domingo, 20 de fevereiro de 2011

Médicos desafiam governo e usam terapia de ozônio às escondidas


20.02.11 - 09:45

Mesmo com a falta de regulamentação no país, médicos brasileiros de diferentes formações utilizam o ozônio em tratamentos. A Abroz oferece dois cursos anuais de ozonioterapia em seu site onde qualquer médico pode se inscrever. Ao menos 200 médicos fazem parte da associação, segundo a diretora.

A prática da ozonioterapia pode ser punida pelo CFM, caso o médico seja denunciado. Diante disso, o conselho avalia se o tratamento fez algum mal à saúde do paciente ou se a pessoa perdeu a chance de ser tratado de uma maneira mais eficaz. Se isso, de fato, aconteceu, o médico pode sofrer processo administrativo que, em última instância, leva à cassação do registro.

A diretora da Abroz reconhece essa condição, mas não deixa de usar a técnica. Otorrinolaringologista, com especialidade em ozonioterapia, concluída na Alemanha, Emília diz que já curou lesões complicadas nos pés de diabéticos e grandes feridas expostas com o uso do ozônio.

- Sou ozonioterapeuta e todo o médico tem autorização de tratar o paciente integralmente. A gente não fica falando que faz, mas queremos mostrar que o procedimento é usado.

O administrador Antonio Carlos Sebrian, de 54 anos, que tratou uma erisipela (infecção de pele causada pela bactéria estreptococos, com aspecto de vermelhidão) na perna esquerda, com a doutora Emília, é entusiasta do método.

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Segundo ele, somente as sessões de ozonioterapia aliviaram as dores intensas que sentia. Depois de passar por três sessões de ozonioterapia, a ferida começou a cicatrizar. Em mais duas sessões, a lesão tinha sumido, conta. Ele afirma que não sofreu nenhum efeito colateral.

O entusiasmo se mantém mesmo depois de informar o preço pago pelo pacote: R$ 10 mil. Sebrian explica que o alto preço condiz com o tratamento que fez. Além de receber injeções e usar os sacos plásticos vaporizados com ozônio, o administrador se submeteu a uma série de 73 tipos de exames de sangue para detectar “deficiências no organismo”.

- Fiz um tratamento geral diferente da medicina tradicional, que trata o ser humano como um todo. Se fizesse só as sessões para curar a ferida, ia gastar menos, mas o problema ia insistir e a deficiência continuar.

Sebrian conta que a bateria de exames indicou baixa imunidade no organismo. Para melhorar seu estado, a médica indicou vitaminas e florais, além de mais sessões de ozonioterapia. Todo o tratamento durou três meses.

Cada aplicação custa de R$ 80 a R$ 100, diz Emília.

Fonte: R7

COMENTÁRIO: 

A solução de prata coloidal pode ser usada em substituição ao tratamento citado, por um custo infinitamente menor. Considerando que as doenças citadas foram causadas por bactérias e fungos, é óbvio que compressas com solução de prata coloidal aplicadas diretamente sobre os ferimentos liquidará com os intrusos.  

Para baixa imunidade, tomar a solução três, quatro vezes ao dia (cerca de 10 a 20ml cada vez), fortalecerá o organismo, promovendo o combate auxiliar de dentro para fora. Os resultados são rápidos e seguros, sem nenhuma contra indicação. 

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sábado, 19 de fevereiro de 2011

HOMEOPATIA NA REDE! DISSEMINE ESSA CAUSA



O cyberativismo tem sido um comportamento importante para mostrar às autoridades os interesses de cidadãos brasileiros. O Portal Ecomedicina é um ambiente desenvolvido para reunir todos os que se disponham a contribuir pela democratização ao acesso das informações e à assistência na saúde. Assuma esta atitude e se integre a uma rede de cyberativistas em prol da Homeopatia.

Como participar? Simples. Atuando como um multiplicador. Sempre que você encaminhar as mensagens para seus grupos de contatos em favor do movimento da Homeopatia Direito de Todos, você contribuirá para aumentar a credibilidade da causa. E estará exercendo a cidadania, formando opiniões, defendendo direitos. A Homeopatia Direito de Todos é uma causa de cada um.

Participe da divulgação da banner da Campanha Homeopatia Direito de Todos, veja esta notícia e adote esta atitude de fazer parte, de ser um cyberativista.
 
 

ExpedienteHomeopatia Ação Pelo Semelhante www.semelhante.org.brE-mail : semelhante@semelhante.org.br Tel.: (+55 21) 2255-1934

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Ecomedicina é feita para quem busca medicinas menos agressivas, que respeitam a natureza do organismo e da vida. A biodiversidade é a chave do equilíbrio, da harmonia e da preservação do planeta. Respeitar os saberes tradicionais das medicinas é reconhecer milênios de prática em experiências e metodologias para cuidar da vida. Por isso, incluir a diversidade das medicinas nas práticas de preservação da saúde é agir em busca do equilíbrio...
 
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Lena Rodriguez
 
 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Você usa lentes de contato? Esta matéria pode lhe interessar

Se as bactérias nas lentes de contato infectarem a superfície da córnea, elas podem destruir as delicadas células do olho, criando cicatrizes e levando até a perda da visão. [Imagem: Bpw/Wikimedia]


Veja comentário após a matéria

Nova técnica combate infecções em lentes de contato

Redação do Diário da Saúde

Infecções nos olhos

Pesquisadores da Universidade do Texas nos Estados Unidos, descobriram um novo método para combater as infecções bacterianas associadas às lentes de contato.

O método também pode ter aplicações para as infecções bacterianas associadas com queimaduras graves e fibrose cística.

"Ao desmembrar um suporte molecular que recobre os microrganismos e os torna mais difíceis de erradicar, fomos capazes de reduzir significativamente a infecção bacteriana da córnea," afirma o Dr. Jerry Nick, um dos autores da descoberta.

"Infecções por bactéria Pseudomonas aeruginosa podem causar cicatrizes graves e perda de visão quando se espalham para a córnea," explica ele.

Infecções nas lentes de contato

O olho normalmente combate as infecções através de uma variedade de mecanismos de defesa, que começam com as simples piscadas, que ajudam a remover as bactérias presentes na superfície do olho.

As lentes de contato, no entanto, diminuem a eficácia do movimento das pálpebras. Assim, as bactérias podem aderir à superfície da lente de contato que está em contato com o olho.

Se essas bactérias infectarem a superfície da córnea, elas podem destruir as delicadas células do olho, o que pode levar a cicatrizes e até a perda da visão.

Esta condição é conhecida como ceratoconjuntivite microbiana, e afeta cerca de 2 a 4 usuários de lente de contato em cada grupo de 10.000, a cada ano.

Biofilme

As infecções oculares podem ser tratadas com antibióticos. No entanto, pode ser difícil eliminar as bactérias sobre as lentes de contato, especialmente quando eles formam um biofilme.

Um biofilme é uma matriz que abriga e envolve as comunidades de microrganismos, tornando-os muito mais difíceis de erradicar.

Os cientistas confirmaram conclusões anteriores de que os restos celulares das células do sistema imunológico que estão combatendo a infecção acabam fornecendo as matérias-primas para o biofilme - DNA, actina e histonas.

Então, eles usaram a enzima DNAase, juntamente com ácido poli aspártico carregado negativamente para quebrar as ligações químicas desses elementos que suportam o biofilme.

Esse tratamento reduziu os biofilmes sobre as lentes de contato por 79,2 por cento.

Fibrose cística e queimaduras

O mesmo tratamento reduziu a infecção da córnea em um modelo animal em 41 por cento. Não houve qualquer indício de danos causados pelos tratamentos.

"Estes são resultados iniciais promissores que apontam para potenciais novos métodos para a remoção de biofilmes de bactérias da superfície das lentes de contato, reduzindo o risco da ceratite microbiana, bem como para o tratamento de infecções por Pseudomonas que são associadas com a fibrose cística e com queimaduras graves," disse Danielle Robertson, principal autora do estudo.

Fonte: Veja outras notícias sobre lentes de contato.

VEJA COMENTÁRIO:

Depoimento pessoal:
A solução de prata coloidal pode ser misturada ao soro fisiológico em cerca de 20 a 30% para lavar as lentes. Você pode deixá-las em molho por dez minutos nesta solução. E você pode também substituir os colírios e demais produtos para lubrificação de lentes nos olhos, por simplesmente soro com 10 a 20% de solução de prata. Ao sentir necessidade de lubrificar as lentes, pingue uma gota em cada olho.

Eu tenho miopia (em torno de -7 graus) e utilizo lentes gelatinosas descartáveis, das que servem no máximo 30 dias, mas para mim, elas duram três meses. Detalhe: eu durmo com as lentes! Ao levantar, retiro-as, lavo-as em soro com solução de prata coloidal e recoloco-as.

Uso lentes de contato desde 1988 e cerca de seis meses depois de utilizar produtos recomendados para limpeza das lentes e lubrificação durante o uso, sofria com constante irritação. Instintivamente substitui tudo por apenas soro fisiológico e a irritação desapareceu. No ano de 2000, depois de conhecer um pouco mais a prata coloidal (a descobri em 1999) comecei a usá-la da forma como descrita acima e as lentes passaram a durar mais. Já se passam mais de 20 anos e meus olhos estão saudáveis. Quando contraí conjuntivite em uma viagem aérea (talvez o ar condicionado interno) simplesmente aumentei a dosagem da solução de prata a razão de 50%, pingando de duas e duas horas e em 24h a doença foi eliminada.

Thomas Korontai

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Suco de romã pode frear metástase de câncer de próstata


Pesquisadores da Universidade Riverside, da Califórnia, identificaram componentes no suco de romã que podem inibir os movimento de células cancerosas e a metástase do câncer de próstata.

A descoberta pode ainda ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer.

Quando o câncer de próstata reaparece no paciente depois de tratamentos como cirurgia e/ou radiação, geralmente o próximo passo é a supressão do hormônio masculino testosterona, um tratamento que inibe o crescimento das células cancerosas, pois elas precisam do hormônio para crescer.

Mas, com o tempo, o câncer desenvolve formas de resistir também a esse tratamento, se transforma em um câncer muito agressivo e sua metástase ataca a medula óssea, pulmões, nódulos linfáticos e geralmente resulta na morte do paciente.

O laboratório americano aplicou o suco de romã em células de câncer de próstata cultivadas em laboratório que já eram resistentes à testosterona – quanto mais resistente à testosterona uma célula cancerosa é, maior é a sua tendência à metástase.

Os pesquisadores então descobriram que as células tratadas com o suco de romã que não morreram com o tratamento mostraram uma maior adesão, o que significa que menos células se separavam, e também queda na movimentação dessas células.

Em seguida os pesquisadores identificaram os grupos ativos de ingrediente no suco de romã que tiveram impacto molecular na adesão das células e na migração de células cancerosas no câncer de próstata já em estado de metástase.

“Depois de identificá-los, agora podemos modificar os componentes inibidores do câncer no suco de romã para melhorar suas funções e fazer com que eles sejam mais eficazes na prevenção da metástase do câncer de próstata, levando a terapias com remédios mais eficazes”, disse a pesquisadora Manuela Martins-Green.

Outros tipos de câncer

A pesquisadora afirma que a descoberta pode ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer.

“Devido (ao fato de) os genes e proteínas envolvidas no movimento das células de câncer de próstata serem essencialmente os mesmos que os envolvidos no movimento de células em outros tipos de câncer, os mesmos componentes modificados do suco poderão ter um impacto muito mais amplo no tratamento do câncer”, afirmou Manuela.

Manuela Martins-Green explicou ainda que uma proteína importante produzida na medula óssea leva as células cancerosas a se mover para a medula onde elas poderão formar novos tumores.

“Mostramos que o suco de romã inibe a função dessa proteína e, assim, esse suco tem o potencial de evitar a metástase das células do câncer de próstata para a medula”, disse.

Os próximos planos da pesquisadora são fazer testes adicionais em um organismo vivo com câncer de próstata em fase de metástase para determinar se os mesmos componentes que foram eficazes nas células cultivadas em laboratório poderão evitar a metástase sem efeitos colaterais.


Fonte: BBC Brasil

Lena Rodriguez

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Excesso de espinhas pode atrapalhar a vida social e os estudos dos adolescentes


Adolescência e espinhas são quase sinônimos. Na tentativa de esconder esse problema, vale tudo: cabelo na cara, maquiagem para meninos ou, para os mais radicais, se trancar em casa. 

Isso mesmo! Tem gente que deixa de fazer programas com os amigos e até pede aos pais para não ir à escola por causa da proliferação de pontinhos no rosto. 

Pamela de Almeida, 19, comemora que a pior fase de sua pele já passou. Ela admite que evitava até encontros familiares para não expor a acne. 
"Escondia meu rosto com o cabelo", lembra. 

Já Felipe Garcia, 18, experimentou cremes, limpeza de pele e até "lifting" facial. "Nada deu certo", lamenta. 

Agora, ele faz dieta para tomar o medicamento Roacutan. "A pele de amigos que usaram o remédio melhorou." Felipe conta que leva uma vida normal, mas que "meninas ficam de frescura na balada" por causa de suas espinhas. 

Para a psicóloga Miriam Blanco Muniz, o impacto das espinhas na vida dos adolescentes varia, mas meninas costumam ser mais afetadas. "Para elas, a questão da imagem pesa bastante. Há jovens que se sentem destruídos pela espinha. Para eles, isso interfere no pertencimento a um grupo", diz. 

A própria Pamela conta histórias que contrariam a lógica da psicóloga. Ela afirma que meninos do seu colégio também usavam maquiagem para esconder as espinhas. Felipe Trevisan, 25, assume que já usou corretivo para esconder as espinhas. "Foi para ir a uma formatura", diz. 

Pamela diz que, com o tempo, aprendeu a lidar com o problema. "Lógico que não é legal ter espinhas, mas elas são uma manifestação do corpo. O importante é não se importar com o que os outros falam sobre isso." 

Nem todos os jovens conseguem fazer como ela. 

A dermatologista Ana Cristina Alves conta que parte dos pacientes entra de cabeça baixa para ser atendido. "A acne é uma doença estigmatizante para os adolescentes, que passam a ter comportamento antissocial."

Em alguns casos, jovens se recusam a estudar por tanto tempo que repetem de ano. 

Um estudo da Universidade de Oslo, na Noruega, apontou que adolescentes com espinhas tendem a ir mal na escola e têm mais idéias suicidas. 
Mas não é para tanto, né? Com paciência e tratamento médico adequado você consegue se livrar das espinhas! 


Fonte: Folha On Line
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A "bruxa" do Colorado


por Carlos Morandi




Ela tinha em seus registros 30 mil casos de cura. E este foi o motivo que a fez morrer na prisão aos 71 anos de idade. 


Dra. Ruth, o tempo foi passando, e os séculos antigos começaram a mostrar aos séculos 20 e 21, o que eles guardavam em suas memórias. Com a mesma humildade de seus sábios, aqueles que quiseram beber do seu conhecimento.
Os séculos antigos aguardam novos alunos! E se novos aprendizes não vão até eles, eles se apresentam entre nós através de arqueólogos, místicos, cientistas, pesquisadores... A senhora, Dra. Ruth, sabe como isso funciona!
Assim aconteceu com a ciência que hoje tem o nome de Radiônica. Os antigos egípcios conheciam seus fundamentos e aplicações. Os romanos e gregos usaram seus princípios com objetivos terapêuticos. Depois, somente no século 15 alguns poucos se entregaram ao estudo da “técnica” da Cura à Distância. Creio que lembrar agora de Paracelso causa-lhe agradável contentamento!
Bem sabemos Dra. Ruth, que de Paracelso até o início do século 20 há um grande vazio de registros sobre o estudo e a aplicação da Radiônica. É lamentável. Contudo, a vinda do Dr. Albert Abrams – que lhe é tão saudoso – mudou todo o panorama de esquecimento a que esta arte-ciência foi relegada.
Sei que esta carta vai ser lida por muitas pessoas. Portanto, peço a sua permissão, Dra. Ruth, para lembrar aqui alguns dados sobre o Dr. Abrams, com a intenção de que essas pessoas o avaliem melhor, caso ainda não o conheçam:
Albert Abrams formou-se em Medicina em Berlim, estudou em Paris e Londres, e fez seu doutorado em Patologia na Universidade de Stanford, Estados Unidos. Seu gênio de pioneiro o fez interessar-se pela Radiônica, e logo estava diagnosticando e tratando enfermidades que em sua época eram incuráveis.
Em 1922, usou uma amostra de sangue de um paciente que se encontrava distante e obteve sucesso no seu diagnóstico. Ele narrou esse fato na revista “Physical Medicine Magazin”. Por esse motivo e por outros tantos mais chamou a si toda espécie de resistência ao seu trabalho, à sua integridade como ser humano, à sua competência como cientista pesquisador.
A senhora, Dra. Ruth, viu bem de perto o sentimento de humanismo que o saudoso Dr. Abrams possuía. A senhora sabe como poucas pessoas que ele não via fama e riqueza em seus próprios horizontes. Afinal, a senhora foi aluna dele!
Bem lembra à senhora que o Dr. Abrams chegou à conclusão de que o corpo humano era uma “caixa de ressonância”; e que as vibrações emitidas pelos órgãos do corpo tinham, cada uma delas, sua própria medida. A sífilis, por exemplo, tinha a equivalência de 55 Ohms; o câncer, 50 Ohms e assim por diante.
E ele descobriu que as doenças e os próprios agentes patogênicos poderiam ser identificados com o uso do aparelho que construiu o “Biometer”. À descoberta do Dr. Abrams, os pesquisadores de sua época chamaram de “Electronic Reaction of Abrams” (Reações Eletrônicas de Abrams).
Peço-lhe desculpas, Dra. Ruth, porque sei que essas lembranças vão envolvê-la em saudades e emoções. Porém, ao mesmo tempo, creio que vão alegrá-la ainda mais, nesses seus dias de repouso. Enquanto a senhora descansa por algum tempo do seu difícil e vitorioso trabalho, permito-me citar algumas de suas realizações, ao conhecimento das pessoas que também lerão essa carta. Creio que posso dizer algo assim:
Ruth Beyner Drown nasceu no Colorado, Estados Unidos, em 1892. Seu pai era fotógrafo profissional, o que, naturalmente, contribuiu para mais tarde ela se empregar em um laboratório fotográfico, onde veio a aprender fotografia e técnicas elétricas.
Formou-se em engenharia, e foi trabalhar na Companhia Edison da Califórnia como engenheira de antenas de rádio. E sem que percebesse, o destino a conduziu ao encontro da Radiônica, em um caminho no qual absorvia a cada trecho os conhecimentos da arte-ciência que era chamada até então, de “Radioterapia”.
Certa vez participou de uma palestra sobre a “Terapia de Rádio”. Não teve dúvidas: como sua formação era em engenharia, retornou à universidade e formou-se em ciências médicas na especialidade de Quiropatia. A seguir, tornou-se aluna do Dr. Albert Abrams e, após a morte do seu mestre, fundou o Centro de Pesquisas Drown – onde aprofundou seus estudos e começou a diagnosticar de acordo com a "nova terapia”.
Dra. Ruth B. Drown, movida por seu interesse em “radioterapia” reuniu seus conhecimentos em eletricidade e medicina para desenvolver aparelhos radiônicos. Criou o “Homo Vibra Ray Instrument” (Instrumento de Raios de Vibrações Homogêneas), que ficou sendo a base (instrumental) da Radiônica.
Com esse aparelho a Dra. Ruth Drown obteve a cura de muitas pessoas. O “Homo Vibra Ray” irradiava o mesmo tipo de energia que a doença irradiava, e sua cura se dava, em resumo, com esse mesmo nível vibratório. Está registrado que vários médicos o compraram, e esse aparelho ficou conhecido na América e na Europa.
Um dia a Dra. Ruth soube o quanto é árduo o caminho dos pioneiros: ela tinha quase 30 mil casos de cura com esse aparelho (e seguidores em alguns países), porém, o Departamento Federal de Remédios norte-americano, (no uso de suas atribuições) alegou que não havia embasamento racional na teoria médica para esse tipo de tratamento. E a Dra. Ruth Drown foi julgada, considerada culpada e presa – por curar pessoas com uma ciência não conhecida e não admitida nos círculos científicos de então.
Quando saiu da prisão, seu pioneirismo e sua alma de pesquisadora a levaram de volta às pesquisas, ao seu trabalho. E foi presa novamente, por não ter obedecido a ordem judicial anterior... E morreu na prisão aos 71 anos de idade.
Leis não são para serem discutidas, mas sim cumpridas. Assim, não nos cabe aqui qualquer discussão de sentenças, porque o respeito à soberania das leis das nações é um dever de todo ser humano.
A liberdade que nós temos como cidadãos do Século 21 permite, sem punições arbitrárias, irmos até os séculos antigos, depositários do conhecimento adquirido pelo ser humano ao longo de muitas e muitas eras. Ou permite que eles venham até nós para nos lembrar de que no Museu do Cairo há uma arca construída há cinco mil anos. Pesquisadores de várias nacionalidades a consideram um “Instrumento de Radiônica”.
Dra. Ruth. A senhora sabe o quanto ainda precisa ser feito para que as ciências antigas sejam integradas às ciências modernas, e vice-versa. Isto somente trará benefícios às pessoas desse início de Era Global, aos profissionais de várias áreas e, principalmente, aos seres humanos que estão padecendo de doenças graves, algumas até mesmo incuráveis. A não ser, talvez, pela Radiônica...
Pelo que lhe fizeram e pelo que não a deixaram realizar, permita-me pedir que nos perdoe a todos. Apesar de saber que sua a luz jamais deixou de nos perdoar.

© 2010 – Do livro “Águias Feridas”, de Carlos Morandi, publicação em 2011. 
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Meio ambiente: Casca de banana pode despoluir a água

Esnobada por indústrias, restaurantes e até donas de casa, a casca de banana pode em breve dar a volta por cima. Descobriu-se que, a partir de um pó feito com ela, é possível descontaminar a água com metais pesados de um jeito eficaz e barato.

O projeto é de Milena Boniolo, doutoranda em química pela Ufscar (Universidade Federal de São Carlos, no interior paulista), que teve a ideia ao assistir a uma reportagem sobre o desperdício de banana no
Brasil.

Só na Grande São Paulo, quase quatro toneladas de cascas de banana são desperdiçadas por semana. E isso é apenas nos restaurantes, diz a pesquisadora.

Boniolo já trabalhava com estratégias de despoluição da água, mas eram métodos caros -como as nanopartículas magnéticas- o que inviabilizava o uso em pequenas indústrias.

Com as cascas de banana, não há esse problema. Como o produto tem pouquíssimo interesse comercial, já existem empresas dispostas a simplesmente doá-las.

MASSA CRÍTICA
Como o volume de sobras de banana é muito grande, as empresas têm gastos para descartar adequadamente esse material. Isso é um incentivo para que elas participem das pesquisas, afirma.
O método de despoluição se aproveita de um dos princípios básicos da química: os opostos se atraem.
Na casca da banana, há grande quantidade de moléculas carregadas negativamente. Elas conseguem atrair os metais pesados, positivamente carregados.

Para que isso aconteça, no entanto, é preciso potencializar essas propriedades na banana. Isso é feito de forma bastante simples e quase sem gastos de energia.

Eu comecei fazendo em casa. É realmente muito fácil, diz Boniolo.

As cascas de banana são colocadas em assadeiras e ficam secando ao sol durante quase uma semana. Esse material é então triturado e, depois, passa por uma peneira especial. Isso garante que as partículas sejam uniformes.

O resultado é um pó finíssimo, que é adicionado à água contaminada.

Para cada 100 ml a serem despoluídos, usa-se cerca de 5 mg do pó de banana.

Em laboratório, o índice de descontaminação foi de no mínimo 65% a cada vez que a água passava pelo processo. Ou seja: se for colocado em prática repetidas vezes, é possível chegar a níveis altos de
limpeza.

O projeto, que foi apresentado na dissertação de mestrado da pesquisadora no Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), foi pensado com urânio.

Mas, segundo Boniolo, é eficaz também com outros metais, como cádmio, chumbo e níquel-muito usados na indústria. Além de convites para apresentar a ideia no Brasil e na Inglaterra, a química também ganhou o Prêmio Jovem Cientista.

Agora, segundo ela, é preciso encontrar parceiros para viabilizar o uso da técnica em escala industrial.


Fonte II Paisagismo Digital

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Lena Rodriguez
WWW.CUIDEBEMDEVOCE.COM

sábado, 22 de janeiro de 2011

DENGUE > Repelente barato, cheiroso e eficaz contra a dengue e outros insetos


Você pode fazer em casa, REPELENTE BARATO, CHEIROSO E EFICAZ .Que tal tentar? 
  
Repassando... Nestes tempo de Dengue, é muito mais barato e menos tóxico do que os industrializados!

*****
Eu(Ioshiko Nobukuni) Tenho distribuído frascos como amostra, todos estão aderindo. 

Já distribuí 500 frascos e continuo. 

Mas, sou sozinha, trabalhando com recursos próprios, devido ao grande número de casos de dengue, não consigo abranger. 

Gostaria que a SUCEN sugerisse aos municípios distribuir este repelente (numa emergência) nos bairros carentes com focos da dengue, ensinando o povo para futuramente preparar e usar diariamente, como se usa sabonete, pasta de dente. 

Protegeria as pessoas e ao mesmo tempo, diminuiria a fonte de proteína do sangue humano para o aedes maturar seus ovos,  atrapalhando assim, a proliferação.

Não acham que qualquer ação que venha a somar nesta luta deveria ser bem vinda?

DENGUE I: 

FAÇA O REPELENTE DOS PESCADORES EM CASA:
  1/2 litro de álcool;- 1 pacote de cravo da Índia (10 gr);- 1 vidro de óleo de nenê (100ml)

Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitando, cedo e de tarde; 

Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila,  erva-doce, aloe vera). 

Passe só uma gota no braço e pernas e o mosquito foge do cômodo. O cravo espanta formigas da cozinha e dos eletrônicos, espanta as pulgas dos animais.
O repelente evita que o mosquito sugue o sangue, assim, ele não consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a proliferação. A comunidade toda tem de usar, como num mutirão. Não forneça sangue para o aedes aegypti!

Ioshiko Nobukuni
Sobrevivente da dengue hemorrágica.

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Lena Rodriguez

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