Mostrando postagens com marcador prata coloidal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador prata coloidal. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de abril de 2011

A prata que salva milhões


Como revestimento antibacteriano na face interna dos potes, talhas e moringas de cerâmica, a prata coloidal salvou milhões de vida no Brasil e no mundo. Essa técnica, denominada processo Salus de esterilização da água, foi introduzida por  Robert Hottinger, professor de bioquímica da antiga Escola Politécnica, que atualmente faz parte da USP, nas décadas de 1910 e 1920,  muito antes que o mundo soubesse o que é nanotecnologia.

A USP vem aprimorando ainda mais esse processo, incorporando a prata a membranas de plástico (polímero). É curioso o fato que o revestimento criado por Hottinger acabou em desuso nas últimas décadas, provavelmente porque  muita gente se recusava a comprar os potes e moringas de barro revestidos a tinta de prata coloidal, por achá-los  feios devido à sua cor interna preta. Hoje, as nanopartículas de prata estão retornando, incorporados em películas e recipientes de plásticos, exatamente por causa de sua propriedade antibacteriana. Nessa forma, a suposta toxicidade decorrente da exposição a pequenos teores de prata, tem sido por vezes questionada, principalmente por órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O professor Toma lembra, entretanto, que os talheres e utensílios de prata sempre foram empregados no uso doméstico, sem maiores consequências. Os plásticos ou polímeros antibacterianos, embora contenham menos de 1% de prata, podem fazer a assepsia total de tudo que for colocado sobre sua superfície. É algo muito econômico. Além de estar impregnada no polímero, a prata impede a formação do biofilme, onde as bactérias se alojam.

A indústria poderá produzir com vantagem saquinhos de plástico reutilizáveis, para viagem, frascos e embalagens para leite, saquinhos de soro e outras bolsas plásticas, que garantem a esterilização total desses utensílios e maior durabilidade.
A matéria acima foi extraída de um excelente e elucidativo artigo publicado em http://blogs.estadao.com.br/ethevaldo-siqueira/tag/nanotecnologia/ que mostra o mundo da nanotecnologia. Acesse, leia e maravilhe-se.
 
GERADOR DE PRATA COLOIDAL
 
Solução mãe considerada: 10 minutos de eletrodos mergulhados e em operação, em 250 ml de água mineral comum.

saiba mais CONSULTE aqui 

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Médicos desafiam governo e usam terapia de ozônio às escondidas


20.02.11 - 09:45

Mesmo com a falta de regulamentação no país, médicos brasileiros de diferentes formações utilizam o ozônio em tratamentos. A Abroz oferece dois cursos anuais de ozonioterapia em seu site onde qualquer médico pode se inscrever. Ao menos 200 médicos fazem parte da associação, segundo a diretora.

A prática da ozonioterapia pode ser punida pelo CFM, caso o médico seja denunciado. Diante disso, o conselho avalia se o tratamento fez algum mal à saúde do paciente ou se a pessoa perdeu a chance de ser tratado de uma maneira mais eficaz. Se isso, de fato, aconteceu, o médico pode sofrer processo administrativo que, em última instância, leva à cassação do registro.

A diretora da Abroz reconhece essa condição, mas não deixa de usar a técnica. Otorrinolaringologista, com especialidade em ozonioterapia, concluída na Alemanha, Emília diz que já curou lesões complicadas nos pés de diabéticos e grandes feridas expostas com o uso do ozônio.

- Sou ozonioterapeuta e todo o médico tem autorização de tratar o paciente integralmente. A gente não fica falando que faz, mas queremos mostrar que o procedimento é usado.

O administrador Antonio Carlos Sebrian, de 54 anos, que tratou uma erisipela (infecção de pele causada pela bactéria estreptococos, com aspecto de vermelhidão) na perna esquerda, com a doutora Emília, é entusiasta do método.

Confira também
Segundo ele, somente as sessões de ozonioterapia aliviaram as dores intensas que sentia. Depois de passar por três sessões de ozonioterapia, a ferida começou a cicatrizar. Em mais duas sessões, a lesão tinha sumido, conta. Ele afirma que não sofreu nenhum efeito colateral.

O entusiasmo se mantém mesmo depois de informar o preço pago pelo pacote: R$ 10 mil. Sebrian explica que o alto preço condiz com o tratamento que fez. Além de receber injeções e usar os sacos plásticos vaporizados com ozônio, o administrador se submeteu a uma série de 73 tipos de exames de sangue para detectar “deficiências no organismo”.

- Fiz um tratamento geral diferente da medicina tradicional, que trata o ser humano como um todo. Se fizesse só as sessões para curar a ferida, ia gastar menos, mas o problema ia insistir e a deficiência continuar.

Sebrian conta que a bateria de exames indicou baixa imunidade no organismo. Para melhorar seu estado, a médica indicou vitaminas e florais, além de mais sessões de ozonioterapia. Todo o tratamento durou três meses.

Cada aplicação custa de R$ 80 a R$ 100, diz Emília.

Fonte: R7

COMENTÁRIO: 

A solução de prata coloidal pode ser usada em substituição ao tratamento citado, por um custo infinitamente menor. Considerando que as doenças citadas foram causadas por bactérias e fungos, é óbvio que compressas com solução de prata coloidal aplicadas diretamente sobre os ferimentos liquidará com os intrusos.  

Para baixa imunidade, tomar a solução três, quatro vezes ao dia (cerca de 10 a 20ml cada vez), fortalecerá o organismo, promovendo o combate auxiliar de dentro para fora. Os resultados são rápidos e seguros, sem nenhuma contra indicação. 

Solução mãe considerada: 10 minutos de eletrodos mergulhados e em operação, em 250 ml de água mineral comum, você tem sua própria Prata Coloidal.

GERADOR DE PRATA COLOIDAL

COMPRE POR ESTE CONTATO: liberdadedeser@gmail

Através deste contato terá o direito a um par a mais de eletrodos de prata, podendo produzir sua própria Prata Coloidal por um longo tempo.

Google + 1

Talvez se interesse:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Florais e Cia...