quinta-feira, 31 de julho de 2014

Diabetes (tipo I e tipo II)




Glossário das Doenças

Consoante os casos, a diabetes pode ser de tipo I ou de tipo II. A diabetes é uma doença crónica atribuível a uma carência ou a uma deficiência na utilização da insulina, uma hormona produzida pelo pâncreas e que faz baixar a glicemia (taxa de açúcar no sangue). Este distúrbio metabólico aumenta a taxa de açúcar no sangue (hiperglicemia), o que provoca diversos sintomas e complicações de gravidade variada. Felizmente, mesmo sendo a diabetes uma doença incurável, é possível facilitar a vida por meios naturais, que permitem:
-  reduzir a glicemia e, por conseguinte, a utilização de insulina;
-  controlar melhor as manifestações mais graves da diabetes (neuropatia, etc.)

O que é a diabetes de tipo I ?
Também chamada “diabetes juvenil”, surge quando o pâncreas deixa, total ou parcialmente, de produzir insulina. Esta forma atinge sobretudo as crianças e os jovens adultos, afetando cerca de 10% dos diabéticos.
O que é a diabetes de tipo II ?
Conhecida pelo nome de “diabetes não insulinodependente”, esta caracteriza- se por uma produção insuficiente de insulina ou pelo facto de o organismo não utilizar corretamente a insulina que o pâncreas segrega em quantidade suficiente. Trata-se de um problema que surge nas pessoas com mais de 40 anos e que afeta cerca de 90% dos diabéticos.


Quais são os sintomas?
Os sintomas seguintes poderão ser sentidos, de forma gradual ou súbita:
-  eliminação excessiva de urina (acontece frequentemente ter de se levantar durante a noite para urinar);
-  aumento da sede e da fome;
-  grande perda de peso;
-  fadiga e fraqueza;
-  visão turva;
-  maior ocorrência e recorrência de infecções na pele, nas gengivas ou na bexiga;
- entorpecimento ou formigueiro – ou até perda de sensação – nas extremidades dos membros (fenômenos atribuídos à neuropatia, uma deterioração dos nervos).

Quais são as causas físicas?
Desconhecem-se ainda qual, ou quais, as causas exatas da diabetes, embora se saiba que esta doença é de natureza auto-imune. O sistema imunitário afeta as células pancreáticas que produzem a insulina, acabando por destruí-las, por razões ainda não esclarecidas.

Segundo a abordagem da biologia total (ver o capítulo 14), a diabetes resulta de um conflito de repugnância e de resistência.
Em suma, o diabético resiste e sente repugnância face àquilo que deseja evitar, mas sente-se obrigado a suportá-lo. Daí o aparecimento frequente de uma tristeza ou de uma amargura, uma ausência de doçura no coração. Como explica igualmente Christian Flèche, “o diabético procura doçura, doçura, nada mais que doçura, em todas as suas relações”. Segundo ele, a insulina representa a autoridade e o açúcar, a doçura. Daqui resulta a atitude seguinte “Sou confrontado com a autoridade; não posso resistir à autoridade; quero afeto.”

Como curar-se mais depressa

Se sofre de diabetes de tipo I, a administração de insulina é incontornável. Se sofre de diabetes de tipo II e a doença se encontra ainda no princípio, pode – como a maioria das pessoas atingidas – controlá-la por meio de certos medicamentos. Provavelmente, em sequência deverá ter de recorrer a injeções diárias de insulina.
Verdade seja dita que alguns doentes com diabetes de tipo II observam tão bem as recomendações do seu médico que não tomam um único medicamento!
Seja como for, a gestão da diabetes (I ou II) exige uma muito boa disciplina da parte do doente, na aplicação das recomendações que se seguem. Se esta disciplina for seguida, pode-se esperar vir a ter uma vida ativa, autónoma e dinâmica. E sentir-se-á tanto melhor se utilizar igualmente as alternativas que sugerimos mais adiante.

Os melhores expedientes dos médicos
Uma dieta adaptada é a primeira forma de controlo da diabetes. A fim de controlar melhor a glicemia, é assim necessário evitar os “picos glicémicos”. Para isso, deve-se:
-  limitar o consumo de açúcar;
-  privilegiar os hidratos de carbono de índice glicémico fraco (frutas, legumes, sementes, aveia e cereais integrais).
É igualmente importante distribuir o total de glícidos diários permitidos por várias refeições: 3 refeições principais, mas 2 ou 3 pequenas refeições. Em qualquer dos casos, a consulta de um nutricionista é imperativa.

Coma muitas fibras
Certos alimentos ricos em fibras alimentares, tais como as favas, ervilhas secas, frutos, aveia e cereais integrais apresentam um índice glicémico baixo, embora tenham um teor elevado em hidratos de carbono. 
Para além de reduzir o índice glicémico geral, a substituição dos açúcares por alimentos ricos em fibras alimentares (em particular as fibras solúveis), proporciona um melhor consumo vitamínico e mineral.
De notar que, num estudo controlado recentemente realizado em diabéticos tipo II, uma alimentação rica em fibras alimentares – e, em particular, do tipo solúvel (incluindo o farelo de aveia) – revelou ser mais eficaz na redução da taxa de glicose sanguínea pré-prandial (antes da refeição), do que a dieta standard, preconizada pela American Diabetes Association.

Perca peso
É particularmente importante para a gestão da diabetes de tipo II. O tratamento começa por uma redução do peso, graças a uma dieta alimentar e à actividade física.

Pratique exercício
Quando praticado regularmente, o exercício físico apresenta várias vantagens que podem ajudar o diabético a gerir a sua doença. Para além de ajudar a atingir e a manter um peso saudável, pode ainda exercer os benefícios seguintes:
Reduz a taxa de açúcar no sangue. No caso da diabetes II, o exercício pode assim reduzir os sintomas. No entanto, o exercício poderá não melhorar o controlo da glicose a longo prazo, no caso da diabetes de tipo I, pelo que se impõem certas precauções neste sentido.
Reduz a pressão sanguínea e fortalece a função cardíaca. Esta é uma vantagem segura, dado que os diabéticos se encontram especialmente em risco, no que diz respeito às doenças cardiovasculares.
Aumenta o bem-estar geral (auto-estima, etc), bem como o tónus e a força muscular.
Permite reduzir o consumo de medicamentos antidiabéticos.
É particularmente importante praticar exercícios cardiovasculares (marcha, jogging, ténis, bicicleta, etc). Os especialistas da Clínica Mayo sugerem que se pratique aproximadamente durante 30 minutos, todos os dias, e que se façam alongamentos e exercícios de musculação com pesos e halteres.
Se é verdade que, em caso de diabetes, certas precauções se impõem, também é, de longe, mais arriscado não fazer exercício nenhum, do que fazê-lo regularmente.

Atenção!
Tal como a insulina, o exercício físico reduz a taxa de açúcar no sangue. Assim, é necessário assegurar que as atividades físicas e as injeções de insulina sejam suficientemente espaçadas no tempo por forma a evitar uma quebra demasiado acentuada da taxa glicémica.
Por isso se deve prever a inclusão de pequenas refeições suplementares quando se praticam atividades físicas intensivas. Por outro lado, deve-se avançar sempre com prudência, quando se inicia um programa de exercício físico. Peça a opinião do seu médico assistente.
NOTA: Em caso de diabetes, os médicos recomendam igualmente uma gestão correta do stress. Veja “As melhores soluções psicológicas”.

As melhores plantas
 Ginseng (Ginseng quinquefolium)
O ginseng pode ajudar a reduzir a taxa de glicose, quando se sofre de diabetes de tipo II.
Mais de vinte estudos científicos, realizados tanto em seres humanos como em modelos animais, vieram demonstrar que esta planta exercia uma ação hipoglicêmica, podendo eventualmente revelar-se vantajosa no tratamento da diabetes.
É o que confirma um outro estudo recente, realizado por investigadores da Universidade de Toronto. Este estudo demonstra mesmo que o ginseng pode ser suficiente para se atingir uma redução de 15 a 20% na taxa de açúcar no sangue!
Utilização:
Neste estudo, os indivíduos tomaram uma dose de 3 g de ginseng americano, até 2 horas antes das refeições.

Os melhores suplementos
Acido alfa-lipoico
Este anti-oxidante natural é utilizado há mais de 30 anos na Alemanha para tratar a neuropatia diabética. Trata-se de um produto utilizado por via oral ou intravenosa. Em caso de diabetes de tipo II, utiliza-se igualmente para favorecer:
-  a resistência à insulina;
-  a eliminação da glicose.
Dados preliminares que se prolongaram por mais de dois anos indicam que, a longo prazo, poderá melhorar a condução nervosa (motriz e sensorial) nos membros inferiores.
E, facto interessante, não parece causar quaisquer efeitos secundários importantes!
Utilização:
Curtos tratamentos de 3 semanas, com 600 mg por dia, parecem reduzir os principais sintomas da polineuropatia diabética.
 Ácido gama-linoleico (GLA)
Vários estudos tendem a demonstrar que esta substância exerce uma ação benéfica sobre a evolução da polineuropatia diabética distal.
Utilização:
Num estudo controlado, a toma diária de 360 mg de um suplemento de GLA, durante 6 meses, permite melhorar, de forma significativa – em comparação com um placebo – vários marcadores da polineuropatia diabética.
De referir que o óleo de onagro (Oenothera biennis) é muito rico em ácido gama-linoleico.

Outras boas alternativas
 Alimentação vegetariana
Para além de poder vir a prevenir a diabetes de tipo II, a alimentação vegetariana pode também ter um impacto positivo nas pessoas já atingidas:
Dado que esta forma de alimentação é, geralmente, menos rica em gorduras, permite assegurar uma melhor prevenção contra os distúrbios cardiovasculares. Ora, estes representam a primeira causa de mortalidade nos diabéticos.
Outros estudos demonstram igualmente que uma alimentação deste tipo poderia atuar sobre a neuropatia diabética (ver acima):

-  Num destes estudos foi observada uma melhoria ao fim de alguns dias, nos diabéticos de tipo II, depois de estes terem adoptado uma alimentação dita “vegetariana” (sem carne, sem ovos e sem lacticínios).
-  Num outro estudo mais recente, 17 doentes em 21 viram as suas dores desaparecer completamente com a dieta “vegetariana”.
-  As investigações mostraram igualmente que uma redução no consumo de proteínas (como acontece no caso da alimentação vegetariana) poderia ser útil na nefropatia (lesão inflamatória ou degenerativa dos rins).
Observações:
-  Consulte um médico antes de seguir uma dieta com certas restrições alimentares.
-  Adopte pelo menos uma alimentação semi-vegetariana.
 Homeopatia
Em paralelo, pode também recorrer à homeopatia.
Esta abordagem poderá ajudá-lo a controlar as perturbações menores associadas à diabetes.
Além disso, como refere o Dr. Alain Horvilleur, “em certos casos, o tratamento de fundo permite reduzir a quantidade de anti-diabéticos clássicos, na medida em que proporciona um melhor equilíbrio ao doente”. Consulte um homeopata.
Ioga
Para além de exercer uma ação anti-stress, esta antiga prática indiana poderia desempenhar um papel mais específico em caso de diabetes. Com efeito, certas posturas de hatha-Yoga (Ioga do corpo) permitem reequilibrar os processos naturais do corpo e, neste sentido, melhorar o funcionamento do pâncreas.
Vejamos o que diz André Van Lysebeth a propósito dos efeitos benéficos de uma postura específica, Halasana (a charrua):
“O pâncreas é (igualmente) massajado, desobstruído, tonificado. Alguns diabéticos conseguiram reduzir a sua dose diária de insulina, ou mesmo normalizar completamente o seu estado, o que se explica, já que o pâncreas contém os ilhéus de Langerhans que produzem insulina.” São ainda referidas outras posturas consideradas benéficas para melhorar a função do pâncreas: Matsyasana (o peixe), Pashchimotanasana (a pinça), Bhujangasana (a cobra), Shalabasana (o gafanhoto). Consulte um professor de Ioga ou um bom livro de Hata-Ioga.

As melhores soluções psicológicas
Uma boa gestão do stress quotidiano favorece um melhor controlo da doença. E há várias razões para isso:
-  Sob o efeito do stress, o doente pode ver-se tentado a consumir alimentos pouco adequados, arriscando-se assim a esquecer-se de medir a taxa de glicose sanguínea, de tomar os medicamentos ou ainda de praticar exercício físico.
-  Um stress prolongado pode elevar a taxa de glicose no sangue. Mesmo na medicina oficial, são aconselhadas diversas técnicas anti-stress como os exercícios de respiração, o Taí Chi, a meditação e o ioga.
Quanto às técnicas de relaxamento, ver o capítulo 38.
Trabalhe sobre as causas sutis
Segundo Christian Flèche dever-se-á procurar ver se os pares seguintes se encontram equilibrados:
-  doçura/autoridade;
-  resistência/passagem ao ato.
Em estado de auto-hipnose,repita a afirmação seguinte:
Aceito o que me acontece e sinto, cada vez mais, toda a doçura que há em mim.

Como prevenir a diabetes?
No caso da diabetes de tipo I:
Oficialmente, nada indica que seja possível prevenir a diabetes de tipo mesmo que se vá ao médico em fase precoce. No entanto, alguns estudos sugerem determinadas pistas em relação à alimentação (leite de vaca), aos suplementos (niacinamida, vitamina E) ou outros fatores (vacinação).
No caso da diabetes de tipo II:
Os investigadores pensam que a diabetes de tipo II está estreitamente ligada ao modo de vida. Para prevenir esta doença ou retardar o seu aparecimento será, portanto, de todo o interesse (sobretudo se a hereditariedade for um fator de predisposição) a vigilância dos aspectos seguintes:
-  adoptar uma alimentação saudável,
-  controlar o peso,
-  praticar regularmente exercício físico,
-  reduzir o stress.

Em caso de diabetes, não esquecer as seguintes ações para prevenir ou controlar as complicações:
Efetuar anualmente diversos exames:
-  Controlo regular da glicemia, para retardar ou prevenir as complicações associadas aos olhos, nervos e rins.
-  Um exame geral anual é obrigatório, bem como um exame aos olhos.
-  Igualmente importante consultar regularmente o dentista, já que os diabéticos têm tendência para fazer infecções das gengivas.

Deixar de fumar. Os diabéticos que fumam incorrem em maior risco sofrer afecções renais e cardíacas, bem como outros problemas ligados à diabetes.
Controlar a hipertensão para retardar os danos ligados aos rins.
Beber muita água, em caso de outra doença que não a diabetes, como por exemplo, o caso de uma gripe. Deste modo poderá repor os líquidos perdidos e pode prevenir o coma diabético.
Ter em atenção os pés e examiná-los todos os dias. Uma vez que a diabetes afeta seriamente os nervos, pode causar insensibilidade nos pés. Pequenos problemas mal tratados podem assim degenerar em graves infecções.

Faça ao menos isto
-  Coma muitas fibras.
-  Perca peso.
-  Pratique exercício físico.
-  Experimente o ginseng americano.
-  Tome ácido gama-linoleico (GLA).
-  Adote uma alimentação vegetariana (ou, pelo menos, semi-vegetariana).
-  Pratique ioga.

De Glossário das Doenças, do Livro O FACTOR X – Como curar-se mais depressa, de ROBERT DEHIN & JOCELYNE AUBRY, Publicações Prevenção de Saúde.

Saúde BEM-ESTAR a um Clique

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A história da Insulina Magnésio

O magnésio é um elemento básico para a vida e está presente em forma iônica em todo o panorama da fisiologia humana . Sem insulina , porém, o magnésio não é transportado do nosso sangue para as nossas células, onde é mais necessário. Quando o Dr. Jerry Nadler da Gonda Diabetes Center , no City of Hope Medical Center em Duarte , Califórnia, e seus colegas colocaram 16 pessoas saudáveis, ​​em dietas deficientes de magnésio, a sua insulina tornou-se menos eficaz na obtenção de açúcar do seu sangue, para as suas células , onde é queimado ou armazenado como combustível. Em outras palavras, eles tornaram-se menos sensíveis à insulina , ou o que é chamado resistentes à insulina. E esse é o primeiro passo no caminho para os diabetes e doenças cardíacas.

A insulina é um denominador comum, uma figura central na vida como é o magnésio. A tarefa da insulina é armazenar o excesso de fontes nutricionais. Este sistema é um desenvolvimento evolucionário usado para economizar energia e outras necessidades nutricionais em tempos (ou horas) de abundância, a fim de sobreviver em tempos de fome. Mas nós pouco apreciamos que a insulina não é apenas responsável por regular a entrada de açúcar nas células, mas também de magnésio, uma das substâncias mais importantes para a vida. É interessante notar aqui que os rins estão trabalhando fisiologicamente no extremo oposto, despejando o excesso de nutrientes no sangue, que o corpo não precisa ou não pode processar no momento.

Controlar o nível de açúcar no sangue é apenas uma das muitas funções da insulina.

A insulina desempenha um papel central no armazenamento de magnésio, mas se as nossas células se tornam resistentes à insulina, ou se não produzem insulina suficiente, então nós temos um momento difícil em armazenar magnésio nas células, onde ele pertence. Quando o processamento de insulina torna-se problemático, o magnésio é excretado através da nossa urina, e esta é a base do que é chamado de magnesium wasting disease  (doença de desperdício de magnésio).

Há uma forte relação entre o magnésio e a ação da insulina. O magnésio é importante para a eficácia da insulina. A redução de magnésio nas células reforça a resistência à insulina.

As concentrações intracelulares baixas de magnésio sérico, estão associados com a resistência à insulina, diminuição da tolerância à glicose, e diminuição da secreção de insulina . O magnésio aumenta a sensibilidade à insulina, reduzindo assim a resistência à insulina. Magnésio e insulina precisam um do outro. Sem magnésio o nosso pâncreas não segrega insulina suficiente, ou a insulina que segrega não é suficientemente eficiente para controlar a glicemia.

O Magnésio nas nossas células ajuda os músculos a relaxar, mas se não podemos armazenar magnésio porque as células são resistentes, então perdemos magnésio, que faz com que os vasos sanguíneos se contraiam , afetando os nossos níveis de energia, e provocando um aumento na pressão arterial. Começamos a compreender a íntima conexão entre o diabetes e as doenças cardíacas, quando olhamos para o circuito fechado entre o declínio nos níveis de magnésio e a diminuição da eficiência da insulina .

Apesar de que seria talvez de grande distância comparar a insulina com a clorofila, estamos caminhando uma trilha no núcleo central da vida. É a trilha do magnésio e descobrimos , para nossa surpresa, que ela nos leva em contato íntimo com a própria estrutura e fundamentação da vida. A dedicação deste capítulo é a beleza do magnésio, ao seu significado na vida, na saúde e na medicina.

Nós estávamos falando sobre a clorofila, e agora insulina, e colocando o magnésio no meio. Andando mais adiante, é a história do DHEA magnésio e a história do DNA magnésio. E depois há a história do colesterol magnésio. Cada parte da vida está em amor com o magnésio , exceto a medicina alopática, que só não pode aceitá-la em toda a sua luz, chama e beleza. Há milhares de anos os chineses nomearam-no ” o belo metal” e eles estavam vendo algo farmacêutico, que a medicina não quer ver porque há pouco dinheiro para ser feito a partir de algo tão comum.

Num estudo em Taiwan, o risco de morte por diabetes foi inversamente proporcional ao nível de magnésio na água.  Dr. Jerry L. Nadler

Dr. Jerry Nadler da Gonda Diabetes Center , na City of Hope Medical Center em Duarte, Califórnia, e os seus colegas colocaram 16 pessoas saudáveis, ​​em dietas deficientes de magnésio, a sua insulina tornou-se menos eficaz na obtenção de açúcar do seu sangue, para as suas células , onde é queimado ou armazenado como combustível. Em outras palavras, eles tornaram-se menos sensíveis à insulina.

A insulina regula os níveis de colesterol . Há uma ligação direta entre o nível de colesterol e o nível de insulina.

O magnésio é necessário tanto para a ação da insulina quanto do fabrico de insulina. O magnésio é um elemento básico para a vida e está presente em forma iônica em toda o panorama da fisiologia humana. Sem insulina, porém, o magnésio não é transportado do nosso sangue para as nossas células, onde é mais necessário.

A diabetes mellitus está associada com a depleção de magnésio, que, por sua vez contribui para as complicações metabólicas da diabetes incluindo doenças vasculares e osteoporose. A depleção intracelular está diretamente ligada diminuição da capacidade da insulina em aumentar o magnésio intracelular durante a deficiência de insulina ou resistência à insulina. A deficiência de magnésio, por si só tem sido relatada como resultando em resistência à insulina.

A resistência à insulina e a depleção de magnésio resulta num ciclo vicioso de agravamento da resistência à insulina e redução intracelular de magnésio, o que limita o papel do magnésio em processos celulares vitais . O magnésio é um importante co-factor das enzimas envolvidas no metabolismo de hidratos de carbono; então, algo que ameace os níveis de magnésio, ameaça igualmente todo o metabolismo. Grandes estudos epidemiológicos em adultos indicam que  dietas baixas em magnésio, e taxas baixas de magnésio sérico, estão associados com o aumento do risco em desenvolver diabetes tipo 2 .

A redistribuição de magnésio pelas células, pode causar níveis baixos de magnésio sérico. A insulina provoca este efeito.

Pesquisadores do Instituto de Medicina Interna da Universidade de Palermo , escreveram: ”a concentração de magnésio intracelular também tem sido demonstrada ser eficaz na modulação da ação da insulina (principalmente no metabolismo oxidativo da glicose), compensando o acoplamento  entre cálcio-relacionado  e excitação-contração, e diminuindo a capacidade de resposta das células para estímulos despolarizantes. Uma fraca concentração intracelular de Mg, como encontrado em pacientes com diabetes mellitus não insulino-dependentes ( DMNID ), e em doentes hipertensos, podem resultar numa actividade defeituosa da tirosina – quinase ao nível do receptor de insulina e exagerada concentração intracelular de cálcio”.

A ligação entre diabetes mellitus e deficiência de magnésio é bem conhecida. Um crescente corpo de evidências sugere que o magnésio desempenha um papel fundamental na redução dos riscos cardiovasculares e pode estar envolvido na patogênese da diabetes em si. Dr. Jerry L. Nadler

O Magnésio melhora e ajuda a correta sensibilidade à insulina, que é o elemento fundamental que caracteriza a pré-diabetes, o síndrome metabólico e a dupla – diabetes e doenças cardíacas. Uma enzima intracelular chamada tirosina quinase requer magnésio para permitir que a insulina para exercer o seu efeito de baixar o açúcar no sangue. Em vários estudos, a suplementação diária oral de magnésio, melhorou substancialmente a sensibilidade à insulina em 10% e reduziu o açúcar no sangue em 37% . O magnésio também ajuda a corrigir os padrões anormais de lipoproteínas. Nós esperaríamos encontrar melhorias maiores neste aumento da sensibilidade à insulina se o magnésio fosse complementado de forma correta significando isso, através de métodos transdérmicos e orais combinados, usando cloreto de magnésio líquido (óleo de magnésio) em comparação com as formas sólidas orais muito ineficientes comumente usadas.

A melhoria da sensibilidade à insulina pela reposição de magnésio pode reduzir significativamente os níveis de triglicéridos. A redução da disponibilidade de triglicéridos, por sua vez, reduz as partículas ricas em triglicéridos, como lipoproteínas de muito baixa densidade ( VLDL) e lipoproteínas de pequena baixa densidade( pequena LDL ), ambos contribuintes poderosos para doenças cardíacas. A suplementação de magnésio também pode aumentar os níveis de lipoproteínas benéficas de alta densidade ( HDL ).

A insulina regula os níveis de magnésio intracelular através da ativação da troca Na + / Mg 2 +. O efeito da insulina sobre a troca Na / Mg pode explicar os baixos níveis de magnésio celular observados in vivo em condições hiper insulinemicas.

O magnésio é um elemento necessário para todos os organismos vivos, tanto animais e vegetais. A Clorofila é estruturada em torno de um átomo de magnésio, enquanto em animais o magnésio é um componente-chave das células, ossos, tecidos e praticamente todos os processos fisiológicos que você pode pensar. O magnésio é primeiramente um catião intracelular; cerca de 1 % de magnésio em todo o corpo encontra-se extracelularmente, e a livre fração intracelular é a porção que regula a série de reações químicas  das enzimas dentro das células. A Vida “empacota” o magnésio “ciosamente” dentro das células, cada gota dele é preciosa.

Adicionando a história dos glóbulos vermelhos e a hemoglobina, que substituem o magnésio como centro da molécula de clorofila, com o ferro,  para a função do transporte de O2 e de CO2, mas mantém o magnésio em outros papéis cruciais, e nós estamos no eixo essencial da vida que a medicina alopática pode resolver com terapias intensivas de magnésio.

O Magnésio melhora a sensibilidade à insulina, reduzindo assim a resistência à insulina. Magnésio e insulina precisam um do outro . Sem magnésio, o nosso pâncreas não segrega insulina suficiente, ou a insulina que segrega não será suficientemente eficiente para controlar a glicemia. A insulina é uma hormona . E como muitas hormonas, a insulina é uma proteína. A insulina é segregada por grupos de células no pâncreas chamadas ilhotas de Langerhans. A insulina é muito mais importante e tem muito mais funções do que nós nos apercebemos . Ela regula: expectativa de vida – os níveis mais baixos de insulina equivalem a uma vida mais longa.

açúcar no sangue
lipídios no sangue
excesso de nutrientes ( de glicose , carboidratos e calorias ) e os converte em gordura
constrói o músculo
armazena proteínas
níveis de magnésio em nosso corpo
níveis de cálcio no organismo
mantém os níveis de sódio
divisão celular
crescimento de hormonas
 funções do fígado
hormonas sexuais ,  estrógenio , progesterona, testosterona
colesterol no organismo
gordura em nosso corpo

O magnésio é um co-fator para várias enzimas envolvidas no metabolismo de hidratos de carbono. Células de adipócitos colocados em baixas concentrações de magnésio mostram uma redução da absorção de glucose estimulada por insulina.

A deficiência de magnésio está associada com o aumento dos níveis de cálcio intracelular, o que pode levar à resistência  à insulina. Baixo teor de magnésio em eritrócitos aumenta a microviscosidade da membrana, o que pode prejudicar a interação da insulina com o seu receptor. A atividade da tirosina quinase é diminuída em receptores de insulina muscular de ratos alimentados com uma dieta pobre em magnésio. Estes resultados indicam que a deficiência de magnésio afeta diretamente a sinalização da insulina.

Quando os níveis de magnésio caiem, a hipersecreção de adrenalina e insulina compensam. A sua secreção aumentada ajuda a manter a constância dos níveis de magnésio intracelular nos tecidos moles. As concentrações plasmáticas e intracelulares de magnésio são fortemente regulados pela insulina. Estudos In vitro e in vivo demonstraram que a insulina modula a transferência de magnésio do espaço extracelular para o espaço intracelular.

Dr. Ron Rosedale diz que, “A insulina que flutua no sangue causa o acúmulo de placas. Eles não sabiam porquê, mas nós sabemos que a insulina causa a proliferação endotelial. Em cada passo do caminho, a insulina está causando a doença cardiovascular. Ela preenche o corpo com placas,ela contrae as artérias, ela estimula o sistema nervoso simpático, ela aumenta a aderência das plaquetas e coagulação do sangue”.

Dr. Mark Sircus, Ac., OMD, DM (P)

Director International Medical Veritas Association

Doctor of Oriental and Pastoral Medicine
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CUIDE BEM DE VOCÊ

domingo, 20 de julho de 2014

60 estudos em laboratório confirmam ligação entre câncer e uma vacina que você provavelmente tomou quando criança

Tradução de 60 Lab Studies Now Confirm Cancer Link to a Vaccine You Probably Had as a Child

Traduzido por Renato Alves.

18 de fevereiro de 2011.

Dr. Maurice Hilleman fez revelações estarrecedoras durante uma entrevista cortada do The Health Century: a admissão de que as vacinas da empresa farmacêutica Merck injetaram vírus perigosos em pessoas no mundo todo[1][1].

Tenha em mente que o Dr. Hilleman foi o elaborador do programa de vacinação da Merck. Ele desenvolveu mais de três dúzias de vacinas, mais do que qualquer outro cientista na história. Foi membro da U.S. National Academy of Science, do Institute of Medicine, da American Academy of Arts and Sciences e da American Philosophical Society. Recebeu um prêmio especial por seus feitos profissionais, oferecido pela Organização Mundial da Saúde. Hilleman foi um dos pioneiros da vacinação a advertir acerca da possibilidade de vírus de símios terem contaminado vacinas.


Proteja seu direito de autorização mediante esclarecimento e defenda a dispensa à vacinação

Com todas as incertezas ao redor da segurança e eficiência das vacinas, é fundamental proteger seu direto a escolhas livres, relacionadas à saúde, e ao exercício livre de consentimento voluntário a vacinas, mediante os devidos esclarecimentos. É urgente que todos os norte-americanos se levantem e lutem para proteger e ampliar as proteções de consentimento esclarecido à vacina, com todo o rigor, junto à legislação pertinente à saúde pública e trabalhista. A melhor maneira de se fazer isto é debater pessoalmente com os seus legisladores estaduais e instruir os líderes de sua comunidade.


Pense globalmente. Aja localmente.

As diretrizes nacionais de recomendação de vacinas são de competência federal, mas as leis sobre vacinação são de competência estadual. É no âmbito estadual que sua ação para proteger seu direito de escolha à vacinação pode ter o maior impacto.  É essencial que TODOS tomem uma postura agora para defender o direito legal de se fazer escolhas livres a vacinação nos Estados Unidos, porque estas escolhas estão sendo ameaçadas por lobistas representando empresas farmacêuticas, associações comerciais de produtos médicos e autoridades de saúde pública, que tentam convencer os legisladores de excluir a dispensa à vacinação das leis de saúde pública.

A assinatura do portal de internet NVIC’s free Advocacy (www.nvicadvocacy.org) lhe oferece acesso imediato e fácil a seus legisladores estaduais, via smart phone ou computador, de forma que você possa se fazer ser ouvido. Você se manterá atualização a respeito dos projetos de leis mais recentes[2][2], que ameaçam seu direito de escolha, e receberá informação prática, útil para ajudá-lo a se tornar um defensor ativo pelo direito de escolha à vacina[3][3] em sua comunidade. Ademais, quando questões concernentes à vacinação nacional surgirem, você receberá informação atualizada e aviso para atenção a itens imprescindíveis.

Então, por favor, como seu primeiro passo, assine o portal de internet NVIC Advocacy.


Compartilhe sua história com a mídia e com as pessoas que você conhece

Se você ou algum membro de sua família sofreu reação severa à vacina, por favor, comente isto. Se não compartilharmos experiências uns com os outros, todos nos sentiremos sozinhos e com medo de falar. Escreva uma carta ao editor, se possui um ponto de vista diferente sobre a vacina daquele que é exposto em seu jornal local. Faça uma chamada em um programa de entrevistas de rádio que apresentam apenas um lado do tema da vacina.

Tenho de ser sincero com você. Você terá de ser destemido, porque poderá ser fortemente criticado por ousar falar do “outro lado” da vacina. Esteja preparado e tenha coragem para não recuar. Somente através do compartilhamento de nosso ponto de vista e do que sabemos ser verdadeiro em relação à vacinação, o debate público se abrirá, de forma que as pessoas não sintam medo de conversar sobre isto.

Não podemos permitir que a indústria farmacêutica e associações comerciais de produtos médicos, fundadas pela mesma indústria farmacêutica, ou as autoridades de saúde pública, promovendo o uso obrigatório de uma lista crescente de vacinas, dominem o debate acerca da vacinação. Aqueles que foram lesados por vacinas não podem ser varridos para debaixo do tapete e tratados como nada além de “estatisticamente aceitável e dano colateral” das diretrizes de vacinação compulsória, em uma espécie de roupa de tamanho único para todos, que expõem muitas pessoas a risco de danos à saúde e à vida. Não deveríamos tratar seres humanos como porquinhos-da-Índia[4][4].


Recursos disponíveis na internet, dos quais você pode se instruir mais detalhadamente

Recomendo-lhes visitar o site da instituição assistencial, sem fins lucrativos, o National Vaccine Information Center (NVIC), www.nvic.org:

Memorial da NVIC para vítimas de vacinas: Veja o relato e fotografias de adultos e crianças que sofreram reações às vacinas, danos à saúde e morte. Se você ou seus filhos passaram por efeitos adversos por causa de vacinação, por favor, considere remeter e compartilhar sua história (http://www.nvic.org/Vaccine-Memorial.aspx).

Se você é vacinado, faça-se oito perguntas: aprenda como reconhecer sintomas de reação às vacinas e como evitar danos por causa delas (http://www.nvic.org/Ask-Eight-Questions.aspx).

Mural da liberdade para escolha ou não das vacinas: leia ou envie relatos de constrangimento ou coerção de médicos, empregadores, autoridades escolares ou de saúde pública contra a livre escolha à vacinação (http://www.nvic.org/Forms/Cry-For-Vaccine-Freedom-Wall.aspx).


Tenha uma conversa sincera com seu médico ou encontre outro que lhe dê ouvidos e preze sua saúde

Se seu pediatra ou médico se recusa a oferecer assistência médica a seus filhos e a você, a não ser que você concorde em receber vacinas que não deseja, recomendo veementemente que tenha coragem de encontrar outro médico. Constrangimento, intimidação e recusa de assistência médica estão se tornando o modus operandi da comunidade médica, para cessar a mudança de postura de muitos pais em relação às vacinas, após os segundos terem se instruído sobre os cuidados com a saúde e os perigos da vacinação.

Mas existe esperança.

Ao menos, 15% dos médicos jovens, recentemente entrevistados, admitem estarem começando a adotar uma abordagem mais individualizada no que diz respeito às vacinas, como resposta direta às preocupações em relação à segurança das mesmas, por parte dos pais. É uma boa notícia que há um número crescente de jovens médicos inteligentes, que preferem trabalhar em parceria com os pais, tomando decisões personalizadas quanto a vacinas para crianças, incluindo a protelação de vacinação ou ministrando às crianças menor quantidade delas no mesmo dia, ou continuando a oferecer assistência médica às famílias que se recusam a usar uma ou mais vacinas.

Então, reserve tempo para localizar um médico que o trate com solidariedade e respeito e que esteja disposto a trabalhar com você para fazer o que é certo para seus filhos.


Comentários do Dr. Mercola:

O vídeo acima esteve em circulação por certo tempo, e alguns de vocês podem já ter assistido a ele. Mas acredito ser importante rever e relembrar a história, quando se trata de vacinas, especialmente à luz dos desdobramentos atuais.

Para começarmos a conversa, a vacina Gardasil para HPV, que está sendo energicamente empurrada para mulheres e garotas inocentes, que, teoricamente, protege contra câncer cervical, ainda não possui provas de que realmente previna tal câncer. Ao contrário, as evidências apontam que, sob determinadas circunstâncias, a vacina aumenta seu risco de lesões pré-cancerosas em aproximadamente 45%, e um número cada vez maior de garotas estão sofrendo danos sérios a sua saúde, devido a esta vacina desnecessária.

Na data de 13 de dezembro de 2010, 20.915 reações adversas[5][5] foram relatadas, considerando-se somente nos Estados Unidos, incluindo 89 mortes, 297 abortos ou natimortes[6][6] e 370 registros de resultados anormais de exames de Papanicolau após vacinação.

Tudo isto como conseqüência de uma vacina que esteve no mercado por quatro anos!

Para piorar ainda as coisas, no ano de 2009, o FDA[7][7] norte-americano aprovou o uso de Gardasil também em garoto, e a primeira morte de um rapaz também foi registrada. Em setembro do último ano, um rapaz morreu oito dias após ter sido vacinado[8][8] com Gardasil.

O que está acontecendo?

É possível que as vacinas vendidas pelos fabricantes de medicamentos, como a Merck, estejam causando doenças letais? A julgar pela história, a resposta pode ser sim.


Vacina de poliomielite contaminada, responsável por casos de câncer em seres humanos

Em 2002, o jornal científico Lancet publicou evidências irrefutáveis de que vacina de pólio contaminada era responsável por até metade dos 55.000 casos de linfoma de Hodgkin que ocorriam anualmente[9][9].

Foi contaminada com o quê?

SV40, um vírus de macacos, que causa câncer[10][10]. O quebra-cabeças começou em 1994, quando o Dr. Michele Carbone, pesquisador da Loyola University, descobriu o vírus SV40, o qual jamais havia sido detectado em humanos, em metade dos tumores pulmonares que ele estava estudando. Desde então, 60 estudos em laboratório diferentes confirmaram os resultados, e o SV40 foi descoberto em diversos tipos de cânceres humanos, incluindo pulmonar, cerebral, ósseo e linfático.

No começo, ninguém conseguia entender como o vírus fora transmitido ao ser humano.

Mas, em uma entrevista censurada, disponível no link da nota de rodapé, o Dr. Maurice Hilleman admite a responsabilidade da Merck em disseminar aquele vírus, através de sua vacina de pólio[11][11], assim como a probabilidade de ter ocorrido importação e disseminação do vírus da AIDS da mesma maneira.


Mas quem é o Dr. Maurice Hilleman?

 

Para aqueles que acham que Dr. Hilleman era somente mais um maluco (ele falecera em 2005), reconsiderem sua opinião. Ele era, e ainda o é, o principal pioneiro na história das vacinas. Ele desenvolveu mais de três dúzias de vacinas, mais do que qualquer outro cientista na história, e foi o elaborador do programa de vacinação da Merck.

Ele foi membro da U.S. National Academy of Science, do Institute of Medicine, da American Academy of Arts and Sciences e da American Philosophical Society, chegando a receber um prêmio especial por seus feitos profissionais, oferecido pela Organização Mundial da Saúde.

Quando era chefe do Department of Respiratory Diseases, atualmente, o Walter Reed Army Institute of Research, ele descobriu as alterações genéticas que ocorrem, quando o vírus da gripe sofre mutações, conhecidas como mudança[12][12] e derivação[13][13]. Ele foi um dos precursores a advertir acerca da possibilidade de que vírus de símios poderiam contaminar vacinas. Portanto, Dr. Hilleman sabia o que estava dizendo. Em suas próprias palavras: “as vacinas devem ser consideradas como tecnologia de loja de pechinchas do século XX”.

 

As vacinas podem causar a própria doença que alegadamente previnem e ainda pior

 

Por anos, pesquisadores apontaram que milhões de frascos da vacina de pólio, contaminados com SV40, infectaram pessoas, entre 1953 e 1963, causando tumores[14][14], e, por volta de 1999, evidências moleculares de infecções por SV40 apareciam em crianças nascidas após 1982[15][15]. Alguns especialistas atualmente sugerem que o vírus possa ter permanecido na vacina de pólio até 1999[16][16].


Apesar disso, as autoridades da FDA e de saúde pública fecham seus olhos para esta questão.

Adicionalmente, assim como o Gardasil pode muito bem aumentar seu risco para câncer cervical ao invés de reduzi-lo, descobriu-se que a vacina com patógeno vivo da poliomielite causa a própria doença[17][17]. E sabe-se que, em situações raras, o vírus presente na vacina sofre mutação para uma versão muito mais mortal. Conforme relatado pelo MSN[18][18], em 2009, a análise genética provou que tais mutações dos vírus causaram, ao menos, sete surtos distintos, na Nigéria.

De acordo com o CDC[19][19] (Center for Disease Control), o último caso de pólio selvagem (poliomielite causada naturalmente e não por causa da vacina de pólio com patógeno vivo), nos Estados Unidos, ocorreu em 1979. De 1980 a 1999, NÃO houve casos de pólio selvagem nos EUA. Entretanto, tivemos 144 casos de paralisia por poliomielite associada a vacinação, causada por vacina oral de pólio com patógeno vivo[20][20].

Os surtos de poliomielite no Haiti e na República Dominicana, em 2002, também foram remetidos à linhagem de vacina oral para pólio (OPV[21][21]) com patógeno vivo, o qual se alterou para uma mutação mais agressiva[22][22].

De acordo com um relatório de Neil Z. Miller, do Global Vaccine Institute, o vírus vivo da poliomielite, encontrado na vacina, pode permanecer em sua garganta, por uma a duas semanas, e em suas fezes, por até dois meses. Então, o recebedor da vacina não apenas corre risco, mas potencialmente pode transmitir a doença a outras pessoas.

Em 1999, o Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) recomendou aos Estados Unidos substituírem a vacina com patógeno vivo por uma vacina com vírus inativo “morto”, que permanece em uso atualmente. Entretanto, a vacina de vírus inativo da pólio não está isenta de efeitos colaterais sérios.

 

 

Vacina de rotavírus contaminada com vírus de suínos[23][23]

 

No ano passado, a FDA suspendeu a vacina Rotarix, após um laboratório autônomo descobrir que estava contaminada com “quantidade significativa” de DNA de circovírus de porco[24][24],[25][25]. Em porcos, este vírus causa debilitação no crescimento, perda de peso, fraqueza, lifadenopatia, erupções cutâneas, dificuldade respiratória, aftas, úlceras estomacais e morte súbita.

Como esperado, os porta-vozes da FDA e da farmacêutica GlaxoSmithKline declararam que a vacina Rotarix contaminada não apresentava risco à saúde humana. Entretanto, é fácil de se dizer isso, uma vez que não existem estudos para confirmar ou negar uma relação entre estes vírus e doenças humanas.

No caso da vacina de pólio, a relação entre o vírus SV40 e o câncer humano não foi descoberto, até 40 anos depois! Na verdade, é supreendentemente comum vacinas conterem diversos materiais animais, incluindo tecidos animais intrusos que contenham material genético (DNA/RNA).

Assim que a contaminação da Rotarix foi descoberta, uma nova tecnologia passou a ser usada para testar oito vacinas com ação do vírus atenuada, e, junto à Rotarix, duas outras continham “sequências virais inesperadas”:

1. Descobriu-se que uma vacina de sarampo continha níveis baixos do retrovírus aviário de leucose (AVL), um vírus conhecido por causar câncer em frangos[26][26],[27][27], não obstante o fato de que fora solicitado a os fabricantes da vacina usarem ovos dos estoques isentos de leucose por mais de 40 anos[28][28].

2. Descobriu-se que a Rotateq, a vacina para rotavírus da Merck, contém um vírus semelhante ao retrovírus de símios (macacos), o SV40, anteriormente relacionado ao câncer em seres humanos.

Você apostaria que eles a) sabem o que estão falando; e b) estão dizendo toda a verdade e nada além da verdade a respeito dos perigos potenciais à saúde de todas estas doenças?


A vacina de HPV é, agora, também usada para meninos...

 

Até o momento, muitos poucos pais voluntariamente aceitaram a vacinação de seus filhos para HPV, mas, em breve, isto pode mudar. Conforme relatado por Paging Dr. Gupta[29][29], a programação do the American Academy of Pediatrics’ de procedimentos recomendados para vacinação, de 2011, para crianças e adolescentes, inclui, agora, vacina de HPV para meninos entre 9 a 18 anos de idade.

Pessoal, isto é um desastre, logo em sua concepção! Eu tremo de medo, só por pensar nas estatísticas que veremos dentro de poucos anos, caso os pais caíam nesta asneira.

Eu lhe sugiro considerar os riscos já revelados, no curto período de quatro anos, desde que o Gardasil apareceu no mercado. Já existem cerca de 21.000 incidentes registrados de efeitos adversos e mortes, apesar do fato de que apenas duas em cada dez mulheres pertencentes ao grupo etário aprovado tomaram a vacina, até agora.

Adicione-se a isto o fato de que estima-se que 90% a 99% de todos os efeitos adversos nunca são relatados, e o risco gigantesco pela vacina de HPV, comparada a outras vacinas, deveria ser motivo para as pessoas refletirem.

Embora a FDA peremptoriamente despreze todos os efeitos colaterais, incluindo mortes, como sendo dentro da normalidade, até mesmo ela declarou[30][30] que:

“Em VAERS[31][31], uma proporção maior de relatos sobre o Gardasil foi de síncope [desmaio] e complicações tromboembólicas, em relação a outras vacinas”.

E, de acordo com o National Vaccine Information Center, os incidentes relacionados a abortos e ocorrências durante o nascimento por causa do Gardasil excedem os mesmos acontecimentos por causa de todas as outras vacinas.

De acordo com um comunicado à imprensa da Sane Vax sobre o Registro PR[32][32]:

“Não há dúvida de que a segurança e a eficiência da vacina não foi investigada a fundo. Uma investigação independente sobre a segurança e a eficiência das vacinas de HPV, Gardasil e Cervarix deve ser conduzida antes que aconteçam mais danos à saúde e mortes.”

O mais frustrante a este respeito é que nenhuma destas 21.000 crianças e garotas precisariam ter sofrido tal mal ou morrer.

Por quê?

Ainda pairam questões muito consideráveis se o HPV é ou não a causa direta do câncer cervical. A FDA sabe que existem muitos outros co-fatores para o desenvolvimento deste câncer, e no ano de 2003, ela reconheceu que “a maior parte das infecções (por HPV) são breves e não estão associadas a câncer cervical[33][33]”. No mesmo comunicado à imprensa[34][34], também se declarou que, “com os devidos exames, o câncer cervical é evitável. Se identificado cedo, curável”.

Em essência, três anos antes de a vacina de HPV aparecer em cena, sabia-se o que era necessário: na verdade, simplesmente aprimorar os métodos de exame, como os testes regulares de Papanicolau para garotas e mulheres, o que é, de longe, muito menos arriscado do que tomar uma vacina de HPV.

Curiosa e preocupantemente, os exames rotineiros de Papanicolau DECLINARAM, coincidentemente, de forma impecável, com o lançamento da vacina para HPV. Entre 2007 e 2010, a taxa de exames para câncer cervical decaiu em, aproximadamente, 7%, como relatado pelo The New York Times[35][35], em dezembro do ano passado.

Quando você considera que a vacina de HPV aumenta seu risco de câncer, caso você já tenha sido infectado por certos tipos de HPV, é má notícia em dose dupla, já que, raramente, senão nunca, é oferecido exame de Papanicolau para HPV para garotas e mulheres, antes de elas serem vacinadas para HPV.

Isso tudo é loucura! A vacina de HPV é uma das mais desnecessárias do mercado, bem como a mais perigosa! E, agora, pretende-se disseminá-la a garotos, e tenta-se aprová-la para idosas também.

 

 

Ponderando benefícios versus riscos

 

Mesmo sem o susto de contaminação em potencial, existem riscos sérios, inerentes a cada vacina. A vacina de HPV é um exemplo perfeito. Então, antes de se vacinar, você precisa realmente ter certeza de que os benefícios excedem os riscos.

No caso da Rotarix, junto com a RotaTeq[36][36] (vacina semelhante, feita pela Merck), os benefícios são muito questionáveis, principalmente se você residir nos Estados Unidos ou em outro país desenvolvido. Tipicamente, quando uma criança norte-americana contrai rotavírus, e a maioria das pessoas o faz durante a fase de bebê ou próximo à primeira infância, tudo de que se necessita é muito descanso, boa nutrição e muito líqüido para evitar desidratação devido a diarréia. Esta infecção também promove imunidade natural que protegerá a criança por toda sua vida.

Além de apresentar pouco benefício contra uma doença que é tipicamente tratável na íntegra com líqüidos e repouso, uma revisão medicamentosa da FDA descobriu que a Rotarix está relacionada com aumento de mortes infantis por pneumonia[37][37], quando comparada a um placebo.

Então, por esta vacina em particular, crianças vivendo em países desenvolvidos, como os Estados Unidos, potencialmente assumem riscos sérios com o que parece ser muito pouco benéfico. E isso foi antes de a contaminação ter sido descoberta.

No caso da vacina para HPV (Gardasil e Cervarix), a escolha é óbvia. Ela tem uma taxa elevada de risco, e os benefícios em potencial não foram provados:

·         Em mais de 70% dos casos, o HPV resolve-se por si mesmo, em poucas semanas ou meses. Em 90% dos casos, vai-se dentro de dois anos, sem causar sintomas ou doenças.

·         Apenas por volta de 26% de meninas e mulheres entre 14 a 59 anos de idade jamais se expuseram a alguma variação de HPV; e

·         Apenas 2% se expuseram às variações 16 ou 18, as duas de que o Gardasil e o Cervarix protegem[38][38], o que significa que esta vacina é completamente desnecessária, porque a infecção por HPV muito raramente leva ao câncer.

Mulheres cujos parceiros usaram preservativos durante coito vaginal estão 70% menos propensa a se infectarem de HPV[39][39]. Isto é um índice de proteção MUITO maior do que o obtido por daquela vacina!

Para informação mais detalhada sobre a vacina para HPV, bem como as 10 razões principais por que você não precisa dela, por favor, leia o artigo anterior[40][40].

Qual a moral da história?

Instrua-se[41][41], antes de sujeitar seus filhos a qualquer vacina. Uma boa maneira de começar é simplesmente usar a ferramenta de busca, ao topo das páginas de meu site de internet e investigar em meu site, uma vez que ele contém muitas pesquisas a respeito da segurança de vacinas, bem como a falta dela. O National Vaccine Information Center (NVIC) também fornece informação bem referenciada sobre vacinas e doenças como HPV, rotavírus e poliomielite.


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Vaccine pioneer admits adding cancer-causing virus to Vaccine






[1][1] Vaccine pioneer admits adding cancer-causing virus to Vaccine (Pioneiro no estudo das vacinas admite adição de vírus cancerígeno em vacina): https://www.youtube.com/watch?v=13QiSV_lrDQ (Nota do tradutor)
[2][2] Obviamente, a abrangência legislativa é restrita aos Estados Unidos. (NT)
[3][3] O “direito de escolha à vacina”, tratado no texto, refere-se à livre decisão de aceitar ou recusar vacina. O foco é a opção pela recusa. (NT)
[4][4] Assim como não deveríamos causar maltrato a quaisquer animais, incluindo porquinhos-da-Índia e todos os usados em pesquisas laboratoriais desumanas. (NT)
[7][7] Food and Drug Administration. (NT)
[11][11] Muitos pesquisadores conjecturam a AIDS ter sido deflagrada, épocas atrás, pela vacinação contra poliomielite e/ou por uma mutação do vírus SV40. (NT)
[12][12] Shift. (NT)
[13][13] Drift. (NT)
[18][18] Idem (vide nota acima).
[20][20] Idem.
[21][21] Oral Polio Vaccine. (NT)
[23][23] Talvez esta ocorrência chame a atenção do leitor, relembrando-o dos episódios de surto de gripe suína entre humanos. (NT)
[27][27] Talvez esta ocorrência chame a atenção do leitor, relembrando-o dos episódios de surto de gripe aviária entre humanos. (NT)
[29][29] http://pagingdrgupta.blogs.cnn.com/2011/02/01/routine-hpv-vaccine-for-boys-urged/

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