quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Efeitos colaterias dos calmantes


Se você usa calmantes e antidepressivos, fique atento e informe seu médico se tiver reações indesejadas.

Indicados para repor o equilíbrio nos neurotransmissores responsáveis pelo humor e pelas emoções, os antidepressivos têm eficácia muito parecida, apesar das inúmeras formulações disponíveis no mercado. O que muda de um medicamento para o outro são os os efeitos colaterais que eles podem provocar - por isso, os profissionais de saúde devem levar em conta esses fatores ao definir um tratamento com esses remédios.

As principais reações relatadas pelos pacientes são tremores, compulsão por doces, náuseas, alteração do padrão de sono (sonolência ou insônia), ganho ou perda de peso, diminuição da libido, prejuízo da função erétil e sensação de inquietação. Na maioria das vezes, esses efeitos são toleráveis, leves e desaparecem logo após o início do uso.

Benefícios compensam efeitosOs benefícios do tratamento de um transtorno psiquiátrico compensam o desconforto provocado por um efeito colateral da medicação, que demora um certo tempo para fazer efeito. A eficáciavaria de acordo com cada paciente, e para assegurar que o tratamento seja o mais efetivo possível, deve-se tomar a medicação durante todo o período determinado pelo médico.

Se a depressão está sendo tratada pela primeira vez e o remédio causa muitos efeitos, o médico tende a trocar. Mas, se a pessoa já se tratou antes ou apresenta um quadro grave, os médicos aumentam a dose aos poucos, para minimizar efeitos colaterais. Depois de acertar na medicação,cabe ao paciente manter o tratamento durante quatro a seis meses ou mais.

Em geral, os resultados surgem duas ou três semanas após o início do tratamento; neste período inicial, é importante informar ao médico sobre os efeitos adversos e a evolução dos sintomas, pois é comum a troca do antidepressivo, da dosagem e do horário da administração, bem como o tratamento do desconforto.

E jamais interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico, para evitar o agravamento dos sintomas.

Estudos subestimam sintomas

Apesar dos altos índices de abandono do tratamento por conta dos efeitos colaterais dos antidepressivos e calmantes – que têm grande impacto na qualidade de vida do paciente –, psiquiatras e outros médicos que prescrevem esse tipo de droga negligenciam a questão. Pelo menos é o que indica uma pesquisa publicada no Journal of Clinical Psychiatry.

No estudo, os pacientes anotaram, em uma lista de 31 efeitos colaterais, a frequência com que os sentiam e o grau de incômodo que representavam. Depois, os pesquisadores checaram, nas fichas médicas, os dados de efeitos colaterais anotados pelo médico de cada paciente. E mesmo quando os pacientes descreveram os efeitos como frequentes ou muitos incômodos, os médicos os registraram com uma frequência duas a três vezes menor nas fichas.


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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em todo planeta 121 milhões sofrem de depressão e 17 milhões de no Brasil. São dados alarmantes e não é a toa que a depressão ganhou maior destaque e constitui a doença do século 21.
“Só conseguiremos a cura autêntica, na medida em que mudarmos nossa perspectiva.” Lena Rodriguez

Cuide Bem de Você!


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