sexta-feira, 13 de junho de 2014

Asma, Bronquite e outros problemas nos pulmões e vias respiratórias



OS MALES DO SISTEMA RESPIRATÓRIO 
 

O sistema respiratório pertence ao Princípio do Metal, em que uma das funções principais é a proteção em relação ao mundo exterior. Essa proteção se exerce por dois motivos: pela filtragem da poeira e das trocas gasosas (rejeição do gás carbônico) e pela capacidade de responder, de reagir às "agressões" ambientais. Outra das suas funções essenciais é a da cicatrização, do fechamento das feridas.


Os problemas do sistema respiratório nos falam da nossa dificuldade para nos proteger perante o mundo exterior, para encontrar reações adaptadas diante das agressões eventuais, reais ou imaginárias, desse mundo. Eles também podem significar que não conseguimos ou não queremos fechar certas feridas da nossa vida e, dessa forma, nos falam das nossas eventuais tristezas, ressentimentos ou rancores, da nossa dificuldade ou da nossa recusa em esquecer, em perdoar, até mesmo do nosso desejo de acertar as contas ou, pior ainda, de vingança.



OS PULMÕES

São os órgãos principais da respiração. É neles que se realiza a troca fundamental do oxigênio e do gás carbônico, sem a qual não poderíamos viver. Isso se passa dentro de bolsas minúsculas (temos aproximadamente 300 milhões) chamadas de "sacos alveolares". Esses sacos são muito bem irrigados por pequenos vasos, os capilares, que permitem que o sangue (glóbulos vermelhos) libere o gás carbônico que contém e que se recarregue de oxigênio para, em seguida, alimentar todas as células. A membrana desses alveolos é tão fina que permite essa troca. Se pudéssemos estender essa membrana, obteríamos uma superfície de várias centenas de metros quadrados.


Deixo que vocês presumam a fragilidade desse tecido e dos estragos provocados pelo ar poluído que respiramos, mas que nós também provocamos, particularmente através do tabagismo. Os pulmões são, ainda, os únicos orifícios naturais que estão permanentemente abertos para o exterior e que devem estar em condições de se defender e de nos defender constantemente. Existe todo um sistema para representar esse papel. A passagem do ar pelo nariz o esquenta - filtrado em parte pelos pêlos e umidificado pelo muco que aprisiona alguns tipos de poeira antes que ele penetre nos brônquios -, e o muco retém as últimas partículas de poeira, expulsas pela tosse ou por pequenos cílios vibratórios.


Podemos constatar até que ponto esse sistema de proteção e de defesa é elaborado. No sistema digestivo, é todo o processo de "desestruturação" dos alimentos que é sofisticado; é o processo de proteção. Uma última coisa muito interessante merece ser ressaltada. A respiração é a única função orgânica que é automática (não-Consciente e não-voluntária), ou seja, gerada pelo sistema nervoso autônomo, e sobre a qual podemos intervir voluntariamente, apoiando-nos no sistema nervoso central. Isso faz com que possamos compreender melhor a razão da eficácia das técnicas respiratórias de relaxamento, pois, na verdade, elas permitem que o "sistema nervoso autônomo se acalme" e, por um processo associado, que as nossas tensões não-conscientes relaxem.



OS MALES DOS PULMÕES

As fragilidades ou doenças pulmonares expressam a nossa dificuldade para gerar situações com o mundo exterior. O exemplo mais simples é o da baixa da temperatura no início do inverno. As pessoas que não reagem reequilibrando o seu sistema térmico interno vão "apanhar uma friagem", ou seja, o sistema pulmonar vai estar fragilizado e vai abrir a porta para uma gripe ou para um resfriado, Tosses, asma, anginas, bronquites - são muitos os sinais de que nós percebemos uma solicitação importante vinda do mundo exterior, quando não é uma agressão, que não percebemos, não chegamos a gerar. O sofrimento ou a doença permite que nós a eliminemos. As tosses irritativas nos mostram que essas agressões nos irritam e nos são insuportáveis, fazendo com que reajamos violentamente. As tosses com expectoração são um sinal de que os agentes agressores permanecem prisioneiros dentro de nós. Eles estão presos nas mucosidades acumuladas nos brônquios que devemos segregar em grandes quantidades para conseguir "cuspir os pedaços", para eliminar o que nos agride e "gruda" dentro de nós.


Quando adolescente, eu era um menino bastante tímido, apesar de ser bem expansivo (para esconder essa timidez). Magro, apesar de comer bem, tinha os pulmões frágeis e tive mesmo, durante vários anos, uma bronquite crônica que o médico da família tentava eliminar à base de antibióticos.


Felizmente, eu morava no campo e as tradições e o bom senso natural dos meus pais fizeram com que a prática terapêutica empregada freqüentemente, e aliás a mais eficaz, fosse a das ventosas e a das cataplasmas. Na época, cada contrariedade ou dificuldade que eu atravessava se traduzia, antes de tudo, por acessos de tosse e depois por uma gripe ou uma bronquite. Para melhorar o quadro, eu fumava. Foi apenas com a minha mudança de relação com a vida e com os outros (fim da competição com o mundo) que as minhas fragilidades pulmonares desapareceram e que, como que por acaso, não senti mais "necessidade" de fumar. Hoje em dia, ainda é assim.


Essa ligação entre o que é pulmonar e o relacionamento com os outros se encontra na homeopatia com o uso da preparação que se chama Gelsemium. Sem entrar em detalhes, notemos simplesmente que a Gelsemium é prescrita para pessoas que sofrem de timidez ou de "medo por antecipação" (antes das provas, por exemplo), mas também quando das complicações dos estados gripais e outras afecções pulmonares. Aliás, a Gelsemium não é a única preparação homeopática que faz com que constatemos até que ponto a homeopatia e as energias funcionam no mesmo nível e de acordo com as mesmas leis.


Apesar de ter sido sentida, a vivência da agressão não se manifesta obrigatoriamente. As atmosferas pesadas, "sufocantes", os ambientes em que não nos sentimos confortáveis solicitam muito das energias do pulmão.

Logo, os sofrimentos ou as doenças do sistema pulmonar (nariz, garganta, brônquios etc.) nos falam das situações ou das pessoas que nos deixam pouco à vontade sem, no entanto, nos agredir diretamente. Quantas pessoas me disseram durante a consulta "Eu me sinto sufocada nessa sociedade", ou então "Eu sinto falta de ar no meio dessa família". Aliás, foi um asmático o autor dessa última consideração e que conseguiu compreender rapidamente quem “lhe tirava o ar" na sua família.


Para as crianças, as angústias maternas excessivas, as atmosferas familiares pesadas muitas vezes se traduzem por fragilidades pulmonares que, se forem "tratadas" com muita eficácia ou parecerem insuficientes para a criança, podem se transformar em alergias respiratórias ou cutâneas. A criança se "defende" então reagindo, às vezes, violentamente, Asma, eczemas, anginas purulentas - são muitos os "gritos" para exprimir que o que se passa em tomo dela não a satisfaz, que ela vive uma situação como se estivesse sendo agredida e que ela precisa de proteção (amor e presença), e não de ser sufocada.


A última significação que pode ser associada a problemas pulmonares é a da tristeza, da melancolia, da aflição, da solidão. A energia do pulmão é responsável por esses sentimentos que o esgotam quando são em excesso. O excesso ou o fato de cultivar a tristeza para sustentar a lembrança de alguma coisa ou de alguém pode se manifestar através de uma fragilidade dos pulmões. É interessante lembrar que a grande época do romantismo piegas (Chateaubriand, Goethe, J.-J. Rousseau, Chopin etc.) foi também a "grande época" da tuberculose.

(Fonte: Diga-me onde dó que eu te direi o por quê)

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“O Magnésio relaxa os tubos brônquicos e pode ser útil em casos de asma”

(Roizen)

Em estudos efetuados sobre o uso do Cloreto de Magnésio, Prof Delbet realizou experimentos com aplicações internas de cloreto de magnésio e descobriu ser um poderoso imuno-estimulante. Em suas experiências a fagocitose aumentou em até 333%. Isto significa que após ingestão do cloreto de magnésio o mesmo número de glóbulos brancos destruía até três vezes mais micróbios do que antes. Prof Delbet também descobriu que o cloreto de magnésio era benéfico para uma ampla gama de doenças, entre elas a Asma.

Outro médico francês, A. Neveu, descobriu que o cloreto de magnésio era eficaz com asma, bronquite, pneumonia e enfisema; faringite, amidalite, rouquidão, frio comum, gripe, coqueluche, sarampo, rubéola, caxumba, escarlatina; envenenamento, gastrenterite, furúnculos, abscessos, feridas infectadas e osteomielite.

A. Neveu, curou vários doentes com difteria utilizando o Cloreto de Magnésio em dois dias.

Em anos mais recentes o Dr. Vergini e outros já confirmaram estes resultados já publicados anteriormente e têm mais doenças adicionadas à lista de utilizações bem sucedidas.
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TRATANDO OS EFEITOS:
Soro fisiológico em um copinho daquele de inalação mesmo. Um copinho quase cheio + a ponta de uma colher de CAFÉ de cloreto de magnésio (menos que uma 1 unha) – é bem pouquinho – e misture. Coloque no inalador. É ruim o sabor que fica na boca e ardência que causa nos olhos. 20 MINUTOS DE INALAÇÃO. Poderá repetir em outras ocasiões se for necessário. 

TRATANDO A CAUSA DE FATO:
Consulte: www.cuidebemdevoce.com



 

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