MÉDICO NATURALISTA ENSINA
CORONÁRIAS
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MÉDICO NATURALISTA ENSINA
CORONÁRIAS
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A Medicina Moderna N ã o é uma Ciência
Autor: Dr. Vernon COLEMAN (Lynmouth, Devon EX35 6EE, England)
Tradução de : Mário R. Fonseca (Brasília) (CV Português mfonseca50@uol.com.br)
Ver Nota de COPYRIGHT.
FONTE: Amrit-Manthan International Journal
( www.healthwisdom.org/amrit/amrit.htm )
Médicos, pesquisadores em Medicina e as companhias farmacêuticas gostam de persuadir a todos os atuais e potenciais consumidores de assistência médica de que a Medicina é uma Ciência e que ela avançou muito além dos encantamentos místicos e dos remédios dos curandeiros do passado. Mas a Medicina Moderna não é uma Ciência e os clínicos e pesquisadores médicos não são cientistas. Os clínicos modernos podem usar técnicas científicas, mas na maneira como tratam os seus pacientes, continuam a ser curandeiros.
O fundamento do pensamento médico moderno do Século XX é o princípio cartesiano de que embora a mente e o corpo estejam ligados entre si, são eles essencialmente entes distintos. Em consonância com esse princípio, os doutores tratam a lesão ou o órgão que acreditam esteja a funcionar mal, ao invés do paciente, os seus temores e sintomas. Concebem testes de laboratório e crêem que, ao tratar anormalidades, estão agindo cientificamente.
Mas, já que os doutores têm uma pobre idéia do que sejam níveis "normais" dos componentes do sangue (pois quase sempre medem os níveis de substâncias sanguíneas de pessoas enfermas), o sucesso do tratamento é geralmente medido pelo sucesso do doutor em mudar os resultados dos testes de laboratório, ao invés da promoção da melhora do paciente. Quando um paciente se queixa de dor o doutor aplica testes para descobrir a causa da dor, mas não trata da dor, porque assim fazendo iria interferir com os resultados dos testes. Enquanto isso, o paciente sente tanta dor que ele(ela) sente-se ainda mais enfermo(a). Em razão dessa fundamentação, não é surpresa o fato de que a reputação da Medicina Alopática, como um dos ramos terapêuticos da Ciência esteja se despedaçando com tanta rapidez. Um número exageradamente alto de médicos modernos nem cura, nem cuida devidamente.
O clínico e pesquisador médico modernos fundamentam as suas opiniões e conclusões quase que exclusivamente em observações subjetivas e em expectativas fantasiosas que tendem a tomar por base perspectivas históricas imprecisas e experimentos com membros de outras espécies.
A superstição e a suspeita são os principais fundamentos da Ciência médica do Século XX. Constroem-se erros sobre erros e teorias não provadas são usadas como blocos constituintes de novas idéias.. Suposições, preconceitos e rumores competem com observações subjetivas e com interpretações pessoais de sintomas e de sinais para a atenção o compromisso do médico.
Para serem verdadeiramente científicos, os doutores teriam de subordinar as suas opiniões pessoais ao conhecimento imparcial obtido por meio da análise e da experimentação; mas se assim o fizessem perderiam eles a mística e a autoridade que têm sido, tradicionalmente, uma parte integrante de sua armadura protetora. Ao se tornarem cientistas, os doutores tornar-se-íam técnicos e perderiam as suas forças como que divinas.
Na Ciência verdadeira, nasce uma idéia e ela é então testada, antes de se chegar a conclusões. Sem a experimentação não pode haver Ciência e uma idéia nunca passará de uma opinião ou de uma hipótese. Os verdadeiros cientistas tudo farão para invalidar as suas hipóteses, não se utilizando de probabilidade, chance, coincidência e do efeito placebo e, ignoram o orgulho, a vaidade e todas as pressões comerciais, em sua busca da verdade. Triste é verificar que que tal devoção é realmente rara, no mundo da Medicina. Com exagerada freqüência, os médicos se utilizam de relatórios casuísticos como testemunhos da verdade. Admitem eles que cada paciente é distinto dos demais e então chegam a conclusões sobre o tratamento de milhares de pacientes, a partir de relatórios sobre casos individuais publicados numa revista médica. A estatística é essencial para determinar probabilidades, para elaborar previsões e para escolher o melhor remédio possível, mas os médicos, com freqüência, fazem as suas próprias interpretações das estatísticas. Dirá, um médico: "Atendi a 300 pacientes com essa doença nos últimos 5 anos e esse tratamento ou tal remédio é o melhor". Ele poderá esquecer (???) ou ignorar o fato de que alguns dos seus pacientes possam ter morrido e que muitos deles possam não ter tido melhora alguma. Quando os casos individuais são examinados subjetivamente, a mente do observador pode e, com freqüência, mente e distorce os fatos, no sentido de proteger o orgulho e a vaidade do observador.
A maioria dos pacientes provavelmente crê que quando um médico propõe o uso de um tratamento aceito para a cura de uma doença ele estará usando um tratamento que foi testado, examinado e aprovado. Mas não se trata disso. A verdade cruel é que a maioria das pesquisas médicas é organizada, paga e encomendada ou subsidiada pela indústria farmacêutica (e também pelas indústria alimentícia, do fumo e do álcool). Esse tipo de pesquisa é concebida, simplesmente, para encontrar evidência de que um novo produto possui valor comercial. As companhias que encomendam tais pesquisas não estão profundamente preocupadas com evidências; o que procuram são conclusões que possibilitem a venda de seus produtos. A pesquisa encomendada pela indústria farmacêutica se faz mais para obter relatórios favoráveis do que para encontrar a verdade.
O treinamento médico de hoje se baseia em afirmações e em opiniões, ao invés de ser realizado com base na investigação e na experiência científica. Nas faculdades de medicina os estudantes são bombardeados com informações mas lhes é negado o tempo ou a oportunidade de questionar as afirmações autoritárias, oriundas de uma cultura médica arcaica. Contínua e freqüentemente novos tratamentos e novas técnicas são adotados de forma maciça, sem que tenha havido qualquer suporte científico para eles e sem que os médicos conheçam as suas conseqüências de longo prazo. Ao invés de experimentar e, então, por em prática técnicas testadas e confiáveis, os médicos modernos usam todos os seus pacientes como cobaias e praticam a sua magia negra como uma maciça experiência internacional.
Altas doses de pílulas anticoncepcionais foram prescritas durante anos a milhões de pacientes sem que ninguém soubesse exatamente o que poderia acontecer. Quando tornou-se evidente que tais pílulas estavam matando centenas de mulheres, foram adotadas doses menores de pílulas contraceptivas. Como afirmei nos anos 1960, ainda não sabemos qual o efeito que a pílula anticoncepcional terá nos filhos das mulheres que as usaram. A Medicina não prevê desastres – ela apenas reage a eles. Esse tipo de abordagem dificilmente pode ser descrita como sendo "científica".
Três exemplos específicos ilustram como as técnicas médicas são adotadas em escala maciça sem que os médicos tenham qualquer noção do que poderia acontecer aos pacientes envolvidos. O uso de drogas para baixar o nível de colesterol do sangue, por exemplo. Se você está com alto nível de colesterol no sangue, deveria tentar fazer algo a respeito – tal como tomar um medicamento ? Ou o rebaixamento forçado do nível de colesterol do sangue mostrar-se-á mais perigoso que se nada fosse feito sobre o assunto ?
Há anos que muitos médicos e pacientes crêem que um paciente que possua um elevado nível de colesterol no sangue tem maior probabilidade de sofrer de problemas cardíacos, de hipertensão ou de um ataque do coração. Foram gastos milhões de libras esterlinas para testar o nível de colesterol no sangue de pacientes. E muitos pacientes foram amedrontados quase à morte, ao serem informados de que os seus níveis de colesterol no sangue estavam muito altos. Como resultado dessa crença, a indústria farmacêutica planejou, durante alguns anos, lançar maciçamente no mercado, drogas que promovessem a queda dos níveis de colesterol no sangue. As drogas promotoras da queda dos níveis de colesterol constituem o sonho de todos. A indústria farmacêutica as adora porque sabe que há um mercado internacional maciço, de longo prazo, e ela adora mercados internacionais maciços, de longo termo. E os pacientes amam a idéia de tomar uma pílula para baixar o colesterol porque, embora creiam que um alto nível de colesterol signifique um alto risco de ataque cardíaco, não querem deixar de comer o alimento gorduroso que é a causa de um alto nível de colesterol no sangue.
Portanto, creio que a área com maior condição de crescimento nos anos 1990, para a indústria farmacêutica, deverá ser na venda de drogas para baixar os níveis de colesterol do sangue e já há alguma evidência de que essa explosão já começou. No período compreendido entre 1986 a 1990, o número de receitas prescrevendo drogas para baixar o colesterol triplicou, somente na Grã-Bretanha. Para o serviço de saúde e para os governos ao redor do mundo, a prescrição de drogas para baixar o colesterol será um negócio caro. Uma enorme proporção da população, aparentemente saudável, transformar-se-á em usuários freqüentes de pílulas. Os lucros da indústria farmacêutica internacional chegarão à ordem dos bilhões.
Alguns testes parecem indicar que o simples fato de baixar o nível de colesterol do sangue nem sempre é sábio. Por exemplo, um baixo nível de colesterol poderá estar ligado à morte por acidente ou por suicídio. Alguns médicos já chegaram até a argumentar que um nível exageradamente baixo de colesterol poderá levar a um alto risco de câncer. Mas os médicos, encorajados pela indústria farmacêutica, estão, no entanto, ocupados em escrever receitas que prescrevem medicamentos para baixar o nível de colesterol do sangue.
Examinemos agora um "experimento cirúrgico" que envolve a vasectomia de homens – e outro que envolve mulheres – o aumento do volume dos seios – como dois exemplos de técnicas médicas amplamente usadas e de segurança duvidosa. Ambos experimentos são procedimentos cirúrgicos executados em adultos saudáveis e jovens.
A vasectomia tem sido popular durante várias décadas e, por todo o mundo, muitos milhões de homens já sofreram essa operação. Trata-se de um procedimento cirúrgico simples e rápido e o número de homens que a ele se submete está em franco crescimento. Os tubos que vêm dos testículos (onde se produz o esperma) ao pênis são simplesmente cortados ou selados e assim o esperma não pode passar. Ao final do ano de 1991, acredita-se que aproximadamente 50 milhões de homens jovens e saudáveis, no mundo, tenham sido vasectomizados.
Há poucos anos, no entanto, alguns médicos começaram a ter receio sobre a segurança de tal intervenção, pois estudos independentes têm indicado que essa cirurgia poderá estar ligada ao câncer dos testículos ou da próstata, a doenças do coração, a desequilíbrios imunológicos, à falta de interesse em sexo ou ao envelhecimento precoce. A possível conexão com o câncer é um dos receios mais preocupantes. Por exemplo, um estudo com 3000 homens na Escócia, que sofreram vasectomia, mostrou que 8 deles tiveram câncer nos testículos, num período de até 4 anos após a cirurgia.
Da mesma forma, o fato de que poderá haver perigo real associado às cirurgias para aumento dos seios com implantes de silicone tornou-se público de modo explosivo no início de 1992, embora a operação para o aumento dos seios, como a vasectomia para os homens, tenha sido popular durante várias décadas – e as preocupações com as conseqüências dessa cirurgia tenham sido expressas há muitos anos.
Logo no seu início, os cirurgiões perceberam que a moda dos seios avantajados, amplamente divulgada, poderia se tornar um excelente negócio e se empenharam com afinco para justificar aquilo que alguns céticos viam como nada mais que uma oportunidade de ganhar dinheiro.
No início da década de 1980, a Associação Americana de Cirurgiões Plásticos e de Reabilitação argumentou haver um grande volume de informações e de opiniões médicas a alegar que essas deformidades (seios pequenos) constituem realmente uma doença. Os cirurgiões plásticos deram um nome à doença – micromastia – e fizeram o possível para veicular, o mais que pudessem, essa idéia. Avalia-se que, nos últimos 30 anos, 2 milhões de vítimas de micromastia tenham sido identificadas e "curadas" por cirurgiões plásticos, apenas na América do Norte.
No início, os cirurgiões injetavam o silicone diretamente no seio mas quando ficou evidente que esse procedimento poderia causar problemas, pois o silicone vagava pelo interior do corpo da paciente e começava a provocar vários tipos de reações e de problemas(sem contar o fato de que o seio aumentado rapidamente começava a se encolher, enquanto o seu volume aumentado com silicone, desaparecia); os cirurgiões começaram então a instalar os seus "amplificadores de seios" em pequenos sacos plásticos, que se pensava serem mais seguros.
Ao final do ano de 1991, entretanto, uma fortíssima controvérsia eclodiu, a respeito da segurança desses implantes. No dia 6 de janeiro de 1992, a Agência Nacional de Medicamentos de Alimentos (FDA) determinou aos médicos que interrompessem o uso de implantes com gel de silicone, enquanto analisava novas evidências que sugeriam a possibilidade de o gel causar reações auto-imunes ou desequilíbrios nos tecidos conectivos que provocavam fraqueza, dano ao sistema imunológico, memória fraca, fadiga, gripes crônicas e freqüentes, etc.
A ausência de evidência científica que apóie as práticas médicas é clara em todas as áreas da Medicina. Com pouquíssimas exceções, não há certezas, em Medicina. O que o paciente receberá dependerá mais da chance e dos preconceitos pessoais do médico, do que da Ciência. Esse não é, naturalmente, um problema novo. No prefácio à sua peça de teatro "O Dilema do Médico", George Bernard Shaw chama a atenção para o fato de que durante a primeira grande epidemia de gripe que se deu no final do Século XIX, um jornal londrino enviou um jornalista, como se fora ele um paciente qualquer, para se consultar com os melhores médicos de então. O jornal então publicou detalhes do conselho e das prescrições dadas pelos médicos. Apesar do fato de que o jornalista se queixar exatamente dos mesmos sintomas aos muitos médicos consultados, o conselho e as prescrições dados eram todos distintos (diferentes). Nada mudou. Até mesmo nesses dias de aparente medicina de alta tecnologia há muitas – quase ilimitadas – variações nos tratamentos preferidos por médicos diferentes. Os médicos oferecem prescrições diferentes para sintomas exatamente idênticos; internam pacientes por períodos de tempo muito variados, mesmo para pacientes com problemas que se mostram idênticos.
Nos EUA, a cada ano, 61 em cada 100 pessoas, submetem-se à cirurgia de safena. Na Inglaterra, apenas 6 em cada 100 – têm a mesma operação. No Japão, 1 paciente em 100000, será submetido à cirurgia coronária de ponte-safena. Nos EUA e na Dinamarca, cada 7 dentre 10 mulheres serão submetidas a uma histerectomia em algum estágio de suas vidas, mas na Inglaterra apenas 2 mulheres em 10 sofrerão a mesma cirurgia. Por que ? Será que as mulheres nos EUA estão se submetendo a um número excessivo de histerectomias ou as mulheres na Grã-Bretanha estão tendo uma carência nesse campo? Nos EUA, um de cada cinco bebês nasce de parto cesariano. Na Inglaterra e no País de Gales esse número é de 9%. No Japão o número é de 8 %.
Até mesmo no âmbito de cada unidade hospitalar, verificam-se enormes variações entre as crenças de médicos diferentes. Alguns otorrino-laringologistas ainda crêem que amídalas e adenóides devem ser removidos na primeira oportunidade que se apresente, enquanto outros crêem que tais cirurgias são inúteis ou danosas e que raramente deveriam ser praticadas. Alguns cirurgiões removem vesículas biliares por meio de pequenas incisões, enquanto outros preferem incisões maciças. Alguns médicos ainda recomendam que pacientes com úlcera adotem uma dieta láctea, enquanto outros opinam que tal conselho dietético já deveria ter sido abandonado, por constituir uma peça da pré-história. Apesar de todas essas variações no tipo de tratamento oferecido, a maioria dos médicos ativos parece crer que o seu método de tratamento é de valor incontestável.
Mas, poderá você dizer, mesmo que os tratamentos não sejam selecionados com precisão científica, certamente os diagnósticos o são, não é? Mais uma vez a evidência não corrobora esse ponto de vista. Após uma pesquisa recente, dois médicos patologistas relataram que, após a execução de 400 autópsias, verificaram que em mais da metade dos pacientes o diagnóstico errado tinha sido feito. Issso nos leva a crer que em mais da metade dos casos, tratamento equivocado foi administrado paciente. E como muitos dos tratamentos modernos são inquestionavelmente poderosos, isso nos leva também a crer que grande parte daqueles pacientes morreu em conseqüência do seu tratamento. Os dois patologistas relataram que doenças tratáveis não foram diagnosticadas em um, de cada sete pacientes. Verificaram que 65 casos de pneumonia, de um total de 134, não foram identificados, enquanto que de 51 pacientes que sofreram ataque cardíaco, os médicos falharam no diagnóstico em 18 deles. A ignorância tornou-se comum à prática médica.
Os médicos se esforçam muito para disfarçar o fato de que praticam uma magia negra, ao invés de um Ciência. A profissão médica criou uma "pseudo-ciência" de proporções gigantescas e os médicos de hoje fazem uso de uma ampla gama de instrumentos e de testes, com que explicam e dignificam as suas intervenções. Isso, naturalmente, não é novidade. Os alquimistas da Idade Média e os curandeiros da África verificaram que as palavras e os feitiços eram próprios dos deuses e de bruxas e assim criaram uma secreta e impenetrável estrutura de ervas, canções, danças, chocalho de ossos especiais, cânticos e encantamentos cerimoniais. Os clínicos de hoje possuem um arsenal de ferramentas muito mais sofisticado. Eles têm a cirurgia a laser e psicoterapia, os "CAT scanners" (Sofisticado instrumento de exploração eletrônica de áreas específicas do corpo) e os detectores de manganês no serum para substanciar a sua alegação de serem cientistas. Mas, apesar de tão boa que possa parecer a impenetrável pseudo-ciência e apesar de tão bem baseados em princípios científicos os equipamentos e as técnicas, tudo não passa de pouco mais que feitiçaria. Os médicos podem usar instrumentos científicos mas isso não os faz mais cientistas que um curandeiro o seria se pendurasse ao pescoço um estetoscópio e dançasse ao redor de um microscópio !!!
Ora, se os médicos fossem conscientes de que a Medicina não é um Ciência e que estão praticando aquilo que inquestionavelmente se constitui no maior e no mais bem sucedido truque de confiança jamais aplicado, o dano seria bem mínimo. Mas o problema reside no fato de que a grande maioria dos médicos crê na mentira que lhes é ensinada; crêem que são cientistas e que praticam uma ciência aplicada. Uma das conseqüências dessa falsa fé é que os médicos usam a tecnologia a eles disponível com pouca ou nenhuma atenção para com os seus pacientes: a eles foi ensinado aliar uma autoridade medieval e um sentimento de superioridade quase divino, com uma parafernália tecnológica do Século XX. O resultado é o caos terapêutico. Os pacientes são exageradamente analisados por métodos selvagens e perigosos e os programas terapêuticos, que variam de um médico a outro, são planejados e definidos por meio de tentativas, ao invés de resultarem de uma análise científica de possibilidades e de conseqüências. Para se proteger da ansiedade que, de outra forma, acompanharia a sua ignorância e a sua carência de conhecimento, os médicos buscam segurança e conforto em seu mergulho na tecnologia.
Aos doutores é ensinado que a investigação é um fim em si mesma, ao invés de um mero sinal que leva a um fim terapêutico. As necessidades do paciente são esquecidas, enquanto que os médicos se vangloriam do seu conhecimento. Um número exageradamente grande de médicos se satisfaz, não por fazer melhorar os pacientes ou por aliviar deles o desconforto, mas em jogar um série de jogos intelectuais em que a coleta e análise de resultados de exames é vista como muito mais importante que o apoio e o conforto de um paciente. Com exagerada freqüência os pacientes são analisados em excesso, diagnosticados em excesso, tratados de forma exagerada e recebem cuidados insuficientes. A "cura" e não os "cuidados" tornou-se o único critério e o sucesso é, com exagerada freqüência, medido no laboratório, ao invés de o ser na enfermaria. Que aconteceu? Por que a Medicina falhou em tornar-se um Ciência autêntica?
A resposta é simples. No último século a prática da Medicina tornou-se nada mais que um acessório da indústria farmacêutica e dos outros aspectos da imensa, poderosa e imensamente lucrativa indústria dos cuidados com a saúde !!! A Medicina não é mais uma profissão independente. Os médicos tornaram-se nada mais que um elo de ligação entre a indústria farmacêutica e o consumidor.
Nota de Leo Rebello: Os médicos e a indústria farmacêutica mataram, em conjunto, mil vezes mais pessoas durante os tempos de paz que todas as fatalidades das guerras travadas nos últimos 500 anos. Há um livro de natureza gráfica com o título de "Médicos, Drogas e Demônios", que relata a grotesca história da medicina moderna. Há também outra evidência igualmente diabólica com o nome de "EUA, os Envenenados", que registra os efeitos diabólicos de substâncias químicas assassinas que destroem o nosso meio ambiente, a nossa vida silvestre e a nós mesmos. E há, então, aquele sempre famoso tratado do Dr. Ivan ILLICH, chamado de Nêmesis da Medicina (ou Limites da Medicina), que a indústria farmacêutica comprou em massa e queimou. Os inteligentes leitores da Amrit Manthan podem ler esses livros eruditos para o seu benefício e devem se unir para a proteção de sua própria saúde, que se encontra em grande perigo.
O Dr. Vernon COLEMAN, médico e Doutor em Ciência, escreveu 75 livros que são vendidos em mais de 50 países e foram traduzidos para 22 idiomas. Conheci-o numa conferência no Hospital Real de Londres em junho de 1992, em que nós dois éramos os principais oradores.
NOTA do Tradutor: Sugiro uma visita ao sítio WEB do Dr. Márcio Bontempo, famoso e competentíssimo médico sanitarista brasileiro, incansável divulgador das terapias naturais. ( www.drmarciobontempo.com.br )
Comentários do tradutor: Seria insensato e pouco honesto não reconhecer e louvar o valor da Medicina de URGÊNCIA e de REABILITAÇÃO óssea e de outros tecidos, nesse contexto tão negativo da Medicina Moderna. Há que se louvar e reconhecer um altíssimo valor da Traumatologia e de procedimentos da EMERGÊNCIA MÉDICA
http://www.paradisenow.net/medicina-moderna-nao-ciencia.html
Lena Rodriguez
Diz a lenda que Abraão, depois de ter sido ensinado por um anjo, foi o primeiro a preparar uma receita de iogurte para oferecer a sua mulher e curá-la de um mal. Segundo relatos da História da Alimentação, a coalhada era vendida desde o século XII nas ruas de Constantinopla. A palavra iogurte, porém, teria nascido nos Bálcãs.
A difusão e a popularidade deste laticínio ocorreu com a chegada dos turcos, cujos hábitos alimentares são característicos de um povo nômade. Apesar de poder ser tomado ao natural, o leite é um alimento perecível e o iogurte, a ricota e os queijos foram formas que esse povo encontrou de prolongar a durabilidade dos alimentos e ter garantido o seu consumo.
Sabe-se da arte e conhecimento milenar desse povo em manter alimentos perecíveis, conservados em sal, especiarias, óleos e azeites e, ao mesmo tempo, ter o hábito de receber, festejar e celebrar a alegria com fartura e variedade de iguarias.
Como é fabricado?
O iogurte é produzido a partir da ação de uma cultura mista e em igual proporção dos microorganismos Streptococcus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus. Essas bactérias consomem a lactose, o açúcar do leite, para obterem energia e em contrapartida eliminam o ácido lático que coalha o leite. O leite coalhado preserva a gordura, os minerais e o conteúdo de vitaminas do leite puro, mas apresenta bem menos lactose, sendo então um alimento de mais fácil digestão que o leite. Para garantir sua qualidade microbiológica, o iogurte deve estar isento de microorganismos causadores da decomposição do produto e ser conservado sob refrigeração, à temperatura máxima de 10ºC, não sendo permitida a adição de substâncias conservantes. Os microorganismos (bifidobactérias) presentes no iogurte ajudam a equilibrar a microbiota intestinal e auxiliam na prevenção do crescimento de microorganismos patogênicos e agentes causadores de doenças, daí ser reconhecido como um alimento probiótico e imunomodulador.
Um aliado da Saúde, Beleza e Bem estar
Os iogurtes são importantes fontes de proteínas, cálcio, zinco, vitamina A e vitaminas do Complexo B . As proteínas são necessárias na construção, reparação e renovação dos tecidos do corpo, incluindo pele, unhas e cabelos. Participam da produção de anticorpos, hormônios e enzimas. O cálcio é um mineral fundamental na formação e manutenção dos ossos, dentes e unhas, além de participar das contrações musculares. O zinco aumenta a ação de enzimas que combatem os radicais livres, fortalece o sistema imunológico, retarda o envelhecimento e favorece o crescimento e fortalecimento dos cabelos.
A vitamina A tem papel fundamental na saúde da visão e da pele. É uma vitamina que restaura e constrói novos tecidos, auxilia no tratamento de abcessos, furúnculos, acne e queda de cabelos. As vitaminas do complexo B participam do metabolismo de proteínas, lipídeos e carboidratos, têm papel importante na produção de energia, oxigenação das células, produção de neurotransmissores e funções neurológicas normais.
Saúde com Sabor: receita de molho de iogurte Ingredientes> 1 xícara (chá) de iogurte desnatado 1 xícara (chá) de vinagre de maçã ou aceto balsâmico ½ colher (sopa) de salsinha picada ½ colher (sopa) de cebolinha picada Modo de Preparo Misture bem todos os ingredientes e leve à geladeira até a hora de servir. Acompanha bem pepino e legumes em geral Observação: Esta receita não é indicada para quem tem anemia, uma vez que os minerais Cálcio e Ferro competem entre si. Créditos: Texto © 2004 Por Drª Marília Fernandes
Drª Marília Fernandes elabora Planos Alimentares Nutricionista - CRN3/1693 Especialista em Nutrição Esportiva pelo CEMAFE/UNIFESP Especialista em Nutrição em Saúde Pública pela UNIFESP 19 anos de experiência em Nutrição e Alimentação Consultora Nutricional Pessoal e de Empresas nas áreas de Educação Alimentar, Qualidade de Vida e Bem Estar, Nutracêutica, Estética, Longevidade Saudável, Esportes, Marketing Alimentício e Saúde Ocupacional
De acordo com um novo estudo, publicado no International Journal of Obesity, incluir iogurte na dieta emagrece ao acelerar os mecanismos de queima de gordura e ainda diminui a barriga. Os pesquisadores da University of Tennessee descobriram que adultos obesos, que comeram três porções diárias de iogurte sem gordura como parte de uma dieta de baixas calorias, perderam 22% mais peso e 61% mais gordura corporal do que aqueles com dieta de baixas calorias sem iogurte. Melhor ainda, aqueles que comeram iogurte perderam 81% mais gordura corporal na área do estômago, o que contribuiu para perder barriga. O estudo acompanhou por 12 semanas 34 adultos obesos sem problemas de saúde divididos em dois grupos. Ambos os grupos ingeriram dieta com 500 calorias a menos que o normal para estimular a perda de peso. Um grupo teve incluído diariamente 170 gramas de iogurte sem gordura provendo 1.100 miligramas de cálcio, enquanto o outro grupo comeu apenas uma porção de laticínio com 400-500 miligramas de cálcio.
Além de emagrecer mais, a dieta com iogurte foi quase duas vezes mais eficiente na manutenção da massa muscular magra. Ou seja, a dieta com iogurte emagrece perdendo gordura e não músculos, os quais ajudam a queimar calorias. Fonte: International Journal of Obesity 18/03/2004. O iogurte é um líquido espesso, branco e levemente ácido, obtido pela fermentação do leite. Pode ser servido com frutas, chocolate ou mesmo vendido em várias opções de sabores. A bebida foi propagada por todo o mundo após alguns estudos evidenciar que seu consumo trazia benefícios à saúde. O biólogo russo Llia Metchnikoff (1910) estudou as tribos das montanhas da Bulgária que apresentavam longa vida por consumirem o iogurte habitualmente.
Devido à presença de fermentos lácteos, o iogurte possui benéficas propriedades nutricionais, além de aumentar a longevidade é de fácil digestão, o que faz dele um produto muito bom para pessoas com problemas gastrointestinais. Auxilia no bom funcionamento do intestino, contém cálcio que ajuda no fortalecimento dos dentes. Pode ser indicado em casos de osteoporose e para mulheres que precisam repor o cálcio no período da menopausa.
O iogurte pode ser encontrado em diferentes versões e são divididos em categorias, como naturais, desnatados, fazendo parte tanto da alimentação de pessoas que optam por uma alimentação equilibrada bem como daquelas que estão de dieta. O iogurte natural contém proteínas, carboidratos, vitaminas e sais minerais. O desnatado contém as mesmas propriedades nutritivas, porém com uma redução de gordura que lhe confere baixo valor calórico, sendo indicado para quem quer emagrecer e controlar o índice de colesterol.
É uma bebida que compõe o café da manhã, pode ser usada em receitas doces e salgadas. O iogurte natural é consumido natural ou usado em receitas como saladas, pães, molhos, doces, sorvetes. Por Patrícia Lopes Equipe Brasil Escola
Fonte: http://www.slideshare.net/severo/beneficios-do-yogurte-natural-1972789

Saúde do Beija-flor
É comum quando gostamos de passáros,
especialmente beija-flores,
colocarmos-lhes água com açúcar
nos bebedouros.
Entretanto saibam que
ISSO MATA O BICHINHO.
Deixem- me explicar melhor:
o açúcar em contato com a água forma um fungo
que traz doença, semelhante ao câncer,
no
biquinho do beija- flor
A saída é comprar Thrill ou assemelhados,
como o Néctar que é vendido nos supermercados
e que já vêm adoçados sem adição de açúcar,
garantindo, desta forma, a saúde do bichinho!
O pacote custa R$ 6,70 e dura 2 ou 3 semanas
dependendo da quantidade
de bebedouros que você tiver.
Além do mais você pode deixar a solução lá por
5 dias sem problemas,
enquanto que a água com açúcar
tem que ser trocada diariamente,
e o bebedouro deve ser fervido
e muito bem limpo para não matar o beija- flor.
O mais impressionante é que (quase)
NINGUÉM SABE disso,
então, por favor, divulguem a informação
pois é muito triste sabermos
que as pessoas que gostam de cuidar dos beija-flores
podem acabar provocando suas mortes
e nunca vão saber que eles morreram com

RECEITAS !!
MAIONESE
Maionese feita sem ovos: acompanha petiscos ou pode ser usada em saladas
INGREDIENTES
• 3 bananas verdes
• 1 xícara (chá) de vinagre
• 1/2 xícara (chá) de óleo ou azeite de oliva
• 2 colheres (chá) de mostarda
sal
COMO FAZER:
Bata o vinagre, óleo ou azeite, mostarda e sal no liqüidificador.
Deixe o ligado e acrescente as bananas cozidas e quentes até formar um creme espesso.
A maionese serve de acompanhamento para petiscos ou pode ser usada em saladas.
BOLO DE CHOCOLATE
Bolo de chocolate mais nutritivo com um pouco de biomassa de banana verde
INGREDIENTES
2 3/4 xícaras (chá) de farinha de trigo
• 2 xícaras (chá) de açúcar
• 1 xícara (chá) de achocolatado
• 1 xícara (chá) de biomassa de banana verde
• 1 xícara (chá) de leite de soja ou de vaca
• 1 xícara (chá) de óleo de canola
• 2 ovos grandes
• 1 colher (sopa) de fermento em pó
COMO FAZER

A palavra própolis vem do grego “pro-polis” que significa “defesa da cidade”. Uma alusão às barreiras que as abelhas levantam com essa material na entrada das colméias para protegê-las do frio e de predadores.
Os antigos conheciam muito bem as qualidades da própolis. Os egípcios a usavam para embalsamar corpos (o que explica a durabilidade das múmias) e os gregos a utilizavam para tratar ferimentos, especialmente os provocados por flechas envenenadas.
Num sábado de inverno, após participar de uma solenidade, o prefeito K. Lund Aagaard, da cidade de Vejby-Tibirke, Dinamarca, foi para casa com mais de 40 graus de febre e muita dor de garganta. Não conseguiu dormir. No meio da noite, levantou-se para tomar um remédio e, ao abrir o armário, deparou com uma bola de própolis que recolhera em uma de suas colméias. Lund, nas horas vagas, dedicava-se à apicultura, e tomara conhecimento das experiências do biólogo francês Remy Chauvin sobre o poder antibiótico e bactericida da própolis.
As pesquisas de Chauvin, iniciadas em 1965, ainda não se estendiam a seres humanos. Mesmo assim, Lund dissolveu um pedaço de própolis em água morna, fez um bom gargarejo, depois ingeriu parte do líquido. Voltou para a cama sentindo-se um pouco tonto. Acordou no dia seguinte sem febre, sem dor, praticamente curado. Estava redescoberto o valor terapêutico de uma substância da medicina popular que caíra em desuso no século XX.
Após a experiência de Lund, no entanto, intensificaram-se os estudos sobre o uso da substância para fins medicinais. Em 1972, reunia-se em Bratislava, Tchecoslováquia, um simpósio internacional sobre própolis onde foram relatados milhares de casos de cura, principalmente de processos infecciosos internos e externos.
Apesar dessa reabilitação tardia (em meados da década de 60), os antigos conheciam muito bem as qualidades da própolis. Os egípcios a usavam para embalsamar corpos (o que explica a durabilidade das múmias) e os gregos a utilizavam para tratar ferimentos, especialmente os provocados por flechas envenenadas.
A palavra própolis vem do grego “pro-polis” que significa “defesa da cidade”. Uma alusão às barreiras que as abelhas levantam com essa material na entrada das colméias para protegê-las do frio e de predadores.
O uso do produto foi contínuo através dos séculos. Na Idade Média, costumava-se passar própolis no umbigo dos recém-nascidos para evitar infecções, extremamente comuns naquela época. Na Rússia do século XVIII, a própolis era indicada no tratamento da tuberculose. A última notícia que se tem de seu uso, antes da re-descoberta por Chauvin e Lund, foi na Guerra dos Boers (1899-1902). Os habitantes da África do Sul, em luta contra os colonizadores ingleses, valiam-se da própole-vasogen, mistura de própolis com vaselina para cuidar dos feridos. Depois disso, ela desaparece da literatura médica.
A descoberta das propriedades da própolis por Chauvin foi casual. Ele realizava um estudo sobre a ação de bactérias em insetos quando percebeu que as abelhas eram praticamente imunes a microorganismos. Após um exame minucioso da situação, concluiu que a responsável pela esterilização das colméias era a pasta marrom opaca, espalhada pelas abelhas no interior de suas casas (inclusive nas paredes dos favos). Essa substância revelava grande poder germicida.
Ficava, porém, uma pergunta no ar: como as abelhas são capazes de fabricar um produto com tais qualidades?
Há 50 milhões de anos, quando as abelhas organizavam suas primeiras colméias, tiveram que “pensar” na limpeza da casa para evitar o aparecimento de microorganismos nocivos. E descobriram a resposta na natureza. Muitas árvores, no mundo inteiro, agregam resinas e bálsamo quando um galho é partido ou o tronco sofre uma incisão. Essas resinas têm a finalidade de “cicatrizar” o ferimento e impedir que bactérias penetrem na árvore, infectando-a e prejudicando sua saúde. Trata-se de um verdadeiro antibiótico natural. A mesma substância aparece também nos botões das flores e nas folhas das árvores.
Pois é essa resina que algumas abelhas de cada colméia, especialmente escaladas para o trabalho, coletam nas árvores. Ao voltarem para casa, com o produto armazenado nas patas traseiras, são auxiliadas por outras que retiram o material e o mastigam, adicionando a ele suas próprias secreções, ricas
Na colméia, a própolis “enriquecida” pelas abelhas reveste as paredes internas dos favos e tampa as frestas externas, cumprindo papel protetor contra o frio excessivo e invasão de predadores (formigas, ratos, lagartixas, etc.). Quando mesmo assim a colméia á assaltada, as abelhas matam o inimigo com picadas; depois, se ele for muito grande para ser carregado e jogado fora, mumificam-no com própolis. Quer dizer, a substância impede a decomposição do corpo por bactérias – o que demonstra seu alto poder germicida.
Várias pesquisas realizadas com a própolis relatam sua ação estimuladora dos glóbulos brancos do sangue. Como se sabe, essas células agem na defesa do organismo contra infecções: “engolem” as bactérias nocivas e secretam diversas substâncias que as digerem; além disso, estimulam a produção de anticorpos que também vão lutar contra microorganismos indesejáveis.
Os flavonóides são substâncias que estimulam a regeneração celular e estão presentes nas resinas das plantas que fazem fotossíntese, participando ativamente na síntese do ATP (adenosina trifosfato), principal bicomposto fornecedor de energia química. E a própolis, além de diversas vitaminas (complexo B, C E, H, P, provitamina A), minerais (ferro, cobre, manganês, zinco) e enzimas, contém uma gama única de flavonóides em sua combinação natural. O mais conhecido é a galangina, substância de reconhecido poder antibiótico que ataca vários grupos de bactérias.
Acredita-se, também, que os flavonóides contidos na própolis bloqueiam a liberação de histamina para que ela não impeça a ativação do sistema imunológico, o que é uma de suas funções. Por fim, os flavonóides protegem contra a formação de depósitos de colesterol e triglicérides nos vasos sanguíneos, evitando a aterosclerose.
O uso da própolis como suplemento alimentar traz muitos benefícios à saúde, entre eles:
* aumento da disposição física (inclusive no plano sexual) e mental;
* ação regeneradora sobre as mucosas do estômago e intestino;
* acelera processos de cicatrização e recuperação em casos de ferimentos e infecções;
* apresenta efeitos positivos sobre o sistema imunológico, na circulação e no metabolismo.
E além de tudo, essa substância natural, se não for adulterada pelo homem, chega a nós tão pura, como no dia que foi criada!
Fonte: Revista Saúde!
Vick VapoRub aumenta a secreção de mucina, diminui a movimentação ciliar e prejudica a eliminação de secreções, segundo artigo da CHEST
Um artigo publicado na revista CHEST por autores americanos mostra que o uso de Vick VapoRub (VVR) para alívio da congestão nasal pode induzir à inflamação das vias aéreas e à redução da função mucociliar. Por ser um irritante, o produto pode aumentar a produção de muco, causar edema nas vias aéreas e dificultar o movimento ciliar que ajuda na eliminação de secreções.
Amostras de traquéia extirpadas de furões saudáveis, animais que têm anatomia de via respiratória semelhante a dos humanos, foram incubadas em placas de cultura marcadas com 200mg de VVR. A secreção de mucina foi comparada àquela dos controles sem VVR. A velocidade do transporte mucociliar traqueal foi medida pela cronometragem do movimento de 4ml de muco através da traquéia. A freqüência de batimento ciliar foi medida utilizando vídeo-microscopia. Furões anestesiados e intubados inalaram placebo ou VVR que foram colocados no tubo endotraqueal. Foram avaliados tanto os furões saudáveis, quanto aqueles nos quais foi induzida a inflamação traqueal com endotoxina bacteriana (um lipopolissacarídeo). A secreção de mucina foi medida utilizando um ensaio de lectina ligante de enzima e a água do pulmão foi calculada pela razão de peso úmido/peso seco.
Os autores concluíram que o VVR estimula a secreção de mucina e a velocidade do transporte mucociliar traqueal nas vias aéreas de furão inflamadas pelo lipopolissacarídeo. Estes resultados são semelhantes à estimulação inflamatória aguda observada com a exposição aos irritantes e pode levar à obstrução de pequenas vias aéreas por muco e aumentar a resistência nasal.
A recomendação é para não aplicar o produto abaixo do nariz ou diretamente no nariz de ninguém e nunca usá-lo em crianças abaixo dos dois anos de idade. Bebês e crianças têm vias aéreas mais estreitas e qualquer aumento do muco ou edema (inchaço) das vias aéreas podem estreitá-las, causando obstruções graves.
Fonte: CHEST – Volume 135 n°.1
Um médico naturalista estava muito triste porque participou de congressos e, embora comprovados, os resultados não eram divulgados, como ele disse 'NÃO DÁ IBOPE''. Então ensinou a fazer um exercício simples que evita problemas cardíacos.
1º. Antes do banho, exercitar a panturrilha (levantar o corpo na ponta dos pés), primeiro rápido até esquentar as panturilhas e depois uma sequência de 10 movimentos lentos. Pronto. Esse exercício bombeia o sangue para o coração, melhora os batimentos cardíacos e evita obstrução das veias. Nos primeiros 6 meses, se a pessoa estiver com excesso de peso, ela emagrece da cintura para baixo e, nos 6 meses seguintes, da cintura para cima; depois de 2 anos, não engorda mais e, além de tudo, diminui o risco de uma cirurgia cardíaca que custa em média, hoje em dia, R$38.000,00 e, de um modo geral, os planos de saúde nem sempre pagam, melhora o problema de micro varizes;
2º. Ao chegar em casa, coloque os seus pés em uma bacia com água bem quente (o famoso escalda pés ). Além de relaxar, esse processo desencadeia a dilatação dos vasos sanguíneos dos pés, melhora o cabelo e melhora, inclusive, a visão. Esse processo foi pesquisado com pessoas diabéticas e os resultados evidenciaram a melhora na circulação sanguínea, diminuindo os casos de gangrena; o quadro geral de saúde dos pesquisados melhorou e, como um fato relevante, a melhora da visão.
(Observação: baseado em meus conhecimentos de Medicina Chinesa: o escalda pés trabalha a polaridade Yin/Yang, trazendo a energia da cabeça (Yang) para as extremidades dos pés (Yin), equilibrando todo o sistema energético o que trás um grande relaxamento, o ideal seria permanecer por no mínimo 10 minutos e não deixar a água esfriar, ir colocando água quente a medida em que vai baixando sua temperatura... Algo que aprendi há muito tempo atrás e que percebi ser muito bom é acrescentar um punhado de sal grosso na água do escalda-pés. Lena).
3º. Ao acordar, deitado de barriga para cima pedalar 120 vezes no ar. Esse exercício melhora o posicionamento da coluna e da postura, diminuindo ou retardando o encurvamento das costas e aliviando as dores nas costas.
4º. Ao perceber que a pressão subiu, coloque as pernas dentro de um balde com água muito gelada até os joelhos Permaneça nesta imersão por 20 min. Este processo fará com que o organismo, na busca de aquecer os membros inferiores, faça com que o acúmulo de sangue na cabeça desça, baixando a pressão.
Repassem aos seus contatos.
Fonte: Enviado por meu amigo Wal.
- O médico infectologista David Wib afirma que após várias pesquisas, descobriu uma forma de evitar o contágio pelo vírus H1N1, causador da gripe suína. Uma mistura de manjericão, pimenta do reino e cânfora.
As pesquisas realizadas pelo Instituto de Saúde de Utah (UHI) chegou a estes resultados após estudar o passado das pandemias, verificando as técnicas eficientes de combate às pestes que assolaram a humanidade, entre elas o surto de meningite do iníco dos anos 70, quando em alguns países, a incidência de casos foi menor, como no Paquistão, grande produtor de cânfora e pimenta do reino. Novamente, este país apresenta um dos menores índices de infecção pelo vírus H1N1, o que levou os pesquisadores a estudarem os motivos e, por consequência, à solução.
Voltando ao início dos anos 1970, quando um surto de menigite assolou o mundo, uma variação dessa defesa foi utilizada para evitar o contágio pela bactéria causadora da doença. Naquela época, o manjericão não foi utilizado por não possuir princípios ativos para auxílio do combate à bactéria, mas agora é diferente, afirma David Wib, pois trata-se de um vírus.
Na época, fazia-se uma pequena sacolinha de brim, onde era colocada a pedra de cânfora e as sementes de pimenta do reino, que era presa ao pescoço por um cordão de linha ou fio de nylon. A mesma técnica pode ser utilizada mas, segundo nossa consultora de moda Betty Teixeira, para que não fique um objeto estranho com as vestimentas atuais, o saquinho pode ser feito de algodão cru, utilizando um cordão de couro para prendê-lo ao pescoço.
Mesmo com essa proteção a mais, todos os médicos e cientistas são categóricos em afirmar que a população não deve abandonar as outras formas de evitar o contágio, como a utilização de álcool em gel para a desinfecção das mãos e utensílios, a água e sabão e, principalmente, a consulta a um médico no caso de suspeita de ter contraído o vírus.

CURIOSA HISTERIA MUNDIAL QUE ESTÁ SENDO DESENCADEADA A RESPEITO DA GRIPE H1N1 – SUÍNA
Via de regra, tanto ruído da mídia é um indicativo de que forças poderosas estão interessadas em tal campanha.
- Quais serão, neste caso?
- Observem que não é difícil identificar nos noticiários as Estratégias de Manipulação descritas abaixo, e nas reportagens seguintes:
I
AS ESTRATÉGIAS E AS TÉCNICAS DOS “DONOS DO MUNDO” PARA MANIPULAÇÃO DA OPINIÃO PÚBLICA E DA SOCIEDADE.
1. A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética.
“Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais” (citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”.)
2. CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar uma certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3. A ESTRATÉGIA DA DEGRADAÇÃO
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, é suficiente aplicar progressivamente, em “degradado”, sobre uma duração de 10 anos. É dessa maneira que condições sócio-econômicas radicalmente novas tem sido impostas, durante os anos de 1980 a 1990. Desemprego em massa, precariedade, flexibilidade, reassentamentos, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haviam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de forma brusca.
4. A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO
Uma outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública no momento para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, por que o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, por que o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Em fim, isto dá mais tempo ao público pata acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
Um exemplo recente: a passagem para o Euro e a perca da soberania monetária e econômica tem sido aceitos pelos países Europeus em 1994-1995 para uma aplicação em 2001. Outro exemplo: os acordos multilaterais da ALCA (o FTAA) que os Estados Unidos tem imposto desde 2001 aos países de todo o continente americano (Central e Sul da América) apesar de suas reticências, concedendo uma aplicação e vigência diferida para 2005.
5. DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza um discurso, argumentos, personagens e uma entonação particularmente infantil, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante.
Por que?
“Se se dirige a uma pessoa como se tivesse a idade de 12 anos então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, uma resposta ou reação também desprovida de um sentido critico como a de uma pessoa de 12 anos de idade”. (ver “armas silenciosas para guerras tranqüilas”)
6. UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...
7. MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE
Fazer com que se o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.
“A qualidade da educação dada as classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre o possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores” (ver “armas silenciosas para guerras tranqüilas”)
8. PROMOVER NO PÚBLICO O “SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE”.
Promover ao público a achar “cool” pelo fato de ser estúpido, vulgar e inculto...
9. REFORÇAR A REVOLTA PELA CULPABILIDADE
Fazer o indivÍduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo auto-desvalida-se e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E sem ação, não há revolução!...
10. CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência tem gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, a neurobiologia e a psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o individuo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Fonte: http://perso.wanadoo.fr/metasystems/ES/Manipulations.html
http://www.cuidardoser.com.br/estrategias-da-manipulacao.htm
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II
Incrível ! Um comercial sobre a gripe suína nos anos 70 ?
Jane Bürgermeister, jornalista austríaca, recentemente apresentou acusações criminais junto ao FBI contra a Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização das Nações Unidas (ONU), e vários altos funcionários governamentais e empresariais relativos bioterrorismo.
Jane criou um dossiê, entregue ao FBI, que mostra as evidencias de que o vírus da gripe suína foi criado em laboratório e usado para exterminar parte da população e forçar lei marcial.
"Evidencias de que um sindicato internacional de criminosos corporativos, que se anexaram com altos oficiais do governo dentro dos Estados Unidos, estão levando adiante um genocídio em massa contra as pessoas dos Estados Unidos usando um vírus pandêmico artificialmente (geneticamente) modificado, e um programa de vacinação para causar morte em massa, ferimentos e despovoar os EUA de forma a transferir o controle dos EUA para a OMS, a ONU e suas forcas afiliadas de segurança (Tropas da UN e OTAN)".
Uma das acusações é contra a Baxter, que enviou 12 kilos de vírus da Áustria para vários países, como se fosse vacina. Jane cita também vários atos do governo e leis da ONU que dão poder ao governo, FEMA e a ONU para forçar vacinação em massa, lei marcial e aprisionamento.
Jane foi despedida do seu emprego de correspondente européia para o site de energia renovável.
Fontes:
Dossie (em ingles) Bidflu666 - Blog de Jane Infowars - Jornalista é despedida
http://mathaba.net/news/?x=621102
http://www.youtube.com/watch?v=wHxHmHa9qvs
http://www.torontosun.com/news/canada/2009/02/27/8560781.html
http://www.examiner.com/x-6495-US-Intelligence-Examiner~y2009m7d10-CBS-60-Minutes-300-death-claims-from-1976-swine-flu-vaccine-only-one-death-from-flu
III
Jornalista lança acusações sobre a WHO e as UN sobre o bioterrorismo e seus objetivos de cometer um assassinato em massa
(por Barbara Minton, editora de saúde natural, da Natural News)
Como a data de lançamento da vacina Baxter’s para a gripe pandêmica A/H1N1 (Julho) se aproxima, uma jornalista de investigação austríaca está advertindo o mundo que o grande crime da história da humanidade que está a caminho.
Jane Burgermeister tem vindo a registrar o arquivamento recente de acusações penais do FBI contra a Organização Mundial de Saúde (World Health Organization), e a United Nations (UN) e diversos altos membros do governo e de entidades oficiais a respeito do bioterrorismo e de tentativas de serem cometidos assassinatos
Sumário das queixas do FBI e das alegações, arquivadas na Áustria, em 10 de Junho de 2009
Em suas acusações, Burgermeister apresenta a evidência dos actos do bioterrorismo, em violação da lei dos EE.UU, por um grupo operando dentro dos EE.UU. sob orientação de banqueiros internacionais que controlam a reserva federal, assim como a WHO, as UN e a OTAN. Este bioterrorismo tem a finalidade de realizar um genocídio maciço da população dos EE.UU. por meio de um vírus pandêmico geneticamente projetado da gripe, com a intenção de causar a morte. Este grupo apoderou-se de elevadas funções de governo nos EE.UU.
Especificamente, apresentou evidências de que os réus - Barack Obama, presidente dos E.U., David Nabarro, coordenador para a gripe, Margaret Chan do sistema do UN, diretor-geral do WHO, Kathleen Sibelius, secretária do departamento da saúde e serviços humanos, Janet Napolitano, secretária do departamento da segurança de pátria, David de Rotschild, banqueiro, David Rockefeller, banqueiro, George Soros, banqueiro, Werner Faymann, chanceler de Áustria, e de Alois Stoger, ministro de saúde austríaco, entre outros - são parte de uma organização internacional, um sindicato de crime, que desenvolve, produz, armazena e utiliza armas biológicas para eliminar a população dos EE.UU. e de outros países para ganhos políticos e financeiros. As acusações afirmam que estes réus conspiraram secretamente uns com os outros e planejam financiar e participar na fase final da execução destas armas biológicas internacionais, programam o envolvimento das companhias farmacêuticas Baxter e Novartis. Elas conceberam esta bioengenharia de libertação de agentes biológicos letais, especificamente os vírus da “gripe das aves” e vírus e da “gripe dos suínos”, a fim terem um pretexto para executar um programa forçado de vacinação maciça, como meio de administrar um agente biológico tóxico para causar morte e sofrimento aos povos dos EE.UU. Esta ação viola diretamente o Ato Anti-terrorista das Armas Biológicas.
As acusações de Burgermeister’ incluem a evidência de que a Baxter AG, subsidiária austríaca da Baxter International, enviou deliberadamente 72 quilos de vírus vivo da gripe de pássaro, fornecidos pelo WHO no inverno de
Nas suas acusações de Abril ela frisou que o Baxter’ Lab da Áustria, um dos bio-laboratórios supostamente mais seguros do mundo, não cumpriram as práticas mais básicas e mais essenciais para manter seguros 72 quilos de um micróbio patogênico classificado como uma bioarma, separando-o de todas substâncias restantes, conforme regulamentos estritos ao nível do biosegurança, mas permitiu que fosse misturado com o vírus humano ordinário da gripe e enviou-o para as suas dependências em Orth no Donau.
Em Fevereiro, quando um quadro da BioTest, da República Checa, testou o material, proposto para vacinar doninhas, as doninhas morreram. Este incidente não foi acompanhado por nenhuma investigação do WHO, da UE, ou das autoridades de saúde austríacas. Não houve qualquer investigação ao conteúdo do material do vírus, e não há nenhum registro sobre a sequência genética do vírus libertado.
Em resposta a perguntas parlamentares em 20 de Maio, o ministro de saúde austríaco, Alois Stoger, revelou que o incidente tinha sido provocado não por um lapso de biosegurança, como deve ter sido, mas como um incumprimento do código veterinário. Um médico veterinário foi enviado ao laboratório para uma breve inspeção.
A documentação de Burgermeister’ revela que a libertação do vírus teria sido uma etapa essencial para provocar uma pandemia, que permitisse que o WHO declarasse uma pandemia do nível 6.Ela lista as leis e decretos que permitiriam que as UN e o WHO atuassem sobre os Estados Unidos no caso da pandemia. Acresce que a legislação impõe conformidade com vacinações forçadas nos EE.UU., na circunstância de uma declaração pandêmica.
Ela acusa que o complexo negócio da pandemia da “gripe dos suínos”, como premissa da morte massiva, não é motivado por qualquer vírus natural que ameace a população. Ela apresenta evidencias que demonstram que os vírus da gripe das aves e dos suínos resultam, de fato, de engenharias biológicas nos laboratórios financiadas pelo WHO e por outras agências governamentais. Esta “gripe suína” é uma parte híbrida da gripe dos suínos, parte da gripe humana e parte da gripe das aves, algo que pode somente ter origem em laboratórios de acordo com muitos peritos.
As alegações da WHO, no sentido de que esta gripe dos suínos que está se espalhando e que deve ser declarada uma pandemia, ignora as causas fundamentais. Os vírus foram criados e libertados, com a ajuda da WHO, e a WHO é, antes de tudo o resto, opressivamente responsável pela pandemia. Além disso, os sintomas da suposta “gripe dos suínos” são indistinguíveis dos da gripe regular ou do frio comum. A “gripe dos suínos” não causa morte mais freqüentemente do que as causas normais de morte pela gripe comum.
Burgermeister nota que os indicadores de mortes reportados para a “gripe dos suínos” são inconsistentes e que não há nenhuma clareza a respeito de da documentação dos registros dessas mortes. Não há nenhum potencial pandêmico a menos que sejam realizadas vacinações maciças para “armar” (provocar) a gripe sob a desculpa de proteger a população. Há um campo razoável para acreditar que as vacinas imperativas estarão contaminadas propositadamente com doenças, as quais serão especificamente designadas como causa de morte.
Existem referências a uma vacina licenciada da gripe das aves, da Novartis, que matou 21 dos sem-abrigo da Polônia no Verão de
Ela alega que o mesmo complexo de companhias farmacêuticas internacionais e agências governamentais internacionais que desenvolveram e libertaram material pandêmico, se posicionaram para obtenção de lucro com a provocação da pandemia, através de contratos para fornecimento de vacinas. Meios de comunicação controlados pelo grupo, conceberam a agenda da “gripe suína”, e estão espalhando informação errônea para acalmarem (prepararem) a população dos EE.UU. para tomarem a perigosa vacina.
O povo dos E.U. sofrerá dano substancial e irreparável, a que serão forçados ao tomar esta vacina (cujos resultados não estão demonstrados), sem necessidade do seu consentimento, de acordo com o Ato de Emergência do Estado para a Saúde, do Ato Nacional de Emergência, e de diretivas específicas do Presidente e de instâncias internacionais que regulam estas pandemias.
Nos EE.UU. desde 2008, com as acusações de Burgermeister, aqueles que são referidos nas suas alegações aceleraram a preparação e execução das leis e dos regulamentos que visam desarmar os cidadãos dos E.U. de seus direitos constitucionais legais de recusa de uma injeção. Essa gente criou ou preparou as condições para permanecer em postos em que podem determinar que é um delito recusar tomar uma injeção contra os vírus pandêmicos. E impuseram outras penalidades excessivas e cruéis, tais como o aprisionamento e/ou a quarentena em acampamentos do FEMA, barrando aos cidadãos dos EE.UU. o direito de reivindicarem compensações contra o ferimento ou a morte por injeções forçadas. Isto é uma violação das leis sobre a corrupção federal e o abuso da administração, assim como da Constituição e da Declaração de Direitos. Com estas ações, os réus nomeados impuseram os fundamentos para o genocídio massivo.
Usando a “gripe dos suínos” como pretexto, os réus pré-planearam o assassinato em massa da população dos EE.UU. por meio de vacinação forçada. Instalaram uma extensa rede de campos de concentração do FEMA e identificaram locais maciços e graves, e envolveram-se no planejamento e execução de um esquema para entregar o poder nos EE.UU. a um sindicato internacional do crime que usasse as UN e a WHO como frente para alavancar atividades ilegais e criminosas, em violação das leis que punem a traição.
Em futuras acusações, de que o complexo das companhias farmacêuticas, Baxter, Novartis e Sanofi Aventis, são parte de um programa de armas biológicas com sede no exterior financiado por esta sociedade criminosa internacional, destinado a projetar e executar o assassinato em massa para reduzir a população mundial em mais de 5 bilhões de pessoas nos próximos dez anos. O seu objetivo é espalhar o terror para justificar forçar povos a abdicarem dos seus direitos, e para forçar a quarentena maciça nos campos do FEMA. As casas, as companhias e as explorações agrícolas e as terras daquelas que são assassinados ficarão sob as garras dessa organização.
Eliminando a população da América do Norte a elite internacional acede aos seus recursos naturais, tais como a água e as terras do petróleo pouco desenvolvidas. E eliminando os EE.UU. e a sua Constituição democrática, com a sua submissão a uma União da América do Norte, o grupo de crime internacional terá o controle total sobre América do Norte.
Destaques do dossiê completo
O dossiê completo em 10 de Junho, é um documento de 69 páginas, que apresenta evidências para consubstanciar todas as acusações. Inclui:
O fundamento factual, que delineia as linhas de ação e os fatos que estabelecem as causa prováveis, as definições e papeis das UN e da WHO, e as histórias e incidentes deste Abril de 2009, manifestação da “gripe dos suínos”.
Evidencia vacinas “gripe dos suínos”, definidas como bioarmas delineadas em agências governamentais, regulamentos que classificam e que restringem vacinas, e o receio dos países estrangeiros de que a vacina da “gripe dos suínos” seja usada para a guerra biológica.
Prova científica de que a “gripe dos suínos” é um vírus é um vírus artificial (genético).
Prova científica de que a “gripe dos suínos” provém de desenvolvimentos de bioengenharia para se assemelhar ao vírus espanhol da gripe de 1918, incluindo citações de Gripe Suína 2009 é a arma biológica da Gripe Espanhola de 1918 por A. True Otto, Ph.D., N.D., e de um artigo da Scienze Magazine do Dr. Jeffrey Taubenberger entre outros.
A sequência do genoma da “gripe dos suínos”.
Evidência da libertação deliberada do ” gripe dos suínos” no México.
Evidência o envolvimento do presidente Obama, que delineou a sua viagem ao México coincidindo com a recente manifestação da “gripe dos suínos” e a morte de diversos oficiais envolvidos na sua viagem.
A questão é porque o presidente não foi nunca testado sobre a “gripe dos suínos” porque teria sido previamente vacinado.
A evidência a respeito do papel da Baxter e da WHO na produção e libertação do material pandêmico do vírus em Áustria, incluindo uma indicação oficial da Baxter que indica que o H5N1 acidentalmente distribuído na República Checa foi proveniente de um centro de referência do WHO. Inclui a delineação de evidências e alegações constantes das acusações de Burgermeister, arquivadas em Abril na Áustria e que estão atualmente sob investigação.
A evidência de que a Baxter é um elemento de uma rede secreta de armamento biológico.
A evidência de que a Baxter contaminou deliberadamente o material da vacina.
A evidência de que a Novartis está usando as vacinas como bioarmas.
Evidência a respeito do papel da WHO’ no programa das bioarmas.
Evidência de manipulação pela WHO de registros da doença a fim justificar a declaração de um nível pandêmico de grau 6, por forma a obter o controle da situação nos EUA.
Evidência a respeito do papel da FDA (Food and Drugs Administration) na cobertura dada ao programa das bioarmas.
Evidência a respeito do papel do Laboratório Nacional de Microbiologia do Canadá no programa das bioarmas.
Evidência da participação dos cientistas que trabalham para o UK’ s NIBSC, e o CDC na engenharia da “gripe dos suínos”.
Evidência das vacinações provocadas pela mortal “gripe espanhola” de 1918, que incluem a opinião do Dr. Jerry Tennant de que o uso difundido de aspirina, durante o inverno que seguiu o fim da Primeira Guerra Mundial, poderia ter sido um fator chave que contribuiu para uma antecipação da pandemia, pela supressão do sistema imunitário e diminuição da temperaturas dos corpos, favorecendo a expansão dessa pandemia. O abaixamento da temperatura dos corpos pelo uso de Tamiflu e Relenza pode contribuir para a propagação de uma pandemia.
Evidência a respeito da manipulação do quadro jurídico para permitir o assassinato em massa com impunidade.
Edições constitucionais: a legalidade versus a ilegalidade de comprometer a vida, a saúde e os bens do público por vacinações massivas.
Uma edição sobre imunidade e compensação, como a evidência da intenção de cometer um crime.
Evidência a respeito da existência de um sindicato internacional do crime.
Evidência da existência do ” Illuminati”.
Evidência sobre a agenda de despovoamento do Illuminati/Bilderbergs e da sua participação na engenharia e da libertação do vírus artificial da “gripe dos suínos”.
Evidência de que o tema da gripe biológica foi debatido na reunião anual de Bilderberg, em Atenas,
Os meios de comunicação mantém os americanos indecisos (“à nora”) e debaixo desta ameaça
Jane Burgermeister é uma irlandêsa/austríaca que escreve para a Nature The British Medical Journal, e o American Propect. É o correspondente europeu do website The Renewable Energy World.
Ela escreveu extensivamente sobre a mudança do clima, biotecnologia e ecologia.
Além do que as acusações atualmente sob investigação, sobre Baxter AG e a Avir Green Hills Biotechnology, em Abril, ela promoveu acusações contra a WHO e a Baxter, entre outras acerca do caso da explosão de tubos de ensaio utilizados por um laboratório suíço em pesquisas sobre a “gripe dos suínos”.
Em sua opinião, o controle dos media pela elite atual tem vindo a permitir que o sindicato mundial o crime promova a sua agenda, pela calada, enquanto os povos permanecem na obscuridade sobre o que está realmente a acontecer. As suas acusações são uma tentativa de romper esse controle sobre os media e de trazer a verdade para a luz.
O seu principal interesse é esse “pese o fato da Baxter ter ficado vermelha por ter ficado tão perto de ter provocado a pandemia e de a ver travada, mas eles estão igualmente a atirar-se para diante, juntamente com a aliança das companhias farmacêuticas, como fornecedores de vacinas para a pandemia”. A Baxter está a acelerar para colocar a vacina no mercado em Julho.
IV
Nós estamos vivendo uma verdadeira conspiração mundial !
PARIS (AFP) - O risco de pandemia de gripe suína suscita preocupação em todo o mundo, mas também aumenta o faturamento de algumas empresas, sobretudo as que fornecem máscaras e luvas esterilizadas.
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Na Ásia e na Europa, as conseqüências da epidemia de gripe suína podem se revelar benéficas para algumas atividades.
Na Bolsa suíça, o gigante farmacêutico Roche foi um dos raros títulos a registrar uma valorização (+1,38%, a 146,50 francos), graças ao aumento potencial das vendas de sua vacina Tamiflu, eficiente contra a gripe suína. Contudo, o grupo ainda não recebeu qualquer demanda da Organização Mundial da Saúde (OMS) para disponibilizar seus estoques de antigripal.
Na Bolsa de Londres, o grupo britânico GlaxoSmithKline (GSK), que produz o antigripal Relenza, perdeu 1,48%, estabelecendo-se a 1.048 pence. Já na Bolsa de Kuala Lumpur, as ações dos fabricantes de luvas de látex Top Glove e Latexx ganharam, respectivamente, quase 12% e 8,8% na segunda-feira. Hoje, o título da Latexx subiu mais 8,8%.
"Os investidores apostam nesses fabricantes de luvas porque estão convencidos de que eles vão se beneficiar com a pandemia, como foi o caso em 2003", comentou um corretor na Bolsa da Malásia.
A Ásia ainda está traumatizada com a crise da pneumonia atípica (SRAS) que surgiu em novembro de 2002 na província chinesa de Guangdong (sul) antes de deixar mais de 800 mortos em todo o mundo, 350 deles na China.
V
A MENTIRA
Tamiflu parece ser efetivo contra gripe suína, diz OMS
A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que testes iniciais mostraram que o medicamento antiviral Tamiflu, fabricado pela companhia farmacêutica Roche Holding, sediada na Basiléia, parece ser efetivo contra o vírus que causa a gripe suína. Mais de 60 pessoas morreram e outras 1 mil estão contaminadas pelo vírus no México. Autoridades norte-americanas disseram que sete pessoas foram infectas pela gripe suína na Califórnia e no Texas mas todas se recuperaram.
"A informação que temos até agora é de que o vírus reage ao Tamiflu", disse o porta-voz da OMC, Aphaluck Bhatiasevi. A OMC espera obter informações conclusivas sobre o potencial do medicamento no combate à doença nos próximos dias. Um grupo de especialistas que formam o painel de crise da OMC se reuniu em Genebra hoje, em caráter de emergência, para discutir a situação que classifica de "séria", com potencial de se transformar em uma "pandemia".
A OMC, que mantém conversações com a Roche sobre fornecimento de estoques de emergência do medicamento, tem capacidade de mobilizar cerca de 300 milhões de tratamentos em adultos, assim como um número de tratamentos em crianças, disse Bhatiasevi. Antes do encontro de emergência deste sábado, - o primeiro realizado pelo painel de crise desde que foi criado em 2007 - a OMC pediu aos países que implementem medidas ativas de vigilância. A Roche confirmou que pode distribuir vários milhões de doses do Tamiflu caso o tratamento se mostre realmente eficiente.
A VERDADE
O governo orientou os médicos a não receitarem Tamiflu para jovens entre 10 e 20 anos. A medida foi colocada em prática depois de 10 incidentes em que adolescentes tentaram se suicidar depois de tomar o remédio para gripe.
O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar também ordenou à importadora do Tamiflu, Chugai Pharmaceutical Co., a preparar um informativo sobre os efeitos colaterais do remédio para ser distribuído em instituições médicas.
Apesar da orientação para que os médicos não receitem a droga, o ministério se recusa a dizer que o remédio é responsável por fazer adolescentes pularem de prédios. Em vez disso, o governo diz que as causas ainda são desconhecidas. "Houve casos de adolescentes que pularam de prédios e que não haviam tomado Tamiflu. Por isso, do ponto de vista científico, é impossível dizer se esse comportamento é um efeito colateral da droga ou não. Porém, como foram registrados vários incidentes em que comportamento irregular foi registrado após o uso do remédio, eu concordo com a medida do ministério", disse Shunpei Yokota, professor da Univerdidade da Cidade de Yokohama e chefe do grupo convocado pelo Ministério para investigar os efeitos colaterais do Tamiflu.
http://www.ipcdigital.com/br/Noticias/Japao/Governo-proibe-Tamiflu-para-adolescentes
Tóquio, 4 abr (EFE).- Um total de 128 pessoas, na maioria adolescentes, comportou-se de forma estranha após ingerir Tamiflu desde que o antiviral suíço, usado como proteção contra a gripe aviária, começou a ser vendido no Japão, em fevereiro de 2001, informou hoje o Ministério da Saúde japonês.
Dessas 128 pessoas, cem deles tinham menos de 20 anos e 43 eram menores de dez anos, segundo um relatório citado pela agência local "Kyodo".
Oito dos afetados, incluindo três idosos em torno dos 90 anos, morreram ao pular de um edifício ou em outros casos de comportamento irregular.
Um total de 1.079 pessoas recorreu ao ministério japonês após suspeitar de efeitos colaterais após ingerir o remédio da Roche, cujo nome genérico é oseltamivir.
No mês passado, o Governo japonês suspendeu o uso do antigripal em adolescentes, após casos nos quais quatro jovens pularam de andares altos de suas residências, com o saldo de dois mortos e dois feridos.
Obama pediu na terça-feira ao Congresso uma verba extraordinária de US$ 1,5 bilhão para enfrentar o problema.
Textos interessantes sobre as Vacinas
http://www.dsalud.com/editoriales_081.htm
12/08/2009

Um passo além disso Dra. Maria de Fátima, são alguns médicos maravilhosos como a senhora, que deram este passo além, reafirmando seu Sagrado juramento e compromisso de salvar vidas de forma natural, como Hipócrates já preconizava...
Alguns anos atrás quando essa questão estava pululando, vindo à tona, eu quis me aprofundar, mesmo porque já tinha ouvido duas questões muito antigas e sempre respeitei a sabedoria popular... Então a única forma que eu poderia me aprofundar além de ir em busca sobre o que escreveram aqueles que se aprofundaram eu teria que experimentar e foi e que fiz... Como eu me trato com essências florais e já na época isto acontecia e também com medicina chinesa eu me encontrava muito bem, mas mesmo assim fui fazer in loco minha pesquisa... Tomei minha própria urina durante um mês e fiquei maravilhada... a primeira coisa que observei foi uma energia aumentada, me senti com muito “pique”... a fome diminuiu, embora jamais tenha sido uma glutona, comia absolutamente o necessário e me sentia muito alimentada com a própria urina... Na época, eu tinha um pouquinho de gordura localizada na altura da cintura, sumiram tudo... Meus olhos brilhavam, aliás faiscavam, um amigo chegou para mim logo na primeira semana de experiência (ninguém sabia de nada) e me perguntou porque meus olhos brilhavam tanto? Bem, não sei o motivo disto, mas eles exalavam luzes e energia! Tive também tempos depois uma espécie de alergia na perna que todo verão reaparecia, era muito incômodo, pois coçava muito e simplesmente peguei de minha própria urina e passei no local, nunca mais reapareceu. Não precisa dizer que sou 100% adepta dessa terapia também, não?
Não deixem de ouvir o vídeo dessa maravilhosa médica e deixo aqui a minha gratidão à ela! Sou grata. Sou grata. Sou grata.
Lena
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Urina, sistema imunológico e gripe


A TAPS possui o maior acervo de livros, vídeos e fitas cassete na América Latina sobre a visão dissidente da hipótese do HIV / AIDS.
As condições que permitiram a evolução de todo o dogma da AIDS estão sendo repensadas. Cresce o número de cientistas, médicos e publicações que questionam o papel do HIV e até a sua existência. Questionar o HIV significa questionar uma sentença arbitrária de morte. O mito da incurabilidade baseia-se na visão ortodoxa do HIV, uma crendice que sustenta todo o edifício da AIDS. Este edifício está ruindo.
Centenas de HIV positivos do mundo inteiro — que estão com saúde e não tomam a medicação da AIDS — se encontraram com médicos e cientistas de diversos países no Congresso pela Vida, em 2002, em Barcelona, compartilharam fatos e pesquisas importantes sobre o HIV e a AIDS que foram omitidos pela mídia. Esta informação mostra que soropositivos podem levar uma vida normal, saudável e produtiva, sem medicamentos tóxicos e caros. Essas notícias tão úteis, cheias de esperança, afirmando a vida, não foram mencionadas por uma única fonte oficial de comunicação.
Se realmente estamos procurando soluções para a AIDS e estamos sinceramente interessados em ajudar os soropositivos, por que, então, estamos ouvindo apenas um lado da história — o lado que promove doença, morte, falta de esperança e medicamentos caros? Para obter as boas notícias que não aparecem na mídia, visite www.QuestionAIDS.com .
A ignorância e resistência frente a uma visão da AIDS que difere dos dogmas oficiais é a única verdadeira crise que existe. Não estamos frente a uma nova epidemia mortal, mas a problemas relacionados com o estilo de vida moderno, com a exploração do medo e com pressões econômicas. Após anos e anos, verbas astronômicas financiam as mesmas pesquisas, preocupadas apenas com o HIV, que é um negócio gigantesco.
Admitindo-se que o HIV não causa a AIDS, é possível ser soropositivo e ter saúde perfeita. Separar o HIV da AIDS permite enfrentar a destruição do sistema imunológico provocada por inúmeras causas.
"O mais importante é nunca parar de questionar"
Acima de tudo, é indispensável pesquisar, questionar, discutir tudo que já foi dito e escrito a respeito da "AIDS" e dos tratamentos apregoados. Cada um deve formar a sua própria opinião.
Aquele que quer ajudar o soropositivo indicando medicamentos contra um "vírus" tem a intenção de fazer o bem... Em algum lugar encontramos esta frase na parede: "Vou ajudar você a sair da água para que não se afogue!", disse o macaco e, cuidadosamente, colocou o peixe sobre um galho bem seguro.
http://www.taps.org.br/Paginas/Outraaids.html
HIV AIDS
Uma mentira bilionária e assassina
Nos dias 22 e 23 de junho de 1989, foi realizado, no Minascentro, em Belo Horizonte, o 4º Seminário Internacional sobre AIDS. Especialistas dos EUA, da França e do Brasil apresentaram seus conceitos para três mil pessoas, entre profissionais ligados à área e curiosos. O Prof. Peter Duesberg foi a grande atração do seminário, por defender a tese de que o HIV não é o responsável pela AIDS.
Segundo o professor Duesberg, a AIDS é provocada por um desgaste excessivo do organismo, proporcionado por comportamento que degrada a saúde e causa a deficiência de imunidade. Com exceção dos hemofílicos, que adquirem a imunodeficiência por hereditariedade, os homossexuais, prostitutas, presidiários, pessoas do meio artístico etc., estão coerentemente vinculados a um “grupo de risco”, por terem, em comum, maus hábitos comportamentais em relação à saúde, podendo levá-los a adquirir a AIDS. Porém, a doença não é contagiosa e evolui espontaneamente para a cura, com a simples inversão desses hábitos, afirma Duesberg. Segundo ele, existe uma indústria da AIDS que, além de impedir a divulgação da verdade, alimenta o terror pela doença com a intenção de ampliar a venda de seus produtos.
No domingo anterior ao evento, o programa Fantástico, da rede Globo, apresentou uma reportagem sobre o Prof. Duesberg e sua teoria, na qual ficava clara a intenção de desacreditá-lo perante a opinião pública brasileira, o que, com certeza, deu resultado, considerando o ar de ceticismo que pairava sobre a platéia lotada do Minascentro enquanto o cientista expunha os argumentos de sua tese.
Outro fato curioso ocorrido durante o seminário foi a repentina mudança de opinião do Prof. da Faculdade de Medicina da USP, Ricardo Veronesi. No primeiro dia, ele defendeu ferrenhamente as idéias do Prof. Duesberg, citando a questão judicial entre EUA e França (os norte-americanos não queriam registrar os testes franceses), como uma evidência da existência da indústria da AIDS. Chegou também a acusar nominalmente Robert Gallo, descobridor do HIV, de ter montado um laboratório para lucrar com a venda de kits de teste. Já no segundo e último dia do seminário, o Prof. Veronesi praticamente chamou o Prof. Duesberg de louco. Disse que ele já estava "queimado" nos EUA e que, se não cedesse, ficaria desacreditado perante a comunidade científica brasileira.
Alemão radicado nos Estados Unidos, biólogo molecular da Universidade da Califórnia, o Prof. Peter Duesberg era considerado por seus colegas um dos maiores virologistas do mundo e foi eleito, em 1986, para uma seleta cadeira na Academia Nacional de Ciências americana. No ano seguinte, após tornar pública a sua tese, perdeu a dotação da verba de pesquisador emérito (da ordem de 500 mil dólares anuais) e colocou em risco sua reputação e carreira. Atualmente, passa metade do ano na Alemanha e, apesar de ter perdido o financiamento para suas pesquisas, conta com o apoio de mais de 600 cientistas de vários países (inclusive o de Kary Mullis, Prêmio Nobel de Química em 1993), que acreditam não existirem provas suficientes para atribuir a causa da AIDS a um vírus.
O Prof. Duesberg mantém as mesmas posições em relação à sua tese, desde o final dos anos 80 e possui hoje uma página na internet (www.duesberg.com). Em parceria com seu colega David Rasnick, publicou um artigo na revista Continuum, em 1997, onde ambos afirmam que as drogas anti-HIV, como o AZT, prejudicam a reprodução das células do sistema imunológico — o que explica o fato de pessoas com imunodeficiência não evoluírem para a cura espontânea e o de portadores do HIV, que também consomem esses medicamentos, desenvolverem a síndrome. Ou seja, para eles, os remédios anti-HIV representam “AIDS por prescrição médica”.
O livro "AIDS — Verdade e mito, histórias e fatos", do Dr. Jacyr Pasternak, mostra estudos que comprovam a veracidade da tese do Prof. Duesberg, de que a teoria do vírus é uma farsa inventada e mantida, até hoje, por cientistas ligados a laboratórios multinacionais. A história da AIDS, conforme o livro, começa em 1981, quando o Dr. Gottlieb, de Los Angeles, passou a observar um considerável número de ocorrências de pneumonia grave, fatais, aliadas a um câncer dos vasos sangüíneos que parecia atingir exclusivamente homossexuais masculinos e, em particular, uma subpopulação desse grupo, denominada fast lane. Os homossexuais desse grupo chegavam a ter de mil e quinhentos a dois mil parceiros por ano, o que representa, no mínimo, 4 a 5 relações sexuais por dia.
Considerando o desgaste das excessivas relações sexuais (ainda maior no caso homossexual), aliado aos hábitos deploráveis desse grupo em relação à saúde (vida noturna, má alimentação, uso de drogas injetáveis, álcool, cigarro etc.), pode-se deduzir a que lastimável estado de degradação física chegavam essas pessoas e o quanto estavam debilitados seus sistemas imunológicos. Muitos chegavam à fase terminal sem se absterem de seus hábitos.
Outro quadro de deficiência imunológica foi observado em indivíduos da população subnutrida da África e do Haiti. Casos de imunodeficiência, juntamente com a doença que a acompanhava, eram facilmente diagnosticados, por apresentarem sinais e sintomas típicos e, na maioria das vezes, mesmo na fase aguda, evoluíam para a cura espontânea, com ou sem qualquer tratamento.
Esses relatos fazem parecer óbvio que a síndrome de deficiência imunológica era causada por um desgaste excessivo do organismo, provocado por hábitos que degradam a saúde, ou um “problema comportamental”, termo usado pelo Prof. Duesberg. Todavia, como conta o Dr. Jacyr Pasternak: “naquele momento ninguém sabia muito bem qual a causa da moléstia” (isso é incrível!), então, continua ele, “o Center for Disease Control (órgão de vigilância epidemiológica americano) convoca seus pesquisadores e demais sumidades interessadas no assunto, tentando juntar as informações e coordenar as pesquisas”. Será que, dentre essas “demais sumidades interessadas no assunto”, estariam os laboratórios multinacionais? Haveria, para eles, algum interesse financeiro por uma doença que acabava se resolvendo sozinha, por meio, basicamente, de hábitos saudáveis, sem o uso de medicamentos? Vale a pena lembrar que a indústria química, graças principalmente ao ramo de produção de medicamentos, ocupa hoje o primeiro lugar em faturamento anual entre as demais indústrias do mundo. Mas, voltando à história, foi no fim de 1983 que, quase ao mesmo tempo, pesquisadores franceses e o grupo do Dr. Robert Gallo, dos Estados Unidos, “inventaram” o vírus da AIDS. Pouco depois, surgem os kits de testes, o AZT e outros medicamentos que dão início à indústria da AIDS.
São mais de 20 anos de controvérsias, que propiciaram a formação de uma fortuna incalculável e que causaram milhares de mortes.
Atualmente, pouco ou nada mudou. As controvérsias perduram e quase nenhuma informação verdadeira chega ao alcance da opinião pública mundial, que convive com o espectro da AIDS e acredita na tese dominante — uma mentira bilionária e assassina. Diante do impasse, profissionais inescrupulosos buscam justificativas paliativas que mantêm vivo o empreendimento. Apesar de existirem 4.000 casos registrado