quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

AS DOENÇAS QUE MAIS VENDERÃO EM 2012



25/05/2012

Como a indústria farmacêutica conseguiu que um terço da população dos Estados Unidos tome antidepressivos, estatinas, e estimulantes? Vendendo doenças como depressão, colesterol alto e refluxo gastrointestinal. Marketing impulsionado pela oferta, também conhecido como “existe um medicamento – precisa-se de uma doença e de pacientes”.

Não apenas povoa a sociedade de hipocondríacos viciados em remédios, mas desvia os laboratórios do que deveria ser seu papel essencial: desenvolver remédios reais para problemas médicos reais.

Claro que nem todas as doenças são boas para tanto. Para que uma enfermidade torne-se campeã de vendas, ela deve:


(1) existir de verdade, mas ser constatada num diagnóstico que tem margem de manobra, não dependendo de um exame preciso;

(2) ser potencialmente séria, com “sintomas silenciosos” que “só pioram” se a doença não for tratada;
(3) ser “pouco reconhecida”, “pouco relatada” e com “barreiras” ao tratamento;
(4) explicar problemas de saúde que o paciente teve anteriormente;
(5) precisar de uma nova droga cara que não possui equivalente genérico.


Aqui estão algumas potenciais doenças da moda, que a indústria farmacêutica gostaria que você desenvolvesse em 2012:


DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE EM ADULTOS (DDAH) : Problemas cotidianos rotulados como “depressão” impulsionaram os laboratórios nas últimas duas décadas. Você não estava triste, bravo, com medo, confuso, de luto ou até mesmo sentindo-se explorado. Você estava deprimido, e existe uma pílula para isso. Mas a depressão chegou a um ápice, como a dieta Atkins e Macarena. Com sorte, existe o transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (DDAH) em adultos. Ele dobrou em mulheres de 45 a 65 anos e triplicou em homens e mulheres com 20 a 44 anos, de acordo com o Wall Street Journal.


Assim como a depressão, a DDAH em adultos é uma categoria que pode englobar tudo.


Adultos com DDAH são normalmente “menos responsáveis, confiáveis, engenhosos, focados, autoconfiantes, e eles encontram dificuldades para definir, estabelecer e propor objetivos pessoais significativos”, diz um artigo escrito pelo dr. Joseph Biederman, psiquiatra infantil de Harvard, que leva os créditos por colocar “disfunção bipolar pediátrica” no mapa. Eles “mostram tendências de ser mais fechados, intolerantes, críticos, inúteis, e oportunistas” e “tendem a não considerar direitos e sentimentos de outras pessoas”, diz o artigo, numa frase que poderia ser usada por muitas pessoas para definir seus cunhados. Adultos com DDAH terão dificuldade em se manter em um emprego e pioram se não forem tratados, diz WebMD, apontando para o seguindo requisito para as doenças campeãs de venda – sintomas que se agravam sem medicação. “Adultos com DDAH podem ter dificuldade em seguir orientações, lembrar informações, concentrar-se, organizar tarefas ou completar o trabalho no prazo”, de acordo com o site, cujo parceiro original era Eli Lilly.


Como as empresas farmacêuticas conseguiram fazer com que cinco milhões de crianças, e agora talvez seus pais, tomem remédios para DDAH? Anúncios em telas de 9 metros por 7, quatro vezes por hora na Times Square não vão fazer mal. Perguntam: “Não consegue manter o foco? Não consegue ficar parado? Seu filho pode ter DDAH?” (Aposto que ninguém teve problemas em se focar neles!).


Porém, convencer adultos que eles não estão dormindo pouco, nem entediados, mas têm DDAH é apenas metade da batalha. As transnacionais farmacêuticas também têm que convencer crianças que cresceram com o diagnóstico de DDAH a não pararem de tomar a medicação, diz Mike Cola, da Shire (empresa que produz os medicamentos para DDAH: Intuniv, Addreall XR, Vyvanse e Daytrana). “Nós sabemos que perdemos um número significativo de pacientes com mais ou menos vinte anos, pois saem do sistema por não irem mais ao pediatra”.


Um anúncio da Shire na Northwestern University diz “eu lembro de ser uma criança com DDAH. Na verdade, eu ainda tenho”, a frase está escrita em uma foto de Adam Levine, vocalista do Maroon 5. “É sua DDAH. Curta” era a mensagem subliminar. (O objetivo seria: “continue doente”?).

Claro, pilhar crianças (ou qualquer um, na verdade) não é muito difícil. Por que outra razão traficantes de metanfetamina dizem que “a primeira dose é grátis”? Mas a indústria está tão empenhada em manter o mercado pediátrico de DDAH que criou cursos para médicos. Alguns exemplos: “Identificando, diagnosticando e controlando DDAH em estudantes”. Ou “DDAH na faculdade: procurar e receber cuidado durante a transição da infância para a idade adulta”.


Para assegurar-se de que ninguém pense que a DDAH é uma doença inventada, WebMD mostra ressonâncias magnéticas coloridas de cérebros de pessoas normais e de pacientes com DDAH (ao lado de um anúncio de Vyvanse). Mas é duvidoso se as duas imagens são realmente diferentes, diz o psiquiatra Dr. Phillip Sinaikin, autor de Psychiatryland. E mesmo que forem, isso não prova nada.

O ponto central do problema é que simplesmente não existe um entendimento definitivo de como a atividade neural está relacionada à consciência subjetiva, a antiga relação não muito clara entre corpo e mente”, Sinaikin contou ao AlterNet. “Não avançamos muito além da frenologia, e esse artigo do WebMD é simplesmente o pior tipo de manipulação da indústria farmacêutica a fim de vender seus produtos extremamente caros. Nesse caso, um esforço desesperado da Shire para manter uma parte do mercado quando o Addreall tiver versão genérica”.


ARTRITE REUMATÓIDE : A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença séria e perigosa. Mas os supressores do sistema imunológico que a indústria farmacêutica oferece como alternativa – Remicade, Enbrel, Humira e outros – também são. Enquanto a AR ataca os tecidos do corpo, levando à inflamação das articulações, tecidos adjacentes e órgãos, os supressores imunológicos podem abrir uma brecha para câncer, infecções letais e tuberculose.


Em 2008, a agência norte-americana para alimentação e medicamentos (FDA) anunciou que 45 pessoas que tomavam Humira, Enbrel, Humicade e Cimzia morreram por doenças causadas por fungos, e investigou a relação do Humira com linfoma, leucemia e melanoma em crianças. Esse ano, a FDA avisou que as drogas podem causar “um raro tipo de câncer nas células sanguíneas brancas” em jovens, e o Journal of the American Medical Association (JAMA) advertiu o aparecimento de “infecções potencialmente fatais por legionela e listeria”. Medicamentos que suprem o sistema imunológico também são perigosos para os bolsos. Uma injeção de Remicade pode custar US$ 2.500; o suprimento de um mês de Enbrel custa US$ 1.500; o custo anual do Humira é de US$ 20 mil.


Há alguns anos, a AR era diagnosticada com base na presença do “fator reumatóide” e inflamações. Mas, graças ao marketing guiado pela oferta da indústria farmacêutica, bastam hoje, para o diagnóstico, enrijecimento e dor. (Atletas e pessoas que nasceram entes de 1970, entrem na fila, por favor).


Além do espaço de manobra para o diagnóstico e um bom nome, a AR possui outros requisitos das doenças campeãs de vendas. “Só vai piorar” se não for tratada, diz WebMD, e é frequentemente “subdiagnosticada” e pouco relatada, diz Heather Mason, da Abbott, porque “as pessoas costumam não saber o que têm, por algum tempo”. Uma doença tão perigosa que o tratamento custa US$20 mil por ano, mas que é tão súbita que você pode não saber que tem? AR desponta como uma doença da moda.


FIBROMIALGIA : Outra doença pouco relatada é a fibromialgia, caracterizada dores generalizadas e inexplicadas no corpo. Fibromialgia é “quase a definição de uma necessidade médica não atendida”, diz Ian Read, da Pfizer, que fabrica a primeira droga aprovada para fibromialgia, o medicamento anticonvulsivo Lyrica. A Pfizer doou US$ 2,1 milhões a grupos sem fins lucrativos em 2008 para “educar” médicos sobre a fibromialgia e financiou anúncios de serviço da indústria farmacêutica que descreviam os sintomas e citavam a droga. Hoje, a Lyrica lucra US$ 3 bilhões por ano. Mesmo assim, a Lyrica concorre com Cymbalta, o primeiro antidepressivo aprovado para fibromialgia. A Eli Lilly propôs o uso de Cymbalta para a “dor” física da depressão, em uma campanha chamada “depressão machuca” antes da aprovação do tratamento para fibromialgia. O tratamento de pacientes com fibromialgia com Lyrica ou Cymbalta custa cerca de US$10 mil, segundo diários médicos. A indústria farmacêutica e Wall Street podem estar felizes com os medicamentos para fibromialgia, mas os pacientes não. No site de avaliação de medicamentos, askapatient.com, pacientes que usam Cymbalta relatam calafrios, problemas maxilares, “pings” elétricos em seus cérebros, e problemas nos olhos. Nesse ano, quatro pacientes relataram a vontade de se matar, um efeito colateral frequente do Cymbalta. Usuários de Lyrica relatam no askapatient perda de memória, confusão, ganho extremo de peso, queda de cabelo, capacidade de dirigir automóveis comprometida, desorientação, espasmos e outros ainda piores. Alguns pacientes tomam os dois medicamentos.


DISFUNÇÕES DO SONO: Insônia no meio da noite. Disfunções do sono são uma mina de ouro para os laboratórios porque todo mundo dorme – ou assiste TV, quando não consegue. Para agitar o mercado de insônia, as corporações criaram subcategorias de insônia, como crônica, aguda, transitória, inicial, de início tardio, causada pela menopausa, e a grande categoria de sono não reparador. Nesse outono [primavera no hemisfério Sul], as apareceu uma nova versão do Ambien para insônia “no meio da noite”, chamado Intermezzo – ainda que Ambien seja, paradoxalmente, indutor de momentos conscientes durante o sono. As pessoas “acordam” em um blackout do Ambien e andam, falam, dirigem, fazem ligações e comem.

Muitos ficaram sabendo desse efeito do Ambien quando Patrick Kennedy, ex-parlamentar de Rhode Island, dirigiu até Capitol Hill para “votar” às 2h45min da manhã em 2006, sob efeito do remédio, e bateu seu Mustang. Mas foi comer sob o efeito do Ambien que trouxe a pior discussão sobre o medicamento. Pessoas em forma acordavam no meio de montanhas de embalagens de pizza, salgadinhos e sorvete – cujo conteúdo tinha sido comido pelos seus “gêmeos maus”, criados pelo remédio.


Sonolência excessiva e transtorno do sono por turno de trabalho.Não é preciso dizer: pessoas com insônia não estarão com os olhos brilhando e coradas no dia seguinte – tanto faz se elas não tiverem dormido, ou se tiverem, em seu corpo, resíduos de medicamentos para dormir. Na verdade, essas pessoas estão sofrendo da pouco reconhecida e pouco relatada epidemia da Sonolência Excessiva durante o Dia. As principais causas da SED são apnéia do sono e narcolepsia. Mas no ano passado, as corporações farmacêuticas sugeriram uma causa relacionada ao estilo de vida: “transtorno do sono por turno de trabalho”. Anúncios de Provigil, um estimulante que trata SED, junto com Nuvigil, mostram um juiz vestindo um roupão preto, no trabalho, com a frase “lutando para combater o nevoeiro?”. Obviamente, agentes estimulantes contribuem com a insônia, que contribui com problemas de sonolência durante o dia, em um tipo de ciclo farmacêutico perpétuo. De fato, o hábito de tomar medicamentos para insônia e para ficar alerta é tão comum que ameaça a criação de um novo significado para “AA” – Adderal e Ambien.

INSÔNIA QUE É DEPRESSÃO: Disfunções do sono também deram nova vida aos antidepressivos. Médicos agora prescrevem mais antidepressivos para insônia que medicamentos para insônia, de acordo com a CNN. É também comum que eles combinem os dois, já que “insônia e depressão frequentemente ocorrem conjuntamente, mas não fica claro qual é a causa e qual é o sintoma”. WebMD concorda com o uso das duas drogas. “Pacientes deprimidos com insônia que são tratados com antidepressivos e remédios para dormir se saem melhor que aqueles tratados apenas com antidepressivos”, escreve.


De fato, muitas das novas doenças de massa, desde DDAH em adultos e AR até fibromialgia são tratadas com medicamentos novos junto com outros que já existiam e que não estão funcionando. É uma invenção das corporações polifarmácia. Isso lembra do dono de loja que diz “eu sei que 50% da minha propaganda é desperdiçada – só não sei qual 50%”.

(*) Martha Rosenberg escreve sobre o impacto das indústrias farmacêuticas, alimentícias e de armamentos na saúde pública.

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Bactérias, do intestino ao cérebro



Cientistas da Universidade McMaster, no Canadá, 

 


afirmam ter encontrado provas conclusivas de que as bactérias que residem no intestino influenciam a química cerebral e o comportamento humano.

Os resultados são importantes porque vários tipos de doença gastrointestinais, incluindo a síndrome do intestino irritável, são frequentemente associados com a ansiedade ou com a depressão.

Além disso, tem havido especulações de que alguns transtornos psiquiátricos, como o autismo de início tardio, pode ser associado com um teor anormal de bactérias no intestino.

Importância das bactérias do intestino

O intestino de cada um de nós é o lar de cerca de 1.000 trilhões de bactérias, com as quais vivemos em harmonia.

Essas bactérias desempenham uma série de funções vitais para a nossa saúde: elas protegem  contra infecções, capturam energia da nossa alimentação e fornecem alimento para as células do intestino.

Qualquer interrupção nessa simbiose pode resultar em condições potencialmente fatais, como a colite induzida por antibióticos pela infecção com a "superbactéria" Clostridium difficile.

Antibióticos

Os pesquisadores demonstraram que danos causados ao conteúdo bacteriano normal do intestino, por meio da aplicação de antibióticos, produzem alterações no comportamento.

Essa mudança foi acompanhada por um aumento do fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF: brain derived neurotrophic factor), que tem sido associado com a depressão e com a ansiedade.

Quando os antibióticos orais foram interrompidos, as bactérias no intestino voltaram ao normal.

"Isto foi acompanhado pela restauração do comportamento normal e pela normalização da química do cérebro", disse o Dr. Stephen Collins, coordenador da pesquisa.

Comportamento ativo e passivo

Para confirmar que as bactérias podem influenciar o comportamento, os pesquisadores criaram camundongos em isolamento - livres de quaisquer germes - e inseriram neles bactérias retiradas de animais com padrões anormais de comportamento.

Eles descobriram que, quando os animais livres de germes com uma herança genética associada com um comportamento passivo foram colonizados com bactérias de animais com um comportamento mais exploratório, eles se tornaram mais ativos e ousados.

Da mesma forma, os animais normalmente ativos tornaram-se mais passivos depois de terem recebido as bactérias dos camundongos cuja genética de fundo está associada com o comportamento passivo.

Influência das bactérias

Collins afirmou que essa pesquisa indica que, embora muitos fatores determinem o comportamento, a natureza e a estabilidade das bactérias no intestino parecem influenciar o comportamento, e qualquer perturbação, seja por antibióticos ou por infecção, pode produzir mudanças no comportamento.

Pesquisas anteriores haviam se concentrado sobre o papel que as bactérias desempenham no desenvolvimento do cérebro no início da vida. Neste trabalho, a atenção se voltou para o estudo de animais adultos.
__________
Segundo, a Dra. Hulda Clark tem que haver um novo entendimento na definição de saúde e doença. 

Como bióloga seu estudo se baseia em pesquisas comprovando que a origem de todas as doenças tem como base a exposição do nosso corpo a parasitas (entre os quais inclui parasitas, vermes, bactérias, vírus e fungos) que acabam por colonizá-lo, bem como a contaminação com produtos tóxicos através da exposição ao meio ambiental.

Em seu livro  “A Cura para Todas as Doenças” ela coloca o caminho que percorreu, passando por aparelhos com frequências, por aparelho computadorizado com várias opções de frequências, até chegar ao aparelho com bateria de 9V, que segundo suas pesquisas é o que melhor realiza os objetivos que ele propõe.


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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

ASTROLOGIA - Nada acontece até que algo se mova"- Albert Einstein





Durante a Primeira Guerra Mundial, AL Tchijevsky (1897-1964), um professor russo de Astronomia e Física Biológica, percebeu que graves crises seguidas davam origem as guerras que se agravavam durante o pico das manchas solares.


Intrigado com a conexão do comportamento humano e a física solar, Tchijevsky construiu um índice de excitabilidade do corpo humano referente a essa idéia.

Ele compilou histórias de 72 países a partir de 500 aC a 1922 dC para montar um banco de dados para particular suas correlações e tentar confirmar sua teoria.

Depois de classificar grandes eventos, Tchijevsky constatou que até 80% dos principais acontecimentos humanos ocorreu durante a 5 anos ou menos de atividade solar máxima. 



A partir de sua observação a conexão com a energia solar e eventos terrestres têm sido estudados pelos cientistas desde então.


O objeto de pesquisa centrou-se sobre o próprio sol e seus efeitos no ciclo solar em relação ao clima terrestre, agricultura, os mercados de commodities e de outros fenômenos não-humanos




Quando os dados são analisados, verificou-se que a atividade geomagnética solar afetava diretamente o humor humano, padrões de comportamento, criatividade e trajetórias históricas quando as manchas solares rapidamente aumentavam ou diminuíam respectivamente.


O sistema nervoso humano tem maior atividade quando a quantidade de energia emitida pelo sol e pela radiação da terra são mais altos. Prova disso é um estudo histórico de Ertel Suitbert - "explosão de criatividade são correlacionados com a atividade solar" -1997 - que examinou a associação entre a atividade solar e as flutuações na criatividade humana. 

Edgar Cayce nos disse que os seres humanos pensam juntos (
apenas confirmando a Lição 18-UCEM-Eu não estou sozinho ao experimentar os efeitos do que vejo.-, "...Ela também enfatiza a ideia de que as mentes são unidas, à qual será dada maior ênfase mais adiante..." ), e eles poderiam influenciar a atividade solar e os reflexos destes, inclusive criando um futuro desejado.

Isso poderia ser feito a partir da consciência (conhecimento) dessa relação sistêmica do sol, reduzindo com maturidade e ciência o estresse individual e coletivo durante esses ciclos.

As milenares culturas como as do Egito, Hopi, Maias, Astecas e Chinesas, acreditavam (ou tinham perfeita tradução dessa informação) que seu comportamento coletivo poderia ser influenciado pelo sol e fizeram dele o deus central de suas vidas.

Eles acreditavam que a oração e meditação coletivaINTENÇÂO –ajudaria a atualizar o conhecimento global e facilitar a resultados positivos para todo o planeta.

Há sempre projeções pessimistas baseadas no medo relacionado com os novos ciclos de energia que interagem com o planeta, no entanto a luz aumenta a coerência, nossa visão das coisas – elas tornam –se mais “claras”.

Muitos preferem aguardar as mudanças globais encostados no muro e ver se o mundo termina em barranco para então, morrerem encostados dando continuidade a seus pensamentos tacanhos.



Mudanças são feitas com movimento, pelo menos aqui na 3D.

Mudar é a palavra que devemos focar e não DESTRUIÇÂO. Assim é fácil, pois já que tá caído, basta empurrar...



A “tal” chamada de consciência envolve mudanças de pensamento, logo as mudanças comportamentais devem seguir esse pensamento.



Ficar reclamando do engarrafamento de horas e não fazer nada para mudar isso é permanecer no problema, mas todos desejam que algum governante faça isso por nós e a bola é passada adiante. Eles nos “governam” e nós reclamamos. Demos autorização para que “eles” decidam o que é melhor para nós e não gostamos quando “eles” decidem... coisa de maluco isso...



Já sabemos que a energia solar nos mantém vivos em todos os níveis e o importante agora é perceber como essa energia nos afeta e decidir fazer escolhas de como queremos reagir a esses ventos...


Ter que assumir a responsabilidade por sua própria energia é fundamental para criar conexões mais profundas com sua consciência/mente.



Optar por organizar essa estrutura de tijolos = CONHECIMENTO – será importante para sua segurança daqui para frente.



Vamos por um tijolo sobre o outro:



1  .    Todas as coisas estão interligadas e se comunicam entre si através de nossos campos eletromagnéticos e biológicos



2   .    Não só os seres humanos são afetados por esses campos de energia, mas também o planeta Terra



3    .    O campo eletromagnético ao redor do planeta é gerado pelas mentes coletivas, portanto os sistemas de energia são influenciados por emoções geradas pela mente humana coletiva.



4  . Campos COERENTES – ou seja – que criam estados de atenção, apreço, empatia, compaixão = AMOR – geram um tsunami de energia que ameniza, diminui, inibe a INCOERENCIA global



Um numero grande de seres conscientes são auto-responsáveis por gerarem suas próprias energias através de pensamentos – emoções – ações e isso é que faz toda a diferença no quesito equilíbrio da vida e em relação ao destino da Terra.


Fazer escolhas... essa sim, é a parte mais difícil do jogo



Não vou me estender, já disse tudo que podia. Fiz esse texto apenas para trazer ao seu conhecimento que as coisas vão acontecer de acordo com a coerência universal.



Escolher o que quer ver é uma escolha que muitos não têm idéia, pois estão se distraindo com a passagem do circo. Levar a vida na flauta é uma escolha. Se divertir com a cara de quem está montando tijolos, é uma escolha.



Eu já fiz a minha escolha e vou terminar o que comecei. Não temo a chegada do lobo, pois sei que minha “casa” (mente) é sólida.



Espero que a sua também seja, quando o lobo soprar..FIM

___________


(Recebi por e-mail sem autoria e gostei muito...  astrologia, como outros tantos referenciais de conhecimento são interessantes e bons, porém, à partir dos conhecimentos -   Fazer escolhas... essa sim, é a parte mais dificil do jogo. - E a única razão para se tomar conhecimento.)
 
Cuide bem de você... www.cuidebemdevoce.com

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