora estabelecido de que cada molécula oscila em sua distinta frequência.

Os átomos que se juntam para formar uma molécula são mantidos juntos nessa configuração molecular com uma cadeia de energias covalentes que emite e absorve sua própria frequência eletromagnética específica. Nenhuma entre duas espécies de moléculas têm as mesmas oscilações eletromagnéticas ou assinatura energética. A ressonância amplifica a luz da mesma maneira que duas ondas do oceano intensificam uma a outra quando se juntam.

O resultado de usar um comprimento de onda ressonante é que os microorganismos que são invisíveis na luz branca repentinamente se tornam visíveis em um brilhante flash de luz quando são expostas à frequência de cor que ressona com a sua própria e distinta assinatura espectroscópia. Rife foi então pode ver estes organismos, invisíveis de outra forma e assisti-los invadindo ativamente culturas de tecidos. 

A descoberta de Rife possibilitou a ele ver organismos que ninguém mais poderia ver com microscópios comuns.

Mais de 75% dos organismos que Rife podia ver com seu Microscópio Universal são visíveis somente com a luz ultravioleta. Mas a luz ultravioleta está fora do âmbito da visão humana, é invisível para nós. O gênio de Rife permitiu a ele superar esta limitação pelo heteródino, que basicamente, é uma técnica de combinar dois sinais para obter um terceiro sinal. 

Ele iluminou o microscópio (geralmente um vírus ou bactéria) com dois comprimentos de ondas da mesma frequência da luz ultravioleta que ressonava com a assinatura do espectro do micróbio. 

Estes dois comprimentos de ondas produziram interferência onde eles se juntaram. Esta interferência era, em efeito, uma terceira onda, mais longa que adentrou a porção visível do espectro eletromagnético. 

Foi assim que Rife tornou visíveis os micróbios invisíveis sem matá-los, um feito notável que os microscópios eletrônicos atuais não podem repetir.

Neste tempo, Rife estava tão à frente dos seus colegas dos anos 1930 que eles não poderiam compreender o quê ele estava fazendo, sem ir ao laboratório de Rife em San Diego para ver através o seu microscópio de vírus, eles mesmos. E muitos fizeram exatamente isso.

Uma delas foi Virginia Livingston. Ela finalmente mudou-se de New Jersey para Point Loma nos arredores de San Diego e se tornou uma frequente visitante do seu laboratório. Hoje, é frequentemente dado a Virginia Livingston o crédito por identificar o organismo que causa o câncer humano, começando pelas pesquisas que ela começou a publicar em 1948.

Na realidade, Royal Raymond Rife tinha identificado o vírus do câncer humano primeiro… nos anos 20! Então, Rife fez mais de 20.000 tentativas sem sucesso para transformar células normais em células tumorais. Ele finalmente conseguiu quando irradiou o vírus do câncer, o passou  pelo filtro ultrafino de porcelana que retia células e injetou em animais de laboratório. Não satisfeito em provar que este vírus causaria um tumor, Rife então criou 400 tumores em sucessão a partir da mesma cultura. Ele documentou  tudo
com filme, fotografias e registros meticulosos. Ele deu ao vírus do câncer o nome “Cryptocides Primordiales”.

Virginia, em seus papéis, o renomeou “Progenitor Cryptocides”. Royal Rife nunca foi nem mesmo mencionado em seus papéis. De fato, Rife raramente obteve o crédito por suas descobertas monumentais. Ele era um cientista quieto e modesto, dedicado a expandir suas descobertas, mais do que ambições, fama e glória. Sua aversão pelas políticas médicas (que ele se dava ao luxo de ignorar graças aos generosos beneméritos privados) o deixaram  em desvantagem  mais tarde, quando poderosas forças o atacaram e conjudadas com a influência da indústria farmacêutica para retirar seus artigos dos jornais médicos, não é surpreendente que poucos tenham ouvido falar de Rife hoje em dia.

Neste , a discussão inflamou entre aqueles que tinham visto as viroses se modificando em diferentes formas sob o microscópio de Rife e aqueles que não tinham visto. Aqueles que condenaram sem investigação, como o influente Dr. Thomas Rivers, que afirmou que estas formas não existiam.

Porque o seu microscópio ordinário não as revelava, Rivers argumentou que “não havia base lógica alguma para acreditar nesta teoria”. 

O mesmo argumento é usado hoje na avaliação de muitos outros “alternativos”; se não há precedentes, então isso não pode ser válido. Nada pode convencer uma mente fechada. A maioria nunca tinha de fato olhado através do microscópio de San Diego… porque as viagens aéreas nos anos 30 eram desconfortáveis, primitivas e principalmente arriscadas. Por isto, o debate sobre o ciclo de vida das viroses foi resolvido a favor daqueles que nunca o viram (mesmo os microscópios eletrônicos modernos mostram imagens mortas, congeladas, não o ciclo de vida das viroses em processo).

Mesmo assim, muitos cientistas e doutores têm confirmado a descoberta de Rife do vírus e sua natureza polimórfica, usando as técnicas do campo-escuro com o microscópio de Naessens e experimentos de laboratório. Rife também trabalhou com cientistas e doutores renomados do seu tempo, que também confirmaram ou endossaram várias áreas do seu trabalho.

Rife ignorou o debate preferindo se concentrar no refinamento do seu método de destruição destas viroses matadoras. Ele usou o mesmo princípio para matá-las, a que as tornou visíveis: a ressonância.

Aumentando a intensidade de uma frequência que ressonava naturalmente com estes micróbios, Rife aumentou suas oscilações naturais até que eles distorcerem e desintegrarem do seu estresse natural. Rife chamou esta frequência de “taxa oscilatória mortal (TOM), e não causou danos nenhum aos tecidos vizinhos.

Os instrumentos de Rife atuais usam certas frequências selecionadas e seus harmônicos para executar o trabalho.

Estes princípios podem ser ilustrados pelo uso de uma intensa nota musical para quebrar uma taça de vidro: as moléculas do vidro já estão oscilando em algum harmônico (múltiplos) dessa nota musical; elas estão em ressonância com elas. Porque todas as outras têm frequências de ressonância diferentes, nada além do vidro é destruído. 

Há literalmente centenas de trilhões de frequências de ressonância diferentes e cada espécie e molécula tem a sua própria, bem peculiar.

Rife levou muitos anos, trabalhando 48 de cada vez, até descobrir as frequências que destruiam especificamente herpes, pólio, meningite espinhal, tétano, influenza e um número imenso de outros organismos causadores de doenças perigosas.

Em 1934, a Universidade da Califórnia do Sul formou um comitê especial de pesquisa médica para trazer pacientes de câncer terminal do Hospital de Pasadema County para o laboratório e clinica de Rife em San Diego para tratamento. A equipe incluia doutores e patologistas reconhecidos para examinar os pacientes – se ainda vivos – em 90 dias.
Após os 90 dias de tratamento, o comitê concluiu que 86,5% dos pacientes tinham sido completamente curados. O tratamento foi então ajustado e os restantes 13,5% dos pacientes também reagiram nas 4 semanas seguintes. O índice de recuperação total usando a tecnologia de Rife foi de 100%.

Em 20 de novembro, 44 das mais respeitadas autoridades médicas do país honraram Rife com um banquete anunciando “o fim de todas as doenças” sob os cuidados do Dr. Milbank Johnson em Pasadema. Mas em 1939, quase todos estes distintos doutores e cientistas negaram ter encontrado com Rife. O quê aconteceu para fazer com que tantos homens brilhantes tivessem esse completo lapso de memória? 

Parece que a notícia do milagre de Rife com pacientes terminais tinha chegado a outros ouvidos. Você se lembra da nossa questão hipotética no início deste relato: O quê aconteceria se você descobrisse a cura para tudo? Você vai saber agora … Em primeiro lugar, uma tentativa foi feita para “comprar” Rife. Morris Fishbein, que tinha adquirido todo o estoque da Associação Médica Americana em 1934, enviou um advogado/procurador a Rife com um oferta “irrecusável”. Rife recusou. Nunca soubemos os termos exatos desta oferta. Mas sabemos os termos da oferta que Fishbein fez para Harry Hoxsey para controlar o seu remédio herbal contra câncer.
Os associados de Fishbein receberiam todos os lucros por nove anos e Hoxsey não receberia nada. Depois, se eles estivessem contentes com o desempenho do produto, Hoxsey passaria a receber 10% dos lucros. Hoxsey decidiu a continuar o negócio sozinho.

Quando Hoxsey recusou a proposta de Fishbein, este valeu-se das suas conexões políticas imensamente poderosas para prender Hoxsey 125 vezes em 16 meses. As acusações (baseadas em prática sem licença) foram sempre removidas no tribunal, mas o tormento levou Hoxsey à loucura.

Mas Fishbein deve ter concluído que a sua estratégia não funcionaria com Rife. Primeiro, Rife não poderia ser preso por prática sem licença como Hoxsey. Um acusação falsa significaria que as testemunhas de defesa de Rife seriam apresentadas por proeminentes autoridades médicas trabalhando com Rife. E a defesa teria a oportunidade de apresentar evidência como o estudo médico de 1934 feito com o comitê americano.
A última coisa no mundo que a indústria farmacêutica queria era uma audiência pública sobre a terapia sem dor que curou 100% dos pacientes terminais de câncer e não custa nada além de um pouco de eletricidade.  Isto poderia dar às pessoas a idéia de que elas não precisavam de drogas.

E finalmente, Rife tinha gasto décadas acumulando meticulosa evidência de seu trabalho, incluindo filmes e fotografias de imagens congeladas. Nenhuma outra tática era necessária.

O primeiro incidente foi o gradual roubo de componentes, fotografias, filmes e registros escritos do laboratório de Rife. O ladrão nunca foi pego.

Então, enquanto Rife se esforçava para reproduzir seus dados perdidos (naquele tempo as fotocópias e computadores não estavam  disponíveis), alguém vandalizou seus preciosos microscópios de vírus. Peças do seu microscópio de 5682 partes foram roubadas.

Antes, um incêndio provocado tinha destruído o laboratório de Burnett de vários milhões de dólares, justamente quando cientistas estavam preparando-se para anunciar a confirmação do trabalho de Rife.

 Mas o pior aconteceu mais tarde, quando a polícia confiscou ilegalmente o restante dos 50 anos de pesquisas de Rife.

Então, em 1939, agentes de uma família que controlava a indústria de drogas ajudaram Philip Hoyland em uma frívola causa judicial contra seus próprios sócios na Beam Ray Corporation. Esta era a única empresa que fabricava os instrumentos de frequência de Rife (Rife não era sócio). 

Hoyland perdeu, assalto legal e assistido teve o efeito desejado: a empresa foi à falência por causa das despesas com a justiça. E durante a Grande Depressão, isto significou a completa paralização da produção comercial dos instrumentos de frequência de Rife.
Lembre-se o quê a cura universal significava para os hospitais e as fundações de pesquisas. Doutores que tentaram defender Rife perderam os subsídios financeiros às suas fundações e os privilégios de seus hospitais.

Por outro lado, muito dinheiro foi gasto para assegurar que os doutores que tinham visto a terapia de Rife esquecessem o quê tinham visto. 

Virtualmente, nenhum dinheiro era demais para suprimi-lo. Lembre-se que, hoje, o tratamento de um paciente com um simples câncer chega, em  média, a mais de US$ 200.000,00. Este é um grande negócio.

Arthur Kendall, o diretor da Escola de Medicina de Northwestern, que trabalhou com Rife no vírus do câncer, aceitou quase US$ 250.000,00 para, de repente, se retirar para o México. Essa era uma quantidade imensa de dinheiro naquela época da Depressão.
O Dr. George Dock, uma outra proeminente figura, que colaborou com Rife, foi silenciado com uma enorme quantia, juntamente com a mais alta honra que a AMA poderia agraciar. 

Todos, exceto os Doutores Couche e Milbank Johnson, deixaram de lado o trabalho de Rife e voltaram a prescrever drogas.

Para terminar, os jornais médicos, patrocinados quase que inteiramente pelos anúncios das empresas de drogas e controlados pela AMA, recusaram publicar qualquer artigo de qualquer um envolvido com a terapia de Rife. Portanto, uma geração inteira de estudantes de medicina se formaram e omeçaram a trabalhar sem nunca terem ouvido falar dos importantes avanços da medicina de Rife.

A magnitude de um crime tão insano eclipsa todas os assassinatos em  massa da história. O câncer nos atingiu, um a um, silenciosamente … mas em 1960 as mortes causadas por este ínfimo vírus excedeu às carnificinas de todas as guerras em que a América lutou. Em 1989, foi estimado que 40% de nós experimentará câncer em algum momento de nossas vidas.

Durante a vida de Rife, ele tinha testemunhado o progresso da civilização, as viagens a cavalo ao avião a jato. Nesse mesmo tempo, ele viu a epidemia do câncer aumentar de 1 em 24 americanos em 1905 para 1 em 3 em 1971, quando Rife morreu.
Ele também testemunhou o fenomenal crescimento da Sociedade Americana do Câncer, a Fundação Salk e muitas outras coletarem centenas de milhões de dólares para doenças que foram curadas muito tempo antes em seus próprios laboratórios em San Diego. 

Em um período, 176.500 drogas para o câncer foram submetidas para aprovação. Qualquer uma que apresentasse resultados “favoráveis” em apenas 1/6 e 1% dos casos estudados poderiam ser licenciadas. Algumas dessas drogas tiveram uma taxa de mortalidade de 14 a 17%.

Quando a morte advinha pela droga, não pelo câncer, o caso era registrado como uma remissão “completa ou parcial” porque o paciente, de fato, não havia morrido de câncer. Na realidade, era uma corrida para ver qual mataria o paciente primeiro: a droga ou a doença.

A conclusão inevitável alcançada por Rife foi que seu trabalho durante toda a vida e as descobertas não só tinham sido ignoradas, mas provavelmente seriam enterradas com ele. 

Naquele ponto, ele parou de produzir e gastou o último terço da sua vida se afogando no alcoolismo. Isto atenuou a sua dor e sua aguda consciência de meio século de esforços desperdiçados – ignorados – enquanto o sofrimento de milhões de pessoas continuava para que alguns tivessem lucro. E lucro eles tiveram, e lucro eles têm.
Em 1971, Royal Rife morreu de uma combinação de Valium e álcool com a idade de 83 anos. Talvez sua continuada exposição às suas próprias frequências o tenham ajudado a sobreviver ao abuso do álcool por tantos anos.

Felizmente, sua morte não foi o fim da sua terapia de eletrônica. Alguns doutores humanitaristas e engenheiros reconstruiram seus instrumentos de frequências e mantiveram o seu gênio vivo. A tecnologia de Rife se tornou de conhecimento público outra vez em 1986 com a publicação de “A CURA DO CÂNCER QUE FUNCIONOU”, DE Barry Lynes e outros materiais sobre Royal Rifee seu monumental trabalho.
Há uma grande variação de custo, projeto e qualidade dos modernos instrumentos de pesquisas de frequências de Rife disponíveis. O custo parece variar de cerca de US$ 1.200,00 até US$ 6.500,00, contudo o preço não tem sido um especial indicador de competência técnica nos projetos ou desempenho do instrumento. 

Algumas das unidades mais caras têm sérias limitações  técnicas e não valem oque custam... No outro extremo, alguns pesquisadores conseguem poucos resultados de geradores de frequências simples, baratos e de baixa qualidade, mas isto não justifica um gasto de dinheiro excessivo. Sem modificações apropriadas, o gerador básico de
frequências geralmente oferece apenas resultados mínimos e inconsistentes. 

Por favor, lembre-se que a real destruição de viroses e bactérias, etc. não é necessariamente alcançada pela frequência primária mostrada nestes geradores baratos, mas pelas freqüências harmônicas mais altas dessa particular frequência, que pode ser bloqueada pela baixa qualidade de um  instrumento barato e rudimentar por si só.

A exposição à frequência apropriada e a umidificação do corpo com uma grande quantidade de água pura e limpa é crucial para alcançar os resultados que Rife conseguiu. Estes procedimentos são totalmente explicados nos manuais das melhores unidades disponíveis no mercado.

Assim, a menos que você se contente com resultados esporádicos para condições menos severas, é sugerido que você use somente os equipamentos da mais alta qualidade apenas os apropriados, comprovando os procedimentos em sua pesquisa pessoal. Se você assim  proceder, você pode descobrir que nada pode se comparar ao quê você pode conseguir através da aplicação destas frequências seguras e testadas no tempo (muitos por mais de 65 anos) e todas sem drogas, cirurgias ou radiações.

Um dia, o nome de Royal Raymond Rife poderá ascender ao seu lugar merecido, como um gigante da moderna ciência médica. Até lá, sua fabulosa tecnologia se mantém disponível somente para as pessoas que têm interesse em buscá-la. 

Enquanto perfeitamente legal para veterinários, para salvar as vidas dos animais, a brilhante terapia de frequências de Rife permanece um tabú para os
prevalescentes médicos ortodoxos, por causa da contínua ameaça que ela representa para o monopólio médico/farmacêutico internacional, que controla as vidas, e mortes, da vasta maioria das pessoas neste planeta.

Também, poderia ser dito aqui que, há muitos profissionais da saúde maravilhosos hoje e dia. Apesar de eles serem frequentemente limitados pelas ferramentas que eles podem utilizar, procure sua assistência se você desejar. Eles podem ser de grande ajuda em muitas situações.

Qualquer um que queira ler mais profundamente a fascinante história de Royal Raymond Rife e a supressão da tecnologia que ele desenvolveu, é fortemente encorajado a ler o livro: A CURA DO CÂNCER QUE FUNCIONOU: 50 ANOS DE SUPRESSÃO de Barry Lynes (Cancer Cure That Worked: 50 Years of Suppression). Você pode consegui-lo na “Amazon Books”. Veja o Website deles para ter uma descrição e informação sobre o livro.


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