sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

A RELAÇÃO ENTRE A CEBOLA E AS DOENÇAS



De acordo com uma lenda urbana, as CEBOLAS teriam a capacidade e o PODER DE ABSORVER AS DOENÇAS. Mas é verdade? E, acima de tudo, de onde se origina essa lenda? Tudo começou com uma história que remonta ao século passado: na prática, em 1919, depois de um surto de gripe que levou à morte algo como 40 milhões de pessoas, um médico decidiu recorrer às cebolas. O médico visitou muitos agricultores tentando aliviar seu sofrimento e, ao mesmo tempo, ajudá-los a COMBATER A GRIPE: um dia, no entanto, tinha encontrado a casa de um fazendeiro cuja família não era afetada pela epidemia . Resumindo, eram todos saudáveis. Quando o médico pediu paras essas pessoas a razão para tal situação, quase milagrosa, foi informado de que era tudo devido à uma CEBOLA NÃO DESCASCADA que tinha sido colocado dentro de um prato em cada quarto da casa.

O médico, espantado com essa peculiaridade, tinha pedido a família permissão para analisar as CEBOLAS com um miscróscopio e, após a aprovação, DESCOBRIU QUE A CEBOLA TINHA PRENDIDO NO INTERIOR O VÍRUS DA GRIPE. Esta, então, a origem da lenda das cebolas. Hoje, os especialistas recomendam de utilizar este alimento em muitas ocasiões: por exemplo, quando você é vítima de intoxicação alimentar. Deve ser dito que as cebolas são muito atraentes para as bactérias e isto é particularmente verdadeiro para as CEBOLAS que são cozidas: apenas por essa razão, seria preferível evitar de conservar as cebolas depois que foram cortadas, pois não são seguras nem no caso em que sejam mantidas na geladeira em um saquinho selado ou envoltas em plástico.

Resumindo, no momento em que entra em contato com o ar exterior a cebola é, de alguma forma, contaminada e se transforma em um perigo para quem a come. É por isso que este alimento tem, efetivamente, a capacidade de absorver a doença, mas não deve ser consumido por qualquer motivo. Mas é verdade?

É certo que o VALOR NUTRITIVO da cebola é conhecido por todo mundo, em virtude dos sais minerais que contém, mas principalmente, graças à presença de vitamina C. Não só: a disponibilidade de vitamina A e vitamina E é igualmente elevada . Nas cebolas ficam também flúor, enxofre, cálcio, ferro, magnésio, potássio, manganês e fósforo, mas também vários enzimas que são capazes de estimular o metabolismo e promover a digestão, oligoelementos e flavonóides, os quais exercem um efeito diurético importante e benéfico. Não subestime também o mérito da GLUCOCHININA, que é um hormônio vegetal que se distingue por sua ação anti-diabética.

Os possíveis usos terapêuticos para a CEBOLA são vários: por exemplo, no campo da dermatologia ela poderia ser usada como um agente antibacteriano ou antibiótico e tudo que você precisa fazer é passar um pouco de seu suco na área que deve ser desinfetada. Além disso, considera-se um otimo expectorante, especialmente quando combinado com o mel. Aqueles que sofrem de faringite fariam à provar a a cebola que é um descongestionante perfeito, com gargarejos feitos a partir do suco que se revelam perfeitos especialmente se você tiver que lidar com a amigdalite. E há mais: o suco de cebola é usado freqüentemente para purificar e como um diurético e é recomendado para pessoas que sofrem de TROMBOSE, uma vez que facilita a circulação de sangue graças aos seus diluentes.

Em conclusão as CEBOLAS - afinal - fazem bem ou não? Por um lado, existe uma lenda que nunca foi confirmada ao 100%, enquanto, por outro lado, há descobertas científicas, que as pessoas comuns dificilmente pode confirmar ou provar. Qual é a verdade? Melhor desistir dessa comida ou desfrutar seu sabor e seu aroma?

Fonte 

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CUIDE BEM DE VOCÊ
www.cuidebemdevoce.com

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

MÉDICO NORTE-AMERICANO REVELA: “A QUIMIOTERAPIA NÃO FUNCIONA EM 97% DOS CASOS”



20/12/2015



O câncer continua sendo uma das mais terríveis doenças que a humanidade já viu. É uma das principais causas de morte no mundo.

Como um sistema de tratamento tão avançado não consegue diminuir as perdas? Bom, talvez a quimioterapia e a cirurgia não sejam verdadeiros avanços. É assim que pensa o dr. Peter Glidden.













Esse médico americano se destaca por ter a coragem de lutar contra o sistema.
Formado há quase três décadas pela universidade de Massachusetts, ele é um árduo defensor da medicina natural. E um crítico feroz da quimioterapia.

Ele costumar citar um estudo publicado no Journal Clinical Oncology, que estranhamente foi ignorado pela mídia e pelos profissionais da área.

Esse estudo mostrou que a maioria dos pacientes num período de 12 anos, após receber quimioterapia, ainda não haviam sido curados.

Na verdade, 97% ainda tinham vestígios da doença.

Talvez você, como milhares de pessoas, pergunte: “Então por que ainda usamos a quimioterapia?”

Para o dr. Glidden, só há uma explicação: o dinheiro.

Os remédios usados nesse tipo de tratamento são comprados de poderosas empresas farmacêuticas.

Em seguida, são vendidos aos pacientes – com preços elevadíssimos.

Por isso, é muito interessante para quem quer lucrar o tratamento feito por quimioterapia.

O médico alerta: a quimioterapia está matando as pessoas.

E reforça: em 97% dos casos, ela é ineficiente. O dr. Glidden cita mais um estudo.

Desta vez, realizado na Austrália e que analisou o efeito da quimioterapia depois dos cinco primeiros anos em adultos.

O resultado da pesquisa é que a quimioterapia citotóxica teve um efeito de apenas 2,3% na Austrália e de 2,1% nos EUA.

Portanto, declara o dr. Glidden, “está claro que a contribuição da quimioterapia para a cura do câncer é muito baixa”.

Para Glidden, essa é apenas a ponta do iceberg, pois a indústria farmacêutica tem total controle sobre nós.

E o que precisamos é de uma medicina humanizada, que vise à saúde e ao bem-estar das pessoas, em vez do lucro financeiro.

No entanto, ele não é o único a pensar assim. O dr. Leonard Coldwell acredita que a quimioterapia é uma bomba na mão dos médicos.

“Eles bombardeiam todo o corpo e, em seguida, dizem que o câncer está morto”.


A quimioterapia, segundo o dr. Coldwell, destrói todas as funções bioquímicas e bioelétricas do corpo.

Então, o câncer não tem mais força, mas não apenas ele: todo o corpo do paciente está enfraquecido.

Isso é o que chamamos de cura?

O doutor acredita que o problema está na forma em que os médicos foram treinados.

Eles parecem que não aprenderam a curar pessoas, mas apenas a fazer cirurgias e aplicar produtos químicos para acabar com os sintomas das doenças.

Como desabafo, ele compartilha o que tem observado há muito tempo: a taxa de suicídio entre os médicos nos Estados Unidos só aumenta, além da dependência ao álcool e outras drogas – talvez isso seja o reflexo de uma vida profissional frustrada.

Falamos de frustração não pelo lado financeiro, mas por não conseguirem salvar vidas como gostariam.

Muitos desses médicos provavelmente sabem que a quimioterapia não é o melhor caminho para curar o câncer – mas continuam a fazer porque o sistema assim o quer.
 



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CUIDE BEM DE VOCÊ

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