sábado, 28 de dezembro de 2013

Cloreto de Magnésio



Minerais são, indubitavelmente, a estrutura do corpo físico. Há quase dezoito anos dou muito atenção em minhas avaliações por radiestesia às pessoas em atendimento, normalmente elas se encontram em deficiência ou não assimilação de um ou mais minerais.

LenaRodriguez
 



Sintomas da deficiência em Magnésio
Nomeamos aqui os sinais e sintomas da deficiência em Magnésio. Este mineral essencial é necessários para a manutenção de uma excelente saúde e para diminuir o risco de infarto do miocárdio e vários tipos de cancro.

O Magnésio faz parte da matéria prima que as nossas células utilizam para fabricar energia, hormonas, anticorpos etc.


1- Geral
a – Retenção de água
b – Mudança rápida de peso
c – Pés e mãos frios

2- Humor
a – Ansiedade / Apreensão
b – Irritabilidade
c – Inquietação / Impaciência
d – Nervosismo   
e – Agitação / Hiper atividade

3- S. N. C. (Sistema Nervoso Central)
a – Confusão mental
b – Desorientação
c – Ouço ou vejo coisas que não tenho certeza se realmente existem
d – Insônia
e – Incoordenação / Desequilíbrio
f – Diminuição da memória
g – Dificuldade do aprendizado
h – Convulsões
i – Respostas exageradas com sobressalto / susto / espanto

4- Neuro – Muscular
a – Fraqueza muscular
b – Dificuldade de falar, de articular as palavras
c – Câimbra a qualquer hora
d – Dores musculares (mialgia)
e – Formigamento / Adormecimento: mãos ou pés
f – Contrações musculares persistentes e contínuas
g – Tremores nos músculos
h – Tremores dos braços e pernas
i – Dificuldade em fazer movimentos delicados
j – Faço ás vezes movimentos sem querer, sem o domínio da vontade

5- Ouvido
a – Zumbido / zunido / chiado / tinido é contínuo, ininterrupto
b – Vertigem / Tontura

6- Gastro – Intestinal
a – Falta de apetite
b – Náuseas / enjôo
c – Vômitos

7- Intestino
a – Tenho tendência a intestino preso / ressecado e ele não funciona todos o
b – A minha eliminação de fezes é feita com esforço e ou dificuldade

8- Cardio – Pulmonar
a – Ás vezes os batimentos do coração ficam fora do ritmo, sinto bater b b – desc Ás vezes eu sinto: Palpitação / Batedeira / Taquicardia


9- Rins
a – Perco urina na cama, dormindo, sem perceber
Se você está apresentando alguns destes sintomas, provavelmente está com deficiência em magnésio.


Fonte:José de Felippe Junior e Váleria Cristina Paschoal – ControlSoft Nutrition 2004




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Magnésio - A luz da vida

No centro da molécula de clorofila, presente em todas as plantas, está um mineral essencial para a vida, o magnésio. É ele que captura a luz solar e a transforma em energia num processo conhecido como fotossíntese. É interessante notar que a clorofila é quase idêntica à hemoglobina, uma molécula presente no nosso sangue e responsável pela oxigenação dos tecidos – a diferença entre estas duas moléculas é que o átomo central da hemoglobina é o ferro, e o coração da clorofila é o magnésio.

Nas plantas é o magnésio que vai transformar a luz em alimento. Deste fato depende toda a vida na face da Terra. Se as plantas não tiverem magnésio, elas não são capazes de se nutrir através dos raios solares. Quando o magnésio está deficiente a planta definha, perde o viço e começa a morrer. Nós somos assim também – não poderíamos respirar, mover os músculos ou usar nosso cérebro sem magnésio suficiente em nossas células.

Enzimas e energia

A função principal do magnésio é a ativação enzimática – este mineral está envolvido em mais de 350 reações enzimáticas essenciais à vida, abrangendo todos os aspectos da fisiologia humana. Também tem ação direta na produção de ATP, a molécula de energia do nosso corpo, no funcionamento do músculo cardíaco, na formação de ossos e dentes, no relaxamento de vasos sanguíneos, na função intestinal, e em muitos outros órgãos e tecidos. A ciência moderna e a medicina ignoram o magnésio.

Milhares de dólares e euros são gastos em pesquisas de ponta para descobrir novos medicamentos, e o que é simples e eficaz é desprezado. Os médicos na sua quase totalidade não prescrevem magnésio e desconhecem o seu real potencial na cura e prevenção de inúmeras doenças e sintomas.

Magnésio no corpo

Aproximadamente 60% do magnésio estão armazenados nos ossos, 26% nos músculos, e os 14% restantes estão distribuídos pelos outros tecidos e fluidos corporais. Há uma alta concentração de magnésio nos órgãos metabolicamente mais ativos, como cérebro, coração, fígado e rins. O magnésio é tão precioso para o corpo que fica quase todo guardado dentro das células, no compartimento intracelular. Somente 1% do nosso magnésio total circula pelo sangue.

Por esta razão quando o médico solicita a dosagem de magnésio no sangue, ele vai ter uma idéia errônea da situação real. Quase sempre o magnésio se encontra dentro dos níveis de referência considerados normais. Se o magnésio presente no sangue estiver baixo, isto significa que a situação está crítica e há uma deficiência crônica e perigosa. Na verdade a deficiência de magnésio deve ser medida pelos sinais e sintomas que o indivíduo apresenta, e as estimativas são de que 80% da população têm carência de magnésio.

Pesquisas

No PubMed, um site que publica pesquisas médicas indexadas, pode-se encontrar alguns milhares de estudos científicos sobre os benefícios de vários compostos de magnésio na saúde humana, abrangendo enxaquecas, depressão, ansiedade, insônia, dor, memória, hipertensão arterial, e muitos outros mais, demonstrando a impressionante versatilidade deste mineral curativo.

Sinais e sintomas

A deficiência de magnésio pode ser detectada a partir de queixas, desconfortos e diversas doenças presentes no indivíduo:

•     dores musculares

•     espasmos musculares

•     fraqueza muscular

•     dores articulares

•     artrite

•     dor lombar

•     osteoporose

•     stress

•     insônia

•     ansiedade

•     pânico

•     depressão

•     nervosismo

•     hiperatividade

•     desordem de atenção

•     doença cardíaca

•     trombose

•     hipertensão arterial

•     batimentos irregulares

•     doença hepática

•     doença renal

•     cálculos

•     cistites de repetição

•     síndrome metabólica

•     diabetes

•     hipoglicemia

•     fadiga crônica

•     doenças intestinais

•     constipação

•     soluços

•     asma

•     pré-eclâmpsia

•     eclâmpsia

•     tensão pré-menstrual

•     infertilidade

•     cólica menstrual

•     cárie dental

•     câimbras

•     enxaquecas

•     envelhecimento precoce

Tipos de magnésio

O magnésio é um sal mineral e está presente na natureza sempre associado a outras moléculas orgânicas ou inorgânicas, como minerais e aminoácidos. Alguns exemplos:

•     cloreto de magnésio

•     aspartato de magnésio

•     carbonato de magnésio

•     sulfato de magnésio     

•     citrato de magnésio

•     óxido de magnésio

•     orotato de magnésio

•     gluconato de magnésio

Por que cloreto de magnésio?

Tanto o magnésio quanto o cloro tem grande importância na manutenção da saúde e vitalidade. O cloro é necessário para a produção de grandes quantidades diárias de suco gástrico, usado para digerir os alimentos que ingerimos, e ativa enzimas responsáveis pela pré-digestão dos amidos. O magnésio, além de tudo o que foi dito acima, também age no rejuvenescimento ao prevenir a calcificação dos nossos vasos, órgãos e tecidos, um processo característico da degeneração corporal ligada ao envelhecimento.
Se optarmos por outros sais de magnésio, o corpo vai despender energia extra para convertê-los em cloreto de magnésio. Para absorver o óxido ou carbonato de magnésio o corpo vai precisar produzir uma quantidade extra de ácido clorídrico. Em indivíduos idosos, especialmente com doenças crônicas ou em uso de medicamentos que controlam a acidez estomacal, a produção de ácido clorídrico é insuficiente, o que dificulta a absorção destes outros sais de magnésio. Neste caso os íons de cloro são absolutamente necessários para permitir a assimilação do magnésio.

Mais benefícios

Além disso, o cloreto de magnésio tem uma ação no combate de infecções, tanto via oral como tópica. Em 1915, um cirurgião francês, Pierre Delbet, descobriu que a aplicação de uma solução de cloreto de magnésio em feridas externas tinha um efeito estimulante na atividade leucocitária e na fagocitose, o que acelerava a cicatrização e prevenia a infecção do ferimento.



Seu interesse foi tão grande que ele começou a pesquisar outros usos e descobriu sua ação imunoestimulante e tonificante geral quando tomado por via oral. Muitos outros pesquisadores, anos depois, chegaram às mesmas conclusões.

Concluindo, o tratamento com cloreto de magnésio visa a suprir deficiências nutricionais sistêmicas, a melhorar o funcionamento de nossas células e do sistema imunológico, além de proteger as células do dano oxidativo.

Os “milagres científicos” da Medicina

Apesar de toda a fortuna investida pelos grandes laboratórios na busca de medicamentos fabulosos e mirabolantes, no século 21 a humanidade continua sendo vitimada por doenças crônicas e degenerativas cuja incidência aumenta cada vez mais. Diabetes, doença cardíaca, câncer, obesidade, doenças neurológicas, depressão, osteoporose – estas pragas modernas explodem e fogem do controle de autoridades médicas, sanitárias e governamentais, e o pior é que eles estão perdidos e confusos sobre fatos básicos ligados à saúde.

A simplicidade do magnésio

Se estes pesquisadores abrissem um pouco os olhos veriam que a base da verdade científica na medicina está no magnésio, pois ele está no centro exato da vida biológica, assim como o ar e a água. Simples assim.

Sem o magnésio nosso corpo colapsa, entra em pane, perde a energia, não consegue efetuar reparos aos danos sofridos. O cloreto de magnésio pode ser considerado como uma solução médica milagrosa para a humanidade.

Quando os níveis celulares baixos são corrigidos é isso que parece, que um milagre ocorreu. Inúmeras queixas se vão sem nenhum dos remédios modernos, que intoxicam e não cumprem o papel de curar. Na minha clínica diária vejo isso acontecer diariamente.

Coração e magnésio

Durante e logo após um enfarte acontecem alguns eventos, a saber:

- aumento do dano ao coração devido à concentração de íons de cálcio no músculo cardíaco,

- formação de coágulos que podem bloquear os vasos coronários,

- redução do fluxo de sangue porque os vasos sanguíneos entram em espasmo,

- arritmia devido ao dano ocorrido no músculo cardíaco, produzindo contrações defeituosas.

Ação do magnésio:

- dilata os vasos sanguíneos,

- neutraliza a ação do cálcio, prevenindo o vaso espasmo,

- ajuda a dissolver os coágulos,

- reduz dramaticamente o tamanho do dano cardíaco e previne a arritmia,

- age como um antioxidante contra a ação dos radicais livres no local afetado pelo enfarte.

Atenção: quando se usa medicamentos para o coração, principalmente diuréticos para reduzir a pressão arterial, ocorre uma depleção de magnésio, que é eliminado junto com o potássio. O magnésio é essencial para estabilizar a atividade do músculo cardíaco.

Insulina e magnésio

O magnésio é necessário para a produção de insulina pelo pâncreas, e também ajuda na sua função de metabolizar a glicose sanguínea. Há uma interação entre o mineral e o hormônio – é a insulina que transporta o magnésio para o interior das células.

Em um estudo feito no Gonda Diabetes Center, na Califórnia, 16 voluntários saudáveis foram colocados numa dieta deficiente em magnésio, e a sua insulina tornou-se menos eficiente em mover a glicose do sangue para as células, onde ela é utilizada como fonte de energia ou armazenada para uso futuro.

Por outro lado, quando ocorre a resistência insulínica, primeiro passo no caminho do diabetes tipo 2, ou quando nosso corpo já não produz insulina suficiente, nós não conseguimos estocar o magnésio dentro das células, que é onde ele deve estar, e os rins simplesmente excretam o magnésio circulante no sangue.

Esta relação íntima entre magnésio e insulina determina o status de nossa saúde. Magnésio e insulina precisam um do outro, e nós precisamos dos dois. Níveis baixos de magnésio intracelular e no sangue estão associados com a resistência insulínica, com intolerância à glicose, e com a redução da secreção de insulina pelo pâncreas.

Diabetes, doença cardíaca e magnésio

O magnésio intracelular ajuda a relaxar os músculos, e se nós não conseguimos estocar magnésio, ele vai ser eliminado via urina, o que vai fazer com que os vasos sanguíneos fiquem contraídos, aumentando a pressão arterial e reduzindo o nosso nível de energia. Assim podemos perceber claramente a intima relação entre o diabetes e a doença cardiovascular.

Ansiedade, depressão, stress e magnésio

É cada vez mais comum e mais banalizado o uso de drogas psiquiátricas contra a depressão, ansiedade, stress e outros sintomas mentais, como o pânico, a compulsão alimentar, as dependências de álcool e tabaco, e fobias diversas. Drogas pesadas com inúmeros efeitos colaterais, causadoras de dependência e que não curam o problema. Estes sintomas podem estar ligados a uma deficiência de magnésio.

As pessoas não apresentam depressão ou ansiedade porque o corpo tem deficiência de diazepam ou fluoxetina, ou outros medicamentos semelhantes. Estas drogas não são usadas pelo nosso corpo nos importantes processos metabólicos, ao contrário do magnésio, cuja deficiência pode levar ao aparecimento de sintomas na esfera psicológica.

O magnésio relaxa o sistema nervoso por diversos mecanismos. Além de agir na musculatura contraída, ele também é bloqueador natural de um receptor cerebral chamado NMDA. Este receptor é estimulado pelo cálcio levando a uma hiperexcitação do cérebro, com irritabilidade, ansiedade, depressão e stress. O magnésio age como antagonista, impedindo esta hiperexcitação, ajudando a acalmar o sistema nervoso.

Osteoporose e magnésio

Existem aproximadamente 18 nutrientes essenciais para ossos fortes e saudáveis, incluindo o magnésio. É um grande erro suplementar somente o cálcio quando se quer tratar ou prevenir a redução da densidade óssea. O cálcio domina soberano no tratamento da osteoporose, e os médicos receitam este mineral sem ter a mínima idéia das consequências bioquímicas do desequilíbrio que estão ajudando a causar.

Se houver deficiência de magnésio, este cálcio, em vez de se fixar no osso, vai se depositar em tecidos moles como as juntas, causando artrite, ou nos rins, contribuindo para a formação de cálculos renais, ou ainda nos vasos do coração, levando ao entupimento das coronárias e enfarte. O magnésio tem múltiplas funções no metabolismo ósseo:

- níveis adequados de magnésio são essenciais para a absorção e utilização do cálcio.

- o magnésio estimula a produção de calcitonina, um hormônio que ajuda a preservar a estrutura óssea e retira o cálcio excedente da circulação sanguínea e dos tecidos moles, fixando-o no osso.

- também suprime a ação de outro hormônio ligado ao metabolismo ósseo, o paratormônio, reduzindo a reabsorção óssea.

- o magnésio é necessário para converter a vitamina D inativa na sua forma ativa, o que ajuda a aumentar a absorção de cálcio.

- as reações enzimáticas necessárias para formação de osso novo são magnésio dependentes.

Equilibrando cálcio e magnésio

Pesquisadores finlandeses associaram uma altíssima incidência de casos de enfarte e osteoporose no país a uma dieta em que a proporção entre cálcio e magnésio é de 4 para 1. Isto ocorre também nos Estados Unidos, onde a proporção é de 5 partes de cálcio para 1 parte de magnésio. A conclusão é que a nossa alimentação tem grande ênfase no cálcio sem o cuidado de equilibrar o magnésio. A preocupação com a osteoporose e a suplementação errônea de pílulas de cálcio aumenta ainda mais este desequilíbrio entre os dois minerais.

O correto seria manter a proporção em no máximo 2 partes de cálcio para 1 parte de magnésio. Na dieta do homem paleolítico esta proporção era de 1 para 1. Mesmo uma pequena deficiência de magnésio torna-se um grande fator de risco para o desenvolvimento da osteoporose. Se existe muito cálcio no corpo, especialmente proveniente da suplementação do cálcio, há uma grande redução na absorção do magnésio, o que só piora o quadro da osteoporose. Este cálcio que não se fixa no osso é chamado de cálcio patológico, e vai se depositar nos tecidos moles causando diversas doenças, já citadas acima.

Comendo magnésio

Como melhorar a alimentação para obter mais magnésio? O teor de magnésio de todas as folhas verdes, nozes e sementes, grãos e leguminosas, é dependente da qualidade do solo. Seria muito importante que este solo fosse rico em magnésio, o que não ocorre de modo geral, porque os fertilizantes utilizados são à base de nitrogênio, fósforo e potássio, que fazem a planta crescer muito e parecer saudável, mas a depleção crônica de minerais essenciais no solo empobrece os nossos alimentos. E por isso vivemos num estado carencial crônico, cujas consequências são mais evidentes à medida que envelhecemos.

Suplementando magnésio

Se 80% da população é deficiente em magnésio, está na hora de suplementar o magnésio. E o cloreto de magnésio é uma forma barata, segura e eficaz de se obter ou recuperar a boa saúde. Quem mais precisa deste mineral:

•     idosos

•     diabéticos e pré-diabéticos

•     pessoas em dietas restritivas

•     uso crônico de bebidas alcoólicas

•     usuários de medicamentos para o coração

•     usuários de antiácidos

•     praticantes de atividade física intensa

•     hipertensos

•     portadores de osteoporose

•     portadores de doenças cardíacas

•     indivíduos com grande stress mental

Quanto magnésio tomar?

O cloreto de magnésio em pó deve ser diluído em água filtrada ou mineral. Para 1 litro de água coloque 2 colheres de sopa rasas, o equivalente a 30 gramas de cloreto de magnésio. Misture até dissolver e guarde na geladeira. A dose básica a ser tomada é 50 ml (1 xícara pequena de café) 1 a 2 vezes por dia. Para o tratamento de deficiências mais sérias esta dose pode ser aumentada para 3 a 4 vezes por dia. Se houver qualquer reação adversa, como diarreia, náusea ou sonolência, reduza a dose.

Para a limpeza de feridas a proporção é de 1 colher de sopa rasa em 1 litro de água filtrada ou fervida. Além do efeito bactericida, esta solução de cloreto de magnésio estimula a imunidade local, o que ajuda a acelerar a cicatrização.
Referência: Para maiores informações consulte o link http://drsircus.com/medicine/magnesium

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No Brasil temos o nosso querido Dr. Luiz Moura que há muito nos instrui sobre o Cloreto de Magnésio.





Minerais são, indubitavelmente a estrutura do corpo físico, há quase dezoito anos dou muito atenção a esse quesito às pessoas em atendimento em minhas avaliações por radiestesia . Normalmente elas se encontram em deficiência ou não assimilação de um ou mais minerais.

Lena Rodriguez

www.cuidebemdevoce.com

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Novo relatório alerta para risco de bactérias super-resistentes



SAMY ADGHIRNI

Bactérias que se tornaram cada vez mais resistentes devido ao uso desenfreado de antibióticos representam grave ameaça à saúde mundial, segundo novo relatório de especialistas. 

O estudo, que reuniu autoridades, pesquisadores e indústria farmacêutica, foi divulgado durante a Cúpula Global para Inovação em Saúde, evento patrocinado pelo Qatar que terminou ontem em Doha.

Segundo o documento, ao menos 20 bactérias desenvolveram, graças a mutações genéticas, capacidade de sobreviver a agentes destinados a eliminá-las, tanto em tratamentos para humanos como para uso industrial em animais.

A resistência bacteriana dificulta desde tratamentos de rotina até iniciativas de combate a epidemias e pandemias.

Entre as bactérias mais resistentes encontram-se pneumonias e variações da E.coli, que causa diarreia e é capaz de levar crianças à morte em países pobres.

O estudo calcula que ao menos 500 mil pessoas morrem a cada ano em virtude de tratamentos anti-infecciosos que se tornaram inócuos.

O problema é agravado, ainda de acordo com o estudo, pela facilidade com que essas bactérias circulam entre países. Uma delas surgiu na Índia em 2008 e acabou sendo diagnosticada como resistente a antimicrobianos dois anos depois por cientistas europeus e canadenses.

"Pioramos a situação sempre que tomamos antibióticos sem necessidade. E todos nós já fizemos isso", disse a coordenadora do estudo Dame Sally Davis, do Departamento de Saúde do governo britânico.

Durante debate sobre o tema, Davis condenou tanto o hábito dos médicos de receitar antibióticos para satisfazer rapidamente sues pacientes quanto a propensão da população à automedicação.

Em 2011, levantamento da revista especializada Lancet feito em 33 países apontou o Brasil como quinto maior consumidor de antibióticos sem receita.

"Nos últimos 50 anos, demos um salto enorme nas nossas vidas graças a antibióticos, mas a resistência das bactéria ameaça nos empurrar de volta para o passado. Como seria o mundo se antibióticos não fizessem mais efeito?", questionou Davis.

Para evitar o agravamento do problema, o estudo recomenda que governos priorizem campanhas educativas e, no caso dos países pobres, condições básicas de higiene.

Já para combater bactérias resistentes, o documento traz recomendações polêmicas, como aumentar o preço dos antibióticos para incentivar laboratórios farmacêuticos a investir novamente em pesquisa num setor pouco rentável devido à produção em larga escala num mercado competitivo.

Outras sugestões controversas incluem usar dinheiro público para incentivar pesquisa farmacêutica privada e reforçar patentes de novos medicamentos para "retribuir" soluções inovadoras.

O conjunto das propostas ameaça reforçar o abismo que prevalece em boa parte do mundo entre ricos e pobres em matéria de acesso a tratamentos mais eficientes.

PESQUISA CONTESTADA

Alguns participantes do evento questionaram o documento e atribuíram boa parte da resistência bacteriana aos incentivos financeiros que médicos recebem dos laboratórios para receitar remédios em larga escala, inclusive antibióticos.

Também houve críticas de especialistas contra o suposto alarmismo exagerado da publicação. 

Eles alegaram que quadros infecciosos podem piorar rapidamente sem uso de antibióticos.


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e segue proscrita a auto-hemoterapia...

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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Câncer - Método Kovacsik



Palestra sobre o Método Kovacsik para câncer por Daniel Kovacsik da AEMK - www.aemk.com.br.



VIII Congresso Brasileiro de Radiestesia e Radiônica - 6 de novembro de 2011. A palestra fala sobre o Método Kovacsik, o programa "MK para todos" e Ciência sem amor.


VÍDEO




O Câncer dispensa apresentações. É uma doença que pode se tornar muito agressiva e que durante o seu processo de manifestação tende a causar muitas dificuldades nos pacientes e seus familiares. Hoje em dia existem muitas tecnologias que foram desenvolvidas e que têm ajudado a combater o câncer, mas, infelizmente, muitas pessoas ainda continuam a adoecer e milhões de seres humanos pelo mundo ainda morrem por causa dessa doença. Por esse motivo esses pacientes partem em buscar de outras opções e começam a conhecer o mundo das terapias naturais/complementares. E, nesse momento, tomam conhecimento do Método Kovacsik para câncer. Uma teraapia que tem muito a contribuir para essas pessoas.



Quem somos



O Método Kovacsik é uma terapia baseada em captação de energia natural desenvolvida pelo sr. Estevam Kovacsik na década de 1950. O MK apresenta uma abordagem completamente diferente sobre a origem e como tratar essa doença e, ao longo dos anos, já beneficiou milhares de pessoas. Como a teoria é extensa, pedimos a gentileza de visitar nosso site para conhecer mais sobre a teoria e processo terapêutico.




A terapia é aberta ao público desde janeiro de 1960, e foi sempre oferecida de forma voluntária e gratuita, de geração em geração, na família Kovacsik, em sua residência localizada no bairro do Jabaquara, em São Paulo, SP. Em junho de 2008, alguns membros da família se juntaram e criaram uma Associação sem fins lucrativos, que tem como objetivo promover a difusão do conhecimento e acessibilidade da terapia às pessoas que dela precisam e também promover parceria em pesquisa científica.



O trabalho da AEMK é baseado no voluntariado e visa ser gratuito aos pacientes. Hoje, estimamos que existam mais de 1.500 pessoas passando pela terapia. Muitos que tomam conhecimento dessa iniciativa perguntam como é possível manter um trabalho dessa magnitude apenas com voluntários. A resposta é parcialmente simples. Dividimos o trabalho em dois: 1) o trabalho dos Pontos de Atendimento; e 2) o trabalho da AEMK, como gestora do Método Kovacsik. Todos os trabalhadores nos Pontos de Atendimento trabalham de forma voluntária. Isso é possível através do esforço de cada um em dedicar algumas horas de atividades uma vez por semana. Os custos para esta prestação de serviço existem, mas são pequenos e geralmente cobertos pela união dos voluntários. Às vezes, recebem alguma ajuda externa. Já a ação da AEMK é diferente. É um trabalho diário, em horário comercial durante toda a semana, para o qual precisamos de profissionais dedicados a executar suas funções para a manutenção do trabalho, tal como acontece em qualquer outra ONG.



O que precisamos:



O dinheiro a ser arrecadado se destina a:



    - Alugar um imóvel para ser nossa sede;



   - Contratar um funcionário em período comercial;



   - Serviço de telefone e internet;



*Todos os itens são pelo período de um ano.



Por quê?



Apesar de nosso trabalho ser baseado no voluntariado, existe uma estrutura de trabalho, de suporte aos Pontos de Atendimento e aos voluntários, e controle de qualidade que precisamos manter e continuamente ampliar para que as pessoas que vão passar pela terapia possam sempre receber um atendimento de alta excelência. A AEMK necessita de um escritório e funcionários para dar suporte aos mais de 60 PAs já existentes e trabalhar na implementação de muitos outros. Para isso precisamos de local fixo de trabalho, computadores, móveis, água, luz, telefone, ou seja, tudo o que um escritório convencional precisa. A única diferença entre uma ONG e uma empresa comercial é que no final do mês uma ONG não apura lucros. Todo o dinheiro recebido é dedicado ao objetivo social da ONG conforme seu estatuto.



Por muito tempo a AEMK não aceitou doações, pois preferiu estruturar e consolidar o seu trabalho com recursos dos associados fundadores, limitando os gastos aos extremamente necessários. Hoje, tornou-se fundamental para que possamos cumprir com nosso objetivo social. Muitas pessoas pensam: “Não gosto de doar dinheiro – prefiro doar coisas materiais que sejam necessárias”. Este tipo de ajuda é útil e será bem-vinda, mas muitas das despesas de uma ONG precisam de dinheiro para serem pagas. Existe um senso comum em que se entende que ONGs não precisam de dinheiro, pois fazem algo de bom em que acreditam. Este é um pensamento incorreto. Fazemos com o maior amor do mundo e fazemos do jeito que podemos, mas por que fazer da maneira que dá e não da maneira que precisa ser feita? Fazer da maneira que dá geram resultados apenas parciais. Essa não é apenas a realidade da AEMK, é a realidade da maioria das ONGs existentes no Brasil e Exterior.



Em 2013, o Ministério da Justiça conferiu à AEMK o título de OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. Por isso a AEMK agora deve também prestar contas anualmente para o próprio Ministério da Justiça a fim de manter o título concedido.



Agradecemos a sua colaboração e, com certeza, com ela poderemos estender esse benefício a outras milhares de pessoas pelo Brasil e pelo mundo.



“Só o amor constrói a paz”












domingo, 15 de dezembro de 2013

Câmara discutirá inclusão de Ritalina na merenda escolar

“É preciso uma cultura de obediência e padronização num mundo sem valores”, afirma idealizador do projeto que incluirá Ritalina na merenda escolar.

A Ritalina, droga da obediência muito famosa nas mais tradicionais escolas brasileiras, está para se tornar componente obrigatório na merenda das escolas públicas. A ideia é do Deputado Júlio Santos do PPGI-RJ (Partido Progressista do Grande Irmão). A intenção é padronizar cabeças e dopar crianças para que estudem muito e questionem pouco. “Existe hoje a necessidade de criar uma cultura da obediência numa sociedade que se perdeu em excessos liberais. Assim evitamos agressões contra professores, cortamos esse papo de homossexualismo e nos prevenimos contra a presença de futuros adultos se rebelando contra políticos honestos. O lema é estudar mais, pensar menos”, afirma Santos. Segundo linhas do projeto, a ideia é ministrar 70 mg diários via oral diluídos nos sucos ou mesmo misturados aos alimentos. “Quiçá presente até nos bebedouros!”, afirma Júlio César Lombroso, diretor da Escola Estadual Emílio Guerra em Teresina no Piauí. O Dr. Drauzio Varella e a apresentadora do programa Saia Justa, Astrid Fontenelle, comentaram sobre o caso. Confira:   




Controvérsias - Segundo os cientistas, a substância é a mais indicada no tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). O remédio, cujo princípio ativo é o cloridrato de metilfenidato, faz com que a criança fique quimicamente contida em si mesma e é extremamente benquisto pela indústria farmacêutica, laboratórios e orgãos públicos. 

“Vejo pessoas criticando o usa da Ritalina. São retrógrados! A maioria dos pacientes tolera bem a medicação, que altera o organismo para que o cérebro funcione melhor. É como um par de óculos: corrige a maneira como a criança enxerga o mundo. Pacientes agitados, impulsivos, com dificuldades de aprendizagem, ao usarem o remédio, conseguem prestar mais atenção nas suas tarefas e aprendem com mais facilidade. O remédio é seguro e apresenta até 80% de eficácia. Mas deve ser sempre usado com acompanhamento médico e adequadamente prescrito, segundo seus adeptos”, afirma Marcel Hipocondreu Alves, farmacêutico. 

Ademais, os dados não mentem. Só em 2009, cerca de 2 milhões de caixas das pílulas foram vendidos. De 2009 a 2011 o comércio da droga subiu em 75%.
 
Ciência cretina! Não há nenhum exame que determine se a criança é hiperativa ou se tem outro problema. Sempre existiram crianças e adolescentes desatentos, agitados e com dificuldades de aprendizagem. Mesmo os perseguidos socialmente não desenvolverão obrigatoriamente quadro de depressão e síndrome do pânico. Óbvio que se trata de uma indústria e, sobretudo, de um espírito do tempo. Déficit de atenção? Geração Ritalina, a geração sem foco, a geração sem significado, a geração sem memória de longa duração, a geração ícone, geração fato, geração manchete, geração avatar facilmente deletável” afirma Juliana Szabluk, professora e psicóloga. 
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