quinta-feira, 9 de setembro de 2010

NOVO FILME MOSTRA QUE O HIV NÃO EXISTE - Não é ficção


Aliás, algo que David Icke já havia registrado há muito tempo, vejam aqui:
AIDS: A Grande Trapaça, por David Icke: http://www.umanovaera.com/conspiracoes/Aids.htm

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Vale a pena assistir este video. Fala sobre a mentira contada a todo o planeta sobre a existência do HIV, vírus que nunca foi isolado e que é acusado de causar a aids, na verdade doença desencadeada por outros fatores, ainda obscuros como o cancer. Em ingles o maior site sobre o assunto se chama www.virusmyth.com lá se paga um premio de 1.000 libras (http://www.virusmyth.com/aids/award.htm) para quem isolar o HIV e entregar ele. Já se vão mais de 10 anos de site e ninguém nunca conseguiu isolar o vírus no planeta e ganhar o dinheiro. Será porque?

Se entender um pouquinho de ingles veja este filme novo que foi lançado agora: http://www.houseofnumbers.com/site/
Lá fora tem gente mexendo na coisa. A bomba vai estourar daqui a uns anos, décadas talvez. Vai ser a falência da medicina, a vergonha dos médicos e dos laboratórios corruptos que mataram milhões tratando doentes de forma errada. Os mesmos que vão à tv denegrir a fitoterapia e forçar a massa a usar seus remédios assassinos.

No Brasil o médico que veio do EUA p morar aqui e que trabalha dentro desta abordagem é o Dr. Giraldo:  www.robertogiraldo.com
Ele atende gente no Brasil dentro desta dinâmica da visão dissidente da aids sem uso de remédios intoxicantes e destrutivos como o azt, estavudina, etc, caso alguém tenha amigos precisando de ajuda. 

Para quem quiser se inteirar mais e saber das verdades escondidas... aquelas que poucos aceitam ou tem coragem de dizer por medo.
O artigo abaixo é de menção a ser lido, por favor.

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Todos reagem positivamente no Teste ELISA para o HIV

Este artigo foi publicado, pela primeira vez, em Continuum (Londres), inverno de 1998/9 5(5): 8-10. Durante os seis últimos seis anos, trabalhei no laboratório de Imunologia Clínica de um dos mais renomados Hospitais Universitários da cidade de Nova York. Aqui tive a oportunidade de executar e conhecer pessoalmente e em detalhes, os atuais testes usados para o diagnóstico do HIV denominado ELISA , o ”Western blot” e o “Viral Load Test “(Teste de Carga Viral).

1. Diluindo o soro para o teste ELISA
O ELISA é um teste de anticorpos contra o que se supõe ser o Vírus da Imunodeficiência (HIV).  Para se aplicar esse teste, o soro de um indivíduo tem que ser diluído até a proporção de 1:400, com um tipo especial de diluente. De acordo com o fabricante do “kit” para esse teste, esse diluente contém” 0.1% de Triton X-100, soro bovino e caprino (com concentração mínima de 5%) e Linfócitos Humanos Lisados-T (mínimo titer 1:7500) Preservativo: 0,1% Sodium Azide” (1)

Essa diluição extremamente alta do soro humano (400 vezes) me surpreendeu. A maioria dos testes sorológicos que busca a presença de anticorpos contra germes usa soro concentrado (não dliuído). Por exemplo, os testes que buscam anticorpos para Hepatite A e B, vírus da rubéola, cífilis, histoplasma e criptococus, para citar alguns, usam soro não diluído.
Entretanto, na tentativa evitar reações positivas falsas (falsos resultados), alguns testes serológicos usam soro diluído; esse é o caso de testes que pesquisam anticorpos para os vírus do sarampo,da varicela e da  caxumba, que usam a diluição de 1:16, para citomegavírus (CMV) 1:20, e para o Epstein-Barr” vírus (EBV) 1:10.

As questões óbvias são: o que torna o HIV tão único que o soro precisa ser diluído 400 vezes?    E o que aconteceria se o soro do indivíduo não fosse diluído?

2. Testando o ELISA sem diluir o soro.
Para responder a essas questões desenvolvi um experimento num laboratório médico em Yorktown Heights, New York. Desenvolvi essa pesquisa usando os mesmos reagentes que são geralmente usados no kit do o teste ELISA, na maioria dos laboratórios clínicos no mundo (1).
Primeiramente utilizei amostras de sangue que à diluição de 1:400, apresentaram resultado negativo para anticorpos do HIV. Em seguida, usei as mesmas amostras de soro no teste, sendo que desta vez, sem diluição. Obtive resultado positivo para todas amostras. 
 
A partir daí utilizei aproximadamente 100 amostras e o resultado obtido foi sempre o mesmo. Até usei o meu próprio sangue, que à diluição de 1:400, reagiu negativamente; e não diluído reagiu positivamente. Devo informar que com exceção da minha própria amostra, todas as amostras dos pacientes vieram de médicos que requisitaram teste de HIV. E é assim provável que a maioria das amostras manipuladas pertencessem a indivíduos considerados como de risco para a AIDS.

De acordo com os Laboratórios Abbot, o valor de absorção (intensidade da cor amarela) “desenvolve-se em proporção à quantidade de anticorpos para HIV-1” (1). O que notei foi que a capacidade de absorção das amostras que testaram negativo, quando diluídas na proporção de 1:400, mas positivo quando não diluídas, apresentavam valores mais baixos que aquelas que mesmo não diluídas reagiam positivo para ELISA e para os teste ocidentais. Isso provavelmente significaria que o sangue dessas amostras tem um nível mais baixo de anticorpos que aquele duplamente positivo e assim, poderia provavelmente apresentar um resultado negativo para os testes “Western  blot ”. Entretanto não tive oportunidade de testar essa hipótese.
O seguinte gráfico ilustra como o sangue que reage negativamente para o HIV na escala de  1:400 sempre se torna positivo quando não diluído (1:1).
É importante salientar que o teste de anticorpos para o HIV “Western blot” também requer que o soro seja diluído. Embora ele também tenha uma diluição considerada mais alta que a comum, aqui o soro do individuo é apenas diluído na proporção de 1:50(2). Ainda não tive oportunidade de realizar esse teste com amostras não diluídas.   
                    
3. Discussão
A seguir, temos três explicações possíveis para o fato de amostras de sangue não diluído sempre reagirem positivamente no teste ELISA.
3.1. Todos têm anticorpos para o HIV
É aceito no mundo todo que o teste ELISA para o HIV detecta anticorpos para o que é conhecido como Vírus da Imunodeficiência Humana. E o laboratório farmacêutico que comercializa o “kit” do ELISA afirma que o “Abbott HIVAB HIV-1 EIA é um Imunoteste de Enzima Qualitativa in vitro para Investigação do Anticorpo para o Vírus tipo 1 da Imunodeficiência Humana (HIV-1), no Soro e Plasma Humanos” (1).

Desde que todas as amostras de sangue reagem positivamente no “ELISA”, um teste que supostamente investiga a presença de anticorpos para o HIV, os resultados aqui apresentados sugerem que cada ser humano teria anticorpos para o HIV. E isso sugere que todos teriam sido expostos aos antígenos do HIV.            
                                                             
Isso significaria que todos nós fomos expostos ao vírus considerado como causa da AIDS. Os que testaram positivo mesmo na diluição de 1:400, seriam aqueles que teriam tido a mais alta exposição ao antígeno do HIV. O resto da população – aqueles que somente reagem positivo com o soro não diluído - teria tido um nível mais baixo de exposição ao HIV.  

3.2. Todos têm níveis diferentes de infecção do HIV.
É também uma verdade universal que uma pessoa que apresenta anticorpos ao HIV foi não somente exposta, mas também está infectada por um vírus mortal que causa a imunodeficiência (3-6). Desse modo, as reações positivas encontradas em todos os soros não diluídos significaria que todas as pessoas, ou pelo menos, todas as amostras de sangue que eu testei, inclusive a minha, estariam infectadas por esse vírus “mortal”. A diferença entre esses e aqueles que testaram positivo na concentração de 1:400 seria  tão somente de grau de infecção.  

3.3 O teste não é específico para HIV.
Os resultados aqui apresentados poderiam também significar que os testes usados para detectar anticorpos para HIV não são específicos para o HIV, como explicado anteriormente (7-14). Nesse caso, existiriam razões outras, atuais ou passadas, que não a infecção ao HIV, para explicar a reação positiva. O teste pode apresentar reação positiva na ausência do vírus do HIV.
A literatura científica documentou mais de 70 razões diferentes para se obter uma reação positiva, que não a existência atual ou passada do vírus do HIV no sangue. Todas essas condições têm em comum uma história de estimulações poliantigênicas.

Mesmo os Laboratórios Abbott têm pleno conhecimento dos problemas específicos no teste ELISA. É por isso que eles afirmam: “O teste ELISA não pode ser usado isoladamente para o diagnóstico da AIDS, mesmo quando a investigação de amostras reativas, sugere a presença do anticorpo para o HIV-1” e “Embora seja válido para todas as aplicações clínicas e de Saúde Pública, tanto no grau de risco da pessoa estudada com no grau de reatividade da amostra, essas correlações são imperfeitas. Desse modo na maioria dos estabelecimentos, sugere-se investigar amostras reativas repetidamente. Assim seria apropriado se proceder a repetidas investigações com a ajuda de outros testes, específicos e suplementares.” Interessante é que há países, como a Grã Bretanha, onde o diagnóstico do o HIV se baseia exclusivamente no Elisa. Nenhum teste “Western blot” ou qualquer outro teste é usado. 

A única maneira adequada para estabelecer a especificidade e acuidade de um determinado teste é com o “padrão ouro”. Entretanto, desde que o HIV nunca foi isolado como uma entidade viral purificada (17-19), não pode haver um padrão ouro para o HIV. A acuidade e a especificidade dos testes para anticorpos do HIV foram em vez disso definidas a partir da afirmação de que o HIV é a causa da AIDS. Dessa maneira ”As pesquisas do Abbott mostram que a acuidade baseada numa prevalência assumida de 100% de anticorpos para HIV nos pacientes é estimada em 100%       (144 pacientes testados)” e “a especificidade baseada numa suposta prevalência zero de HIV no doador casual é estimada em 99.9% (4777 doadores casuais testados) No momento não existe nenhum padrão reconhecido para estabelecer a presença ou ausência do anticorpo para o HIV no sangue humano. Dessa maneira o quesito acuidade foi baseado no diagnóstico clínico da AIDS e a especifidade baseada no doador casual  (1)  (A ênfase é minha) 

Desde que não existe nenhuma evidência científica de que o teste ELISA seja específico para anticorpos do HIV, um resultado positivo no ELISA (uma amostra reativa) em qualquer que seja a concentração do soro sugeriria a presença de anticorpos não específicos ou poliespecíficos       (20). Esses anticorpos poderiam estar presentes em todas as amostras de sangue. Eles mais parecem ser um resultado de resposta ao stress, não tendo relação com nenhum retrovírus,e não interferindo no HIV (21,22). Nesse caso, um teste reativo (positivo) poderia representar a medida do grau de exposição do indivíduo a agentes de stress ou agentes oxidantes (15,26).  A conclusão inevitável para todos esses resultados positivos à presença de anticorpos do HIV, é que são falsamente positivos. Se ninguém é positivo ao HIV, então pessoas que reagem positivamente ao ELISA o fazem devido a outra coisa que não o HIV.

4. Como encontrar o significado real dos teste para anticorpos do HIV
Para se desvendar o significado desses testes, proponho um experimento simples. Colete sangue de três grupos de pessoas e aplique os teste em alta diluição, em diluição zero, e entre eles num grande espectro de diferentes graus de diluição. O primeiro grupo seria de pessoas saudáveis de diferentes faixas etárias: o segundo grupo de pessoas do chamado grupo de risco da AIDS; e o terceiro grupo com pessoas que apresentem condições clínicas relacionadas e não relacionadas com a AIDS. Os três grupos iriam se submeter não só ao ELISA, mas também ao teste “Western blot”.

Complementarmente, todas as amostras seriam submetidas  teste de carga viral para o HIV.

Os resultados desse experimento poderia determinar se as medidas de teste sustentam qualquer relação com o grau de exposição do indivíduo a agentes de stress ou oxidantes. Se assim for, os testes podem ser utilizados como uma medida do grau de intoxicação de um indivíduo.                                                                                                                                  
 Vamos tentar encontrar o apoio financeiro para realizar esse experimento. Por enquanto, vamos pelo menos parar de rotular como “soropositivo” as pessoas que tenham reagido positivamente ao Elisa, desde que já sabemos que não é um teste específico para o HIV.
5. Agradecimentos
Gostaria de agradecer ao Dr. Albert Padovani, Diretor do “Yorktown Medical Laboratory” por me permitir realizar esses experimentos registrados aqui nesse laboratório e por disponibilizar os reagentes para os testes. Também agradeço a Tom DiFernando, Diretor Executivo do “Health Education Aids Liaison” (HEAL), em New York, por editar os manuscritos desse artigo e por suas valiosas sugestões.

Testes para o HIV são altamente imprecisos

Este artigo foi escrito em Junho de 2000  e divulgado  durante uma discussão em Internet                                                        do Painel Sul Americano Presidencial de consultoria para a AIDS.
Durante os últimos seis anos trabalhei no Laboratório de Imunologia Clínica de um dos mais renomados Hospitais Universitários da cidade de New York. Aqui eu tive a oportunidade de pessoalmente aplicar e chegar aos resultados em detalhes dos testes usados atualmente para o diagnóstico do HIV, conhecido como ELISA, e também os testes  “Western blot” e  “Carga Viral”.

1. O teste ELISA, o teste Western blot e o teste de Carga Viral, usados para o diagnóstico de “Infecção por HIV” não têm precisão. 
Existem muitos argumentos contra a acuidade dos testes para diagnóstico da infecção conhecida como HIV. Para aqueles que querem pesquisar o assunto mais profundamente, recomendo veementemente começar o estudo pelo artigo de Bio/Tecnologia de Eleni Papadopulod-Eleopulos e seu grupo de pesquisadores de Perth, Austrália Ocidental (1993)
Aqui estão alguns fatos que sustentam a idéia de que se uma pessoa reage positivamente a esses testes, não significa que esteja infectada com o HIV.
A definição da AIDS, de acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças do Governo Federal dos Estados Unidos, requer um resultado positivo no teste de anticorpos para o HIV. Essa definição é aceita mundialmente. A importância do HIV nessa definição é tão forte que, atualmente, muitos pesquisadores de AIDS, profissionais da área de saúde e leigos, seguindo a conduta do Instituto de Medicina dos Estados Unidos, da Academia Nacional de Ciências e da maioria dos pesquisadores, agora se referem à AIDS como “Doença do HIV” (2-7.

Entretanto a AIDS na África pode ser diagnosticada sem teste de HIV ou outro teste laboratorial qualquer. Isso ficou decidido por oficiais da Saúde Pública Americana numa conferência em Bangui, África Central em outubro de 1985 (“ WHO’s Weekly Epidemiological Record 1986;61:69-76 e “Science Magazine” 21 de novembro de 1986). Isso dá aos profissionais da área o direito de diagnosticar a Aids na África apenas baseados nos sintomas e sinais que o paciente manifestar.

1.2 Os testes que são usados mais frequentemente para o diagnóstico do HIV são o teste de placas ELISA, o teste confirmatório Western blot , e o PCR ( reação da Polimerase em cadeia) teste de carga viral.  Nos Estados Unidos, o ELISA e o Western blot juntos, ficaram conhecidos como o “Teste da AIDS”. Esses testes supostamente detectam a presença de anticorpos contra o HIV. O PCR é um teste genético que faz cópias dos pequenos fragmentos de ácidos nucléicos que acredita-se pertencerem exclusivamente ao HIV. Esses são os mesmos testes usados para checar o HIV em mães, bebês, crianças, e na população como um todo. O problema é que em todos esses testes uma reação positiva ao HIV não garante absolutamente que a pessoa esteja infectada pelo HIV. (12-21).

1.3. Atualmente, um resultado positivo no “teste da AIDS”-os testes de anticorpos ELISA e o Western blot- é sinônimo de infecção por HIV e conseqüente risco de desenvolver a AIDS (8-11).
Entretanto esses teste de anticorpos não são nem padronizados nem reproduzíveis e em relação ao HIV eles em si não se justificam porque significam coisas diferentes em indivíduos diferentes; como também têm significados diferentes laboratórios e diferentes país onde são aplicados (12). Eles também são interpretados de maneiras diferentes nos Estados Unidos, Rússia, Canadá, Austrália, África Europa e América do Sul (22-27), o que significa que um pessoa que é positiva na África pode ser testada como negativa na Austrália, ou uma pessoa que é negativa no Canadá, pode ser considerada como positiva na África (28). O outro problema é que a mesma amostra de sangue quando testada em 19 laboratórios diferentes recém 19 resultados diferentes (29).

1.4 Os antígenos usados no teste Western blot, proteínas ou bandas –p120, p41, p32, p24/25, p17/18 - que são considerados como específicos do HIV podem não estar codificados no genoma do HIV, e podem na verdade representar proteínas celulares humanas .

1.5. O único método válido para estabelecer a susceptibilidade e a especificidade de um teste de diagnóstico em clínica médica, é comparar o teste em questão com o seu padrão ouro. O único padrão ouro possível para os testes de HIV é o próprio vírus da imunodeficiência humana. Desde que o HIV nunca foi isolado como uma entidade viral independente e livre e purificada (32), não é possível definir adequadamente a susceptibilidade ou especificidade de nenhum teste para HIV (12) Abbott afirma:  “ Até o momento não existe nenhum padrão reconhecido para estabelecer a presença ou ausência do anticorpo do HVI-1 no sangue humano. Desde que não existe nenhum padrão ouro para definir  a especificidade dos testes usados para diagnóstico da infecção por HIV, todos os resultados positivos são questionáveis.

1.6.Existe uma grande quantidade de publicações científicas explicando que existem mais de 70 condições diferentes já documentadas, que podem fazer o teste de anticorpos dar um resultado  positivo sem haver uma infecção por HIV ( 12-14; 17; 19 30). Em outras palavras existem mais de 70 razões ditas científicas para falso positivo no teste para o HIV. O fato foi amplamente registrado na literatura científica.

1.7. Com certeza é chocante saber que o diagnóstico do HIV é baseado em testes que não são específicos para o HIV. Entretanto a evidência nos diz que uma pessoa pode reagir positivo no teste para o HIV mesmo quando não está infectada.

1.8. Os laboratórios farmacêuticos que fabricam e comercializam os “kits” para esses testes têm conhecimento da imprecisão deles e por isso os suplementos que vêm com os kits taticamente afirmam:” O teste ELISA não pode ser usado separadamente no diagnóstico da AIDS, mesmo se a pesquisa sugerida  em amostras reativas sugira uma alta probabilidade de que o anticorpo para o HIV-1 esteja presente”(20). No Western blot o suplemento adverte” O amplicor do teste de monitoramento para HIV-1 não tem a intenção de ser usado como um teste de placa para o HIV ou como um teste de diagnóstico para confirmar a presença da infecção ao HIV.(35). O problema é que não apenas a maioria dos pesquisadores da Aids, jornalistas e leigos mas também profissionais da área de Saúde  desconhecem esses fatos sobre os testes porque não têm acesso a eles. Assim parece haver pouco ou nenhum compromisso da parte da instituições responsáveis em divulgar esses fatos aos médicos, imagine o público em geral.

1.9. Como os resultados do teste de carga viral são dados em cópias por ml de plasma (35), pesquisadores da Aids, profissionais de Saúde e leigos podem pensar que esses resultados representam cópias ou contagens do vírus propriamente ditos (12, 36-41) No entanto o teste só pode fazer cópias de fragmentos dos ácidos nucléicos, e não do vírus. Um teste positivo de carga viral não pode ser considerado como significante da presença do genoma total do HIV e portanto o teste não pode ser usado  medir vírus.

1.10. Resultados do teste de carga viral não podem ser reproduzidos. Eles podem ser vistos no amplo espectro de variabilidade que é aceito no padrão de qualidade determinado pelas empresas que produzem e comercializam os “kits” para o teste. Por exemplo, a Roche aceita controle baixo apresentando uma variação entre 1.200 e 11.000 cópias/ml (lote#0047) e alto controle variando entre 99.000 e 750.000 cópias/ml (lote#A00246). O mais importante de tudo, é que os problemas com a falta de um padrão ouro para a infecção por HIV também se aplicam para a avaliação da acuidade do PCR e do teste de carga viral (12,41,42). Consequentemente, a especificidade do teste de carga viral nunca foi definida corretamente e também os resultados positivos nesse teste são falso positivos para o HIV.  

1.11 O fato de que os defensores do HIV como a causa da Aids, tiveram que apelar para um recurso genético- o teste PCR- é um argumento forte contra a asserção referida acima. Para tentar identificar o HIV no sangue de supostos pacientes de Aids, eles têm que aumentar a quantidade de material genético no sangue em vez de fazerem cultura do vírus inteiro, isolá-lo e purificá-lo. Violam, dessa maneira, uma das regras principais das doenças infecciosas: no clímax ou no estágio máximo de severidade de qualquer doença, o paciente tem a maior quantidade de micróbios nos tecidos, e é nesses momentos que é mais fácil isolar e purificar os micróbios que estão realmente causando a doença.

1.12. As pessoas têm o direito de estarem esclarecidos antes de fazerem suas escolhas. Entretanto esse direito de ser informado implica em ter acesso a uma boa informação. Não existe justificativa para o fato de que maioria das pessoas não sejam informadas sobre a grave imprecisão dos teste para o HIV. Reter ou esconder esses fatos é um séria brecha à confiança pública, violando o direito da pessoa de ser informada claramente sobre os cuidados com a sua saúde.As implicâncias legais dessa situação foram registradas. 

2. Ser soro positivo não significa que a pessoa está infectada pelo vírus do HIV
2.1. Existe um número crescente de publicações científicas explicando em detalhes que os teste para a infecção por HIV não são específicos para o HIV (12-14, 47).Existem muitas razões que não uma infecção no passado ou no presente para explicar o fato do indivíduo reagir positivamente nesses testes. Ou seja, esses testes podem apresentar resultado positivo na ausência do vírus do HIV.
2.2. Algumas das razões que fazem aparecer um resultado falso-positivo no chamado teste de Aids são: infecção passada ou presente por uma variedade de bactérias, parasitas, vírus e fungos, incluindo tuberculose, malária, leischmaniose, “Influenza”, gripes comuns, lepra, e uma história de doenças sexualmente transmissíveis; a presença de anticorpos poliespecíficos, hipergamaglobulinemias, a presença de anticorpos a uma variedade de células e tecidos, vacinas, e a administração de Gamaglobulina ou imunoglobulinas; a presença de doenças auto-imunes como Lúpus Eritomatoso sistêmico, sclerodermia, dermatomiosote e artrite reumatóide ;  a existência de gestação e multiparidade, a história de inseminação retal, vício em “drogas lícitas” muitas doenças de rins , falência renal e hemodiálise; uma história de transplante de órgãos; presença de algum tipo de quimioterapia ; muitas doenças de fígado; hemofilia, transfusões de sangue e a administração de algum fator coagulante,  e mesmo a mais simples condição da idade, isso apenas para citar alguns dessas razões(12-14,17,18,30).
2.3. É interessante notar que todas essas condições que fazem os “testes para o HIV” reagirem positivamente sem a presença do vírus são condições que estão presentes em concentrações e distribuições variadas em todos os grupos ditos de risco nos países desenvolvidos, assim como na grande maioria dos habitantes do mundo subdesenvolvido.  Isso significa que com toda a probabilidade, muitos usuários de drogas (incluindo mães), alguns homossexuais e alguns hemofílicos nos países desenvolvidos, assim como na grande maioria dos habitantes em quase todos os países da África, Ásia; América do Sul e Caribe, que têm reações positivas aos testes de HIV, podem muito bem estarem apresentando esses resultados devido a condições outras, que não a de estarem infectados pelo vírus do HIV (12-24;30;48).
2.4.Além disso, é sabido que pessoas com ou em risco de contrair a Aids têm um nível alto de anticorpos – imunoglobulinas- como conseqüência de terem sido expostos a quantidades significantes de uma variedade de substâncias estranhas tais como “drogas lícitas”, sêmen,  fator VIII, sangue e componentes do sangue, infecções sexualmente transmitidas e outras infecções (12-14, 49). Todas essas substâncias são agentes oxidantes que causam stress oxidativo (47,50,51) .

2.5.Recentemente, tive a oportunidade de desenvolver um experimento através do qual pude demonstrar que todo o sangue reage positivamente no teste ELISA, quando usado o soro não diluído.Isso pode indicar que todos têm anticorpos contra o que se supõe ser o HIV. Aqueles que reagem positivamente apenas quando usado o soro não diluído, certamente apresentam uma quantidade de anticorpos bem inferior àquela apresentada por aqueles que continuam a reagir positivamente mesmo quando o soro é diluído 400 vezes (88). Essa possibilidade foi confirmada por pesquisadores Iugoslavos e Italianos. (90).
2.6. Existe também uma grande quantidade de dados científicos que indicam a presença geral de interações inespecíficas entre o que se considera serem antígenos retrovirais e anticorpos não compatíveis (12,52-54). É então possível se concluir que os testes para HIV reagem positivamente na presença desses anticorpos, ou seja, um resultado positivo num teste de anticorpo para o HIV pode ser resultante da estimulação de antígenos pré-existentes e não resultado do HIV ou outra infecção retroviral. 

2.7. Finalmente, foi proposto que os anticorpos contra o HIV são marcadores substitutos para o uso de drogas lícitas nos Estados Unidos e Europa (55,56).
2.8.Por outro lado, mesmo que os “testes de Aids” fossem capazes de detectar anticorpos contra o HIV, seria lógico dizer que a presença daqueles anticorpos indica uma infecção ativa. A presença de anticorpos contra qualquer vírus simplesmente significa resposta imune-humoral para aquele vírus e não necessariamente que aquele vírus ainda está ativo e patogênico (48,58). Uma pessoa pode ter anticorpos contra muitos germes sem que esses germes estejam ativos, patogênicamente ativos ou mesmo presentes (58,59). Na maioria dos casos, anticorpos contra vírus indicam imunidade. Esta é a mais verdadeira base da vacinação contra doenças viróticas (48,58,60). Mesmo que os testes fossem específicos para anticorpos contra o HIV, a pergunta seria a seguinte :Por que somente no caso da Aids a presença de anticorpos indica presença de doença em vez de proteção contra ela?

2.9. Não existe justificativa para o fato de que tanto os pacientes como o público em geral, tenham sido protegidos de todos os fatos acima citados. Sem os méritos e deméritos dos testes para o HIV, as pessoas não podem tomar decisões embasadas numa informação fidedigna.

3. Os chamados vírus da Aids podem nem mesmo existir.
A Biofísica Eleni Papadopulos-Eleopulos e seu grupo de pesquisadores no Hospital Royal Perth em Royal Perth, Austrália Ocidental, foram os primeiros cientistas a mencionarem o fato de que o HIV nunca foi isolado (12). Por muitos anos Papadopulos-Eleopulos e seus colaboradores, vieram publicando trabalhos, onde descreveram em detalhes, fatos científicos que corroboram a afirmação de que os chamados vírus do HIV podem nem mesmo existir (12-14, 20,30,31,47,50,61-64).

3.1. Os procedimentos corretos (31) empregados por cerca de meio século para se conseguir isolar um retrovírus são: a) achar em  culturas de células infectadas, partículas com um diâmetro de 100-120 nM que contenham os chamados corpos internos ou núcleos condensados que tenham superfícies crivadas de projeções – protuberâncias b)nos gradientes de densidade da sacarose, as partículas se ligam em uma densidade de 1.16gm/ml;c) a uma densidade de 1.16gm/ml não existe nada além de partículas com características morfológicas de partículas retrovirais; d) essas partículas contêm apenas RNA e não DNA, e o RNA consistentemente possui o mesmo comprimento (número de bases) e composição , não importa quantas vezes esse experimento seja repetido ;e) quando as partículas são introduzidas em culturas secundárias ela são absorvidas pelas células, o RNA total é transcrito reversamente em cDNA, o cDNA total é inserido no DNA celular, e o DNA transcrito em  RNA que é então traduzido em proteínas; f) como resultado disso, as células das culturas secundárias liberam partículas na cultura média; g) as partículas liberadas nas culturas secundárias, têm exatamente as mesmas características das partículas originais, ou seja, precisam ter morfologia idêntica, ligar-se a 1.16gm/ml e conter o mesmo RNA e proteínas (31).

Nenhum desses procedimentos foi atingido no caso do HIV (12,14,31,47).
3.2. Nenhum dos pesquisadores que reinvidica a autoria de obter o HIV isolado, mostrou a presença de partículas com características morfológicas de retrovírus ligantes a 1.16gm/ml (31).
Mesmo a palavra “isolar” como usada pelos mais conhecidos pesquisadores (65-67), é incorreta e enganosa desde que nem Montagnier, Gallo ou Levy isolaram partículas do HIV, de qualquer outro retrovírus humano, ou mesmo qualquer partícula semelhante a um vírus                                                            (12-14,30,31,47,61,68-74). 

3.3 Desde que nunca uma “partícula retroviral” (retrovírus) foi isolada de nenhuma cultura             (12-14,31,47,61-63,69-75), a existência do HIV foi estabelecida indiretamente pela presença registrada no sangue de indivíduos soro-positivos e ditos portadores de Aids, de proteínas/glicoproteínas tais com gp160/150, gp120,gp41/45/40,p34/32,p24 e p 18/17, todas consideradas como pertencentes ao HIV; também pela presença de enzimas como transcriptase reversa, que supostamente pertence ao HIV; e pela presença de fragmentos de DNA e RNA supostamente atribuídos ao HIV (12-14,31,47,61-63,69-75).
Entretanto nunca se provou que essas substâncias pertencessem ao HIV (12-14,31,47,61-63,69-75) Como pode alguém provar que as substâncias encontradas naquelas culturas pertencem a uma partícula viral que nunca foi encontrada a 1.16gm/ml? Para se provar que aquelas substâncias são parte de um retrovírus chamado HIV, é absolutamente necessário que as partículas retrovirais tenham sido previamente separadas – isoladas - de qualquer coisa.           Isso nunca foi feito com o HIV(31). 

3.4.É interessante notar que existe uma expectativa no sentido de que as substâncias listadas em 6.3 apareçam exclusivamente quando o sangue de uma co-cultura, supostamente infectado por células anormais de pacientes de leucemia, ou de linfócitos do cordão umbilical (31). O problema é que as mesmas substâncias podem ser obtidas das mesmas culturas na ausência do sangue supostamente infectado pelo HIV.

3.5. As culturas onde aparecem as substâncias acima citadas, são culturas que foram fortemente estimuladas por substâncias como fitohemaglutinina, IL-2, antisoro do interferon humano, e outros agentes (31) Esses estimulantes das culturas são agentes oxidantes (31,47). O problema é que o mesmo tipo de material pode ser observado em culturas estimuladas de linfócitos, pertencentes a pessoas saudáveis.  
                                                                                 
 É interessante notar que na presença de anti-oxidantes nenhum fenômeno do HIV pode ser observado na cultura, nem pode ser encontrada qualquer substância do HIV.

3.6. As substâncias listadas em 6.3. não são, de maneira alguma, específicas do HIV (31). Por exemplo, é sabido que a transcriptase reversa pode ser encontrada associada a entidades que não são retrovírus, tais como células eucarióticas, alguns vírus de DNA animal e vegetal até mesmo alguns íntrons (77).

Gallo e colaboradores afirmaram que os sobrenadantes livres de células de culturas infectadas possuem DNA do HIV(78,79)..Eles esqueceram que, por definição, retrovírus são partículas infecciosas que contêm apenas RNA. Quando o retrovírus entra na célula, o RNA é transcrito reversamente em DNA, que é então integrado ao DNA da célula como provírus, o que significa que aquele ”DNA do HIV” estará presente apenas na célula e em nenhum lugar mais.(31)
Existe também ampla evidência de que qualquer DNA ou RNA presente no sobrenadante da cultura, está lá como um efeito da estimulação exercida pelos cátions e agentes oxidantes, muito mais do que como efeito da presença de um retrovírus (31).
“A clonagem do HIV” é também enganosa. Sem se isolar a partícula retroviral que contem RNA dentro do seu núcleo, a clonagem do RNA específico do HIV é impossível (31).
3.7.Até hoje ninguém apresentou evidência alguma de que os chamados antígenos ou proteínas do HIV (gp160/150, gp120, gp41/45/40, p34/32, p24, p18/17) sejam constituintes de uma partícula de retrovírus ou mesmo de partícula semelhante a um retrovírus,  um único vírus, o HIV(31).

3.8. As proteínas ou antígenos derivados de culturas estimuladas são a base para os testes de anticorpos do HIV, ELISA e “Western blot” (31,73).Fragmentos do RNA de culturas estimuladas formam a base do teste de carga viral do HIV (31,73). Essa é a principal razão pela qual os atuais testes para o diagnóstico do HIV não são específicos. (12-14,31,61,62).

3.9. Na matéria publicada no Jornal de Virologia, em janeiro de 1997, dois grupos distintos de  pesquisadores, publicaram experimentos que requisitando a autoria de isolar o vírus do HIV. Agora e pela primeira vez na história do HIV, pesquisadores seguiram as regras internacionalmente aceitas para isolar partículas retrovirais. Como era esperado, nas bandas protéicas de sedimentação a 1.16gm/ml de sacarose, onde se sabia que os vírus se localizavam, nada foi encontrado a não ser “debris celular” a 1.16 gm/ml não existia nada que sugerisse uma partícula retroviral (80-81).Eles não puderam isolar o HIV simplesmente porque o HIV não estava lá para ser isolado.

Foi proposto que todas as substâncias que indicam a existência do HIV nada mais são que material não viral reunido e induzido pelos agentes aos quais os pacientes de Aids e as culturas são expostos (31). Quando encontradas em pessoas, essas substâncias poderiam ser vistas como produtos regulares de resposta ao stress (82), e secundários da exposição a agentes estressores químicos, físicos, biológicos, mentais e nutricionais (45,51,57,83-87). 
 
3.10. É, portanto, possível se concluir que todo o modelo da Aids como doença infecciosa e transmissível tem sua base num organismo inexistente. A pedra fundamental do modelo HIV-AIDS é, então, um fantasma.

4. O sentido verdadeiro de se ser soro-positivo.
4.1. As considerações acima nos permitem propor que a reatividade nos testes ELISA, Western blot, e PCR é causada por exposição múltipla, repetida e crônica a agentes estressores químicos, físicos, biológicos e nutricionais. O grau de reatividade seria proporcional ao nível de exposição a esses estressores imunológicos ou agentes oxidantes (12-14,30,31,63,88,89).
Resultados positivos nos testes ELISA e Western blot, também podem ser entendidos como conseqüência da presença de altos níveis de anticorpos poli –específicos devido a um estado de estimulação poliantigênica crônica (52-54).A reatividade dos três mais importantes testes para o HIV – o ELISA, o Western blot e o PCR ou carga viral- seria simplesmente resultante de uma resposta de stress (82,88,89,91-94).

4.2. Ser “HIV positivo” (soropositivo) – ou seja, reagir positivamente nos testes de HIV-  iria então significar que a pessoa foi exposta  a muitos desafios antigênicos e tóxicos, isto é, a muitos agentes oxidantes (47,50,89). Seu sistema imunológico respondeu fortemente a esses estímulos imunogênicos e imunotóxicos (51,57,89). O sistema imunológico desses indivíduos soropositivos estaria debilitado-oxidado- por essa super-estimulação e intoxicação. Dessa maneira o risco desses indivíduos para a Aids é mais alto do que o daquele que são “HIV negativos”.

4.3. Sem dúvida, existe quase que uma correlação perfeita entre a reatividade dos chamados testes do HIV e a Aids.
A exposição a estressores imunológicos faz esses testes reagirem positivamente. Ao mesmo tempo, essa exposição pode ser a causa de supressão de imunidade, de nível leve a moderado, em todos os indivíduos não sintomáticos que reajam positivamente nos “testes de HIV”. Se a exposição ao estressor imunológico não é interrompida, e se o indivíduo não é desintoxicado, é bem provável que esse indivíduo “HIV positivo” assintomático vai ter essa supressão imunológica piorada e vai desenvolver manifestações clínicas da Aids.

O que sabemos é que o HIV não tem um papel causal na Aids. Ao contrário, o fenômeno do HIV é um dos efeitos da resposta de stress à exposição múltipla, repetida e crônica a agentes estressores químicos,físicos, biológicos, mentais e nutricionais.

5. Tentativas possíveis de se encontrar o significado real dos testes do HIV.
Coletar amostras de sangue de quatro grupos de pessoas e aplicar os testes com alta diluição, não diluído e com um amplo espectro de diluições entre elas: a) o primeiro grupo seria de pessoas saudáveis e de várias faixas etárias; b) o segundo grupo seria formado de pessoas pertencentes ao  chamado grupo de risco da Aids; c)  o terceiro grupo teria pessoas com condições clinicas em nada relacionadas à Aids;d) e finalmente, pacientes com manifestações plenas da Aids, formariam o quarto e último grupo. 
Todos os grupos seriam submetidos a ambos os testes – ELISA e Western blot. E como complementação, todas as amostras de sangue poderiam ser submetidas também ao teste de carga viral para o HIV.
O resultado desse experimento poderia determinar se essas medidas de testes suportam qualquer relação com o nível de exposição do indivíduo a agentes estressores ou oxidantes. Caso seja assim, esses testes poderiam ser aproveitados como medida do nível de intoxicação apresentada pelo indivíduo.

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Roberto A. Giraldo
www.RobertoGiraldo.com

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Lena Rodriguez

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

ÁGUA APÓS OS 60 ANOS...



Cuidados Médicos, depois dos 60 anos.
Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
-Quais as causas que mais fazem pessoas com mais de 60 ANOS terem confusão mental?

Alguns arriscam: "Tumor na cabeça".
Eu digo: "Não".
Outros apostam: "Mal de Alzheimer".
Respondo, novamente: "Não".
A cada negativa a turma espanta-se.

E ficam ainda mais boquiabertos quando enumero os três responsáveis mais comuns:
- diabetes descontrolado;
- infecção urinária;
- a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os familiares mais velhos ficaram em casa.

Parece brincadeira, mas não é.
Constantemente, sem sentir sede, deixamos de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo.
Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.

Insisto: não é brincadeira.
A partir dos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo.
Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, menor reserva hídrica..
Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Conclusão:
Pessoas com mais de 60 anos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo.
Mesmo que a pessoa seja saudável, fica prejudicado o desempenhodas reações químicas e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:

O primeiro é para os MAIORES DE 60 ANOS:
Tornem voluntário o hábito de beber líquidos.
Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite.
Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi,
laranja e tangerina, também funcionam.
O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro.
Lembrem-se disso!

Meu segundo alerta é para os familiares:
Ofereçam constantemente líquidos aos familiares com mais de 60 anos.
Ao mesmo tempo, fiquem atentos.
Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro,
ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção.
É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.
"Líquido neles e rápido para um serviço médico".

Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

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Lena Rodriguez

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Azeite de Oliva


A última notícia sobre o óleo extraído da oliva merece comemoração: ele evita o acúmulo da gordura visceral, passaporte para doenças cardiovasculares e diabete. E, como se fosse pouco, combate a osteoporose e inflamações, caso da gastrite.

Basta um fio dourado do óleo da oliva para que aquela torrada dura e seca ganhe textura macia e sabor especial.

Uma outra transformação ocorre no seu organismo, mais precisamente no abdômen, quando você consome o azeite: ele impede o depósito de gordura bem ali, na linha da cintura.

Parece um contra-senso, já que o alimento é dos mais calóricos. Cada grama oferece cerca de 9 calorias. Mas a descoberta é séria: o sumo das azeitonas evita mesmo a barriga indesejada.

Quem assina embaixo são cientistas de diversas universidades européias.

Juntos eles publicaram seu trabalho no periódico Diabetes Care, da Associação Americana de Diabete, em que compararam exames de imagem de voluntários, antes e depois do consumo do óleo.

E observaram que esse bom hábito diminuiu os depósitos de banha no abdômen. Diga-se: o ideal seria que você consumisse duas colheres de sopa por dia do ingrediente para obter seus benefícios.

No fundo, o mérito é todo da gordura monoinsaturada, que predomina no azeite. Se ela já era festejada por varrer o colesterol ruim das artérias, agora os médicos têm ainda mais motivo para cobri-la de elogios.

Isso porque estão empenhados em acabar com as barrigas avantajadas e não tem nada a ver com questões de beleza. A gordura visceral, justamente aquela da cintura, produz substâncias que dificultam a ação da insulina, o hormônio produzido pelo pâncreas que ajuda a glicose a entrar nas células.

Ou seja, barriga grande pode levar ao diabete do tipo 2, explica o endocrinologista Márcio Mancini, presidente eleito da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, Abeso.

O diabete, ao lado da pressão alta, do colesterol, dos triglicérides alterados e, de novo, da tal barriga, é o componente básico de um mal que mata -a síndrome metabólica. O azeite, no entanto, ajuda a quebrar esse círculo nefasto.

Muito, muito antes de se estabelecer qualquer relação do azeite com a barriga antes até mesmo de se ter certeza de que barriga prejudicaria o coração, cientistas já observavam que os maiores consumidores do alimento estavam protegidos de males cardíacos.

Os povos do Mediterrâneo, que historicamente regam seus pratos com esse óleo, parecem mais distantes da ameaça de infarto. Claro, é preciso considerar que também se esbaldam em verduras, frutas e peixes, outros guardiães dos vasos.

Nenhum desses alimentos, entretanto, compete com o azeite na preferência de gregos, italianos e espanhóis.

'Muitos deles têm o hábito de tomar uma colher do óleo em jejum, conta o bioquímico Jorge Mancini, professor da Universidade de São Paulo (USP), que esteve na Espanha para pesquisar o assunto.

Para o nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, que fica na capital paulista, uma vantagem da chamada dieta do Mediterrâneo é que a gordura monoinsaturada vinda da oliva ocupa o espaço das temidas trans, presentes nas margarinas, e das saturadas, que estão nas carnes vermelhas. Diferentemente da mono, que faz as taxas do mau colesterol despencarem, a dupla tem relação com a subida do LDL, diz.

VANTAGENS DO EXTRAVIRGEM

O efeito antibarriga, em tese, pode ser obtido com qualquer tipo de azeite de oliva. Afinal, em matéria de teor de gordura monoinsaturada  à qual se atribui essa ação - eles praticamente empatam.

Já quando se fala em evitar as placas nas artérias, a bioquímica Luciane Faine, que analisou o azeite na Universidade Estadual Paulista de Botucatu, no interior de São Paulo, reforça as vantagens do tipo extravirgem.

É que, no caso do efeito anticolesterol, é importante a presença de moléculas antioxidantes. 'Na produção do extravirgem a pressão física da oliva, que é feita sem adição de produtos químicos, preserva esses compostos', diz ela. Segundo Lucian, os polifenóis do óleo extravirgem se acumulam no plasma sanguíneo. Com isso, os radicais livres que oxidariam o colesterol a ponto de ele estacionar nas paredes dos vasos ficam praticamente fora de ação, conclui. E saiba: Todas as células do corpo saem ganhando.

Um azeite legítimo não traz solventes ou substâncias químicas. Como dizem os especialistas, ele é o suco da azeitona, pura e simplesmente.
O que muda é o sabor, a textura, a cor ou o aroma. 'Tudo isso vai depender da variedade do fruto', diz a nutricionista e chef Maria Luiza Ctenas, uma expert no assunto.

Assim como acontece com o vinho, que já formou legiões de enófilos, hoje existem gourmets especializados em azeite que distinguem tipos de azeitona e locais de plantio apenas pelo olfato e sabem qual tipo de óleo combina com qual receita. São chamados pelos espanhóis de catadores. Segundo Maria Luiza o conselho desses experts vale muito, mas não dá para estabelecer regras. 'Cada um deve descobrir seu azeite preferido', opina.

CADA GORDURA, UMA CINTURA

O azeite ajuda a combater a barriga. Já a gordura encontrada em certas margarinas.. .

MONOINSATURADA

É como se esse ácido graxo, ou partícula de gordura, reorganizasse os depósitos de gordura, impedindo que inchem as células adiposas entre os órgãos do abdômen. Isso já foi observado, embora por enquanto ninguém conheça detalhes do mecanismo.

'Outra boa notícia é que a molécula monoinsaturada do azeite aumenta a produção da adiponectina, uma substância capaz de combater inflamações e as placas nas artérias', diz o cardiologista Heno Lopes, doInstituto do Coração, o InCor, em São Paulo.

TRANS
 
Apesar de oferecer as mesmas 9 calorias por grama do azeite, a famigerada trans parece inflar os adipócitos, que são as células
gordurosas, com maior facilidade do que qualquer outro óleo.

Existem evidências científicas de que não adianta tanto levar uma dieta mais leve se os poucos lipídios que entram no cardápio são
trans. Além de favorecer a pança, esse tipinho provoca a resistência à insulina, fazendo o pâncreas trabalhar dobrado -um esforço extra que pode desembocar no diabete tipo 2.

O QUE ESSE ÓLEO TEM

Mais da metade da composição do azeite é pura gordura monoinsaturada.
Ele contém, ainda, pitadas de ômega-3 e está cheio de substâncias antioxidantes, com destaque para os polifenóis, que, além de conferir aquele aroma característico, beneficiam nossas artérias.

Vale ressaltar ainda a boa concentração de vitamina E, nutriente que afasta o risco de tumores.

Muito além do coração:

O azeite é apelidado pelos mediterrâneos, merecidamente, aliás, de 'ouro líquido'.

NO ESTÔMAGO
Pesquisadores da Universidade de Valme, na Espanha, observaram que o óleo de oliva contém substâncias com efeito bactericida, capazes de combater a Helicobacter pylori, microorganismo por trás da gastrite.

O achado foi publicado recentemente no Journal of Agricultural and Food Chemistry, um importante periódico científico americano.

ABAIXO A DOR
 
Cientistas do Instituto Monell, nos Estados Unidos, encontraram no azeite uma molécula que inibe a atividade de enzimas envolvidas em inflamações. É o oleocanthal, um composto de ação idêntica à de analgésicos e que, portanto, é infalível contra as dores. Então, é provável que o consumo regular ofereça alívio para os que sofrem de dores crônicas.

PARA OS OSSOS
 
Ele também ajudaria a afastar a osteoporose. Pesquisadores da Universidade de Jáen, na Espanha, notaram que o consumo de azeite está associado à menor incidência de fraturas. Embora o efeito tenha sido demonstrado em um grupo de 334 voluntários, falta elucidar o porquê.

CONTRA TUMORES

Um trabalho publicado há pouco na revista da Sociedade Européia de Oncologia mostra que a gordura monoinsaturada do óleo de oliva diminui o risco do câncer de cólon. Pesquisas anteriores já apontaram a ação preventiva em outros tumores, como o de mama.

CAMPEÕES DO AZEITE


Graças ao clima, os países europeus que estão na bacia do Mediterrâneo são os maiores produtores do mundo. A Espanha detém 32% da produção, a Itália 26%, a Grécia 16,5% e Portugal 2%*.

EM DEFESA DO PEITO


Este era o efeito, até então, mais badalado do azeite. Entenda por que a sua fórmula é perfeita para poupar as artérias de estragos.

1- o consumo habitual do óleo de oliva auxilia na redução dos níveis de LDL, a fração ruim do colesterol.

E, quanto menor o teor de LDL, menores são as chances de sobrarem moléculas dessa gordura na circulação. Sem contar que os ingredientes do azeite contribuem para o aumento do HDL, uma partícula que carregao colesterol para longe das artérias.

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OBSERVAÇÃO > Quando forem comprar o azeite observem isto, leiam aqui

Lena Rodriguez

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Beber água antes de refeição pode ajudar a perder peso, diz estudo


Publicada em 24/08/2010 às 09h14m

BBC

Uma pesquisa feita por cientistas dos Estados Unidos afirma que beber água antes das refeições ajuda as pessoas a perderem peso.

Cientistas do Estado americano da Virgínia afirmam que pessoas que estão em dieta podem perder cerca de 2kg a mais se elas beberem pelo menos dois ou três copos por dia antes das refeições.

A pesquisa foi apresentada em um congresso nacional da Sociedade Americana de Química, em Boston.

Todos os adultos que participaram da pesquisa tinham entre 55 e 75 anos de idade. A teoria dos cientistas foi testada em 48 adultos, divididos em dois grupos, ao longo de 12 semanas.

Ambos os grupos seguiram dietas de baixa caloria, mas um deles bebeu água antes das refeições.

Ao longo de 12 semanas, as pessoas que beberam água perderam cerca de 7kg, enquanto os demais perderam em média 5kg.

Um estudo anterior já havia mostrado que pessoas que bebem até dois copos de água antes de cada refeição ingerem de 75 a 90 calorias a menos.

Calorias

Uma das autoras da pesquisa, Brenda Davy, da universidade Virginia Tech, acredita que o fato de se encher o estômago com um líquido sem calorias antes das refeições faz com que menos calorias sejam consumidas.

"As pessoas deveriam beber mais água e menos bebidas adocicadas e com muita caloria. É uma forma simples de se facilitar o controle do peso", afirma Davy.

Segundo a cientista, bebidas dietéticas e com adoçantes artificiais também podem ajudar as pessoas a reduzir o consumo de calorias, ajudando a perder peso.

No entanto, ela disse que bebidas com muito açúcar precisam ser evitadas. Uma lata de refrigerante comum contém, em média, 10 colheres de chá de açúcar.

A pesquisa foi financiada pela entidade Institute for Public Health and Water Research, que realiza estudos sobre água e saúde pública.

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Lena Rodriguez

www.cuidebemdevoce.com




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