sexta-feira, 15 de junho de 2012

Descobertas da Rússia sobre o DNA: Versão Original




Hélice do DNA humano


O DNA humano é uma Internet BIOLÓGICA e superior em muitos aspectos a uma rede artificial. A mais recente pesquisa científica russa, direta ou indiretamente, explica fenômenos como a clarividência, a intuição espontânea e atos remotos de cura, auto-cura, as técnicas de afirmação vocal (decretos), a luz incomum / aura em torno de pessoas, influência da mente/pensamentos sobre padrões climáticos, e muito mais. Além disso, há evidências de um novo tipo de medicina nas quais o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências/som (O Verbo) SEM remover e substituir um único gene, ou sem a prática da medicina invasiva convencional.

Apenas 10% do nosso DNA está sendo usado para construir proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados "DNA lixo". Os investigadores russos, no entanto, convencidos de que a natureza não era estúpida (como os cientistas conseguem ser na maioria das vezes), se juntaram a lingüistas e geneticistas em uma aventura para explorar os 90% do assim chamado "DNA lixo". Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionários! 

Segundo eles, nosso DNA não é apenas responsável pela construção do nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e de comunicação. Os lingüistas Russos compreenderam que o código genético, especialmente nos 90% aparentemente inúteis, seguem as mesmas regras que todas as nossas linguagens humanas. Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma em que as palavras são unidas para formar frases e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática.

Eles descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e estabelecem regras como as nossas linguagens. Assim as linguagens humanas não surgiram coincidentemente, são um reflexo (efeito) do nosso DNA inerente. O biofísico russo e biólogo molecular Pjotr ​​Garjajev e seus colegas exploraram também o comportamento vibracional do DNA. [Para efeitos de concisão Vou dar apenas um resumo aqui. Para a exploração, por favor consulte o apêndice no final deste artigo] O resultado foi:. "Cromossomos vivos funcionam como solitônicas / computadores holográficos que usam a irradiação Laser do DNA endógeno". Isso significa que eles conseguiram, por exemplo,  modular a freqüência de certos padrões em um raio laser e com isso influenciar a freqüência do DNA e, assim, a própria informação genética. Desde que a estrutura básica dos pares alcalinos do DNA e da linguagem (como explicado anteriormente) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação do DNA é necessária.

Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isto, também, foi provado experimentalmente! A Substância viva (DNA no tecido vivo, não in vitro), sempre reagirá aos raios laser modulados na linguagem e até às ondas do rádio, se as freqüências apropriadas estiverem sendo usadas.

Isso explica finalmente e cientificamente por que as afirmações, ORAÇÕES, os decretos, recitação de mantras, o treinamento autógeno, hipnose e similares podem ter efeitos tão fortes nos seres humanos e em seus corpos. É perfeitamente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem humana (o poder do Verbo).  Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes simples das fibras do DNA e inserem-nos em outra parte, os Russos trabalharam entusiasticamente nos artifícios que podem influenciar o metabolismo celular através das adequadas freqüências moduladas de rádio e luz e assim reparar defeitos genéticos.
Pjotr Garjajev e seu grupo de pesquisa conseguiu provar que com este método cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, podem ser reparados. Eles capturaram padrões de informação de um DNA particular e os transmitiram para outro, reprogramando assim as células para outro genoma. Assim eles transformaram com êxito, por exemplo, embriões da rã para embriões de salamandra, simplesmente ao transmitirem os padrões de informação do DNA! Desta forma, toda a informação foi transmitida sem quaisquer dos efeitos secundários ou desarmonias encontrados quando se extrai "cirurgicamente" e se reintroduz genes simples do DNA. Isto representa uma revolução inacreditável e uma transformação mundial e sensacional! Tudo isto pela simples aplicação da vibração e da linguagem em vez do procedimento de corte cirúrgico arcaico!(dissecação) Este experimento demonstra o poder imenso da genética, que obviamente tem uma influência maior na formação dos organismos do que os processos bioquímicos das seqüências alcalinas.

Os professores  espirituais conheceram por eras que o nosso corpo e a manutenção de sua saúde é programável pela NOSSA PRÓPRIA linguagem, palavras e pensamentos e a VONTADE. Isto foi agora provado e explicado cientificamente. É claro que a freqüência tem que ser correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem-sucedidos ou podem fazê-lo sempre com igual força e resultado. A pessoa individualmente deve trabalhar nos processos internos e na maturidade (isso significa EVOLUÇÃO), a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o seu DNA. Os pesquisadores Russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas que SEMPRE funcionará desde que se use a freqüência correta.

Mas quanto mais desenvolvida a consciência de um indivíduo é, menos necessidade há para qualquer tipo de dispositivo! (TECNOLÓGICO) Pode-se conquistar (Criar) estes resultados por si mesmo, e a ciência finalmente parar de rir de tais idéias e confirmará e explicará os resultados. E não termina aí. Os cientistas Russos descobriram também que o nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, produzindo assim buracos de minhoca (Wormholes) magnetizados! Buracos de minhoca são os equivalentes microscópicos das chamadas pontes de Einstein-Rosen na vizinhança dos buracos negros (deixados pelas estrelas que se extingüiram ao explodirem/implodirem).
 Estes são conexões com ligações instantâneas entre áreas totalmente diferentes no universo através das quais a informação (e coisas podem ser transportadas) pode ser transmitida fora do espaço e tempo. O DNA atrai estas unidades de informação e transmite-os à nossa consciência.


Este processo de hipercomunicação é mais eficaz em um estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo (mente inferior voltada para FORA, para os fenômenos externos) impede a hipercomunicação bem sucedida ou a informação será totalmente distorcida e inútil (por isso a meditação é fundamental para se acessar outros níveis de consciência/a mente superior INTERNA)  Na natureza, a hipercomunicação sempre foi aplicada com sucesso por milhões de anos. O fluxo organizado de vida nos estados de insetos prova isto dramaticamente. O homem moderno conhece isto somente a um nível muito mais sutil como "intuição". Mas nós, também,podemos reconquistar o uso pleno dessa capacidade.
Um exemplo da Natureza: Quando uma formiga rainha está separada espacialmente de sua colônia, a construção ainda continua fervorosamente e de acordo com o plano. Se a rainha for morta, entretanto, todo o trabalho na colônia pára. Nenhuma formiga sabe o que fazer. Aparentemente, a rainha envia os "planos de construção", também de longe através da consciência de grupo de seus assuntos. Ela pode estar tão longe quanto ela quiser, contanto que ela esteja viva. No homem a hipercomunicação é mais freqüentemente encontrada quando subitamente se ganha acesso à informação que está fora de uma base de conhecimento comum. Tal hipercomunicação é então experienciada como inspiração ou intuição. O compositor italiano Giuseppe Tartini sonhou por exemplo, uma noite que um demônio sentou em sua cama tocando um violino. Na manhã seguinte Tartini foi capaz de anotar a peça exatamente de memória, ele a chamou de Devil's Trill Sonata.

Durante anos, um  enfermeiro do sexo masculino  sonhava  uma situação em que ele estava ligado a uma espécie de CD-ROM do conhecimento. O conhecimento verificável de todos os campos imagináveis ​​foi então transmitido a ele que era capaz de se lembrar pela manhã de todo o conteúdo. Houve um tal fluxo de informação que parecia que toda uma enciclopédia era transmitida à ele durante a noite. A maioria dos fatos eram exteriores ao seu conhecimento básico pessoal e alcançava detalhes técnicos sobre os quais ele não sabia absolutamente nada.

Quando a hipercomunicação ocorre, pode-se observar no DNA, assim como no ser humano, fenômenos especiais. Os cientistas russos  irradiaram com luz laser amostras de DNA. Na tela um padrão de onda típica foi formado. Quando eles removeram a amostra de DNA, o padrão de onda não desapareceu, ele permaneceu na amostra. Muitas experiências de controle mostraram que o padrão ainda vinha da amostra removida, cujo campo de energia permaneceu aparentemente por si mesmo. Este efeito é agora chamado efeito fantasma DNA.

Supõe-se que a energia de fora do espaço e do tempo ainda flui através dos buracos ativados depois que o DNA foi removido. O efeito secundário encontrado muito freqüentemente na hipercomunicação também nos seres humanos são campos eletromagnéticos inexplicáveis ​​na adjacência das pessoas interessadas. Os aparelhos eletrônicos como CD players e similares podem ser estimulados e parar de funcionar por horas. Quando o campo eletromagnético se dissipa vagarosamente, os aparelhos funcionam normalmente de novo. Muitos curadores e sensitivos conhecem este efeito de seu trabalho. Quanto melhor a atmosfera e a energia, o mais frustrante é que o dispositivo de gravação pára de funcionar e gravar exatamente neste momento,  mas na manhã seguinte tudo volta ao normal.
Talvez isto seja tranqüilizador para muitos que nos lêem, porque não tem nada a ver com eles, sendo tecnicamente absurdo, isso significa que eles são bons em hipercomunicação. Em seu livro "Vernetzte Intelligenz" (Rede de Inteligência), Grazyna Gosar e Franz Bludorf explicam estas conexões precisa e claramente. Os autores também citam fontes presumindo que a humanidade em tempos anteriores tenha sido, exatamente como os animais, muito fortemente ligada à consciência de grupo, agindo como um grupo. Para desenvolver a individualidade e a experiência de separação que nós seres humanos atuais chegamos, porém, nós tivemos que esquecer a hipercomunicação quase que completamente. Agora que estamos absolutamente estáveis ​​em nossa consciência individual, podemos criar uma nova forma de consciência de grupo, ou seja, uma, na qual chegamos a acessar toda a informação através do nosso DNA sem sermos forçados ou remotamente controlados sobre o que fazer com essa informação.

 Nós Agora sabemos que, assim como na internet o nosso DNA pode alimentar seus dados apropriados para a rede, pode chamar os dados da rede e podemos estabelecer contato com outros participantes da rede. A cura à distância, telepatia ou "sensibilidade à distância" sobre o estado de parentes, etc pode ser explicado. Alguns animais sabem também à distância quando os seus donos planejam voltar para casa. Isso pode ser interpretado recentemente e explicado por meio de conceitos da consciência de grupo e hipercomunicação. Nenhuma consciência coletiva pode ser sensivelmente usada em qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. Caso contrário, teríamos que reverter para um instinto de grupo primitivo que é facilmente manipulado.

A Hipercomunicação nesse novo milênio significa algo muito diferente: Os pesquisadores acreditam que se os humanos com plena individualidade recuperarem a consciência de grupo, eles teriam um poder de serem co-criadores de Deus na terra, que gosta de criar, alterar e moldar as coisas no nosso planeta (sempre para melhor e visando o bem estar comum)! E uma parte da humanidade (a que esta evoluindo) está se movendo coletivamente em direção a uma consciência de grupo de novo tipo. Cinqüenta por cento das crianças de hoje serão crianças problema assim que a irem à escola. O sistema trata a todos global e uniformemente e exige um ajuste. Mas a individualidade das crianças de hoje é tão forte que eles se recusam a este ajuste e desistem de suas idiossincrasias dos modos mais diversos. Ao mesmo tempo, mais e mais crianças clarividentes nascem [veja o livro "China's Indigo Children" por Paul Dong ou o capítulo sobre os Índigos em meu livro "Nutze die taeglichen Wunder" (fazer uso das maravilhas diárias)]. Algo nestas crianças está se esforçando mais e mais para a consciência de grupo de novo tipo, e ele deixará de ser reprimida. 

Como regra, o clima, por exemplo, é mais difícil de se deixar influenciar por um único indivíduo. Mas pode ser influenciado por uma consciência de grupo (nada de novo para algumas tribos que fazem isto em suas danças da chuva). O clima é fortemente influenciado pelas freqüências da ressonância da Terra, a assim chamada freqüência Schumann. Mas estas mesmas freqüências são também produzidas em nossos cérebros, e quando muitas pessoas sintonizam o seu pensamento (e a VONTADE) ou indivíduos (os mestres espirituais, por exemplo), focalizam os seus pensamentos como a luz em um laser, então cientificamente falando não é de todo surpreendente se, portanto, pudermos influenciar o clima.

Os pesquisadores da consciência de grupo formularam a teoria do Tipo das civilizações. Uma humanidade que desenvolveu uma consciência de grupo de novo tipo não teria nem problemas ambientais nem carência de energia. Pois se fosse para usar seu poder mental como uma civilização unida, teria o controle das energias de seu planeta natal como uma conseqüência natural. E isso inclui todas as catástrofes naturais! Uma civilização teórica Tipo II seria mesmo capaz de controlar todas as energias de sua galáxia natal. (n.t. Este é o futuro da nova civilização que já ESTA SENDO CRIADA NA TERRA)
No meu livro "Nutze taeglichen die Wunder", eu descrevi um exemplo disto: Sempre que um grande número de pessoas centra a sua atenção ou consciência em algo semelhante, como Natal, campeonato mundial de futebol ou o funeral de Lady Diana na Inglaterra determinados números aleatórios  são gerados em computadores e depois começam a apresentar números ordenados ao invés dos aleatórios. Uma consciência de grupo ordenada cria a ordem em seu ambiente inteiro! [ http://noosphere.princeton.edu/fristwall2.html ]
[1] Quando um grande número de pessoas se reúne muito intimamente, os potenciais de violência também se dissolvem. É como se aqui, também, um tipo de consciência humanitária de toda a humanidade fosse criada.
Na Parada do Amor, por exemplo, onde todos os anos cerca de um milhão de jovens se reúnem, nunca houve quaisquer tumultos brutais como quando eles ocorrem, por exemplo, em eventos esportivos. O nome do evento em si não é visto como a causa aqui. O resultado de uma análise indicou que o número de pessoas reunidas em nome do amor era MUITO GRANDE para permitir uma inclinação para a violência.

Para voltar ao DNA: Aparentemente ele é também um supercondutor que pode funcionar na temperatura normal do corpo. Os supercondutores artificiais requerem temperaturas extremamente baixas, entre -140°C  e -200° C para funcionar. Como se soube recentemente, todos os supercondutores são capazes de armazenar informações de luz assim. Esta é uma explicação de como o DNA pode armazenar informações. Há um outro fenômeno ligado ao DNA e aos buracos de minhoca (Wormholes). Normalmente, esses buracos negros super pequenos são altamente instáveis ​​e são mantidos somente por frações mínimas de segundo. Sob certas condições (leia sobre isso no livro Fosar / Bludorf citado acima) wormholes estáveis ​​podem se organizar, os quais formam então domínios distintos do vácuo, em que, por exemplo, a gravidade pode se transformar em eletricidade.
Os domínios do vácuo são bolas auto-radiantes de gás ionizado que contêm quantidades consideráveis ​​de energia. Há regiões na Rússia onde tais bolas brilhantes aparecem muito freqüentemente. Seguindo a confusão resultante, os russos iniciaram programas de investigação maciça que conduziram finalmente a algumas das descobertas mencionadas acima. Muitas pessoas conhecem os domínios do vácuo, como estrelas brilhantes no céu. Com o olhar atento nelas eles imaginam e se perguntam o que elas poderiam ser. Eu pensei uma vez: "Olá, lá em cima. Se acontecer de ser um OVNI, voem em um triângulo. "E de repente, as bolas de luz se moveram em um triângulo. Ou elas se atiraram no céu como discos de hóquei no gelo. Eles aceleraram de zero a velocidades loucas enquanto deslizam suavemente pelo céu. Isto foi feito simploriamente e eu, como muitos outros, também, pensamos neles como discos voadores. Amistosos, aparentemente, já que eles voaram em triângulos apenas para me agradar. Agora os Russos acharam nessas regiões, onde os domínios do vácuo aparecem freqüentemente que algumas vezes voam como bolas de luz do chão para o céu, que estas bolas podem ser guiadas por pensamentos. Descobriu-se que os domínios do vácuo emitem ondas de baixa freqüência  e de como elas são também produzidas em nossos cérebros.

E devido a esta similaridade de ondas, eles são capazes de reagir aos nossos pensamentos. Entrar ansiosamente em uma dessas bolas de energia que está no nível do solo poderia não ser uma grande idéia, porque estas bolas de luz podem conter energias imensas e serem capazes de produzir mutações em nossos genes.  Para muitos professores espirituais que produzem também tais bolas visíveis ou colunas de luz em meditação profunda ou durante o trabalho com energias que provocam sentimentos decididamente agradáveis e não causam nenhum dano.

Aparentemente, isto também é dependente de uma ordem interna e sobre a qualidade e procedência do domínio do vácuo. Há alguns professores espirituais (o jovem inglês Ananda, por exemplo), com quem nada é visto primeiro, mas quando se tenta tirar uma fotografia enquanto ele se senta, fala ou medita na hipercomunicação, obtém-se apenas uma imagem de uma nuvem branca sobre a cadeira em que ele esta sentado.
Em alguns projetos de cura na Terra, tais efeitos de luz aparecem também nas fotografias. Basta colocar, estes fenômenos que têm a ver com anti-gravidade, que as forças da gravidade também são exatamente descritas no livro, e com cada vez  mais hipercomunicação mais estável e, portanto, com as energias fora de nossa estrutura de tempo e espaço.

As gerações de tempos anteriores que entraram em contato com tais experiências de hipercomunicação e domínios visíveis do vácuo estavam convencidas de que um anjo tinha aparecido diante delas. E nós não podemos estar muito certo das  formas de consciência que a podemos ter acesso ao se usar a hipercomunicação. Não ter provas científicas da sua existência real (pessoas que têm tido tais experiências, NÂO são todas que sofrem de alucinações), não significa que não há base metafísica para isto. Nós temos simplesmente dado outro passo gigantesco em direção à compreensão de nossa realidade paralela.
A ciência oficial também conhece as anomalias da gravidade na Terra (que contribuem para a formação dos domínios do vácuo), mas somente aqueles abaixo de um por cento. Mas recentemente as anomalias da gravidade foram encontradas entre três e quatro por cento. Um destes lugares é Rocca di Papa, no sul de Roma (local indicado no livro Vernetzte Intelligenz junto com vários outros). Objetos redondos de todos os tipos, desde bolas até ônibus lotados rolam em direção ladeira ACIMA contra todas as leia da física e gravidade. Mas o trecho em Rocca di Papa é bastante curto, e os céticos continuam desafiando a lógica de fugir para a teoria da ilusão de ótica (o que não pode ser devido a várias características do local).
  
Todas as informações são extraídas do livro Vernetzte Intelligenz, von und Franz Grazyna Fosar Bludorf, ISBN 3930243237, resumidos e comentados por Baerbel. O livro só esta, infelizmente, disponível apenas em alemão até então. Você pode encontrar os autores aqui: bludorf.com-www.fosar
[2]; Transmitidas por Vitae Bergman:[www.ryze.com/view.php?who=vitaeb]
[3] Referências:

Fonte do texto traduzido: Rede Integrada de Cura a Distância
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Cuide bem de você...

quinta-feira, 14 de junho de 2012

HOMENAGEM DIA DO VINHO


E porque não falar de vinho, ele é excelente!!!





Segundo o e-mail de meu amigo Thomas: "O dia 12 de Junho é um dia muito apropriado, pois é fácil enamorar-se desta bebida maravilhosa. Artigo abaixo do meu amigo e enólogo Osvaldo Nascimento."










HOMENAGEM AO VINHO EM SEU DIA 12 DE JUNHO
Osvaldo Nascimento Júnior:

Como tudo que é importante tem seu dia em nosso calendário, não poderia este néctar dos deuses, deixar de ter o seu dia especial, em especial com a proximidade do inverno, que não marca só a chegada do momento ideal para degustar um bom vinho, como reforça a habitual associação que se faz entre o sumo da bebida e a prática para reunir pessoas para celebrar, período também importante para toda a cadeia produtiva do líquido bacante.

O VINHO MERECE NOSSA HOMENAGEM NESSE SEU DIA.
O vinho é uma bebida social, preconiza o sommelier da Nieto Senetiner, Maurício Marcondes, onde desde 1888 instalada no coração de LUJAN DE CUYO ( província de Mendoza, historicamente conhecida como "primeira zona" (Zona Premium) em altitude de 900 mt. apresenta condições de clima e solo ideais para cultivo de uvas com alta qualidade e cita as etapas de produção do vinho na antiguidade, que eram acompanhadas por verdadeiro festivais - isto quando a bebida nem estava pronta.
Ao degustarmos uma taça de bom vinho, muitas vezes desconhecemos suas origens até seu nome. A filologia nos leva facilmente através da palavra "VINHO', aos tempos mais remotos. Mil e quinhentos anos a.C predominava na Ásia Menor a língua dos hititas, que davam ao vinho o nome de WE-AN, em seus caracteres cuneiformes, e de we-anas, no hieróglifos, termo muito possivelmente aparentado ao VENA do Sânscrito.

O mais antigo substantivo grego referente ao vinho, está em uma inscrição antiga e o designa por voinos, precursor de oinos, do grego clássico, e do qual derivou o VINUM latino. Do Vino vieram  o nosso VINHO, o vino italiano, russo e espanhol, o francêss Vin, o Wein alemão e o Wine inglês. Pertencem à mesma origem o Vayan hebraico e o Wa-yn árabe e tantos outros.

GOLES DE HISTÓRIA.
Desde os primórdios da humanidade, o vinho sempre acompanhou o homem em todos os seus momentos, alegres ou tristes, parafraseando Napoleão,” Necessário nas derrotas, importante nas vitórias". Sendo sua fermentação alcoólica um fenômeno natural e espontâneo, o vinho também precedeu o homem, sendo com certeza a mais antiga bebida conhecida, depois da água.

A vinha é muito provavelmente originária da Ásia menor, especificamente da região entre a Pérsia e a Armênia. Da Pérsia propagou-se a viticultura por toda a Ásia Menor (no chamado Crescente Fértil)para o Egito e, depois pelos barcos fenícios, para todo o Mediterrâneo.

Os egípcios fizeram vinho muito antes de Baco. E aqui não é lenda, é história comprovada. Foram descobertas entre os tesouros reais da I Dinastia (3.000 anos a.C) jarras de vinho fechadas.Mil e quinhentos anos depois, os rótulos das jarras do tempo do Faraó Amenhotep III, continham informações que os rótulos das garrafas de hoje, a saber: ano, localização geográfica (correspondente a apellation controlée francesa), a sociedade proprietária do vinhedo (correspondente ao Chateu ) e o vinificador responsável (sem correspondente até hoje).
 Essas foram às descobertas do egiptólogo e amante de vinhos Leonardo Lesko, da Universidade da Califórnia Berkeley, entre outros fatos históricos contados em seu opúsculo A Adega de Tutankamon, em que descreve o achado de 36 jarras de vinhos nas câmaras mortuárias do jovem faraó, descobertas por Howard Carter. Destas, 26 tinham rótulos bem especificados, inclusive dois com a inscrição de "vinho doce", o que faz supor fossem os outros secos. Algumas continham ainda a inscrição "vinho de boa qualidade", o que naturalmente não pôde ser conferido porque milênios de evaporação esvaziaram as jarras.

Dos países mediterrâneos foi sem dúvida a Grécia que testemunhou o esplendor do vinho na antiguidade. Homero, Platão, Xenofonte e Aristófanes, entre outros, citam-no gloriosamente. Era usado em cerimônias religiosas, em libações e festins, bem como na medicina. Sabe-se que os vinhos eram doces, diluídos em água e mel e com adoção de resina de pinheiro. Possivelmente desse vinho descenda o atual vinho grego muito apreciado, Retzina.

O vinho, o azeite, o linho e o trigo sempre acompanharam a civilização. Da Grécia passou a vinicultura, seis séculos antes de Jesus. Ao grande Império Romano, onde foi cantado por grandes poetas - Virgílio, Horácio, Plínio e Ausônio (este emprestou seu nome a um dos melhores vinhos de hoje, o Chateau Ausone).
Catão, homem ríspido e austero, em sua célebre obra DE AGRI CULTURA, explica como plantar, cuidar e cultivar a vinha, bem como a fabricação do vinho romano. Os legionários romanos na expansão do Grande Império, levaram em suas mochilas a tríade alimentar aos povos conquistados como o trigo para fazer o pão, a azeitona para fazer o óleo de oliva e as parreiras para o cultivo da vinha à Galia (França, hoje), Aquitânia (hoje região de Bordeaux), Ibéria (Espanha) e Porto Gália (Portugal), Germânia (Alemanha). Enfim a todo o Império Romano, pátrias futuras de grandes vinhos. Como vemos, além de levar aos povos conquistados as leis do Corpus Juris Civilis (hoje o Direito Civil), o grande Império ensinou-os a se alimentarem. Grande herança que até hoje ainda vemos os frutos.

OS GRANDES PRODUTORES.
Como enfatizamos sempre em nossa Coluna, mais que uma poderosa indústria, o vinho e a comida, são uma maneira de viver e um símbolo nacional da França, cuja rendemos nossa homenagem à esse povo que tem feito do vinho, através dos séculos, uma emoção para a humanidade. A França com suas três regiões: BORDEUAX, BORGONHA E CHAMPAGNE, situam-se acima de todas as outras regiões vinícolas do mundo, representando o vinho em seu maior esplendor, digno de uma homenagem nesta data tão importante que é o seu dia, difundindo suas uvas Vitis Vinifera como a Cabernet Sauvignon, Malbec, Merlot, Gamay, Pinot Noir, Sauvignon Blanc, Chardonnais (considerada a rainha das uvas brancas pelo marketing francês  mas contestado este título pela Riesling alemã) e outras mais que algumas transformaram-se em uvas emblemáticas de diversos países do mundo.

A Itália também tem um importante papel neste mundo de Baco, pois nos deu até o deus vínico e se não foi igual à França foi à altura do desenvolvimento e enriquecimento da cultura vínica.

AS esplendorosas condições de clima e solo italiano fizeram de toda a península e das ilhas próximas, no conjunto, notáveis produtos de vinho. Essa abundância vinícola levou os gregos a denominar ENOTRIA TELLUM (Terra do Vinho) a península itálica. O vinho tal como o conheceu originou-se nesta parte, o sul da Itália, assumido pelos romanos, entre Nápoles e Roma. Situavam-se os ancestrais sob grandes crus. Os primeiros vinhos a terem o nome e qualidade. Receberam uma conotação diferenciada no mercado.  A fartura peninsular conduziu a grande liberalismo na maneira de plantar as parreiras e fazer o vinho, ao ponto de na Ilha da Sicília, em Siracusa, nome grego, pois era uma colônia grega e as maiores plantações do líquido de Dionísio (deus do vinho grego), chegando a ser o maior produto de exportação grego antes da conquista da Grécia pelo Império Romano. Métodos tradicionais permaneceram e ainda estão presentes em muitas partes do território italiano, como na Toscana ao norte de Roma, com as castas Sangiovese (sangue de Júpiter), a uva emblemática italiana, Brunello, uva que produz o famoso vinho produzido na região de Montalcino, Malvasia (branca), Chianti Clássico e no Piemonte, noroeste da Itália as tintas locais - Barbera, Nebbiolo, Dolcetto e as brancas Moscato, Cortese e Arneis e tantas outras.

Outras regiões constituíram e ainda hoje são importantes no mundo vínico como a Espanha,, onde os fenícios ali plantaram os ´primeiros vinhedos na Andaluzia em 1.100 a.C. hoje com sua uva emblemática Tempranillo em Riojas ( do Rio Ojas, dizem que espanhol não toma vinho toma Riojas) e Tinto Aragonés e Garnacha em Ribero del Duero, com destaque ao fortificado Jerez, da região de Jerez de la Frontera e Cadiz com as uvas Palomino, cujas tradições são festejadas com justiça no mercado internacional, e hoje várias regiões têm inovado e trazido um estilo moderno e de grande qualidade ao vinho espanhol.

  Portugal, com sua história vínica vindo do século VII a.C. com a chegada dos gregos que plantaram as primeiras vinhas na península Ibérica, e suas inúmeras uvas autócnes (próprias) como Touriga Nacional ( a uva emblemática e a rainha das uvas  portuguesas), Arinto, Sercial, Castelão, Periquita, Trincadeira e tantas outras, destacando o  Vinho Verde, o verdadeiro vinho português, produzido ao norte de Portugal no Rio Minho, com as uvas Azal Tinto, Vinhão, e brancas Avesso, Alvarinho etc. E o famoso Vinho do Porto que não é considerado vinho português e sim inglês, produzido no nordeste de Portugal na região do Rio Douro, com as castas mais comuns como a Touriga Nacional, Bastardo, Tinto Cão e outras e as brancas, Esgana-Cão, Malvasia fina, Donzelinho etc. Notamos os nomes das uvas diferentes a que estamos acostumados, mas dão grandes vinhos nas regiões acima destacadas e mais Bairrada e a nova descoberta nestes últimos vinte anos o Alentejo, centro sul de Portugal, na divisa com Espanha. É importante salientar que Portugal é famoso por sua posição ao afirmar que NÃO PRECISA DE UVAS FRANCESAS PARA PRODUZIR GRANDES VINHOS, POIS TEM AS PRÓPRIAS (autócnes). Damos toda a razão, é só experimentar.

Não é exagero dizer que o prestígio do vinho e também status como bebida nobre devem-se aos produtores do Velho Mundo. O título acima também não carrega nenhum exagero. Velhos sábios, sim, pois foram eles os primeiros a entender o valor do "terroir" (a carteira de identidade do vinho) e a importância de se estabelecer regras para sua produção. A produção mundial hoje de vinhos está dividida em Velho Mundo e Novo Mundo. No primeiro grupo, estão os países europeus de longo prestígio na elaboração de vinhos nobres, como os já citados acima e mais Alemanha e Hungria. No segundo time poderíamos dizer que estão os demais países, destacando-se os emergentes - Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul - e a América do Sul, com Chile, Argentina, Uruguai e Brasil.

A TRADIÇÃO DO VINHO NAS RELIGIÕES.
Ao contrário das religiões islâmicas e do induísmo, a cristã sempre esteve intimamente ligada ao mondovino. O próprio Jesus se identificou com ele na Eucaristia, ao transubstanciar sua carne e sangue em pão e vinho. Assim, desde a última ceia, esse líquido dionísiaco tornou-se absolutamente essencial à execução dos rituais religiosos ao ponto de sua divulgação pelo mundo ser devido à estas exigências sendo plantado em todos os mosteiros e igrejas onde chegava a fé cristã, em todas as épocas. As referências bíblicas ao vinho em nossa cultura judaico-cristã são várias, chegando a 520 citações, entre algumas podemos citar: Gênesis, Noé cultivou a vinha e foi o primeiro a embriagar-se com ele, tendo seu ato representado na Capela Sistina no Vaticano, na obra prima do grande Michelangelo Buonaruota(1568/1646), com seu traço vigoroso e apaixonado a pedido do Papa Júlio II que recomendou-lhe  pintasse a transgressão de Noé, no teto da Capela Sistina, acima da área reservada aos leigos, porém a vista dos seus cardeais. Noé é considerado o INVENTOR DA VINICULTURA, pois diz a história que o mesmo esqueceu alguns cachos de uvas dentro de uma ânfora de barro. As frutas fermentaram em um líquido que desconhecia. Noé provou e gostou tanto que avançou o sinal da sobriedade.

Outro fato singular citado na Bíblia com referência ao vinho é sobre as duas filhas de Loth, no Antigo Testamento, episódio de interpretação complexa, que usam o vinho para embriagar o pai e obter descendência. Dormem com ele na montanha, onde fugiam da destruição de Sodoma e Gomorra, gerando Moab e Ben Ami.
"Deixa de beber água; toma um pouco de vinho para o bem de teu estômago e de tuas enfermidades", conselho de São Paulo à Timóteo.
Foi a fermentação espontânea das uvas através de enzimas, então invisíveis, que levou aos povos a lhe atribuírem uma imagem divina, porque sem Pasteur a fermentação é muito parecida com milagre.

FATOS MAIS IMPORTANTES DO VINHO NO SÉCULO XX.
Conforme nos ensina nosso Mestre enófilo curitibano LUÍS GROFF, autor de O Planeta Vinho, que recomendamos a leitura, um sério candidato foi a transformação da AOC, a de denominação de origem controlada francesa em lei no ano de 1905. Outra medida importante foi a decisão do Baron Phillipe de Rothschild, em 1923 de engarrafar toda a produção do Château Mouton- Rothschild na propriedade. Além de adotar a "Mise en Bouteille au Château" no seu Mouton, lutou o Barão para os outros crus Classés fizessem o mesmo, o que conseguiu antes do fim da década, embora o Chateau Margaux tenha abandonado a prática, por algum tempo, na década de trinta. Hoje o engarrafamento na propriedade virou um selo de garantia, adotado por todos os grandes produtores do mundo.

HOMENAGEM MERECIDA A ROBERT MONDAVI.
Mas apesar da importância dessas duas medidas, nosso Mestre LUIS GROFF, e nós concordamos plenamente, diz que o fato marcante do vinho do Século XX, foi a revolução tecnológica ocorrida na Califórnia (USA) em 1963, quando Robert Mondavi adotou em escala industrial os dispositivos de controle da fermentação a temperatura controlada, sem os quais o vinho não teria jamais atingido o gosto do mercado internacional fora das regiões tradicionais da França.
As plantas modernas, espalhadas pelo mundo, utilizando as grandes cepas francesas, tanques de inoxidável e as pequenas barricas de carvalho, são filhas do pioneirismo de Mondavi, sem o qual nós hoje estaríamos emparedados entre o vinho artesanal a preços vertiginosos e aquele vinho ordinário, ironicamente apelidado de “Chablis”, “Borgogna”, “Claret”, pelos inúmeros impostores do resto do mundo. Lembramos que a Vinícola Robert Mondavi é a estrela do Napa Valley, o Vale dos Prazeres na California (USA) com mais de 300 vinícolas, que recebem mais de 5 milhões de enoturistas/ ANO, localizada em Oakville é a maior delas desde 1966 produzindo vinhos finos, caros e uma estrutura grandiosa, como pudemos verificar quando de nossa visita.

Assim, por ter OUSADO pensar diferentemente da maioria, ROBERT MONDAVI FOI O HOMEM DO SÉCULO XX DO MUNDO VÍNICO, pois toda a vez ao tomarmos um vinho que seja de qualidade e acessível a nosso bolso, DEVEMOS TODOS FAZER UM BRINDE A ESTE HOMEM ADMIRÁVEL.
UMA POÇÃO MÁGICA.

À par de tanta história e tradição, podemos dizer que o vinho, durante muito tempo, foi a única fonte de conforto e coragem. O único meio disponível para combater o cansaço e a tristeza, e ao voltarmos para a mitologia greco/romana em que o deus Baco (ou Dionísio) derrama uma ambrosia (substância que alimentava os deuses do Olimpo) nos ferimentos de seu amigo Ampelos transformando-o em vinha e espremendo um cacho diz: “
De agora em diante, ao colocar este néctar dionisíaco em sua taça, reflita que apreciar um bom vinho com responsabilidade é unir os sentidos ao paladar, visão e olfato a uma cultura milenar, repleta de lendas, mitologias, conceitos e preconceitos. Cada nova taça de vinho bebida com responsabilidade, nos faz crescer e aprender a interpretar novas sensações e, às vezes, nossos sentimentos. Há raros momentos em que conseguimos transcender às emoções e absorver séculos de história, cultura, qualidade, perseverança e realizações, contidas em um bom vinho.

“Esta é uma história humana. Começa com o vinho sendo adorado como um ser sobrenatural, o portador da alegria. Galga os cumes da inspiração dramática e mergulha nas profundezas da fraude, embriagues, traição e homicídio. Remete a ardorosas convicções espirituais, nenhuma tão passional quanto a convicção islâmica de que o vinho é uma dádiva grande demais para este mundo”. Surpreende o médico em sua tarefa de curar, o político no ato de trapacear, o monge em sua cela e o marinheiro cruzando o oceano. (trecho de A História do Vinho de Hugh Johnson).

Neste dia dedicado ao líquido bacante, façamos um brinde à arte de viver à este companheiro que acompanha o homem em todos seus momentos, e celebremos a vida com um brinde com responsabilidade, à saúde, fôrça, união, felicidade e prosperidade, com uma nova descoberta a cada garrafa.
LAOS VINO ET DEO. Louvor ao vinho e a Deus que o criou.
AVOE. BRADO DE SAUDAÇÃO Á BACO POR SEUS SÚDITOS.
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Tomar um bom vinho, também é cuidar bem de você!!!
Cuide bem de você...
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Da vitimização e do autocastigo a uma transformação em alegria

A história de vida da Isha é muito interessante, quando li em 2006, fiquei tão maravilhada que fui do Guarujá para BH fazer o seminário... Pratiquei por um tempo, embora na época eu era praticante de UCEM. Em 2008 comecei a prática de Ho'oponopono... Enfim, são todos processos maravilhosos, todos com o mesmo princípio, onde somente o que tem validade é a prática... Como ela diz aqui neste texto: "... E foi quando abracei a parte necessitada de mim mesma que fui capaz de aceitar esses mesmos aspectos que me rodeavam. Ao abraçar nossa própria humanidade podemos encontrar a beleza em todos os aspectos da expressão humana.", é o caminho... Não importa o caminho, podemos sempre escolher outra vez...
Lena Rodriguez
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Alguns de nós temos dinâmicas internas com as quais nos sentimos muito mal, e a maior parte deste sentir é autoprovocado.

Realmente não percebemos e acreditamos que tudo o que nossa mente diz é verdade. Por exemplo, assumir uma atitude de vítima ao ficar com ciúmes daqueles que se destacam, em seguida, punir-se por se sentir dessa maneira.

Esta deve ser uma das piores condições de vítima, já que normalmente o sentir-se assim lhe leva a sentir-se culpado, mas neste caso, também, aplicar-se o castigo. E isto não acontece porque se quer: há algo gravado que se repete no automático, e como acreditamos e alimentamos, segue se repetindo. Mas, boas notícias, é possível mudar!

Todos os seres humanos nos sentimos vítimas de algo ou de alguém. Fingimos, criamos drama, mas logo começamos a ver que gostamos disso, já que desta maneira não nos fazemos responsáveis, e então nos ressentimos, isto é, ficamos estancados ao invés de mudar e crescermos.

É aqui quando o importante é ter a intenção de soltar esta forma de comportamento que não nos faz felizes nem a nós nem aos que nos rodeiam, e começar a ir mais além desse automático, dessa briga, de culpar o exterior ou os outros, conectar-se internamente, e pouco a pouco, ir permitindo a mudança.

Foi meu sofrimento o que me levou a transformar estes aspectos em uma nova percepção de vida. Quando eu já havia me cansado de sofrer, finalmente tomei uma nova decisão.

E foi quando abracei a parte necessitada de mim mesma que fui capaz de aceitar esses mesmos aspectos que me rodeavam. Ao abraçar nossa própria humanidade podemos encontrar a beleza em todos os aspectos da expressão humana.

Quando encontrei o valor para reconhecer tudo em mim, sem ignorar nem negar nenhum aspecto, também vi que não havia nada mal com nada. Me fiz amiga de meus ciúmes, de minha violência, de minha capacidade de fazer muitas coisas baseadas no medo, coisas que, previamente, havia julgado com dureza nos outros.

Quando abracei tudo o que havia suprimido anteriormente, o que aconteceu? Tudo se transformou em amor, porque sempre havia sido amor, apenas eu que tinha medo. Eu queria que fosse outro que assumisse a responsabilidade de me amar, no lugar de eu mesma fazer isso.

Os extremos da própria autorejeição jogam também no cenário mundial. Em alguns o medo é tão grande que nos leva à violência, enquanto que outros matam por medo a perder seus seres queridos. No entanto, se aprendemos a abraçar todos os aspectos de nós mesmos, nosso sofrimento e violência se dissolvem na frequência do amor. Diga que sim a seu ser interior. Ame-se a você mesmo, abrace-se no amor incondicional, e o mundo fará o mesmo.

Um dos aspectos mais tristes da sociedade moderna é que levamos as coisas muito a sério. Nos sentimos impulsionados a cumprir com o que “deveríamos” ser, o que acreditamos que o mundo espera de nós.

Pensamos: “Não seja ridículo”. ”Não fale sem lhe perguntarem”. “Não seja imaturo”. “Não diga o que realmente tem em mente – o que pensarão?”. O autocontrole e a autocrítica se converteram em nossa forma de vida e esgota nossa capacidade de jogar e de livre expressão.

Temos que aprender, novamente, a fluir desde o coração – permitirmo-nos ver-nos ridículos, dançar livremente, parar e recordar que a vida se trata de risada e alegria descontraída. Experimente. Talvez você goste.

Isha

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