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quarta-feira, 27 de junho de 2012

A luz da nova ciência, compreensão sobre campos de consciências...


Maria Grillo (produtora das Essências Florais Filhas de Gaia), tem se dedicado nos últimos anos a estudar os campos da biologia, da física e da filosofia contemporânea, na intenção de configurar finalmente uma teoria que explique, ampla e satisfatoriamente, aquilo que os florais realmente são, e de que forma eles atuam e interferem em nossa vida interior.


Essências Florais como Campos de Consciência, que carregam Informação
De acordo com a pequisa de Maria Grillo, podemos dizer então que uma essência floral é um “campo de consciência” que carrega em si informações e que ao entrar em contato conosco, inicia um processo de ressonância mórfica acordando, intensificando, fortalecendo ou facilitando os caminhos de expressão de tal qualidade que nossa alma guarda.
Voltando ao texto original da Maria Grillo, ela nos diz:
“Uma miríade de Campos podem se interpenetrar, mobilizando ressonâncias múltiplas e configurando então estruturas de enorme complexidade, como encontraremos nos vários eco-sistemas da mãe natureza ou naquilo que podemos chamar do grande Campo Consciencial de um Ser Humano.”

Essências Florais: Informação que Redesperta a Consciência
Trazendo uma metáfora, que resume e simplifica essas novas noções, podemos pensar num CD de música como sendo uma essência floral. À medida que a música toca, ondas de frequências sonoras vibram através do ar, que tocam e impressionam nosso sistema auditivo periférico e central. Mas é a informação contida no CD, ou seja, no nosso caso aqui a música contida no CD, que nos toca a alma, nos eleva o espírito e torna o nosso dia melhor.
Os florais emitem sim frequências que podem ser medidas pelos instrumentos da física, mas assim como não podemos dizer que os florais são a água, o brandy ou mesmo o vidrinho, também não podemos dizer que florais são freqüências de energia ou vibração.

Resgate do Livre Arbítrio para expressar no mundo o melhor de nós mesmos
Nos apoiando nessa pesquisa de Maria Grillo, podemos dizer que essências florais são Campos de Consciência.
À medida que essas informações, ou campos de consciência, ou seja: as essências florais, entram em ressonância mórfica com os aspectos mais elevados em nossa alma, isso aciona como que um “download” dessas nossas próprias qualidades, que se tornam então disponíveis para nós, aqui na dimensão da personalidade.
Dessa forma, resgatamos o livre arbítrio em seu sentido mais profundo, podendo escolher, a cada momento, expressar no mundo a melhor versão de nós mesmos, ou seja, o nosso EU mais elevado.

(Parte do texto) Fonte
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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Da vitimização e do autocastigo a uma transformação em alegria

A história de vida da Isha é muito interessante, quando li em 2006, fiquei tão maravilhada que fui do Guarujá para BH fazer o seminário... Pratiquei por um tempo, embora na época eu era praticante de UCEM. Em 2008 comecei a prática de Ho'oponopono... Enfim, são todos processos maravilhosos, todos com o mesmo princípio, onde somente o que tem validade é a prática... Como ela diz aqui neste texto: "... E foi quando abracei a parte necessitada de mim mesma que fui capaz de aceitar esses mesmos aspectos que me rodeavam. Ao abraçar nossa própria humanidade podemos encontrar a beleza em todos os aspectos da expressão humana.", é o caminho... Não importa o caminho, podemos sempre escolher outra vez...
Lena Rodriguez
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Alguns de nós temos dinâmicas internas com as quais nos sentimos muito mal, e a maior parte deste sentir é autoprovocado.

Realmente não percebemos e acreditamos que tudo o que nossa mente diz é verdade. Por exemplo, assumir uma atitude de vítima ao ficar com ciúmes daqueles que se destacam, em seguida, punir-se por se sentir dessa maneira.

Esta deve ser uma das piores condições de vítima, já que normalmente o sentir-se assim lhe leva a sentir-se culpado, mas neste caso, também, aplicar-se o castigo. E isto não acontece porque se quer: há algo gravado que se repete no automático, e como acreditamos e alimentamos, segue se repetindo. Mas, boas notícias, é possível mudar!

Todos os seres humanos nos sentimos vítimas de algo ou de alguém. Fingimos, criamos drama, mas logo começamos a ver que gostamos disso, já que desta maneira não nos fazemos responsáveis, e então nos ressentimos, isto é, ficamos estancados ao invés de mudar e crescermos.

É aqui quando o importante é ter a intenção de soltar esta forma de comportamento que não nos faz felizes nem a nós nem aos que nos rodeiam, e começar a ir mais além desse automático, dessa briga, de culpar o exterior ou os outros, conectar-se internamente, e pouco a pouco, ir permitindo a mudança.

Foi meu sofrimento o que me levou a transformar estes aspectos em uma nova percepção de vida. Quando eu já havia me cansado de sofrer, finalmente tomei uma nova decisão.

E foi quando abracei a parte necessitada de mim mesma que fui capaz de aceitar esses mesmos aspectos que me rodeavam. Ao abraçar nossa própria humanidade podemos encontrar a beleza em todos os aspectos da expressão humana.

Quando encontrei o valor para reconhecer tudo em mim, sem ignorar nem negar nenhum aspecto, também vi que não havia nada mal com nada. Me fiz amiga de meus ciúmes, de minha violência, de minha capacidade de fazer muitas coisas baseadas no medo, coisas que, previamente, havia julgado com dureza nos outros.

Quando abracei tudo o que havia suprimido anteriormente, o que aconteceu? Tudo se transformou em amor, porque sempre havia sido amor, apenas eu que tinha medo. Eu queria que fosse outro que assumisse a responsabilidade de me amar, no lugar de eu mesma fazer isso.

Os extremos da própria autorejeição jogam também no cenário mundial. Em alguns o medo é tão grande que nos leva à violência, enquanto que outros matam por medo a perder seus seres queridos. No entanto, se aprendemos a abraçar todos os aspectos de nós mesmos, nosso sofrimento e violência se dissolvem na frequência do amor. Diga que sim a seu ser interior. Ame-se a você mesmo, abrace-se no amor incondicional, e o mundo fará o mesmo.

Um dos aspectos mais tristes da sociedade moderna é que levamos as coisas muito a sério. Nos sentimos impulsionados a cumprir com o que “deveríamos” ser, o que acreditamos que o mundo espera de nós.

Pensamos: “Não seja ridículo”. ”Não fale sem lhe perguntarem”. “Não seja imaturo”. “Não diga o que realmente tem em mente – o que pensarão?”. O autocontrole e a autocrítica se converteram em nossa forma de vida e esgota nossa capacidade de jogar e de livre expressão.

Temos que aprender, novamente, a fluir desde o coração – permitirmo-nos ver-nos ridículos, dançar livremente, parar e recordar que a vida se trata de risada e alegria descontraída. Experimente. Talvez você goste.

Isha

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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Prata Coloidal, Floral, Intestino e o segundo cerebro




Excelente video do Dr. Hiromi Shinya

A Saúde depende do Estado do Intestino. Por Dr Hiromi Shinya, que atualmente na cidade de Nova York é Professor Doutor da Faculdade de Medicina Albert Einstein e Diretor do Centro de Colonoscopia do Hospital Beth Israel.
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Eu já conhecia o texto que coloco abaixo, porém ao reler não pude deixar de refletir o quanto é verdadeiro... Gosto de comprovações a partir de minhas próprias experiências, assim fui lá atrás e me recordei da bagagem emocional mal resolvida que eu trazia desde a infância e todas as somatizações que já se apresentavam.

Então me recordei dos famosos 46 da Almeida Prado, religiosamente tomados e que mesmo assim nem sempre surtiam efeito... Eu sempre fui muito preguiçosa para comer frutas, mas comia verduras em profusão e cheguei a acreditar que por conta de não comer as primeiras, meu problema decorria daí, porém dezoito anos já se passaram e há muito não tenho mais esse tipo de problema com eliminação e acima de tudo, meu estado emocional se tornou harmonioso e com frequencia mais equilibrado.

Portanto, realmente tenho que concordar que o intestino é nosso segundo cérebro, pois continuo comendo frutas muito raramente, embora eu supra a questão de vitaminas e sais minerais da mesma forma que passo para as pessoas em atendimento.

Algo que chamou muito minha atenção foi a questão Serotonina quando li sobre a mesma tempos atrás... Seu desempenho no organismo como um neurotransmissor no cérebro, sua falta causa sentimentos de irritabilidade e menos valia, crises de choro e alterações do sono e uma série de problemas emocionais... A Serotonina influi sobre quase todas funções cerebrais e seus níveis determinam se a pessoa está deprimida, propensa à violência, impulsiva ou gulosa. Curioso que a palavra infezada, literalmente quer dizer - 'cheia de fezes'.

Assim como a Serotonina pode elevar o humor e produzir uma sensação de bem estar, sua falta no cérebro ou anormalidades em seu metabolismo tem sido relacionado a condições neuropsíquicas bastante sérias... Pesquisadores dizem que ao restabelecer seus níveis, seguramente ela eleva alivia depressões, dor e desejos por carboidratos. Ela é um composto primeiramente encontrada no sangue importante artigo sobre o sangue.

Cuidar dos padrões emocionais ligados aquilo que subconscientemente não queremos eliminar, acredito ser vital, saiba mais aqui

Podemos ao mesmo tempo utilizar a Prata Coloidal. Apenas 15 ml, por um minuto de bochecho e ingerida diariamente, acredito que seja excelente para as bactérias intestinais, pois faço uso dela também aqui seus inúmeros benefícios.

Cuide Bem de Você, esse cuidado envolve corpo físico sadio, harmonia interna, equilíbrio mental e por consequência, emocional!

Lena Rodriguez


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O intestino é temperamental 

Com 9 metros de comprimento, esse órgão, encarregado de absorver nutrientes e água, é a região do corpo que mais sofre a influência das emoções. Pense nos con?? itos da vida. Qualquer um – o fora do namorado, a perda do emprego, a briga em família. Quem não digere bem esses problemas corre o risco de ficar dias a fio sem ir ao banheiro. É o seu caso? Você não está sozinha. As mulheres lideram as estatísticas de alvos preferenciais do distúrbio, que, como você vai ver agora, nem sempre está relacionado a uma dieta pobre em vegetais e cereais.

“O sexo feminino é três vezes mais suscetível à prisão de ventre do que o masculino”, constata, em sua prática diária no consultório, Tiago Almeida, clínico geral de São Paulo. O médico acupunturista Marcius Mattos Ribeiro Luz, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), tem uma explicação para essa pole position: “As mulheres costumam engolir suas emoções, que implodem em vez de explodir”. Você deve estar se perguntando: como assim, se conseguimos expressar, com mais facilidade do que os homens, sentimentos como a raiva e a tristeza? “Não a ponto de neutralizá-los”, responde o especialista de bate-pronto.

O papel negativo da ansiedade

Quando você ouve falar em emoções e sistema nervoso, imediatamente pensa em cérebro, certo? Pois saiba que o intestino tem o seu próprio sistema nervoso autônomo, com uma rede de 100 milhões de neurônios circulando por ali. E essas células são diretamente responsáveis pela coordenação de todas as funções digestivas. No intestino, assim como no cérebro, os neurônios liberam dezenas de neurotransmissores, substâncias químicas responsáveis pela comunicação entre as células nervosas. É o caso da serotonina, associada ao bom humor, e que muitos pensam, erroneamente, concentrar-se maciçamente no cérebro. Na verdade, 95% dela é estimulada pela fricção das fibras alimentares nas paredes da cavidade abdominal.

Entre várias outras funções, cabe a essa mensageira e a outros neurotransmissores intestinais fazer com que os alimentos percorram o tubo digestivo a uma velocidade tal que o bolo fecal não fique retido mais tempo do que o necessário. São essas substâncias que controlam o movimento peristáltico, uma onda que vai do estômago ao ânus, provocando atos involuntários e voluntários que finalizam o ciclo da digestão com a evacuação. Serotonina e companhia modulam, em um, os impulsos nervosos que circulam de um neurônio para outro, fazendo o ajuste fino que leva à eliminação do número dois. Em caso de estado emocional alterado, porém, essa programação desanda. Por quê? É simples.

Embora sejam independentes, os sistemas nervoso central (localizado no cérebro e na medula espinhal) e o entérico (intestinal) “conversam” entre si. Sabe aquele incômodo na barriga antes de uma entrevista de emprego ou do encontro com o gato que você conheceu num bate-papo virtual? Pois é. Isso acontece por causa da conexão direta entre os neurônios circulantes no tubo digestivo e no cérebro – o chamado eixo cérebro-intestinal, que funciona como uma via de mão dupla. A ansiedade, gerada pela expectativa do grande dia, se reflete no intestino, que tanto pode travar como desandar. Isso porque esse sentimento altera a produção de serotonina e desorganiza as ondas peristálticas. Alterações na produção da serotonina também estão por trás da síndrome do intestino irritável, uma das principais doenças que afetam o intestino.

Segundo cérebro

Tão forte é a influência do intestino sobre o nosso organismo que esse órgão é tido nos meios científicos como o “segundo cérebro”. A expressão foi cunhada pelo médico americano Michael D. Gershon, do Departamento de Anatomia e Biologia Celular da Columbia Univesity Medical Center, em Nova York. Depois de 30 anos de pesquisas, Gershon conseguiu identificar a interatividade entre os neurotransmissores produzidos no intestino, chamado por ele de órgão inteligente, e as nossas emoções, cuja sede é o sistema límbico, localizado no cérebro. Portanto, atribuir a prisão de ventre apenas ao tipo de alimentação é um erro. Assim como é errado achar que se sofre do problema quando não se vai ao banheiro todos os dias.

“Um intestino que funciona uma vez a cada três dias pode ser tão normal quanto o que funciona três vezes por dia”, explica Ana Cristina Amaral Feldner, médica assistente da disciplina de gastrenterologia clínica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Na prisão de ventre, tanto pode haver uma lentidão do trânsito como é possível ocorrer um funcionamento diário mas com volume reduzido e fezes difíceis de eliminar. “Em ambos os casos, fica a sensação de esvaziamento incompleto do conteúdo intestinal”, completa Ana Cristina.

Agora você já sabe: suas emoções podem estar por trás dessa prisão de ventre, que, além do desconforto, contribui para mudar os contornos do seu corpo, salientando a indesejável barriga. O que fazer? “Reprimir os sentimentos é o mesmo que escondê-los”, avisa o acupunturista Marcius Mattos Ribeiro Luz. Há quem tenha mais ou menos recursos psíquicos para lidar com situações difíceis. Então, é sempre bom ter alguém com quem desabafar – uma amiga, um psicólogo, o médico de sua confiança. Um problema compartilhado é um problema dividido ao meio. E pode ajudá-la a encarar melhor os conflitos que, vamos combinar, são inevitáveis e atormentam todos os mortais. Uma atitude positiva diante deles já é, por si só, uma boa medida terapêutica.

O que você NÃO deve fazer

- Tomar laxantes – Sem indicação médica, bem entendido. Seguir os conselhos do balconista da farmácia é uma roubada. Ele desconhece as implicações dessas drogas no organismo. Embora ainda não haja estudos conclusivos sobre a ação desse tipo de medicamento, já se sabe que alguns podem lesar o revestimento interno do intestino. “O risco é desenvolver uma colite, inflamação que
pode levar a diarreias ou graves lesões” – alerta o clínico geral Tiago Almeida.

- Adiar a ida ao banheiro – “As mulheres evitam ir ao banheiro fora de casa”, explica Almeida. Quando vem a vontade, vá, seja aonde for. Refrear o reflexo é o caminho mais curto para travar.

- Comer carne vermelha todos os dias – Estudos da Oxford University, na Inglaterra, relacionam o consumo do alimento à maior incidência de intestino preso.

Síndrome do intestino irritável

Serotonina além da conta nas entranhas pode estar na gênese desse mal, que alguns gastrenterologistas já encaram como uma “doença mental” do segundo cérebro. Estima-se que duas em cada dez pessoas em todo o mundo sofra do problema, conhecido tempos atrás como colite nervosa ou síndrome do cólon irritável. Outros neurotransmissores, além da serotonina, também interferem nas ondas peristálticas e modificam os hábitos digestivos. O diagnóstico é feito clinicamente, depois que exames descartam a possibilidade de outras doenças, como úlcera. Os sintomas variam. Pode ou não haver dores, e o movimento intestinal alterna (ou não) constipação e diarreia. “Emoções exacerbadas não raro levam à doença”, afirma a gastrenterologista Ana Cristina Amaral Feldner. “Mas, como muitos malesque acometem o intestino, as causas, multifatoriais, ainda não estão completamente esclarecidas. É como se a doença fosse uma árvore – o estímulo emocional seria um dos seus galhos.”

(Desconheço Autoria)
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domingo, 20 de maio de 2012

Alimentos Transgênicos – Saiba como Identifica-los



Rotulação dos Alimentos Transgênicos – Como saber se um Produto é Transgênico

Atualmente encontramos diversos alimentos com matéria prima à base de transgênicos e desde 2003 existe no Brasil o decreto de rotulagem (4680/2003), que obrigou empresas da área da alimentação, produtores, e quem mais trabalha com venda de alimentos, a identificarem, com um "T” preto, sobre um triangulo amarelo, o alimento com mais de 1% de matéria-prima transgênica.

A resistência das empresas foi grande, e muitas permaneceram sem identificar a presença de transgênicos em seus produtos. O Ministério Público Federal investigou e a justiça determinou que as empresas rotulassem seus produtos, o que começou a ser feito a partir de 2008.

A rotulagem de produtos transgênicos é um direito básico dos consumidores. Todos nós temos o pleno direito de saber o que consumimos.

A leitura de rótulos é muito importante para identificar alimentos com o menor índice de aditivos químicos preservando nossa saúde e também perceber se na embalagem existe o selo de identificação de transgênicos, que muitas vezes está bem pequeno e no cantinho. 


É verdade, temos transgênicos no mingau do bebe, nos óleos de soja, milho e algodão. Interessante saber também que a canola é uma planta transgênica. A alternativa é o óleo de girassol ou o azeite de oliva para quem quer consumir produtos não transgênicos.
Uma alimentação orgânica certificada ainda é o que podemos fazer de melhor para fugir dos transgênicos, agrotóxicos, promotores de crescimento e aditivos químicos. O objetivo deste texto é alertar que é preciso tomar uma posição, seja quanto à informação, à alimentação, ao Meio Ambiente ou à maneira como somos tratados pelas Empresas. Compromisso e respeito são essenciais em todas as relações.

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