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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Quem deseja buscar Saúde não deve procurar Doenças

Médico alerta para Excesso de Diagnósticos e Riscos de "Epidemia" de Exames Preventivos

Doenças devem ser detectadas o quanto antes, para que haja sucesso no tratamento, certo?

Não, segundo o médico americano H. Gilbert Welch. O especialista em clínica médica é autor de "Overdiagnosed", recém-lançado nos Estados Unidos.

No livro, Welch, pesquisador da Universidade Dartmouth, afirma que a epidemia de exames preventivos, ou "screening", como são chamados nos EUA, coloca a população em perigo mais do que salva vidas.

Citando pesquisas, ele mostra evidências de que muita gente está recebendo "sobrediagnóstico": são tratadas por doenças que nunca chegariam a incomodá-las, mas que são detectadas nos testes preventivos.

"O jeito mais rápido de ter câncer? Fazendo exame para detectar câncer", disse ele à Folha, por telefone.

Folha - Como exames preventivos podem fazer mal? 
H. Gilbert Welch - A prevenção tem dois lados. Um é a promoção da saúde. É o que sua avó dizia: "Vá brincar lá fora, coma frutas, não fume". Mas a prevenção entrou no modelo médico, virou procurar coisas erradas em gente saudável, virou detecção precoce de doenças. Isso faz mal. Não estou dizendo que as pessoas nunca devem ir ao médico quando estão bem. Mas a detecção precoce também pode causar danos.

De que maneira isso ocorre?

Quando procuramos muito algo de errado, vamos acabar achando, porque quase todos temos algo errado. Os médicos não sabem quais anormalidades vão ter consequências sérias, então tratam todas. E todo tratamento tem efeitos colaterais.
Há um conjunto de males que podem decorrer de um diagnóstico: ansiedade por ouvir que há algo errado, chateação de ter que ir de novo ao médico, fazer mais exames, lidar com convênio, efeitos colaterais de remédios, complicações cirúrgicas e até a morte.

Para quem está doente, esses problemas não são nada perto dos benefícios do tratamento. Mas é muito difícil para um médico fazer uma pessoa sadia se sentir melhor. No entanto, não é difícil fazê-la se sentir pior.

Os médicos dizem que a detecção precoce é essencial no caso do câncer. Mas você diz que é perigoso. Não se deve tratar qualquer tumor inicial?

Não. Se formos tratar todos os cânceres quando estão começando, vamos tratar todo o mundo. Todos nós, conforme envelhecemos, abrigamos formas iniciais de câncer. Se investigarmos exaustivamente vamos achar câncer de tireoide, mama e próstata em quase todos. A resposta não pode ser tratar todos e nem tratar todo mundo. Ninguém mais ia ter tireoide, mamas ou próstata. Câncer de próstata é o símbolo dessa questão.

Por quê?

Há 20 anos, um teste de sangue foi introduzido para detectar câncer de próstata. Vinte anos depois, 1 milhão de americanos foram tratados por causa de um tumor que nunca chegaria a incomodá-los. Esse teste é o PSA [antígeno prostático específico]. Muitos homens têm números anormais de PSA. Eles fazem biópsias e muitos têm cânceres microscópicos e fazem tratamento, o que não é mero detalhe. Pode ser retirada da próstata ou radioterapia. Isso leva, em um terço dos homens, a problemas sexuais, urinários ou intestinais. Alguns até morrem na operação. Não podemos continuar supondo que buscar a saúde é procurar doenças.

Qual é o impacto desses testes de próstata na população?

Um estudo europeu mostrou que é necessário fazer exames preventivos de PSA em mil homens entre os 50 e 70 anos, por dez anos, para evitar a morte por câncer de uma pessoa. É bom ajudar uma pessoa. Mas precisamos prestar atenção às outras 999. Por causa desses exames, de 30 a 100 homens são tratados sem necessidade.
As pessoas precisam refletir. Cada mulher pode decidir se quer fazer mamografia todo ano. Mas temo que estejamos coagindo, assustando e incutindo culpa nelas, para que façam mamografias.

Mas a detecção precoce não é o fator que mais reduz a mortalidade de câncer de mama?

Na verdade, não. Os esforços mais relevantes no câncer de mama vêm de tratamentos melhores, como quimioterapia e hormônios. Os avanços no tratamento nos últimos 20 anos reduziram a mortalidade em 50%.

O problema é se adiantar aos sintomas. Não há dúvida de que uma mulher que percebe um caroço deva fazer uma mamografia. Isso não é teste preventivo, é exame diagnóstico. Claro que os médicos preferem ver uma mulher com um pequeno nódulo no seio do que esperar até que ela desenvolva uma grande massa. A questão não é entre atendimento cedo ou tarde, mas entre buscar atendimento logo que você fica doente e procurar doenças em quem não tem nada.

Critérios usados em exames como de pressão e diabetes estão mais rígidos. Estão deixando todo mundo 'doente'?

Sim. Somos muito tirânicos sobre saúde. O que é saúde? Se formos medicalizar a definição de saúde, seria: "Não conseguimos achar nada errado". A pressão está abaixo de 12 por 8, o colesterol está abaixo de tal valor, fizemos uma tomografia e não há nada de errado. Se essa virar a definição de saúde, pouquíssimas pessoas serão saudáveis. É certo tachar a maioria como doente? Saúde é muito mais do que a ausência de anormalidades físicas.

Por que essa conduta está se tornando dominante?

Os médicos recebem mais para fazer mais, o que ajuda a alimentar o círculo vicioso da detecção precoce. É um bom jeito de recrutar mais pacientes, de vender mais remédios ou exames. Nos EUA, há os problemas de ordem legal. Os advogados processam os médicos por falta de diagnóstico, mas não há punições para sobrediagnóstico.

E tem quem creia realmente na detecção precoce. Nunca se diz que há perigo nisso. Pacientes diagnosticados com câncer de próstata e mama por detecção precoce têm muito mais risco de serem sobrediagnosticados do que ajudados pelo teste. Quando você ouve histórias de sobreviventes de câncer, na maioria das vezes o paciente acha que sua vida foi salva porque ele fez um exame preventivo.

E isso não é verdade?

Ele tem mais chance de ter sido tratado sem necessidade. Histórias de sobreviventes geram mais entusiasmo por testes e levam mais pessoas a procurar doenças, gerando sobrediagnóstico.

O que fazer para evitar isso?

Um paciente nunca vai saber se recebeu um sobrediagnóstico. Nem o médico sabe. Não é preciso decidir para sempre se você vai ou não fazer exames. Mas todos os dias novos testes são criados. É preciso ter um ceticismo saudável sobre isso.

Fonte: Débora Mismetti - Editora Assistente de Saúde - http://www1.folha.uol.com.br

"Não existem doenças, existem doentes" (Dr. Bach)

Cuide bem de você...
www.cuidebemdevoce.com

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Especialista médico (professor de medicina) Dr. Edson Nogueira Paim reconhece a Auto-hemoterapia


Meu mais profundo respeito e admiração Dr. Edson Nogueira, assim, como há muito tenho pelo Dr. Luiz Moura! É preciso ter coragem, embora há toda uma comprovação, para ir contra o poderio laboratorial e cada vez mais forte em extraordinária exposição contra o establishment !!! (L.Rodriguez)  


06/10/2011 Especialista médico (professor de medicina) Dr. Edson Nogueira Paim reconhece a Auto-hemoterapia.

Página dedicada aos relatos e considerações sobre esta maravilhosa técnica difundida pelo Dr. Luis Moura que vem a décadas salvando vidas e aliviando o sofrimento de muitos pacientes que sofrem as mais variadas doenças. Também conhecida com Auto Transfusão, Auto Hemo ou simplesmente AHT.

Estas palavras estão no blog do Dr. Edson Nogueira Paim.

Médico Clínico e Sanitarista. Doutor em Saúde Pública. Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor de vários livros acadêmicos. Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina nas Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica. E além de outras qualificações profissionais, o Dr. Edson foi Diretor Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene do Rio de Janeiro.

"AUTO HEMOTERAPIA EM DEBATE", "Edson Nogueira Paim"

http://procuradoriadarepublica.blogspot.com/2010/11/auto-hemoterapia-em-debat...

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É muito comum a quem procura informações sobre a auto-hemoterapia, deparar-se com a frase:

Os defensores da auto-hemoterapia alegam que a técnica é eficaz. Ou frases semelhantes a esta.

É preciso ter muito cuidado e atenção para com esta astuciosa expressão, pois os defensores da autohemoterapia não somente alegam, MAS SOBRETUDO COMPROVAM COM DOCUMENTOS, as suas afirmações.

Basta uma ligeira pesquisa no Google, ou olhar os muitos vídeos disponíveis na internet, para constatar rapidamente a verdade.

Dentre os muitos vídeos de benefícios da auto-hemoterapia, está o do Cachorro Akita Inu, curado de uma doença dermatológica, cujas imagens comprovam inquestionavemente a eficácia da terapia, e derrubam por terra o argumento falacioso, de que os benefícios da auto-hemoterapia poderiam ser advindos de fator psicológico, ou efeito placebo.

Outro testemunho, é o do senhor José Luiz Dutra, cujas colonoscopias comprovam que ele foi curado do mal de Crohn com a auto-hemoterapia.

Há ainda muitos outros testemunhos e estudos documentados disponíveis.

Dentre eles o testemunho DOCUMENTADO com colonoscopias do senhor Ítalo Oliveira de Carvalho, 54 anos, que também foi curado do mal de crohn com a autohemoterapia.

E quem se aprofundar em suas pesquisas sobre a terapia, encontrá um vasto material.

Acesse a seção depoimentos do site AHT HEMOTERAPIA. Ali encontrará diversos relatos e testemunhos documentados.

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Então, muita atenção com frases astuciosas, cujo teor visa confundir e tenta distorcer a realidade.

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Lembre-se que contra fatos e fotos não há argumentos!

Então sua ajuda é muito IMPORTANTE!

Faça sua parte, divulgando seu testemunho. Muitas pessoas já fizeram. Divulgue seus laudos, exames, fotos e outros documentos, mostrando de maneira clara, que a auto-hemoterapia é eficaz e só faz bem!

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AUTO-HEMOTERAPIA. MEU SANGUE ME CURA.

http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia.htm


http://www.hemoterapia.org/


http://amigosdacura.ning.com/

http://www.youtube.com/worldautohemotherapy

http://pdfcast.org/profile/marcelo%20fetha
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CUIDE BEM DE VOCÊ
Alguns médicos já sabem dos fatores emocionais que envolvem as questões que se apresentam no corpo físico, sendo muito importante cuidar a causa também.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Médicos desafiam governo e usam terapia de ozônio às escondidas


20.02.11 - 09:45

Mesmo com a falta de regulamentação no país, médicos brasileiros de diferentes formações utilizam o ozônio em tratamentos. A Abroz oferece dois cursos anuais de ozonioterapia em seu site onde qualquer médico pode se inscrever. Ao menos 200 médicos fazem parte da associação, segundo a diretora.

A prática da ozonioterapia pode ser punida pelo CFM, caso o médico seja denunciado. Diante disso, o conselho avalia se o tratamento fez algum mal à saúde do paciente ou se a pessoa perdeu a chance de ser tratado de uma maneira mais eficaz. Se isso, de fato, aconteceu, o médico pode sofrer processo administrativo que, em última instância, leva à cassação do registro.

A diretora da Abroz reconhece essa condição, mas não deixa de usar a técnica. Otorrinolaringologista, com especialidade em ozonioterapia, concluída na Alemanha, Emília diz que já curou lesões complicadas nos pés de diabéticos e grandes feridas expostas com o uso do ozônio.

- Sou ozonioterapeuta e todo o médico tem autorização de tratar o paciente integralmente. A gente não fica falando que faz, mas queremos mostrar que o procedimento é usado.

O administrador Antonio Carlos Sebrian, de 54 anos, que tratou uma erisipela (infecção de pele causada pela bactéria estreptococos, com aspecto de vermelhidão) na perna esquerda, com a doutora Emília, é entusiasta do método.

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Segundo ele, somente as sessões de ozonioterapia aliviaram as dores intensas que sentia. Depois de passar por três sessões de ozonioterapia, a ferida começou a cicatrizar. Em mais duas sessões, a lesão tinha sumido, conta. Ele afirma que não sofreu nenhum efeito colateral.

O entusiasmo se mantém mesmo depois de informar o preço pago pelo pacote: R$ 10 mil. Sebrian explica que o alto preço condiz com o tratamento que fez. Além de receber injeções e usar os sacos plásticos vaporizados com ozônio, o administrador se submeteu a uma série de 73 tipos de exames de sangue para detectar “deficiências no organismo”.

- Fiz um tratamento geral diferente da medicina tradicional, que trata o ser humano como um todo. Se fizesse só as sessões para curar a ferida, ia gastar menos, mas o problema ia insistir e a deficiência continuar.

Sebrian conta que a bateria de exames indicou baixa imunidade no organismo. Para melhorar seu estado, a médica indicou vitaminas e florais, além de mais sessões de ozonioterapia. Todo o tratamento durou três meses.

Cada aplicação custa de R$ 80 a R$ 100, diz Emília.

Fonte: R7

COMENTÁRIO: 

A solução de prata coloidal pode ser usada em substituição ao tratamento citado, por um custo infinitamente menor. Considerando que as doenças citadas foram causadas por bactérias e fungos, é óbvio que compressas com solução de prata coloidal aplicadas diretamente sobre os ferimentos liquidará com os intrusos.  

Para baixa imunidade, tomar a solução três, quatro vezes ao dia (cerca de 10 a 20ml cada vez), fortalecerá o organismo, promovendo o combate auxiliar de dentro para fora. Os resultados são rápidos e seguros, sem nenhuma contra indicação. 

Solução mãe considerada: 10 minutos de eletrodos mergulhados e em operação, em 250 ml de água mineral comum, você tem sua própria Prata Coloidal.

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