terça-feira, 8 de maio de 2012

Por que cuidar bem de você?

“Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia. Tudo passa, tudo sempre passará. A vida vem em ondas como mar a, a, a, no vai vem do infinito... Não adianta fugir, nem fingir pra si mesmo, agora há tanta vida lá fora, aqui dentro,mesmo, como uma onda no mar...” (Lulú Santos)

Nada mesmo, e felizmente através da assunção de  escolhas, ou seja, auto responsabilidade, o inevitável é ficar, verdadeiramente de fato melhor! 
Quando cuidamos bem de nós mesmos, não apenas damos a mais sagrada das prioridades e estendemos o auto amor àqueles que amamos, de maneira harmoniosa e equilibrada, sem emocionalismos, frutos de nossos desajustes internos.  Pois, sem dúvida alguma, “...cura total vem essencialmente de dentro de nós, da própria alma que por meio da bondade do Criador, erradia harmonia do começo ao fim da personalidade, quando se permite que assim seja.” Dr. Edward Bach

Cuide bem de você!
Lena Rodriguez

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Alzheimer e Florais de Bach

I - O ser fragmentado: a falha – doença

“Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia. Tudo passa, tudo sempre passará. A vida vem em ondas como mar a, a, a, no vai vem do infinito... Não adianta fugir, nem fingir pra si mesmo, agora há tanta vida lá fora, aqui dentro,mesmo, como uma onda no mar...” (Lulú Santos)

a)   A doença
Mal de Alzheimer

A doença de Alzheimer (D.A.) tem causas ainda desconhecidas. É definida como a presença de uma demência com déficits em mais de duas áreas cognitivas, como por exemplo, na memória e linguagem; com piora progressiva, iniciando-se entre 40 e 90 anos. É uma doença degenerativa e progressiva. No Alzheimer existe morte de neurônios (células do sistema nervoso) que se inicia numa região do cérebro ligada a memória. A morte celular vai se espalhando a outras regiões cerebrais à medida que a doença progride, determinando outros sintomas de dificuldades intelectuais e de comportamento.

FASES DA DOENÇA:

• Leve: dificuldade de nomear pessoas e objetos, ou encontrar palavra certa para o contexto do discurso, tendência a repetir idéias, perda de iniciativa e motivação.
• Moderado: não consegue tomar decisões, não consegue compreender o que lhe é dito, pode perde-se em lugares conhecidos, confuso quanto orientação temporal. Aparecimento de alucinações.
• Grave: comunicação muito comprometida, não reconhece rostos e nem objetos, não se alimenta sozinho.

O DIAGNÓSTICO:

Quando existem problemas de demência, após eliminar a possibilidade de outras doenças que causam os mesmos sintomas, incluindo problemas de tireóide, derrame e depressão, podemos suspeitar da doença de Alzheimer. A avaliação da doença normalmente inclui testes de memória, exames de sangue e imagens do cérebro (tomografia, ressonância magnética), etc.

SINTOMAS:

O paciente de Alzheimer confunde facilmente a realidade e, para ele, não é claro a diferença entre o presente do passado, assim como não é claro a diferença entre esse ou aquele filho ou parente. Também a personalidade da pessoa pode sofrer mudanças. As mudanças mais comuns são a depressão, a regressão, apatia, irritabilidade, desconfiança e impaciência. Também podem ocorrer alucinações (ver coisas que não existem) e ilusões (crenças irracionais), mais freqüentemente no inicio da noite.

TRATAMENTO:

São usados remédios como: Tacrina, Rivastigmina, associado a Fluoxetina (anti-depressivo), mas levam a perda de peso anorexia. Paroxetina, Reboxetina, Mirtazapina (estimulantes, além de anti - depressivos).

ASPECTOS PSICOSSOCIAIS:

O equilíbrio do idoso depende basicamente de uma capacidade de adaptação à sua existência presente e passado e das condições da realidade que as cercam. As características trazidas pelos indivíduos à vida (sua constituição) se tornarão mais exuberante com o envelhecimento e se o individuo viveu desadaptadamente durante fases mais prematuras de sua existência, certamente envelhecerá mais desadaptadamente ainda. As pulsões e paixões reprimidas ao longo da vida não encontram mais na velhice energia suficiente para mantê-las em repressão e eclode na consciência um triste e amargo culto ao passado, com suas frustrações, seus pecados, suas angustia e seus rancores.

b) Suposições da causa do Alzheimer
Viemos de um paradigma cartesiano onde a realidade é dividida em partes (ex: o cardiologista vê apenas o coração) e que pelo efeito, descobrimos a causa. Podemos afirmar, porém, que isso não é verdade, pois muitos efeitos não nos remetem a mesma causa (ex: podemos ter dor de barriga por diferentes causas). Acostumados a essa divisão contínua onde tudo é sempre do mesmo jeito, numa visão linear, fragmentamos o tempo em físico, biológico, psicológico, subjetivo, cultural, mas esquecemos que essas subdivisões são apenas diferentes conceitos de um mesmo tempo; fragmentamos o homem em criança, adolescente, jovem, adulto e ancião, mas esquecemos que são apenas estágios da vida de um mesmo homem; fragmentamos a pessoa nos diversos papéis que ela desempenha na família, na sociedade, na empresa e esquecemos que é a mesma pessoa que apenas desempenha papéis diferentes em ambientes diferentes.

A experiência humana não é linear, mas circular, porque ninguém é indiferente à realidade ao seu redor. A vida nos apresenta opostos que necessariamente necessitam se integrar: o material e o espiritual, o dia e a noite, o corpo e a mente, a vida e a morte, as alegrias e tristezas, a presença e a ausência, as vitórias e as derrotas. Todos esses opostos, integram o todo da pessoa humana, mas por diversas circunstâncias, muitas vezes trilhamos um caminho linear e acabamos caindo na falha e a doença se instaura porque negamos:

a) a alteridade: não aceitamos o diferente de nós que nos completa, o outro diferente de nós que se achega, um fato que discordamos, um serviço que nos é imposto, uma separação, uma crítica;
b) a temporalidade: não vivemos bem o presente, porque não integramos o passado e nos preocupamos com o futuro;
c) os estágios: tudo cresce não de uma vez, mas por estágios e etapas. Podemos nos fixar neste momento que nos é tão bom que quando somos convidados a ir para frente, assumir novos horizontes, temos medo do novo que não conhecemos e nos estabilizamos, ou pela previsão das dificuldades que vamos encontrar, tememos o fracasso e a solidão.
Neste momento, já com a doença instaurada é possível supor algumas virtudes que nos faltem:

• O diálogo: capacidade de nos ouvir;
• A humildade: dificuldade de encarar a nossa própria verdade;
• A indulgência: nos falta a capacidade de ter um comportamento gentil, sem severidades;
• A generosidade: mantemos um coração fechado para as pessoas;
• O amor: temos tolerância zero.

Quando nos encontramos neste momento de nossas vidas, estamos doentes, mas não percebemos e nem assumimos isto. Podemos até assumir que sentimos um certo desconforto, um cansaço, uma irritabilidade; mas já não estamos mais com uma qualidade de vida otimal. Tudo nos custa, nos é difícil, nos irrita. Aquilo que antes nos dá prazer, agora nos é indiferente. Comumente, se procurarmos um médico, ele nos dirá que estamos estressados ou então depressivos, nos darão um relaxante muscular ou um tranqüilizante leve e convencidos disso, começaremos a tratar os sintomas do nosso desconforto, sem procurar a verdadeira causa e quando muitas vezes nos desapertamos para a realidade (se é que despertamos) ou aqueles que convivem conosco se despertam, alguns sinais mais agravantes são logo detectados.

c) Contribuição científica: Mente e doença

Renato M.E. Sabbatini é doutor em neurofisiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto. Realizou pesquisas como cientista convidado e para o seu pós-doutorado no Instituto Max Planck de Neurobiologia em Munique, Alemanha. Atualmente é coordenador de Informática Médica e professor adjunto da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP.

Mente e doença

“Estados psíquicos adversos, como estresse, depressão, ansiedade, raiva, favorecem o desenvolvimento de doenças orgânicas. Um pesquisador norte-americano, Walter Cannon, ao estudar os fenômenos fisiológicos que acompanham as emoções em seres humanos e animais, observou que ao enfrentar uma situação de perigo o nosso organismo passa por uma profunda alteração interna. No caso de uma situação crônica de distúrbio emocional ou psicológico, essa reação se perpetua, causando numerosas disfunções e até danos orgânicos permanentes. O médico canadense Hans Selye batizou essa reação de ESTRESSE. Ele descobriu que existe uma enorme ativação do eixo hipófise-adrenal. Estas glândulas secretam hormônios, importantes, que controlam muitas de nossas funções metabólicas e psicológicas internas que vão desde o ciclo menstrual e a produção de espermatozóides, até a reação à inflamação e a agentes bacterianos externos. O estado de saúde dos tecidos, do sistema neurológico é profundamente alterado por alguns desses hormônios, como os corticoesteróides. As emoções negativas e o estresse crônico têm a capacidade de afetar nossa resistência às doenças e que pessoas sujeitas a eles podem ficar doente, surgindo as enfermidades psicossomáticas.

Não se conhecem exatamente quais são os mecanismos envolvidos na alteração patológica do sistema imune pelo cérebro, mas já se tem alguma idéia. Uma parte do nosso cérebro estreitamente ligado ao comportamento emocional, que se chama hipotálamo, secreta vários hormônios liberadores que atuam sobre a hipófise, ativando-a ou inibindo-a. Esta por sua fez, faz o mesmo com diversas glândulas alvo. Também existem fortes evidencia de que o mecanismo genético das células é alterado pela secreção aumentada do cortisol. A função dos genes é alterada, podendo levar à morte dos neurônios, se eles forem estimulados em excesso (excitotoxicidade).

Tudo isso nos mostra que existe uma relação estreita entre a mente e a doença. O corolário é que quanto mais saudáveis formos do ponto de vista emocional e psíquico, melhor será nossa saúde orgânica. A competição, o autoritarismo no emprego, a agressividade entre as pessoas, o medo ser assaltado ou assassinado ou de perder o emprego está afetando enormemente a saúde das pessoas. A relação mente-corpo também explica muitos efeitos terapêuticos da mediana convencional e o aparente sucesso das medicinas alternativas.

Se a pessoa acredita que vai se curar por alguma coisa, como Florais de Bach, ela realmente pode-se auto-curar, através da modulação do sistema imunológico pela mente.”

d) Contribuição de Maria Duques, Terapeuta Floral e escritora ( + Nov/2001)

“Um novo modelo de saúde está surgindo como resultado de uma busca humana que tem levado de volta ao conhecimento antigo, agora apoiado ou justificado pelos novos conceitos da física quântica e einsteineana. Esse novo modelo considera o ser humano em todos os níveis, inclusive o mais esquecido no nosso mundo cientificista: o espiritual. Além disso, esse novo modelo exige que o paciente assuma responsabilidade pela sua cura, que compreenda que as pressões, estados emocionais e estresses do passado o conduziram à doença. Em conseqüência, mudanças no estilo de vida e das atitudes são exigidas como necessárias à cura.

O princípio básico dos Florais é a fixação da essência da vida, da energia vital das flores, num veículo – a água. Aparentemente simples, o processo da Terapia Floral lida com aspectos mais sutis da energética humana. A trajetória do Floral passa pelas seguintes fases:

• A assimilação é feita no sistema circulatório;
• A essência fica entre os sistemas circulatório e nervoso e se geram correntes eletromagnéticas entre eles;
• A essência se move para os meridianos e daí para os corpos sutis e para o nível celular, no corpo físico. De acordo com a sabedoria antiga, a força vital trabalha através do sangue e a consciência atua através do cérebro e dos nervos.

Tanto o sistema nervoso como circulatório tem propriedades semelhantes à do quartzo e no sistema nervoso situam correntes eletromagnéticas que são usadas pela alma para estimular o corpo. A sabedoria antiga também ensina que os portais de entrada da força vital no corpo são: o corpo etérico e o fluído etérico, os chakras e a pele. É, portanto, por esses portais que a vitalidade das plantas passa e trabalha no sentido de harmonizar e equilibrar o ser humano. Os Florais focam mais intensamente os estados emocionais e mentais, mas é obvio que quando atuam nos padrões emocionais e mentais, há cura no físico e crescimento espiritual.

O Dr. Bach foi o descobridor dos florais. Outros seguiram sua trilha e estudos de plantas são desenvolvidos no mundo inteiro. Desconhecidas por muitos, ridicularizadas por alguns, as essências florais ganham, silenciosamente terreno. Estão sendo mais e mais utilizadas no mundo com resultados surpreendentes. Representam aquilo que é a arma da mais silenciosa revolução que acontece: a revolução nos processos de cura e a instalação de um novo modelo de saúde onde a pessoa é considerada em sua totalidade. Um modelo que permite que, de modo suave, a consciência se amplie e se faça enfim, a religação com o Espírito que nos criou e sustenta a todos e que seja possível à manifestação de saúde, bem –estar e harmonia.”

II - A integração: Virtudes - saúde

“Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer. Devia ter arriscado mais, até errado mais, ter feito o que eu queria fazer. Queria ter aceitado as pessoas como elas são. Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração. Devia ter complicado menos, trabalhado menos, ter visto o sol se pôr. Devia ter me importado menos, com problemas pequenos, ter morrido de amor. Queria ter aceitado a vida como ela é. A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier”. (Titãs)

A frase “envelhece-se como se vive”, nos coloca diante de uma realidade inquestionável: ninguém deixa de ser o que era ou passa a ser o que nunca foi. Aqui vários questionamentos me surgem: por que o Alzheimer se manifesta numa idade mais avançada? Por que é uma doença onde se destrói os neurônios? É para esquecer o quê? Para se redimir do quê? Qual será o motivo de seu alarmante crescimento?

Enquanto jovens, adultos jovens, somos capazes de mascarar a nossa fragmentação interna ainda que uma vez ou outra há quem perceba que estamos mais rígidos do que o normal, menos risonhos, mais isolados... Mantemos as aparências seja pelo papel que desempenhamos, seja pela função que tenhamos na família, na sociedade, no trabalho, mas com o passar dos anos, não suportamos tamanha desestruturação e nos fixamos no estágio, no tempo, revivendo a memória de nossas fragmentações. Não podemos ver o Alzheimer de forma linear (causa e efeito), porque a experiência no trato dia-a-dia com portadores de Alzheimer, nos revelam que a evolução da demência em cada paciente é singular, muitas vezes contradizendo até mesmo o que a literatura revela sobre o assunto. Mas podemos apontar algumas considerações observadas:

• Na evolução do Alzheimer, a falha se torna bastante acentuada;
• A mudança de humor, a dificuldade diante do novo, as crises de depressão são cada vez mais presentes;
• Urge a necessidade de rotina;
• O ambiente sadio, com pessoas que gostem do que fazem, que demonstrem amor e carinho para com o paciente, um clima acolhedor, que transmita segurança e aconchego, é de suma importância para que aja melhoria do quadro de Alzheimer;
• A agressividade de alguns fica a flor da pele;
• Quanto mais a família se faz presente com demonstrações de carinho e incentivo, maior probabilidade de pequenos ganhos de melhora ou retardo do quadro da evolução;
• A falta de estímulo aumenta a passividade.
• Alguns pacientes não se abatem fisicamente, não apresentam perda da polidez e nem da mansidão, e são capazes de se passarem por pessoas lúcidas e sadias.

Diante desse quadro, nos arriscamos supor que a provável causa do Mal de Alzheimer está alicerçada no orgulho, na instabilidade, na ambição, no ódio, no medo, na inveja e na passividade que a pessoa vivenciou no seu interior ao longo da trajetória de sua existência. Na conjuntura atual, o tratamento dado ao portador de Alzheimer, percebe os pacientes como verdadeiras cobaias humanas. Como não se sabe a causa e não se supõe a cura, trata-se a conseqüência e não a pessoa. É comum ver as pessoas impregnadas com a medicação que por um lado ajudam a conter a irritabilidade, a agressividade, o delírio, mas impedem que a pessoa esteja alerta à realidade ao seu redor; ajudam a retardar a perda da lucidez, mas acelera a perda de peso, provoca diarréias ou prisão de ventre.

Não haverá possibilidade de cura, se não se levar em consideração o todo da pessoa, porque o físico sofre, mas o espírito também. Como afirmar que a demência impede a pessoa de sentir a presença de um filho que há muito tempo não via e reconhecê-lo, mesmo quando não sabe nem mesmo onde é o banheiro? Como explicar a sensibilidade que se percebe no dia das Mães, do Natal, mesmo quando a pessoa não fala ou não anda? Se houvesse a possibilidade de experiências do uso dos Florais de Bach para ajudar a resgatar a força vital dentro dessas pessoas, o corpo não reagiria de forma diferente? Como gerar alívio do sofrimento apenas através de drogas se há uma cisão interna na pessoa? Como dizia Dr. Edward Bach: cura total vem essencialmente de dentro de nós, da própria alma que por meio da bondade do Criador, erradia harmonia do começo ao fim da personalidade, quando se permite que assim seja.

Não podemos afirmar a cura, mas a prevenção da demência, resgatando a virtude necessária bem antes que a doença se instaure, bem como evitar que haja uma evolução da fase leve para a grave. A partir da realidade observada, sugerimos algumas flores que auxiliem nesse estágio de prevenção, mas um questionamento permanece: como ajudar os pacientes dos casos mais severos de Alzheimer? O trabalho diário com estes pacientes nos aponta para um caminho eficaz: a espiritualidade.O que nos falta é o que a ciência pede: “provas concretas”.
Para trabalhar as falhas já apontadas, sugerimos:

1-Beech - Tolerância: Para as pessoas críticas, intolerantes e arrogantes. Julgam e acusam os outros, mas não tem capacidade de se colocarem na posição da outra pessoa. Irritam-se com os hábitos, gestos e manias dos outros. Possuem tensão no maxilar, costumam apertar ou ranger os dentes. Frases freqüentes: O que há de errado com vocês? Não suporto gente que fala sem pensar? Se posso fazer isso, não entendo porque os outros também não podem? Dizem que eu só vejo o lado mau das coisas, as fraquezas dos outros, no entanto sei que tenho razão. O floral traz tolerância, aceitação das diferenças nos outros e desejo de ajudar.

2-Chestnut Bud – Aprendizado: Para aqueles que repetem sempre os mesmos erros por não aprenderem com a experiência. Para problemas de aprendizagem. Para auxiliar na memória. São pessoas pouco observadoras, pouco reflexivas e superficiais.Frases freqüentes: Sei que não agi bem, mas faria tudo outra vez. Eu já devia saber! O floral traz paciência, calma e capacidade de aprender e utilizar as experiências passadas.

3-Cherry Plum – Autocontrole: É a essência para o medo de perder o controle.Medo de enlouquecer, de fazer coisas terríveis. Medo muito grande de insanidade mental. Frases freqüentes: Quando me zango, salve-se quem puder! Sinto como se eu fosse uma tampa de panela de pressão. O floral traz consigo coragem, calma, tranqüilidade, torna a pessoa capaz de manter a sanidade, apesar das torturas físicas ou mentais.

4-Chicory – Desapego: Personalidades egoístas, possessivas, controladoras e ciumentas. Controlam o parceiro, amam de forma possessiva e egocêntrica. São exigentes e apegados a idéias, sentimentos, objetos e pessoas. Frases freqüentes: Você é o que é graças a mim, Um dia você irá perceber o quanto eu fiz por você. Sempre dou um jeito de conseguir o que quero. O floral traz altruísmo, amor incondicional e reconhecimento do direito dos outros à independência.

5-Holly – Amor: Esse floral é para o caso de inveja, desconfiança, ira, ódio e ciúmes em relação a outras pessoas. Pessoas de tipo Holly podem sentir tanta raiva que chegam a se descontrolar, mas há também aqueles que ficam com todo esse ódio contido, possuindo então uma enorme tensão reprimida. Frases freqüentes: Você me paga por isso! Dizem que eu não tenho coração. Não sei por quê, mas estou sentindo que me isolam quando estou em grupo. O floral Holly é um verdadeiro antídoto para o ódio. Traz relaxamento, compreensão, generosidade, tolerância, amor e perdão.

6-Honeysuckle – Compreensão: Este é o floral para as pessoas que vivem no passado, saudosas, cheias de lembranças, que tem dificuldade de aceitar o presente, chegando a perder o interesse pelas circunstâncias atuais. Frases freqüentes: Aqueles é que eram bons tempos. Na minha época era diferente. Estou vivendo numa casa maravilhosa e minha família é linda, mas não consigo me desligar da casa dos meus pais e daquela época em que eu vivia com eles, isso atrapalha a minha felicidade. O floral traz aceitação e compreensão do passado, perseverança e contentamento.

7-Red Chestnut – Solicitude: Pessoas com preocupações exageradas em relação a seus entes queridos. Essas pessoas temem o pior e vivem num estado de ansiedade em relação aos que amam. Costumam ser superprotetoras e cheias de medos, atrapalhando a vida de seus familiares. Frases freqüentes: Tenho tanto medo por eles. Sempre que meu filho sai a noite, eu fico morrendo de medo, achando que vai acontecer alguma coisa com ele. O floral traz consigo confiança nos outros, calma em qualquer emergência e capacidade para cuidar dos outros sem ansiedade e enviar pensamentos de coragem e proteção para os mesmos.

8-Rock Water – Flexibilidade: Pessoas rígidas, de idéias inflexíveis, fixas e radicais. Possuem conceitos morais extremamente perfeccionistas. Buscam ser exemplo para os outros. Devido a sua rígida disciplina interior, deixam de curtir e desfrutar os prazeres da vida. Se auto-sacrificam, se reprimem, se martirizam e não permitem que nada interfira em seus objetivos. Sua rigidez se apresenta no nível muscular como nas juntas e articulações, refletindo sua rigidez mental. Frases freqüentes: Dizem que sou muito duro comigo mesmo. Não vou a festas porque não posso dormir fora do meu horário habitual. O floral traz relaxamento, idealismo com flexibilidade, vontade e capacidade de desfrutar a vida em cooperação com os outros.

9-Scleranthus – Decisão: Pessoas que não conseguem decidir. São hesitantes, sofrem muito quando têm que decidir entre duas coisas. Até o estado de humor é instável, estão superalegres e de repente se tornam tristes, podem estar muito dispostas e caírem na apatia, do riso vão para as lágrimas, o que mostra um desequilíbrio. Frases freqüentes: Ó dúvida cruel! Não consigo me decidir. Até um minuto atrás eu queria ir nesta festa, mas pensando bem, acho que não quero mais.O floral traz determinação, segurança para tomar decisões, espontaneidade e atitudes equilibradas.

Concluímos, expressando o que Dr. Edward Bach nos legou: os FLORAIS com o objetivo de trazer:

• Compreensão para as pessoas que tem medo,
• Satisfação consigo mesmas para as que sentem solidão,
• Sensibilidade estável para os que estão susceptíveis a influência e idéias alheias,
• Fé e esperança para os que têm desânimo ou desespero,
• Autoconfiança para as pessoas com indecisão,
• Vitalidade e consciência clara para as pessoas que possuem falta de interesse nas circunstâncias atuais,
• Consideração com os outros para os que possuem excessivas preocupações com o bem-estar dos demais.

IV – A Casa de Repouso Divina Providência: Tratamento de portadores de Mal de Alzheimer e demais Síndromes Demencias

Fonte


As Essências Florais atuam complementando a medicina tradicional e todo e qualquer tratamento no corpo físico, pois atende aos aspectos da consciência, em seu desequilíbrio energético, causadores das doenças. O ideal é o indivíduo recorrer a um Terapeuta ou Profissional qualificado, já que o auto diagnóstico não é o mais indicado na maioria dos casos.

Cuide bem de você... www.cuidebemdevoce.com

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