sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Por que as mulheres chinesas não contraem câncer de mama?


As informações sobre os hábitos alimentares do povo chinês revelam que os mesmos são inteiramente alheios à preocupação dos povos ocidentais em beber leite de vaca. Os chineses nunca utilizam o leite de vaca e, muito menos, amamentam os bebês dessa forma. E, não deve ser uma simples casualidade o fato de que grandes percentuais da população mundial sejam incapazes de digerir a lactose. 

Parece que a "natureza" tenta nos avisar que estamos ingerindo alimentos errados. É preciso atentar para a inclusão de leite de vaca não apenas nos produtos diretamente derivados do leite mas, também, nos alimentos que contém leite, como biscoitos, bolos, sorvetes, etc...

Além desses detalhes, é importante ressaltar que desde os anos noventa do século vinte, o Dr. Daniel Cramer, da Universidade de Harvard, discutiu a relação existente entre o consumo de derivados do leite e o aparecimento de câncer dos ovários.

Outros estudos confirmam a mesma relação com o câncer da próstata. Essa última relação é confirmada pelos dados da Organização Mundial de Saúde, que mostram a ocorrência de 1 caso de câncer da próstata em cada grupo de 20.000 homens, nos países que como a China não consomem leite, enquanto no Reino Unido, ocorrem 70 vezes mais casos de câncer da próstata em igual número de indivíduos.

O Dr. Robert Kradjian, Chefe da Divisão de Cirurgia da Mama do Seton Medical Centre, na Califórnia recomenda evitar o consumo de leite e seus derivados a todas as suas pacientes.

O que há de concreto e bastante evidente nessa discussão ? 

O leite que os nossos antepassados bebiam ou utilizavam para o preparo dos laticínios e demais produtos não era igual ao produto que a indústria leiteira coloca à nossa disposição nos dias atuais.

Há cinquenta anos, cada vaca leiteira produzia anualmente cerca de 1.000 litros de leite. Hoje, as vacas boas produtoras de leite permitem a ordenha de 50.000 litros de leite por ano. Essa abissal diferença representa o efeito de numerosas drogas, antibióticos, hormônios em elevadas quantidades, alimentação forçada e rica, confinamento do gado leiteiro e especialização das técnicas de engorda.

Essa produção de leite 50 vezes maior deve-se à total mudança das características dos animais utilizados na produção de leite. A última palavra na tecnologia à serviço da indústria leiteira é a utilização de hormônio de crescimento bovino. Esse hormônio, modificado através de técnicas de engenharia genética tem a capacidade de estimular a produção de leite.

Seu uso é proibido em alguns países, mas, como sabemos a proibição do uso não significa que o hormônio deixou de ser usado. Uma outra circunstância é a de que as vacas produtoras de leite, no passado eram ordenhadas apenas um período durante o ano, enquanto agora são ordenhadas praticamente 300 dias a cada ano, inclusive durante a gestação, época em que a produção do leite é maior.

Qualquer animal mamífero elimina toxinas através do leite. 

Todo o leite materno maduro, de humanos ou outros mamíferos, é um meio de transporte de centenas de componentes químicos. Isso inclui a eliminação de antibióticos, hormônios, pesticidas usados na produção dos alimentos de engorda e produtos tóxicos do meio ambiente.

Além disso, o leite de vaca contém sangue. As autoridades sanitárias permitem a distribuição de leite contendo 1 a 1,5 milhões de glóbulos brancos por cada mililitro de leite.

Essas células brancas são, simplesmente, o principal componente do pús produzido pelos processos de inflamação crônica das mamas das vacas, que ocorrem em consequência da ordenha mecânica diária dos animais.

O Dr. Kradjian questiona se o que se bebe hoje em dia ainda pode ser chamado leite ou se estamos consumindo um coquetel de produtos químicos, biológicos e bacterianos ?


O excesso de hormônios de crescimento e de hormônios que estimulam a produção de leite bovino pode ter um efeito deletério na estimulação das células mamárias humanas para o desenvolvimento dos tumores hormônio-dependentes e essa pode ser uma das explicações para a enorme diferença na ocorrência desses tumores entre as populações ocidentais, em comparação com as populações orientais que não fazem do leite e dos laticínios a base da sua dieta diária.

Apesar dos comunicados por porta-vozes da indústria leiteira afirmarem que o consumo do leite e dos seus derivados é isento de riscos, os dados epidemiológicos existentes parecem mostrar o contrário.

Não é de todo impossível que os interesses financeiros que movimentam uma indústria mundialmente potente contribuam para desviar a atenção das pessoas para um problema que, por outro lado, também atende aos interesses financeiros de uma não menos potente indústria, a farmacêutica, que produz drogas cada vez mais eficazes para combater o câncer de mama, mas, em contrapartida precisa de mulheres com câncer de mama para consumir as suas drogas cada vez mais eficazes.

Parece que, em relação ao leite comercializado nos dias atuais, os interesses comerciais superam os interesses da saúde das pessoas. Recomendamos que, ao invés de aguardar a palavra "oficial" dos órgãos governamentais, freqüentemente influenciada por estímulos oferecidos pela indústria.

REFERÊNCIAS:  Jane Plant. e Robert M. Kradjian.



O conhecimento comum da osteoporose é baseado em falsas premissas.
Os médicos recomendam a ingestão de cálcio para aumentar e manter a força óssea e densidade óssea, o que eles chamam de massa óssea.  De acordo com este esquema recomendado pelos médicos durante a vida, a massa óssea das mulheres iria aproximar-se a de um dinossauro pré-histórico. 
A fim de absorver o cálcio, o corpo precisa de quantidades comparáveis de outro mineral o magnésio.  O leite e produtos lácteos contêm apenas pequenas quantidades de magnésio.  Sem a presença de magnésio, o corpo só absorve 25 por cento do conteúdo disponível lácteos de cálcio.  O restante do cálcio significa problemas.  Sem magnésio, o cálcio em excesso é utilizado pelo corpo de maneira prejudicial. O corpo usa o cálcio para entupir as paredes arteriais que se torna placas ateroscleróticas.  O excesso de cálcio é convertido pelos rins em pedras dolorosas que crescem como as pérolas em ostras, bloqueando nosso trato urinário. 
Excesso de cálcio contribui para a artrite; acúmulo de cálcio, muitas vezes se manifesta como a dolorosa gota. Infelizmente a sociedade médica salienta a importância do cálcio, mas raramente o faz para o magnésio no entanto, o magnésio é vital para a atividade enzimática.  Além de assegurar a absorção adequada de cálcio, o magnésio é essencial para a função neural e muscular adequada para a manutenção e o equilíbrio do ph no organismo. 
O magnésio, junto com a vitamina B6 (piridoxina), ajuda a dissolver as pedras de fosfato de cálcio, que muitas vezes se acumulam dos excessos de consumo de lácteos.  Boas fontes de magnésio incluem feijão, vegetais de folhas verdes como couve, cereais integrais já as boas fontes de cálcio incluem as verduras, amêndoas, aspargos, brócolis, aveia, feijão, salsa, sementes de gergelim.
 A osteoporose não é um problema que deve ser associada à falta de ingestão de cálcio.  A osteoporose resulta da perda de cálcio.  As quantidades maciças de proteína em resultado do consumo de leite e derivados resultam em uma perda de 50 por cento de cálcio na urina.  Em outras palavras, dobrando sua ingestão de proteínas, haverá uma perda de 1-1,5 por cento em massa esquelética por ano em mulheres na pós-menopausa. 
O cálcio contido em vegetais verdes folhosos é mais facilmente absorvido do que o cálcio do leite, proteínas vegetais não resultam em perda de cálcio. O risco é muito grande, pois se uma mulher na pós-menopausa perde um a um e meio de massa óssea por cento ao ano, qual será o efeito depois de 20 anos? 
 A massa óssea não aumenta após os 35 anos. Este é um fato. No entanto, este fato é ignorado por gênios do marketing na indústria de leite.  Pelo menos uma em cada quatro mulheres vai sofrer de osteoporose muitas com fraturas de costelas, quadril ou antebraço. Pesquisadores da Universidade de Texas publicaram resultados de um experimento, onde era indicando que o cálcio suplementar é ineficaz na prevenção da perda óssea. 
Dentro de 5 anos após o início inicial da menopausa, há uma taxa acelerada de perda óssea, principalmente da coluna vertebral.  Durante este período de tempo, a reposição.
Wagner
Quanto ao argumento de que precisamos de produtos lácteos, pois eles contêm cálcio, poderemos citar a própria Organização Mundial de Saúde que nos países que têm baixa ingestão de cálcio não têm um aumento da incidência de osteoporose: "Estudos científicos sobre a absorção de cálcio mostraram que apenas 18 a 36 por cento do cálcio no leite é absorvido pelo organismo. "
Para a chave para o enigma osteoporose, não olhe para o cálcio, olhe para a proteína. Considere estes dois grupos contrastantes. Os esquimós têm uma ingestão de proteínas excepcionalmente alta estimada em 25 por cento do total de calorias. Eles também têm uma alta ingestão de cálcio a 2.500 mg / dia.
Sua osteoporose está entre as piores do mundo. O outro grupo instrutiva são os bantos da África do Sul. Eles têm uma dieta rica em proteínas de 12 por cento, principalmente de proteína vegetal, e apenas 200 a 350 mg / dia de cálcio, ingestão de cerca de metade das nossas mulheres. As mulheres não têm praticamente nenhuma osteoporose, apesar de terem seis ou mais crianças!
Bem, de onde você poderá obter o seu cálcio?
A resposta é: "exatamente no mesmo lugar que a vaca recebe o cálcio, a partir de coisas verdes que crescem no solo", principalmente a partir de vegetais folhosos. Afinal, elefantes, girafas e rinocerontes desenvolvem seus enormes ossos (depois de serem desmamados) pela ingestão de vegetais folhosos verdes, assim como cavalos.
Animais carnívoros também fazem muito bem sem vegetais folhosos. Parece que todos os mamíferos da Terra fazem bem, eles vivem em harmonia com sua programação genética e alimentação natural. Somente os seres humanos vivem um estilo de vida afluente têm osteoporose desenfreado.
Se as referências animais não convencêr, acho que dos vários bilhões de seres humanos nesta terra que nunca viram leite de vaca. Você não acha que a osteoporose prevaleceria  nesse grupo enorme?
Os determinantes verdadeiramente significativos da osteoporose são a ingestão de proteína bruta excessiva e falta de suporte de peso nos ossos longos, ambos ocorrendo ao longo de décadas. Hormônios desempenham um papel secundário, mas não trivial em mulheres. O leite é um impedimento para a boa saúde óssea.
O leite de vaca é notoriamente o alimento mais formador de muco que poderíamos consumir. A caseína, o componente da proteína no leite, é uma substância muito espessa e áspera e é usado para fazer colas .  Há 300% mais caseína no leite de vaca do que no leite humano.
A caseína no leite de vaca pode entupir e irritar o corpo e o sistema respiratório inteiro.  Produtos lácteos estão implicados em quase todos os problemas respiratórios, asma, bronquite, sinusite, resfriados, coriza e infecções de ouvido, os produtos lácteos são também a principal causa de alergias.
Vai ser difícil mudar; fomos condicionados desde a infância a pensar do leite como"alimento da natureza mais perfeito."
Caseína representa oitenta por cento da proteína do leite!
Os móveis em sua casa são colados por esta cola poderosa.
As colas naturais ainda são recomendadas para aplicações consideradas não especiais, como para colar papéis ou peças de madeira na construção de pequenos objetos domésticos.
A cola de caseína, por exemplo, tem um grande poder de adesão e pode ser facilmente preparada.
Será que alguém do filme parou de tomar leite, e seus derivados?
Como pode ser usado “cola” em nome da boa saúde?
Coladecaseina  
CUIDE BEM DE VOCÊ
 

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