sexta-feira, 8 de junho de 2012

Engasgo mata em 4 minutos - APRENDA A SALVAR - Manobra de Heimlich

Ainda há questão de pouco mais de um mes atrás, uma pessoa morreu por engasgo aqui na cidade... Realmente em 4 minutos o engasgo pode matar... Isso é sério e podemos salvar uma vida.

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Manobra de Heimlich 
Você sabe o que é isto?


 

 

Este é um serviço de utilidade pública.
As informações aqui contidas se destinam exclusivamente à aplicação em situações emergenciais que coloquem a vida em risco imediato, devendo ser tratadas com toda a seriedade e respeito!
Não brinque com o assunto!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Prata Coloidal, Floral, Intestino e o segundo cerebro




Excelente video do Dr. Hiromi Shinya

A Saúde depende do Estado do Intestino. Por Dr Hiromi Shinya, que atualmente na cidade de Nova York é Professor Doutor da Faculdade de Medicina Albert Einstein e Diretor do Centro de Colonoscopia do Hospital Beth Israel.
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Eu já conhecia o texto que coloco abaixo, porém ao reler não pude deixar de refletir o quanto é verdadeiro... Gosto de comprovações a partir de minhas próprias experiências, assim fui lá atrás e me recordei da bagagem emocional mal resolvida que eu trazia desde a infância e todas as somatizações que já se apresentavam.

Então me recordei dos famosos 46 da Almeida Prado, religiosamente tomados e que mesmo assim nem sempre surtiam efeito... Eu sempre fui muito preguiçosa para comer frutas, mas comia verduras em profusão e cheguei a acreditar que por conta de não comer as primeiras, meu problema decorria daí, porém dezoito anos já se passaram e há muito não tenho mais esse tipo de problema com eliminação e acima de tudo, meu estado emocional se tornou harmonioso e com frequencia mais equilibrado.

Portanto, realmente tenho que concordar que o intestino é nosso segundo cérebro, pois continuo comendo frutas muito raramente, embora eu supra a questão de vitaminas e sais minerais da mesma forma que passo para as pessoas em atendimento.

Algo que chamou muito minha atenção foi a questão Serotonina quando li sobre a mesma tempos atrás... Seu desempenho no organismo como um neurotransmissor no cérebro, sua falta causa sentimentos de irritabilidade e menos valia, crises de choro e alterações do sono e uma série de problemas emocionais... A Serotonina influi sobre quase todas funções cerebrais e seus níveis determinam se a pessoa está deprimida, propensa à violência, impulsiva ou gulosa. Curioso que a palavra infezada, literalmente quer dizer - 'cheia de fezes'.

Assim como a Serotonina pode elevar o humor e produzir uma sensação de bem estar, sua falta no cérebro ou anormalidades em seu metabolismo tem sido relacionado a condições neuropsíquicas bastante sérias... Pesquisadores dizem que ao restabelecer seus níveis, seguramente ela eleva alivia depressões, dor e desejos por carboidratos. Ela é um composto primeiramente encontrada no sangue importante artigo sobre o sangue.

Cuidar dos padrões emocionais ligados aquilo que subconscientemente não queremos eliminar, acredito ser vital, saiba mais aqui

Podemos ao mesmo tempo utilizar a Prata Coloidal. Apenas 15 ml, por um minuto de bochecho e ingerida diariamente, acredito que seja excelente para as bactérias intestinais, pois faço uso dela também aqui seus inúmeros benefícios.

Cuide Bem de Você, esse cuidado envolve corpo físico sadio, harmonia interna, equilíbrio mental e por consequência, emocional!

Lena Rodriguez


 Cuide bem de você...
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O intestino é temperamental 

Com 9 metros de comprimento, esse órgão, encarregado de absorver nutrientes e água, é a região do corpo que mais sofre a influência das emoções. Pense nos con?? itos da vida. Qualquer um – o fora do namorado, a perda do emprego, a briga em família. Quem não digere bem esses problemas corre o risco de ficar dias a fio sem ir ao banheiro. É o seu caso? Você não está sozinha. As mulheres lideram as estatísticas de alvos preferenciais do distúrbio, que, como você vai ver agora, nem sempre está relacionado a uma dieta pobre em vegetais e cereais.

“O sexo feminino é três vezes mais suscetível à prisão de ventre do que o masculino”, constata, em sua prática diária no consultório, Tiago Almeida, clínico geral de São Paulo. O médico acupunturista Marcius Mattos Ribeiro Luz, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), tem uma explicação para essa pole position: “As mulheres costumam engolir suas emoções, que implodem em vez de explodir”. Você deve estar se perguntando: como assim, se conseguimos expressar, com mais facilidade do que os homens, sentimentos como a raiva e a tristeza? “Não a ponto de neutralizá-los”, responde o especialista de bate-pronto.

O papel negativo da ansiedade

Quando você ouve falar em emoções e sistema nervoso, imediatamente pensa em cérebro, certo? Pois saiba que o intestino tem o seu próprio sistema nervoso autônomo, com uma rede de 100 milhões de neurônios circulando por ali. E essas células são diretamente responsáveis pela coordenação de todas as funções digestivas. No intestino, assim como no cérebro, os neurônios liberam dezenas de neurotransmissores, substâncias químicas responsáveis pela comunicação entre as células nervosas. É o caso da serotonina, associada ao bom humor, e que muitos pensam, erroneamente, concentrar-se maciçamente no cérebro. Na verdade, 95% dela é estimulada pela fricção das fibras alimentares nas paredes da cavidade abdominal.

Entre várias outras funções, cabe a essa mensageira e a outros neurotransmissores intestinais fazer com que os alimentos percorram o tubo digestivo a uma velocidade tal que o bolo fecal não fique retido mais tempo do que o necessário. São essas substâncias que controlam o movimento peristáltico, uma onda que vai do estômago ao ânus, provocando atos involuntários e voluntários que finalizam o ciclo da digestão com a evacuação. Serotonina e companhia modulam, em um, os impulsos nervosos que circulam de um neurônio para outro, fazendo o ajuste fino que leva à eliminação do número dois. Em caso de estado emocional alterado, porém, essa programação desanda. Por quê? É simples.

Embora sejam independentes, os sistemas nervoso central (localizado no cérebro e na medula espinhal) e o entérico (intestinal) “conversam” entre si. Sabe aquele incômodo na barriga antes de uma entrevista de emprego ou do encontro com o gato que você conheceu num bate-papo virtual? Pois é. Isso acontece por causa da conexão direta entre os neurônios circulantes no tubo digestivo e no cérebro – o chamado eixo cérebro-intestinal, que funciona como uma via de mão dupla. A ansiedade, gerada pela expectativa do grande dia, se reflete no intestino, que tanto pode travar como desandar. Isso porque esse sentimento altera a produção de serotonina e desorganiza as ondas peristálticas. Alterações na produção da serotonina também estão por trás da síndrome do intestino irritável, uma das principais doenças que afetam o intestino.

Segundo cérebro

Tão forte é a influência do intestino sobre o nosso organismo que esse órgão é tido nos meios científicos como o “segundo cérebro”. A expressão foi cunhada pelo médico americano Michael D. Gershon, do Departamento de Anatomia e Biologia Celular da Columbia Univesity Medical Center, em Nova York. Depois de 30 anos de pesquisas, Gershon conseguiu identificar a interatividade entre os neurotransmissores produzidos no intestino, chamado por ele de órgão inteligente, e as nossas emoções, cuja sede é o sistema límbico, localizado no cérebro. Portanto, atribuir a prisão de ventre apenas ao tipo de alimentação é um erro. Assim como é errado achar que se sofre do problema quando não se vai ao banheiro todos os dias.

“Um intestino que funciona uma vez a cada três dias pode ser tão normal quanto o que funciona três vezes por dia”, explica Ana Cristina Amaral Feldner, médica assistente da disciplina de gastrenterologia clínica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Na prisão de ventre, tanto pode haver uma lentidão do trânsito como é possível ocorrer um funcionamento diário mas com volume reduzido e fezes difíceis de eliminar. “Em ambos os casos, fica a sensação de esvaziamento incompleto do conteúdo intestinal”, completa Ana Cristina.

Agora você já sabe: suas emoções podem estar por trás dessa prisão de ventre, que, além do desconforto, contribui para mudar os contornos do seu corpo, salientando a indesejável barriga. O que fazer? “Reprimir os sentimentos é o mesmo que escondê-los”, avisa o acupunturista Marcius Mattos Ribeiro Luz. Há quem tenha mais ou menos recursos psíquicos para lidar com situações difíceis. Então, é sempre bom ter alguém com quem desabafar – uma amiga, um psicólogo, o médico de sua confiança. Um problema compartilhado é um problema dividido ao meio. E pode ajudá-la a encarar melhor os conflitos que, vamos combinar, são inevitáveis e atormentam todos os mortais. Uma atitude positiva diante deles já é, por si só, uma boa medida terapêutica.

O que você NÃO deve fazer

- Tomar laxantes – Sem indicação médica, bem entendido. Seguir os conselhos do balconista da farmácia é uma roubada. Ele desconhece as implicações dessas drogas no organismo. Embora ainda não haja estudos conclusivos sobre a ação desse tipo de medicamento, já se sabe que alguns podem lesar o revestimento interno do intestino. “O risco é desenvolver uma colite, inflamação que
pode levar a diarreias ou graves lesões” – alerta o clínico geral Tiago Almeida.

- Adiar a ida ao banheiro – “As mulheres evitam ir ao banheiro fora de casa”, explica Almeida. Quando vem a vontade, vá, seja aonde for. Refrear o reflexo é o caminho mais curto para travar.

- Comer carne vermelha todos os dias – Estudos da Oxford University, na Inglaterra, relacionam o consumo do alimento à maior incidência de intestino preso.

Síndrome do intestino irritável

Serotonina além da conta nas entranhas pode estar na gênese desse mal, que alguns gastrenterologistas já encaram como uma “doença mental” do segundo cérebro. Estima-se que duas em cada dez pessoas em todo o mundo sofra do problema, conhecido tempos atrás como colite nervosa ou síndrome do cólon irritável. Outros neurotransmissores, além da serotonina, também interferem nas ondas peristálticas e modificam os hábitos digestivos. O diagnóstico é feito clinicamente, depois que exames descartam a possibilidade de outras doenças, como úlcera. Os sintomas variam. Pode ou não haver dores, e o movimento intestinal alterna (ou não) constipação e diarreia. “Emoções exacerbadas não raro levam à doença”, afirma a gastrenterologista Ana Cristina Amaral Feldner. “Mas, como muitos malesque acometem o intestino, as causas, multifatoriais, ainda não estão completamente esclarecidas. É como se a doença fosse uma árvore – o estímulo emocional seria um dos seus galhos.”

(Desconheço Autoria)
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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Depressão, isso está muito perto do despertar...


"É interessante que a palavra "depressão" é falada foneticamente como "descanso profundo" (em inglês "deep rest" - depression). Podemos ver a depressão não como uma doença mental, mas em um nível mais profundo, como um estado (e muito mal entendido) de repouso profundo, quando estamos completamente exaustos pelo peso da nossa própria identidade. É uma perda inconsciente de interesse em nossa história. Isso está muito perto do despertar - mas, infelizmente, raramente entendido como tal."
Jeff Foster
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Depressão e Espiritualidade

Em seus caminhos em busca do autoconhecimento, as pessoas por vezes passam por situações naturais, embora não muito favoráveis para os processos em si. Muitas acabam sentindo-se solitárias e por vezes tristes, o que leva a terceiros questionarem a respeito do que acontece com elas. Nascem então insinuações a respeito de isolamento, desvio intelectual, alienação ou até mesmo depressão.

Mas quem está de fora não pode compreender o que se passa no coração e na mente daquele que começou seu processo espiritual. E embora o isolamento seja algo quase que inevitável em um primeiro momento, ele não está baseado num possível início de depressão.

A depressão é o estado vibratório mais baixo e denso que um ser humano pode alcançar, justamente por limitar os ânimos mental, emocional e corporal ao mesmo tempo. Além de ser um estado que perdura por tempo indeterminado; um evento inconstante nas ondulações vibracionais comuns de cada indivíduo. Seria, numa analogia simples, como se a onda atingisse seu pico mais baixo e demorasse a se normalizar.

Porém, perceba que a depressão não pode existir em uma mente consciente, isso é naturalmente impossível. Sua natureza é justamente a influência agressiva das emoções em uma pessoa inconsciente, em uma pessoa que não tem qualquer tipo de entendimento a respeito da mecânica da vida, das emoções e do poder individual.

Sendo então a depressão um aspecto inconsciente do ser, a pessoa que se vê refém dessa enfermidade, embora possa ter algum nível de espiritualidade, na verdade ainda está longe de compreender de maneira factual aquilo que ela é. Logo, o entendimento espiritual dito presente nada mais seria que uma especulação mental. E nestes casos pode sim haver a depressão em uma pessoa espiritualizada.

Mas note que a palavra não descreve a verdade a respeito do estado daquela pessoa. Estar espiritualizado não implica em estar consciente, mas em saber de maneira intelectual o que é que se esconde dentro de si e o que é o mundo ao redor. Estar consciente é ir além do saber mental, ir além do próprio conhecimento, ir além de si mesmo.

Então, se neste instante há um desânimo o abatendo, pode não ser depressão. O corpo por vezes acaba sendo renegado, estando em segundo plano durante um processo de conscientização. Quando há algo a ser resolvido em seu interior, você talvez tenda a deixar algumas coisas de lado; coisas sem relação com condicionamentos. Mas é importante compreender que essa é uma fase finita.

Todavia, quando tal abandono ultrapassa o razoável, trazendo desconforto ou debilitando a saúde, é necessário parar e voltar sua atenção a isso. Evoluir implica em expansão e harmonia, logo, o corpo faz parte disso e não se pode renegá-lo de forma alguma.

Desta forma, estar em desânimo físico, padecendo de sintomas como insônia, indisposição ou falta de apetite, mas estando consciente, em paz e buscando mais e mais o autoconhecimento, não significa estar entrando em depressão. Este é um estado em que há um hiato elucidativo, durante o qual tudo perde a valia. Apenas “relembrando” ou “descobrindo” algo de relevância em seu processo individual é que fará tal hiato se desfazer.

Mas reintero a importância de se estar atento à saúde e ao bem estar do corpo. Mesmo que não seja tão fácil realizar coisas que agora parecem tão desnecessárias, a fim de manter-se são e principalmente centrado, deve-se suprir aquilo que o corpo exige. Portanto, não renegue seu corpo, não renegue seu filho. Dê alimento a ele, dê descanso a ele e, principalmente, mantenha o amor presente.


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domingo, 3 de junho de 2012

CRIANÇAS com necessidades ESPECIAIS



O preconceito e a falta de informação marginalizam as crianças deficientes (físicas ou mentais) e dificultam sua integração à sociedade. No entanto, embora apresentem algum tipo de limitação, elas têm potencial e, para desenvolvê-lo, precisam ser tratadas com dignidade.

Ainda neste mês de JUNHO/2012 estou oferecendo em sorteio, avaliação floral, etc. gratuita e tratamento continuado a 1 criança com necessidade especial.

OBJETIVO > é único e somente ser de auxílio e levar informações a todos de tratamentos que conheço muito bem e sei o quanto funcionam.

OBSERVAÇÕES:


a) Não há necessidade de exposição caso a pessoa não se sinta a vontade;

b) Há necessidade de se levar a sério o tratamento, como são crianças que tem um adulto continuamente a seu lado, fica fácil o tratamento;

c) Não importa se acreditam ou não no tratamento, não é necessário Fé, embora a Fé sem evidências seja sempre o caminho. Porém disponibilidade e abertura é indispensável;

d) Faz parte, feedback (comentários a mim) em todo o andamento do tratamento;

e) Por favor, só inscrevam crianças quem aceitar todos os requisitos.


Envie e-mail para: liberdadedeser@gmail.com  ,
Assunto:CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
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sábado, 2 de junho de 2012

A medicina ou as medicinas?










por Mauro Kwitko - maurokwitko@yahoo.com.br



Parabéns Mauro Kwitko, pelo maravilhoso artigo e atitude, meu mais sincero respeito!!! 

Compactuo de suas palavras: "... quando o que nos move, seja a Medicina que cada um escolheu, é o desejo de ajudar as pessoas que necessitam de ajuda e não de ficarmos brigando entre nós."
Lena Rodriguez

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Existem afirmações que com o tempo passam a ser "verdades" e quase ninguém percebe que não é uma verdade e, sim, apenas algo que, um dia, foi afirmado e com o tempo foi se firmou. Uma dessas afirmações que tornou-se uma "verdade" é de que a Medicina Alopática é "A Medicina" e que o Conselho Federal da Medicina Alopática deve fiscalizar o exercício da "Medicina", quando, na verdade, não existe uma Medicina e, sim, várias Medicinas, a Alopatia sendo apenas uma delas, e o CFM não deveria ter esse nome e, sim, chamar-se Conselho Federal da Medicina Alopática (CFMA), e ter apenas um poder disciplinador e fiscalizador sobre os médicos formados nas Faculdades da Medicina Alopática, que é o nome que deveriam ter as "Faculdades de Medicina".

Apenas mudando o "de" para o "da", mostra-se a diferença, pois é diferente a denominação "Faculdade de Medicina" da denominação "Faculdade da Medicina Alopática". E acrescentando o tipo de Medicina após o nome do seu Conselho, define-se a sua atribuição, poder e campo de ação.

O CFMA está extrapolando o seu direito que deveria ser apenas o de disciplinar e fiscalizar o exercício profissional dos médicos alopatas, formados nas Faculdades da Medicina Alopática, e não decidir quais Medicinas devem fazer parte da "Medicina". Conforme visto anteriormente, com o tempo, a Medicina Alopática passou a auto-intitular-se "A Medicina" e o seu Conselho Federal outorgou-se, então, um direito que não tem. As autoridades constituídas também não atentaram para essa questão e tratam a Medicina Alopática como "A Medicina" e o Conselho Federal da Medicina Alopática como o "Conselho de Medicina" e também consideram os demais médicos de outras Medicinas como "outros", quando são também médicos.

Eu sou médico alopata, formado em 1971, na Faculdade da Medicina Alopática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e durante vários anos exerci a Medicina Alopática, tendo feito especialização em Pediatria alopática no Hospital dos Servidores do Estado, no Rio de Janeiro, que é um hospital de Medicina Alopática, e fui filiado ao Conselho Regional da Medicina Alopática daquele estado e, mais tarde, ao do nosso estado. Quando a Medicina Homeopática curou-me de um herpes "incurável", fui estudar essa Medicina durante 3 anos em Curitiba e tornei-me um médico homeopata, passando, então, a exercer duas Medicinas. E aí começou o meu pequeno calvário, pois o CRM do meu estado (que deveria ter a sigla CRMA) acreditando-se um órgão disciplinador e fiscalizador da Medicina (quando deveria ser apenas o órgão fiscalizador da Medicina Alopática), começou a convidar-me a visitar suas dependências onde, entre cafezinhos, abraços, tapinhas nas costas e julgamentos, fui sendo condenado, primeiramente à advertência privada, depois pública, depois ao perigo de ser suspenso e, mais tarde, ao de ser proibido de exercer "A Medicina". Mas, como eu não exercia mais "A Medicina" e, sim a Medicina Homeopática, a Medicina dos Florais, a Medicina da Psicoterapia Reencarnacionista e a Medicina da Regressão Terapêutica, ou seja, eu trabalhava com quatro Medicinas, decidi, em 2009, comparecer ao CRMA e entregar a minha carteira de médico alopata e deixar de ser "médico de um tipo de Medicina" para poder dedicar-me livremente ao exercício de quatro Medicinas, que é o que faço hoje em dia. Eu não deixei de ser médico, deixei de ser médico alopata.

Assistindo atentamente ao debate e aos embates entre "A Medicina" e as demais Medicinas, a respeito dos "médicos", depois que decidiram que a Medicina Homeopática e a Medicina da Acupuntura eram "Medicina", estarem lutando para torná-las exclusivas aos "médicos", e os acupunturistas e homeopatas "não-médicos" lutando para poderem exercer esse seu direito, fico pensando: existem médicos e não-médicos?

A melhor maneira dos médicos da Medicina Homeopática e dos médicos da Medicina da Acupuntura lutarem por esse direito, e não estou falando de pessoas que formaram-se nas Faculdades da Medicina Alopática, é ficar claro e estabelecido que não existe uma Medicina e, sim, várias Medicinas. Dessa maneira, um dia existirão Faculdades das várias Medicinas e as pessoas formadas nelas, irão filiar-se ao Conselho daquele tipo de Medicina e todos os Conselhos estarão unidos e subordinados a um Órgão superior, centralizador, disciplinador da profissão de médico, no sentido amplo do termo. Assim, encontraremos a paz entre todos nós, pois continuando como está, os médicos alopatas acreditando-se "médicos" e os demais médicos de outras Medicinas sendo considerados "outra coisa", nunca teremos paz e a luta será interminável.

Da maneira como o assunto é visto, em breve, os médicos da Fitoterapia, os médicos da Terapia Floral, os médicos da Terapia de Regressão, e outros praticantes de outras Medicinas, e mesmo os psicólogos, poderão perder esse direito na "Justiça" e essas Medicinas passarem também para o controle de um Conselho Federal de uma Medicina, a alopática, e perderem o "direito legal" de exercê-las. E de liminar em liminar, de recurso em recurso, nunca chegaremos a um entendimento e ficaremos brigando entre nós, quando o que nos move, seja a Medicina que cada um escolheu, é o desejo de ajudar as pessoas que necessitam de ajuda e não de ficarmos brigando entre nós.

Então, as Faculdades de Medicina Alopática devem acrescentar um "A" após o seu nome, o seu Conselho Federal idem, os médicos formados por essas Faculdades e filiados a esse Conselho acrescentar "alopático" ao seu título e continuarem exercendo essa Medicina caridosa, maravilhosa e imprescindível nas urgências e emergências, onde ela reina soberana e deve continuar assim, salvando as nossas vidas, enquanto que as demais Medicinas devem criar as suas próprias Faculdades e Conselhos e formar os seus próprios médicos.

Assim, em breve, teremos as Faculdades da Medicina Alopática, as Faculdades da Medicina Homeopática, as Faculdades da Medicina da Acupuntura, as Faculdades da Medicina Fitoterápica, as Faculdades da Medicina Floral, as Faculdades da Medicina de Regressão, etc, e as pessoas que nasceram com o dom de ajudar seus semelhantes e tiverem a vontade de estudar em uma ou mais delas, poderão fazê-lo e, após formadas, filiarem-se ao CFMA, ao CFMH, ao CFMAc, ao CFMFito, ao CFMFlor, ao CFMReg, etc., todos esses Conselhos subordinados e dirigidos por um verdadeiro Conselho Federal de Medicina. E todos viveremos em paz, relembrando que Medicina é uma palavra derivada do latim "Ars Medicina", e significa "A arte da cura", e a cura pode ser alcançada através de vários tipos de Medicinas, cada uma apropriada a um tipo de paciente e a um certo momento, necessidade e indicação.

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COLÓIDES DE PRATA > PRATA COLOIDAL







Foto (caseira) do efeito Tyndall 
A Humanidade acumula sabedoria empírica - aquela que se desenvolve por descobertas, erros, acertos - há quase 10 mil anos. A maioria das pessoas concorda que essa sabedoria, esse conhecimento, não pode ser negligenciado e sim, aproveitado.
Filmes tratam disso, como Medicin Man, mostrando os milagres das plantas e segredos indígenas amazônicos. E isso é no mundo inteiro. Sem falar nas histórias de nossos ancestrais, nossos avós, enfim.

Considerando essa forma de pensar, pesquisadores da mais alta relevância focaram esforços em um metal usado há milhares de anos, não apenas como adorno, mas por suas propriedades extraordinárias: a prata.

Um deles, Linus Pauling, ganhador do Prêmio Nobel por duas vezes e idealizador da famosa Tabela Periódica, foi um desses pesquisadores, realizando experimentos de diversas maneiras, desde a prata na forma natural, em sais, em nitrato, até na forma de colóides, obtidos através de descarga de corrente elétrica.

Descobriu-se que a prata é um poderoso bactericida, com uma caracteréstica invulgar: elimina por completo bactérias, germes, fungos, vírus e, como vem sendo pesquisado mais recentemente, já com históricos de sucesso, os retro-vírus como o da Aids.

Na internet pode-se descobrir muito mais sobre esse fascinante tema, com milhares de páginas especialmente nos EUA e Canadá, os países mais adiantados na aplicação prática da prata, na forma de colóides, (colloidal silver) na prevenção e combate de centenas de doenças, considerando-se que a esmagadora maioria delas é provocada por algum tipo de ser estranho ao organismo. Isso em animais e seres humanos.

A ação da prata na forma de colóides, obtidos através de algo parecido com a eletrólise, é incrivelmente eficaz contra as formas vivas que provocam doenças, eliminando-as por completo, ao contrário do que ocorre com os antibióticos, cuja ação vem sendo contestada por uma falange cada vez maior de médicos e pesquisadores, preocupados com o surgimento de novas cepas cada vez mais fortes. Antibióticos mais fortes ainda, vão criando também efeitos colaterais.

Já a ação da prata não possui efeitos colaterais.

Adicionalmente, a prata vem sendo usada, com muito sucesso, em outras doenças, as quais aparentemente, não seriam frutos de infecções, como o câncer. Não se conseguiu ainda uma explicação científica plausível, pelo menos do que tenha chegado ao nosso conhecimento, sobre o porquê da prata coloidal agir com tanta eficácia sobre terrível doença como o câncer, exceto em fases terminais. Há que se considerar que órgãos degenerados não podem mais ser recuperados, quando estão em estágios bem avançados nos quadros chamados de irreversíveis.

A prata tem sido utilizada eficazmente também em queimaduras de gravidade, com recuperações extraordinárias. Associada com soro fisiológico, é usada na hidratação constante em períodos curtos, como de hora em hora, através de gazes ou borrifamento. Impede a possibilidade de qualquer infecção e/ou formação de cultura de bactérias em razão da exposição aberta das subcamadas da derme.

Além da utilização na saúde humana e na veterinária, a prata é usada também na agricultura, no combate de determinadas pragas e fungos, conferindo vitalidade especial às plantas e culturas.

A prata coloidal é usada também em desinfecção de áreas, ferramentas, utensílios, frutas e verduras, enfim, um sem número de aplicações, constituindo-se na mais completa farmácia do mundo.

Surge uma pergunta evidente: porque não foi a prata coloidal aprovada ainda pelos órgãos de saúde para combate das doenças, especialmente junto à população carente?

A razão é simples: há muitos interesses de laboratórios e de boa parte da cadeia produtiva e comercial de medicamentos em um mercado que supera a casa do trilhão de dólares por ano no mundo. Mas não se trata de condenar a alopatia e a medicina, pois não há como negar os avanços incríveis que estas vêm obtendo. O que falta é a integração entre esses conhecimentos e não a antagonização entre os mesmos. Imagine o tratamento de queimados com a prata coloidal com acompanhamento médico. Imagine a aceleração da cura de feridas e fraturas de ossos, livres de infecções e com auxílio de um segundo sistema imunológico proporcionado pelo uso correto da água com prata coloidal. Imagine a cura de cânceres e da própria aids. É óbvio que alguns medicamentos e antibióticos deixarão de ser utilizados, imaginando-se o uso da prata coloidal em larga escala mas, por certo, os investimentos na indústria médica e farmacêutica poderão ser dirigidos para outras soluções requeridas pela Humanidade, as quais não têm como ser atendidas pela polivalente prata coloidal.

Quem sabe, ao longo dos anos, essa possibilidade venha a se tornar realidade.

"multi-saúde", especialmente por que não existe e nunca existiu na medicina contemporânea, algo similar, que substitua um sem número de medicamentos simultaneamente. Portanto, é o formalismo da medicina também que impede uma visão ampliada sobre esse tema. Entretanto, há casos de uso da prata coloidal em hospitais públicos. Sugere-se que a solução esteja sendo utilizada no Hospital das Clínicas de Curitiba, PR, para auxiliar a cicatrização de feridas e evitar infecções. Mas o relato de médicos consultados sobre isso, indica que, apesar disso, a orientação profilática é sempre alopática.

Posto isto, o uso da prata vai se disseminando pois não há como negar a sua eficácia. E a força dessa eficácia se fará cada vez mais presente, pois até mesmo matérias em rádio, jornal e televisão já foram veiculadas em entrevistas com outros pesquisadores brasileiros.
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GERADOR DE ÍONS DE PRATA COLOIDAL

Trata-se de um equipamento desenvolvido para gerar, com facilidade, os colóides que se transformam em uma verdadeira farmácia, agindo poderosamente em uma gama enorme de aplicações em uso humano, animal e vegetal. É um aparelho analógico, perfeitamente estabilizado do ponto de vista elétrico, contendo chave interruptora (liga-desliga) e fusível.
Capacidade de produção de 250ML por vez.
O conjunto é composto de:

•    1 aparelho adaptador dos eletrodos
•    2 eletrodos de prata
•    1 fonte de alimentação
•    Manual de instruções
•    Certificado de Garantia
Conjunto formado pela fonte 127/220V conectável diretamente em tomada comum e dispositivo gerador.

CONSULTE aqui
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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Como retardar o envelhecimento - entrevista com Dr.Mehmet Oz


Principais pontos: exercício físico, alimentação saudável (atentar para menos arroz e mais chá verde), e bem-estar social. 

ENTREVISTA DA VEJA COM CIRURGIÃO CARDÍACO
TURCO e CIDADÃO AMERICANO DR. MEHMET OZ - São Paulo


A especialidade do cirurgião cardíaco turco e cidadão americano Mehmet Oz, de 47 anos, é retardar ao máximo os efeitos da idade em seus pacientes. Diretor do Programa de Medicina Integrada da Universidade Columbia, em Nova York , ele é consultor da famosa clínica antienvelhecimento do médico Michael Roizen, criador do conceito de que é possível manter o organismo mais jovem do que aponta a idade cronológica. Oz e Roizen também assinam a quatro mãos uma série de livros de sucesso que ensinam como manter um estilo de vida que adia a velhice. O mais recente deles, "You Staying Young" (Você Sempre Jovem), lançado há um mês nos Estados Unidos, já vendeu meio milhão de exemplares. Nos últimos quatro anos, Oz se tornou uma celebridade ao participar de um quadro fixo no programa de TV da apresentadora Oprah Winfrey. Ele também apresenta documentários no Discovery Channel. Nos dois casos, dá dicas aos telespectadores sobre como viver mais com boa saúde. Esse é justamente o tema da entrevista que ele deu à VEJA.

BREVE BIOGRAFIA DO DR.OZ

Dr.Mehmet Oz nasceu em Cleveland , Ohio (EUA), de pais turcos. Ele é casado e pai de quatro filhos. Ele se formou na Harvard Univesity em 1982, depois fez mestrado e MBA na Universidade de Pennsylvania.

Ele é autor de mais de 350 publicações e vários livros. Em maio de 2005 estava na lista do New York Times Bestseller.


ENTREVISTA DA VEJA


Veja - Existe uma fórmula para se manter jovem por mais tempo?

Oz - Sim.
Há catorze agentes principais envolvidos no envelhecimento.  Sete retardam o processo, como os antioxidantes, e sete nos enfraquecem, como a atrofia muscular. É preciso manter esses agentes sob controle. O primeiro passo para alcançar esse objetivo é pensar não na possibilidade de ficar doente, mas na necessidade de manter o organismo saudável. Deve-se tirar o foco da prevenção dos males e direcioná-lo para a preservação da saúde. Se ninguém mais morresse de câncer e de doenças cardiovasculares, a expectativa de vida média do ser humano subiria apenas nove anos. Isso mostra que, para aumentar consideravelmente a expectativa de vida, não basta evitar doenças. É preciso cuidar do corpo para que ele não enfraqueça. Quando uma pessoa envelhece, doenças potencialmente fatais, como o câncer e o infarto, não aparecem de imediato. Antes que elas se instalem, o corpo torna-se mais frágil e vulnerável.

Veja - O que fazer para evitar que o corpo se torne frágil e vulnerável?

Oz - Meu novo livro, "You Staying Young" (Você Sempre Jovem, ainda sem previsão de lançamento no Brasil),
trata exatamente desse tema. 
Os exercícios físicos são uma ferramenta essencial. Eles combatem o primeiro sinal do envelhecimento, que é a perda de força muscular. Outros recursos importantes são alimentar-se bem e meditar. Uma boa recomendação é a prática do tai chi chuan, exercício oriental que combina equilíbrio, coordenação motora e também meditação. Se todos adotassem essas medidas, a vida média da população poderia subir para 110 anos. Quanto à alimentação, não podem faltar nutrientes como o resveratrol da uva e o licopeno do tomate, que são poderosos antioxidantes. O principal, mas também o mais difícil, é controlar a quantidade dos alimentos. De qualquer forma, todo mundo deve comer um pouco menos do que tem vontade.

Veja - Fazer várias pequenas refeições por dia, como recomendam alguns médicos, faz bem para a saúde?
Oz - Deve-se comer de três em três horas. Se o intervalo é maior, a taxa de hormônio grelina, que estimula a fome, começa a subir. O problema é que, após uma refeição, ainda demora trinta minutos para que a taxa desse hormônio volte a baixar. Em conseqüência disso, acaba-se comendo mais do que se deveria. O mais importante, além de comer alguma coisa a cada três horas, é trocar as refeições grandes por pequenas, intercaladas por lanchinhos. Esse conceito não foi criado por mim. É o que mostram as pesquisas científicas.

Veja - O que o senhor considera refeições grandes e pequenas?
Oz - Uma refeição grande ultrapassa 1.000 calorias. Uma pequena tem, no máximo, 500. Quem consome por volta de 2 000 calorias diárias pode fazer duas refeições de 300 calorias cada uma e outra maior, de até 800. Os lanchinhos podem ter até 250 calorias.

Veja - O que deve ficar de fora do cardápio?
Oz - Existe uma regrinha fácil de ser usada, a regra dos cinco. Para isso, é preciso examinar o rótulo dos alimentos. Cinco ingredientes não podem estar entre os primeiros listados no rótulo. São eles: gorduras saturadas, gorduras trans, açúcar simples, açúcar invertido e farinha de trigo enriquecida. Dois desses nutrientes são gorduras, dois são açúcares. Os dois tipos de gordura podem estimular processos inflamatórios no fígado que forçam a produção de substâncias deletérias, como o colesterol. Também fazem com que o fígado fique menos sensível à insulina, aumentando o risco de diabetes. Os açúcares listados fazem mal por estimular a produção de insulina, o que aumenta o depósito de gordura corporal. O pior é que esses cinco itens são os mais comuns nas dietas atuais.

Veja - O cardápio básico do brasileiro, composto de arroz, feijão, carne e salada, é saudável?
Oz - A princípio, sim. Esse cardápio contém exatamente os nutrientes para os quais a digestão humana está preparada. Mas os brasileiros comem carnes muito gordas, o que é errado. Antigamente, no mundo inteiro, quando os métodos de criação do gado eram mais simples, a porcentagem de gordura dos melhores cortes da carne bovina era, em média, de 4%. Hoje é de 30%. Outro problema dos hábitos alimentares do brasileiro é que ele come arroz em excesso, o que não traz nenhum benefício. Melhor seria adotar o arroz integral. Os alimentos integrais têm mais fibras, o que os mantém mais tempo no intestino e diminui a absorção de açúcar pelo organismo. Uma vantagem dos brasileiros é ter à disposição enorme variedade de frutas e vegetais maravilhosos, por preço razoável.

Veja - Os hábitos que o senhor propõe para prolongar a vida são relativamente simples, mas exigem controle estrito sobre as atividades do dia-a-dia. Como exercer esse controle?  
Oz - A palavra-chave é automatizar. Ou seja,  fazer desses hábitos uma rotina, sem precisar pensar muito neles. Acordar, escovar os dentes e passar o fio dental, para reduzir a quantidade de bactérias prejudiciais à saúde. Beber muito líquido ao longo do dia, principalmente água e chá verde. Dormir ao menos sete horas por noite. Durante o sono se produz o hormônio do crescimento, essencial mesmo para quem já é adulto, pois prolonga a juventude. Caminhar meia hora por dia e praticar exercícios que façam suar três vezes por semana. Meditar cinco minutos diariamente, o que pode estar embutido na prática de ioga ou tai chi chuan. Evitar alimentos que estejam na regra dos cinco, que mencionei anteriormente. Uma última coisa: estreitar o relacionamento com as pessoas próximas e abster-se de julgá-las. Em vez de julgar os outros, é melhor tomar conta de si próprio.

Veja - Abster-se de julgar os outros ajuda a manter a juventude?
Oz - Sim, da mesma forma que resolver situações de conflito. O conflito não traz nada de positivo. É apenas desgastante. Costumo recomendar a meus pacientes que procurem as pessoas com quem mantêm uma relação de animosidade e tentem resolver o impasse. Essa é uma atitude para o bem-estar próprio. Não há nada de altruísta nela. É uma atitude egoísta.

Veja - O que o senhor acha das dietas para emagrecer que surgem e viram moda a cada seis meses?
Oz - Essas dietas fazem sucesso, mas são péssimas para a saúde. A alimentação não deve ser encarada como uma maratona para a perda de peso. Uma dieta que tenha como chamariz o emagrecimento rápido não é confiável. Comer menos do que o corpo necessita é uma agressão à fisiologia. Ou seja, aos processos químicos que fazem o organismo funcionar. Quando a fisiologia é desprezada, os resultados das dietas são transitórios.

Veja - Por que o senhor recomenda cuidados com o jantar?
Oz - Na verdade, há uma única regra a observar: deve-se jantar pelo menos três horas antes de dormir. Deitar logo após a refeição facilita o acúmulo de gordura, principalmente na cintura. Além disso, comer muito tarde prejudica o sono.

Veja - O senhor recomenda beber muita água durante o dia. Quanto se deve beber exatamente?
Oz - Deve-se beber uma quantidade suficiente para que a urina esteja sempre clara. Isso varia de um dia para o outro. Em dias quentes, sua-se muito e, por isso, é preciso beber mais água. Para quem não abre mão da cafeína, sugiro chá verde. Em lugar de quatro cafezinhos por dia, beba quatro copos de chá verde. Essa bebida concentra muitos antioxidantes e nutrientes bons para a saúde.

Veja - Muitos ambientalistas condenam o consumo de água engarrafada. Do ponto de vista da saúde, ela é melhor que a água da torneira? 
Oz - Eu acho um erro beber água engarrafada. Há dois problemas principais com ela. O primeiro é que, se a garrafa plástica não for reciclada, pode contaminar os mares e os rios. Isso prejudica o meio ambiente e, indiretamente, a saúde. O plástico das embalagens vai parar nos peixes que comemos. O resultado é que 97% das pessoas apresentam resíduos de plástico no organismo, o que interfere no sistema hormonal. Esses resíduos estimulam os receptores de estrogênio, o hormônio feminino. Em excesso, o estrogênio pode causar câncer e outros problemas. As toxinas contidas no plástico também aceleram o envelhecimento. O segundo problema é que, como a água engarrafada não apresenta vantagens com relação à água da torneira, trata-se de um desperdício de dinheiro.

Veja - O senhor recomenda exercícios físicos que provoquem suor. Exercícios leves são inúteis?
Oz - Essas recomendações visam à saúde cardiovascular. Para essa finalidade, apenas os exercícios moderados ou intensos, que fazem suar, apresentam benefícios. Mas os exercícios suaves e de baixo impacto têm valor. Mesmo a caminhada movimenta grandes músculos, como os das coxas e dos quadris, que consomem muita energia. Como o gasto calórico muscular é maior durante o exercício, a queima de calorias aumenta.

Veja - Os suplementos vitamínicos são criticados em muitos estudos científicos. O que o senhor acha deles?
Oz - Eles são eficazes, mas prometem mais do que cumprem. Na verdade, os médicos saem da faculdade sem conhecimentos suficientes sobre os suplementos e são forçados a tirar suas próprias conclusões. De modo geral, uma suplementação só é necessária quando as vitaminas não são obtidas naturalmente com a alimentação. Por outro lado, acredito que determinadas vitaminas podem melhorar a qualidade de vida e a longevidade. Entre elas estão as vitaminas A, B, C, D e E, além de cálcio, magnésio, selênio e zinco. A vitamina D é importantíssima, pois previne câncer e osteoporose. Principalmente nos países mais frios, onde a exposição solar é restrita, os suplementos são essenciais.

Veja - Além dos procedimentos já descritos nesta entrevista, o que mais o senhor faz para adiar o envelhecimento?
Oz - Minha receita principal de juventude é brincar com meus filhos. Também procuro descobrir coisas novas todos os dias. Aprendo ao conversar com os outros e, apesar de ser muito assediado para responder a perguntas, por causa de minha atuação na TV, prefiro perguntar, saber como é a vida das pessoas, como elas trabalham. Isso faz minha mente exercitar-se.

Veja - Nos últimos anos, o aperfeiçoamento do tratamento clínico fez cair o número de cirurgias cardíacas. Essa é uma tendência em outras especialidades médicas além da cardiologia?
Oz - Sem dúvida.Os recursos clínicos tornaram-se mais eficazes tanto para a prevenção de doenças quanto para seu tratamento. Por isso, assim como na cardiologia, a cirurgia deixou de ser a primeira opção em outras áreas. Há poucos anos, quando o paciente machucava o joelho, ia direto para a sala de operação. Agora, ele vai para a sala de fisioterapia. Essa tendência também é evidente nos casos de diverticulite, uma inflamação do intestino, que passou a ser tratada com o consumo de fibras. O mesmo acontece com pacientes que apresentam doença arterial obstrutiva periférica. Antes eles iam para a faca. Agora, recebem como orientação deixar de fumar e caminhar. Mesmo que sintam dor num primeiro momento, essa é uma maneira de estimular o crescimento de novos vasos sanguíneos para substituir os danificados.

Veja - O senhor já esteve no Brasil. Como foi sua experiência no país?
Oz - Visitei o Brasil há muitos anos, quando ainda era estudante de medicina. Fui ao Rio de Janeiro e conheci o doutor Ivo Pitanguy. Também fiquei deslumbrado com as frutas brasileiras e com as lojas de sucos. Elas misturam frutas e outros vegetais, uma combinação pouco convencional. Conheci o açaí, que até hoje está no meu cardápio. Compro açaí em Nova York mesmo. É um dos alimentos com maior concentração de antioxidantes. Planejo voltar ao Brasil em meados do ano que vem para gravar um programa. Quero muito ir à Amazônia e conhecer as plantas medicinais da região. 

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Terapia Floral, etc... - Avaliação por Radiestesia Clínica


Radiestesia é uma ciência que se utiliza de instrumentos para detecção de vibrações de freqüência de ondas de ressonância oriundas de movimentos atômicos e interatômicos. A radiestesia é a arte de se sensibilizar com radiações.

É cientificamente comprovado que todos os corpos emitem energias na forma de ondas (vibrações), que nos rodeiam o tempo todo e estimulam de forma contínua o nosso sistema nervoso.

Quando entramos em sintonia com as ondas externas, nosso cérebro as capta e manda a informação para nosso inconsciente e esse emite ondas internas através da sensibilidade neuromuscular, provocando reações em forma de movimentos nos instrumentos radiestésicos utilizados, no caso o pêndulo que funciona como amplificador, e a partir de determinados movimentos nos fornece respostas claras e objetivas a questões de qualquer natureza.

Meu método é fundamento em vibrações de ondas no campo vibracional do ser, pois, o ser humano, como tudo a nossa volta são compostos por átomos, e o ser é um complexo energético.

O trabalho à distância torna-se preciso e eficaz, pois o campo energético (eletro-energético e eletro-plasmático) é representado por uma energia que, composta de átomos, vibra e emite ondas de vibração.

Com um instrumento radiestésico, no caso, pêndulo, posso captar estas ondas mesmo à distância, pois estas ondas não possuem barreiras geográficas para serem emitidas ou captadas.

Utilizo um testemunho representativo da energia da pessoa, seu nome completo e data de nascimento, através deste testemunho podemos ter a energia da pessoa em sintonia com nosso neurotransmissores que impulsionam os movimentos condicionados do pêndulo para indicação de foco de energia.

Utilizo esse tipo de diagnóstico para a saúde do ser humano e animal, visando seu retorno ao equilíbrio.

Radiestesia se trata de uma ciência, técnica muito antiga, não é um processo mágico e sim uma habilidade que qualquer pessoa pode adquirir, para mim e para um grande grupo de profissionais é simplesmente uma técnica científica com fundamentos na já desmitificada energia quântica.
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Objetivo da Terapia Floral

A flor é uma manifestação perfeita da consciência divina, em sua florescente maturação nos entrega em pura doação amorosa, seu perfume, cor, beleza e as virtudes inerentes a alma humana.

No decorrer da Terapia Floral, mediante a ingestão das Essências Florais, vai se instalando em nós, um processo de tomada de consciência. Gota após gota, vamos nos dando conta de nossos potenciais.

Assim, vamos percebendo quais são as atitudes que nos limitam, ficando claro o quanto é imperativo a mudança de nossa maneira de ser frente a nós mesmos e frente à vida. Começamos a ver que o velho vai se diluindo, abrindo espaço para que os aspectos sábios e verdadeiros se reinstalem em nossa personalidade e assim, cada vez mais, restabelecemos nossa relação física e conscencial.

Tomar as Essências Florais significa a possibilidade de um compromisso com a própria vida. A troca da responsabilidade pessoal, por toda uma gama de sentimentos, tais como culpa, medo, enfim, emoções subconscientes geradas pela crença que trazemos de nossa separação da Fonte. E assim, entramos em contato com nossa verdadeira Essência.

As Essências Florais são plenas de Luz, magníficas condutoras de energia que nos devolvem nosso inato poder essencial. 

Em uma terapia floral, é necessário uma orientação profissional qualificado para uma melhor orientação na melhor escolha das essências, atuando na causa do problema e não apenas “aliviando” sintomas. 

Procuramos ajuda quando temos sintomas que demonstram que algo anda em desordem em nossas vidas em seus vários aspectos: emocional, saúde, espiritual... Vamos em busca de ajuda para diminuir nosso sofrimento. Através de Métodos Vibracionais, podemos equilibrar nossa energia, descobrindo a origem de nossos bloqueios, causadores de desequilíbrios emocionais, mentais, físicos e espirituais, pois somos um complexo energético e não somente um conjunto de órgãos.

Lena Rodriguez
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domingo, 20 de maio de 2012

Alimentos Transgênicos – Saiba como Identifica-los



Rotulação dos Alimentos Transgênicos – Como saber se um Produto é Transgênico

Atualmente encontramos diversos alimentos com matéria prima à base de transgênicos e desde 2003 existe no Brasil o decreto de rotulagem (4680/2003), que obrigou empresas da área da alimentação, produtores, e quem mais trabalha com venda de alimentos, a identificarem, com um "T” preto, sobre um triangulo amarelo, o alimento com mais de 1% de matéria-prima transgênica.

A resistência das empresas foi grande, e muitas permaneceram sem identificar a presença de transgênicos em seus produtos. O Ministério Público Federal investigou e a justiça determinou que as empresas rotulassem seus produtos, o que começou a ser feito a partir de 2008.

A rotulagem de produtos transgênicos é um direito básico dos consumidores. Todos nós temos o pleno direito de saber o que consumimos.

A leitura de rótulos é muito importante para identificar alimentos com o menor índice de aditivos químicos preservando nossa saúde e também perceber se na embalagem existe o selo de identificação de transgênicos, que muitas vezes está bem pequeno e no cantinho. 


É verdade, temos transgênicos no mingau do bebe, nos óleos de soja, milho e algodão. Interessante saber também que a canola é uma planta transgênica. A alternativa é o óleo de girassol ou o azeite de oliva para quem quer consumir produtos não transgênicos.
Uma alimentação orgânica certificada ainda é o que podemos fazer de melhor para fugir dos transgênicos, agrotóxicos, promotores de crescimento e aditivos químicos. O objetivo deste texto é alertar que é preciso tomar uma posição, seja quanto à informação, à alimentação, ao Meio Ambiente ou à maneira como somos tratados pelas Empresas. Compromisso e respeito são essenciais em todas as relações.

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