quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Alzheimer e carinho, simples assim...


Tratamento Revolucionário Para Alzheimer?

No início de 2011, o The New York Times falou de instituição no Arizona (EUA) que abriga pacientes com Alzheimer, onde a quase totalidade não precisa tomar nenhuma medicação antipsicótica (veja aqui a matéria), ao contrário do que ocorre em todas as demais instituições para esta finalidade. Até mesmo pacientes expulsos de outras instituições por comportamento demasiado agressivo e que ingressavam neste local (www.beatitudescampus.org), apresentavam diminuição drástica dos episódios de delírios, agressividade e agitação.

Que interessante… Sem medicamentos antipsicóticos e mesmo assim com diminuição dos delírios, agitação e agressividade… Mas como isso?

Simplesmente através de interações baseadas em atenção, dedicação de tempo e carinho da equipe para com os pacientes.

Basicamente, ao trocar medicamentos antipsicóticos por abraços, a instituição obteve transformações inacreditáveis em seus pacientes. E de forma tão natural que por um bom tempo essa instituição teve de “comer o pão que o diabo amassou”: Autoridades de saúde do estado do Arizona partiram para cima, até mesmo ameaçando indiciá-la, por oferecer aos pacientes chocolates ao invés de drogas, por não impedir os pacientes de deambular livremente (normalmente as instituições restringem a liberdade de movimentação desses pacientes através de sistemas de alarme) e não obrigar todos os pacientes a usar fraldas (normalmente eles são obrigados, mesmo os que não apresentam incontinência). Mas a instituição manteve o pé firme, segundo a reportagem do The New York Times. E o sucesso atual é consequência disso.

A filosofia da equipe? Muito simples: fornecer aos pacientes toda e qualquer coisa que lhes produza conforto – nem que isso signifique um eventual gole de bebida alcoólica à noite, segundo a matéria do The New York Times.

Os resultados falam por si mesmos, afinal até mesmo pacientes com Alzheimer expulsos de outras casas por mau comportamento prosperam com pouca ou nenhuma medicação neste lar.

É tudo tão simples! Basta tratar uma pessoa, no caso um paciente, como ser humano que é, e essa pessoa naturalmente se comportará de acordo. Ou seja, se portará como um ser humano!

Incrível?? Claro que não! Mas infelizmente, isso passa por tratamento novo, revolucionário, de ponta, quando na verdade deveria ser a “lição de casa” mais básica, o ponto de partida primordial, para qualquer tratamento de demência.

Escrito por Dr. Alexandre Feldman -  Médico clínico-geral, autor de vários livros, criador dos sites MedicinaDoEstiloDeVida.com.br e Enxaqueca.com.br, palestrante, criador do termo "Medicina do Estilo de Vida", para designar a vertente da medicina que prioriza mudanças de hábito e estilo de vida para a prevenção e recuperação de doenças. Tem consultório em São Paulo, cidade onde mora com sua esposa Pat Feldman e dois filhos.

CUIDE BEM DE VOCE

www.cuidebemdevoce.com

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Palestra Pública - Tema: Intoxicações Energéticas

Palestra Pùblica realizada na ASSIPEC - Associação Internacional de Pesquisas da Conscienciologia localizada em Jundiaí/SP

O tema ministrado foi Tema Intoxicações Energéticas pela Consciencióloga Rita Crajoinas.

 
CUIDE BEM DE VOCÊ 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Substância encontrada no vinho tinto teria capacidade de acabar com câncer de mama, aponta estudo


Do UOL Ciência e Saúde - Em São Paulo

A pesquisa descobriu que o crescimento de células de câncer de mama era reduzido quando eram tratadas com o ingrediente natural.
Uma substância química encontrada no vinho tinto pode parar o câncer de mama, de acordo com uma nova pesquisa. Os testes em laboratório mostraram que o resveratrol, encontrado na casca da uva, poderia impedir o desenvolvimento da doença, bloqueando os efeitos do hormônio estrógeno.
Os cientistas disseram que a descoberta, publicada na revista Faseb, tem importantes implicações para o tratamento de pacientes. Sebastiano Ando, da Universidade de Calabria, na Itália, afirma: "Resveratrol é um potencial fármaco que pode ser explorado quando o câncer de mama se torna resistente à terapia hormonal."
A substância química também é encontrada em blueberries, amendoins e cranberries.
O resveratrol bloqueia o caminho do estrogênio ao combinar com o DNA no corpo da mulher para espalhar células tumorais, transformando-as em malignas.
A pesquisa descobriu que o crescimento de células de câncer de mama era reduzido drasticamente quando eram tratadas com o ingrediente natural, enquanto nenhuma alteração foi observada nas células que não foram tratadas.
Outros experimentos revelaram que o efeito estava relacionado a uma redução nos níveis de receptor de estrogênio causada pelo próprio resveratrol.
Ainda que a descoberta possa ajudar muitas pessoas, o médico e editor-chefe da revista Faseb, Gerald Weissman, aponta que de maneira alguma as pessoas devem sair e começar a usar vinho tinto ou outros suplementos para tratar o câncer de mama.
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CUIDE BEM DE VOCÊ
“Aquilo que conhecemos como doença é o estágio final produzido no corpo, o produto final de forças profundas e de longa atuação... Qualquer esforço dirigido unicamente ao corpo só pode reparar superficialmente o dano e nisso não há cura, uma vez que a causa ainda esta operando e pode a qualquer momento demonstrar novamente sua presença sob uma outra forma.”

Interessante texto sobre Auto-Hemoterapia


Recebi um e-mail interessante sobre o depoimento do Dr. André Luis Soares da Fonseca a respeito da Auto-Hemoterapia. Como sou adepto de tal tratamento e o faço a mais de 5 anos, achei interessante publicar o texto escrito por esse professor. Após o texto, é possível assistir a um vídeo, feito inteiramente por mim, sobre o procedimento de aplicação da auto-hemoterapia.

AUTO-HEMOTERAPIA: Texto do Dr. André Luis Soares da Fonseca, professor de Imunologia e Genética Médica na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Senhores(as)

Sou professor de Imunologia e Genética Médica na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e cada vez mais me espanta o pouco grau de inteligência (do latim “inteligere” :ligar, fazer conexão) de alguns médicos deste país.

É inacreditável como quando não se sabe nada, vai-se pelo que a maioria pensa ou pelo que é mais conveniente. A autohemoterapia é uma panacéia sim, mas é uma terapia coadjuvante, que melhora o sistema imunológico, não porque aumenta a sua capacidade, mas porque MODULA a sua função, ou seja, quando a imunidade está aumentada (hipersensibilidades, autoimunidades) ele DIMINUI a resposta; quando está baixa, ele AUMENTA a resposta em níveis compatíveis com o estado de saúde.

Ainda sem claro mecanismo de ação (pelos resultados análogos, obtidos com infecções bacterianas), crêe-se que quando as hemácias se localizam fora do tecido (como é a autohemoterapia), os macrófagos teciduais (histiócitos) são estimulados através de receptores específicos por glicoproteínas presentes na superfície das hemácias e realizam a sua fagocitose (hemocaterese), o que aumenta o nível de produção de derivados do metabolismo do oxigênio (O2-, H2O2, OH-) e metabólitos do Nitrogênio (Óxido Nítrico), que têm funções imunológicas.

Além do mais, os macrófagos assim ativados produzem níveis baixos, mas suficientes para uma ativação parácrina (no local) de interleucinas tais como IL-12 e IL-1. Depois disso, migram pelo organismo (mais importantemente para os linfonodos) e ativam mais adequadamente o sistema imunológico.

Vale lembrar que a autohemoterapia mimetiza um hematoma e daí a não realização da autoimunidade, como alguns questionam.

A questão da contaminação com vírus (meu Deus, é melhor ler isso do que ser cego!) deve-se, como todo procedimento negligente, à contaminação. E o princípio da AUTOhemoterapia é utilizar o sangue do próprio paciente nele mesmo, COM SERINGAS E AGULHAS ESTÉREIS.

Quando à questão dos abcessos (Deus, dai-me forças), abceda QUALQUER aplicação parenteral em que não se faça procedimento asséptico, até espremer espinhas…

A autohemoterapia, nos países AVANÇADOS em que a medicina a permite, tem de ser utilizada como terapia coadjuvante e, sempre recomendável, com acompanhamento médico.

Em medicina veterinária é protocolo constante em alguns tomos de Medicina Veterinária Interna e utilizada com terapia de escolha na papilomatose bovina, com excelentes resultados.

Bom, pelo menos esta polêmica toda servirá para suprir a falta de material científico necessário e adequado para validar, segundo as leis, este procedimento que não tem nada de charlatão. Alías, charlatanismo, segundo o direito penal, é tratar alguém sabendo que o tratamento não funciona. Portanto, até médicos podem ser charlatões.
Fonte
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CUIDE BEM DE VOCÊ
Alguns médicos já sabem dos fatores emocionais que envolvem as questões que se apresentam no corpo físico, sendo muito importante cuidar a causa também.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Especialista médico (professor de medicina) Dr. Edson Nogueira Paim reconhece a Auto-hemoterapia


Meu mais profundo respeito e admiração Dr. Edson Nogueira, assim, como há muito tenho pelo Dr. Luiz Moura! É preciso ter coragem, embora há toda uma comprovação, para ir contra o poderio laboratorial e cada vez mais forte em extraordinária exposição contra o establishment !!! (L.Rodriguez)  


06/10/2011 Especialista médico (professor de medicina) Dr. Edson Nogueira Paim reconhece a Auto-hemoterapia.

Página dedicada aos relatos e considerações sobre esta maravilhosa técnica difundida pelo Dr. Luis Moura que vem a décadas salvando vidas e aliviando o sofrimento de muitos pacientes que sofrem as mais variadas doenças. Também conhecida com Auto Transfusão, Auto Hemo ou simplesmente AHT.

Estas palavras estão no blog do Dr. Edson Nogueira Paim.

Médico Clínico e Sanitarista. Doutor em Saúde Pública. Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor de vários livros acadêmicos. Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina nas Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica. E além de outras qualificações profissionais, o Dr. Edson foi Diretor Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene do Rio de Janeiro.

"AUTO HEMOTERAPIA EM DEBATE", "Edson Nogueira Paim"

http://procuradoriadarepublica.blogspot.com/2010/11/auto-hemoterapia-em-debat...

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É muito comum a quem procura informações sobre a auto-hemoterapia, deparar-se com a frase:

Os defensores da auto-hemoterapia alegam que a técnica é eficaz. Ou frases semelhantes a esta.

É preciso ter muito cuidado e atenção para com esta astuciosa expressão, pois os defensores da autohemoterapia não somente alegam, MAS SOBRETUDO COMPROVAM COM DOCUMENTOS, as suas afirmações.

Basta uma ligeira pesquisa no Google, ou olhar os muitos vídeos disponíveis na internet, para constatar rapidamente a verdade.

Dentre os muitos vídeos de benefícios da auto-hemoterapia, está o do Cachorro Akita Inu, curado de uma doença dermatológica, cujas imagens comprovam inquestionavemente a eficácia da terapia, e derrubam por terra o argumento falacioso, de que os benefícios da auto-hemoterapia poderiam ser advindos de fator psicológico, ou efeito placebo.

Outro testemunho, é o do senhor José Luiz Dutra, cujas colonoscopias comprovam que ele foi curado do mal de Crohn com a auto-hemoterapia.

Há ainda muitos outros testemunhos e estudos documentados disponíveis.

Dentre eles o testemunho DOCUMENTADO com colonoscopias do senhor Ítalo Oliveira de Carvalho, 54 anos, que também foi curado do mal de crohn com a autohemoterapia.

E quem se aprofundar em suas pesquisas sobre a terapia, encontrá um vasto material.

Acesse a seção depoimentos do site AHT HEMOTERAPIA. Ali encontrará diversos relatos e testemunhos documentados.

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Então, muita atenção com frases astuciosas, cujo teor visa confundir e tenta distorcer a realidade.

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Lembre-se que contra fatos e fotos não há argumentos!

Então sua ajuda é muito IMPORTANTE!

Faça sua parte, divulgando seu testemunho. Muitas pessoas já fizeram. Divulgue seus laudos, exames, fotos e outros documentos, mostrando de maneira clara, que a auto-hemoterapia é eficaz e só faz bem!

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AUTO-HEMOTERAPIA. MEU SANGUE ME CURA.

http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm


http://www.hemoterapia.org/


http://amigosdacura.ning.com/

http://www.youtube.com/worldautohemotherapy

http://pdfcast.org/profile/marcelo%20fetha
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CUIDE BEM DE VOCÊ
Alguns médicos já sabem dos fatores emocionais que envolvem as questões que se apresentam no corpo físico, sendo muito importante cuidar a causa também.

Espinheira-Santa



Espinheira-Santa: Planta medicinal conhecida há muito tempo pelos Índios da América do Sul. Tem este nome devido à aparência de suas folhas e por ser considerado um “santo remédio” em linguagem popular. Cientificamente, está comprovada sua eficácia no combate a problemas gastrintestinais como a gastrite, úlcera e gases. Geralmente utilizada na forma de infusão ou cápsulas.

Nomes em português > Espinheira-Santa, Salvavidas; coro-milho-do-campo; Espinho de Deus; Maiteno; Sombra-de-Touro; Congorça; Cancerosa.
Nome latim: Maytenus ilicifolia.
Nom inglês: Espinheira-Santa
Nome francês: Espinheira-Santa
Nome espanhol: Cancorosa

Família: Celastraceae

Componentes: Terpenos (maitenina); triterpenos; taninos; flavonóides; mucilagens; antocianinas; açúcares livres; traços de sais minerais.

Partes utilizadas: Folhas


Efeitos da espinheira-santa

- Tonificante estomacal;
- Antiulcerôgenico (Tem potente efeito anti-úlcera gástrica devido à ação dos taninos). Tem poder cicatrizante de lesões ulcerosas do estômago devido à diminuição da acidez estomacal pelo aumento da secreção gástrica;
- Tem ação anti-séptica, devido à expressiva quantidade de taninos , atuando rapidamente na paralisação das fermentações gastrintestinais;
- Analgésica nas gastralgias (dor de estômago): Acalma rapidamente as dores estimulando e corrigindo a função desviada;
- Levemente laxativo, devido à presença de mucilagens;
- Levemente carminativa (auxilia na eliminação de gases);
- Levemente diurético, devido à presença de triterpenos;
- Alguns estudos iniciais demonstram que a Espinheira-Santa tem o poder de inibir alguns tipos de câncer (Fox,1991; Ohsaki et al.,2004);
- Demonstrou certa eficiência no combate a Helicobacter Pylori, bactéria que causa úlcera gástrica, podendo levar a câncer gástrico.(Cogo, et.al.2008).

Indicações: Acidez do estômago, azia, gastrites causadas ou não pela bactéria Helicobacter Pylori, gastralgias (dores no estômago), úlcera gástrica, enterites (inflamação do intestino), dispepsia (perturbações do trato gastrintestinal), mau hálito (devido a problemas estomacais), fermentações gastrintestinais, flatulência (gases).

Efeitos secundários
Pode-se notar boca-seca e náusea que desaparecem com a descontinuidade do uso.

Contra-indicações
- Gestação e tratamento de infertilidade feminina: É contra-indicado em casos de gravidez ou tratamento da infertilidade feminina por ter um efeito abortivo descrito em pesquisas científicas (Montanari, T.; Bevilacqua, E.; Contraception 2002);

- Lactação: É contra-indicado o uso durante o período de amamentação pois a espinheira-santa leva a uma redução do leite materno (Santos C, et al. Plantas medicinais 1988);

- Pessoas sensíveis ao álcool: A tintura (por conter álcool) não deve ser administrada a pessoas que sejam etilistas (pessoas dependentes de álcool) ou sensíveis ao mesmo;

- Pacientes com câncer estrógeno-dependente;

- Hipersensibilidade a este fitoterápico.

Interações
Não há comprovação de interações medicamentosas.

Toxicidade
Testes de toxicidade aguda e crônica realizados com folhas não provocaram efeitos tóxicosmutagênicos e teratogênicos (má formação fetal) em animais ou em células vegetais.

(Carlini, E. A.; Frochten-Garten, M. L. Em Toxicologia clínica (Fase I) da espinheira-santa (Maytenus ilicifolia); Carlini, E. L. A., ed.; CEME/AFIP: Brasília, 1988.)

Preparações à base de espinheira-santa

- Este medicamento pode ser preparado através de infusão (chá), que consiste em adicionar água fervente sobre as folhas rasuradas (rasgadas em tamanhos pequenos) e abafar por alguns instantes. Normalmente utiliza-se 20g de folhas de Espinheira-Santa para 1 litro de água. Toma-se uma xícara de chá desta preparação antes das principais refeições. Esta forma de uso pode ser alterada pelo médico ou farmacêutico dependendo de cada caso.

Para esta preparação, há a necessidade de se adquirir a Espinheira-Santa seca e é preciso comprar este produto em estabelecimentos com registro na ANVISA e Ministério da Saúde.

Outra forma de uso deste medicamento é o extrato seco que é encontrado na forma de cápsula e recomenda-se ingerir 2 cápsulas de 500mg, duas vezes ao dia, antes das principais refeições ou a critério do médico ou farmacêutico que analisando o caso definirá possíveis alterações.

Há também a possibilidade de fazer uso deste fitoterápico através de tinturas. Neste caso, preconiza-se ingerir 2,5 ml (de um copo medidor que geralmente acompanha o frasco) diluídos em meio copo de água, duas vezes ao dia, antes das principais refeições ou a critério do médico ou farmacêutico que analisando o caso definirá possíveis alterações.

Para estas duas últimas formas de uso, adquira seu medicamento em Drogarias ou Farmácias de manipulação.

Onde cresce a espinheira-santa ?
A Espinheira-Santa prefere solos ricos em matéria orgânica e é originária da América do Sul.
Hoje é distribuída nos estados do sul do Brasil, nos sub-bosques das florestas de Araucária nas margens dos rios. Ocorre também nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, porém em baixa freqüência. Em regiões do Paraguai, Bolívia e Leste da Argentina, também há a ocorrência desta planta.

Quando colher a espinheira-santa ?
Mas vale dizer que para fins medicinais é mis adequado de um plantio específico e apropriado para isso. Assim sendo a melhor época de plantio é a primavera e o verão e para colheita que é feita apenas uma vez ao ano deve ser realizada somente após dois anos do plantio.

Observações
No conhecimento indígena diz-se também que esta planta combate tumores. Isto esta ainda sendo pesquisado e até a total elucidação desta possível atuação, não é recomendado seu uso para o fim de combate a tumores em geral. A Espinheira-Santa foi muito utilizada pelos povos da América do Sul como abortivo e isto foi comprovado cientificamente devido a um efeito emenagogo (podendo promover contrações uterinas) e portanto mulheres grávidas não devem fazer uso desta planta. - Mulheres que estão amamentando também devem ter o uso da Espinheira-Santa, restrito, pois a planta em questão leva a uma redução do leite materno.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Por que as mulheres chinesas não contraem câncer de mama?


As informações sobre os hábitos alimentares do povo chinês revelam que os mesmos são inteiramente alheios à preocupação dos povos ocidentais em beber leite de vaca. Os chineses nunca utilizam o leite de vaca e, muito menos, amamentam os bebês dessa forma. E, não deve ser uma simples casualidade o fato de que grandes percentuais da população mundial sejam incapazes de digerir a lactose. 

Parece que a "natureza" tenta nos avisar que estamos ingerindo alimentos errados. É preciso atentar para a inclusão de leite de vaca não apenas nos produtos diretamente derivados do leite mas, também, nos alimentos que contém leite, como biscoitos, bolos, sorvetes, etc...

Além desses detalhes, é importante ressaltar que desde os anos noventa do século vinte, o Dr. Daniel Cramer, da Universidade de Harvard, discutiu a relação existente entre o consumo de derivados do leite e o aparecimento de câncer dos ovários.

Outros estudos confirmam a mesma relação com o câncer da próstata. Essa última relação é confirmada pelos dados da Organização Mundial de Saúde, que mostram a ocorrência de 1 caso de câncer da próstata em cada grupo de 20.000 homens, nos países que como a China não consomem leite, enquanto no Reino Unido, ocorrem 70 vezes mais casos de câncer da próstata em igual número de indivíduos.

O Dr. Robert Kradjian, Chefe da Divisão de Cirurgia da Mama do Seton Medical Centre, na Califórnia recomenda evitar o consumo de leite e seus derivados a todas as suas pacientes.

O que há de concreto e bastante evidente nessa discussão ? 

O leite que os nossos antepassados bebiam ou utilizavam para o preparo dos laticínios e demais produtos não era igual ao produto que a indústria leiteira coloca à nossa disposição nos dias atuais.

Há cinquenta anos, cada vaca leiteira produzia anualmente cerca de 1.000 litros de leite. Hoje, as vacas boas produtoras de leite permitem a ordenha de 50.000 litros de leite por ano. Essa abissal diferença representa o efeito de numerosas drogas, antibióticos, hormônios em elevadas quantidades, alimentação forçada e rica, confinamento do gado leiteiro e especialização das técnicas de engorda.

Essa produção de leite 50 vezes maior deve-se à total mudança das características dos animais utilizados na produção de leite. A última palavra na tecnologia à serviço da indústria leiteira é a utilização de hormônio de crescimento bovino. Esse hormônio, modificado através de técnicas de engenharia genética tem a capacidade de estimular a produção de leite.

Seu uso é proibido em alguns países, mas, como sabemos a proibição do uso não significa que o hormônio deixou de ser usado. Uma outra circunstância é a de que as vacas produtoras de leite, no passado eram ordenhadas apenas um período durante o ano, enquanto agora são ordenhadas praticamente 300 dias a cada ano, inclusive durante a gestação, época em que a produção do leite é maior.

Qualquer animal mamífero elimina toxinas através do leite. 

Todo o leite materno maduro, de humanos ou outros mamíferos, é um meio de transporte de centenas de componentes químicos. Isso inclui a eliminação de antibióticos, hormônios, pesticidas usados na produção dos alimentos de engorda e produtos tóxicos do meio ambiente.

Além disso, o leite de vaca contém sangue. As autoridades sanitárias permitem a distribuição de leite contendo 1 a 1,5 milhões de glóbulos brancos por cada mililitro de leite.

Essas células brancas são, simplesmente, o principal componente do pús produzido pelos processos de inflamação crônica das mamas das vacas, que ocorrem em consequência da ordenha mecânica diária dos animais.

O Dr. Kradjian questiona se o que se bebe hoje em dia ainda pode ser chamado leite ou se estamos consumindo um coquetel de produtos químicos, biológicos e bacterianos ?


O excesso de hormônios de crescimento e de hormônios que estimulam a produção de leite bovino pode ter um efeito deletério na estimulação das células mamárias humanas para o desenvolvimento dos tumores hormônio-dependentes e essa pode ser uma das explicações para a enorme diferença na ocorrência desses tumores entre as populações ocidentais, em comparação com as populações orientais que não fazem do leite e dos laticínios a base da sua dieta diária.

Apesar dos comunicados por porta-vozes da indústria leiteira afirmarem que o consumo do leite e dos seus derivados é isento de riscos, os dados epidemiológicos existentes parecem mostrar o contrário.

Não é de todo impossível que os interesses financeiros que movimentam uma indústria mundialmente potente contribuam para desviar a atenção das pessoas para um problema que, por outro lado, também atende aos interesses financeiros de uma não menos potente indústria, a farmacêutica, que produz drogas cada vez mais eficazes para combater o câncer de mama, mas, em contrapartida precisa de mulheres com câncer de mama para consumir as suas drogas cada vez mais eficazes.

Parece que, em relação ao leite comercializado nos dias atuais, os interesses comerciais superam os interesses da saúde das pessoas. Recomendamos que, ao invés de aguardar a palavra "oficial" dos órgãos governamentais, freqüentemente influenciada por estímulos oferecidos pela indústria.

REFERÊNCIAS:  Jane Plant. e Robert M. Kradjian.



O conhecimento comum da osteoporose é baseado em falsas premissas.
Os médicos recomendam a ingestão de cálcio para aumentar e manter a força óssea e densidade óssea, o que eles chamam de massa óssea.  De acordo com este esquema recomendado pelos médicos durante a vida, a massa óssea das mulheres iria aproximar-se a de um dinossauro pré-histórico. 
A fim de absorver o cálcio, o corpo precisa de quantidades comparáveis de outro mineral o magnésio.  O leite e produtos lácteos contêm apenas pequenas quantidades de magnésio.  Sem a presença de magnésio, o corpo só absorve 25 por cento do conteúdo disponível lácteos de cálcio.  O restante do cálcio significa problemas.  Sem magnésio, o cálcio em excesso é utilizado pelo corpo de maneira prejudicial. O corpo usa o cálcio para entupir as paredes arteriais que se torna placas ateroscleróticas.  O excesso de cálcio é convertido pelos rins em pedras dolorosas que crescem como as pérolas em ostras, bloqueando nosso trato urinário. 
Excesso de cálcio contribui para a artrite; acúmulo de cálcio, muitas vezes se manifesta como a dolorosa gota. Infelizmente a sociedade médica salienta a importância do cálcio, mas raramente o faz para o magnésio no entanto, o magnésio é vital para a atividade enzimática.  Além de assegurar a absorção adequada de cálcio, o magnésio é essencial para a função neural e muscular adequada para a manutenção e o equilíbrio do ph no organismo. 
O magnésio, junto com a vitamina B6 (piridoxina), ajuda a dissolver as pedras de fosfato de cálcio, que muitas vezes se acumulam dos excessos de consumo de lácteos.  Boas fontes de magnésio incluem feijão, vegetais de folhas verdes como couve, cereais integrais já as boas fontes de cálcio incluem as verduras, amêndoas, aspargos, brócolis, aveia, feijão, salsa, sementes de gergelim.
 A osteoporose não é um problema que deve ser associada à falta de ingestão de cálcio.  A osteoporose resulta da perda de cálcio.  As quantidades maciças de proteína em resultado do consumo de leite e derivados resultam em uma perda de 50 por cento de cálcio na urina.  Em outras palavras, dobrando sua ingestão de proteínas, haverá uma perda de 1-1,5 por cento em massa esquelética por ano em mulheres na pós-menopausa. 
O cálcio contido em vegetais verdes folhosos é mais facilmente absorvido do que o cálcio do leite, proteínas vegetais não resultam em perda de cálcio. O risco é muito grande, pois se uma mulher na pós-menopausa perde um a um e meio de massa óssea por cento ao ano, qual será o efeito depois de 20 anos? 
 A massa óssea não aumenta após os 35 anos. Este é um fato. No entanto, este fato é ignorado por gênios do marketing na indústria de leite.  Pelo menos uma em cada quatro mulheres vai sofrer de osteoporose muitas com fraturas de costelas, quadril ou antebraço. Pesquisadores da Universidade de Texas publicaram resultados de um experimento, onde era indicando que o cálcio suplementar é ineficaz na prevenção da perda óssea. 
Dentro de 5 anos após o início inicial da menopausa, há uma taxa acelerada de perda óssea, principalmente da coluna vertebral.  Durante este período de tempo, a reposição.
Wagner
Quanto ao argumento de que precisamos de produtos lácteos, pois eles contêm cálcio, poderemos citar a própria Organização Mundial de Saúde que nos países que têm baixa ingestão de cálcio não têm um aumento da incidência de osteoporose: "Estudos científicos sobre a absorção de cálcio mostraram que apenas 18 a 36 por cento do cálcio no leite é absorvido pelo organismo. "
Para a chave para o enigma osteoporose, não olhe para o cálcio, olhe para a proteína. Considere estes dois grupos contrastantes. Os esquimós têm uma ingestão de proteínas excepcionalmente alta estimada em 25 por cento do total de calorias. Eles também têm uma alta ingestão de cálcio a 2.500 mg / dia.
Sua osteoporose está entre as piores do mundo. O outro grupo instrutiva são os bantos da África do Sul. Eles têm uma dieta rica em proteínas de 12 por cento, principalmente de proteína vegetal, e apenas 200 a 350 mg / dia de cálcio, ingestão de cerca de metade das nossas mulheres. As mulheres não têm praticamente nenhuma osteoporose, apesar de terem seis ou mais crianças!
Bem, de onde você poderá obter o seu cálcio?
A resposta é: "exatamente no mesmo lugar que a vaca recebe o cálcio, a partir de coisas verdes que crescem no solo", principalmente a partir de vegetais folhosos. Afinal, elefantes, girafas e rinocerontes desenvolvem seus enormes ossos (depois de serem desmamados) pela ingestão de vegetais folhosos verdes, assim como cavalos.
Animais carnívoros também fazem muito bem sem vegetais folhosos. Parece que todos os mamíferos da Terra fazem bem, eles vivem em harmonia com sua programação genética e alimentação natural. Somente os seres humanos vivem um estilo de vida afluente têm osteoporose desenfreado.
Se as referências animais não convencêr, acho que dos vários bilhões de seres humanos nesta terra que nunca viram leite de vaca. Você não acha que a osteoporose prevaleceria  nesse grupo enorme?
Os determinantes verdadeiramente significativos da osteoporose são a ingestão de proteína bruta excessiva e falta de suporte de peso nos ossos longos, ambos ocorrendo ao longo de décadas. Hormônios desempenham um papel secundário, mas não trivial em mulheres. O leite é um impedimento para a boa saúde óssea.
O leite de vaca é notoriamente o alimento mais formador de muco que poderíamos consumir. A caseína, o componente da proteína no leite, é uma substância muito espessa e áspera e é usado para fazer colas .  Há 300% mais caseína no leite de vaca do que no leite humano.
A caseína no leite de vaca pode entupir e irritar o corpo e o sistema respiratório inteiro.  Produtos lácteos estão implicados em quase todos os problemas respiratórios, asma, bronquite, sinusite, resfriados, coriza e infecções de ouvido, os produtos lácteos são também a principal causa de alergias.
Vai ser difícil mudar; fomos condicionados desde a infância a pensar do leite como"alimento da natureza mais perfeito."
Caseína representa oitenta por cento da proteína do leite!
Os móveis em sua casa são colados por esta cola poderosa.
As colas naturais ainda são recomendadas para aplicações consideradas não especiais, como para colar papéis ou peças de madeira na construção de pequenos objetos domésticos.
A cola de caseína, por exemplo, tem um grande poder de adesão e pode ser facilmente preparada.
Será que alguém do filme parou de tomar leite, e seus derivados?
Como pode ser usado “cola” em nome da boa saúde?
Coladecaseina  
CUIDE BEM DE VOCÊ
 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Homeopatia pode ajudar a combater a dengue


Dra. Ana Tereza, uma amiga querida, me enviou a receita (sempre cede gentilmente para ajudar o povo carioca nas epidemias da dengue) que minha família sempre faz uso, e que tem nos ajudado a não contrair a doença.

Dra. Ana Tereza é médica homeopata - Vice Presidente do Instituto Hahnemanniano do Brasil.

Veja a fórmula no anexo abaixo.

homeopatia pode ajudar a combater a dengue


Antídoto contra envenenamento de cão ou gato

 
Mesmo que você não tenha animais, repasse para quem tenha.

Dr. Marcel Benedeti (veterinário) recomenda como agir em caso de suspeita de envenenamento de animais:

"Quando houver suspeita, dar água morna salgada ou água oxigenada 10 vol (uma colher de sopa) que, em contato com o estômago, vira água morna salgada e faz o animal vomitar.

Em seguida, dar ATROVERAN (1 gota por kg de peso de 6 em 6 horas), é o melhor antídoto para venenos do tipo 1080 e chumbinho.

Tenha sempre Atroveram por perto e repasse esta informação para as pessoas que conhece.

Poderá salvar vidas.

O carvão vegetal também ajuda muito em envenenamentos (inclusive em humanos), pois é absorvente.

Já existe, nas farmácias, em comprimidos.


"É nosso dever proteger os animais e promover o seu bem estar"
http://www.cuidebemdevoce.com/e-terapia-floral.php

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Ciência Descobre a Luz no Corpo Humano

 POR NOSSO CORPO CIRCULA LUZ


Desenvolvi este artigo com base em uma discussão levantada por uma irmã na Internet. Fundamenta-se na descoberta de que nosso corpo é pura luz…leia:

Li há algum tempo na revista Dsalud um artigo que apoia tudo aquilo que para nós já é tão legítimo: que somos energia, somos seres de luz.

Vejam, então, que os nossos sisudos cientistas foram capazes de demonstrar que assim é: que os canais energéticos que as culturas orientais conhecem há milênios e que descobriram de forma empírica, por revelações, sabe-se lá como (de forma surpreendente para os racionais ocidentais) existem na realidade científica racional a qual estamos acostumados!! O que não passa por essa racionalidade e essa ciência não existe oficialmente. Pois bem, os chakras, os canais energéticos, os meridianos, a pura energia e o reiki, inclusive a conexão entre humanos, já existem para a ciência.

Em resumo: foi descoberto que a água dentro do organismo cristaliza em forma de cristal líquido (como as telas dos computadores), uma forma de cristalização que permite conservar as propriedades dos cristais óticos (sua capacidade de armazenar informação e vibrar a determinadas frequências) e dos líquidos (sua capacidade de fluir) ao mesmo tempo. Isto significa: ela é capaz de guardar memória!!!!!!

Lembram-se das fotos dos cristais de água do Dr. Masaru Emoto?

Dito isto, não podemos esquecer que 75% de nosso corpo é água (para um bebê este percentual é de 95%), daí a importância desta descoberta.

A água conduziria os biofótons (informação eletromagnética) - o CHI, o Ki, o prana -, a velocidades inimagináveis através de nosso corpo. Céus! Por nossas veias (eletromagnéticas) circula luz!

Além disso foi descoberta uma rede ferroso-férrica de moléculas (de ferro) que graças às diferenças de potencial (geradas porque se oxidam e reduzem constantemente estas partículas) produzem energias eletromagnéticas que circulam por todo o nosso corpo, nutrindo-o e protegendo as reações bioquímicas (amplamente conhecidas por nossos cientistas) que sustentam nossa saúde. Casualmente estas redes são mais densas justamente em um local que coincide com um canal central diante da coluna, e possuem sete bolas de macromoléculas coincidindo com os lugares descritos como chakras, protegendo as glândulas mais importantes do organismo, onde se desenvolvem as reações bioquímicas essenciais para a vida.

Bem, o cristal líquido ficaria dentro das células e seria influenciado pelo campo magnético descrito, emitiria energia de determinados e diferentes comprimentos de onda para seu exterior, o que constituiria a aura, e captaria, como uma grande antena parabólica, informação externa.

Nossas moléculas de cristal líquido estariam fixadas dentro da rede ferroso-férrica, e serviriam como lugar de armazenagem de informação. A cientista que fez tão estupenda descoberta diz admitir que o ser humano seja formado por um corpo magnético, outro bioquímico e outro mental. Se o corpo magnético se desorienta ou danifica, deixa de proteger a estrutura bioquímica e a enfermidade surge. Se trabalhamos energeticamente sobre nosso organismo, reparamos a estrutura magnética e, consequentemente, a estrutura bioquímica também se recupera e, por extensão, a saúde.. Constantemente, através dos chakras, nosso corpo se nutre da energia que nos rodeia para poder funcionar bioquimicamente de forma correta.

Bem, isso é tudo. Podem ver de forma ampliada no seguinte endereço (em espanhol): http://www.dsalud.com/numero85_1.htm.

A reflexão seguinte é lógica e é uma consequência deste artigo. Se nosso corpo é luz e por ele circula luz, o mais lógico é que a luz do sol tenha um efeito de bateria de recarga sobre o mesmo. (…) Nosso corpo, por deficiências de alimentação e por costumes nocivos, perderia em alguns casos essa capacidade de distribuir luz harmoniosamente através de suas células, ocasionando problemas de saúde e estados de estresse.

A ação da luz solar teria o objetivo de regenerar e, posteriormente, recarregar todo esse circuito, para então recompô-lo, elevando sua vibração e desenvolvendo as partes ainda não acessadas de nosso cérebro (deixamos de utilizar cerca de 80%). Aí então poderemos estabelecer a reconexão com nosso mundo espiritual!!
CUIDE BEM DE VOCÊ

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Medicina em excesso?

John McKnight

Face à grande explosão dos custos na área médica, líderes trabalhistas questionam se devem continuar a trocar ganho real por benefícios médicos. O frustrado executivo da General Motors anunciou ter sua companhia pago uma quantia mais elevada pelo seguro de saúde do que pelo aço para produzir automóveis. O presidente da maior organização de seguro-saúde confessou que o principal problema de saúde nos Estados Unidos é como limitar os custos da medicina.

A princípio, o governo federal estabeleceu diretrizes encorajando a auto-regulamentação do setor médico. Essas medidas não deram resultado. Os custos aumentaram, apesar dos esforços administrativos e profissionais para limitar os gastos do sistema. Temos, porém, cada vez mais provas de que os serviços médicos têm pouco a ver com a saúde da população.

O economista Victor Fuchs reconhece o impacto dos novos conhecimentos médicos sobre a saúde é mínimo e conclui que “atualmente, a melhoria da saúde do povo americano depende, principalmente, daquilo que ele faz ou deixa de fazer por si mesmo.” E Anne Somers escreveu que “a maioria dos problemas de saúde importantes do país — acidentes de carros, todas as formas de dependência de drogas, inclusive o alcoolismo, doenças sexualmente transmissíveis, obesidade, muitos tipos de câncer, a maioria das doenças cardíacas e dos casos de mortalidade infantil — não pode ser atribuída a falhas no atendimento (médico), mas, sim, às condições de vida, ignorância ou irresponsabilidade dos doentes. Nenhuma quantidade de verbas adicionais, nem mesmo a reorganização do sistema, terão muito efeito sobre esse problema”.

Cinco caminhos

Face a esse dilema, a medicina americana criou novas possibilidades, novos caminhos.

O primeiro é a erradicação do resíduo. Existem algumas doenças que afligem uma pequena parcela da população. Um grande esforço é orquestrado para derrotar a poliomelite, o Lúpus eritematoso e a síndrome de Tourettes.

O segundo caminho é a possibilidade “biônica” — intervenções cirúrgicas para reconstruir o corpo humano. Invenções médicas mecânicas incluem hoje coronárias, implantes de mama e substituição das articulações, o transplante de órgãos e operações envolvendo mudança de sexo.

A terceira possibilidade é a manipulação genética. As pesquisas sobre clones e DNA sugerem possibilidades inimagináveis de criação de novos seres humanos. O exame do líquido amniótico permite a eliminação dos indivíduos psicológica ou sexualmente “indesejáveis”. Prometem o aperfeiçoamento da raça humana para permitir um futuro mais “humano”.

O quarto caminho é a possibilidade de redefinir a condição humana. Calvície, velhice, gravidez, menopausa e crianças hiperativas estão sendo definidas como males possíveis de serem corrigidos por intervenção médica. Há pouco tempo, foi descoberto um tratamento para a “síndrome da dona de casa cansada”. As possibilidades a serem exploradas são ilimitadas se a medicina consegue levar as pessoas a pensar que suas vidas são problemas médicos.

Por fim, cada uma dessas novas fronteiras médicas cria novos dilemas. À medida que avançamos nesses novos caminhos, surgem inúmeras questões sobre ética, custos, justiças e iatrogenia (doença provocada por erro médico). Cada questão requer novos recursos profissionais para corrigir os efeitos colaterais.

A promessa é uma ilusão

Em suma, a resposta da medicina para a crise dos custos é conduzir-nos em direção a novas fronteiras. A promessa que nos aguarda é:

erradicar as doenças;

reconstruir o corpo humano;

recriar a humanidade;

oferecer terapias para viver;

criar novos métodos para corrigir novos dilemas.

A oferta é, sem dúvida, interessante. O que a medicina está nos oferecendo não é apenas a eliminação da doença, mas o aperfeiçoamento da vida. Uma oferta difícil de recusar!

Entretanto, até mesmo os melhores e mais brilhantes profissionais da medicina sabem que a promessa não passa de uma ilusão. Os jornais médicos estão repletos de angustiantes artigos reconhecendo que, em sua ilimitada pretensão, a medicina tornou-se um falso deus que afasta o povo do caminho não-médico, que conduziria a uma sociedade sadia.

Resta, então, saber por que a sociedade continua fazendo um investimento tão catastrófico dos recursos nacionais.

Uma resposta diz que o povo é mal informado ou muito supersticioso e inclinado a seguir falsos deuses. Existe, também, outra explicação — a medicina moderna cresce porque suas principais funções são econômicas e políticas e não terapêuticas.

Tudo indica que nossa saúde, hoje, requer mudanças importantes no relacionamento individual, social, econômico e ambiental. Não requer investimento na medicina. Tais mudanças exigem alterações revolucionárias nas estruturas institucionais, nos sistema de valores, nas relações de poder e no estilo de vida. Obviamente, aqueles que lucram com as condições atuais não apoiariam esse “desenvolvimento da saúde”.

Como um dos principais sistemas educacionais da sociedade, a medicina ensina duas lições fundamentais:

quem sabe resolver os problemas é o especialista tecnicamente habilitado. A mensagem da propaganda médica é que precisamos acreditar no profissional. Ele compreende os problemas. Ele conhece as respostas;

consequentemente, o bem-estar dos indivíduos depende de sua capacidade de serem clientes. Você vai progredir e se desenvolver à medida que receber cuidados médicos. Você é consequência do atendimento — não daquilo que você faz.

A lição ensina como resposta “certa” que as pessoas encontrem seu potencial humano na qualidade de clientes, consumindo produtos profissionais. A possibilidade da população mudar uma sociedade doente por meio de sua própria ação é uma resposta “errada”, dada por cidadãos que não conseguem aprender a lição do sistema.

Em segundo lugar, a medicina oferece placebos para os indivíduos que ainda pensam em engajar-se em ações populares para mudar a ordem política que determina a saúde. Para os alienados, irados ou frustrados pelo impacto nocivo causado pela ordem atual, a medicina oferece uma quantidade monumental de medicamentos psicotrópicos que ajudam multidões a suportar a dor.

Em terceiro lugar, à medida que a sociedade investe nas cinco novas fronteiras da medicina, aprende que depende da máxima conquista profissional-tecnológica. Nossa saúde fica na expectativa dos peritos que trabalham com seus microscópios. Em vez de criarmos uma nova ordem sadia, acreditamos que precisamos usar nossos limitados recursos para pesquisa e desenvolvimento.

E, por fim, temos a habilidade da medicina moderna de ofuscar o perigo de uma sociedade tecnológica. Sua promessa de destruir a morte pelas mãos dos tecnocratas confirma uma visão mundial que valoriza o desenvolvimento tecnológico acima de tudo. Em uma sociedade deteriorada, devido ao crescimento ilimitado de sistemas tecnológicos, a medicina nos cega para a causa da nossa morte.
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Fonte: Resumo de artigo publicado na revista “Resurgence”

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