sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Relaxe para reduzir pressão sanguínea

A maneira mais fácil para reduzir a pressão sanguínea é tomar uma pílula. Leva apenas alguns segundos e pronto. Mas pílulas custam dinheiro e freqüentemente tem efeitos colaterais. Relaxando seu corpo e mente por alguns minutos diariamente pode baixar a pressão sanguínea sistólica (o número mais alto da leitura da pressão sanguínea) por até 10 pontos ou mais, sem custo e sem efeitos colaterais.
A técnica de relaxamento desenvolvida pela Dr. Herbert Benson, da Harvard Medical School, comprovadamente reduz a taxa de pulsação cardíaca, pressão sanguínea, respiração e tensão muscular. Veja como utilizá-la:

  • Selecione uma palavra (como paz, amor), frase curta ou oração para focar sua atenção. 
  • Sente confortavelmente em lugar tranqüilo e feixe os olhos. 
  • Relaxe os músculos, progressivamente dos pés, pernas, abdômen até o pescoço e face. 
  • Respire vagarosamente pelo nariz, repetindo silenciosamente a palavra ou frase escolhida quando você exalar o ar. 
  • Quando outros pensamentos vierem a sua mente, não se preocupe. Simplesmente retorne sua atenção a sua palavra ou frase escolhida. 
  • Faça esse exercício de 10 a 20 minutos. 
  • Continue sentado por um minuto, então abra os seus olhos. 
  • Pratique esse relaxamento uma ou duas vezes ao dia.
Noção básica de pressão sanguínea

Pressão sanguínea é a força que uma onda de sangue propelida pelo coração exerce sobre as artérias. 
Pressão sistólica mede a pressão na artéria na sístole, o instante em que o coração contrai e bombeia uma onda de sangue através das artérias. É representada pelo número mais alto da medição de pressão.
Pressão diastólica indica a pressão durante a diástole, o breve período de relaxamento do coração entre cada pulsação. É o número mais baixo da medição da pressão sanguínea. 
Hipertensão é o nome formal de alta pressão sanguínea. 
Em saúde prevenir é a melhor garantia para sua saúde. Seu médico está apto a lhe oferecer a melhor orientação. Consulte-o sempre que necessitar.
 
Fonte: Harvard Medical School
Adaptado por: Legacy Consultoria 
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O ser humano pode ser retalhado?


“ESTE É UM APELO PARA TODAS AS PESSOAS QUE SÃO DOADORES E AS QUE PENSAM SER, PARA MEDITAREM SOBRE AS DOAÇÕES DE ÓRGÃOS.  SE OS FATOS QUE SÃO RELATADOS AQUI ACONTECERAM NA EUROPA, ONDE SUPONHAMOS QUE AS LEIS  CONSTITUCIONAIS DEVAM SER MAIS RESPEITADAS QUE NO BRASIL, JÁ IMAGINARAM COMO EM NOSSO PAÍS ESSA QUESTÃO DOS TRANSPLANTES SÃO RELEVADOS?? REPASSEM PARA TODOS OS SEUS CONTATOS. É UM ALERTA DIANTE DAS ATROCIDADES QUE SE COMETEM EM NOME DA MEDICINE E DO DINHEIRO”.


O ser humano pode ser retalhado?
Mathias Jung 

Opiniões sobre a medicina de transplantes 

O que significa o diagnóstico "morte cerebral"? Até que ponto está "morto" o ser humano do qual ainda podemos retirar órgãos vivos como o coração, o pulmão e o fígado? O ser humano pode ser dividido em cérebro/consciência e órgãos do corpo? O corpo não tem consciência? Quem pode autorizar a retirada de órgãos? O debate em torno do transplante de órgãos é um debate em torno dos valores fundamentais da existência humana. No livro "Ungeteilt sterben" (veja no fim do texto) a autora apresenta uma valiosa contribuição para o tema.

Os depoimentos de onze pessoas são de arrepiar.

O vereador e teólogo Dieter Emmerling, de Frankfurt, descreve sua experiência com o diagnóstico "morte cerebral". O médico chefe da clínica pediu-lhe a autorização para retirar os órgãos de sua mulher, internada na UTI. A justificativa: "O cérebro já estava 95% morto no momento da internação e a tendência era piorar".
Emmerling sentiu um sério conflito de consciência: o transplante de órgãos seria uma possível salvação para outro doente em estado grave ou um sofrimento para sua mulher? Ela estaria mesmo morta?

À noite, ao sair, disse para a mulher, ligada aos aparelhos: "Lilo, agora vou para casa". As duas curvas no monitor deram um salto repentino para cima e para baixo, até os limites da tela. "Parecia um grito: Você não pode deixar-me sozinha agora! — Não foi o aparelho que gritou, foi minha mulher que gritou!".

SDieter Emmerling estava presente quando retiraram o tubo do respirador da boca de sua mulher: "Lilo morta? Ela continuou a respirar sozinha sem tubo e sem aparelho. Durante dois dias e duas noites, amigas e amigos se revezaram junto ao seu leito". Lilo morreu no dia 30 de outubro às 9h e 15min.

Continua Emmerling: "A raiva cresceu dentro de mim; raiva pelo que tinha acontecido. Meu pedido enfático — 'Deixem minha mulher morrer com dignidade!' — havia sido desrespeitado? Haviam evitado que ela morresse, para manter seus órgãos vivos para um transplante?"

A socióloga da área médica Gisela Wuttka confessa: "Há muito tempo rasguei meu cartão de doadora de órgãos. Não é o medo de uma morte ligada a máquinas que domina meu pensamento. É a convicção de que ainda não estou morta quando é feito o diagnóstico "morte cerebral'".

O livro não aborda apenas os problemas relacionados à doação, mas narra também a experiência dos parentes de pessoas transplantadas.

Gerhard Essler, tabelião e advogado, recebeu em dezembro de 1992, na clínica Universitária de Hamburgo, um novo fígado. Os motivos pareciam prementes. Gerda Essler, sua esposa, conta: "Esse transplante de fígado era necessário porque meu marido — devido a uma hepatite e posterior cirrose do fígado, da qual já sofria por vinte anos — só tinha semanas ou meses de vida". Prometeram ao homem de 63 anos uma recuperação completa.

O transplante durou doze horas. Devido a fortes hemorragias, a cavidade abdominal foi preenchida com panos quentes. Isso exigiu uma nova operação no dia seguinte, que durou seis horas. Novamente ocorreram hemorragias gravíssimas. Gerda relata: "Quando vi meu marido após a segunda operação quase desmaiei. Uma enfermeira me amparou. Meu marido, com os olhos arregalados de terror, parecia ter passado pelo inferno ou ter sido assassinado, esquartejado e recosturado".

Gerhard Essler estava consciente, porém completamente paralisado. Respirava por meio de aparelhos. Após cinco dias, perdia temporariamente a consciência. Depois de 11 dias, foi operado pela terceira vez. No 13º dia ele morreu na UTI. Dois outros transplantados do fígado estavam sofrendo na UTI de maneira igualmente cruel e sem esperança.

Gerda continua: "Só quando meu marido já estava morrendo, um dos médicos da UTI me disse que deveria ficar feliz com a morte dele, pois isso seria melhor do que a vida com um fígado novo. “Isso não seria vida, apenas vegetar, com medo constante da morte, devido a uma rejeição ou infecção”.

A clínica remeteu ao seguro-saúde de G. Essler uma conta no valor de 115 mil dólares. Haviam prometido a cura ao doente.

Gerda faz um resumo de sua experiência no hospital: "Depois de acompanhar durante duas semanas o martírio desses três transplantados do fígado, sou da firme opinião que não podemos expor um ser humano a uma tortura dessas, assim como não devemos maltratar animais."
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Fonte: Gesundheitsberater 8/1996.


 UNGETEILT STERBEN
Kritische Stimmen zur Transplatationsmedizin
Morrer sem ser retalhado. Críticas da medicina de transplantes
Gisela Lermann (org)

Lermann,
Mainz, Alemanha, 1996,
2ª ed ampliada, 167 p

Turista alemão declarado morto


Queriam tirar seus órgãos, mas ele se curou!
Em Nápoles, agosto de 1995, um jovem turista alemão chamado Martin Banach (18 anos) passava férias na Itália, quando, em Ísquia, foi atropelado por um carro. Transportado, inconsciente, para o Hospital Cardarelli, de Nápoles, ele foi imediatamente considerado futuro doador de órgãos: queriam retirar-lhe coração, rins, fígados e olhos.

Felizmente, foi encontrado em seu bolso um documento de identidade com seu endereço em Düsseldorf e alguém informou à família. O pai de Martin, que atendeu o telefone, ouviu a incrível pergunta: "Seu filho possui uma carteira de doação de órgãos?" Explicaram que seu filho estava em coma, que não havia mais nada a fazer e que o hospital precisava da autorização para a retirada dos órgãos. "Não!" gritou o pai ao telefone "Não toquem em meu filho!" Desesperados, os pais pegaram o primeiro avião para Nápoles.

Algumas horas mais tarde, os pais de Martin chegaram ao hospital Cardarelli e procuraram o serviço de reanimação, mas foram impedidos de entrar. Não permitiram que eles vissem o filho, que recebeu apenas respiração artificial para administrar oxigênio aos órgãos. É o que se faz com os doadores potenciais antes da retirada dos órgãos.

No dia seguinte, os pais foram novamente ao hospital na esperança de ver o filho, mas novamente foram repelidos. Procuraram um intérprete para serem melhor compreendidos. Falaram com um médico, Dr. Ruggeri, que também se recusou a lhes mostrar Martin. Angustiados, aterrorizados, os pais telefonaram para a Alemanha a um médico amigo da família e tentaram conseguir um avião especial para o transporte de doentes. Antes de alugar o avião, a empresa tomou informações junto ao Hospital Cardarelli, onde lhe afirmaram que o paciente faleceu. Nova recusa: não podem transportar "mortos".

Enquanto o pai telefonava e passava desesperadamente apelos por fax, a mãe montava guarda no hospital, em um corredor, diante do serviço de terapias intensivas, onde não a deixavam entrar. Três dias mais tarde, um avião com uma jovem médica muito decidida chegava da Alemanha. Fato inacreditável: a própria médica não recebe permissão para ver Martin! Só depois de longas insistências e ameaças, o Hospital Cardarelli abriu finalmente a porta de aço atrás da qual se encontrava Martin. Estava ali. Abandonado e sem tratamento, sozinho com o aparelho de oxigênio. "Falem com ele" disse a médica. A mãe lhe acaricia os cabelos, o pai segura suas mãos: as pálpebras de Martin então tremem!. Ele ainda estava em coma, mas reconheceu seus pais! Martin foi transportado para a Clínica Universitária de Essen, onde foi constatado um traumatismo cerebral. Já no primeiro dia, porém, ele abriu os olhos e disse: "Quero voltar para casa".

Atualmente, Martin terminou seus estudos e joga basquete. Ele não apresenta nenhuma lesão permanente; está totalmente curado: "Lutarei para que ninguém retire os órgãos de pacientes com 'morte cerebral' — diz ele — eu tive sorte, graças a meus pais maravilhosos. Mas quantos não a tiveram?"
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Fonte: A revista suíça Orizzonti de informação médica, nº 43, dezembro 1997.
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Transplante de órgãos 

Pastora apresenta queixa ao Tribunal Superior Federal da Alemanha

A pastora Ines Odaischi, da Igreja Evangélica do Estado de Baden-Württemberg, apresentou em janeiro de 2001 uma queixa ao Superior Tribunal Federal da Alemanha solicitando um aprimoramento da Lei do Transplante: que a retirada de órgãos após a assim chamada "morte cerebral" seja efetuada somente sob anestesia. Como durante a retirada dos órgãos ocorrem nos doadores fortes oscilações na curva cardiológica, bem como um aumento significativo da pressão sanguínea, sudorese e/ou movimentos bruscos defensivos com braços e pernas, a pastora entende que é preciso presumir que o agonizante apresenta uma certa forma de consciência e também sente dor.

Além do testemunho de peritos, que confirmam a existência da sensação de dor em pacientes com "morte cerebral", a pastora apresenta uma carta da Fundação Alemã de Transplantação de Órgãos. Nessa carta admitem que não é possível verificar se um paciente declarado como caso de "morte cerebral" realmente não sinta mais nada.

Segundo a pastora (ela mesma doadora declarada de órgãos), precisam ser tomadas medidas legais imediatas, para que pessoas — que decidiram livremente doar os seus órgãos — não fiquem sujeitas a um martírio no momento da retirada dos órgãos. De acordo com a pastora, não é isto que ocorre: somente cerca de 50% dos agonizantes recebem uma anestesia — e isto apenas "por baixo do pano". Os demais são retalhados sem anestesia.

A pastora também considera a prática comum de diagnosticar a "morte cerebral" quando os pacientes inconscientes são — para constatar uma possível ausência das funções cerebrais — submetidos a métodos que visam provocar dor, sendo assim uma violação das leis constitucionais que protegem a dignidade humana e o direito à vida e à integridade física. Esses métodos incluem causar dores fortes para provocar reflexos: picar as narinas, irritar as córneas e a garganta, irritar os brônquios com sonda, exercer forte pressão sobre o globo ocular, introduzir água gelada no canal auditivo e até fazer uma angiografia. Segundo declarações de peritos, não é possível descartar a possibilidade de que os pacientes em coma fujam das dores causadas para diagnosticar a morte cerebral entrando em um coma mais profundo ou até chegar à morte. Como uma angiografia pode ser letal para um paciente com trauma cerebral, a pastora também rejeita este tipo de diagnóstico.
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Fonte: Raum & Zeit, nº 110, março/abril 2001, Wolfratshausen, Alemanha.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Renascendo

Estamos no dia 29 de Dezembro de 2012, o Natal já passou e, o ‘fim do mundo’ também. E, estamos aqui!


Se você está lendo isto, é porque também está! Parabéns!


Estamos passando pelo fim de um mundo ou um tipo de consciência, e o nascimento de outra Consciência, mais elevada ou mais ampla. É um momento maravilhoso e, para mim, é um grande prazer fazer parte desta mudança de Consciência geral e total.


O nascimento não é um momento fácil. Temos que quebrar paradigmas, romper com apegos, soltar as amarras, e isto é difícil no princípio.

Quebrar a casca do ovo é um ato de grande heroísmo, mas também de sobrevivência, já que naquele ambiente lacrado não se consegue seguir adiante no propósito de vir a Ser. Saímos de mais uma ‘casca’, nestes dias que se passaram e, muitos estamos ainda neste processo. 

Porém, todos já vibramos em outro plano mais sutil e iluminado!

Isto causa instabilidade interna, que se reflete no ‘exterior’. Sentimos que algo nos falta, que o chão sai dos nossos pés…Mas, se não resistirmos a estes fenômenos, e deixarmos ir…, venceremos mais esta etapa, e brindaremos as nossas Realizações!


É a passagem do medo para a Consciência do Amor.  Entramos na era do Amor.


No livro Um Curso em Milagres podemos ler:


“O Amor é minha herança, e com ele a alegria.
Estas são as dádivas que meu Pai me deu.
Eu quero aceitar tudo que é meu na verdade.”
(L. 117, 2.)


Então, aceitemos esta maravilhosa herança divina, o Amor, que nos brinda felicidade hoje, agora.


Este é o momento perfeito para clarificarmos nossas vidas e perguntar-nos: Somos felizes como vivemos, com o que fazemos e, com os nossos relacionamentos?  É o momento de limparmos todas as travas e programações que não pertencem a esta era de luz, amor e verdade. Não devemos mais buscar nossos líderes fora de nós mesmos, pois sabemos onde vive a Verdade: no nosso interior. Este é um tempo maravilhoso! Parabéns por você estar aqui, compartilhando destas transformações para a descoberta do Ser de Luz que você É e que todos Somos, na Unidade!

Os índios Hopi, dos EUA, disseram:

“Somos Aqueles pelos Quais estivemos esperando!”

E o Agora é o tempo pelo qual estivemos esperando.

Somos Realmente Luz, Paz e Felicidade.

Basta lembrar-nos disso constantemente.

Feliz Aniversário para você e para todos nós que renascemos nesta nova Era de Luz, Paz, Harmonia, Abundância e muito Amor!

Feliz 2013!
Paz e bençãos,
Lily Dirus
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domingo, 30 de dezembro de 2012

Antigo Hospital, hoje Museu - Beaune, Bourgogne, FRANCE



Enviado como PPS pela amiga Leuca:

Foi construído, para atender os pobres, em Beaune, na França em 1443.

Hoje é um Museu; reparem nos detalhes ! Magníficos !!!

Bem no centro de Beaune (é uma cidade na Borgonha, perto de Dijon, na região/departamento chamada o de Cote d'Or.

É considerada a capital do vinho da Borgonha, chama a atenção uma construção: o Hôtel-Dieu de Beaune, sede do Hospices de Beaune.

Era um hospital de caridade, tipo uma Santa Casa, fundado em 1443 por Nicolas Rollin, chanceler do Duque da Borgonha, e sua mulher Guigone des Salins.

A população da cidade nessa época era bastante miserável , a maioria da população constituída por mendigos. Rollin era o encarregado da arrecadação dos impostos e na época conseguiu mobilizar os mais ricos, construindo assim o Hospices, uma instituição que funciona até hoje em dia, mas em outro local.

Em épocas passadas conseguíamos achar políticos mais sérios....

Respondi-lhe:

UAAUUUUUUUUUUUUUUUUU!!! 
Magnífico realmente... reparou nas cores dos leitos, vermelho, um pouco de amarelinho... enfim, cores que lembram vida (sangue), chacra básico, cores que levantam, impulsionam... não os azuizinhos, verdinhos da atualidade... Lembrei que quando fiquei 3 dias no hospital (cesária), não suportava mais aquele tom de azul, rsrss



































 
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EFT ajuda a remover um Anel Preso



Por Lydia Campbell

Eu acabo de retornar do workshop em Dallas e estava pensando em compartilhar uma história de sucesso com EFT em minha filha de onze anos de idade, que aconteceu bem perto de eu ir para o workshop. A aplicação da EFT, neste caso, não era para caso tão sério ou grave, como ameaça à vida, mas ilustra bem o valor de se insistir em "experimentá-la em tudo."



Uma manhã, minha filha colocou um anel, que disse mais tarde, que tinha sido um pouco difícil de colocar.



Naquela noite, ela veio até mim e disse que não estava conseguindo tirá-lo. Eu acho que ela havia tentando por algum tempo, já que a junta estava inchada e vermelha.



Eu fiz ela tentar ensaboar o dedo e, em seguida, ela tentou algun gel, mas estava visualmente claro que o anel era muito pequenos para caber naquela junta bastante inchada. Eu disse a ela que poderia ser necessário cortar o anel, mas ela queria esperar até de manhã e ver se ele iria sair.



Olhando para o anel eu tinha quase certeza que ia acabar cortando-o, mas eu não queria aborrecê-la dizendo isso.



Eu comecei a mandá-la para cama com uma pedra de gelo, mas quando ela estava saindo eu tive uma idéia e perguntei se ela queria fazer EFT para o problema.

Ela queria saber como isso poderia ajudar um anel preso a sair. Eu disse: "Quem sabe, eles dizem para experimentar em tudo."



Alguns antecedentes aqui sobre a minha filha.



Ela já havia resistido a qualquer esforço da minha parte para fazer EFT com ela sobre qualquer coisa, segundo suas palavras "Eu fiz tudo errado". (Eu mencionei que ela tinha 11 anos, certo? Ela tinha visto apenas um vídeo de treinamento ou manual).



Embora muito cética, ela estava disposta a tentar EFT neste momento, por isso fizemos uma rodada sobre "meu dedo inchado" e uma rodada sobre "meu dedo inchado e este anel preso" e uma rodada de trio das escolhas sobre "este anel preso - eu agora escolho tirar este anel facilmente. " Eu coloquei uma gota de loção em sua pele para não machucá-la e então suave e facilmente deslizei o anel para fora.



Foi muito incrível como a junta não estava mais inchada ou avermelhada.



Acho que minha filha foi convertida para o resto de sua vida. Ela queria que eu explicasse exatamente como isso poderia ter acontecido. De lá para cá, ela já me pediu para ajudá-la a fazer EFT para o medo do palco nos ensaios da peça de teatro na escola.






Tradução livre por Mizuji Kajii http://www.mizuji.com/artigos/anel.htm


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Grata Mizuji!!!!

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