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quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Alerta Urgente sobre Buscopan Composto
Cientista alemão Dieter Broers afirma que as tempestades solares podem salvar a humanidade
Dieter Broers
Fevereiro2012
O cientista e biofísico alemão Dieter Broers possui mais de 30 anos
investigando os efeitos dos campos eletromagnéticos nos seres humanos, e
é um dos poucos que tocaram no tema de 2012 com uma visão realista,
científica, e com uma boa dose de esperança.
Broers descobriu que as perturbações significativas nos campos
eletromagnéticos que rodeiam os seres humanos podem criar estados
mentais similiares aos provocados pelas drogas alucinógenas ou
experiências místicas.
A alteração de nossos campos eletromagnéticos produzida pelas
“explosões solares” ou “tempestades solares” previstas para 2012,
afetaria nossa consciência e percepção da realidade. Poderíamos
experimentar, em dias de alta atividade solar, alucinações e estados
mentais extremamente desconcertantes ou prazerosos.
Para Broers, o importante destes estados mentais, que poderiamos
chamar alterados, é que nos permitiriam entender a crise global que vive
o planeta como o sintoma de uma doença que pode ser curada.
Imagine isto. Você vai á rua para buscar trabalho e para em frente a
uma banca de jornal. Súbitamente, as fotos cobram vida e começam a falar
com você. Primeiro você se assusta e pensa que está ficando louco, mas
logo o aceita e estabelece um diálogo. A conversa te leva por caminhos
desconhecidos e pontos de vista que nunca antes havia percebido. De
pronto, você percebe que a humanidade está mal, que está doente, e
entende por quê e como se pode solucionar.
Graças às reflexões coletivas que teria a humanidade neste estado,
produto da perturbação de nossos campos eletromagnéticos provocada pelas
tempestades solares, chegariamos a encontrar a cura para a crise global
que enfrenta nossa sociedade.
Em seu livro “Revolução 2012” Dieter Broers nos alerta sobre as tempestades solares: “Os
eventos que o Cosmos guarda para nós em 2012 poderiam comparar-se a
receber um copo de suco onde alguem despejou um pouco de LSD ou ácido
lisérgico sem o nosso conhecimento.”
As tempestades solares de 2012 têm um lado positivo, e de alguna
forma, de esperança. Broers sustenta que as alterações no campo
magnético da Terra, provocadas pelas tempestades solares, alterarão
nossa percepção do tempo e da realidade e, dependendo de nossa
preparação, produzirão em nós experiências do tipo místico, mudanças de
consciência, alucinações e talvez, poderes mentais.
O súbito incremento da atividade solar nas últimas semanas, evoca uma análise mais detalhada dos trabalhos do cientista alemão.
Em que se baseia Dieter Broers para suas teorias sobre as tempestades solares?
Alguns experimentos realizados por Broers o levaram a descobrir que o
estado de consciência de uma pessoa pode ser alterado expondo o cérebro
a campos eletromagnéticos de certa intensidade. De acordo con suas
investigações, um campo magnético normal nos permite manter um estado de
consciência normal e uma percepção do tempo normal. Por outro lado, um
campo magnético severamente anormal ou a ausência dele, provoca estados
mentais alterados e uma distorsão em nossa percepção do tempo.
Para Broers, quem têm trinta anos investigando este campo da ciência,
o efeito das perturbações geomagnéticas criadas pelas tempestades
solares é similar aos efeitos das drogas alucinógenas. Quando somos
expostos a este tipo de campos magnéticos, nosso cérebro produz uma
série de substâncias que são as que geram essas alucinações ou
distorsões da realidade e do tempo.
“Os estados mentais alterados são provocados pelos processos
neuroquímicos e pela produção de substâncias psicoativas ou
alucinógenas. Sob certas condições, o cérebro é capaz de produzir o que
poderiamos chamar substâncias ilegais.“
As tempestades solares dos próximos anos poderiam fazer com que
nossos cérebros gerem substâncias capazes de criar fortes alucinações.
Estas alucinações serão totalmente reais para a pessoa que as
experimente e afetarão nossos sentidos de diferentes formas: o tempo
parecerá mover-se mais lentamente, veremos presenças estranhas,
ouviremos vozes, perceberemos forças invisíveis e sentiremos uma
poderosa união com o universo que nos rodeia.
Ilustração da capa do livro e o documentário “Revolução 2012″ de Dieter Broers.
Dieter Broers diz que as tempestades solares de 2012 e de 2013
provocarão não só estados alterados desconcertantes senão estados
extremamente prazeirosos que alguns poderiam denominar de “iluminação”,
como o que experimentaram Moisés, Joana D’Arc, e Pablo de Tarso.
Nem todos sentiremos o mesmo, ou reagiremos da mesma forma. Algumas
pessoas experimentarão paz e euforia enquanto que outros passarão por
momentos de agressividade e depressão. O fator determinante para ter uma
experiência negativa ou positiva será o medo. Enquanto que uma pessoa
poderia escapar aterrorizada ante uma presença estranha, outra poderia
entender que essa presença é parte de sua consciência, e outra poderia
estabelecer um diálogo com a misteriosa presença sobre as orígens da
vida. Por isto, Broers aconselha que preparemos nossas mentes meditando.
“Inclusive se você têm dúvidas sobre que tipo de “iluminação”
poderia experimentar, deveria, não obstante, começar a meditar o mais
breve possível, para que possa experimentar estes estados alterados de
consciência num estado receptivo”.
Se estamos predispostos não haverá medo, e se estivermos num estado
receptivo poderemos aproveitar a experiência. Dependerá de nós que essas
alucinações se convertam em momentos de “iluminação espiritual”.
Para que servem todas estas alucinações? O que têm de positivo tudo isto?
Segundo Broers, muitos pacientes foram tratados exitosamente usando
os efeitos dos campos eletromagnéticos no cérebro. A terapia, também
chamada “terapia de mega-ondas”, consiste em administrar campos
eletromagnéticos, idênticos aos que encontramos na natureza, através de
dispositivos colocados na cabeça dos pacientes. Esta terapia teve uma
altíssima porcentagem de cura exitosas graças ao fato de que pela
primeira vez, os pacientes são capazes de entender a causa de seu
problema.
A mesma terapia aplicada a pacientes sãos ou sem problemas, fez com
que experimentassem um estado de consciência alterado que lhes permitiu
ver a realidade e as coisas deste mundo, num contexto muito maior.
Segundo Broers, uma tempestade solar de elevada magnitude afetaria
coletivamente nossos cérebros e poderia ajudar a que tomemos consciência
do dano que estamos fazendo ao planeta, e que tomemos ações para
reverter a situação.
“Estas descobertas também podem aplicar-se à situação atual do
mundo. Se vemos a crise global como o sintoma de uma doença e olhamos
profundamente dentro de nós, seremos capazes de identificar a causa
atual desta doença. Enquanto nossos esforços para nos salvar se centrem
nos sintomas de nossa condição, não encontraremos uma cura verdadeira.
Só poderemos salvar o planeta se reconhecermos, primeiro, a verdadeira
causa da doença. Este tipo de reconhecimento pode ser obtido através da
influência de campos eletromagnéticos. Se, por exemplo, cada ser humano
na Terra fosse exposto a estes campos eletromagnéticos, uma consciência
coletiva nasceria nos seres humanos.”
Esta exposição coletiva da humanidade a campos eletromagnéticos da
que fala Broeck, poderia ser provocada por uma forte tempestade solar
nos próximos anos. O ciesntista alemão acredita que uma série de
tempestades solares de alta magnitude não só provocará experiências
místicas ou alucinações e mudanças de consciência sobre o dano ao
planeta, senão que também poderia colocar em funcionamento partes do
cérebro que nunca utilizamos.
“Estou convencido que atualmente nos encontramos no meio de um
processo que compreende a restruturação de nossas redes neuronais, e que
o catalizador deste processo é a elevada atividade solar-geomagnética
cujas consequências são temidas por tanta gente. Porém, todos os fatos e
descobertas, apontam à inegável conclusão de que a evolução nos
permitirá, pela primeira vez na história humana, usar o enorme potencial
de nossos cérebros.”
Para Broers, os humanos usam uma ínfima parte do cérebro, ele
sustenta que é como se usássemos a área de uma partícula de pó quando
dispomos de uma mansão de quinhentos quartos.
Umas quantas tempestades solares de elevada magnitude poderiam ser
suficientes para alterar nossa realidade. As alucinações seriam o
primeiro sinal de que estamos usando novas áreas de nosso cérebro. O que
virá depois é terreno desconhecido. Poderes mentais? Telepatia?
Propriedades quânticas? Realidades paralelas? Outras dimensões?
Dieter Broers afirma que as alterações no campo magnético da Terra
produzirão não só uma mudança de consciência senão que nos ajudará a
utilizar o verdadeiro potencial do cérebro humano.
“Em vista do fato que os campos eletromagnéticos podem ajudar a
um paciente a identificar a causa de uma doença, é muito possível que as
forças eletromagnéticas do cosmos possam fazer que a raça humana
perceba a doença que ataca o nosso planeta. As condições para uma
expansão de consciência estão dadas.”
Tomara que não presisemos ser golpeados por uma tempestade solar
gigantesca para começar a reverter a crise do planeta. Embora a esta
altura, parece que só algo assim de radical nos fará mudar de rumo.
O blog espera que as tempestades solares dos próximos meses e anos
ampliem nossa consciência e, de uma vez por todas, nos remeta a um
período de evolução num campo diferente ao tecnológico, o espiritual, e
não me refiro a religião.
Fontes: losdivulgadores (link1 e link2), Artigo original de Broer: “2012″ and Electromagnetic Effects on Consciousness
Comentário do blog:
Agora, os recentes artigos científicos sobre tempestades solares e
partículas “alienígenas” vindas do cosmos e do Sol publicados neste blog
começam a fazer mais sentido ainda para nós. Estamos prestes a fazer um
“upgrade” de consciência e realidade física. Do jeito que foi “profetizado” por antigas civilizações.
O interessante nisto tudo é que as teorias antes consideradas
“esotéricas” ou “New Age” começam a ser comprovadas através das novas
descobertas do meio acadêmico e científico. Infelizmente, os cientistas
não levam em consideração o conhecimento deixado pelos povos antigos, ou
talvez saibam mas o ocultem propositalmente, para que a humanidade não
saiba.
Broers fala de preparação, diz que precisamos meditar para fazer esta
transição de realidade. Um excelente vídeo que nos mostra o que está
sendo tratado neste post é “2012 – Uma Mensagem de Esperança“, quem não assistiu precisa assistir.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Esperança para terapia celular: cadáveres podem prover células-tronco
A terapia celular começou a ser estudada muito tempo atrás, história que foi contada recentemente no anúncio do Prêmio Nobel de Medicina de 2012 a John B. Gurdon e Shinya Yamanaka.
Com o potencial de usar uma célula-tronco saudável para substituir
outra célula danificada, a terapia celular pode ter inúmeras aplicações,
como reconstruir membros perdidos ou sarar o músculo cardíaco após um
infarto.
Células-tronco são células estaminais pluripotentes presentes em um
embrião nos primeiros dias após a concepção, e podem ser transformadas
em quaisquer células existentes no organismo adulto: células nervosas,
musculares, do fígado, etc.
Baseado nessa explicação resumida, você já deve ter percebido que
essas células estaminais não são exatamente as coisas mais fáceis de se
conseguir. Se o aborto já é um tema polêmico por si só, “violar” um
embrião para estudar células-tronco foi o foco da controvérsia por um bom tempo, até que ficou provado que
células adultas poderiam ser “reprogramadas” para “voltarem” a serem
“células estaminais”, capazes de formar qualquer tecido (essa foi a
descoberta que deu o Nobel aos pesquisadores).
Ainda assim, a pesquisa com humanos precisa ser cautelosa. No caso do
Nobel, os estudos científicos vencedores foram feitos com animais. Usar
cobaias vivas poderia mesmo levantar questões éticas e preocupações, já
os mortos… já estão mortos.
Cadáveres têm células vivas
Muito tempo depois de nossos sinais vitais cessarem, pequenas bolsas de células vivem por dias, até semanas.
Um estudo neurocientífico do Instituto Lieber para o Desenvolvimento
Cerebral em Baltimore (EUA) conseguiu colher essas células vivas dos
escalpos e dos cérebros de cadáveres humanos (mortos há dias) e
reprogramá-las em células-tronco.
Em outras palavras: pessoas mortas podem produzir células vivas que
podem ser convertidas em qualquer célula ou tecido do corpo. Sendo
assim, esse incrível avanço poderia ajudar a tornar disponível de uma
vez por todas a terapia celular.
Além disso, o estudo pode lançar luz sobre uma variedade de
transtornos mentais, como autismo, esquizofrenia e transtorno bipolar,
que podem decorrer de problemas com o desenvolvimento cerebral.
A pesquisa
Células maduras podem ser induzidas a se tornarem células imaturas, conhecidas como células estaminais pluripotentes.
Pesquisas anteriores já haviam mostrado que este mesmo processo pode ser realizado com os chamados fibroblastos, retirados da pele de cadáveres humanos.
Os fibroblastos são as células mais comuns do tecido conjuntivo nos
animais, e sintetizam a matriz extracelular, as “bases” complexas entre
as células.
Fibroblastos coletados de cadáveres podem ser reprogramados em
células-tronco pluripotentes induzidas, utilizando produtos químicos
conhecidos como fatores de crescimento que estão relacionados com a
atividade das células-tronco.
As células reprogramadas podem então desenvolver-se em uma grande
variedade de tipos de células, incluindo neurônios encontrados no
cérebro e na medula espinhal.
Mas há uma dificuldade: bactérias e fungos na pele podem causar
estragos no cultivo das células em laboratórios, tornando o processo
complicado.
Nesse estudo, os cientistas coletaram fibroblastos dos escalpos e dos
cérebros de 146 doadores humanos de cérebro para estudo científico, e
cresceram células-tronco pluripotentes induzidas a partir deles.
Os corpos estavam mortos de 10 horas a dois dias antes dos cientistas
coletarem as amostras, e os cadáveres tinham sido mantidos sob
refrigeração no necrotério, mas não congelados.
Os pesquisadores descobriram que os fibroblastos retirados do
revestimento do cérebro ou da dura-máter eram 16 vezes mais propensos a
crescerem com sucesso do que os retirados do couro cabeludo. Isto era
esperado, uma vez que o couro cabeludo é propenso à contaminação por
fungos e bactérias.
Surpreendentemente, as células do couro cabeludo se proliferaram mais
e cresceram mais rapidamente do que as células da dura-máter. “Isso faz
sentido – a pele está em constante renovação, enquanto esse processo na
dura-máter é muito mais lento”, disse Thomas Hyde, neurologista e
neurocientista que participou do estudo.
Aplicações
Segundo os pesquisadores, cadáveres podem fornecer tecidos do
coração, cérebro e outros órgãos para estudo que os pesquisadores não
podem obter de forma segura a partir de pessoas vivas.
“Por exemplo, podemos comparar os neurônios derivados de fibroblastos
com neurônios reais do mesmo indivíduo”, disse Hyde. “Isso nos diz quão
confiável um determinado método para derivar neurônios a partir de
fibroblastos é. Isso pode ser crucial se, por exemplo, quisermos criar
neurônios que produzem dopamina para tratar alguém com Parkinson”.
Estudar como as células-tronco pluripotentes induzidas se desenvolvem
em vários tecidos diferentes também pode lançar luz sobre distúrbios
causados por problemas de desenvolvimento.
“Estamos muito interessados nos principais distúrbios
neuropsiquiátricos como esquizofrenia, transtorno bipolar, autismo e
retardo mental”, disse Hyde. “Ao compreender o que se passa de errado
com as células cerebrais nestes indivíduos, poderíamos ajudar a
corrigi-las”.[LiveScience, ABCNews]
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CUIDADO COM A 'REPOSIÇÃO HORMONAL' APÓS A MENOPAUSA
FORÇA
TAREFA AMERICANA VOLTA A ADVERTIR SOBRE OS PERIGOS DA TERAPIA DE REPOSIÇÃO
HORMONAL NA PÓS-MENOPAUSA
:: Jennifer LaRue
Huget para o jornal americano The Washington Post – Tradução de Francisco Vianna
Terça feira 23 de outubro de 2012
Um painel de médicos nos EUA recomendou, ontem, que as mulheres na
pós-menopausa não tomem hormônios sexuais a guisa de “terapia de reposição
hormonal” (TRH), supostamente para prevenir doenças crônicas, pelo fato
de que os riscos de tal procedimento à saúde se sobrepõem aos alegados
possíveis benefícios.
Tal recomendação, feita por uma Força Tarefa do Serviço
de Prevenção dos EUA (veja em http://www.ahrq.gov/clinic/uspstfix.htm, em
inglês) corrobora uma recomendação similar feita pelo mesmo painel em
2005. A afirmação foi divulgada pela edição eletrônica da revista científica
Anais de Medicina Interna (Annals of Internal Medicine).
A Força Tarefa reviu toda a pesquisa publicada desde 2005 e mostrou que a
combinação de estrogênio com progestágeno como terapia pós-menopausa reduz o
risco de fraturas ósseas, mas as mulheres submetidas a essa TRH não têm o
risco de doença cardíaca (coronariana) diminuído e, na verdade, têm o risco de
câncer de mama aumentado, bem como o de AVC (acidente vascular cerebral),
trombose, doenças da vesícula biliar, demência senil e incontinência urinária.
Um relatório dessa Força
Tarefa, postado em inglês na página do grupo disse que para cada 10.000
mulheres que se submetem por ano a essa TRH, 46% delas tiveram o risco de
fraturas ósseas diminuído, mas 8% desenvolveram câncer de mama, 9% tiveram AVC,
9% foram acometidas por diversos tipos de trombose pulmonar, 12 % tiveram
tromboses sérias dos membros inferiores, 20% desenvolveram doença da vesícula
biliar, 22% foram acometidas por algum tipo de demência senil e 872 delas
apresentaram incontinência urinária.
O grupo disse que o relatório se refere apenas ao uso da TRH para profilaxia de
doenças crônicas. A recomendação, diz o relatório, não se aplica ao uso dessa
terapia para controle dos sintomas da menopausa, tais como as ‘ondas de calor’
e ‘secura vaginal’, nem tampouco se aplica a mulheres abaixo de 50 anos que
fizeram histerectomia. “Caso uma mulher esteja a sofrer com sintomas da
menopausa”, disse Michael LeFevre, um dos dois vice-diretores da Força Tarefa,
“nós a encorajamos para que procure seu ginecologista para avaliar se os
benefícios da TRH suplantam os riscos demonstrados”.
A Força Tarefa é um grupo independente de médicos dedicados aos profissionais
que provêm cuidados primários à mulher e especialistas na prevenção de
distúrbios funcionais endócrinos com base na Medicina de Resultados; sua
recomendação publicada é direcionada também aos clínicos gerais de primeiro
atendimento dos sistemas de saúde.
Os
achados da Força Tarefa corroboram um relatório publicado anteriormente. Em
2002, a ONG Iniciativa de Saúde da Mulher, que recebe verbas
governamentais, achou que os benefícios oriundos do uso de ‘hormônios prontos’
foram suplantados pelos riscos, inclusive de doença cardíaca e câncer de mamar.
Após aquele relatório, o uso da TRH caiu em mais da metade.
Em 2010, a Iniciativa achou que as mulheres que se submeteram à TRH estavam mais
propensas a neoplasias que pareciam surgir com mais frequência e em maiores
tamanhos e terem uma difusão mais rápida de seus linfonodos. Porém o mais
importante é que seu risco de morte mostrou-se mais elevado.
UMA EXPLICAÇÃO MÉDICA FUNCIONAL
(Dr. Francisco Vianna)
Há algum tempo, a chamada Medicina Funcional Molecular, ou Medicina de
Resultados, nos ensina que toda vez que se administra um hormônio pronto a uma
pessoa, o qual deveria ser produzido pelo sistema endócrino (das glândulas) do
corpo, a hipófise – que controla todas as demais glândulas – “enxerga” que tal
hormônio já existe em quantidades geralmente superiores à necessária em
circulação e começa a inibir a produção desse hormônio pela glândula que o
produz. A pessoa assim se transforma numa “dependente química” de tal hormônio.
Quando ocorre a menopausa e a mulher para definitivamente de ovular, saindo de
sua idade fértil e reprodutiva, desaparecem os seus folículos de De Graaf
que, após a ovulação, se transformavam em corpos lúteos produtores de
progesterona. Com a queda da progesterona endógena, ocorre também diminuição do
estrogênio ovariano e a mulher entra num processo progressivo de insuficiência
ovariana, por mais que a hipófise estimule as gônadas para a sua produção
hormonal específica.
Em função dessa crescente incapacidade endócrina, as suprarrenais assumem a
tarefa de produzir tais hormônios, o que, todavia, depende da disponibilidade
de certos 17-cetoesteroides, geralmente provenientes da alimentação, e chamados
genericamente de moléculas pré-hormonais. Tais moléculas não são “vistas” pela
hipófise como hormônios prontos circulantes e, portanto, não têm a mesma
capacidade de fazer com que a glândula-chefe iniba as demais, como ocorre com
os hormônios prontos administrados como TRH.
O que ocorre, então, é o aproveitamento de tal “substrato pré-hormonal” que,
por estímulo hipofisário – e seu consequente feedback –, faz com que a
síntese hormonal efetuada pelas suprarrenais ocorra de modo otimizado mantendo
o equilíbrio hormonal fisiológico necessário após a menopausa.
Esses ‘pré-hormônios’ são principalmente os fitosteroides, a androstenolona, o
DHEA (a dihidroepiandrosterona), a pregnenolona, e outros que, sobretudo pelo
uso e abuso dos chamados “fisioculturistas” – que os usam em grandes
quantidades como “esteroides anabolizantes” para ganho de massa muscular –, têm
sido proscritos pela Vigilância Sanitária no Brasil. Essas substâncias devem
ser ingeridas pelo consumo de alimentos que são ricos nesses esteroides e não
pela ingestão pura e simples da substância sintetizada ou purificada em
laboratório. Qualquer nutrólogo ou nutricionista pode orientar as pessoas no
uso de alimentos ricos em moléculas pré-hormonais, como a isoflavona, por
exemplo, e com isso dispensar com muita vantagem a chamada Terapia de Reposição
Hormonal, onde não há interferência iatrogênica na homeostasia endócrina.
_______
Há
alguns anos cuido de mulheres que passam pela menopausa, um momento de transição, assim como passamos da
puberdade para a adolescência também.... Não há porque repor algo que a natureza resolveu por bem eliminar,
por não ser mais necessário, cabendo apenas equilibrar com elementos naturais
e eficazes.
domingo, 21 de outubro de 2012
Seu Corpo Sabe
Vernon Coleman escreveu mais de 90 livros, traduzidos para 22
línguas. É o autor médico da Grã-Bretanha, mundialmente conhecido pela
defesa dos animais e pela sua franqueza na denúncia dos males da medicina
atual.
Desde 1983, vem coletando novas provas dos poderes admiráveis do corpo humano. Há provas, apresentadas por cientistas de todo o mundo, mostrando que o poder do corpo e da mente é maior do que se poderia sonhar há apenas alguns anos.
Há uma cegueira dos profissionais médicos em relação aos poderes do corpo. O corpo é perfeitamente capaz de cuidar-se sozinho. Mas poucas pessoas aproveitam esses mecanismos de auto-cura e a capacidade de auto proteção.
Coleman chama de a grande tragédia da medicina ortodoxa o fato de que os médicos suspeitam de tudo que é novo e relutam em aceitar teorias e idéias que contradizem atitudes tradicionais.
A prática da medicina tradicional é um grande negócio. São milhares de empresas que tem interesse em sua doença. Como existe um interesse comercial tão grande nos cuidados de saúde, são fatores comerciais que influenciam o tipo e a qualidade do tratamento oferecido..
Riscos da medicina convencional; os hospitais são um campo fértil para a proliferação de organismos infecciosos. Hoje, há provas de que se você está internado em um hospital e contrai uma infecção, é provável que a tenha contraído no hospital. Se houver um ferimento infeccionado ou uma infecção do trato urinário, é quase certo que a contaminação se deu no hospital. Há provas de que até lanchonetes e refeitórios hospitalares podem ser prejudiciais. Os pacientes podem definhar no hospital por falta de alimentação adequada e o risco de pegar uma infecção devido à comida no hospital é maior do que em um restaurante!
Exames e tratamentos hospitalares também podem ser perigosos. Os riscos são tantos que os médicos costumam usar termos como “idiopático”, “criptogênico”,“iatrogênico” e “nosocomial” para ocultar a verdade sobre a evolução das doenças. Exames potencialmente arriscados continuam sendo feitos ainda que os benefícios sejam poucos ou nulos. São poucos os médicos que questionam se determinado exame é justificado, se certos tipos de tratamentos são justificados. Se um paciente tem dois conjuntos de sintomas, é provável que o segundo conjunto tenha sido causado ao tratar o primeiro.
Quando um paciente não recebe cuidados médicos, muitas vezes ele vive mais.
.
Com o tratamento tradicional as defesas internas podem ser prejudicadas. Seja receitando comprimidos ou usando o bisturi, ele estará muitas vezes lutando contra as defesas do próprio organismo. Como precisam ser poderosos para lutar eficazmente contra as fortes reações fisiológicas no interior do corpo, os tratamentos modernos causam efeitos colaterais consideráveis. Muitos vezes, existe um risco adicional associado a esse tipo de terapia intervencionista; o tratamento pode afetar a capacidade do organismo de lidar com outras ameaças.
Escolha o melhor e descarte o resto Não há dúvida de que um enfoque “holístico” nos cuidados médicos é excelente para os pacientes. Quando seguida adequadamente, significa que cada doença pode ser tratada através de uma abordagem “escolha” e “misture”, ou seja, escolhendo os aspectos da medicina convencional e da medicina alternativa com maior chance de serem eficazes e causarem menos efeitos colaterais, tratando e observando atentamente a todos os aspectos individuais do paciente. Em suma, a palavra “holística” foi criada para designar uma atitude.
No caso de muitas doenças, não adianta tratar o que está errado com o corpo se não tratar também o que está errado com a mente. Acho incrível que um médico moderno cuide do corpo de um paciente que sofre de hipertensão, distúrbios intestinais ou asma e ignore sua mente, quando já está mais do que provado que, no caso de muitas doenças, os sintomas físicos são produzidos por algum tipo de distúrbio mental. Da mesma forma, é estranho e até mesmo não científico, que um osteopata trate a coluna de um paciente ignorando sua mente.
Infelizmente, a maioria dos médicos aprende pouco sobre medicina alternativa ou complementar. E muitos terapeutas alternativos nunca tiveram um ensino eficiente sobre anatomia e fisiologia humanas.
O resultado é que os cuidados de saúde continuam divididos em duas áreas: ortodoxa e não ortodoxa. Poucos profissionais de qualquer uma dessas áreas aprenderam o suficiente sobre todos os aspectos da medicina para serem capazes de oferecer conselhos realmente holísticos, oferecendo aos doentes o melhor de todos os mundos. As vantagens de uma abordagem verdadeiramente holística são imensas, não só porque a medicina holística oferece a oportunidade de aproveitar o melhor e evitar o pior, como também porque tipos diferentes de tratamento podem, quando usados em conjunto, ter um efeito ainda maior.
O enfoque genuinamente holístico pode empregar um medicamento moderno, uma técnica de relaxamento e um tipo de massagem para tratar um único conjunto de sintomas. Praticantes da medicina alternativa não são sempre a melhor escolha Talvez você pense que seria melhor recorrer a um terapeuta alternativo. Mas, muitos desses profissionais são, em sua área, tão arrogantes e intelectualmente isolados quanto os médicos que foram ensinados a receitar comprimidos.
Muito acupunturista, homeopata, fitoterapeuta e outros afirmam que oferecem a seus pacientes uma medicina holística quando, na verdade, não oferecem nada disso. Por mais bem treinado que seja, o terapeuta alternativo que se dedica a uma única especialidade não é holístico.
Desde 1983, vem coletando novas provas dos poderes admiráveis do corpo humano. Há provas, apresentadas por cientistas de todo o mundo, mostrando que o poder do corpo e da mente é maior do que se poderia sonhar há apenas alguns anos.
Há uma cegueira dos profissionais médicos em relação aos poderes do corpo. O corpo é perfeitamente capaz de cuidar-se sozinho. Mas poucas pessoas aproveitam esses mecanismos de auto-cura e a capacidade de auto proteção.
Coleman chama de a grande tragédia da medicina ortodoxa o fato de que os médicos suspeitam de tudo que é novo e relutam em aceitar teorias e idéias que contradizem atitudes tradicionais.
A prática da medicina tradicional é um grande negócio. São milhares de empresas que tem interesse em sua doença. Como existe um interesse comercial tão grande nos cuidados de saúde, são fatores comerciais que influenciam o tipo e a qualidade do tratamento oferecido..
Riscos da medicina convencional; os hospitais são um campo fértil para a proliferação de organismos infecciosos. Hoje, há provas de que se você está internado em um hospital e contrai uma infecção, é provável que a tenha contraído no hospital. Se houver um ferimento infeccionado ou uma infecção do trato urinário, é quase certo que a contaminação se deu no hospital. Há provas de que até lanchonetes e refeitórios hospitalares podem ser prejudiciais. Os pacientes podem definhar no hospital por falta de alimentação adequada e o risco de pegar uma infecção devido à comida no hospital é maior do que em um restaurante!
Exames e tratamentos hospitalares também podem ser perigosos. Os riscos são tantos que os médicos costumam usar termos como “idiopático”, “criptogênico”,“iatrogênico” e “nosocomial” para ocultar a verdade sobre a evolução das doenças. Exames potencialmente arriscados continuam sendo feitos ainda que os benefícios sejam poucos ou nulos. São poucos os médicos que questionam se determinado exame é justificado, se certos tipos de tratamentos são justificados. Se um paciente tem dois conjuntos de sintomas, é provável que o segundo conjunto tenha sido causado ao tratar o primeiro.
Quando um paciente não recebe cuidados médicos, muitas vezes ele vive mais.
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Com o tratamento tradicional as defesas internas podem ser prejudicadas. Seja receitando comprimidos ou usando o bisturi, ele estará muitas vezes lutando contra as defesas do próprio organismo. Como precisam ser poderosos para lutar eficazmente contra as fortes reações fisiológicas no interior do corpo, os tratamentos modernos causam efeitos colaterais consideráveis. Muitos vezes, existe um risco adicional associado a esse tipo de terapia intervencionista; o tratamento pode afetar a capacidade do organismo de lidar com outras ameaças.
Escolha o melhor e descarte o resto Não há dúvida de que um enfoque “holístico” nos cuidados médicos é excelente para os pacientes. Quando seguida adequadamente, significa que cada doença pode ser tratada através de uma abordagem “escolha” e “misture”, ou seja, escolhendo os aspectos da medicina convencional e da medicina alternativa com maior chance de serem eficazes e causarem menos efeitos colaterais, tratando e observando atentamente a todos os aspectos individuais do paciente. Em suma, a palavra “holística” foi criada para designar uma atitude.
No caso de muitas doenças, não adianta tratar o que está errado com o corpo se não tratar também o que está errado com a mente. Acho incrível que um médico moderno cuide do corpo de um paciente que sofre de hipertensão, distúrbios intestinais ou asma e ignore sua mente, quando já está mais do que provado que, no caso de muitas doenças, os sintomas físicos são produzidos por algum tipo de distúrbio mental. Da mesma forma, é estranho e até mesmo não científico, que um osteopata trate a coluna de um paciente ignorando sua mente.
Infelizmente, a maioria dos médicos aprende pouco sobre medicina alternativa ou complementar. E muitos terapeutas alternativos nunca tiveram um ensino eficiente sobre anatomia e fisiologia humanas.
O resultado é que os cuidados de saúde continuam divididos em duas áreas: ortodoxa e não ortodoxa. Poucos profissionais de qualquer uma dessas áreas aprenderam o suficiente sobre todos os aspectos da medicina para serem capazes de oferecer conselhos realmente holísticos, oferecendo aos doentes o melhor de todos os mundos. As vantagens de uma abordagem verdadeiramente holística são imensas, não só porque a medicina holística oferece a oportunidade de aproveitar o melhor e evitar o pior, como também porque tipos diferentes de tratamento podem, quando usados em conjunto, ter um efeito ainda maior.
O enfoque genuinamente holístico pode empregar um medicamento moderno, uma técnica de relaxamento e um tipo de massagem para tratar um único conjunto de sintomas. Praticantes da medicina alternativa não são sempre a melhor escolha Talvez você pense que seria melhor recorrer a um terapeuta alternativo. Mas, muitos desses profissionais são, em sua área, tão arrogantes e intelectualmente isolados quanto os médicos que foram ensinados a receitar comprimidos.
Muito acupunturista, homeopata, fitoterapeuta e outros afirmam que oferecem a seus pacientes uma medicina holística quando, na verdade, não oferecem nada disso. Por mais bem treinado que seja, o terapeuta alternativo que se dedica a uma única especialidade não é holístico.
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