sexta-feira, 11 de julho de 2008

30- O MEL NA CURA DE DOENÇAS GASTRITE E ÚLCERA

O MEL NA CURA DE DOENÇAS GASTRITE E ÚLCERA



Os alimentos que ingerimos são submetidos no estômago à ação do suco gástrico durante duas, três ou mais horas. As observações clínicas conduzem numerosos autores a concluir que o mel de abelhas isoladamente ou misturado com os principais alimentos diminui a taxa de acidez e, por consequência, deve ser utilizado como medicamento e alimento dietético nos casos de afecções gastrointestinais acompanhadas de hipercloridria, gastrites e úlceras.

V. Grigóriev observou um doente sofrendo de gastrite com hipercloridria e dores agudas acompanhadas por vezes de síncopes. O mel foi neste caso, o único remédio eficaz.

O Dr. Naum Lorich, conhecido médico e apicultor russo, cita em suas pesquisas que o mel atua também como diurético, antiespasmódico vascular e tonificador.

Diz também que vem sendo empregado nas enfermidades infecciosas graves e nas intoxicações, e também como antihemorrágico de origem gástrica; além de acalmar o sistema nervoso, combatendo a acidez e neutralizando o Ph do suco digestivo e que com o tratamento desaparecem as dores, a azia e as náuseas.

A ação do mel é além disso dupla: por um lado, ação local que favorece a cicatrização da úlcera da mucosa gástrica, por outro lado, ação fortificante sobre o sistema nervoso. Esta última ação é tanto mais importante quando se admite hoje que o aparecimento de úlceras do estômago e do duodeno seriam devidas ao desequilíbrio da receptividade nervosa destes órgãos.
Como usar o mel:
No caso de úlceras, o melhor é tomar o mel como medicamento 1,5 a 2 horas antes do café-da-manhã ou do almoço, e 3 horas depois do jantar. O efeito é excelente tomando-o dissolvido em água quente previamente fervida. Isto, com efeito, contribui para o amolecimento da mucosa das paredes gástricas e para a sua absorção mais rápida, sem irritação do estômago e duodeno; além disso, o ácido gástrico tende a diminuir.


O EXTRATO DE PRÓPOLIS NA CURA DE DOENÇAS


GASTRITES E ÚLCERAS
Os doutores Villalón e outros (Cuba), realizaram um estudo em 12 pacientes com úlcera gástrica duodenal, alguns apresentando sangramento, tratados unicamente com extrato de própolis. Foi observado primeiramente a eliminação dos sintomas e a cicatrização das lesões nas úlceras gástricas em 24 dias e nas úlceras duodenais em 46 dias em média.

Em 1971 o Dr. I. F. Anoicov (Russia), tratou de 25 pacientes que sofriam de úlcera gástrica e duodenal, todos na faixa etária de 25 a 50 anos. Esses pacientes portavam a enfermidade entre 5 e 10 anos. Todos tinham sido tratados em clinicas, comprovando-se uma leve melhora. Ele empregou uma solução de extrato de própolis no novo tratamento e chegou à seguinte conclusão: o extrato de própolis tem um bom efeito terapêutico no tratamento de úlceras gástricas e duodenais.

Pechansku (Romênia) usou o extrato de própolis no tratamento de úlceras gástricas e duodenais. Ele utilizou o extrato de própolis em 17 pacientes com úlceras gástricas. Como resultado do tratamento, 12 pacientes obtiveram completo restabelecimento clínico e 5 apresentaram melhoras no quadro. O uso do extrato de própolis diminuiu as dores no quarto e quinto dia de tratamento, e estas cessaram completamente no final do décimo ao décimo segundo dia.

Em alguns casos o extrato de própolis foi utilizado no tratamento de gastrite crônica. Nestes casos, os pacientes apresentaram uma melhora, com o desaparecimento das dores e a normalização do apetite.

As experiências clínicas aconselham a ingestão média de 15 gotas de extrato de própolis em três dedos de água (de preferência água mineral não clorada), quatro a cinco vezes ao dia dependendo do estágio da doença.



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