quarta-feira, 6 de junho de 2012

Depressão, isso está muito perto do despertar...


"É interessante que a palavra "depressão" é falada foneticamente como "descanso profundo" (em inglês "deep rest" - depression). Podemos ver a depressão não como uma doença mental, mas em um nível mais profundo, como um estado (e muito mal entendido) de repouso profundo, quando estamos completamente exaustos pelo peso da nossa própria identidade. É uma perda inconsciente de interesse em nossa história. Isso está muito perto do despertar - mas, infelizmente, raramente entendido como tal."
Jeff Foster
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Depressão e Espiritualidade

Em seus caminhos em busca do autoconhecimento, as pessoas por vezes passam por situações naturais, embora não muito favoráveis para os processos em si. Muitas acabam sentindo-se solitárias e por vezes tristes, o que leva a terceiros questionarem a respeito do que acontece com elas. Nascem então insinuações a respeito de isolamento, desvio intelectual, alienação ou até mesmo depressão.

Mas quem está de fora não pode compreender o que se passa no coração e na mente daquele que começou seu processo espiritual. E embora o isolamento seja algo quase que inevitável em um primeiro momento, ele não está baseado num possível início de depressão.

A depressão é o estado vibratório mais baixo e denso que um ser humano pode alcançar, justamente por limitar os ânimos mental, emocional e corporal ao mesmo tempo. Além de ser um estado que perdura por tempo indeterminado; um evento inconstante nas ondulações vibracionais comuns de cada indivíduo. Seria, numa analogia simples, como se a onda atingisse seu pico mais baixo e demorasse a se normalizar.

Porém, perceba que a depressão não pode existir em uma mente consciente, isso é naturalmente impossível. Sua natureza é justamente a influência agressiva das emoções em uma pessoa inconsciente, em uma pessoa que não tem qualquer tipo de entendimento a respeito da mecânica da vida, das emoções e do poder individual.

Sendo então a depressão um aspecto inconsciente do ser, a pessoa que se vê refém dessa enfermidade, embora possa ter algum nível de espiritualidade, na verdade ainda está longe de compreender de maneira factual aquilo que ela é. Logo, o entendimento espiritual dito presente nada mais seria que uma especulação mental. E nestes casos pode sim haver a depressão em uma pessoa espiritualizada.

Mas note que a palavra não descreve a verdade a respeito do estado daquela pessoa. Estar espiritualizado não implica em estar consciente, mas em saber de maneira intelectual o que é que se esconde dentro de si e o que é o mundo ao redor. Estar consciente é ir além do saber mental, ir além do próprio conhecimento, ir além de si mesmo.

Então, se neste instante há um desânimo o abatendo, pode não ser depressão. O corpo por vezes acaba sendo renegado, estando em segundo plano durante um processo de conscientização. Quando há algo a ser resolvido em seu interior, você talvez tenda a deixar algumas coisas de lado; coisas sem relação com condicionamentos. Mas é importante compreender que essa é uma fase finita.

Todavia, quando tal abandono ultrapassa o razoável, trazendo desconforto ou debilitando a saúde, é necessário parar e voltar sua atenção a isso. Evoluir implica em expansão e harmonia, logo, o corpo faz parte disso e não se pode renegá-lo de forma alguma.

Desta forma, estar em desânimo físico, padecendo de sintomas como insônia, indisposição ou falta de apetite, mas estando consciente, em paz e buscando mais e mais o autoconhecimento, não significa estar entrando em depressão. Este é um estado em que há um hiato elucidativo, durante o qual tudo perde a valia. Apenas “relembrando” ou “descobrindo” algo de relevância em seu processo individual é que fará tal hiato se desfazer.

Mas reintero a importância de se estar atento à saúde e ao bem estar do corpo. Mesmo que não seja tão fácil realizar coisas que agora parecem tão desnecessárias, a fim de manter-se são e principalmente centrado, deve-se suprir aquilo que o corpo exige. Portanto, não renegue seu corpo, não renegue seu filho. Dê alimento a ele, dê descanso a ele e, principalmente, mantenha o amor presente.


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domingo, 3 de junho de 2012

CRIANÇAS com necessidades ESPECIAIS



O preconceito e a falta de informação marginalizam as crianças deficientes (físicas ou mentais) e dificultam sua integração à sociedade. No entanto, embora apresentem algum tipo de limitação, elas têm potencial e, para desenvolvê-lo, precisam ser tratadas com dignidade.

Ainda neste mês de JUNHO/2012 estou oferecendo em sorteio, avaliação floral, etc. gratuita e tratamento continuado a 1 criança com necessidade especial.

OBJETIVO > é único e somente ser de auxílio e levar informações a todos de tratamentos que conheço muito bem e sei o quanto funcionam.

OBSERVAÇÕES:


a) Não há necessidade de exposição caso a pessoa não se sinta a vontade;

b) Há necessidade de se levar a sério o tratamento, como são crianças que tem um adulto continuamente a seu lado, fica fácil o tratamento;

c) Não importa se acreditam ou não no tratamento, não é necessário Fé, embora a Fé sem evidências seja sempre o caminho. Porém disponibilidade e abertura é indispensável;

d) Faz parte, feedback (comentários a mim) em todo o andamento do tratamento;

e) Por favor, só inscrevam crianças quem aceitar todos os requisitos.


Envie e-mail para: liberdadedeser@gmail.com  ,
Assunto:CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
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sábado, 2 de junho de 2012

A medicina ou as medicinas?










por Mauro Kwitko - maurokwitko@yahoo.com.br



Parabéns Mauro Kwitko, pelo maravilhoso artigo e atitude, meu mais sincero respeito!!! 

Compactuo de suas palavras: "... quando o que nos move, seja a Medicina que cada um escolheu, é o desejo de ajudar as pessoas que necessitam de ajuda e não de ficarmos brigando entre nós."
Lena Rodriguez

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Existem afirmações que com o tempo passam a ser "verdades" e quase ninguém percebe que não é uma verdade e, sim, apenas algo que, um dia, foi afirmado e com o tempo foi se firmou. Uma dessas afirmações que tornou-se uma "verdade" é de que a Medicina Alopática é "A Medicina" e que o Conselho Federal da Medicina Alopática deve fiscalizar o exercício da "Medicina", quando, na verdade, não existe uma Medicina e, sim, várias Medicinas, a Alopatia sendo apenas uma delas, e o CFM não deveria ter esse nome e, sim, chamar-se Conselho Federal da Medicina Alopática (CFMA), e ter apenas um poder disciplinador e fiscalizador sobre os médicos formados nas Faculdades da Medicina Alopática, que é o nome que deveriam ter as "Faculdades de Medicina".

Apenas mudando o "de" para o "da", mostra-se a diferença, pois é diferente a denominação "Faculdade de Medicina" da denominação "Faculdade da Medicina Alopática". E acrescentando o tipo de Medicina após o nome do seu Conselho, define-se a sua atribuição, poder e campo de ação.

O CFMA está extrapolando o seu direito que deveria ser apenas o de disciplinar e fiscalizar o exercício profissional dos médicos alopatas, formados nas Faculdades da Medicina Alopática, e não decidir quais Medicinas devem fazer parte da "Medicina". Conforme visto anteriormente, com o tempo, a Medicina Alopática passou a auto-intitular-se "A Medicina" e o seu Conselho Federal outorgou-se, então, um direito que não tem. As autoridades constituídas também não atentaram para essa questão e tratam a Medicina Alopática como "A Medicina" e o Conselho Federal da Medicina Alopática como o "Conselho de Medicina" e também consideram os demais médicos de outras Medicinas como "outros", quando são também médicos.

Eu sou médico alopata, formado em 1971, na Faculdade da Medicina Alopática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e durante vários anos exerci a Medicina Alopática, tendo feito especialização em Pediatria alopática no Hospital dos Servidores do Estado, no Rio de Janeiro, que é um hospital de Medicina Alopática, e fui filiado ao Conselho Regional da Medicina Alopática daquele estado e, mais tarde, ao do nosso estado. Quando a Medicina Homeopática curou-me de um herpes "incurável", fui estudar essa Medicina durante 3 anos em Curitiba e tornei-me um médico homeopata, passando, então, a exercer duas Medicinas. E aí começou o meu pequeno calvário, pois o CRM do meu estado (que deveria ter a sigla CRMA) acreditando-se um órgão disciplinador e fiscalizador da Medicina (quando deveria ser apenas o órgão fiscalizador da Medicina Alopática), começou a convidar-me a visitar suas dependências onde, entre cafezinhos, abraços, tapinhas nas costas e julgamentos, fui sendo condenado, primeiramente à advertência privada, depois pública, depois ao perigo de ser suspenso e, mais tarde, ao de ser proibido de exercer "A Medicina". Mas, como eu não exercia mais "A Medicina" e, sim a Medicina Homeopática, a Medicina dos Florais, a Medicina da Psicoterapia Reencarnacionista e a Medicina da Regressão Terapêutica, ou seja, eu trabalhava com quatro Medicinas, decidi, em 2009, comparecer ao CRMA e entregar a minha carteira de médico alopata e deixar de ser "médico de um tipo de Medicina" para poder dedicar-me livremente ao exercício de quatro Medicinas, que é o que faço hoje em dia. Eu não deixei de ser médico, deixei de ser médico alopata.

Assistindo atentamente ao debate e aos embates entre "A Medicina" e as demais Medicinas, a respeito dos "médicos", depois que decidiram que a Medicina Homeopática e a Medicina da Acupuntura eram "Medicina", estarem lutando para torná-las exclusivas aos "médicos", e os acupunturistas e homeopatas "não-médicos" lutando para poderem exercer esse seu direito, fico pensando: existem médicos e não-médicos?

A melhor maneira dos médicos da Medicina Homeopática e dos médicos da Medicina da Acupuntura lutarem por esse direito, e não estou falando de pessoas que formaram-se nas Faculdades da Medicina Alopática, é ficar claro e estabelecido que não existe uma Medicina e, sim, várias Medicinas. Dessa maneira, um dia existirão Faculdades das várias Medicinas e as pessoas formadas nelas, irão filiar-se ao Conselho daquele tipo de Medicina e todos os Conselhos estarão unidos e subordinados a um Órgão superior, centralizador, disciplinador da profissão de médico, no sentido amplo do termo. Assim, encontraremos a paz entre todos nós, pois continuando como está, os médicos alopatas acreditando-se "médicos" e os demais médicos de outras Medicinas sendo considerados "outra coisa", nunca teremos paz e a luta será interminável.

Da maneira como o assunto é visto, em breve, os médicos da Fitoterapia, os médicos da Terapia Floral, os médicos da Terapia de Regressão, e outros praticantes de outras Medicinas, e mesmo os psicólogos, poderão perder esse direito na "Justiça" e essas Medicinas passarem também para o controle de um Conselho Federal de uma Medicina, a alopática, e perderem o "direito legal" de exercê-las. E de liminar em liminar, de recurso em recurso, nunca chegaremos a um entendimento e ficaremos brigando entre nós, quando o que nos move, seja a Medicina que cada um escolheu, é o desejo de ajudar as pessoas que necessitam de ajuda e não de ficarmos brigando entre nós.

Então, as Faculdades de Medicina Alopática devem acrescentar um "A" após o seu nome, o seu Conselho Federal idem, os médicos formados por essas Faculdades e filiados a esse Conselho acrescentar "alopático" ao seu título e continuarem exercendo essa Medicina caridosa, maravilhosa e imprescindível nas urgências e emergências, onde ela reina soberana e deve continuar assim, salvando as nossas vidas, enquanto que as demais Medicinas devem criar as suas próprias Faculdades e Conselhos e formar os seus próprios médicos.

Assim, em breve, teremos as Faculdades da Medicina Alopática, as Faculdades da Medicina Homeopática, as Faculdades da Medicina da Acupuntura, as Faculdades da Medicina Fitoterápica, as Faculdades da Medicina Floral, as Faculdades da Medicina de Regressão, etc, e as pessoas que nasceram com o dom de ajudar seus semelhantes e tiverem a vontade de estudar em uma ou mais delas, poderão fazê-lo e, após formadas, filiarem-se ao CFMA, ao CFMH, ao CFMAc, ao CFMFito, ao CFMFlor, ao CFMReg, etc., todos esses Conselhos subordinados e dirigidos por um verdadeiro Conselho Federal de Medicina. E todos viveremos em paz, relembrando que Medicina é uma palavra derivada do latim "Ars Medicina", e significa "A arte da cura", e a cura pode ser alcançada através de vários tipos de Medicinas, cada uma apropriada a um tipo de paciente e a um certo momento, necessidade e indicação.

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COLÓIDES DE PRATA > PRATA COLOIDAL







Foto (caseira) do efeito Tyndall 
A Humanidade acumula sabedoria empírica - aquela que se desenvolve por descobertas, erros, acertos - há quase 10 mil anos. A maioria das pessoas concorda que essa sabedoria, esse conhecimento, não pode ser negligenciado e sim, aproveitado.
Filmes tratam disso, como Medicin Man, mostrando os milagres das plantas e segredos indígenas amazônicos. E isso é no mundo inteiro. Sem falar nas histórias de nossos ancestrais, nossos avós, enfim.

Considerando essa forma de pensar, pesquisadores da mais alta relevância focaram esforços em um metal usado há milhares de anos, não apenas como adorno, mas por suas propriedades extraordinárias: a prata.

Um deles, Linus Pauling, ganhador do Prêmio Nobel por duas vezes e idealizador da famosa Tabela Periódica, foi um desses pesquisadores, realizando experimentos de diversas maneiras, desde a prata na forma natural, em sais, em nitrato, até na forma de colóides, obtidos através de descarga de corrente elétrica.

Descobriu-se que a prata é um poderoso bactericida, com uma caracteréstica invulgar: elimina por completo bactérias, germes, fungos, vírus e, como vem sendo pesquisado mais recentemente, já com históricos de sucesso, os retro-vírus como o da Aids.

Na internet pode-se descobrir muito mais sobre esse fascinante tema, com milhares de páginas especialmente nos EUA e Canadá, os países mais adiantados na aplicação prática da prata, na forma de colóides, (colloidal silver) na prevenção e combate de centenas de doenças, considerando-se que a esmagadora maioria delas é provocada por algum tipo de ser estranho ao organismo. Isso em animais e seres humanos.

A ação da prata na forma de colóides, obtidos através de algo parecido com a eletrólise, é incrivelmente eficaz contra as formas vivas que provocam doenças, eliminando-as por completo, ao contrário do que ocorre com os antibióticos, cuja ação vem sendo contestada por uma falange cada vez maior de médicos e pesquisadores, preocupados com o surgimento de novas cepas cada vez mais fortes. Antibióticos mais fortes ainda, vão criando também efeitos colaterais.

Já a ação da prata não possui efeitos colaterais.

Adicionalmente, a prata vem sendo usada, com muito sucesso, em outras doenças, as quais aparentemente, não seriam frutos de infecções, como o câncer. Não se conseguiu ainda uma explicação científica plausível, pelo menos do que tenha chegado ao nosso conhecimento, sobre o porquê da prata coloidal agir com tanta eficácia sobre terrível doença como o câncer, exceto em fases terminais. Há que se considerar que órgãos degenerados não podem mais ser recuperados, quando estão em estágios bem avançados nos quadros chamados de irreversíveis.

A prata tem sido utilizada eficazmente também em queimaduras de gravidade, com recuperações extraordinárias. Associada com soro fisiológico, é usada na hidratação constante em períodos curtos, como de hora em hora, através de gazes ou borrifamento. Impede a possibilidade de qualquer infecção e/ou formação de cultura de bactérias em razão da exposição aberta das subcamadas da derme.

Além da utilização na saúde humana e na veterinária, a prata é usada também na agricultura, no combate de determinadas pragas e fungos, conferindo vitalidade especial às plantas e culturas.

A prata coloidal é usada também em desinfecção de áreas, ferramentas, utensílios, frutas e verduras, enfim, um sem número de aplicações, constituindo-se na mais completa farmácia do mundo.

Surge uma pergunta evidente: porque não foi a prata coloidal aprovada ainda pelos órgãos de saúde para combate das doenças, especialmente junto à população carente?

A razão é simples: há muitos interesses de laboratórios e de boa parte da cadeia produtiva e comercial de medicamentos em um mercado que supera a casa do trilhão de dólares por ano no mundo. Mas não se trata de condenar a alopatia e a medicina, pois não há como negar os avanços incríveis que estas vêm obtendo. O que falta é a integração entre esses conhecimentos e não a antagonização entre os mesmos. Imagine o tratamento de queimados com a prata coloidal com acompanhamento médico. Imagine a aceleração da cura de feridas e fraturas de ossos, livres de infecções e com auxílio de um segundo sistema imunológico proporcionado pelo uso correto da água com prata coloidal. Imagine a cura de cânceres e da própria aids. É óbvio que alguns medicamentos e antibióticos deixarão de ser utilizados, imaginando-se o uso da prata coloidal em larga escala mas, por certo, os investimentos na indústria médica e farmacêutica poderão ser dirigidos para outras soluções requeridas pela Humanidade, as quais não têm como ser atendidas pela polivalente prata coloidal.

Quem sabe, ao longo dos anos, essa possibilidade venha a se tornar realidade.

"multi-saúde", especialmente por que não existe e nunca existiu na medicina contemporânea, algo similar, que substitua um sem número de medicamentos simultaneamente. Portanto, é o formalismo da medicina também que impede uma visão ampliada sobre esse tema. Entretanto, há casos de uso da prata coloidal em hospitais públicos. Sugere-se que a solução esteja sendo utilizada no Hospital das Clínicas de Curitiba, PR, para auxiliar a cicatrização de feridas e evitar infecções. Mas o relato de médicos consultados sobre isso, indica que, apesar disso, a orientação profilática é sempre alopática.

Posto isto, o uso da prata vai se disseminando pois não há como negar a sua eficácia. E a força dessa eficácia se fará cada vez mais presente, pois até mesmo matérias em rádio, jornal e televisão já foram veiculadas em entrevistas com outros pesquisadores brasileiros.
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GERADOR DE ÍONS DE PRATA COLOIDAL

Trata-se de um equipamento desenvolvido para gerar, com facilidade, os colóides que se transformam em uma verdadeira farmácia, agindo poderosamente em uma gama enorme de aplicações em uso humano, animal e vegetal. É um aparelho analógico, perfeitamente estabilizado do ponto de vista elétrico, contendo chave interruptora (liga-desliga) e fusível.
Capacidade de produção de 250ML por vez.
O conjunto é composto de:

•    1 aparelho adaptador dos eletrodos
•    2 eletrodos de prata
•    1 fonte de alimentação
•    Manual de instruções
•    Certificado de Garantia
Conjunto formado pela fonte 127/220V conectável diretamente em tomada comum e dispositivo gerador.

CONSULTE aqui
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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Como retardar o envelhecimento - entrevista com Dr.Mehmet Oz


Principais pontos: exercício físico, alimentação saudável (atentar para menos arroz e mais chá verde), e bem-estar social. 

ENTREVISTA DA VEJA COM CIRURGIÃO CARDÍACO
TURCO e CIDADÃO AMERICANO DR. MEHMET OZ - São Paulo


A especialidade do cirurgião cardíaco turco e cidadão americano Mehmet Oz, de 47 anos, é retardar ao máximo os efeitos da idade em seus pacientes. Diretor do Programa de Medicina Integrada da Universidade Columbia, em Nova York , ele é consultor da famosa clínica antienvelhecimento do médico Michael Roizen, criador do conceito de que é possível manter o organismo mais jovem do que aponta a idade cronológica. Oz e Roizen também assinam a quatro mãos uma série de livros de sucesso que ensinam como manter um estilo de vida que adia a velhice. O mais recente deles, "You Staying Young" (Você Sempre Jovem), lançado há um mês nos Estados Unidos, já vendeu meio milhão de exemplares. Nos últimos quatro anos, Oz se tornou uma celebridade ao participar de um quadro fixo no programa de TV da apresentadora Oprah Winfrey. Ele também apresenta documentários no Discovery Channel. Nos dois casos, dá dicas aos telespectadores sobre como viver mais com boa saúde. Esse é justamente o tema da entrevista que ele deu à VEJA.

BREVE BIOGRAFIA DO DR.OZ

Dr.Mehmet Oz nasceu em Cleveland , Ohio (EUA), de pais turcos. Ele é casado e pai de quatro filhos. Ele se formou na Harvard Univesity em 1982, depois fez mestrado e MBA na Universidade de Pennsylvania.

Ele é autor de mais de 350 publicações e vários livros. Em maio de 2005 estava na lista do New York Times Bestseller.


ENTREVISTA DA VEJA


Veja - Existe uma fórmula para se manter jovem por mais tempo?

Oz - Sim.
Há catorze agentes principais envolvidos no envelhecimento.  Sete retardam o processo, como os antioxidantes, e sete nos enfraquecem, como a atrofia muscular. É preciso manter esses agentes sob controle. O primeiro passo para alcançar esse objetivo é pensar não na possibilidade de ficar doente, mas na necessidade de manter o organismo saudável. Deve-se tirar o foco da prevenção dos males e direcioná-lo para a preservação da saúde. Se ninguém mais morresse de câncer e de doenças cardiovasculares, a expectativa de vida média do ser humano subiria apenas nove anos. Isso mostra que, para aumentar consideravelmente a expectativa de vida, não basta evitar doenças. É preciso cuidar do corpo para que ele não enfraqueça. Quando uma pessoa envelhece, doenças potencialmente fatais, como o câncer e o infarto, não aparecem de imediato. Antes que elas se instalem, o corpo torna-se mais frágil e vulnerável.

Veja - O que fazer para evitar que o corpo se torne frágil e vulnerável?

Oz - Meu novo livro, "You Staying Young" (Você Sempre Jovem, ainda sem previsão de lançamento no Brasil),
trata exatamente desse tema. 
Os exercícios físicos são uma ferramenta essencial. Eles combatem o primeiro sinal do envelhecimento, que é a perda de força muscular. Outros recursos importantes são alimentar-se bem e meditar. Uma boa recomendação é a prática do tai chi chuan, exercício oriental que combina equilíbrio, coordenação motora e também meditação. Se todos adotassem essas medidas, a vida média da população poderia subir para 110 anos. Quanto à alimentação, não podem faltar nutrientes como o resveratrol da uva e o licopeno do tomate, que são poderosos antioxidantes. O principal, mas também o mais difícil, é controlar a quantidade dos alimentos. De qualquer forma, todo mundo deve comer um pouco menos do que tem vontade.

Veja - Fazer várias pequenas refeições por dia, como recomendam alguns médicos, faz bem para a saúde?
Oz - Deve-se comer de três em três horas. Se o intervalo é maior, a taxa de hormônio grelina, que estimula a fome, começa a subir. O problema é que, após uma refeição, ainda demora trinta minutos para que a taxa desse hormônio volte a baixar. Em conseqüência disso, acaba-se comendo mais do que se deveria. O mais importante, além de comer alguma coisa a cada três horas, é trocar as refeições grandes por pequenas, intercaladas por lanchinhos. Esse conceito não foi criado por mim. É o que mostram as pesquisas científicas.

Veja - O que o senhor considera refeições grandes e pequenas?
Oz - Uma refeição grande ultrapassa 1.000 calorias. Uma pequena tem, no máximo, 500. Quem consome por volta de 2 000 calorias diárias pode fazer duas refeições de 300 calorias cada uma e outra maior, de até 800. Os lanchinhos podem ter até 250 calorias.

Veja - O que deve ficar de fora do cardápio?
Oz - Existe uma regrinha fácil de ser usada, a regra dos cinco. Para isso, é preciso examinar o rótulo dos alimentos. Cinco ingredientes não podem estar entre os primeiros listados no rótulo. São eles: gorduras saturadas, gorduras trans, açúcar simples, açúcar invertido e farinha de trigo enriquecida. Dois desses nutrientes são gorduras, dois são açúcares. Os dois tipos de gordura podem estimular processos inflamatórios no fígado que forçam a produção de substâncias deletérias, como o colesterol. Também fazem com que o fígado fique menos sensível à insulina, aumentando o risco de diabetes. Os açúcares listados fazem mal por estimular a produção de insulina, o que aumenta o depósito de gordura corporal. O pior é que esses cinco itens são os mais comuns nas dietas atuais.

Veja - O cardápio básico do brasileiro, composto de arroz, feijão, carne e salada, é saudável?
Oz - A princípio, sim. Esse cardápio contém exatamente os nutrientes para os quais a digestão humana está preparada. Mas os brasileiros comem carnes muito gordas, o que é errado. Antigamente, no mundo inteiro, quando os métodos de criação do gado eram mais simples, a porcentagem de gordura dos melhores cortes da carne bovina era, em média, de 4%. Hoje é de 30%. Outro problema dos hábitos alimentares do brasileiro é que ele come arroz em excesso, o que não traz nenhum benefício. Melhor seria adotar o arroz integral. Os alimentos integrais têm mais fibras, o que os mantém mais tempo no intestino e diminui a absorção de açúcar pelo organismo. Uma vantagem dos brasileiros é ter à disposição enorme variedade de frutas e vegetais maravilhosos, por preço razoável.

Veja - Os hábitos que o senhor propõe para prolongar a vida são relativamente simples, mas exigem controle estrito sobre as atividades do dia-a-dia. Como exercer esse controle?  
Oz - A palavra-chave é automatizar. Ou seja,  fazer desses hábitos uma rotina, sem precisar pensar muito neles. Acordar, escovar os dentes e passar o fio dental, para reduzir a quantidade de bactérias prejudiciais à saúde. Beber muito líquido ao longo do dia, principalmente água e chá verde. Dormir ao menos sete horas por noite. Durante o sono se produz o hormônio do crescimento, essencial mesmo para quem já é adulto, pois prolonga a juventude. Caminhar meia hora por dia e praticar exercícios que façam suar três vezes por semana. Meditar cinco minutos diariamente, o que pode estar embutido na prática de ioga ou tai chi chuan. Evitar alimentos que estejam na regra dos cinco, que mencionei anteriormente. Uma última coisa: estreitar o relacionamento com as pessoas próximas e abster-se de julgá-las. Em vez de julgar os outros, é melhor tomar conta de si próprio.

Veja - Abster-se de julgar os outros ajuda a manter a juventude?
Oz - Sim, da mesma forma que resolver situações de conflito. O conflito não traz nada de positivo. É apenas desgastante. Costumo recomendar a meus pacientes que procurem as pessoas com quem mantêm uma relação de animosidade e tentem resolver o impasse. Essa é uma atitude para o bem-estar próprio. Não há nada de altruísta nela. É uma atitude egoísta.

Veja - O que o senhor acha das dietas para emagrecer que surgem e viram moda a cada seis meses?
Oz - Essas dietas fazem sucesso, mas são péssimas para a saúde. A alimentação não deve ser encarada como uma maratona para a perda de peso. Uma dieta que tenha como chamariz o emagrecimento rápido não é confiável. Comer menos do que o corpo necessita é uma agressão à fisiologia. Ou seja, aos processos químicos que fazem o organismo funcionar. Quando a fisiologia é desprezada, os resultados das dietas são transitórios.

Veja - Por que o senhor recomenda cuidados com o jantar?
Oz - Na verdade, há uma única regra a observar: deve-se jantar pelo menos três horas antes de dormir. Deitar logo após a refeição facilita o acúmulo de gordura, principalmente na cintura. Além disso, comer muito tarde prejudica o sono.

Veja - O senhor recomenda beber muita água durante o dia. Quanto se deve beber exatamente?
Oz - Deve-se beber uma quantidade suficiente para que a urina esteja sempre clara. Isso varia de um dia para o outro. Em dias quentes, sua-se muito e, por isso, é preciso beber mais água. Para quem não abre mão da cafeína, sugiro chá verde. Em lugar de quatro cafezinhos por dia, beba quatro copos de chá verde. Essa bebida concentra muitos antioxidantes e nutrientes bons para a saúde.

Veja - Muitos ambientalistas condenam o consumo de água engarrafada. Do ponto de vista da saúde, ela é melhor que a água da torneira? 
Oz - Eu acho um erro beber água engarrafada. Há dois problemas principais com ela. O primeiro é que, se a garrafa plástica não for reciclada, pode contaminar os mares e os rios. Isso prejudica o meio ambiente e, indiretamente, a saúde. O plástico das embalagens vai parar nos peixes que comemos. O resultado é que 97% das pessoas apresentam resíduos de plástico no organismo, o que interfere no sistema hormonal. Esses resíduos estimulam os receptores de estrogênio, o hormônio feminino. Em excesso, o estrogênio pode causar câncer e outros problemas. As toxinas contidas no plástico também aceleram o envelhecimento. O segundo problema é que, como a água engarrafada não apresenta vantagens com relação à água da torneira, trata-se de um desperdício de dinheiro.

Veja - O senhor recomenda exercícios físicos que provoquem suor. Exercícios leves são inúteis?
Oz - Essas recomendações visam à saúde cardiovascular. Para essa finalidade, apenas os exercícios moderados ou intensos, que fazem suar, apresentam benefícios. Mas os exercícios suaves e de baixo impacto têm valor. Mesmo a caminhada movimenta grandes músculos, como os das coxas e dos quadris, que consomem muita energia. Como o gasto calórico muscular é maior durante o exercício, a queima de calorias aumenta.

Veja - Os suplementos vitamínicos são criticados em muitos estudos científicos. O que o senhor acha deles?
Oz - Eles são eficazes, mas prometem mais do que cumprem. Na verdade, os médicos saem da faculdade sem conhecimentos suficientes sobre os suplementos e são forçados a tirar suas próprias conclusões. De modo geral, uma suplementação só é necessária quando as vitaminas não são obtidas naturalmente com a alimentação. Por outro lado, acredito que determinadas vitaminas podem melhorar a qualidade de vida e a longevidade. Entre elas estão as vitaminas A, B, C, D e E, além de cálcio, magnésio, selênio e zinco. A vitamina D é importantíssima, pois previne câncer e osteoporose. Principalmente nos países mais frios, onde a exposição solar é restrita, os suplementos são essenciais.

Veja - Além dos procedimentos já descritos nesta entrevista, o que mais o senhor faz para adiar o envelhecimento?
Oz - Minha receita principal de juventude é brincar com meus filhos. Também procuro descobrir coisas novas todos os dias. Aprendo ao conversar com os outros e, apesar de ser muito assediado para responder a perguntas, por causa de minha atuação na TV, prefiro perguntar, saber como é a vida das pessoas, como elas trabalham. Isso faz minha mente exercitar-se.

Veja - Nos últimos anos, o aperfeiçoamento do tratamento clínico fez cair o número de cirurgias cardíacas. Essa é uma tendência em outras especialidades médicas além da cardiologia?
Oz - Sem dúvida.Os recursos clínicos tornaram-se mais eficazes tanto para a prevenção de doenças quanto para seu tratamento. Por isso, assim como na cardiologia, a cirurgia deixou de ser a primeira opção em outras áreas. Há poucos anos, quando o paciente machucava o joelho, ia direto para a sala de operação. Agora, ele vai para a sala de fisioterapia. Essa tendência também é evidente nos casos de diverticulite, uma inflamação do intestino, que passou a ser tratada com o consumo de fibras. O mesmo acontece com pacientes que apresentam doença arterial obstrutiva periférica. Antes eles iam para a faca. Agora, recebem como orientação deixar de fumar e caminhar. Mesmo que sintam dor num primeiro momento, essa é uma maneira de estimular o crescimento de novos vasos sanguíneos para substituir os danificados.

Veja - O senhor já esteve no Brasil. Como foi sua experiência no país?
Oz - Visitei o Brasil há muitos anos, quando ainda era estudante de medicina. Fui ao Rio de Janeiro e conheci o doutor Ivo Pitanguy. Também fiquei deslumbrado com as frutas brasileiras e com as lojas de sucos. Elas misturam frutas e outros vegetais, uma combinação pouco convencional. Conheci o açaí, que até hoje está no meu cardápio. Compro açaí em Nova York mesmo. É um dos alimentos com maior concentração de antioxidantes. Planejo voltar ao Brasil em meados do ano que vem para gravar um programa. Quero muito ir à Amazônia e conhecer as plantas medicinais da região. 

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Terapia Floral, etc... - Avaliação por Radiestesia Clínica


Radiestesia é uma ciência que se utiliza de instrumentos para detecção de vibrações de freqüência de ondas de ressonância oriundas de movimentos atômicos e interatômicos. A radiestesia é a arte de se sensibilizar com radiações.

É cientificamente comprovado que todos os corpos emitem energias na forma de ondas (vibrações), que nos rodeiam o tempo todo e estimulam de forma contínua o nosso sistema nervoso.

Quando entramos em sintonia com as ondas externas, nosso cérebro as capta e manda a informação para nosso inconsciente e esse emite ondas internas através da sensibilidade neuromuscular, provocando reações em forma de movimentos nos instrumentos radiestésicos utilizados, no caso o pêndulo que funciona como amplificador, e a partir de determinados movimentos nos fornece respostas claras e objetivas a questões de qualquer natureza.

Meu método é fundamento em vibrações de ondas no campo vibracional do ser, pois, o ser humano, como tudo a nossa volta são compostos por átomos, e o ser é um complexo energético.

O trabalho à distância torna-se preciso e eficaz, pois o campo energético (eletro-energético e eletro-plasmático) é representado por uma energia que, composta de átomos, vibra e emite ondas de vibração.

Com um instrumento radiestésico, no caso, pêndulo, posso captar estas ondas mesmo à distância, pois estas ondas não possuem barreiras geográficas para serem emitidas ou captadas.

Utilizo um testemunho representativo da energia da pessoa, seu nome completo e data de nascimento, através deste testemunho podemos ter a energia da pessoa em sintonia com nosso neurotransmissores que impulsionam os movimentos condicionados do pêndulo para indicação de foco de energia.

Utilizo esse tipo de diagnóstico para a saúde do ser humano e animal, visando seu retorno ao equilíbrio.

Radiestesia se trata de uma ciência, técnica muito antiga, não é um processo mágico e sim uma habilidade que qualquer pessoa pode adquirir, para mim e para um grande grupo de profissionais é simplesmente uma técnica científica com fundamentos na já desmitificada energia quântica.
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Objetivo da Terapia Floral

A flor é uma manifestação perfeita da consciência divina, em sua florescente maturação nos entrega em pura doação amorosa, seu perfume, cor, beleza e as virtudes inerentes a alma humana.

No decorrer da Terapia Floral, mediante a ingestão das Essências Florais, vai se instalando em nós, um processo de tomada de consciência. Gota após gota, vamos nos dando conta de nossos potenciais.

Assim, vamos percebendo quais são as atitudes que nos limitam, ficando claro o quanto é imperativo a mudança de nossa maneira de ser frente a nós mesmos e frente à vida. Começamos a ver que o velho vai se diluindo, abrindo espaço para que os aspectos sábios e verdadeiros se reinstalem em nossa personalidade e assim, cada vez mais, restabelecemos nossa relação física e conscencial.

Tomar as Essências Florais significa a possibilidade de um compromisso com a própria vida. A troca da responsabilidade pessoal, por toda uma gama de sentimentos, tais como culpa, medo, enfim, emoções subconscientes geradas pela crença que trazemos de nossa separação da Fonte. E assim, entramos em contato com nossa verdadeira Essência.

As Essências Florais são plenas de Luz, magníficas condutoras de energia que nos devolvem nosso inato poder essencial. 

Em uma terapia floral, é necessário uma orientação profissional qualificado para uma melhor orientação na melhor escolha das essências, atuando na causa do problema e não apenas “aliviando” sintomas. 

Procuramos ajuda quando temos sintomas que demonstram que algo anda em desordem em nossas vidas em seus vários aspectos: emocional, saúde, espiritual... Vamos em busca de ajuda para diminuir nosso sofrimento. Através de Métodos Vibracionais, podemos equilibrar nossa energia, descobrindo a origem de nossos bloqueios, causadores de desequilíbrios emocionais, mentais, físicos e espirituais, pois somos um complexo energético e não somente um conjunto de órgãos.

Lena Rodriguez
Cuide bem de você...
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domingo, 20 de maio de 2012

Alimentos Transgênicos – Saiba como Identifica-los



Rotulação dos Alimentos Transgênicos – Como saber se um Produto é Transgênico

Atualmente encontramos diversos alimentos com matéria prima à base de transgênicos e desde 2003 existe no Brasil o decreto de rotulagem (4680/2003), que obrigou empresas da área da alimentação, produtores, e quem mais trabalha com venda de alimentos, a identificarem, com um "T” preto, sobre um triangulo amarelo, o alimento com mais de 1% de matéria-prima transgênica.

A resistência das empresas foi grande, e muitas permaneceram sem identificar a presença de transgênicos em seus produtos. O Ministério Público Federal investigou e a justiça determinou que as empresas rotulassem seus produtos, o que começou a ser feito a partir de 2008.

A rotulagem de produtos transgênicos é um direito básico dos consumidores. Todos nós temos o pleno direito de saber o que consumimos.

A leitura de rótulos é muito importante para identificar alimentos com o menor índice de aditivos químicos preservando nossa saúde e também perceber se na embalagem existe o selo de identificação de transgênicos, que muitas vezes está bem pequeno e no cantinho. 


É verdade, temos transgênicos no mingau do bebe, nos óleos de soja, milho e algodão. Interessante saber também que a canola é uma planta transgênica. A alternativa é o óleo de girassol ou o azeite de oliva para quem quer consumir produtos não transgênicos.
Uma alimentação orgânica certificada ainda é o que podemos fazer de melhor para fugir dos transgênicos, agrotóxicos, promotores de crescimento e aditivos químicos. O objetivo deste texto é alertar que é preciso tomar uma posição, seja quanto à informação, à alimentação, ao Meio Ambiente ou à maneira como somos tratados pelas Empresas. Compromisso e respeito são essenciais em todas as relações.

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sábado, 19 de maio de 2012

Curas proibidas

Introdução e Visão Geral

Há uma série de terapias de cura alternativa que funciona tão bem e tem baixo custo (em comparação ao tratamento convencional), que a Organização Medica Ameriana, o Food & Drug Administration e seus senhores na Indústria Farmacêutica (The Big Three) preferem que o público não saiba sobre eles. A razão é óbvia: Terapias Alternativas não tóxicas  representariam uma perda potencial de bilhões de dólares para os senhores da indústria médica e farmacêutica pela venda de seus produtos alopáticos que na maioria das vezes são iatrogênicos, ou seja, fazem mais mau do que  curam alguma coisa.

Essas organizações à serviços de seus próprios interesses e acionistas, se envolveram em uma conspiração médica durante a maior parte dos 70 anos no intuito implacável de influenciar órgãos do legislativos, tanto na esfera estadual como na  federal  para criar regulamentos que promovam o uso da medicina de drogas, ao mesmo tempo criando restritivos mecanismos de controle (licenciamento aprovação do governo,  etc) destinadas a limitar e reprimir a disponibilidade de uso das conhecidas terapias alternativas, produto do uso popular, do folclore dos povos, remédios proverbiais amplamente consagrados pelo uso durante séculos, etc. A conspiração para limitar e eliminar a concorrência dos não-medicamentos começou, acreditem, com o Relatório Flexner de 1910 .

Nos Estados Unidos, Abraham Flexner foi contratado por John D. Rockefeller para "avaliar" em todo país a eficácia de terapias ensinadas em escolas médicas e outras instituições das artes de cura. Rockefeller queria dominar o controle sobre o petróleo, seus derivados petroquímicos e farmacêuticos (que são derivados de "carvão alcatrão" ou óleo bruto). Ele “arranjou” para sua empresa, a Standard Oil of New Jersey a participação controladora em um grande cartel de drogas alemão chamado IG Farben. Ele convidou, seus concorrentes mais fortes, como Andrew Carnegie e JP Morgan, para serem seus parceiros, e ao mesmo tempo outros, menos poderosos especuladores, acionistas na Standard Oil, aqueles que não iria entrar no rebanho "foram esmagados", segundo um biógrafo Rockefeller (W. Hoffman, David: Relatório sobre uma Rockefeller . {New York: Lyle Stuart, Inc., 1971} página 24)

Com demasiada frequência e ousadia, os políticos estão dispostos a aprovar leis que roubam dos cidadãos suas liberdades constitucionais sob a bandeira da "proteção pública" ou “segurança pública” e quando não apelam para a Lei da “Segurança Nacional”.  Foi decidido que a Associação Médica Americana (AMA), seria o órgão regulador e fiscalizador das atividades médicas farmacêuticas nos Estados Unidos. À AMA foram outorgados poderes para certificar, atestar ou aprovar qualquer escola de medicina nos Estados Unidos, razão pela qual toda escola de medicina é obrigado a seguir os padrões impostos pela AMA que a certifica para o seu propósito, sob pena de utilização dos impedimentos  legais ou jurídicos, caso haja algum desrespeito a tais normativas impostas.

A AMA foi criado em 1847. É uma organização privada de médicos alopatas que serve aos interesses dos seus membros, especialmente quando se trata de influenciar a legislação favorável. Ela funciona em todos os sentidos da palavra como um sindicato , embora os seus membros usem colarinhos brancos em vez de azul. É de se admirar que o número total de escolas médicas nos Estados Unidos passou de 160 em 1906 (antes do Relatório Flexner) para 85 em 1920 e ainda mais para baixo a 69 escolas em 1944? Um pouco como colocar a raposa para tomar conta do galinheiro, não?

Não surpreendentemente, Flexner qualifica que qualquer disciplina que não usam drogas para ajudar a curar o paciente era equivalente ao charlatanismo ou curandeirismo. Escolas médicas, que ofereciam cursos de Medicina bioelétrica, Homeopatia e Medicina Oriental, por exemplo, forma obrigadas a dispensar esses cursos de seus currículos da formação médica, sob pena de perderem sua subscrição ou terem que fechar suas portas, aliás, como aconteceu com dezenas de escolas de medicina nos Estados Unidos, após a criação da AMA - Associação Médica Americana.  Algumas escolas até resistiram por um tempo.  Um cenário semelhante foi vivenciado no Canadá.  Também na Inglaterra houve a tentativa de combater a homeopatia, mas falhou devido à intervenção pessoal da Família Real que tinham recebido muito alívio e cura nas mãos de curandeiros homeopáticos no século 19. A AMA foi considerada culpada de conspiração contra os quiropráticos em 1987 por um juiz federal e multada em um par de milhões de dólares.

Nos Estados Unidos, uma campanha implacável de desinformação, fraude, engano, supressão das terapias alternativas e a prática de curandeirismo tem estado em vigor durante a maior parte deste século - a fim de manter afastado do público qualquer conhecimento sobre terapias alternativas, que pudessem atingir qualquer patamar significativo de sensibilização da opinião pública. Controle é exercido através de "notícias" e de propaganda criadas por organizações como a Associação Médica Americana, a Sociedade Americana do Câncer, a Fundação Diabetes, etc; conselhos médicos locais; e agências governamentais como o FDA, o Instituto Nacional de Saúde (NIH), e The National Câncer Institute (NCI), a Academia Nacional de Ciência, etc, com a plena cooperação da mídia, é claro.

Nas últimas décadas, centenas de cuidadores e curandeiros alternativos, pessoas treinadas em sua arte de cura e com consciência daquilo que se propuseram a fazer em sua vida, foram presos e maltratados como se fossem criminosos comuns, simplesmente pelo "crime" de curar pessoas potencialmente doentes e necessitadas de ajuda. A mão pesada do governo partiu para cima de clinicas com armas em punho, jaquetas de linho, à “la” Gestapo. Todo o tempo, esses mesmos agentes e agências mantiveram uma postura dura e arrogante diante das câmeras de TV para que o público os assistissem, alegando sob o pretexto ridículo de serem servidores do povo e protetores do bem comum, quando na verdade estavam protegendo os interesses milionários de uns poucos, proprietários de indústrias de medicamentos. 

O cartel de drogas medica foi resumido por Hodge JW MD, de Niagara Falls, NY, com estas palavras:   "O monopólio da AMA, eufemisticamente chamada de “American Medical Association”, não é apenas o pior monopólio magistralmente organizado, mas,  a mais arrogante, perigosa e criminosa organização despótica que o mundo livre já viu, ninguém nos Estados Unidos ou no mundo está livre, sejam quem for, criança, jovem ou qualquer outra idade. Toda a tentativa da utilização de métodos de curar os doentes por meio de remédios alternativos,  seguros, simples e naturais são a certeza de ser assaltado e denunciado pelos líderes arrogantes de confiança dos médicos da AMA ", retratados como falsificadores, fraudadores ou charlatães. Cada praticante da arte de curar, quem quer que  seja, se não está sob a proteção de algum médico em quem confia é denunciado como um "charlatão e impostor perigoso à sociedade e, criminalizado no exercício ilegal da profissão” pelos médicos predadores, os quais sabem como fazer chegar às suas entidades essa denuncia. Cada terapeuta ou curador que tenta restaurar a saúde de um doente por meios naturais, sem recorrer à faca ou drogas venenosas, soros transmissores de doenças, toxinas mortais ou vacinas, é denunciado pelos médicos fanáticos e tiranos, perseguidos, vilipendiado em toda a extensão ".

(Veja a história da droga para revelações mais sobre a AMA, a Câmara dos Rockefeller e da indústria farmacêutica)

Finalmente, no entanto, a consciência do público parece ter finalmente despertado de seu sono hibernal, e agora alcançou uma massa crítica, pois esta começando a questionar seriamente a eficácia e adequação do uso de terapias ortodoxas e a medicina alopática em geral. Embora, tenhamos estado adormecidos nas trevas da ignorância e na letárgica omissão de nossos inatos direitos quanto a opção de se “querermos por livre e espontânea vontade” nos submeter ao tratamento que julgamos ser de nosso interesse e afinidade, não devemos permitir que o estado, o poderoso Leviatã,  ou qualquer outra organização, que se diz legalizada, possa intervir, sem que o cidadão faça sua escolha. Tem sido muito longo esse atraso, mas, antes tarde do que nunca. Não fazemos uma cruzada contra os médicos, enquanto cidadãos e pessoas de bem, pois,  o médico é um bem necessário à sociedade. Ele preenche a primeira prerrogativa do Cristo: Curai e ensinai.  Os médicos  deveriam ter  a consideração que eles merecem na sociedade, pois necessitam também de obter recursos para sobrevirem e, além, de estarem presentes nos momentos de dor de uma pessoa, o que resultam também para ele numa situação de extremo estresse, em muitas vezes. Mas, esses mesmos médicos, são os primeiros a serem  perseguidos e massacrados pela poderosíssima indústria farmacêutica e seus aliados e comparsa, em sua agenda tenebrosa de viverem do sofrimento alheio.  

Toda a abordagem e fundamento da Medicina Ortodoxa é baseado em Luis Pasteur Teoria dos Germens, diga-se, um conceito equivocado. A condição da doença é visto pela ortodoxia como um evento isolado, confinado à área em que ela se manifesta, por exemplo, uma infecção no ouvido, infecção ocular, infecção da gengiva, câncer de pulmão, câncer de pele, etc. De acordo com esta teoria, por razões desconhecidas, os micróbios ou tumores crescem de forma indiscriminada no paciente e deve ser cortado (cirurgia), queimado (radiação), ou envenenado (drogas) (drogas) para fora do corpo. No modelo ortodoxo, a solução é buscada através da ação mecânica ou química. Não há a vocação de procurar entender por que a condição de infecção ou doença apareceu em primeiro lugar. Isso não é explorado. O reparo rápido com uma receita de medicamentos para abafar os sintomas é a típica resposta da medicina ortodoxa imposta.

Um contemporâneo de Pasteur, Antoine Béchamp, tinha uma opinião diferente a respeito do porque da condição da doença.  Béchamp sentiu que o ambiente ou a ecologia do sangue desempenha um papel crítico na manifestação das doenças ou não.

A Medicina alternativa explora os estressores (ambientais, químicos, biológicos, psicológicos e emocionais) na vida de um paciente que causam um enfraquecimento de seu campo de energia particular; que por sua vez permite a manifestação de uma condição da doença em uma área enfraquecida. A fim de manter um estado de saúde, todos os sistemas de energia dentro do corpo precisam existir em um estado de equilíbrio. O desequilíbrio leva a condições de desconforto (mal-estar) que eventualmente se transforma em doença, se não for corrigido. Os chineses e os indianos (Medicina Ayurvédica, e a Medicina Tradicional Chinesa) tinham  trabalhado tudo isso desde há milhares de anos. É parte do patrimônio cultural e histórico desses povos. Milhões de chineses e indianos são curados dessa maneira atualmente, apesar, do peso dos laboratórios que aos poucos vão contaminando e emporcalhando tudo na Terra.

Medicina alopática ortodoxa utiliza substâncias tóxicas (drogas) em doses não letais, a fim de suprimir os sintomas em uma área afetada. Esta abordagem não trata a causa da doença, nem é responsável para a cura do paciente. Em vez disso, o uso de drogas, muitas vezes vai temporariamente mascarar as manifestações exteriores da doença, enquanto, ao mesmo tempo, conduz a um agravamento da doença mais profundo no corpo, para reaparecer em uma data posterior, como uma ameaça de saúde mais séria e crônica. Uma das muitas falhas da abordagem ortodoxa é que ela incide sobre a condição da doença em si, ao invés do paciente. O termo holístico (ou holística) originalmente surgiu para distinguir aqueles diagnósticos médicos,  cuja Gestalt considera todas as formas ou expressões de energias físicas, emocionais e espirituais que interagem com o paciente.

Mas, não suponha que essa diferença entre a medicina alopática e alternativa reproduz a verdade dos fatos. É apenas um gancho que a própria medicina ortodoxa utiliza para justificar-se perante os mais ousados cidadãos, que desconfiam de tudo, os quais também podem ser enganados quando se apela para a  filosofia e outras opiniões de cientistas médicos que eles por ventura julgam o suficiente  honestas para não serem confrontadas.  Mas, sabemos que hoje se compram laudos e pesquisas médicas para se justificar quase tudo na medicina ortodoxa. É tão sofisticado a armação que não é uma pessoa destreinada aquela que irá apontar onde está a fraude. Hoje a compra de laudos científicos médicos farmacêuticos é mais comum do que imaginamos. Quando ouvimos na TV, algo assim: segundo, os estudos e descobertas feitas em tal laboratório de tal país, por tal cientista, etc; é sinal de que devemos estar preparados para separar o joio do trigo, porque, com certeza, mais uma maneira de se ganhar dinheiro será incrementada em nome da medicina. Há, na verdade, uma agenda-inventada, concertada organizada, planejada pelas empresas farmacêuticas internacionais e a medicina organizada oficialmente para reprimir toda e qualquer terapia alternativa que funciona. Por quê?

Porque querem que as pessoas continuem nos seus tratamentos.  


Para o consumo de mais e mais drogas. Isso dá muito dinheiro. Eles têm o melhor e mais potencializado meio de convencimento para isso: a dor e ou ameaça de morte. Há um apelo de constante amedrontamento caso o paciente desista do tratamento.

A cura do paciente é uma fonte de perda de renda. Um paciente doente que é "melhorado" é um paciente perdido. Não se ganha mais se ele se curar.

Os pacientes são submetidos há uma romaria de continuas visitas de rotina ao consultório médico e constante petição de exames e mais exames do sangue, urina, etc,  à titulo de se manter saudável ou impedir uma suposta doença antecipadamente.  Portanto, um paciente gerenciável é uma fonte contínua de renda, uma vaca de dinheiro se quisermos falar assim. Multiplique isso por algumas centenas de milhões de pessoas e você terá uma idéia do porque “este engano” está sendo colocado em cima de você. Os lucros da chamada “Indústria da saúde” são surpreendentes! Todo mundo nessa cadeia criminosa ganha, até os governos que votamos ganham muito  com isso.  Não é o absurdo multiplicado pelo cubo?

A força da agenda ortodoxa farmacêutica é proporcionar um alívio temporário, apesar de nunca abordar a causa da condição da doença. Essa agenda garante visitas regulares ao consultório do médico e requer que o paciente rotineiramente volte à farmácia para comprar seus remédios, na maioria das vezes superfaturados. Isto é o jogo dos poderosos das industrias e seus governos comprados. É o massacre contra os povos, pura e simples.

Cabe ao cidadão assumir por si mesmo seu próprio destino e ser seu próprio médico, seu próprio professor, seu próprio sacerdote  e capitão de seu navio. T
emos uma multidão de pessoas, conceitos, mídias dizendo sempre aquilo que devemos ser ou fazer, porém, isso é uma obra sagrada demais para ser deixadas nas mãos de pessoas que não tem o grau suficiente de espiritualidade para isso

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