segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Diabetes e Cloreto de Magnésio



Vários estudos recentes têm mostrado que quanto menor é o consumo de magnésio, mais elevado é o risco de desenvolver  diabetes. 

De acordo com o estudo do professor Giuseppe Paolisso, da Universidade de Nápoles, na Itália, o déficit de magnésio é associado às diabetes tipos 1 e 2. A pesquisa, publicada no Jornal Americano de Nutrição Clínica, mostra que a ausência desse mineral aumenta o risco de desenvolvimento da retinopatia diabética – lesões que aparecem na retina e que podem causar perda da acuidade visual.

“O Magnésio é necessário para a produção de insulina pelo pâncreas  e também ajuda na sua função de metabolizar a glicose sanguínea.  Há uma interacção entre o mineral e o hormônio – é a insulina que transporta o magnésio para o interior das células.

Num estudo feito no Gonda Diabetes Center, na Califórnia, 16 voluntários saudáveis foram colocados numa dieta deficiente em magnésio, e a sua insulina tornou-se menos eficiente em mover a glicose do sangue para as células, onde ela é utilizada como fonte de energia ou armazenamento para uso futuro.

Por outro lado, quando ocorre a resistência insulinica, primeiro passo no caminho do Diabetes tipo 2, ou quando o nosso corpo já não produz insulina suficiente, nós não conseguimos criar um stock de magnésio dentro das células, que é onde ele deve estar, e os rins simplesmente excretam o magnésio circulante no sangue.

Esta relação intima entre magnésio e insulina determina o status da nossa saúde. Magnésio e insulina precisam um do outro, e nós precisamos dos dois. Niveis baixos de Magnésio intracelular e no sangue estão associados á resistência insulinica, com intolerância á glicose, e com a redução da secreção de insulina pelo pâncreas.”

Dra. Tamara Mazaracki
Graduação em Medicina – UNIRIO
Membro da Associação Brasileira de Nutrologia – ABRAN
Título de Especialista em Nutrologia – Associação Médica Brasileira – AMB
Pós-Graduação em Terapia Ortomolecular , Nutrição Celular e Longevidade – Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo – FACIS-IBEH
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RECOMENDAÇÕES DO DR. LUIZ MOURA

Há contra-indicação para o uso do Cloreto de Magnésio?

O único caso que existe é se a pessoa tiver insuficiência renal. Porque o magnésio em excesso se elimina pela urina. Agora se a pessoa não estiver urinando, aí pode passar de uma hipomagnesemia - que é o comum - para uma hipermagnesemia. Mas só se a pessoa não estiver urinando normalmente.

Dosagem correta do Magnésio

O cloreto de magnésio vendido nas farmácias na dose de 33g (trinta e três gramas), se dissolver em 1 (um) litro de água pode ser laxante. Aí está realmente excessivamente concentrado, teria que ser 20g (vinte gramas) em 1 (um) litro. Ou essas 33g (trinta e três gramas) devem se dissolvidas em 1 ½ (um e meio) litro de água.


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