domingo, 28 de novembro de 2010

RONCAR


“O fenômeno do ronco, que se torna mais freqüente à medida que a idade avança afeta, mais que a respiração, o tema da comunicação. Soma-se a isso uma problemática de ritmo que se expressa nas fases irregulares da respiração. 

No âmbito noturno, a comunicação decorre de forma angulosa e áspera, há uma resistência considerável em jogo. As pessoas que roncam têm medo de incomodar os outros e o fazem noite após noite. Seu contato com o ambiente está perturbado. O organismo deixa claro que quer ficar sozinho ao menos durante a noite. Ruidosamente, eles mantêm os outros a distância. Com o "pretexto" de não querer incomodar, eles abrem espaço para si mesmos. Ainda que se empenhem em enfatizar o quanto gostariam de passar a noite juntos na cama de casal, seu sintoma fala uma outra linguagem. 

Caso alguém ainda assim ousasse aproximar-se deles durante a noite, precisaria de considerável humildade e vontade de subordinação em meio a seu ritmo inaudível, ou então de tampões de ouvido. Ele, assim, estará surdo em relação ao roncador. Não resta dúvida quanto a quem dá o tom aqui. 

Suspeita-se que os roncadores não estão em condições de abrir espaço, exigir distância e respeito e dar o tom durante o dia. Eles demonstram em alto e bom som que precisam de mais atenção, de qualquer maneira ao menos no que se refere a seu lado noturno, de sombras. Este corresponde à porção feminina, escura da alma.
 
O ruído de serrote em uma ou em ambas as fases da respiração fala de uma comunicação dura, pouco afiada. Por trás disso, oculta-se uma argumentação crua e um esforço para comunicar de que os afetados não têm consciência. Para os outros, no entanto, o estilo de comunicação alto, demonstrativo, que não pode deixar de ser ouvido e que freqüentemente é agressivo fica muito claro. O fato de os roncadores serem os únicos que não percebem seus roncos indica que eles também são os únicos que não percebem seu estilo de comunicação.
 
À noite, portanto, eles precisam de válvulas de escape para expressar de forma crua tudo aquilo que ainda não foi dito. O alto consumo de energia desse tipo de comunicação é audível no esforço que fazem. Ao acordar, eles estão correspondentemente menos descansados. 

O problema de ritmo destaca-se nas pausas de respiração extremamente longas, que ocorrem com freqüência e que de forma reflexa forçam a uma inspiração especialmente profunda. As pessoas que roncam demonstram o quanto penetraram de forma comunicativa em um dos pólos. Reflete-se aqui uma forma de comunicação cansativa a ponto de fazer faltar o ar, forçando às pausas de respiração correspondentes. Os longos intervalos sem ar explicitam que muitas vezes não ocorre qualquer intercambio. 

Comunicação é troca. As pessoas que roncam, entretanto, expelem mais do que compartilham, e finalmente se bloqueiam até que pouco antes de sufocar voltam a tomar ar de maneira que não pode deixar de ser ouvida. Não respirar quer dizer não participar da vida. 

Foi comprovado com a maioria das pessoas que roncam que elas, devido a seu extenuante estilo de comunicação precisam, por um lado, de longas pausas de regeneração, e que por outro descansam pouco com esse tipo de sono. Elas compensam a baixa qualidade por meio da quantidade. Aqui poderia estar também a explicação para as indicações das estatísticas de que as pessoas que roncam não são saudáveis. Não é tanto que o roncar em si não seja saudável; ele é uma indicação de uma situação fundamentalmente pouco saudável.

Recebi assim por e-mail, não sei a quem pertence os direitos autorais.

*****
Um professor meu anos atrás, de um microsistema coreano nas mãos, baseados em MTC, disse para que fosse colocado no dedo mínimo da mão esquerda da pessoa que ronca um anel de prata, onde se encontra entre outros, os meridianos do Intestino Delgado e Coração, cujo aumento e  harmonização do fluxo de energia do aparelho respiratório com a passagem de ar melhorada, diminuiria a resistência do ar eliminando o ronco.
Lousie Hay na linguagem corporal diz ter o ronco como causa provável a teimosia, a recusa em abandonar velhas idéias.
Bem, sou adepta de cuidar do campo energético, porém a experiência me  confirmou que cuidar também da causa/padrão subjacente em todo e qualquer sintoma é muito importante. Para tanto, não conheço nada melhor do que terapia floral. Portanto, Cuide Bem De Você!

Lena Rodriguez


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